Ação
que baste
1983.
Domingo, 10 de abril, traços de balas sobressaltaram a moinha estrovinhada do
16.º congresso da Internacional Socialista (IS) em Albufeira, no Algarve. “São
09:05 de domingo, Issam Sartawi encontra-se no hall do Hotel Montechoro com o seu secretário, Anwar Eisheh (31
anos), junto à receção. Às 09:07, um homem alto, jovem, de fato acastanhado e
de óculos entra no hall. O hall é uma superfície vasta, com uma
fachada de vidro que permite que seja visto do exterior. O desconhecido, que se
aproxima de Sartawi, alveja-o pelas costas, fazendo duas séries de disparos 9 mm com silenciador. Uma das
balas, pelo menos, atinge Sartawi na nuca. [“A autopsia revelou que Sartawi foi
atingido por duas balas na cabeça – uma na nuca e outra na testa – e uma no
pulso”]. Outra, atinge na perna Eisheh, que se lança a chorar sobre o corpo do
dirigente da Organização de Libertação da Palestina (OLP) [1]. Às 09:08, o autor do atentado está no exterior do
hotel, de onde saiu num passo apressado. Dois agentes da PSP vão no seu encalço
e disparam três tiros. Então começa a correr. Os guardas perseguem-no durante 150 metros , até que o
assassino, saltando um muro, desaparece na zona de bungalows do aldeamento turístico de Montechoro [2]. Um dos guardas que perseguiu o autor do atentado,
em declarações à Rádio Comercial, afirmou estar certo de o ter atingido com um
tiro, ‘talvez num ombro’” [3].
“Entretanto,
Issam Sartawi jaz, no hall do hotel,
no meio de uma poça
de sangue, Rui Mateus, dirigente do PS para os assuntos internacionais,
chega ao local do atentado momentos depois deste se ter consumado e corre a
informar do sucedido os membros do Burreau
da IS reunidos numa sala perto [4]. Mário
Soares, presente na reunião, informa de imediato o presidente da República
Ramalho Eanes e o primeiro-ministro Pinto Balsemão, que ordenou a montagem de
um regime de alerta especial em todas as fronteiras. (…) [5]. Cerca das 11:20, o corpo de Sartawi, coberto com
um cobertor
castanho-escuro, é transportado por uma ambulância dos bombeiros voluntários de
Albufeira para uma casa mortuária desta vila. Anwar Eisheh é transportado para
o hospital de Faro, ferido com uma perfuração da coxa por uma bala que, ao
sair, raspou a outra perna”.
“Entretanto,
agentes da secção de Justiça da Polícia Judiciária prenderam, às 17:30, no Hotel
Fénix, do grupo Torralta, em Lisboa, o marroquino Al Awad Yousis (nome constante
no passaporte) hospedado no quarto 504. A detenção seguiu-se a uma denúncia feita
pelo próprio hotel (…). O marroquino, de 26 anos, residente em Casablanca, não
ofereceu resistência aos agentes. (…). Sabe-se já que o passaporte de Yousis é
falso. Quanto ao dinheiro, ele trazia consigo 10 990 escudos, algum dinheiro
iraquiano, além de 2240 dólares americanos, entre os quais algumas notas de 100
são falsas [“Exames realizados nos laboratórios da polícia revelaram que o
dinheiro ‘era legítimo’”]. Yousis entrou em Portugal no dia 8 de abril, por
Valência de Alcântara, e chegou dia 10 ao Hotel Fénix, vindo de Albufeira, onde
apanhou um táxi que o transportou até Lisboa. [No Algarve, depois do atentado,
Yousis “dirigiu-se ao Hotel da Aldeia, pagou a conta e pediu um táxi para o
transportar a Lisboa”. “O motorista do táxi que o transportou até à avenida da
Liberdade, em Lisboa, sr. Domingos Bentes, da Rádio Táxis Albufeira, condutor
do táxi Opel FU-73-15, disse a jornalistas da RTP que o seu cliente de domingo
praticamente não falou durante a viagem, e que esta decorreu normalmente”].
Yousis apresentava uma esfoladela superficial na perna direita quando foi
detido. Na sua bagagem, os agentes da PJ encontraram um par de calças castanhas
e um camisolão aberto, da mesma cor, semelhante a um casaco. A sua mala é do
tipo James Bond e não trazia arma consigo”.
Hussein
Abdel Khalik, representante da OLP, em Madrid, afirmou à sua chegada ao
aeroporto de Lisboa: “Estamos habituados a ouvir essas declarações, atribuindo
este tipo de ações a grupos palestinianos, mas queremos afirmar, uma vez mais,
como temos feito em outras ocasiões, que este foi um ato dos serviços de
espionagem israelitas”. Provável, ganas não lhes faltavam, mas a impunidade dos
agentes israelitas no mundo descarta qualquer conclusão. Houve duas
reivindicações do assassinato. Uma tomada a sério. “‘Somos responsáveis pela
operação de Montechoro. Confirmaram-nos telefonicamente o seu êxito.
Publicaremos, em breve, um comunicado pormenorizado’. Este o conteúdo do telefonema,
dirigido ao escritório da agência France-Presse, em Beirute, por um porta-voz
do grupo Abu Nidal” [6]. Outra mais jocosa. “Às
14:30, a delegação da ANOP, no Porto, recebia também um telefonema no qual o
atentado era reivindicado por um autodenominado Comando Ibérico Antiterrorista.
Na chamada, que durou poucos segundos, um homem com forte sotaque castelhano,
definiu o assassínio de Issam Sartawi como uma ação conforme aos ‘mais altos
valores do patriotismo judaico’”.
Quarta-feira, 13 “a arma que se supõe ter sido ter sido utilizada
no assassínio do dirigente da OLP foi encontrada ao meio da tarde, a cerca de
trezentos metros do Hotel Montechoro pelo correspondente da ANOP no Algarve,
Humberto Ricardo. Trata-se de uma Beretta, uma pistola italiana com o calibre
de 9 mm ”.
Estava “num buraco coberto por um velho tronco de árvore, embrulhada num dos
papéis que, habitualmente, os hotéis dispensam aos hóspedes para limpeza dos
sapatos. O esconderijo fica junto a um muro de uma residência ao lado de um
poço que fornece água a uma piscina particular”. No primeiro fim de semana de
maio Al Awad Yousis confessa. “Mostrando-se
orgulhoso pelo seu ato que considera simples execução de um adversário, admitiu
pertencer à organização de Abu Nidal”. Também em maio, numa entrevista para a
France-Presse, um dirigente do Abu Nidal, dizendo chamar-se camarada Yussef,
definia as linhas do movimento: “Lutamos para quebrar os elos de uma solução de
capitulação imposta pelo sionismo, pelos Estado Unidos e pela reação árabe.
Temos atingido e vamos atingir os traidores palestinianos nos seus locais de
trabalho. É o castigo e é também um aviso aos países europeus contra a sua
participação numa tal solução”.
Segunda-feira, dia 18 na embaixada americana no Líbano. “Pouco
passava das 11:00 locais quando um camião armadilhado com 227 kg de explosivos, portador
de uma matrícula diplomática falsa, forçou o avanço até ao portão da embaixada,
situada num moderno edifico da Corniche, junto do mar, na parte ocidental de
Beirute. Pouco depois era a explosão. Segundo uma testemunha que se encontrava
à janela de um edifício fronteiro ‘a embaixada parecia que se estava a levantar
antes de voltar a cair com um ruído infernal’. (…). Sabe-se que o embaixador
dos EUA que se encontrava no último piso do edifício, conseguiu sair ileso dos
escombros, onde esteve bloqueado durante algum tempo. Visivelmente emocionado,
porventura em estado de choque, o embaixador Robert Dillon abandonou o local a
bordo de um veículo blindado”. Relato do correspondente da France-Presse: “Há
mãos e pés pelo passeio, sangue por todos os lados, e muitos carros calcinados
ou ainda a arder projetados a dezenas de metros”. No jardim das rosas, na Casa
Branca, Ronald Reagan adjetiva com o habitual “vicioso atentado terrorista …
ato cobarde”. “Setenta e nove mortos eis o balanço mais provável do atentado.
Sabe-se que há vinte pessoas por identificar ainda sepultadas sob os escombros.
Desconhece-se o paradeiro dos 40 empregados libaneses da embaixada,
presumindo-se que estão mortos. Oito americanos pereceram também: um deles era
Robert Ames, de 49 anos, agente da CIA para o Médio Oriente e Sudoeste Asiático,
o qual se encontrava há dias no Líbano para ‘efetuar consultas’. O outro era
Frank Johnston, de 47 anos, o qual desde janeiro passado exercia as funções de
primeiro-secretário. Os outros americanos mortos eram fuzileiros”. [“Um total
de 63 pessoas morreram na explosão: 32 funcionários libaneses, 17 americanos e
14 visitantes e transeuntes. Dos americanos mortos, 8 trabalhavam para a CIA,
incluindo Robert C. Ames, chefe analista do Médio Oriente e diretor do Sudoeste
Asiático, o chefe da delegação, Kenneth Haas, e a maior parte dos funcionários
da CIA em Beirute”].
“Duas organizações reivindicaram: a Jihad Islâmica e um grupo desconhecido
denominado Organização da Vingança dos Mártires de Sabra e Chatila”.
