Pratinho de Couratos

A espantosa vida quotidiana no Portugal moderno!

sábado, setembro 06, 2014

O FMI desce na Portela

1983. Lisboa, cidade malparecida, mal borrada nuns montes de terra, nos seus arcos enfeitados pouco poisaram as estrelas de escritores, artistas, poetas. William Beckford: “Nunca vi tão detestáveis subidas e descidas, tão escarpadas vertentes e íngremes ladeiras como aqui em Lisboa”. Amadeo de Souza-Cardoso: “Cidade anémica, onanista”. Roger Vailland: “Em Lisboa e pela primeira vez travara encontro com um povo que se tinha desinteressado”. Stefan Zweig: “Agradável deceção… o esplendor dentro da miséria e a miséria dentro do esplendor”. E, o sortudo, que nunca a visitou, Charles Baudelaire: “A cidade é à beira mar; diz-se que é construída em mármore e o povo odeia os vegetais a um ponto tal que arranca as árvores” [1]. Todavia, há anjos debruçados nos telhados das vielas, em Lisboa, são aqueles obrigados a visitá-la, os economistas e técnicos do FMI. Julho, segunda-feira, dia 18, “uma delegação do Fundo Monetário Internacional inicia hoje, em Lisboa, contactos com as autoridades portuguesas tendentes à assinatura de um acordo stand by para a obtenção de um empréstimo de 300 milhões de dólares (cerca de 36 milhões de contos)” [2].
Julho abrira-se promissor, sábado, dia 2, na RTP 1, Veiga Simão, ministro da Indústria e Energia, alteava o custo de vida. “O ministro justificou que os aumentos agora anunciados ‘são maiores porque os combustíveis contribuem substancialmente para o Fundo de Abastecimento (que foi criado em 1974 e se destina a suportar o custo de bens essenciais ao consumo público) e o seu passivo, em fins de 1982, ascendia a 126 milhões de contos’. Acrescentou que a energia consumida em Portugal deriva em 80 % do petróleo e que a seca prolongada encarece o custo de produção de eletricidade. Em petróleo, produtos petrolíferos e energia elétrica, Portugal importou em 1982 240 milhões de contos. Veiga Simão, depois de referir que ‘a dimensão global da crise tem que ser conhecida pelo povo português’ revelou que o Governo ‘vai providenciar para que seja publicado um livro branco sobre a situação económica e financeira do país’” [3].
Terça-feira, 12 de julho, Itália. “Termina hoje o prazo concedido pelos raptores da jovem Emanuela Orlandi para a sua libertação em troca de Ali Agca, o jovem turco que, em maio de 1981, tentou assassinar o Papa João Paulo II. Emanuela, de 15 anos, filha de um funcionário da Santa Sé, foi raptada quando, em 22 de junho, esperava o autocarro que normalmente a conduzia à escola. Após quatro chamadas telefónicas para os pais da jovem Orlandi, os raptores, em contacto com a ANSA, agência de imprensa italiana, expuseram publicamente as condições para a libertação da jovem. Ali Agca, em declarações à imprensa, após ter sido ouvido pelas autoridades policiais, desmentiu categoricamente o seu envolvimento no rapto de Emanuela Orlandi, manifestando, ao mesmo tempo, a sua solidariedade para com os pais da jovem”. Emanuela Orlandi está desaparecida há 31 anos. Em maio de 2002, “o padre Gabriele Amorth, que foi nomeado por João Paulo II como chefe exorcista do Vaticano, e que afirma ter realizado milhares de exorcismos, disse que Emanuela Orlandi foi assassinada e o seu corpo descartado. ‘Este foi um crime com motivação sexual. Eram organizadas festas com um gendarme do Vaticano como ‘recrutador’ de raparigas. A rede envolvia pessoal diplomático de uma embaixada estrangeira na Santa Sé. Acredito que Emanuela acabou vítima deste círculo’, contou o padre Amorth, presidente honorário da Associação Internacional de Exorcistas, ao jornal La Stampa”.
Sexta-feira, 29, FMI exige despedimentos nas empresas públicas. “O atraso das negociações deve-se a desencontros na área das empresas públicas e nomeadamente, à exigência de cortes radicais nos créditos no setor público o que, a concretizar-se implicaria o despedimento de trabalhadores e o adiamento de muitos projetos já em curso. As negociações principiaram no dia 18, sendo a delegação do Fundo chefiada pela economista italiana Teresa Ter-Minasean, que por outras vezes já viera a Portugal para se inteirar dos dados estatísticos e informações de ordem económico-financeira fundamentais para o FMI”. (…). “Paralelamente às negociações do acordo stand by, a delegação portuguesa pretende que o Fundo desbloqueie um crédito de 100 milhões de dólares, solicitado em 1982, ao abrigo da compensatory facility, modalidade de crédito mediante a qual os países membros do FMI podem obter apoios financeiros para compensar uma queda brusca das receitas da exportação, por motivos exteriores à sua economia. Durante o ano passado, o FMI solicitou ao Governo elementos para fundamentar a queda das exportações em 1981, sempre os considerando insuficientes, pelo que não desbloqueou o empréstimo".
Quarta-feira, 10 de agosto, “FMI: a pior receita de sempre. Maior quebra dos salários reais, aceleração do desemprego, travagem no desenvolvimento nacional durante vários anos” [4]. “O ministro das Finanças Ernâni Lopes e o governador do Banco de Portugal, Jacinto Nunes, assinaram na terça-feira a Carta de Intenções, que estava a ser negociada em Lisboa desde o dia 18 de julho, e vai ser enviada ao FMI para que este organismo a aprecie de modo a assiná-la em meados de outubro”. O comunicado do ministério das Finanças justifica que os ajustamentos “deveriam ter sido progressivamente concebidos e executados desde o segundo choque petrolífero de 1979/ 80. [Governo de Sá Carneiro / ministro das Finanças Cavaco Silva; e Governo de Pinto Balsemão / ministros das Finanças Morais Leitão / e depois João Salgueiro]. Nenhum governo responsável poderia evitar a aplicação de uma política conjuntural restritiva apesar das suas consequências negativas no plano do emprego e no nível de vida dos portugueses. (…). O Governo possa realizar o objetivo principal da sua ação: reestruturar e modernizar o aparelho produtivo, isto é, descer à raiz das dificuldades, para criar as condições do progresso a que o povo português justamente aspira. Sem a estabilidade financeira que agora se procura repor, o desenvolvimento económico não passaria de uma miragem permanentemente adiada. É só em nome desse desenvolvimento que se justificam os verdadeiros sacrifícios que a situação efetivamente exige. Cabe a todos os portugueses a responsabilidade de lhes dar conteúdo útil e construtivo”.
O alegre caminho da bancarrota. “Em 1979, a balança de transações correntes estava praticamente equilibrada: o défice atingia, então, 57 milhões de dólares, equivalentes a 0,3 % do PIB. No final de 1982, o desequilíbrio cifrava-se já em 3,2 mil milhões de dólares, que representam 13,5 % do PIB. Para financiar estes défices sucessivos e crescentes, o país foi-se endividando a um ritmo insustentável. Do final de 1979 até abril de 1983, a dívida externa total quase duplicou, passando de 7,3 para 14,2 mil milhões de dólares. Deste modo, a relação entre a dívida externa e o PIB situou-se, em 1982, num nível próximo de 58%. Em 1983, os juros a pagar ao exterior atingem 1,3 mil milhões de dólares e em 1984, mesmo com a introdução de medidas corretoras, subirão, inevitavelmente, para 1,5 mil milhões de dólares” [5].
Objetivos do programa do FMI. “1. – A redução do défice da balança de transações correntes para 2 mil milhões de dólares em 1983 e cerca de 1,25 mil milhões em 1984. No final de 1982, o saldo negativo desta balança atingiu 3,2 mil milhões de dólares. 2. – A limitação do endividamento externo total a 14,6 mil milhões de dólares em 1983 e 16 mil milhões em 1984. No final de 1982, a dívida externa total atingia 13,6 mil milhões de dólares”.
Meios financeiros de apoio “1. Acesso ao mercado financeiro internacional, particularmente importante numa conjuntura como a atual, perturbada pelas repercussões da acumulação da dívida dos países em desenvolvimento. 2. Ao longo do período de vigência do acordo, o acesso a um crédito de estabilização (stand by) no total de 445 milhões de direitos de saque especiais (equivalentes a cerca de 480 milhões de dólares). A utilização deste crédito é repartida em três fatias e condicionada ao progressivo cumprimento dos objetivos contidos na Carta de Intenções. 3. A possibilidade de acesso a um financiamento suplementar, ao abrigo de um outro mecanismo de crédito do FMI, designado por Compensatory Financing Facility. Segundo estimativas preliminares, tal financiamento – disponível ainda em 1983 – deverá cifrar-se em cerca de 200 a 250 milhões de dólares”.
Medidas de política económica “1. Subidas de dois pontos nas taxas de juro das operações passivas e de dois pontos e meio nas taxas das operações ativas. 2. Revisão global dos atuais sistemas de bonificação de juros. 3. Manutenção da atual política cambial, recusando o recurso a novas desvalorizações discretas e mantendo a taxa mensal de 1 % para a desvalorização deslizante, utilizada como instrumento de salvaguarda da competitividade externa das exportações. 4. Controlo dos aumentos salariais das empresas públicas e na função pública – disposição que deverá ter efeitos de arrastamento em relação ao setor privado. 5. Compensação de despesas e recurso a novos instrumentos de fiscalidade direta e indireta ainda nos terceiro e quatro trimestres de 1983, com o objetivo de contrair o défice do orçamento do setor público administrativo, que deverá ser reduzido para cerca de 8 % do PIB em 1983 e cerca de 6,5 % em 1984. 6. Contenção das necessidades de financiamento e aumento do autofinanciamento das empresas públicas. 7. Controlo e redução dos programas de investimento das empresas públicas. 8. Execução de uma política realista nas empresas públicas. 9. Adoção de medidas de acompanhamento e de saneamento económico e financeiro nas empresas públicas que venham a ser abrangidas pela declaração formal de ‘empresa em situação económica difícil’. 10. Como orientação da política económica, a introdução progressiva de elementos de flexibilidade nos processos de formação de preços (sobretudo os preço fixados administrativamente), de modo a criar uma maior transparência e racionalidade no funcionamento da economia”
Sexta-feira, 23 de setembro. FMI à rasca de massa [6]. “O ministro das Finanças Ernâni Lopes, o secretário de Estado do Tesouro António de Almeida, o governador do Banco de Portugal Jacinto Nunes e dois vice-governadores Rui Vilar e Vítor Constâncio, afadigam-se em Washington na tentativa de romper o estrangulamento das disponibilidades portuguesas em divisas para cumprir os compromissos externos. O empréstimo de 300 milhões de dólares (mais de 35 milhões de contos) acordado com o FMI no quadro das negociações da Carta de Intenções com o Governo português era a salvação momentânea: mas está comprometido com o anúncio da suspensão de empréstimos pelo Fundo até meados de outubro. O FMI está sem fundos disponíveis dado o crescimento em flecha de pedidos de auxílio por países como o Brasil, a Índia, o México e a Argentina, com dívidas externas monstruosas. Na base desta crise de tesouraria no FMI está a recusa do Congresso americano em aumentar a quota dos Estados Unidos. Os países industrializados da Europa fizeram saber que enquanto os americanos não aumentarem a contribuição para o Fundo, então não contem com o dinheiro europeu”.
Quarta-feira, 19 de outubro, o ministério das Finanças divulga o texto da Carta de Intenções. “Caro sr. de Larosière [Jacques de Larosière, diretor do FMI, 1978 / 1987]. 1. Nos dois últimos anos, o défice das operações correntes da balança de pagamentos de Portugal deteriorou-se para um nível claramente insustentável a médio prazo. Esta deterioração constitui, em parte, o reflexo de fatores fora do controlo das autoridades portuguesas, incluindo a recessão internacional e as altas taxas de juro no estrangeiro. Outros fatores importantes foram também a manutenção de uma taxa de crescimento da procura interna substancialmente mais elevada que nos outros países e a ausência de adequada flexibilidade nas políticas de taxas de juros e cambial. Por último, a balança de pagamentos continuou a ser afetada por sérios problemas estruturais, incluindo a elevada dependência em importações de energia e produtos agrícolas e uma base de exportações relativamente estreita. A escalada do défice da balança de operações correntes, que cresceu de um nível equivalente a cerca de 5 por cento do PIB em 1980 para 11 ½ por cento em 1981 e 13 ½ por cento em 1982, resultou num acentuado aumento da dívida externa e do peso do seu serviço, que atingiu 27 por cento das receitas de divisas em 1982. (…). Por conseguinte, considera altamente prioritária a redução do défice das operações correntes para US$ mil milhões (9 ¼ por cento do PIB) em 1983 e para cerca de US$ 1 ¼ mil milhões (6 por cento do PIB) em 1984. 2. A melhoria visada para as contas externas será obtida através de um programa global de contenção monetária e orçamental, acompanhado por políticas realistas e flexíveis ao nível das taxas de juros, taxa de câmbio e preços administrativos, e por esforços destinados a moderar o crescimento dos rendimentos nominais. Ao promoverem o crescimento continuado das exportações e a redução das importações, espera-se que estas políticas moderem o impacto da necessária redução da procura interna sobre a produção e o emprego. (…). 5. (…). Do lado da despesa, o Governo limitará as taxas de aumento dos vencimentos dos funcionários públicos em 1984 e alargará o congelamento de admissões em vigor a novas categorias de funcionários públicos até agora isentas, ao mesmo tempo que intensificará esforços para promover a mobilidade de pessoal dentro da administração pública. Procederá igualmente à revisão do sistema de prestações sociais, com vista à eliminação de abusos e à limitação do seu crescimento, de acordo com a capacidade económica do país. (…). 7. O Governo propõe-se iniciar imediatamente a preparação de uma reforma global do sistema fiscal, o qual se carateriza por excessiva complexidade e inelasticidade em relação ao rendimento. O imposto de transações e outras formas de imposição indireta serão substituídos por um imposto sobre o valor acrescentado, que representará a maior fonte de receita indireta do Orçamento do Estado. (…). 9. O Governo atribui elevada prioridade à melhoria substancial e duradoura da situação financeira das empresas públicas. Para tal, será feito um esforço global destinado a conter as necessidades de financiamento dessas empresas e aumentar o seu autofinanciamento. (…). 10. A política monetária será conduzida por forma a assegurar a melhoria programada para a balança de pagamentos e a desaceleração da inflação, que deverá passar de um nível próximo de cerca de 29 por cento no final de 1983 para cerca de 20 por cento no final de 1984. (…). 12. (…). O total do crédito interno concedido pelo sistema bancário (que se situava em Esc. 2,148,9 mil milhões em 31 de dezembro de 1982) não deverá exceder Esc. 2,786.5 mil milhões em 31 de dezembro de 1983, e Esc. 3,416.5 mil milhões em 31 de dezembro de 1984. (…). 13. As políticas financeiras terão que ser coadjuvadas por políticas destinadas a moderar os custos do trabalho, para que a desejada desaceleração da inflação possa realizar-se sem sacrificar indevidamente o crescimento da produção e do emprego. (…). O esforço para moderar o aumento de salários será acompanhado de medidas estruturais, para melhorar a produtividade do trabalho, através do aumento da mobilidade da mão de obra, de programas de formação profissional e outras medidas destinadas a dar maior flexibilidade à utilização da mão de obra (…) [7]. 18. (…). O Governo consultará o Fundo por iniciativa do Governo ou a pedido do administrador-geral, sobre as políticas de balança de pagamentos de Portugal”. Com os melhores cumprimentos, Ernâni Rodrigues Lopes ministro das Finanças e do Plano. Manuel Jacinto Nunes, governador do Banco de Portugal.