Líbano, atentados contra os americanos. “Em
junho de 1976, o embaixador Francis Meloy, o adido económico da missão
diplomática, Robert Waring, e um motorista da embaixada foram raptados e
assassinados, num atentado nunca reivindicado. Em abril de 1979, a embaixada foi
danificada por granadas e uma bomba rebenta frente ao centro cultural americano
sem causar vítimas. Em agosto de 1980, desconhecidos baleiam a viatura do
embaixador John Gunther Dean, em que se encontravam também a mulher e a filha
do diplomata, sem danos pessoais. Em março de 1981, o embaixador Dean escapa
mais uma vez a um atentado quando a embaixada é alvo de disparos de uma arma
automática. Em abril de 1982, desconhecidos disparam sobre o adido militar,
coronel Frederich Holf, ferindo-o quando atravessava a linha que separa Beirute
leste e oeste. Em junho de 1982, o presidente da Universidade Americana de
Beirute, David Stuart Dodge, é raptado por elementos xiitas pró-iranianos”,
transportado para uma prisão perto de Teerão, só libertado um ano depois.
Domingo,
17 “o principal organizador do chamado Movimento Nacional de Resistência
Moçambicana, Orlando
Cristina, foi abatido a tiro, em Pretória, na Africa do Sul. Ex-agente da
PIDE e íntimo colaborador de Jorge Jardim, Cristina participou na formação dos
GEP e, mais tarde, dos Flechas, grupos paramilitares que durante a guerra
colonial, cometeram atrocidades não só contra elementos da Frelimo como contra
populações indefesas. (…). Cristina era um aventureiro e pretenso caçador na
província do Niassa, situada no norte de Moçambique, entre 1950 e 1960. Mais
tarde, tornou-se agente da PIDE, e tentou, por volta de 1963, infiltrar-se na
Frelimo através da Tanzânia. (…). Cristina conseguiu ligação com o membro do Comité
Central da Frelimo, Leo Milas, que arranjou forma de o mandar para um campo de
treino para guerrilheiros na Argélia. No entanto, Milas não era moçambicano,
mas um americano preto que não só conseguiu chegar até à Frelimo com enganar o
próprio presidente Eduardo Mondlane, durante algum tempo. Agora é tido como
agente da CIA. (…). Os Flechas foram responsáveis por algumas das piores
atrocidades cometidas durante a guerra colonial, designadamente pelo conhecido
massacre de apoiantes da Frelimo da cidade de Inhaminga, na província de
Sofala, em 1973” .
Quinta-feira,
21 “Juan Fernández Krohn,
o padre sedevacantista espanhol acusado de tentar matar o Papa em Fátima,
transformou o seu julgamento no tribunal de Vila Nova de Ourém num autêntico
comício anti-25 de abril, perante a passividade dos juízes e da segurança. Em
dada altura chegou mesmo a puxar de um isqueiro com que tentou queimar um poster vermelho com a figura de João
Paulo II ao lado de uma foice e um martelo. (…). Krohn apresentou-se com a
sotaina verde-alface, desta vez bem mais desbotada, cingida por uma faixa
vermelha ‘homenagem a quantos se bateram contra o comunismo’, acariciando com
frequência uma flor amarela, ‘flor do amor, casto e pobre, revelado por S.
Francisco de Assis’. (…). A sotaina verde-alface ‘sinal de vida, de esperança,
de ressurreição’ foi confecionada numa alfaiataria da zona do Cais do Sodré,
sob encomenda de uma cidadã alemã ocidental, Anne Lotte, há vários anos
radicada em Lisboa.
Casada com um português, Lotte já freguesa antiga da referida
alfaiataria, onde mandava fazer fardamentos para empregados da indústria
hoteleira, é uma pessoa das relações do pai de Krohn, antigo oficial da aviação
franquista na Divisão Azul”. Seja qual for a pena, o padre Krohn beneficiará de
quinze meses de amnistia decretada por motivo da… visita do Papa.
“Frente
ao tribunal estava um homem em pose de profunda meditação, indiferente à chuva
forte que caía, um homem de 30 anos, túnica de lã riscada, sandálias e cabelos
sobre os ombros. Ao ser interpelado pelos jornalistas, disse ser a encarnação
de Jesus e estar ali para ajudar Krohn e ‘para lhe mostrar que o seu único Papa
é o sol’. (…). Afinal Jesus é de Setúbal, vende colares, e chama-se
simplesmente Carlos da Cruz”. O padre Krohn é condenado a seis anos e meio de
prisão por tentativa de assassinato do Papa João Paulo II, em Fátima, na noite
de 12 de maio de 1982, e por uso de arma proibida, mais sete meses por
desrespeito ao tribunal. “Após leitura da sentença Krohn, que envergava a mesma
indumentária das sessões anteriores – sotaina verde atravessada de uma faixa
vermelha – de dedo indicador em riste para o tribunal, apelidou os juízes de
assassinos, os quais disse considerava ‘incompetentes para o julgar, uma vez
que não condenaram os que fizeram derramar sangue em Africa’. Acto contínuo, o
juiz presidente, Políbio Flores, ordenou a expulsão do padre Krohn da sala do
tribunal, ao mesmo tempo que o delegado do procurador da República, dr. José
Pereira Guerreiro, mandou que fosse exarada na acta o seu pedido de
procedimento criminal contra o réu, pela sua atuação em tribunal. No início
da audiência, Krohn dissera para os juízes que ainda que o condenassem se
considerava inocente perante a Mãe de Deus. E a minutos da leitura do acórdão,
virando-se para os jornalistas, lançara as seguintes frases: ‘Viva o Portugal
católico’, ‘Morte ao 25 de abril’ e ‘Morte a Roma’. (…). O tribunal reuniu e
condenou o réu, sem a sua presença, em julgamento sumário, a sete meses de
prisão e 90 dias de multa, devido a ofensas aos magistrados no desempenho das
suas funções, consubstanciadas nas expressões ‘fantoches’, assassinos’ e
‘comunistas’”.
Sexta-feira,
15 de julho “o padre Krohn e Maria Judite Lorena decidiram adiar o casamento
até conseguirem as condições mínimas de privacidade que o ato merece, revelou a
noiva”, uma senhora com uma vida muito calma, vivida entre a casa, o trabalho e
a igreja [7]. Esclarece Judite: “Tínhamos pedido
para que o casamento se realizasse no estabelecimento prisional, longe de
repórteres. Quase ninguém sabia, apenas os familiares mais próximos, os meus
filhos e os pais dele. Depois caiu-nos tudo em cima, os pais dele tinham
reagido negativamente, temos religiões diferentes, tudo isso acabou por
transformar a calma com que queríamos rodear o nosso casamento”. “Judite
Lorena, tem ‘40 e poucos anos’ – como ela própria diz, é divorciada e mãe de
dois rapazes. Refere-se a si mesma como uma pessoa ‘muito simples e calma’ que
vive ‘uma vida para Cristo’, palavras que coincidem com o relato que vizinhos e
colegas de trabalho fizeram. (…). Foi missionária dos Adventistas do Sétimo
Dia, durante vários anos em Angola, particularmente na localidade de Bongo,
onde deu aulas de português, francês, ciências e matemática [8]. Atualmente é chefe da secção de finanças num
escritório de uma multinacional em Lisboa, facto que refere, fazendo questão de
sublinhar a propósito que o cargo que exerce demonstra que vive com
honestidade” [9].
“‘Na
minha missão em Angola contam-se muitas visitas a reclusos, mas o meu caso com
Juan Maria foi diferente. Quando o vi pela primeira vez na televisão senti que
ele me transmitia alguma coisa, que precisava de mim, por isso decidi entrar em
contacto com ele’. (…). Desde dezembro de 1982 até 20 de março, os noivos
continuaram em contacto um com o outro apenas através de correspondência. ‘Nessa
altura, o Juan Maria telefonou-me a dizer que havia autorização para o visitar.
Até essa data nunca nos tínhamos visto’. Judite Lorena guarda consigo cerca de
meia centena de cartas escritas pelo seu noivo, que recusa mostrar. ‘ Nunca,
haja o que houver entre nós, divulgarei o que quer que seja do seu conteúdo que
diga respeito à vida dele’. Admite divulgar uma única frase ‘tes lettres sont comme des roses qui
caressent nom visage’ – mas faz questão que o seja em francês, língua em
que estão escritas muitas das cartas, ‘porque de outro modo perderia o sentido
especialmente espiritual puro’”.
___________________
[1] Issam Sartawi (50 anos) “tendo
nascido na Cisjordânia em 1933, Sartawi fez o ensino secundário em Djenine,
deslocando-se depois para Bagdade, para estudar medicina, onde ficou até 1958,
altura em que foi para os Estados Unidos. Foi neste país que se especializou em
cirurgia cardiovascular, na Universidade de Ohio, Michigan”.
[2] Carolina Quina, uma
testemunha ocular: “O homem que ia a fugir era jovem, era alto, magro e ia de
fato cuja cor me pareceu castanha. Ia a correr com um passo firme e devia
conhecer a zona, pois não hesitou sobre o caminho a tomar. Quando cheguei ao pé do hotel vi
ainda um grupo de GNR que, pareceu-me, estavam numa atitude mais ou menos
passiva, que se devia, talvez, ao facto de não entenderem bem qual era a
situação”.
[3] Fanfarrear é típica da
classe baixa. As elites, de xifoide língua, batem sempre no cravo. O presidente
da EDP, António Mexia, faz luz: “Eu acho que Portugal irá conseguir acesso aos
mercados. Pra isso é decisivo o quê? Que não se passem algumas decisões como
houve. A do Tribunal Constitucional, acho que foram decisões relativamente
complicadas que, no fundo, não têm em consideração o contexto, ou seja, nós
temos que ter a noção que temos que ter acesso ao mercado, e a os direitos
são também função daquilo que seja a capacidade que a economia tem de financiar.
(…). Houve algumas decisões que me parecem desenquadradas, a leitura da Constituição
tem que ter obviamente em conta aquilo são as restrições do mercado. (…). A
decisão do Tribunal Constitucional vai ser decisiva, porque nós temos uma noção
clara que a capacidade de discutir uma empresa portuguesa, ou mesmo um país,
são momentos muito curtos junto dos investidores. E se se criasse uma
noção de alguma dificuldade ou de alguma rigidez e de alguma intransigência
interna sobre essa redução de custos, obviamente isso seria negativo, nesses
poucos minutos, e as pessoas passam a discutir outro país, outra empresa, outro
assunto qualquer. (…). Temos que ter noção, nós muitas vezes perdemos a
noção daquilo que é o mundo, gigante, onde nós temos a dimensão que temos, e
temos que ser pragmáticos nessa abordagem, ou seja, não falhar as oportunidades
que temos, e evitar becos” (setembro 2013). Fenomenalmente, a posição portuguesa
elitizada é a posição favorita de Franziska a).
–
a) Franziska Facella, 1,70 m , 48 kg , 81-63-86, sapato 38 ½,
olhos cor de avelã, cabelo loiro, nascida a 28 de agosto de 1989 na Baviera,
profissão: pornstar. O
seu lema é “fumar erva o mais possível” e a sua obra distende-se por infinitos sites. Foi o doce
do mês de março 2010 no Twistys.
Noutros sites: Nubiles | 18eighteen
| X-ART. Entrevista c/
Franziska – P: “O que fazias antes do porno?”, R: “nada… vivia como uma boa
menina de liceu”; P: “Qual é a tua posição preferida?”, R: “À canzana”.
[4] Em 2013, o Hotel
Montechoro participa do milagre económico português, ou seja, na redução do
custo do trabalho. Os trabalhadores reclamavam o pagamento de 8 meses de
salário. “‘Numa primeira fase a greve será de cinco dias, mas os trabalhadores
estão decididos em continuar a luta até que lhes sejam pagos os salários em
atraso’, sublinhou Tiago Jacinto, coordenador distrital do sindicato. De acordo
com o sindicalista, os trabalhadores exigem também que sejam afixados os mapas
de horários e de férias, bem como o respetivo contrato coletivo de trabalho. ‘Como
a situação se arrasta sem que a administração manifeste disponibilidade para a
resolver, os trabalhadores decidiram avançar para a greve, numa altura em que a
unidade hoteleira está com uma ocupação elevada’, frisou. Segundo o
responsável, o atraso no pagamento dos salários levou já à saída de cerca de
250 trabalhadores do quadro, ‘restando apenas cerca de 50 ao serviço’. Para
Tiago Jacinto, o não pagamento dos salários ‘é uma forma de a administração obrigar
os trabalhadores a saírem’, até, porque, sublinhou, ‘para preencher os lugares
dos que saíram, foram contratadas empresas de trabalho temporário’. ‘Não se
compreende como é que não há dinheiro para pagar aos funcionários do quadro e
existe para as empresas de trabalho temporário’, questionou”.
[5] A velocidade de ação dos líderes
portugueses não é defeito é apanágio. O 1.º ministro Passos Coelho: “Só podemos
olhar com confiança os grandes espaços económicos do mundo, e estar próximos
dos centros mais dinâmicos da economia global, se a nossa presença na Europa
estiver firme e credível. Isso depende de escolhas que temos que fazer como
país, e escolhas que temos de fazer agora e nos tempos mais próximos. Não se
tratam pois de escolhas de um governo, nem sequer de uma coligação de partidos,
mas de escolhas verdadeiramente nacionais. (….). Se estamos
comprometidos com o projeto de sermos uma democracia europeia, livre e aberta,
parceira das restantes democracias europeias, e economicamente integrada com
elas, se é esse o nosso desígnio coletivo, então temos de mobilizar os
meios indispensáveis para lhe dar seguimento. Este é portanto o nosso
momento da verdade. (…). Esse grande compromisso nacional tem agora que ser
confirmado com escolhas concretas, assentes em critérios de justiça e de
equidade, e todos sabemos o que isso quer dizer, todos sabemos quais são
as condições que temos de cumprir para fechar o programa de assistência
económica e financeira em junho de 2014, recuperar a nossa economia e trilhar
um caminho sustentável de crescimento e de prosperidade para todos os
portugueses. (…). Sinto, como primeiro-ministro, que não estou a cumprir um
programa partidário, mas nacional. E aqueles que vierem a seguir, mandato
nacional terão de cumprir, para que os portugueses tenham, como merecem
legitimamente, um futuro de prosperidade, como não tem tido nos últimos anos”
(no Fórum Empresarial do Algarve, outubro, 2013). Infelizmente, Portugal não
tem órgão que aplauda condignidade um homem assim, arraigado de missão – “Renatinha batendo palma com o bumbum”, canção “Bate
palma com bumbum”, das Abysolutas
do Funk b).
–
b) Renata
Molinaro,
1,77 m ,
62 kg ,
90-63-90, sapato 39, olhos castanhos, cabelo castanho, nascida a 19 de janeiro
de 1988 no Rio de Janeiro. Renata: “Perdi a virgindade com 16 anos no sofá da
sala, com a empregada na cozinha. Foi estranho, porque era a primeira vez dos
dois”.
“Apaixonada por desportos, dança, são atividades que ela pratica nas horas
vagas e tem experiência profissional em jazz,
ballet e natação”. “Renata sempre se interessou por televisão e conciliando o com
seu trabalho, escolheu cursar a faculdade de comunicação na PUC do Rio de
Janeiro”. A sua mãe, Verónica: “Ela nasceu pronta, sempre gostou de posar”. Renata
é uma funkeira assumida e uma das Panicat:
“Ser Panicat é buscar ser o melhor que se pode ser e tomar cuidado para não
beirar a vulgaridade”.
Atividades: no Bertini
Hair Studio, que tem um spa, na Barra da Tijuca, teve uma tarde com direito
a esfoliação nos pés, massagem com pedras quentes e um sensual banho de
banheira. Renata com apenas 13% de gordura no corpo no Paparazzo | Renata
arruma o biquíni no camarim.
[6] “Pseudónimo (que
significa ‘Pai da Luta’) do advogado Sabri Khalid al Banna, adotado aquando da
sua inscrição na Al Fatah, a seguir à guerra israelo-árabe de 1967. Nascido em
Jaffa, na Palestina, em 1935, mas residente no Líbano a partir de 1948, Abu
Nidal não tardou em subir na hierarquia da OLP, que representou no Sudão em
1970 e depois no Iraque. Por discordar da orientação dada à OLP por Yaser
Arafat, de quem se tornou inimigo declarado, a seguir à guerra israelo-árabe de
outubro de 1973, limitando as ações violentas a Israel e aos territórios
ocupados, deixou esta organização e criou um grupo mais radical, o Conselho
Revolucionário da Fatah, em 1974. (…). Desde 1974 tem procurado assassinar ou
neutralizar os aliados de Arafat na OLP (Husayn Kamal em junho de 1982, Ismail
Darwish em dezembro de 1984, Abu Iyad (Salah Khalaf), Abu Hol (Hayel Abd al
Hamid), em janeiro de 1991, etc.”, em “Ação direta”, John Andrade. Abu Nidal morreu
no Iraque, abatido pelo Office 8, o esquadrão das limpezas físicas dos serviços
secretos iraquianos Mukhabarat. Foi enterrado a 29 de agosto de 2002 no
cemitério islâmico de al-Karakh, em Bagdade, numa campa marcada M7.
[7] A esposa perfeita. Zahia Dehar, 1,70 m ,
55 kg ,
90-68-90, sapato 40, olhos azuis, cabelo loiro, nascida a 25 de fevereiro de 1992
em Ghriss, na Argélia. Em 2008, aos 16 anos, despenteava-se a trabalhar na
horizontal clientes famosos e ricos como Franck Ribéry, Sidney Govou ou Karim
Benzema. “Ela explica que foi a Munique para se encontrar com Franck Ribéry.
Foi ele que a fez vir de avião. Ficou alojada num palácio a 7 de abril de 2009
para celebrar o 26.º aniversário do jogador do Bayern e Franck Ribéry lhe terá
pagado 700 €. Com Karim Benzema é diferente. Eles encontraram-se num hotel
perto da Porte Maillot em
Paris. Tocou-lhe 500 € por essa noite”.
Os jogadores lixaram-se, 15 anos é a idade do consentimento em França e a
prostituição é legal, mas uma jovem só pode iniciar a sua carreira profissional
aos 18 anos. Zahia: “Dormi com os homens, mas não fui honesta sobre a minha
idade. Amei-os todos. Eles trataram-me com o maior respeito e devem ser
deixados em paz. Eles
mimaram-me e cuidaram de mim, eles eram os meus homens”. Segundo a bófia, Zahia
ganharia 20 000 euros brutos mensais, ela justifica estes honorários de gestor
de topo: “Eu queria comprar roupas. Creio que todos os homens pagariam por sexo
se pudessem”. Em 2010, Zahia assentava-se no Café
Zaman, o famoso bordel dos Campos Elísios. Aos 21 anos, depois de muita
rejeição de currículos – “Não conseguia arranjar um emprego normal, por aquilo
que eu podia fazer? Ia a uma entrevista e as pessoas dizem Ó, olha, é você!” –
é uma designer de lingerie. Elogia-a Karl Lagerfeld:
“Uma cortesã muito francesa como Liane de
Pougy ou a Belle Otéro”.
Feitos vários: Zahia
em The
Cat Cave p/ Nick & Chloé |
“Hollywood” real. Alix Malka c/ Eric
Roberts | “Bionic” real. Greg Williams.