Segunda-feira, 26 de setembro, como sempre, nos processos de ajustamento, a Madeira estava falida. “A situação económica da Madeira foi o principal motivo das preocupações de Mário Soares que esteve naquela região autónoma durante três dias, acompanhado por uma delegação governamental em que se integravam o ministro do Trabalho e três secretários de Estado. De acordo com fontes madeirenses, o Governo central teria feito sentir a Alberto João Jardim a necessidade de um programa de emergência estilo FMI para sanear as finanças da Madeira, que está ‘mais que falida’ conforme afirmou um membro da delegação governamental”. “O défice acumulado vai já em 16 milhões de contos e as dívidas das autarquias locais da região, que são apenas onze, ultrapassam os 4 milhões de contos (as autarquias do continente, mais de 160, têm dívidas no valor de pouco mais de 8 milhões de contos). (…). No Funchal correm rumores apesar de desmentidos por Alberto João sobre a grave situação da Caixa Económica do Funchal, que teria já provocado a intervenção, por duas vezes, do Banco de Portugal. Esta situação derivaria, tanto da expansão daquele banco privado sem para tanto ter as infra-estruturas necessárias, em termos técnicos e de capital, como, por outro lado, do crédito malparado, em grande parte concedido às autarquias locais madeirenses. Perante esta situação, que quase se pode considerar desesperada, Soares terá regressado do Funchal no domingo com a garantia do apoio de Alberto João Jardim a um programa de emergência para a região que se traduziria na manutenção da cobertura dos défices, desde que o Governo regional garanta a compressão das despesas públicas[8].
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[1] A era do comércio global – freneticamente, todos vendem a todos – extinguiu as declarações honestas sobre povos, países ou cidades. Os produtores responsáveis, desembarcando num país estranho, instruem-se nas últimas palavras-chave descobertas pelas Relações Públicas para se misturar, massajando a alma coletiva e predispondo ao consumo. A cortesia reina. Durante a tournée de promoção do seu primeiro romance, “The Juliette Society”, declarava, de circunstância, Sasha Grey: “Já cá estive em 2009. (…). Mas passei todo o meu tempo em Lisboa, durante a noite e no Estoril durante o dia. Como tal, desta vez, é uma experiência completamente diferente, ver a cidade durante o dia. É diferente”, no programa Herman 2013. – Sasha Grey, 1,70 m, 49 kg, 83-66-78, sapatos 40, olhos cor de avelã, cabelo castanho escuro, nascida a 14 de março de 1988 em Sacramento, Califórnia, com o toque de Midas: tudo o que ela toca transforma-se em Cultura: na Penthouse julho 2007, fotos de Terry Richardson Em dezembro de 2008, as suas áreas matriciais são moldadas para o Sasha Grey's Deep Penetration Vibrating Pussy and Ass ®, “e agora a Doc Johnson vende a sua réplica da rata e olho do cu de Sasha Grey, completada com pelos púbicos (e também vibração)” Para completude das capelinhas, a mesma empresa também copiou a boca num Deep Throat Pocket Pal No Twistys agosto 2009 Nesse ano interpretou Molly no trabalho de Brody Condon de adaptação contemporânea de “Neuromancer”, uma novela de William Gibson, no New Museum de Nova Iorque Sasha Grey (2011), curta-metragem de Richard Phillips, rodada na Chemosphere House, à saída de Mulholland Drive Em novembro de 2011, no programa Read Across America, leu livros infantis para alunos da 1.ª classe da Emerson Elementary School, em Compton. “Sasha twittou sobre a experiência – chamando aos alunos os mais ‘queridos’ de sempre. (…). Um representante do distrito escolar nega categoricamente que Sasha tenha estado dentro de uma das suas salas de aula” No videojogo Saints Row: The Third (2011) Equal Pay Day” (2012) No BlackBook Mag, fotografada no Sunset Marquis Hotel, em Los Angeles (2012) La comicità di Sasha Grey” (2013). O top 5 dos seus filmes favoritos de todos os tempos: “Escape from New York” (1981), “A Woman under the Influence” (1974), “Pierrot le fou” (1964), “Fat Girl” (2001) e “Stroszek (1977).
No cinema Sasha estreou-se no cinema em “Fashionistas Safado: The Challenge” (2006), e soma mais de 200 filmes no seu palmarés: foi bónus em “So You Think You Can Squirt” (2006) ● “Tight Teen Twarts 2” (2006) ● “GrandTheft Anal 11” (2007) ● “Throat: A Cautionary Tale” (2009)… “Ela não gostava de atores masculinos que pedem: ‘Podemos preparar-nos para a cena fodendo agora durante uns minutos?’. ‘Não sou paga para ser uma fluffer’, diria ela. Ela não gostava de homens que tentavam beijá-la diante das câmaras. ‘Não estou aqui para fazer amor, não estou aqui para ser cortejada’, dizia. ‘Estou aqui para foder’. Ela não gostava de parceiros, masculinos ou femininos, que apareciam pedrados com Vicodin, Valium, cocaína ou metanfetamina. ‘Se você tem que andar metido nas drogas não deveria fazer porno’. (…). Finalmente, ela não gostava de realizadores que a queriam vestir como uma adolescente. ‘Eles pedem-lhe para você trazer roupas de uma miúda de 12 anos’, diz Sasha. ‘Ou vão vesti-la em minúsculas cuecas brancas com uma faixa cor de rosa. É horrível. Vão esticar-lhe o cabelo como uma jovem, ou vão pôr uma maquilhagem ligeira para produzir uma cara fresca de adolescente. Eu tenho 18 anos, é a idade que cada realizador quer. E o porno existe apenas para a masturbação. Mas ninguém deve bater uma punheta sobre uma miúda de 14 anos’”. Sasha, a 8 de abril de 2011, retirou-se do porno aos 23 anos: “Tornou-se evidente que o meu tempo como atriz do cinema adulto expirou. Não se preocupem. Não encontrei Jesus. Uma coisa é certa. Estou orgulhosa em dizer que não tenho arrependimentos. Sinto genuinamente que realizei tudo o que podia como artistaa).
A sua produtividade também enlaçou a música na banda de noise aTelecine. “Telecine é a transferência do filme para vídeo. Faz parte do processamento do filme. Decidimos colocar um ‘a’ antes porque havia uma banda cristã chamada Telecine, e não queríamos lutar por causa de nomes”. Sasha descreveu a sua música como experimental psychedelic death dub. Editaram o álbum “The Falcon and the Pod” (2011): 1. A Secret Ratio” ♪ 2. “Whisper” ♪ 3. “Sodium Vapor” ♪ 4. “A Moist Duck” ♪ 5. “None” ♪ 6. “New Future! ” ♪ 7. “Light Through the Leaves” ♪ 8. “No Other Way” ♪ 9. “4AM” ♪ 10. “Lost” ♪ 11. “Magazine” ♪ 12. “Pathless” ♪ 13. “The Falcon and the Pod”.
a) As diferenças explicadas, através da comida, entre sexo nos filmes e sexo na vida real: “Porn Sex vs Real Sex”.
[2] “Este empréstimo será concedido mediante a assinatura de uma Carta de Intenções, na qual o Governo português de compromete a aplicar determinadas medidas concretas de política económica, que deverão situar-se particularmente nas áreas do crédito e das despesas públicas. (…). Em 1978 o acordo [o primeiro com o FMI] entrou em vigor em março e prolongou-se até março de 1979 altura em que já era uma realidade o reequilíbrio da Balança de Transações Correntes, que havia atingido um nível recorde de 1500 milhões de dólares em 1977 e foi reduzido para cerca de 800 milhões em 1978 e para 50 milhões em 1979”. “A partir de 1980 verificou-se uma rápida deterioração das contas externas da economia portuguesa, tendo o défice das transações correntes passado sucessivamente para 1,3 mil milhões de dólares, 2,8 mil milhões de dólares (1982) e 3,2 mil milhões de dólares (1983). Em virtude desta rápida deterioração das contas externas, a dívida externa do país praticamente duplicou em dois anos, atingindo 13,4 mil milhões de dólares em dezembro de 1983, se se verificar o défice perspetivado para as contas correntes (cerca de 2 mil milhões de dólares). (…). Durante a aplicação do primeiro acordo de Portugal com o FMI (em 1978) foi possível equilibrar as contas externas em virtude de um forte crescimento nas remessas dos emigrantes, nas receitas do turismo e nas exportações. (…). Agora – disseram à ANOP vários economistas – a situação é substancialmente diferente, porque não existem cotas de mercado para recuperar, as receitas do turismo têm decrescido ou estagnado quando expressas em dólares (95 milhões no primeiro trimestre deste ano, igual montante nos primeiros três meses de 1982 e 150 milhões em igual período de 1979), e as remessas dos emigrantes apresentam uma tendência para decrescer quando expressas em divisas. Estes factos vão implicar a utilização de instrumentos de política económica diferentes dos de 1979, mais virados para a redução das importações e do consumo, os quais se situam na área do crédito e da contenção das despesas públicas. Estas medidas terão repercussões ao nível do investimento e consequentemente do emprego. (…). Diferentes economistas disseram que se verificará um significativo agravamento do desemprego, que, segundo o novo inquérito permanente lançado pelo Instituto Nacional de Estatística, era de 11 % da população ativa no primeiro trimestre deste ano. O Governo já adoptou uma série de medidas habitualmente exigidas pelo FMI como foi o caso da desvalorização do escudo em 12 % em termos efetivos e a subida dos preços de um conjunto de bens essenciais, particularmente os combustíveis b). (…). A dureza da política económica a implementar na sequência do acordo com o FMI fica bem expressa no facto de, dos 2 mil milhões de dólares perspetivados pelo Governo para o défice das transações correntes, cerca de 1,2 mil milhões correspondem a juros da dívida externa, valor que em 1978 era de 200 milhões”.
b) “Este tratamento de choque foi, aliás, comunicado ao FMI por uma delegação ad hoc que recentemente esteve em Washington, chefiada por Cavaco Silva, diretor do gabinete de estudos do Banco de Portugal, e de que fazia parte, nomeadamente Maria José Constâncio, subdiretora dos Serviços Centrais de Planeamento, figura chave em anteriores negociações com o FMI. (…). O Governo pretende reduzir o défice das transações correntes de 3,2 mil milhões de dólares (uns 380 milhões de contos) em 1982 para 1,5 mil milhões em 1984, ou seja menos 200 milhões de contos”.
[3] Gasolina super 84$00 (custava 74$00), normal 81$00 (70$00), petróleo carburante 46$00 (40$00), gasóleo 46$00 (40$00), gás em garrafa 51$00 (41$50), gás de cidade 16$50 (12$50). “Um adicional de 65 centavos por quilovátio, no consumidor doméstico, foi aplicado sobre as tarifas de energia elétrica, nos termos de uma portaria publicada no Diário da República, com data do dia 9. A nova taxa é de 55 e 50 centavos para os consumidores em média e alta tensão, respetivamente. (…). O adicional agora introduzido deverá ter caráter temporário, de acordo com a portaria subscrita por Veiga Simão. A sua criação é justificada com a situação de seca que assola o nosso país desde 1980 e o valor cobrado pela EDP deverá ser afeto ao Fundo de Apoio Térmico, que apresentava, em fins de 1982, um défice de 43 milhões de contos. A portaria indica que em 1979 a produção de energia elétrica foi assegurada em 75 % pelas centrais hidroelétricas, enquanto em 1980 esse valor já decrescia para os 50 %. Em 1981, a energia com essa origem cifrava-se nos 31 % e em 1982 crescia para 40 %. Os cálculos para este ano são de 45 %”.
[4] Portugueses suarão as estopinhas e além: “Young Nudist – Boobs Palace”.
[5] Lição aprendida e decorada. Nunca mais as elites portuguesas falirão o país. O povo, reconhecido, vota e dança: “Já não quero olhar, eu quero sentir teu balançar / Eu quero tocar no teu corpo e poder bailar / Eu quero dançar, bem juntinho colado a ti, / ao ritmo do som”: “Já não quero olhar”, p/ músico angolano Adi Cudz. Vídeo c/ Aryane Steinkopf [blindada por Deus], DJ e modelo brasileira, 1,64 m, 59 kg, 94-67-103, cabelo loiro, nascida a 14 de dezembro de 1986 em Vila Velha, Espírito Santo, Brasil. Começou a sua carreira como assistente de palco no programa “Pânico na TV”. Perfil: comida preferida: italiana e japonesa. Defeito: impaciência. Qualidade: determinação. Viagem de sonho: Dubai. {Playboy abril 2012} {Instagram} {site}.
[6] Lei de Murphy: tudo o que pode correr mal vai correr mal. Portugal teso. FMI teso. Bunda no chão. “Bunda”, p/ Putzgrilla Music Gang Bang, banda formada por Hugo Rizo, Rui Martins, Miguel Lamelas e Joana Pitty. Joana Janeiro “Pitty” foi concorrente da “Casa dos Segredos 1”, da TVI e pormenorizou: “A parte do corpo de que mais gosto são as costas”. Os Putzgrilla atuaram na Semana Académica de Lisboa 2014. Felizmente, o dinheiro também aterrou em Lisboa ou não haveria nem para as bananas: “Хочу банан!” (traduz Deus Google “Eu quero uma banana”), p/ Группа Маша Пирожкова ♪ “Я промокла мама” (traduz Deus Google “Tenho mãe molhado”).
[7] No século XXI, os Economistas Portugueses manusearão uma nova medida estrutural: o velho. “O Governo quer incentivar o trabalho a tempo parcial de trabalhadores mais velhos, apoiando, simultaneamente, a contratação de desempregados jovens ou de longa duração. Neste processo, o trabalhador mais velho deverá acompanhar o mais novo, transmitindo ‘conhecimentos e experiência’. O objetivo é ‘promover o envelhecimento ativo e incentivar os trabalhadores seniores a preparar a sua reforma, através da redução do seu horário de trabalho, bem como permitir a entrada no mercado de trabalho de desempregados, designadamente jovens, a quem é igualmente dada tutoria pelo trabalhador sénior’”, em Diário Económico, fevereiro 2014.
[8] O susto acagaçou Alberto João Jardim que nunca mais queimará dinheiro público: “You can tell your ma' / I moved to Arkansa' / Or you can tell your dog to bite my leg / Or tell your brother Cliff / who's fist can tell my lips / He never really liked me anyway”: “Achy Breaky 2”, p/ Buck 22 ft. Billy Ray Cyrus.