[8] Ensinar, uma
missão divina. Nika, 1,70
m , 50
kg , estudante, ucraniana no site hegre-art | num
“Blue Bikini” c).
–
c) O constitucionalista Jorge Bacelar Gouveia: “A
educação é um bem misto. A educação tem um lado que beneficia toda a
sociedade, portanto, a educação tem um lado que beneficia toda a sociedade, e
portanto é por isso que as pessoas que não têm filhos devem pagar uma parte da
educação, porque ficam beneficiados da qualidade de vida por terem pessoas
mais ilustradas e mais qualificadas à sua volta. Mas também é um bem
individual, na medida em que beneficia diretamente quem tem acesso à educação”
(dezembro 2012).
Vítor
Gaspar: “A minha participação no Governo tem como único propósito retribuir ao
país o enorme investimento que o país colocou na minha educação, a minha
educação, foi extraordinariamente cara” (outubro 2012).
[9] Viver com
honestidade. Lidia Savoderova, 1,70 m , 57 kg , 87-62-89, sapatos 39, olhos
castanhos, cabelo castanho, modelo russa nascida a 5 de maio de 1991. fotos | fotos | fotos
| fotos
| foto
| foto. Vídeo: “Head”, canção “Minimal”, de Me &
Kate. – Outra melodia dos Me & Kate, “Nerdy Blood”, em “Body” c/ Kristina Yakimova e Anastasia
Tarakanova.
na sala de cinema
“The Filthy Rich: A 24 K-Dirty Movie” (1980), c/ Vanessa del Rio, Samantha Fox, Jesie St.
James, Lisa De Leeuw… [1]. “Era uma vez… Na
terra dos muito muito, muito ricos, vivia a bela adormecida que ainda tinha de ser
acordada, sexualmente. E, o seu muito frustrado príncipe encantado. Porquanto,
nem mesmo todos os cavalos do rei nem todos os homens do rei conseguiam dar-lhe
um orgasmo. A nossa história começa numa manhã, clara e festiva, quando
encontramos o príncipe encantado beijando, lambendo e mordendo uma muito
frígida bela adormecida…”. Estas ternas histórias de príncipes, princesas,
rainhas e fadas, muitas fadas, novos clássicos em videocassetes VHS,
ejetam Homero, Virgílio, Dante, a baronesa Emmuska Orczy de Orczi (autora de “O
pimpinela escarlate”) das prateleiras e intumescem de sólida cultura as novas
bibliotecas de Alexandria na sala de estar: a videoteca. “De acordo com
John Heidenry (1997), a invenção do videogravador de cassetes (VCR) foi ‘o
acontecimento mais significativo na História do cinema adulto e, junto com a ‘Garganta
funda’ (1972), o impulso para uma revolução na pornografia hardcore’. Os primeiros VCR no mercado
foram: o Betamax
da Sony Corporation (10 de maio de 1975) e o Video Home Sistem (VHS) da Victor
Company of Japan (JVC) [as vendas do HR-3300 começaram a 31 de
outubro de 1976 em Akihabara, Tóquio]. A Sony Corporation recusou licenciar a
sua tecnologia Beta aos pornógrafos, enquanto que a JVC tomou a estratégia
contrária. Em parte, esta opção tornou as videocassetes VHS o formato mais
popular, o mercado queria ver pornografia no recato do lar e, consequentemente,
a Sony Corporation pagou o preço por não ter faturado com isso” [2].
“Rockin' with Seka or... Seka's Cruise”
(1980), estreia na sexta-feira, 9 de outubro de 1981 na sala de cinema de alta
qualidade Cinebolso, sita na Rua Actor Taborda, 27-B. “É uma comédia hardcore vintage que se apresenta como uma série de quadros sexuais, protagonizada
pela Seka [3], membro do AVN Hall of Fame, que
interpreta uma hospedeira que relata quantos homens encontra e fode na sua profissão.
Os quadros estão ligados de uma forma perfeita na história disponível, em
oposição a algum tipo de sensação de compilação. Seka desempenha o seu papel
muito bem. Ela exala borbulhante alegria e parece-se, a cada momento, com a
hospedeira que só pode fazer os homens e as mulheres desejarem ter reservado um
bilhete no seu avião. A colega de quarto de Seka, Brooke West,
é uma mulher tímida e reticente que parece não conseguir encontrar homem algum.
Felizmente, para ela, que tem a luxuriante Seka para protegê-la e mostrar-lhe os
cordelinhos, enquanto Seka cogita e conta-lhe histórias das suas mais
memoráveis conquistas sexuais passadas, relacionadas com o seu mester. O
primeiro quadro é uma brincadeira de quatro figuras, protagonizada pelo
multitalentoso Jamie Gillis, como o realizador porno europeu Franco, em cena
com Seka, e Juliet
Anderson e Liza
Dwyer, onde a estrela principal é um dildo pneumático”. C/ admirável som
eletrónico na banda sonora.
A
década de 80 é úbere, tetuda de talento e fruta madura. A fornada de futuras atrizes
nela nada, esbracejará, esperneará, mergulhará, dando cabeça aos benefícios do
ensino em todas as posições (sociais). Dani Jensen, 1,55 m , 47 kg , 86-60-76, sapato 36, olhos
azuis, cabelo ruivo, nascida a 26 de dezembro de 1987 em Ontario, Califórnia. Dani
exemplifica bem esta importância da instrução como eréctil social, aplicando,
aos seus explicandos, a estratégia pedagógica correta na revisão da matéria escolar,
reforçando-a com um “Gangbang”
[4]. Outra obra em “Naughty” e fez o seu primeiro anal em 2012 para a produção de “Buttsluts” da Evil Angel [5]. Entrevista
c/ Dani – P: “O que é que preferes, trio ou gangbang?”,
R: “Um trio, porque sou bissexual. Tenho uma namorada e ela é capaz de comer
rata melhor que qualquer gajo. Mas depois, quero sempre penetração”; P:
“Consideras-te uma puma, milf, totó
ou rapariga de festas?”, R: “Nenhuma dessas. Sou uma moça roqueira. Adoro rock clássico, como o Van Halen”; P:
“Qual foi a coisa mais marota que alguma vez fizeste?”, R: “Fiz sexo no cinema
durante uma matiné da Disney. Acho
que o filme era o Madagáscar”. Anikka Albrite, 1,68 m , 57 kg , 86-60-99, sapato 38,
olhos azuis, cabelo loiro, de descendência checa, francesa, alemã e
dinamarquesa, nascida a 7 de agosto de 1988 em Denver, Colorado. Diz, Anikka:
“A educação é muito importante para mim e pretendo ir até ao fim. Formei-me em
Biologia e Gestão de Negócios. Vou tirar o meu mestrado em Negócios” [6]. Sobre a sua arte: “A minha cena favorita foi para
‘Sport
Fucking 9’. Tive orgasmos intermináveis durante essa cena e a melhor
lambidela… por um gajo… de sempre! Além disso, adorei a ideia das correntes
penduradas no teto. Erik Everhard é muito criativo e visionário… para não falar
de… uma grande foda!”. Sobre si própria: “Adoro fazer broche e brincar com a
pichota… e rata!”.
Obra, sempre prima: “Purple Haze”, com Juelz Ventura e Jenni Lee e interpreta Daenerys Targaryen em “Game of Bones:
Winter is Cumming” (2013). Chanel
Preston, 1,73 m , 59 kg , 81-71-76, sapato 39, olhos
castanhos, cabelo castanho, nascida a 1 de dezembro de 1985 em Fairbanks,
Alasca. Chanel “cresceu no Alasca com amor pela execução artística. Seja
recitando versos de William Shakespeare no teatro da comunidade ou
aterrorizando a sua família com recitais dos concertos de Sergei Rachmaninoff.
Chanel alimentava-se da energia da multidão. Dança, pintura e tocar trompete
foram opções adicionais que ela experimentou. Agora, ela capta a mesma sensação
protagonizando filmes adultos”.
Entrevista
c/ Chanel – P: “Qual foi a cena mais hardcore
que alguma vez fotografaste?”, R: “Fotografei muito para Kink.com e é material
muito hardcore e intenso, enfiei um
pepino no cu para eles no outro dia”; P: “Há alguma coisa que já recusaste
fazer?”, R: “Pediram-me para fazer um clister de leite (o ato de injetar
líquido no ânus para limpá-lo dos seus ‘conteúdos’)”. Obra, prima: para o site “Brazzers”,
“Fuck
the school teacher” [7] e interpreta Lara Croft
em “Tomb Rider
XXX” (2012).
___________________
[1] Vanessa
del Rio, 1,68 m ,
61 kg ,
107-66-91, sapato 41, olhos castanhos, cabelo preto, nascida Ana Maria Sanchez a
31 de março de 1952 no Harlem, Nova Iorque. “Em 1974 comecei a fazer filmes,
mas já tinha trabalhado como dançarina go-go.
Comecei como programadora de computadores, mas não durou muito, porque eu não era
do tipo trabalho de escritório”. “Num
período de cerca de 25 anos, del Rio apareceu em mais de 100 filmes porno e em
vários telediscos, designadamente ‘Get Money’ (1995) de Junior
M.A.F.I.A., que também a refere na canção ‘I Need You Tonight’
(1995). Ela é conhecida por ter um clítoris
particularmente grande”. E, afamada, como a “rainha do anal”: provas no filme “Joint Venture”
(1977), de Gerard Damiano, “uma divertida e erótica paródia das Olimpíadas
Sexuais realizadas todos os anos em New Jersey”. Em 2013, com som
desenhado por Paul D’Amour, primeiro baixista dos Tool, Thomas Mignone escreve
e realiza (ainda em processo) “Vanessa
del Rio Featured Film Project”, “o
filme segue a vida freneticamente emocionante da lendária ícone do cinema
adulto Vanessa del Rio, situado no Times Square, controlado pelo crime
organizado, durante os anos 70 e 80” .
Samantha
Fox, 1,65 m ,
nascida Stasia Therese Angela Micula a 3 de dezembro de 1951, em Nova Iorque.
“Atualmente é crítica da indústria do cinema adulto. Culpa o stress de nela trabalhar
de a ter levado ao alcoolismo, que demorou vários anos a superar”. “Quando a
indústria passou da rodagem em filme para o vídeo, Samantha não se saiu bem.
Mulheres com corpos magros naturais, como Samantha, perderam os favores do
público, que se virou para atrizes mais largas, aumentadas com silicone, que se
tornaram proeminentes no final de 1980 e durante 1990. A sua integridade
impediu-a de saltar nesse comboio (o seu carregado sotaque noo yawk também não
ajudava nada)”. Conheceu o
amor da sua vida, Bobby Astyr (1940-2002), no plateau de “Double
Your Pleasure”; relembra Samantha: “Este tipo com cabelo encaracolado, um
pouco mais baixo do que eu, passa-me à frente e vai ‘Ei, tetas, como estás?
Ouvi dizer que és a nova brasa no bairro’. E eu pensei ‘Ó, poupa-me’”.
Jesie St. James,
1,70 m ,
57 kg ,
olhos azuis, cabelo loiro, nascida a 23 de agosto de 1954 na Califórnia. “Durante
o final de 1970 e início de 1980,
a vedeta Jesie St. James foi uma das caras mais bonitas
no porno. Uma beleza loira absolutamente deslumbrante, Jesie St. James trouxe
um toque de classe a todos os seus papéis. Jesie St. James tinha o aspeto de
uma rapariga de capa de revistas e a descarada natureza sexual de uma atriz
porno inata. A silhueta, naturalmente curvilínea, perfeitamente proporcionada
de Jesie St. James era uma visão que podia induzir luxúria em cinquenta passos.
Boa atriz também, Jesie St. James tem um dos rostos mais expressivos da
indústria. Jesie St. James entrou no hardcore
em 1975, com uma breve aparição em “Blue Heat”
(1978). (…). Jesie St. James era um pouco mais velha que algumas das suas
contemporâneas, mas isso não a abrandou nada. Jesie St. James é conhecida como
uma das mais confiáveis atrizes eróticas, e a sua energia e entusiasmo eram
material de lenda na indústria. A especialidade de Jesie St. James era
representar donas de casa insatisfeitas sexualmente ou professas que são
introduzidas no mundo do prazer erótico”.
Lisa De Leeuw, 1,65 m , 60 kg , 96-76-91, olhos cor de
avelã, cabelo ruivo, nascida a 3 de julho de 1958 em Moline, Illinois. Perdeu o
cabaço, ainda na terrinha, antes dos 16 anos: “Na altura em que perdi a
virgindade estava zangada com o meu namorado, mas os seus dois melhores amigos
estavam disponíveis. Comeram-me durante cerca de três horas no banco de trás de
um Firebird. Eles revezavam-se a conduzir e a foder-me nas estradas do campo, chocalhando
e bombeando”. “Decidi que gostava da Califórnia e queria ficar aqui. Era muito
mais caro do que viver no Illinois, calculei que tinha que ganhar muito dinheiro
rápido e ser modelo soou como uma maneira de o fazer… Tinha 18 anos na altura,
tinha acabado de fazer 19 quando comecei como modelo… Comecei a fazer girlie
modeling em agosto de 1978. Não sabia
que ia haver fotos nuas, mas as minhas mamas eram tão grandes que eles não se
importaram que eu tivesse um pouco de peso a mais. Trabalhei todos os dias
durante um mês, então havia tantas produções minhas nas revistas que tive de
procurar noutro lado. Alguém disse-me que podia ganhar bom dinheiro no porno, então
fiz um salto… Foi a primeira e única vez que um parceiro teve um acidente e
veio-se dentro de mim demasiado cedo. Tivemos que esperar um bocado e fazê-lo
outra vez… De certa maneira, fez-me sentir bem, porque o tipo tinha experiência
e veio-se comigo imediatamente.”. “Só comecei a fazer bicos um ano antes, então
como é que eu podia saber que o serviço de lábios era requerido quando eles ladravam
‘Levanta o gajo!’? Aprender a usar cintas de ligas também foi um pincel.
Conheço mesmo artistas experientes que ainda, ocasionalmente, vestem as cuecas
por debaixo das cintas, o que contribui para uma boa dose de comédia involuntária
quando estamos a tentar removê-las em frente da câmara”.
[2] A tecnologia VHS murchou,
e a vida sexual, tal como os telemóveis, descomplicou-se: “Autoerotic” (2011), real.
Adam
Wingard e Joe Swanberg, c/ Kate Lyn Scheil, Amy Seimetz, Lane Hughes, Kris
Swanberg, Frank V. Ross. “Entrelaçando
fragmentos de vidas de alguns casais brancos, urbanos, heterossexuais, o filme
pinta o zeitgeist sexual
contemporâneo como uma vívida ilustração de um dos mais confusos ditos de
Lacan: não há relação sexual”. Na
banda sonora “Candy Girl”
(2001), do grupo retro eletrónico Soviet.
[3] Seka 1,72 m , 99-58-86, olhos cor
de avelã, cabelo loiro platinado, nascida Dorothea Hundley Patton a 15 de abril
de 1954 em Radford, Virgínia. Dorothea adotou o nom de plume Seka de uma croupier de blackjack de
Las Vegas sua conhecida. (Ou, noutra versão, do termo servo-croata para
“queridinha” ou “amorzinho”). “Entesando
piças há três gerações”: “sexo nos anos 70 era Seka. Metade cherokee, metade irlandesa e parecendo
um troféu perfeito de Hollywood ou uma adivinhação de morte dos deuses nórdicos,
Seka era a miragem impiedosa de qualquer fantasia que se pudesse ter. A revista
porno High Society alcunhou-a de ‘Marilyn Monroe do porno’. Os seus colegas
também eram efusivos. Jamie Gillis: ‘Ela era porno, mas um pouco acima dele,
uma espécie de rainha branca do lixo num sentido em que acho realmente
erótico’. Veronica Hart: ‘Enquanto eu tiver cara, a Seka tem um lugar onde se sentar’”. Seka “tornou-se
uma estrela na época em que o porno fazia a transição da película para o vídeo.
A primeira atuação de Seka foi no filme de 1978 ‘Dracula
Sucks’ (‘Lust At First Bite’ ou ‘Blonde Fire’), quando foi protagonista com
John Holmes. Seka apareceu em 24 filmes só em 1980, e outros 37 em 1981, os
anos mais importantes e prolíferos da sua carreira”. “As performances de Seka
na tela incluem lesbianismo, sexo anal, dupla penetração e uso de brinquedos
sexuais tais como vibradores, dildos
e strap-ons. Ela é também conhecida
por, algumas vezes, rapar os pelos púbicos, alguns 15 ou 20 anos antes de a prática
começar a ser comum entre as estrelas porno americanas”. Relata, Seka: “Casei-me
uma semana depois de completar 18 anos, queria sair de casa. Acho que estava
apaixonada pelo rapaz, mas acabara de fazer 18 anos, pelo amor de Deus. Eu era
uma criança. Quando me casei em 21 de abril de 1972, nunca tinha tido sexo. Era
virgem. E não tive sexo na minha noite de núpcias, estava demasiado assustada.
Escondi-me na casa de banho”. “Então, vi montes de filmes e pensava: Deus,
estas mulheres têm uma aparência horrível! Não era culpa delas, não era que
fossem mulheres feias. Os filmes representavam-nas mal: tinham borbulhas no
rabo, pés sujos, sem maquilhagem e o cabelo parecia que precisava de ser
lavado”.
Na
sua autobiografia “Inside
Seka”, sobre Woody Allen e Mia Farrow: “No princípio, pensei que era
maravilhoso, mas eles eram realmente muito aborrecidos. Woody parecia
desgrenhado e desleixado. O seu cabelo estava revolto e as suas roupas
amarrotadas. Nunca suspeitei que ele andasse realmente assim no dia a dia. Mia
era muito calma e tinha uma lindíssima pele de alabastro. Ela era muito apropriada
e um pouco tímida para o meu gosto. Nunca pensei nela como uma mulher
extremamente bonita, mas era bastante elegante”. Seka contratou a mãe de Whoopi
Goldberg como figurante num dos seus filmes: “Assim mesmo. Ela apenas
sentava-se no avião. Era um papel sem falas onde ela supostamente reagia ao
piloto e à hospedeira a terem sexo, que não estava realmente a acontecer no
momento. Apenas se via ela e o resto dos figurantes a esticarem o pescoço para
verem a ação que supostamente estava a acontecer”.
[4] As estratégias
pedagógicas boas, quentinhas, brotam da concorrência entre o público e o
privado. O ministro da Educação Nuno Crato: “É necessário que os pais tenham
uma maior liberdade de escolha, neste momento, exista uma maior concorrência
entre o público e o privado, e que isto seja feito com regras de total
transparência. Isto, este ehm diploma é um progresso neste sentido, porque este
diploma estabelece que, progressivamente, deixarão de ser decididas
centralmente as crianças que vão para um lado e as crianças que vão para o
outro, mas passará a ser dada uma liberdade aos pais e uma concorrência de
sistemas” (setembro 2013).