na sala de cinema

Night of the Zombies” (1981), real. Joel M. Reed. “Investigadores procuram cadáveres desaparecidos de soldados e ouvem inacreditáveis rumores sobre zombies. Rejeitando esses rumores começam a investigar. Após dois homens serem encontrados mortos, o agente especial da CIA, Nick Monroe, é enviado para eliminar o que se suspeita serem desertores da antiga unidade dos Army Chemical Corps dos EUA. A investigação implacável de Nick descobre um plano macabro de dominação do mundo[1]. Night of the Creeps” (1986), real. Fred Dekker, c/ Jason Lively, Steve Marshall, Jill Whitlow… estreia sexta-feira, 27 de fevereiro de 1987 no cinema Xenon. “Em 1959, a bordo de uma nave espacial, dois alienígenas esforçam-se para evitar que uma experiência seja libertada por um terceiro membro da tripulação. O aparentemente possuído terceiro alienígena atira o contentor no espaço que cai na Terra. Nas proximidades, um universitário leva o seu par a um parque de estacionamento quando veem uma estrela cadente e vão investigar. Aterra no caminho de um paciente mental criminalmente insano em fuga. Enquanto o seu par é atacado pelo maníaco empunhando um machado, o rapaz encontra o contentor, do qual uma pequena coisa semelhante a uma lesma salta para a sua boca. Vinte e sete anos depois, Chris Romero lamuria sobre um amor perdido, apoiado pelo seu amigo deficiente J.C. Durante a semana da praxe na Corman University, Chris vê uma rapariga, Cynthia Cronenberg, e apaixona-se instantaneamente”. “Twice Dead” (1988), c/ Tom Bresnahan, Jill Whitlow… “A família Cates está excitada ao saber que herdou uma velha mansão do endoidecido ator de teatro Tyler Walker. Chegam para descobrir que a mansão se transformara num campo de jogos para um gang de rua local. Mas o gang não é a única preocupação dos filhos dos Cates, visto que o fantasma de Tyler faz saber que não está satisfeito com a sua intrusão[2]. “Nos tempos da vaselina” (1979), real. José Miziara, c/ João Carlos Barroso, Kate Lyra, Aldine Müller, Nídia de Paula … “Em Macacu, cidade do interior, o caipira Onofre recebe uma carta do seu primo Paulinho convidando-o para uma viagem ao Rio de Janeiro para desfrutar a Cidade Maravilhosa. Quando o ingénuo Onofre chega, é roubado na estação de autocarros e enganado pelo taxista. Ele tem que dormir na rua e pedir para comer sem a morada do Paulinho que estava na sua mala. Quando ele conhece o músico Carlinhos Lyra, usa o programa de televisão para encontrar o Paulinho. Onofre é recebido por Paulinho e os seus amigos na praia de Ipanema, mas o recém-chegado é desajeitado e é troçado pelo pessoal todo da praia. Contudo, Onofre sai com a Dadá e a namorada de Paulinho, Patrícia (Almavar Taddei), e outras moçoilas acreditam que ele é ‘bom na cama’” [3]. “O título é uma oportunista brincadeira com ‘Grease – Nos tempos da brilhantina’, (título no Brasil), de 1978”.
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[1] “Muitas cenas foram filmadas na casa e na propriedade do realizador porno Shaun Costello”, que tem no seu palmarés “Heaven’s Touch” (1983), título português “Cama quente, amor ardente”, estreado no fabuloso cinema Olímpia, segunda-feira, 6 de fevereiro de 1989, em sessões contínuas a partir das 14 horas. “Henry Ottinger (Michael Knight) trabalha num escritório nas Torres Gémeas, onde apenas tenta meter-se na sua vida. De alguma forma, ele exerce uma atração sobre as suas colegas de trabalho. Não demora muito tempo até que três dessas colegas persuadam o sr. Ottinger a serviços extra para dentro dos seus orifícios”. C/ Gayle Sterling (Wendy), cabelo loiro; Jade East (Louise), 1,63 m, 86-61-86, olhos castanhos, cabelo preto, nascida a 6 de fevereiro de 1954 em Los Angeles; Veronica Hart (miss Penny), 1,68 m, 56 kg, 91-68-96, olhos azuis, cabelo castanho, nascida a 27 de outubro de 1956 em Las Vegas; Sharon Kane (Linda Armstrong), 1,67 m, 58 kg, 86-63-91, sapatos 37 ½, olhos azuis, cabelo loiro, nascida a 25 de fevereiro de 1956 em Canton, Ohio; Kelly Nichols (Carlotta Munro), 1,66 m, 91-71-99, sapato 42, olhos e cabelos castanhos, nascida a 8 de junho de 1956 em West Covina, Califórnia; Joanna Storm (Ultrasleaze), 1,52 m, 55 kg, 96-71-96, olhos cor de avelã, cabelo loiro, nascida a 23 de agosto de 1958 em San Diego
[2] A família moderna tomou profundeza. La mosquitera” (2010), real. Agustí Vila, c/ Emma Suárez, Eduard Fernández, Martina García, Anna Yacobalzeta, Geraldine Chaplin… “Uma família abastada, inequivocamente urbana, vive presa no pequeno mundo que construiu à sua medida. Cada um dos membros luta por si próprio para salvar aquilo que o justificaria. Luís atravessa a adolescência descobrindo à sua volta mulheres e homens ora culpados ora inocentes”. De Bogotá, Colômbia, para este filme, a classe de saber estar nua de Martina García, nascida a 27 de junho de 1981. “Em Paris fez os seus estudos de licenciatura em Filosofia, na Sorbone”. Diz ela: “Em 2011 foi a mesma história, viajando por diferentes lugares para filmar, tem sido complicado a tema da universidade. Procuro não gerar frustrações onde não as há, e se não posso ir à universidade, não importa, para mim a filosofia está no quotidiano, está presente em mim”. Entrevista: “Soy de repeticiones, de releer libros, de oír la misma canción durante horas, de volver a ver las películas. En la literatura suelo remitirme a autores como Camus y Cioran, y recientemente a Paul Auster, sobre todo ‘La invención de la soledad’, que me fascinó. De Camus me encanta ‘La caída’, soy fetichista de ese libro; también ‘El extranjero’ y ‘Una muerte feliz’. De Cioran, soy fanática de ‘Los silogismos de la amargura’ y de ‘Ese maldito yo’. ¿Y las películas? ‘Mrs. 45’, de Abel Ferrara; ‘La dolce vita’, de Fellini; ‘Amores perros’, de González Iñárritu; ‘Los 400 golpes’, de Truffaut; y ‘Dogville’ y ‘Antichrist’, de Lars Von Trier”.
[3] Desde os anos 60 do século XX, antecipando o século XXI, a vagina substitui o coração como órgão mais importante para a carreira pessoal, social e profissional da mulher plenificada a). As Kardashian, por exemplo, uma típica família americana, como em todas, a vagina é o ganha-pão, dedicam-lhe extremoso cuidado, inspecionando-a, antes de saírem à rua. “‘Eu disse, nós temos de fazer verificações da vagina’ disse Khloe, explicando que é apenas o que se faz quando se veste uma saia com uma fenda. (…). ‘Eu disse, não, Kim, a tua vag está perfeitamente aconchegada’”. Metáfora do feminino moderno, a vagina é também um órgão anatómico. “A ciência não sabe onde é o clítoris. A nova ciência descobriu que o clítoris é muito maior do que qualquer pessoa jamais imaginou e que fica mais para dentro, perto da pélvis”, disse a escritora americana Naomi Wolf, autora do livro “Vagina: A New Biography”. “Por fim, em se tratando de uma autora que se orgulha tão ostensivamente de sua realização sexual, “Vagina – Uma biografia” parece estranhamente esvaziado de qualquer elemento erótico ou, por assim dizer, espiritual: a vagina é reduzida a uma parte da anatomia feminina que, em condições normais, responderá de tal ou qual maneira quando devidamente estimulada”. Fiduciárias, as mulheres de hoje mijam de . Modelo: Nettie Harris, 1,68 m, 52 kg, 81-66-91, sapatos 39, olhos azuis, cabelos ruivos. Entrevista: “O meu sonho é criar arte… em muitas formas de expressão”. Entrevista Vimeo ∆ fotos p/ Stephane Bienfaittumblr Creative Rehab ∆ no vídeo musical “The Beautiful Ones” do produtor, realizador, diretor de fotografia, editor e músico Dutch Rall (canção: Prince).
a) O pleno evidencia-se na autonomia. “Leva Boy” (2012), p/ Lizha James ft. Pérola: “Leva, boy, o que quiseres, baby! / Leva, boy, o que quiseres, baby! / Leva o carro, leva a casa / Que eu vou construir / Leva, boy!”. “All the Little Things” (2011), p/ The Icarus Line, banda de Los Angeles, formada em 1998, por Joe Cardamone, voz, Lance Arnao, baixo, Aaron North, guitarra e Aaron Austin, bateria. “Steps” (2013), p/ DJs Pareja, duo de produtores e remixers argentinos de Buenos Aires, Mariano Caloso e Diego Irasusta. “I Was Where Were You” (2013), p/ DTCV (pronuncia-se “detective”), trio franco-americano formado em 2012 em Los Angeles por The Lola Freakout, James Riot e Ringo.

no aparelho de televisão

O foguete” (1983), programa da autoria de António Sala, Carlos Paião e Luís Arriaga, transmitido cerca das 21:00 horas, aos sábados na RTP 1, de 30 de julho até 1 de outubro de 1983. “Olhó foguete ó ó ó / Olhó foguete ó ó ó / Não vai à lua nem quer lá chegar! / Olhó foguete ó ó ó / Olhó foguete ó ó ó / Toma o bilhete para ir e voltar!”. “Um divertido programa de música e cultura portuguesa, apresentado por António Sala (c/ a sua engraçada expressão: ‘Chiu! Calou! Deitou!’), Carlos Paião e Luís Arriaga, gravado em 1983, no interior de um comboio. [Neste episódio] Luís Mascarenhas e Raquel Almeida interpretam os sketches cómicos. Os convidados são: João Maguy (mágico), o grupo Heróis do Mar, Peter Petersen (elemento do coro da canção ‘Playback’), João Maurílio (pianista), Artur Lucena (poeta), e Vítor de Sousa (ator), Suzy Paula (cantora), Vasco Rafael (fadista), e Belle Dominique (travesti)”. (Outro Foguete desembarcara Américo Thomaz em Viana do Castelo). “Adventurer” (1987), série australiana filmada na Nova Zelândia, transmitida cerca das 17:20, aos sábados na RTP 1, de 29 de agosto até 3 de outubro de 1987. Conceito do primeiro episódio em Portugal: “o último e (invulgar) condenado levava para a cela do navio Success, Jack Vincent (Oliver Tobias), um oficial naval demitido por ter desobedecido às ordens recebidas. Na cela, encontravam-se já Pat Cassidy (Peter Hambleton) e dois jovens detidos. Vincent descobre que o navio é comandado por um parente, Harry Anderson (Paul Gittins), com o qual tem uma relação de ódio por razões familiares e profissionais. Anderson resolve destruir psiquicamente Vincent, mas este consegue organizar um motim com os outros detidos e conquistam o navio”. Sinopse: “Jack Vincent, um aristocrata ex-capitão da marinha britânica, forçado pelas circunstâncias a tornar-se contrabandista, é capturado e transportado no HMS Success para a colónia penal na Norfolk Island, ao largo da costa da Nova Zelândia. Infelizmente para Vincent, o comandante do navio não é mais nem menos que o seu cunhado, o tenente Harry Anderson. Os dois discutiram violentamente no passado sobre a forma como Anderson tratava a irmã de Vincent, e agora Anderson submete-o a um particularmente duro e humilhante tratamento[1]. “Stingray” (1985-1987), produzida por Stephen J. Cannell, c/ Nick Mancuso “Ray, que vive no sul da Califórnia, dedica o seu tempo a ajudar aqueles em aflição. O seu passado é sombrio, tudo o que é dito sobre ele é que ele anuncia sub-repticiamente nos jornais, ostensivamente oferecendo um ‘Stingray preto de 65, para troca apenas para o parceiro certo’, e incluindo um número de telefone (555-7687). Aqueles que desejam recorrer aos seus serviços, presumivelmente, sabem o verdadeiro significado do anúncio por passa palavra, e telefonam-lhe a pedir ajuda. Não é claro se ‘Ray’ é mesmo o seu nome verdadeiro, ou simplesmente uma alcunha que ele retirou do carro que conduz, aquele descrito no anúncio. No episódio piloto, ele diz que é um diminutivo de ‘Raymond’, mas não se torna claro se ele está a ser honesto ou a usar um disfarce”.  
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[1] Outros mares do “duo de indie rock formado em Toms River, New Jersey, em março de 2008. O duo é composto pelo líder Brandon Asraf (baixo, voz) e John Tacon (bateria, samples eletrónicos, voz)”: Brick + Mortar Move to the Ocean” (2011), c/ extratos dos vídeos “Christina by Lelyak Production”, “Sasha + Masha (Hot russian girls by ‘baLOVEstvo’ 2012)”, ou “Clams Casino // I'm God”.

na aparelhagem stereo

O baile mandado é a dança dos povos, livres, e para liberdade perliquitete, o estado de ignorância é bênção e um imperativo geográfico. O capitão James Flint (Toby Stephens): “Deve haver, pelo menos, uma hipótese em três de que o horizonte continue despido e nunca mais vejamos o Andromache. É essa a verdade. Mas que bem é que esse conhecimento faria a qualquer homem desta tripulação que esteja a concentrar-se em fazer o seu trabalho? Esta tripulação precisa de certezas e eu preciso do apoio deles, para atingir um objetivo, que vai ao encontro do interesse de todos. Portanto, dançamos ao som da música. (…). Nunca houve um César que não soubesse cantar” [1].
Pia Zadora sabia [2]. Porém, a sua luta pelo lugar ao sol esbarrou com “o ressentimento, que é em sumo grau prejudicial ao doente” (“Ecce Homo”, Friedrich Nietzsche), da crítica musical e pelo goto popular, “avançavam, obscuros, na noite” (“Eneida”, Virgílio), e Pia Zadora passou como uma personagem picaresca dos anos 80. Em 1984 modilhou Pia por Portugal. Sábado, 28 de janeiro no Porto e domingo, 29 em Lisboa. Espostejou-a o Diário de Lisboa: “petulante, atrevida, mais que ousada, foi lançada definitivamente na película ‘The Lonely Lady’ (1983) [3], apoiada pelos muitos milhões do marido, um sujeito chamado Meshulam Riklis [4], que é considerado dono da 6.ª fortuna mundial e 31 anos mais velho que a menina. Ele não tem qualquer dificuldade em dar-lhe prendas como o avião particular em que chegou a Portugal para atuar no Porto (no ‘Sábado Vivo’, 21:50 horas, na RTP 2, que tem como convidado entrevistado Mário Dorminsky, o fadista José Freire, os Heróis do Mar e a artista americana Pia Zadora) e amanhã, pela tardinha, ofuscar a concorrência a Alvalade e às Antas, oferecendo os seus atributos físicos e alguma voz em ‘A festa continua’ (de Júlio Isidro). Apenas com 1 e 55 de altura, 27 anos declarados, criadora de ‘The Clapping Song’ (1983), anda agora apresentando um 45 rpm que inclui ‘Rock It Out’ e ‘Give Me Back My Heart’. Na segunda-feira volta a meter-se no jatozinho e tornará a Las Vegas, certamente para os braços apaixonados de um marido que nada se importa que os atributos da pequena sejam exuberantemente explorados”.
Na década de 80, o gosto das funçanatas das esfolhadas, no campo, ou do cantor romântico, nas cidades, tramitava. “O recorte do dia, é a tabela do top do programa ‘Rock em Stock’, referente a junho de 1980. Interessante constatar que a maioria dos 10 lugares do top foram ocupados por álbuns da turma do punk e da new wave. A começar pelo magistral ‘London Calling’ dos Clash, que destronou os intragáveis Genesis. Outro pormenor engraçado é a inclusão do 3.º álbum dos 999 no top, ‘Biggest Prize in Sport’ (1980), disco que nunca chegou a ser prensando em Portugal, somente saiu em Portugal um single retirado do álbum, ‘Trouble’” [5]. A via punk em Portugal. “Corriam os anos de 1978 e 1979, Paulo Ramos (guitarra) e Paulo Borges (voz) [6] tinham acabado o liceu, haviam passado um ano sem fazer nada no Serviço Cívico e acabavam de entrar para a faculdade: o primeiro em História, e o segundo em Filosofia. Ouviam então The Sex Pistols, The Clash, Damned, Television e Dr. Feelgood. Numa conversa num dos corredores da Faculdade de Letras resolveram criar um grupo punk a que chamaram Minas & Armadilhas”. “Em fevereiro de 1978 realizou-se a ‘primeira tarde’ punk em Lisboa, no Archote Clube no Arco do Cego em Lisboa. Foi uma organização do António Sérgio, do Joaquim Lopes e do José Guerra com passagens comentadas de vários discos de bandas de punk rock inglesas, americanas e francesas. Neste primeiro evento público de punk, houve passagem de discos, mas ainda não houve atuação de bandas. As primeiras reportagens sobre concertos de bandas punk portuguesas remontam a 1978: em maio e junho na Música & Som (concertos dos Faíscas no pavilhão de Os Belenenses e dos Aqui d’El Rock no Clube Atlético de Campo de Ourique); em junho no jornal Pop Clube (fez capa com os Aqui d’El Rock e os Faíscas); e em julho desse ano da revista Rock em Portugal”.
Nesse ano, nasciam os Social Distortion “banda de punk rock americana formada em 1978 em Fullerton, Califórnia. (…) Entraram num hiato temporário a meados da década de 80, devido ao vício em drogas do vocalista Mike Ness e problemas com a lei, que resultaram em períodos longos de internamento em vários centros de reabilitação, que duraram dois anos” Machine Gun Blues” (2010): “Well I'm a gangster 1934 / Junkies, Winos, Pimps & Whores / And all you men, women and kids / best get out the way” [7], – vídeo c/ Hidalgo’s Brunette Girl: Lacy Phillips e Hidalgo’s Blonde Girl: Dora Yoder, 1,68 m, 81-61-88, sapatos 37 ½, modelo de Los Angeles {site}.
Nova geração, Juliet “My First Hardcore Song”.
Punk-Kecas, “formados em 1995, são oriundos de Faro e percursores de uma geração punk hardcore, para a qual se tornou referência de culto. [João Dias (Sonecas), voz, Pedro Laranjeira (Laranja), guitarra, Francisco Aragão (Xico), guitarra, Bruno Augusto, baixo e Armando Brito (Chibo), bateria]. Apostando nas letras em português e de ideal niilista, fizeram assim passar a sua mensagem através dos concertos, sempre energéticos e bem lotados. Em 1996, gravaram para a rádio Super FM uma maquete com 3 faixas, das quais apenas uma (“Braços Cruzados”) seria tocada nas playlists da rádio. Essa maquete manter-se-ia desaparecida até 2007, quando finalmente surgiu uma cópia completa do master de estúdio em mp3. A banda separar-se-ia em meados de 1999, mas regressaria aos palcos, com presenças casuais em 2005, 2007, 2012 e 2013, sendo estas 3 últimas em concertos de beneficênciaSalazar” (Cover de Xunga-Core): “Empurrei-o da cadeira / Foi fácil de empurrar / Eu matei esse cabrão / Que se chamava Salazar // Morre Aníbal” ♫ “Pimba Kore”: “Pimba pimba lavagem cerebral / Musica para otários made in Portugal / E o cabrão do bico que te vai devorar / Fode-te os cornos e não te deixa pensar ♫ “Paxilfaro”: “Às vezes fico tão anormal que pareço um Serenal // Paxilfaro // Rhoypnol, Prozac e Dinintel para andar sempre pedrado quando não há papel // Paxilfaro”. Pé de Cabra, “grupo de Linda-a-Velha que nasceu a partir das cinzas dos Antiporcos, um outro grupo punk com alguma história no movimento. Tiveram existência entre 1988 e 1996. Ensaiavam na localidade de Sassoeiros numa garagem dividida com os metálicos Shrine. O grupo era constituído por Mário (voz), Sarrufa (guitarra), Pudim (bateria), Luís Pedro (baixo) e Alex (guitarra)” Discriminação” ♫ “Prostituição musical” ♫ “Aníbal”. Kaganisso, “nasceram em Alvalade, em Lisboa em 1990 e deram por findas as suas atividades em 1994, logo imediatamente a seguir à edição do seu primeiro e único álbum, ‘Princípio do Fim’ (1994) pela Polygram. Durante a sua existência, venceram, em 1991, a 2. ª Edição do Concurso Força Total à Música Nacional, organizado pela Rádio Super FM e decorrido no Johnny Guitar. Já haviam igualmente vencido, em 1990, o concurso de música moderna do Pavarte, organizado pela Escola Secundária Padre António Vieira. O grupo era formado por Miguel Pernes (guitarra), Bernardo Ribeiro (bateria), Pedro Careca (guitarra), Rui (baixo) e Juja (voz). O som praticado era um rock mainstream que mais não era que uma aproximação medíocre à música dos U2 de então ou aos espanhóis Héroes del Silencio, tão em voga na épocaO que me resta” ♫ “O que é feito?”.
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[1] Na pirática série de TV, estreada no mês de fevereiro de 2014, quartas-feiras 22:20 horas, no canal AXN, “Black Sails” (2014). “1715. Índias Ocidentais. Os piratas da ilha Nova Providência ameaçam o comércio marítimo na região. As leis de todas as nações civilizadas declaram-nos hostis humani generis (‘inimigos da humanidade’). Em resposta, os piratas aderem a uma doutrina própria… guerra contra o mundo”. Joviais tempos em que após saque proveitoso marinheiros gritavam confiantes no prostíbulo: “Rum e pachacha para todos!”. – Alguns diálogos sem pala nem perna de pau: Sanderson (Paul Snodgrass): “Vai-te foder, pachacha”, Eleanor Guthrie (Hannah New): “Mandaste-me foder? Sr. Scott, quem é este homem?”, sr. Scott (Hakeem Kae-Kazim): “O sr. Sanderson. É da tripulação do capitão Burgess, do Trinity”, Eleanor: “De quanto foi o último saque?”, sr. Scott: “Um lucro de quase mil. Foi o melhor saque em meses”, Eleanor: “Bem, sr. Sanderson, é um prazer ter a sua companhia. Sabe porquê? Porque é um ganhador. Sabe o que acontece quando estou perto de um ganhador? A minha rata fica molhada. Assim sendo, vou mesmo foder-me”. Eleanor mergulha dois dedos na caneca de cerveja induzindo-os como acendalhas desse ato a). | Sra. Mapleton (Fiona Ramsey): “Deste-lhe autorização, querida, temos de cumprir a nossa palavra”, puta stressada (Melissa Haiden): “Eu disse-lhe que ele podia pôr um dedo no meu cu, não três”, sra. Mapleton: “Então, da próxima vez, cobra-lhe ao número”. | Billy Bones (Tom Hopper): “E também o Christian Thoms, o Willy Robbins, o Jean Dubois, aquele português sopinha de massa, como se chamava ele…?”. | Montando na posição cowboy reverse, Anne Bonny (Clara Paget): “Mas que raio, Jack. Está outra vez mole”, Jack Rackham (Toby Schmitz): “A sério? Não reparei”, Bonny: “Então, queres que te enfie algo no cu?”, Rackham: “Não, não obrigado”. Problemas económicos amoleciam-lhe a piça desaplicando-o do sexo. Rackham: “Não temos qualquer plano, exceto este bordel de merda, que, por algum milagre da economia parece incapaz de dar lucro”, Bonny: “Como é que se pode ter aqui um bordel e não fazer dinheiro?”, Rackham: “Não faço ideia!” b). | Max (Jessica Parker Kennedy): “Quem te pagou aquelas moedas? Foi o capitão Hollindale, que eu vi, a sair do teu quarto, não foi? Um homem cujo único desejo é ser enrolado em tela, enquanto mama nuns peitos gordos, sem leite, como um bebé? E o preço que sempre cobrámos por maternalismos foi 20 peças, não 5”, Idelle (Lise Slabber): “Quem pensas que estás a acusar? Uma punheta são 5 peças. O capitão Hollindale hoje só teve tempo para um puxãozinho”.
a) A publicação do privado através da net matou simbologias que, reacionariamente, persistem nos rituais de efusão partidária. Os dois dedos que as mulheres do PSD, protérvias, brandem em alto, em baixo, enceram esses sicofânticos dois dedos. Modelo: Dillan, de Los Angeles, 1,75 m, 81-60-81, olhos cor de avelã, cabelo castanho. Obra pictórica ou cinematográfica: Dillian no LittleMuttDillan no Little Gray Guy ∆ Dillan Lee no Sexy Models ∆ Dillan no Jizz Bomb ∆ Felicity no FTV Girls. Dillion no Karups ∆ no BangbusDilion no First Time Auditions ∆ Dillian Lee no First Time Swallows ∆ Dillian Lee no Porn.com ∆ Dillan no Ron Harris Studio ∆ Dillian Lee no Holly Café.
b) Alguns nomes desta série correspondem a piratas verdadeiros como Anne Bonny, Jack Rackham, Charles Vane e Benjamin Hornigold. “Outra pirata desses mares foi Anne Bonney, que era uma irlandesa espampanante, de seios altos e cabelos fogosos, que mais de uma vez arriscou o corpo na abordagem de navios. Foi companheira de armas de Mary Read, e finalmente de forca. O amante, capitão John Rackam, teve também o seu nó corredio nessa função. Anne, com desprezo, encontrou esta áspera variante da censura de Aixa a Boabdill: ‘Se te tivesses batido como um homem, não te enforcariam como um cão’”, Jorge Luis Borges em “História universal da infâmia”.
[2] Pia Zadora, 1,52 m, 86-53-86, sapatos 38 ½, olhos pretos, cabelo castanho, nascida Pia Alfreda Schipani a 4 de maio de 1954 em Hoboken, New Jersey. Atriz-criança, estreia-se nas peças da Broadway: “Midgie Purvis” (1961) c/ Tallulah Bankhead, “a premissa é: uma mulher pueril de 50 anos abandona a sua desprezível família, disfarça-se de mulher de 80 anos e torna-se babysitter. Ela acaba corrompendo as crianças que cuida. Ensina-as a fumar e fumar. Pia tinha 7 anos na época. Isso extravasou o palco também. Ela era selvagem. Pia ia ao seu camarim e Tallulah dizia-lhe: ‘Toma, querida, dá um bafo nisto. Vai ajudar-te. Vais sentir-te bem’. No palco, fumar consistia numa espécie de dispositivo de soprar pó. Fora do palco, Tallulah tentava mostrar-lhe como era realmente feito para que as pessoas acreditassem nela”. Pia foi também substituta em “The Garden of Sweet” (1961) c/ Katina Paxinou, apareceu em “We Take the Town” (1962) c/ Robert Preston, uma versão musical de “Villa Villa”, e foi Bielke em “Fiddler on the Roof” (1964-66) c/ Zero Mostel. No cinema interpreta a jovem marciana Girmar em “Santa Claus Conquers the Martians” (1964). “Pia casou com o empresário Meshulam Riklis em 1977, quando ela tinha 23 anos e ele 54. Riklis costumava chalacear sobre a diferença de idades. Quando ela engravidou, ele disse: ‘Graças a Deus! Agora, terás alguém da tua idade com quem brincar’”. Um esposo rico dá felicidade c) e a carreira dela desencabrestou com “Butterfly” (1982), uma história de ambição e incesto c/ Pia Zadora, Stacy Keach, Orson Welles… música de Ennio Morricone. “A cena mais notória do filme foi a da banheira, na qual, Jess Tyler (Stacy Keach) ajudava a sua sedutora filha a tomar banho numa bacia de metal para relaxar após um dia de trabalho na mina. Enquanto mergulhava nua na banheira, ela disse: ‘Sabe bem. Vai ser assim todos os dias? Castigar o corpo e nada nos bolsos?’. Ajoelhando-se atrás dela massaja-lhe os ombros (‘Isso sabe tão bem, Jess. Boas, boas mãos’), e então ele segurou e apertou os fartos seios. Rapidamente larga-os. ‘Não está certo’, embora ela o tranquilizasse como uma mulher adulta: ‘Sabe-me bem. Não te sabe?... está certo se é bom’. Quando ele protestou: ‘Mas tu és a minha filha, Kady’, ela acrescentou: ‘E também sou uma mulher’. Ela prende-lhe o braço debaixo de água quando ele lhe acariciava entre as pernas, mas ele resistia ainda mais”. “Acabou sendo um dos filmes mais vilipendiados da década. Porque (alegadamente) o seu marido, Meshulam Riklis, convidou os membros da Imprensa Estrangeira de Hollywood, que dão os Globos de Ouro, para o seu casino, o Riviera Hotel, em Las Vegas. E também os convidou para a sua casa onde comeram do bom e do melhor, enquanto ele lhes mostrava o filme, e Zadora acabou vencendo o Globo de Ouro para Nova Estrela do Ano (sobre Kathleen Turner em ‘Body Heat’ e Elizabeth McGovern em ‘Ragtime’)”. Pia arrasou Cannes em maio de 1982. Na revista Oui de junho 1982. Aos 28 anos, cobriu o seu pudor com um patriótico cachecol para a Penthouse outubro 1983, neste mesmo ano posou para o artista pop Andy Warhol. Outra digna obra desconsiderada: “Voyage of the Rock Aliens” (1984), “o início do filme revela-nos alienígenas a escolher o seu próximo destino a fim de extravasar a sua febre de rock ‘n’ roll. Depois de uma breve incursão num planeta habitado por motards vestidos de branco, à porrada ao ritmo do imparável êxito ‘When the Rain Begins To Fall’ de Pia Zadora e Jermaine Jackson, o alienígena ABCD (pronunciado ‘Absid’) e a sua tripulação decidem visitar a cidade de Speelburg na Terra”.
c)Vai Anna| Go Anna”: “O meu nome é Anna / E estou aqui a chorar / Saí do velório pro meu marido enterrar / Estou muito triste / Mas não vou ficar assim / Quero me mexer / E dar ainda mais de mim / Eu quero começar / Eu quero começar / Quero mais da vida / O que quero é namorar / Quando eu era pequena / Minha mãe me ensinou / Anna cresce linda / E arranja um homem bom / Que tenha dinheiro e que te faça feliz”.
[3] Pia Zadora resume: “Do romance de Harold Robbins. É uma história de uma rapariga e a sua luta com Hollywood. É uma espécie de paródia do que se passa em Hollywood. Ela casou-se e divorciou-se, engravida e tem um aborto, mete-se nas drogas, tem uma relação lésbica e, finalmente, ganha um Oscar”. 
[4] “Meshulam Riklis foi pioneiro na aquisição alavancada (“leveraged buyout”) e títulos de alto risco (“junk bonds”), e desenvolveu um talento notável para ações virtuais (“paper trades”) entre várias companhias de sua propriedade, que os críticos afirmam fez desaparecer as suas dívidas nos momentos oportunos. (…). Segundo um relatório da Forbes de 2002, seis das maiores empresas controladas pela Riklis Family Corp. declararam falência nos anos 90 e início de 2000, deixando dívidas totais superiores a 2 mil milhões de dólares”. “Em 1987, Riklis e Pia doaram 1000 dólares cada um para a campanha presidencial de Joe Biden
[5] No over noticioso blogHoje Há Punk Rock no Liceu”. “Mike Read, conhecido locutor / dj de rádio, que passou muito do seu tempo de radialista na Radio One (BBC). Durante o período do punkismo, Mike Read editou 3 singles, um em nome pessoal, ‘Are you ready?’, powerpop como linha condutora, o single ostenta uma fotografia do próprio à porta do Roxy Club. A segunda pedrada em forma de vinil, foi já sob a chancela de Trainspotters, com o mui aclamado ‘High Rise’, tema que figura em algumas coletâneas punk / powerpop. Uma música que teve como base criativa o jingle do próprio programa de rádio do Mike Read. Resultando num tema punk pegajoso, no bom sentido claro, um clássico da fornada de 79”. Repartição do pão deste blog em som & imagem no Canal YouTube, Rock no Liceu, ou apenas som “Keeping up with the Drones” (1983), dos ingleses D.N.A.
[6] Editor do fanzine Estádio de sítio.
[7] Nada está seguro. “Um grupo satânico encomendou uma estátua do diabo, angariando o dinheiro para pagar ao escultor, que não vai identificar-se, como uma forma de protesto pela colocação de um monumento aos dez mandamentos no relvado da Câmara de Oklahoma City. A estátua, que está a ser esculpida num estúdio em Nova Iorque, está quase pronta, segundo Lucien Greaves, porta-voz do Satanic Temple. (…). A estátua de Baphomet, ou Bode Sabático, uma figura que tem sido usada para representar Satanás ao longo dos séculos, é feita de bronze derramado sobre um molde de barro. Imagens fornecidas à FoxNews, mostram a hedionda figura num trono, com crianças a sorrir, uma de cada lado. A organização de Greaves procura forçar Oklahoma a permitir a colocação da sua estátua ou demonstrar o que ele considera dois pesos e duas medidas inconstitucionais. As autoridades de Oklahoma dizem que, não há nenhuma maneira no inferno, que a estátua de Satanás alguma vez assuma posição no Capitólio”. The Mars Volta Days of the Baphomets”: “Give me a plague / Give me a plague / Make it blank / Nothing you own is safe”.