[5] No século XXI, nas
sociedades de cama cristã, democrática, livre, a porta das traseiras é
serventia da casa. Entre as filhas de Maria, muitas vezes, esta porta é a
primeira a abrir-se aos convidados, para conservar a entrada principal intacta
até ao sagrado enlace. “Joven y alocada” (2012),
filme chileno, real. Marialy Rivas,
c/ Alicia Rodríguez, María Gracia Omegna... “Daniela é uma rapariga de 17 anos
criada no seio de uma família evangélica conservadora. Dividida entre a culpa
cristã e a sua rebeldia congénita, Daniela vive uma noite traumática de
excessos que lhe trará o castigo dos seus pais e seu próprio questionamento
existencial. Nesse passo forçado para a idade adulta, Daniela tentará
redimir-se do seu tórrido passado adolescente, encontrando, contudo, um novo
obstáculo: a irrupção do seu primeiro amor homossexual”. Meditações metefísicas de Daniela: “Diziam-me: logo
que te fodem pelo cu, cagas o dia todo. Diziam: a experiência mais dolorosa,
depois do parto. E eu digo nada. Nada, sem muito pisco e cerveja no meu
corpinho. Não sei em que momento fiquei de barriga no colchão. Disse: não, pá,
por aí não. Mas enfiou-mo na mesma. Assim que voltei a dizer: por aí, não. O
costume é fazer-se alguma oposição e eu faço o que as pessoas fazem. Resumo:
meteu-mo um bocado, nem bom nem mau, só uma… como a maioria das minhas perdas.
Vontade de cagar? Sim. Mas, mais me doíam os supositórios quando era pequena.
Não foi uma perda total, não me ejaculou no cu, ainda espero o homem”. – “Esta
é a lista de fornicação em lugares públicos de Joven y alocada: ‘A vez que
chupei um pirilau atrás da faculdade de Arte da Universidade do Chile. Apoiada
contra o lavatório, na casa de banho do colégio evangélico, enquanto o meu ex
ex ex ex mo enfiava. Racha com racha no quarto andar de Filosofia e
Humanidades. A vez que me punhetaram nos pastos de Juan Gómez Millas’”.
Filme inspirado nos escritos do blog de Camila Gutiérrez,
convidada como argumentista e vencedora do prémio de Melhor Argumento no
Festival Sundance de 2012. Entrevista
c/ Camila – P: “Acreditas realmente em Deus?” R: “Foda-se, já não, na verdade
não. Quando ando sensível e estranha ponho-me pachamâmica [deidade máxima inca]
e vejo energias e coisas estranhas, mas não tenho um discurso elaborado.
Obviamente, como qualquer pessoa que foi educada muito religiosamente
continua-se na onda, um ex-religioso, então estamos vinculados por negação”. – A
atriz Alicia
Rodríguez é rapariga de gostos banais: “Gosto muito do Dexter (agora estou
na última temporada), também vejo o Dr. House, e soube que saiu a última
temporada de Damages, que também me encanta pois entra a Glenn Close, (…), mas,
sem dúvida, nenhuma série no mundo inteiro pode superar Six Feet Under. Também
gosto muito de Big Love”.
E, também dentro do mesmo padrão, a atriz María
Gracia Omegna,
gosta de David Bowie, Radiohead e Rubén Blades.
[6] Em Portugal, a
importância da educação vê-se pelo andar do ministro. Nuno Crato: “Há uma maior
autonomia das escolas, há um maior envolvimento dos pais, há um maior
envolvimento da escola e dos pais em con e em conjunto com os pais e com os
municípios, em toda a oferta curricular, e quando há autonomia é evidente que
as decisões têm que ser tomadas pelos próprios e têm que ver como é que elas são
aplicadas” (setembro 2013).
[7] Em Portugal, os
professores têm tanto, molham tanto o pincel, que multidões concorrem à
profissão. O que obrigou o ministro à introdução de taxas moderadoras para
esfriar a excitação. Nuno Crato: “É uma taxa, é uma taxa, que é uma taxa
bastante reduzida, repare-se que se compararmos esta taxa com taxas que são
aplicadas em muitas outras áreas. É uma taxa, de facto… é uma taxa é uma taxa,
é uma taxa de facto pequena… são 20 euros, são 20 euros pra dois exames, é uma
taxa pequena” (novembro 2013) a).
–
a) “Durante as férias de Natal, muitas cantinas
escolares continuam de portas abertas. Uma iniciativa de nove autarquias, que
se preparam para servir mais de 20 mil refeições a pensar nos alunos mais
carenciados. Braga, Faro, Gaia, Matosinhos, Mondim de Basto, Olhão, Porto, São
João da Madeira e Setúbal são municípios que ‘sabem que as suas crianças só têm
uma refeição diária se a cantina da escola permanecer aberta durante o período
de férias’, explica António José Ganhão, vice-presidente da Associação Nacional
de Municípios (ANMP), com o pelouro da Educação”:
“Today we’re having vegetables / I’m in a nice mood / When you stick them in
the pot”, “Vegetarhythm” (2012), de Tempura Kidz.
Com
as barrigas forradas, o fim do eduquês e o advento do cratês nas escolas
portuguesas, todos os alunos e alunas serão fisicamente reis como… Bianca
King
1,60 m ,
48 kg ,
modelo, atriz e realizadora filipina nascida a 18 de março de 1985 na Alemanha.
“Esta rapariga pode apresentar, cantar, dançar e mesmo espancá-lo até à
submissão se o papel o exigir. É esta dedicação ao seu ofício que a separa do vulgar
bando faminto por fama”. Bianca
diz: “Sou financeiramente independente desde os 17 anos. A minha carreira é
algo pelo qual definitivamente trabalhei duro. Não sou a maior estrela e não
aspiro ser a maior estrela. Quero expressar-me através da representação e
ganhar algum dinheiro para que possa tirar uma folga e aprender a realizar.
Esse é o meu objetivo de um ano neste momento. Pag marami na akong naipon (‘quando
economizar bastante’), posso parar a representação seis meses ou um ano para me
concentrar na realização”.
O seu lema: “Seja fiel a si própria e simpática para todos, não importa o
quanto tentam empurrá-la para baixo. Porque o karma é uma foda”.
Bianca no filme “Wapakman”
(2009).
no aparelho de televisão
“Buck Rogers in the 25th Century” (1979-1981), 60 min, c/ Gil Gerard, Erin Gray, Mel
Blanc na voz de Twiki… estrelas galácticas convidadas Dorothy Stratten, Julie Newmar, Jamie Lee Curtis etc. [1]. Série transmitida
aos sábados cerca das 18:00, na RTP 1, 10 de março / 17 de novembro de 1984. Exclamou-lhe
Mário Castrim: “Buck Rogers no século XXV, santo Deus, que bodega! Uma daquelas
americanices que, no fim, nos deixa com remorsos de sermos telespetadores. A ficção
científica é uma fraude, assim entendida. A tentação da coboiada é a suprema
doença infantil dos americanos. No século XXV, praticamente a única mudança é
que já não existe a sanduíche de queijo – meu Deus, que catástrofe!”. Peripécias: “em 1987, o capitão William
‘Buck’ Rogers é um solitário astronauta a bordo do vaivém espacial Ranger 3. É
durante uma missão de cinco meses para investigar os confins do espaço, que ele
suporta forças para além da imaginação e é congelado, colocado em animação
suspensa, até que retorne à Terra quinhentos e quatro anos depois, em 2491. Buck
é encontrado pela princesa Ardala e Kane, perfeitamente preservado, com o
vaivém ainda intacto, e é levado para bordo da nave almirante Draconia. Buck
acorda confuso e é interrogado pela princesa e por Kane. Em seguida, ele é
enviado de regresso à Terra, desconhecendo que a princesa está a usá-lo como
parte do seu plano para conquistar o planeta. Contudo, a Terra é agora um mundo
muito diferente e a história de Buck é difícil de acreditar, o dr. Hauer e a
coronel Deering suspeitam que ele possa ser um espião dos draconianos. As
aventuras de Buck estão prestes a começar”: 1.º episódio. “Blue Thunder” (1984), 60 min, transposição
para uma série
de TV do filme com o
mesmo nome realizado por John Badham em 1983. Transmitida nas quintas-feiras cerca
das 21:45, na RTP 1, 8 de março / 24 de maio de 1984; reposta na RTP 2, cerca
das 20:00, também às quintas-feiras, 25 de outubro / 27 de dezembro de 1984. Disparou-lhe
Mário Castrim: “Raio Azul é a recuperação da antiga coboiada. Não será por
acaso o título. Raio se chamava o cavalo de Tom Mix. Só que a violência de
outrora era aquela coisinha artesanal, e esta de agora veste-se do terror do naplam, dos canhões elétricos, dos
mísseis. Não há mais nada. Há só a perseguição, a morte e os sorrisos imbecis.
São jogos vídeo-idióticos animados de figuras humanas. A tanto chega a
degradação das pessoas”. Peripécias:
“o tenente Frank Chaney (James Farentino), da polícia de Los Angeles, é um
bófia rebelde com métodos pouco ortodoxo, que é destacado para a equipa Blue
Thunder, que usa um helicóptero muito avançado [um Aérospatiale Gazelle
modificado], cheio de engenhocas, na sua luta contra o crime. O Blue Thunder é
capaz de grande velocidade e manobrabilidade, pode voar silenciosamente no ‘whisper
mode’, e está armado com as armas experimentais mais poderosas. O seu
companheiro é um caloiro cara de bebé com o nome improvável de Wonderlove (Dana
Carvey), e o apoio em terra é prestado por dois ex-atletas, Richard ‘Ski’ Butowski
(Dick Butkus) e Lyman ‘Bubba’ Kelsey (Bubba Smith), que conduz uma sofisticada carrinha”.