126 Comments:

  • At 12:54 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    15.º post sobre 1983, este sobre a chegada do FMI do seu programa (pelo menos oficialmente, creio que em 1982 o FMI já por cá anda a preparar o ajustamento da economia). E a receita foi muito diferente da atual: houve um colossal aumento de impostos, os salários desceram, despedimentos, corte no crédito, revisão das prestações sociais, os bens de primeira necessidade (havia disso nessa altura) subiram bastante, os funcionários públicos levaram pancada… os políticos prometeram falar verdade sobre a crise. O objetivo do FMI era equilibrar a balança comercial e a redução do défice, muito diferente de hoje, os políticos que o povo tem escolhido são os melhores e aprenderam a cartilha.

    E algo muito diferente da crise atual. Na crise de 1983 a Madeira estava falida.

    O problema da economia portuguesa era: importava muito e exportava pouco, algo muito diferente da crise atual.

    Também nesse ano desapareceu Emanuela Orlandi, italiana, que nunca mais apareceu. Também é muito diferente dos tempos atuais em não desapareceu miúda nenhuma. Dizia-se que Emanuela foi raptada para bacanais no Vaticano, vá o diabo saber a verdade.

    O FMI também esteve à rasca de massa, pois os americanos não queriam aumentar a sua quota, e os europeus, sempre a pensar por cabeça própria, faziam o mesmo.

    Pia Zadora foi uma figura dos anos 80, chacoteada pela má vontade dos críticos. O marido dela era uma espécie de Espírito Santo, um tipo que sabia mexer com os produtos financeiros para ter fortuna sem trabalhar, claro, até ao dia em que derrocou.

     
  • At 7:35 da tarde, Blogger Tétisq said…

    O Amadeo que, tal como eu viveu em Amarante e Coimbra percebia de subidas e descidas. Só me falta viver em Paris... de Lisboa também fugirei sempre

     
  • At 11:24 da tarde, Blogger Jose Torres said…




    Bem me queria parecer que 1983 foi um dos anos da actual desgraça nacional.
    E nós sempre pacificamente à espera da porrada!
    Haveria para aí uns 2.500 doutorados; hoje serão mais de 25.000 (os “pensionistas”, - não lhes chamo chupistas - do e no governo, confirmam-no).
    E nós á espera da porrada!
    Mas tenhamos fé!
    Uma ida maciça a Fátima será melhor que canalizar Prozac para a água distribuída.
    As facas, navalhas, fisgas, armas de pressão d’ar, pistolas, caçadeiras, metralhadoras e outras, estão proibidas… se não fosse assim, onde já estariam estes enxúndios (antes ou depois de estarem no poleiro) que enxameiam no altar da governação. Espero que os membros do governo continuem a poder comprar roupas (para inglês, ou será alemão?, ver), já quer seria de muito mau gosto apresentarem-se em transportes públicos e equipados com uma albarda casual…
    Ainda bem que estou velho e não devo assistir à revolução que elimine todos estes parasitas, tipo carraças, que nos sugam. Terei pena de não poder empunhar uma arma e mandar um coelho para a toca (isto sem disparar). Mas coelhos há muitos e com nomes diversifiicados, de um lado ao outro do pa-lamento, digo, parlamento.
    Vou ficar por aqui.
    Não li o post todo, seria um hercúleo trabalho e que reformei-me por não gostar de trabalhar…
    Vou tentar aparecer já que tenho a minha “casa” ao abandono e só por um bambúrrio de sorte vi o seu comentário (nunca soube ligar o e-mail com o blog, ou os comentários com clic em qualquer local por mim passeado. Mas não desespero, quando morrer vou ter muito tempo para aprender tudo isto ou disto).
    Um bom domingo e
    INTÉ!!!

     
  • At 2:16 da manhã, OpenID posares said…

    A Pia Zadora! Quando o filme passou na tv, era eu puto, disseram-me que tinha "cenas de pinanço", como se dizia na altura, ninguém desligou a tv e vi aquela merda toda até ao fim e nada, nem uma "cena de pinanço". Boring Movie.

     
  • At 2:52 da manhã, OpenID posares said…

    Já deves ter falado disto:

    https://www.youtube.com/watch?v=EkrWcrStLUk

    Esta série foi a coisa que me meteu mais medo até hoje. Lembro-me de um episódio que não quis ver, ficaram os meus irmãos na sala a ver e eu borrado de medo na cama, a ouvir aqueles sons do demo. Podes pensar que estou a exagerar, mas senti mais medo na altura do que hoje sinto ao ler as crónicas do Pacheco Pereira.

     
  • At 12:15 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Tétisq: Lisboa é uma cidade feia e mal frequentada (pelos lisboetas). Agora parece que está um pouco melhor, andaram a fazer obras e fisicamente está melhor, mas é cidade sem interesse, a única animação, é a animação de rua, que se resume a uma trupe a fazer banzé pelas ruas. Mas o que é mesmo mau, é o que chamam de bairros populares, uma autêntica latrina que nos santos populares abre as fossas para venderem porcarias aos turistas e forasteiros.

     
  • At 12:15 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    José Torres: temo que não será revolução alguma que virá aí, mesmo que vivêssemos mais 100 anos. O que aí vem, de certeza, é o segundo resgate. Ele já cá devia estar, mas a boa governação de Passos consegui baixar as taxas de juro em todo o mundo, e também essa boa governação obrigou Draghi a pôr o dinheiro mais barato, aquele que os bancos vão lá buscar, para nós pouco nos afeta, mas tendo uma elite rica sempre vai caindo umas migalhas da mesa. Não é preciso ser-se economista para perceber a evolução das coisas, basta olhar para a cara da nossa classe dominante para ficar tudo esclarecido. Basta olhar para a cara de Cavaco para se perceber que não vamos longe, ou Medina Carreira, ou Ferreira Leite, ou ministro Maduro ou Ulrich, ou Vítor Bento, ou Celeste Cardona, ou Miguel Macedo, por aí fora.

    O pior do segundo resgate é que, de tão esfolada está a economia e as pessoas, agora, abrir sopas dos pobres, a primeira coisa que Passos fez no primeiro resgate, não bastará. Será preciso tendas para abrigar os despejos das casas e caixões de carta, para sem mais baratos.

     
  • At 12:26 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Posares: ah! filmes de pinanço, já não existe isso, nem os filmes nem o pinanço. Algo parecido é o ciclo noturno da CMTV. Não sei qual é o critério de escolha dos filmes, talvez ter gajas nuas, se for, é o critério mais cultural possível. Era aquele que eu usaria se fosse programador de alguma coisa. E não seria preconceituoso de só escolher gajas boas, daria oportunidade a todas. Onde estaria o nosso nível cultural se, por exemplo, Eunice Muñoz se despisse, numas cenas ousadas com a Soraia Chaves ou a Rita Pereira num filme do Tino Navarro? Estávamos na rota dos Oscares. Como estava a dizer, a CMTV passa uns filmes que poderiam encaixar nessa categoria geral de filmes de pinanço. Há dias transmitiram um Robbe-Grillet, também já exibiram um Walerian Borowczyk, curiosamente, nos dois entrava a Sylvia Kristel.

    Se o filme era o Butterfly, não há pinanço, há amostragem de algumas partes da Pia, o que já não era nada mau. Ela ganhou o Globo de Ouro pela interpretação, mas disseram que foi o marido que pagou aos escolhedores e o filme foi dos mais vilipendiados de sempre. Creio que houve má vontade em relação a ela. Era o bombo da festa. No entanto, foi uma rapariga que desde criança andou a lutar pelo sonho americano. Casou com um judeu velho e cheio de massa, enfim, é mau, mas o fundador da família Espírito Santo também casou com uma judia, ou nunca teria aquele savoir faire em relação ao dinheiro. E com o marido rico ao menos havia massa para videoclips, o de “Rock It Out” está fixe.

    Não me lembro dessa série da Hammer, quando é que isso passou? se foi no início da década, eu não tinha TV. Deve ser mesmo assustador, mais assustador que o Pacheco não há. Costumava ir a casa de amigos e via algumas coisas. Lembro-me do Dallas, que depois se tornou um hábito.

    O raio do tradutor de Deus Google é uma grande treta, por isso é que acho que a internet devia ser proibida em Portugal, porque ela não existe em português. Às vezes corrijo a tradução e envio, sobretudo expressões idiomáticas ou calão. Uma chatice aquelas traduções que podem levar um tipo que viva das traduções a cair em erro.

    Hoje devia ter acabado mais um post mas notei que para os meus padrões métricos não está muito longo e andei a vasculhar que acrescentar. Como bom intelectual gosto de rancheras, era capaz de ficar a semana toda a chorar e a ouvir rancheras em frente de um prato de maçarocas, para dar um toque surrealista. E aqui esta: rata com duas patas ou esta Adónde estás / Adónde estás / Mátame cielo / Trágame tierra / Llevame Cristo / Si no vuelve más – é de uma telenovela colombiana, ainda não descobri se é ela que canta, provavelmente não, claro que o som é adicionado em pós-produção, mas não importa, sou adepto da solução Milli Vanilli. Substituam as feias por bonitas (ou bonitos).

     
  • At 5:37 da tarde, Blogger São said…

    Pia Zadora é a prova de que nem tudo o dinheiro pode comprar, neste caso, o talento que ela jamais teve....

    Bom resto de domingo.

    Em tempo:
    Se tiveres paciência e tempo, procura no meu blogue "são" quando eu comecei a juntar as respostas que dou aos respectivos comentários , porque dois posts ou três antes Rui ESpírito Santo, explica como se faz.

    Eu agora não(te) posso fazer a pesquisa , porque ando com vários assuntos em mão.

     
  • At 11:16 da tarde, Blogger Jose Torres said…

    Mas nem tudo será mau e ainda bem que as juventudes partidárias produzem carradas de prodigiosos políticos, dum carracismo ao poder que se deve louvar (veja-se os casos do nosso grande cápito do governo e do nosso capitoso Barrote, digo cavaco.
    Já não me refiro a secretários e quejandos numa espiral de sectários
    O resgate talvez já venha tarde.
    Já tivemos que sustentar, entre outras, o socrateiro Gordinho com as trapaças dos penedos; porque os BEStarraz somos nós. A BEStificação chegou aos submarinos, à fraude na gestão dos CTT, onde se inclui a venda de imóveis valorizados do dia para a noite, (nem o Valentim Loureiro foi tão sagaz na quinta do Ambrósiso e outros, os ministros do CDS e a urbanização da Herdade da Vargem Fresca (caso Portucale), operação Furacão, a Monte Branco,a "ajuda económica" no caso do Mensalão e financionamento do Lula, o branquemento de capitais em Espanha e Angola, as fugas de milhões esqucidos de declaração ao Fisco,à informação privilegiada de venda de acções (EDP)...
    Puxa!
    Que grande pátria para tão nobres e impunes e inimputáveis cavalheirotes.
    E com isto tudo, ainda não consegui ler o post.
    Mas voltarei.
    Uma boa semana

     
  • At 2:13 da manhã, OpenID posares said…

    Dostoieivski, naturalismo, expressionismo alemão ou lá o que seja:

    http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/assassinado_a_facada_por_nao_pagar_renda.html

    Mags:

    http://www.vintagemags.org

    Hoje ouvi isto na rádio local:

    http://www.youtube.com/watch?v=sywWI6OhmL0

    É bem capaz de ser a pior música dos eighties.

     
  • At 2:23 da manhã, OpenID posares said…

    fónix, dou-te 5 euros Táxi, se conseguires ouvir isto até ao fim:

    http://www.youtube.com/watch?v=NPUCpj_da0E

     
  • At 3:04 da manhã, OpenID posares said…

    ónix, a partir do minuto 3:54 a gaja que fala no vídeo diz uma coisa muito esquisita:

    http://www.youtube.com/watch?v=9ciXCSvWqeA

     
  • At 3:11 da manhã, OpenID posares said…

    Esse vídeo aí em cima deve ter aparecido neste pc como related da pia zadora, esta merda dos cookies, no outro dia li um artigo sobre teologia de libertação e apareceu depois uma pub de monster cocks.

     
  • At 3:27 da manhã, OpenID posares said…

    Não sei se isto é mesmo a Maggie ou uma paródia britcom da Maggie. Nunca percebi porque raio existe essa entidade designada de "anglófilo" ou lá o que é; andar a cheirar o cu aos ingleses, como o Espada, não me parece bem; agora pareço o magueijo mas não sou o magueijo, sou o fiolhais, nome de pastel, agora pareço o pacheco mas não sou o pacheco.

     
  • At 3:28 da manhã, OpenID posares said…

    esqueci-me da maggie:
    http://www.youtube.com/watch?v=Tetk_ayO1x4

     
  • At 4:07 da manhã, OpenID posares said…

    A porta é estreita:

    http://www.omalparado.blogspot.pt/2014/09/o-gosto-da-beleza.html

    Nosso senhor nos abençoe

     
  • At 4:23 da manhã, OpenID posares said…

    É lixado quando as coisas mais bonitas do planeta terra não estão reservadas a meia dúzia de empalados happy few mas à disposição de qualquer bípede sem penas:

    http://www.youtube.com/watch?v=djV11Xbc914

     
  • At 5:11 da manhã, OpenID posares said…

    Não consigo dormir, tá um "calor infernal", como diz o Adolfo Canibal; vou folhear "livros de estratégia", como o L. Jorge, a ver se me vem o sono.

     
  • At 10:59 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    São: não me parece que falte assim tanto talento à Pia Zadora. Não era pior atriz ou pior cantora que as centenas de produtos feitos nos EUA. Teve foi azar de cair nas mãos dos fazedores de opinião, que a escolheram como figura da época a abater. Casar com um gajo mais velho também não ajudou, causa invejas, e o dinheiro compra tudo, até as pessoas ficarem com a sensação de talento, mas é preciso saber usá-lo. Há tanta atriz e ator EUA sem talento e a malta nos países subdesenvolvidos acha-os os maiores, apenas porque souberam gerir as regras de colocação no mercado.

    Vou tentar encontrar esse comentário, enquanto Marques Mendes não revela mais uma bomba do Governo e nos deixa sem tempo para mais nada, a não ser absorver, como o Clearasil fazia.

     
  • At 11:02 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    José Torres: o julgamento do sucateiro ainda vai dar que falar. Os juízes da relação talvez não gostem muito daquilo, mas como é caso mediático é capaz de passar. O problema base da justiça portuguesa, o principal problema, é a incompetência daquela malta que por lá anda, desde juízes a advogados, pouco se aproveita, não têm o conhecimento de vida daquilo que estão a julgar. Não digo que não haja um ou dois que têm, de facto, capacidade para o trabalho que se lhe exige, mas a maioria só pesca bonés. Este foi o julgamento perfeito. O julgamento sem falha. Nem na América conseguem tal feito. Uma porrada de réus, todos condenados, dizem que, por que a investigação foi brilhante, espetacular, uma coisa de génios. Ora, quem tenha entrado num tribunal ou em contacto com a polícia sabe o que a casa gasta, e que isso é tudo treta.

    E também toda a gente sabe que ao entrar num tribunal está condenada, não existe isso da presunção de inocência, isso só existe no paleio dos advogados para venderem os seus serviços. A pessoa é inocentada se o juiz quiser, apenas se ele quiser, se ele não quiser, é condenado, e foi o que sucedeu com estes todos do processo face ocultada. Já antes tinha sucedido com a Casa Pia. Os tribunais portugueses não exigem provas do ministério público, basta uma história bem contada, que é suficiente.

    E ao cairmos sob as malhas da justiça, tudo aquilo que fazemos é interpretado sob outra luz, é interpretado como criminoso. Foi o que sucedeu com as conversas dos arguidos, tudo aquilo que eles disseram ao telemóvel foi entendido como conspiração criminosa, embora, se calhar, muitas conversas eram apenas galhofa, mas a polissemia da língua é excluída da investigação criminal, ou melhor, só um sentido dessa polissemia é isolado e o resto descartado. Isto não sucede só nas palavras, também sucede com as coisas. Por exemplo, um canivete numa pessoa de bem, é um canivete, mas se essa pessoa for indiciada como criminosa, o canivete passa a ser uma arma branca.

     
  • At 11:40 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Posares: o Dostoievski, em imagens é que me assustava, vi na TV o Crime e castigo e fiquei cheio de medo de velhas e alugueres. Mas este tipo parece ser meio parvo, estava à espera que os outros não encontrassem o cadáver?

    Ai os mags, também já não há. Aquelas moças deviam voltar todas da reforma e voltarem-se a despir.

    Os saudosos Bros, escrevi-lhes a história num post que tenho para publicar. No auge, morreu-lhes a irmã mais nova, atropelada por um gajo bêbedo, e eles ficaram abalados e nunca mais foram os mesmos. Não sei se será do pior dos oitentas, o Silent Night ouve-se bem no Natal, com este calor é que não cai bem. Mas por falar em piores, esta também é boa, de um gajo dos Dexys Midnight Runners, ou coisa parecida.

    Acho que está ligado a teologia de libertação com o monster cocks. O Vaticano tinha medo, muito medo, devia ser isso, monster cocks. A resposta a este video do complexo de Electra ficou no post abaixo, comecei as respostas por ele, e não reparei que também estava aqui. Deus Google anda nas suas traquinices.

    É a Thatcher, só condeno os ingleses por proibirem que ela falasse nos últimos anos de vida, aí que ela estava na flor das suas teorias, que até podiam ter ajudado a resolver a crise europeia, não a foram buscar para fazer discursos. O nosso Bruno Maçães ficaria radiante de lhe beber as palavras.

    Beleza não é? Há que só veja declínio, o belo existia algures no passado.

    Este video dos a-ha também foi um dos tais que passava todos os dias na TV. Eu até preferia a música da banda sonora do James Bond.

     
  • At 11:46 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Posares: para o calor e bem dormir não há como uma boa piscina.

    Esta é aquela Diana Garcia de quem mostraste a foto.

    Gostava de o ver fazer música com uma conta do supermercado.

    Elvis fu.

     
  • At 1:32 da manhã, OpenID posares said…

    Por falar em monster cocks:

    Body Count - Evil Dick

    https://www.youtube.com/watch?v=CZHkkLBOrvE

    My girl caught me skeezin'.
    She said I wasn't shit.
    I said: "Wasn't me baby,
    It was the mother fucker Evil Dick!"

    Enfim. Juventude. Como me disse um senhor: "agora só mija".

     
  • At 10:01 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: gosto deste disco, ouvi-o muitas vezes. Eles ainda chegaram a editar outro, aliás tenho-os aqui em frente, é a única zona da prateleira onde não preciso de me levantar, editaram o “Born Dead”. É ver como está hoje o Ice-T, tanto ass e white pussy, cocaine e matar cops deram cabo dele, nem sei ele ainda faz música ou vive de reality shows. Sei que ele andava a comer uma branca qualquer cheia de tetas e mais nada.

    she pushed her butt up hard against my dick.
    Then her daddy jumped on the stage
    talkin' 'bout killin' in a goddamn rage.
    I got mad, my dick got hard
    entered in her ass
    she said, "Oh my God!"

    Esta também era boa “KKK Bitch

    O cinto que a bitch provavelmente usava.

    Uma moda que devia voltar o hoola hoop.

     
  • At 10:08 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: ainda cheguei a ler livros do Nick Carter, que comprava nos quiosques, onde havia uns expositores que rodavam, e eu comprava porque gostar de ler e pela qualidade literária e não por causa das capas.

    Jogos para cegos.

     
  • At 4:35 da tarde, Blogger São said…

    Sim, há criaturas muito afamadas que não são também nada por aí além.

    SE o admiras, peço desculpa...mas ainda estou para perceber tanto embadeiramento em arco com Woody Allen: não lhe vejo talenro desmesurado como actor; como pessoa anda sempre metido em casos mais ou menos esquisitos; é uma figura franzininha que não sei como se envolve com todas as actrizes e não actrizes que apanha à mão e nunca achei piada aos filmes que realiza!!

    Mendes parece saber até mais que a cavacal figura, que já nem sabe se o governo lhe deu as informações correctas sobre o BES !!!

    Fica bem

     
  • At 6:37 da tarde, OpenID posares said…

    Olha isto:

    http://obeissancemorte.wordpress.com/2014/09/01/arcebispo-de-valencia-2014-e-inacreditavel-nao-e/

     
  • At 6:41 da tarde, OpenID posares said…

    isso do hoola hoop não tá nada mal, mas nunca vi tanto cu na minha vida como nestes últimos 15 dias, qualquer merda vem sempre com um cu related, e na tv, etc.

     
  • At 6:44 da tarde, OpenID posares said…

    boa malha:

    http://gommmworld.tumblr.com/post/97054988214/mouse-on-mars-baku-hipster

     
  • At 9:55 da tarde, OpenID posares said…

    http://pulpragcovers.tumblr.com/post/5213482874/ufologia-applicata

     
  • At 11:16 da tarde, OpenID posares said…

    Por falar em cus, repara na banda sonora desta coisa:

    http://www.pornhub.com/view_video.php?viewkey=1450159931

    (espero que a mocita já tenha idade para estas coisas, não me parece é que tenha idade para dar tiros na avó do namorado)

     
  • At 11:48 da tarde, OpenID posares said…

    Nm só de cus vive o homem:

    https://www.youtube.com/watch?v=b2IN3_uNFWA

     
  • At 1:55 da manhã, OpenID posares said…

    Táxi, descobri a tua banda preferida:

    https://www.youtube.com/watch?v=_JMd1mEx8RI

     
  • At 6:16 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    São: não digo que admire, simplesmente não vejo diferença com os outros produtos, Barbra Streisand ou Celine Dion ou todo esse menu da indústria musical.

    Woody Allen atualmente, e porque na América as fontes de financiamento escasseiam para o seu tipo de cinema, teve a feliz ideia de vender produtos, promovendo, cidades europeias. A coisa tem resultado. Se Lisboa tivesse massa para lhe pagar, já teríamos qualquer dele com atores muito conhecidos, filmado na capital. Os filmes dele não são assim tão maus, é preciso paciência para os ver, alguns até são interessantes como o Bananas, o Inimigo público, o Danny Rose ou a Rosa púrpura do Cairo.

    O Cavaco sabe, e sabe muito mais que o Mendes, algumas das coisas que Mendes vem dar o recado para a TV, se calhar, são-lhe contadas pelo Cavaco. Mas como representante da elite, Cavaco presta contas a essa elite e não ao povo (que só serve para votar mais nada).

    Isto é que vai uma euforia no país, vão aumentar salários, pensões, baixar impostos, suspeito que há eleições à porta. Passos prepara-se para lançar a sua nova agenda reformista depois de as ter no papo.

     
  • At 6:17 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: os padrecas sempre foram uns fashionistas, se queremos moda, olhamos para um padre e não para um gay, que são os segundos em conhecimentos de moda.

    Claro que o cu está em toda a parte, é o órgão genital do século XXI, pelo menos deste início. E é unissexo, tanto homem como mulher têm, exatamente igual, é o órgão ideal para a promoção da igualdade. Ainda veremos o Vaticano a proclamá-lo sustentado na virgem Maria.

    Epá, ser hipster em Baku pode ser o novo trend.

    Ó parece o velho Vilhena, será que ele ainda está vivo?

    Marc Bolan sempre foi bom para abanar o befe. E então se for big do tamanho de um tiranossauro rex, ainda melhor. A moça é profissional, a música parou, mas o shake não.

    Ai um intelectual francês, pergunto-me se ainda existe algum. Eram uns intelectuais diferentes, conseguiam sacar gajas, os que gostavam, claro.