“Bluebell” (1986), 50 min, série inglesa
transmitida nas quintas-feiras cerca das 22:00, na RTP 1, 29 de janeiro / 19 de
março de 1987. Resumo: “a história verdadeira, ora divertida, outras vezes
dramática e romântica, movimentada sempre, de Margaret
Kelly [2], uma órfã originária de Dublin que
se tornou internacionalmente famosa como Miss Bluebell, a criadora das
lendárias Bluebell
Girls
do Folies Bergère. Fascínio, coragem, amor e perigo são os principais
ingredientes desta série de oito episódios que segue o percurso de uma jovem
excepcionalmente determinada, desde o anonimato até à fama. Uma caminhada
difícil para Miss Bluebell que se viu muitas vezes dividida entre a ambição e o
amor e constantemente vítima de emoções instáveis – triunfo, desespero e medo”.
___________________
[1] “A linha da cintura de
Gil Gerard flexionava diária e semanalmente. Gil foi avisado, por Bruce
Lansbury, sobre enfardar no bufete ‘aberto todo o dia’ da equipa de serviços da
empresa. O macacão branco apertado de Buck atormentava Al Lehman (guarda-roupa)
quando Lansbury perguntou se a roupa podia fazer o Gil ‘mais magro’. Al Lehman
deu a Gil a alcunha de ‘a salsicha polaca branca’”.
Erin Gray, 1,71 m , 67 kg , 80-65-77, sapato 37 ½,
olhos azuis, cabelo castanho claro, nascida a 7 de janeiro de 1950, em
Honolulu, Havai. “Começou como modelo aos 15 anos, e aos 17 já era uma das
modelos fotográficas mais solicitadas nos Estados Unidos. Logo enveredou pela
representação e também conquistou essa área, com o auge da sua fama a acontecer
no final dos anos 70 e início de 1980 com os papéis da coronel Wilma Deering na
série de ficção científica ‘Buck Rogers no século XXV’, e como Kate Summers na
comédia ‘Silver Spoons’ (1982-1987)”.
Erin, sobre o guarda-roupa:
“Eu tinha sido uma das primeiras modelos do Sports Illustrated, de modo que a
minha sexualidade, mostrando o meu corpo, estava confortável como isso. A
questão era, eu não me importava estar em frente da câmara dessa forma, mas não
podia andar pelo estúdio com o meu spandex, tinha que
usar sempre um roupão por cima. Nunca me esqueço, uma vez, estava em casa a ver
um episódio de Buck Rogers, e havia um momento em que me afastava da câmara,
então via-me por trás, e corei. Estava a pensar que era bastante… hum!”. – Erin
fez sóbrio strip no episódio “The
Specialist”, da série “Dark Justice” (1991-1993), e uma filha, Samantha Gray Hissong,
que será Maddy,
a namorada de Buck Rogers no episódio piloto da websérie “Buck Rogers”, produzida
por James Cawley
No
século XXV, o disco sound reinará o universo, nas reuniões
das mais altas esferas, “roller
disco”, espalhado por Buck Rogers, “disco dancing” – Twiki
diz: “Biddi-biddi-biddi é expressivo”, Wilma responde: “É asqueroso”. Twiki:
“Biddi-biddi-biddi, groovy, get down”. – A mais famosa voz dos desenhos
animados, Mel Blanc, na aventura espacial de Tex Avery: “Duck Dodgers and the Return of the
24½th Century” (1953).
[2] “Kelly,
Margaret, conhecida como Bluebell, (1910-2004), dançarina e empresária, nasceu
a 24 de junho de 1910 no Rotunda Hospital, Parnell Street, Dublin, filha de
James Kelly e Margaret O’Brien. Três semanas após o nascimento, a mãe
entregou-a a um padre, dizendo que estaria ausente no estrangeiro três meses. O
bebé foi posto ao cuidado de Mary Murphy, uma costureira solteira, e os pais
nunca mais foram vistos. Ela era uma criança frágil, com pernas finas, que não
andou até aos três anos, o seu médico, impressionado pelos seus olhos
azuis-claros, chamava-a a sua pequena ‘Bluebell’, e foi assim que ela será
conhecida para o resto da vida. Em 1916, Mary Murphy, que adotou a criança,
mudou-se com ela para Liverpool, e ela cresceu no subúrbio de West Derby”.
na aparelhagem stereo
“Exmo.
Presidente da República – Queria formalizar o convite a V. Ex.ª para o
espectáculo dia 29 de Outubro [2013] na Meo Arena”, tuítou Jared Leto,
vocalista dos 30 Seconds To Mars, para o de
facto fixe presidente Cavaco Silva [1]. A dura faina presidencial não lhe esfuracou uma
frincha para ir chocalhar a casa junto das adolescentes que decifraram a
convocação geral: “Portugal!! Vão para a Praça Luís de Camões AGORA! (dica:
vamos levar as nossas guitarras)”. Esta banda de Los Angeles cruzou mares
revoltos. Em 2008, “a Virgin Records processou o grupo em 30 milhões de
dólares, dizendo que falharam em cumprir. (…). Alegando que eles se recusaram a
entregar os três álbuns exigidos em contrato”.
“O processo foi resolvido de acordo com uma defesa baseada num caso de contrato
envolvendo a atriz Olivia de Havilland décadas antes. Leto explicou: ‘o
Tribunal de Recursos da Califórnia decidiu que nenhum contrato de serviço na
Califórnia é válido após sete anos, e ficou conhecida como a Lei De Havilland,
depois de ela a usar para sair do seu contrato com a Warner Bros’”.
E, o seu vocalista, Jared Leto, assanha a bicha
americana e desatravanca canalizações como um Super Mário. “No verão
passado [2008], Isabel Lucas [2] desfrutou
relações próximas com Adrian Grenier e Shia LaBeouf, mas parece que Jared Leto
é o homem de Hollywood de sua preferência. O hipotético duo romântico tinha
sorrisos rasgados nos seus rostos, no domingo [1 de março 2009], quando
visitaram uma mercearia em LA para comprar flores e alguns cestos da Páscoa.
Jared já namorou tudo, desde Scarlett a Lindsey, por isso não é difícil apanhá-lo”.
Por isso, por mar e por virilidade, em menos de 140 caracteres, intuiu Leto a profundíssima
alma lusa: “Aqui os nossos sonhos não são realizados, são ganhos” [3].
Ter
um supremo representante da nação tão solicitado pelos tuítes é salário para um
povo de só grandes, de maiores, de macronautas – o invertido de The Micronauts
“Reaction” (2007) {making of} [4]. Povo pleno de políticos
que, pela Graça de Deus, nados com a Verdade Política, constrangê-los ao arcaísmo
da separação de poderes, é cuspir no valor acrescentado. Rui Rio, líder polegar
para cima, quer acabar com “isto de estarmos suspensos de medidas no Tribunal
Constitucional” (dezembro, 2013). Fisicamente conduzido pelos que sabem
(mesmo), isto é, uma classe política caramelizada, espiritualmente conduzido
pelos que veem (mesmo), isto é, os locutores de TV, ferra o povo futuro certo. Diálogo
sinestésico, no funeral
de Mandela, a locutora da RTP Alberta Marques Fernandes: “Este abraço ahm
que é um momento, que é um momento único, e este beijo na boca, ternurento,
entre as duas mulheres de Nelson Mandela, Graça Machel e Winnie Mandela (pausa)
António Mateus junta-se à conversa”. O locutor António Mateus: “É um momento
único, Alberta, confesso que quase que senti um arrepio a assistir esta imagem
nos monitores do estádio, todo calor por uns instantes, a imagem estava a ser
espelhada em todos os ecrãs à nossa volta, as duas viúvas de Samor… perdão, de
Nelson Mandela a cumprimentarem-se com carinho, um carinho assumido…”, Alberta:
“O que a comunicação social faz, António Mateus, por que não é alheio o facto de
esta cerimónia estar a ser transmitida para todo o mundo. Estas duas mulheres
não se falam”.
E
é deste úbere húmus que nasce um povo de maiores. Dos maiores, talham-se os
melhores, depois de descoberta a Verdade Pedagógica pelo ministro Nuno Crato:
“Todos nós somos avaliados por vários processos, e a avaliação melhora-nos a
todos” (dezembro, 2013) [5]. Outrossim, os
homens preferem os loiros…
da política, a milhas da rota do SS Île de France. Gravatas
azuis sobre peitaça saliente são as suas melhores amigas, porque se sentam
no lado certo do salão, as mulheres, ignoradas, não baralham as notas do “Liebestraum nach dem Balle,
Intermezzo Op.356” (Alphons Czibulka, 1890). Fazem de Portugal, estes novos
príncipes, um destino turístico seguro. Na soalheira Madeira, “Sunny Madeira with Sapphira” (2013): modelo
Sapphira A, 1,68 m , 53 kg , 88-58-88, olhos
castanhos, cabelo preto, nascida em 1995 na República Checa. Qualquer donzela vai
segura na Florida da Europa, seu pote intacto, tão só corre o risco de vozes
varonis lhe perguntarem onde comprou o sainho de charmalote, a vasquinha de
cote e a gravata do boyfriend. “Lila
Lost in Paradise”: modelo Lila, 1,73 m ,
89-62-92, nascida em 1988 na Ucrânia. “Maria Warm Up”, “Maria Blue Dream”: modelo Maria Ryabushkina,
1,70 m ,
80-60-89, nascida em 1990 na Rússia. “Hi There I’m Emily”: modelo Emily,
1,68 m ,
92-64-94, nascida em 1993 na Ucrânia. Emily Grey X Naz X EMS: fotógrafo Dave
Naz, modelo Emily Grey, 1,68
m , 50
kg , olhos azuis, cabelo castanho. “Lilly
Rae Rock Wall”: modelo Lilly Rae,
1,57 m ,
46 kg ,
81-66-88, sapatos 38, olhos azuis, cabelo preto, australiana de Melbourne; em “entrevista nua” para a Nude Muse Magazine,
p/ encantadora Emily,
1,57 m ,
78-68-81, olhos cor de avelã, cabelos castanhos.