    Epá, estes 21 Japonesas conseguem fazer um mostruário dos sons oitentas, lá estão os teclados dos Japan, o trompete de Everybody Salsa, assim por alto.

     
  • At 6:23 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: Para ires dançando.

    Para ficares quieto.

    A ubíqua dos oitentas.

    Esta é que acho uma moda que podes difundir aí, acho que o Pereira Coutinho já usa quando vai ao Minho.

     
  • At 6:25 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: Acho que é o Harlem Shake.

    Elas esperam, será que ele fará alguma coisa?

     
  • At 2:21 da manhã, OpenID posares said…

    loooooool o coutinho......

    "Elas esperam, será que ele fará alguma coisa?"

    Do sexo à política ou à metafísica, convém esperar sentado, é para isso que serve a revista Maria.


    "Coimbra: jovens fazem striptease espontâneo nos jardins da AAC" :

    http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=728860


    Já falamos da "coutada do macho ibérico"?

     
  • At 4:50 da manhã, OpenID posares said…

    "A regeneração é um fenómeno que acontece por total iniciativa de Deus e onde o homem se limita a um lugar passivo - essa iniciativa é cem por cento divina."
    http://vozdodeserto.blogspot.pt

    huumm...

     
  • At 7:52 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: eram estrangeiras, não estava a ver a mulher lusa nessas loucuras, a portuguesa é demasiado rígida (no sentido de Wilhelm Reich) para essas aventuras, além de que é necessário um preparo físico, ginásio, para que o corpo não acuse as pizzas e os mil-folhas.

    Não sei bem que regeneração é essa. A lagartixa ou a salamandra também regeneram as suas caudas. Terão os cristãos caudas como os sonhos de Gary Numan tinham wires?

    Finalmente acabei mais um post, julgava eu, demasiado pequeno que lhe acrescentei mais umas intelectuais, mas não tinha escrito ainda a parte dos filmes de pinanço na TV e o seu efeito cultural, e agora ficou grande demais. Para complicar encontrei este, um vídeo que também passava muito nos programas da Music Box. Tentei reconstruir o ambiente videoclípitico dessa época, lembras-te dele?

     
  • At 10:02 da tarde, OpenID posares said…

    Nunca vi esse gajo mais gordo, a sério.

    Táxi, as iludências aparudem, toma cuidado:


    http://www.youtube.com/watch?v=6R-UKYA2k4c

     
  • At 10:58 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: se não vias os programas da Music Box no 2.º canal no final dos oitentas, é provável que nunca o tenhas visto, ele é compositor para outros, mas naquela altura tentou uma carreira a solo, e este vídeo passava muitas vezes.

    Como começa o ano letivo, um filme dos oitentas de professores.

    A nossa bandeira também cá devia estar, tem as chagas de Cristo, não há coisa mais estranha.

     
  • At 11:08 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: um bom truque para enganar o porteiro, aparecer de tetas empinadas dá direito a entrada e bebidas grátis. O truque das meias também dá para o homens, meter umas dentro das calças aparenta que há instrumento abundante, só dá bebidas grátis e houver na sala quarentonas ou gays.

    Isto em comédia está cada vez melhor. Já se topou que o BESbom não é tão bom como dizem, que aquilo está mais falido que a esquerda europeia, que o governo quer largar aquilo por tuta e meia, mas ver os jornalistas, agora, dizerem deste que apareceu, um Stock não sei quê, o que diziam de Vítor Bento, que isto vai, este é que é bom, um génio português, é das coisas mais divertidas do mundo.

     
  • At 4:05 da tarde, OpenID posares said…

    Fónix, vi agora o trailer do filme do Botelho. Ele disse numa entrevista que pediu aos actores para verem "O Intruso", do Visconti. Se viste o filme e vires o trailer, reparas que é tudo igual, até uma cena de esgrima, até a cena na cama é igual, só falta a Laura Antonelli...

     
  • At 4:40 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: raios, quer dizer que Eça previu o Visconti?

     
  • At 4:48 da tarde, OpenID posares said…

    Mira-me este canastrão:

    http://www.youtube.com/watch?v=Z5VwSbuJML8

    32:40 - 33:58 e 1:20:50


     
  • At 4:48 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Vê se não és apanhado na biblioteca.

     
  • At 4:53 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: fogo! o elenco é de peso.

     
  • At 9:30 da tarde, OpenID posares said…

    lol! O senhor de chapéu fava à procura de uma edição antiga de Homero mas encontrou algo melhor...

    Pá, se o Botelho conseguisse este frame para o filme, arranjava logo mais 6 milhões de espectadores, acho que é a montagem de atracções ou lá o que é.

    http://yulianovacoll.tumblr.com/post/86110526946/yulia-nova

     
  • At 3:24 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: e ela está a ler a última entrevista de Sartre, pelo menos a revista parece ser o Nouvel Observateur.

    Se o Botelho soubesse fazer cinema contaria a história da Bia da Mouraria com o Chico como deve ser. Como amor moderno. Como o “9 Songs”. Confesso que não conhecia este filme, há muitos anos que não leio revistas de cinema ou lhe ligo importância alguma, o que é mau, pois de vez em quando aparecem coisas espetaculares. É o caso deste “9 canções” que a CMTV passou há dias, no tal ciclo de filme de pinanço. Este põe de lado o filme do Bellocchio, o Imperio dos sentidos, comparados com ele, são filmes para crianças. Pelo que percebo não há ali próteses é tudo carne. As atrizes normais não agarram em caralhos, ou os metem nos orifícios, nem na intimidade, em casa, o fazem, têm empregadas ou empregados mexicanos para o fazer. O filme é uma história de amor moderna. Um gajo e uma gaja conhecem-se num concerto dos Black Rebel Motorcycle Club, e depois são 9 canções, ou 8, uma já passou, mais propriamente concertos, e no intervalo, fodem e depois separam-se, vai cada um para o seu lado, em suma, uma história de amor moderna. São canções de vários grupos, os Primal Scream, Dandy Warhols, etc. nalguns concertos parecem ter mesmo assistido. E depois cenas de foda a sério. Ela chupa e bate-lhe uma. Parece ser a primeira ejaculação num filme sério. Ele lambe-a, bom, foi uma lambidela ao de leve, mas deve ter chegado para sentir o sabor, não creio que fosse body double. A atriz deve ter gozado imenso. O gajo é bem abonado, quem se deve ter lixado foi o namorado dela, deve ter levado com um bilhete de ida, que nestas coisas o tamanho conta.

     
  • At 3:33 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: O mundo é uma ostra.

    O irmão perdido.

    Boa literatura, quando passar num alfarrabista tenho que procurar livros destes, que costumava comprar, volto a repetir, não era por causa da capa.

    Os saudosos tempos em que o sonho era ter uma aparelhagem grande.

    É assim que o Ricardo Salvado vai passar o resto dos seus dias se o Ulrich comprar o BES, like a bitch.

     
  • At 5:50 da tarde, OpenID posares said…

    isto é curioso:

    "Ao ver um filme de Hitchcock, um homem que estava em estado vegetativo há 16 anos apresentou actividade cerebral. Os cientistas comprovaram que o paciente, inconsciente do mundo desde um acidente em 1997, reagiu ao estímulo externo."

    http://www.ptjornal.com/2014091725594/geral/clipping/servir-hitchcock-a-doentes-em-estado-vegetativo-desperta-atividade-cerebral.html

    Li também que depois fizeram a mesma experiência, mas desta vez com um filme do Manoel de Oliveira, só que o doente permaneceu em estado vegetativo.

     
  • At 5:57 da tarde, OpenID posares said…

    O cinema português é original, não há actrizes a despirem-se, o mundo está farto de actrizes a despirem-se; no cinema português a acção é permanentemente interrompida, o actor vira-se para a câmara e diz umas patacoadas metafísico-literárias; antes isso que a goucha-cristina.

     
  • At 6:40 da tarde, OpenID posares said…

    Esse filme, o 9 songs, foi muito falado na altura, mas não vi. Um também muito falado foi este:

    http://www.xvideos.com/video2375503/caroline_ducey_-_romance_mainstream_2_

    Também não vi.

    Ontem tava a dar na tvi A Firma, com o Cruise. A certa altura o Cruise dá uma queca na praia com uma desconhecida (ele não sabia que o estavam a filmar para o lixarem depois). Bem, a queca começa com os preliminares e tal, mas quando chega ao momento de quecar propriamente dito, a tvi interrompe e mete uma enxurrada de publicidades...Enfim, coitus interruptus por necessidade de ir aos mercados...

     
  • At 6:56 da tarde, OpenID posares said…

    Como os intervalos dos filmes são muito longos, fui à cozinha comer e ler o futebol no CM (como e leio o jornal ao mesmo tempo). Fiquei muito tempo e quando voltei a ligar a tv o filme tinha sido retomado, não sei se retomaram na queca, gostava de saber.

    Só tenho os 4 canais da dt (há 2 boxes cabo mas não tenho acesso a essas divisões). Há uns tempos tirei a cor da televisão, pensei que ia dar uma dignidade nouvelle vague à tv, mas nada, não dá para disfarçar a estrumeira.

     
  • At 8:00 da tarde, OpenID posares said…

    Este tumblr é bastante bom (neste caso é mesmo pelas capas), gosto sobretudo desta capa:

    http://daysgonebyporn.tumblr.com/post/74503414872/thekameraclub-forms-in-color-cover-featuring

     
  • At 8:14 da tarde, OpenID posares said…

    A ministra pediu desculpa pelo Citius. O meu pai sempre me disse que não se deve pedir desculpa quando se dá um peido em público pois torna a situação ainda mais embaraçosa. Também, com tanto bom site porn, quem é que quer ver o Citius? Só se tiver lá alguma rapariga com membranas interdigitais sentada em cima dos processos...

     
  • At 9:57 da tarde, OpenID posares said…

    Terminou o Sporting-Maribor. Ouvi o relato. A culpa foi do central Maurício. "Maurício no banco dos réus" (sic) gritou o relatador. "Deu brinde de meio milhão" (sic). "500 mil euros desperdiçados" (sic). No fim, já com os ânimos mais serenados, o relatador e o comentador concluíram que o Sporting, por culpa de Maurício, desperdiçou 500 mil euros e que o Sorting devia ter "segurado a vantagem com as duas mãos" (sic).

     
  • At 10:45 da tarde, OpenID posares said…

    A propósito daquele link de bandeiras que puseste, olha o que diz a wikipedia sobre a bandeira nacional:

    Modo de içar e de arriar:


    "A Bandeira de Portugal deverá ser içada de forma viva e enérgica, mas deverá ser arriada de forma lenta e cerimoniosa.

    Quando sejam hasteadas várias bandeiras em conjunto, a Bandeira de Portugal deverá ser a primeira a ser içada e a última a ser arriada."

     
  • At 10:56 da tarde, OpenID posares said…

    Epá, só se fala de psicologia, filologia, urologia, tudologia, etc, então e a Vexilologia?

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Vexilologia

    Quando um daqueles médicos me perguntar a profissão e eu "erm..." e ele "ah artista!" com riso sardónico, já o fodo: "sou vexilólogo".

     
  • At 11:13 da tarde, OpenID posares said…

    O que distingue o português é o "queixume". Um português que se aliste no Estado Islâmico e leve com um balázio, quando chegar ao Céu é bem capaz de dizer "prometeram-me 11 mil virgens e só conto 10 mil e 999; continuo amarrado à cruz com o Hugo Chavez".

    isto a propósito de qualquer coisa...

     
  • At 11:26 da tarde, OpenID posares said…

    O ministro Portas falou de "introdução gradual". Isto sim é um tema metafísico. Deus criou o universo gradualmente, não foi à bruta. A ideia de peido cósmico (o big bang) é totalmente falsa. O universo nasceu da soltura divina, um lento escorrimento, mal cheiroso é certo, mas gradual.

     
  • At 11:34 da tarde, OpenID posares said…

    Fónix, comentei demais hoje, depois sinto-me culpado porque afasto os teus outros comentadores.

    Para terminar, não percebo como há gajos como eu que passam a vidinha a dizer parvoíces em caixas de comentários. Como disse um "nem sei que gente é essa, só vejo por curiosidade sociológica". Bastava dizer "get a life man! em vez de pensamentos de merda em comentários!".

     
  • At 12:04 da manhã, OpenID posares said…

    já que o mal tá feito, epílogo.

    Ancient wisdom:

    http://www.dailymotion.com/video/x259y5w_sheetal-bedi-shows-her-bold-moves_shortfilms

     
  • At 12:15 da manhã, OpenID posares said…

    Os amantes com dinheiro:

    http://www.youtube.com/watch?v=yCwSqEpgbYA

     
  • At 2:39 da manhã, OpenID posares said…

    Fónix:

    http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/apple-cria-ferramenta-para-pagar-o-album-dos-u2-1669800

     
  • At 12:05 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: o mistério Hitchcock será mais um caso da ciência a dar passos em frente. Com o fim do trabalho e o advento do empreendedorismo cada um tem que se esforçar para ganhar o pão, então os cientistas estão cheios de pica, até parece que vão para o Sol da Caparica com os Despe & Siga. Não há nada que eles não provem, determinismo que não estabeleçam, pipeta que não encham, paper que não escrevam. Os filmes de Manoel de Oliveira estão cheiros de ação, ele levantava-se e andava. Agora com um do Joaquim Sapinho não sei. Que será feito deste, fez um filme muito aclamado, “Corte de Cabelo” – que não vi – mas nunca mais ouvi falar dele.

    Também não há muito mais que fazer do que virar-se para a câmara e dizer umas patacoadas, ou isso ou tirar pentelhos do ralo da banheira. Atrizes a despirem-se não há assim tanto. Talvez as europeias, só vejo cinema na TV, e por lá há pouco cinema europeu. As americanas, se são desconhecidas não haverá problema, mas se são conhecidas é um bico-de-obra. É tudo negociado com advogados. Mostra um tornozelo, mostra um side boob, etc. E tudo pago com muchos dólares. Mesmo assim não há certezas, que muita cena é feita com body double, ou porque têm pés feios, ou mãos, ou costas, a composição final é frankensteinesca. E depois há o problema da classificação. Se o filme não apanha a classificação para todos os públicos, os produtores perdem logo milhões. Há aquele caso do filme com a Jessica Alba, Into the Blue, creio, em que ela nada com um biquíni mostrando rija nádega. Pois a imagem foi alterada digitalmente para lhe juntar mais pano e não haver tanta exposição de flesh.

    Holy fuck! Também não conhecia esse Romance, a visão do pénis e da vagina do ponto de vista da mulher, parece ser muito intelectual também. Smells like metafisica. Também não vi A Firma, qualquer filme com atores conceituados eu fujo. Mas com certeza que a cena da queca ficou-se pelos preliminares.