Com
um supremo dançarino da nação optimus
homens focados fashion multiplica-se
automaticamente a superstrutura cultural desenhada do melhor para o excelente. Cá
não se ludibria os mercados, como Björk que desveste as tetas pela poesia – “Pagan Poetry” (2001), na capa do CD single; entre as amigas plantas – nem se desce dois palmos ao tutorial “How to play guitar with your vagina”, sobe-se, embrulhados em papel de glória. Do
melhor, “Neca careca”
(1981): “Neca careca / Todo o dia / De careca luzidia / Vai à discoteca / Cobre
a nuca / Com peruca / Que mania / Que peruca mais maluca / Tem o Neca na careca
/ Penteado / Risca ao lado / Que coisa fina”. Para o excelente, “Quem quer amor” (2013):
“Quem quer amor / Quem quer carinho ou paixão / Bata na palma da mão / Bata na
palma da mão / Quem quer folia, alegria ou emoção / Bata na palma da mão”. Os Albatroz, “grupo de Gondomar formado em 1979.
Em 1981 editaram os singles ‘Concerto
no Porto’ e ‘O Júlio é um
duro’ [inicialmente, chamava-se O Júlio é um chulo, “era só para rimar”, justifica
Júlio Isidro]. Este último, inspirado no apresentador de televisão Júlio Isidro, obteve um
grande sucesso. Em 1984 decidiram mudar de estilo musical face às exigências
comerciais do mercado. Zé Mário, o fundador da banda, convidou músicos
portuenses especialistas na música ligeira de baile, entre eles o vocalista
Jorge Vilhena e assim seguiram para arraiais, festas e romarias, conseguindo
cerca de 120 espectáculos anuais”
→ “Querida amiga” (2011)
♪ “Levante a mão”
(2012).
No lado errado dos mercados:
Blizzard “banda de heavy metal de Algés, Lisboa, formada em 1983. Considerada uma referência
no seu género pelo impacto dos seus concertos, fogo de artifício e pelas suas
atuações ao vivo chocantes e inesquecíveis. A primeira formação foi: Pedro
Sousa, voz / baixo, Luís Marques ‘Bola’, guitarra, Luís Filipe, guitarra e
Pedro Barroso, bateria. Com esta formação, os Blizzard tocaram ao vivo pela
primeira vez por volta de 1983 numa festa particular. ‘Mercado negro’, ‘Só tu’
faziam parte do seu repertório, cantado em português. Acabaram
por vencer o Festival de Verão em Paço d’Arcos com a canção ‘Mercado negro’. A
segunda formação foi: Paulo Boto, voz, Ilídio Praia, bateria, Paulo Azevedo,
baixo e os guitarristas Luís Filipe e Luís Marques ‘Bola’, e Fernando Pires,
teclados. No início de 1987, Luís Marques ‘Bola’, Ilídio Praia e Pedro Azevedo
abandonam a banda a fim de transitarem para outro projeto. Com a terceira
formação, consistindo em
Paulo Boto , voz, Luís Filipe e Luís Moreno, guitarras, Pedro
Santos, bateria e Rui, baixo, eles gravaram uma demo de 6 faixas que incluía ‘Blondie One’, ‘Tormentor’, ‘Angels Retiring’, ‘Back
to Hell’, ‘Metal Advice’ e ‘Time
to Rock’”. Arabian Penthouse, “banda do
início dos anos 90, oriundos da Baixa da Banheira, Seixal. Tocaram ao vivo no
Johnny Guitar no dia 9 de dezembro de 1992, com os Black Sheep e em 1993
lançaram uma cassete partilhada com os Ibéria, com a canção ‘Dream With Me”. O
alinhamento consistia em
Luís Silvério , voz, Paulo Miguel, baixo, Nuno CC, guitarra,
Leonel Rosado, teclas e Rui Fernando, bateria”.
Black Sheep, “fundados no verão de 1991 no Monte
da Caparica, a formação inicial incluía Matias, baixo, Zé António, bateria,
Pedro, voz e os guitarristas Sérgio e Zé Carlos. Ensaiaram até ao primeiro
concerto que foi na escola secundária do Monte da Caparica, no final de
novembro. Pouco depois a banda entrou nos estúdios Heaven Sound e gravaram duas
faixas: ‘Blindman’ e ‘It’s Coming”. Morbid Death “é uma banda de thrash / gothic metal portuguesa, fundada em Ponta Delgada no ano
de 1990. Inicialmente, a banda chamava-se ‘Mortuary’, mas como pouco depois
descobriram que já existia uma outra com o mesmo nome mudaram para ‘Asphyx’,
tendo que mais uma vez mudar de nome pelas mesmas razões. A banda formou-se na
ilha de São Miguel, nos Açores, por Ricardo Santos e Dinis Costa, onde mais
tarde entraram Veríssimo Pereira e Pedro Rodrigues. A sua primeira atuação foi
a 31 de agosto de 1991, na freguesia da Achadinha, Nordeste, na ilha de São
Miguel” ▬ “Miséria” (1993) ♫ “Darkest Side of Paradise”
(1993).
___________________
[1] Cavaco Silva é o
presidente mais impactante da História Portuguesa, ele, com uma perna às
costas, acrescentou valor ao país. “Tenho uma agenda muito intensa, normalmente
ocupa-me durante 10 horas por dia, e muitas horas ao sábado e ao domingo. E há
uma coisa que eu sei, por experiência, por ter sido primeiro-ministro e
presidente da República: é que há uma relação inversa entre o protagonismo
mediático dum presidente da República e a sua capacidade de influência nas
decisões políticas” (março 2013). “Vou dispensar hoje o meu almoço, vou-me
ficar pela degustação, porque já sei que tenho ali carne de vaca, carne de
ovinos, tenho ali carne de porco, tenho ali ovos, tenho ali aves e tenho ali os
laticínios. Portanto chegará para o meu almoço e provavelmente até vou
dispensar o meu lanche, o meu chá, as minhas torradas, obrigado a todos vós”
(palácio de Belém, abril 2010). “É sabido que para conseguir uma
desvalorização, num país que não tem moeda própria, nós temos que jogar mão de
impostos que incidem sobre o fator trabalho. Diminuindo os impostos que incidem
sobre o fator trabalho e eventualmente aumentando os impostos que incidem sobre
o consumo. Demonstra-se na economia, de que uma economia, de que é possível
ganhar competitividade. Isso é uma matéria que está referida em termos gerais
para o próximo governo [Passos Coelho] tomar decisões nessa matéria” (2011).
[2] Isabel
Lucas, atriz australiana, 1,67
m , 50
kg , 81-60-86, sapato
37 ½, olhos verdes, cabelo loiro, cristã, nascida em Melbourne dia 29 de
janeiro de 1985. Ela foi Tasha
Andrews (2003-2006) na telenovela “Home and Away”
(1988-presente). Em 2008 mudou-se para Los Angeles, para outros papéis, tais
como: a cyborg Alice em “Transformers: Revenge of the
Fallen” (2009); Alison
Bromley em “Daybreakers”
(2009); Gwen no
episódio “Melbourne” da minissérie “The Pacific” (2010); Athena em “Immortals” (2011); Lena em “Careful What You Wish For”
(2014).
[3] Os bancos ganham dinheiro
comprando ativos de povos atrasados. “O banco de investimento norte-americano
Goldman Sachs, onde trabalhou o secretário de Estado Adjunto do
Primeiro-Ministro, Carlos Moedas, tem 5% dos CTT. O banco de investimento
norte-americano Goldman Sachs é para já o maior acionista dos CTT, com 4,99%. A
compra foi feita no dia 5 de dezembro, já depois da privatização. O Deustche
Bank anunciou que detém 2,04%. (…). O banco alemão foi o primeiro a anunciar
que tinha adquirido uma participação qualificada (acima dos 2%) nos CTT. O
Deutsche Bank tornou-se acionista dos Correios antes da estreia em bolsa,
durante a privatização, ao comprar três milhões de títulos, por 16,9 milhões de
euros”.
[4] The Micronauts discotique, micronautique et politique. “The Micronauts é um
projeto a solo do compositor e produtor Christophe Monier. Ele decidiu tornar-se
músico aos 4 anos de idade depois de ouvir ‘O pássaro de fogo’ de Igor
Stravinsky. Então, aprendeu piano clássico, guitarra clássica e guitarra jazz. Um dos seus professores na
faculdade de arte foi Iannis Xenakis. Monier é também metade da banda de deep house
Rituel e gere a etiqueta Micronauts”.
[5] Um dos grandes de
Portugal, ministro da Educação maior, arguto a inovações pedagógicas. A
incubadora da educação moderna está em Hogwarts. Noticiava
o Daily Prophet: “Ministério deseja reforma educativa. Nova era começa em
Hogwarts”, Nuno Crato abraçou logo os métodos do seu colega Pius Thicknesse:
“Como vosso novo Ministro da Magia, prometo devolver este templo de tolerância
à sua anterior glória. Portanto, a partir de hoje, cada funcionário terá de se
apresentar para… avaliação, mas saibam que nada têm a temer, se nada tiverem a
esconder”, em “Harry
Potter e os talismãs da morte Parte 1” (2010).