    A TV só passa programas bons, apesar de terem acabado Os morangos com açúcar. Já tive televisores em todos os quartos, e um portátil, que havia antigamente, com o formato do Game Boy, para ir à casa de banho, e todas Philips, para poder desligar com aqueles relógios que tinham umas funções de comando. Para não estar a pegar nos comandos. Desligava com o relógio e saia para o trabalho. Isto é mais do que viver acima das suas possibilidades, é cuspir nos povos do norte.

    A ministra pediu desculpas, mas ninguém lhe respondeu como é de nossa tradição, Desculpa? baixa mas é as cuequinhas. Bem podem usar Citius ou citrinos, o problema mantém-se, os operadores judiciais são incompetentes, a maioria, e aquilo não avança. Acho piada na malta do poder quando lá cai, e que tem muita fé na justiça, tipo agora a Rodrigues, quando saem vêm a reclamar que não se fez justiça, mas aquilo é justiça, o resto são couves e fantasias.

     
  • At 12:18 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: Ah, o futebol, uma chateza em campo, mas um primor fora dele. Ver velhos, carecas, gordos, etc. tão empolgados é espetáculo impagável. E as conferências de imprensa são a melhor invenção depois do voleibol feminino.

    As bandeiras nacionais, é pena já não se morrer por um pedaço e trapo, mas as indicações da wiki parecem ser de uma ida à casa de banho. Antes vexilólogo que vixen.

    Nem no céu existe tanta virgem, acho que estás a confundir com os 11 mil vergalhos do Apollinaire, ou não eram tantos, já não me lembro, também perdi esse livro.

    Ninguém é espantado, só se perder tempo a lê-los, já estamos todos num novo ciclo, até parece a Rússia de Stalin de tanto fumo de fábrica e biela de comboio, que ninguém tem tempo para perder. Antes andar pelas caixas de comentários que na má vida.

    O Portas já passou a idade da introdução gradual, nem vou dizer o que ele quer, e que tem com certeza. Teremos que esperar cem anos, até ele sair do poder para sabermos que se passa naquela casa.

    Poças! Deve ser mesmo sabedoria, não percebi uma palavra. Nós íamos ter o nosso Bollywood, e até hoje nada. Gostava de aprender a dançar para fazer de figurante. Talvez prometam para as eleições de 2015.

    Estes consumidores de hoje. Sempre com merdas. Então é de borla e reclamam. Razão tinha o Lacan que cobrava muito, era meia terapia feita.

     
  • At 12:27 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: Ter uma mãe agarrada ao cavalo e um pai que só Deus sabe, dá direito a piscina.

    Se gostas de boobs watch out.

    Conversa de orelha.

    Ó Cristo...

    Se gostas de nachos.

     
  • At 12:28 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: o que se deve dizer às ministras que pedem desculpas.

    Grande máquina de jogos, perdi a minha também.

    Qual será o nosso buraco, temos tantos.

    Ah, quando a TV era assim.

     
  • At 4:32 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: epá, parece que essa coisa de pedir desculpa afinal é moda, acabei de ver o Crato no parlamento a pedir desculpa por um erro qualquer. Quem virá mais pedir desculpa, Portas por aqueles pulôveres que ele usa, não seria má ideia.

    As notícias estão boas: diz uma imprensa de referência que 61 % dos portugueses não percebem o que o médico diz. Seria boa ideia fazer a estatística para os economistas também, tirando das Neves que é claro como Jeová, os outros também entaramelam.

    Na Ucrânia andam a fazer bom uso dos deputados, meteram um num contentor do lixo, só vi o anúncio, não tive pachorra para esperar pela reportagem, nunca mais se despachavam com uma peça de investigação sobre a violência doméstica (coisa que me espanta pois estava convencido que os bancos já tinham retirado as casas, nesse caso haveria violência rueira, e não doméstica).

     
  • At 5:18 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: os ingleses andam cheios de miúfa de ficar sem o petróleo escocês, sem aquela massa, vão ter que pôr a rainha a atacar, e não sei se chegará para terem a boa vida que têm e dinheiro para soldados para parecerem homens ao lado dos marines USA.

     
  • At 5:40 da tarde, OpenID posares said…

    Pá, quem devia ser ministro era o Panurgo. Só tinha de pedir desculpa por ouvir u2. Fiquei com uma expressão dele: sempre que me falam em educação, psicologia, filosofia e todas as ulologias, digo "foda-se, prefiro carregar o andor na procissão!" A namorada já não me pode ouvir a dizer isso.

     
  • At 6:10 da tarde, OpenID posares said…

    Táxi, tenho uma crítica a fazer-te, há muito que reparo que apontas sempre o vil metal como o detonador da dialéctica histórica. Então a Loja TVI que agora apareceu, por exemplo, não é para eu poder comprar coisinhas boas online? É só para me caçar as lecas? Acho essa perspectiva extremamente redutora, elimina a complexidade do factor humano, o humano não é só venal, também é viral.

     
  • At 7:54 da tarde, OpenID posares said…

    Mulheres com binóculos, nas dunas, a espreitar boobs:

    http://www.youtube.com/watch?v=5X1Bvlx2A10

     
  • At 9:22 da tarde, OpenID posares said…

    Grandes debates intelectuais:

    http://www.ojogo.pt/Internacional/jose_mourinho/interior.aspx?content_id=4133037

     
  • At 9:30 da tarde, OpenID posares said…

    Aumentar os "índices motivacionais" dos jogadores pode não ser boa ideia:

    http://www.ojogo.pt/insolito/interior.aspx?content_id=4129341

     
  • At 9:42 da tarde, OpenID posares said…

    As sábias palavras do Manel Carrilho (ele tem uma aplicação da apple: mete o tema do texto, escolhe 6 palavras, e o programa gera automaticamente textos como o que segue aqui embaixo):

    «A sociedade em que vivemos encontra-se em acelerado processo de fragmentação, ela perdeu qualquer ideia clara e global de si própria, pelo que tem, naturalmente, a maior dificuldade em definir objectivos para a educação. Dito de outro modo, a crise da escola decorre de fenómenos civilizacionais que a ultrapassam, nomeadamente da destradicionalização e da desinstitucionalização das sociedades contemporâneas, que minam o estatuto não só dos saberes mas também dos professores."


    http://portugaldospequeninos.blogs.sapo.pt/escola-a-deriva-3648997

     
  • At 10:10 da tarde, OpenID posares said…

    Assim não se combate o "déficit de atenção", assim não vamos lá:

    http://33.media.tumblr.com/58758c9beea14c240d255e4ccb5465c1/tumblr_meqmsrEQyX1qgi5lao1_500.jpg

     
  • At 10:23 da tarde, OpenID posares said…

    O filho do Gainsbourg tem uma voz péssima.

    Conheces esta? Fazia uns filmes patuscos, depois entrou para uma banda, os Les Rita Mitsouko.

    http://www.youtube.com/watch?v=yPO5GP7r03E

     
  • At 10:33 da tarde, OpenID posares said…

    Sai uma musiquinha do Gainsbourg:

    http://www.youtube.com/watch?v=LWm4Ib9imtE

    O Jorge Palma disse que não gostava do Gainsbourg porque ele uma vez num concerto, para protestar, disse "mostro-vos o meu cu". Bem, eu acho que a música dele era tão boa que até valia o sacrifício de um gajo lhe cheirar o cu.

     
  • At 10:48 da tarde, OpenID posares said…

    Smells like política:

    "Quando o amor ao objeto chega a refugiar-se na identificação narcísica, o ódio recai sobre este objeto substitutivo, e a partir deste momento é o Eu do sujeito que é atacado, humilhado, avaliado de maneira crítica e extremamente severa por um supereu obsceno e feroz. "A sombra do objeto cai sobre o Eu", ensombrecendo o curso dos dias, fazendo surgir um sujeito a quem o supereu maltrata com seu mandato de gozo mortífero."

     
  • At 11:20 da tarde, OpenID posares said…

    O Lipovetsky é uma bosta, mas um Lipovetsky de quinta categoria será o quê?

    "O que mudou radicalmente, e ajudou à reemergência destes nacionalismos latentes, foi a projecção no espaço público de uma relação narcísica com a realidade. Desse modo, a questão identitária, agora aplicada no plano colectivo e reconstituída a partir de heranças, aspirações e tradições, surge como uma espécie de prolongamento do próprio corpo individualizado e singular."

    http://www.publico.pt/mundo/noticia/nacionalismos-posmodernos-1670018

     
  • At 11:46 da tarde, OpenID posares said…

    Para fechar com chave de ouro, a Stevie Nicks:

    http://www.youtube.com/watch?v=hesy7GBjr1Y

     
  • At 11:57 da tarde, OpenID posares said…

    Deus me livre:

    http://www.ptjornal.com/2014091725585/geral/mundo/cocaina-e-canabis-seguiam-a-boleia-de-carro-oficial-do-vaticano-em-franca.html

     
  • At 1:28 da manhã, OpenID posares said…

    Filosofia e Poesia:

    Khomeini studied Greek Philosophy and was influenced by both the philosophy of Aristotle, whom he regarded as the founder of logic,[ and Plato, whose views "in the field of divinity" he regarded as "grave and solid". Among Islamic philosophers, Khomeini was mainly influenced by Avicenna and Mulla Sadra.

    Apart from philosophy, Khomeini was interested in literature and poetry. His poetry collection was released after his death. Beginning in his adolescent years, Khomeini composed mystic, political and social poetry. His poetry works were published in three collections The Confidant, The Decanter of Love and Turning Point, and Divan.

     
  • At 3:16 da manhã, OpenID posares said…

    http://anabelamotaribeiro.pt/ana-cristina-oliveira-138508

    ah ah! :

    http://www.youtube.com/watch?v=12SSVVYlpjA

     
  • At 7:02 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: o Panurgo sentir-se-ia só no governo neste momento, já lá não está o ministro Álvaro para discutirem o que é sexy Empreendedorismo ou lâmpadas?

    Tens razão, mas eu não reduzo a dialética ao bolso (recheado ou não). Reduzo o ser humano a consumidor, e o dinheiro é a via normal para obter coisas, mas há outras. Se eu passar por uma montra e vir um blusão trend mas custa 1000 euros, posso optar por partir a montra e roubá-lo. O consumo é a casa do ser, não a linguagem. O cidadão morreu, agora apenas existe o consumidor e os bens consumíveis, que vão de Marques Mendes a latas de anchovas. A TVI abriu uma loja? Será que vão vender bonecos Goucha e Cristina Ferreira?

    A loja TVI bem que podia vender umas Kate Upton, em cones de jornal, como as castanhas.

    Dumas proporciona-se para pontapés e espadeiradas na gramática, agora se fosse Margaria Rebelo Pinto outro pinto cantaria: “As palavras são os meus passos, cada frase será como uma pedra que deixo atrás de mim para não me perder no regresso”, eu acrescentaria os meus passos e as minhas portas.

    Fogo! Despedir uma pessoa por causa de um bico? Mas isso nem sexo é. É a mesma coisa que chuchar um dedo. Nem acredito que seja justa causa para despedimento. Só pode suceder num país de cucos.

    O Crato devia pagar à Bárbara para dar mais uns arrebites no Carrilho, ele desfigurava-se ou outro “des” qualquer.

    Também já há défice na atenção? Assim nunca mais tapamos os buracos. Nem lá metendo o Costa e o Seguro ao mesmo tempo.

    Gosto dos Rita Mitsouko, comprei há tempos um CD deles, mas nem vi os nomes dos elementos da banda, já não tempo para ler os folhetos nos discos. Já lá se foi o tempo em que sabia o nome de todos músicos dos Deep Purple.

     
  • At 7:02 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: O Palma para protestar emborcava um bar e fumava uma tabaqueira, mas não mostrava nada.

    Esta do supereu, não sei onde vão buscar isso, só existe o mim Tarzan.

    Ai um filósofo de gabarito. Onde é que há esses nacionalismos? O Cameron estava cheio de medo de perder o petróleo escocês, medo escusado. O eleitorado é conservador, a alma coletiva é muito diferente das alminhas. As alminhas protestam, barafustam, são revolucionárias, mas a alma coletiva que sopas e descanso. Era de esperar que vencesse o não à saída do Reino Unido. Cameron vai apresentar como uma vitória sua, mas a razão é outra, vem de uma lei social: o eleitorado é conservador.

    No American Horror Story, uma série que me fazia morder o lençol cheio de medo, citavam muito a Nicks, ela até apareceu a cantar uma canção para as bruxas. Que não era esta, mas não tempo para ir ver os apontamentos.

    O tráfico anda cada vez mais difícil, que raio tinha a bófia de revistar o carro? A ideia era boa. Se o produto tivesse caído no Vaticano, a padralhada era capaz de consumir tudo em vez do vinho.

    Ana Cristina bem boa. Entrava no filme Miami Vice. E no anúncio das Levi’s ou marca semelhante. 36 anos, o tempo deveria ser obrigado a parar. Ai as maluquices. As minhas envolviam sempre destruição de propriedade. É a única crítica social que conheço. Destrua-se tudo que Deus em seis dias faz tudo de novo.

    Ah o anúncio está aqui.

     
  • At 7:49 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: O carro para andarmos no Milagre Económico.

    Acho que este é em honra do presidente Barack.


    Só  for morto.

    Uma tecla que não deves perder.

    Caraças, já escreveram o manual para ouvir os nossos comentadores televisivos.

     
  • At 7:50 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: Um manual de culinária.

    O que diz Carlos Moedas em Bruxelas.

    O pantera.

     
  • At 11:32 da tarde, OpenID posares said…

    Táxi, deviam apresentar este puto ao Crato:

    http://www.youtube.com/watch?v=mtiEQ7GNens

     
  • At 11:43 da tarde, OpenID posares said…

    Táxi, essa carrinha lembrou-me um filme, em que um mafioso se gaba dos assentos feitos de "pele humana"...

    As listas do Woody Guthrie:

    http://www.lesnereidesjournal.com/2013/02/listes-–-woody-guthrie/#more-1298

     
  • At 11:48 da tarde, OpenID posares said…

    looooooolllll She's lost control again!!!

     
  • At 12:54 da manhã, OpenID posares said…

    O verdadeiro intelectual:

    http://www.youtube.com/watch?v=OGeUqKK0v54

    Volta Pol-Pot, tás perdoado.

     
  • At 1:05 da manhã, OpenID posares said…

    Dantes os iluminados chegavam à Sorbonne, agora chegam ao TED:

    http://www.youtube.com/watch?v=tom6_ceTu9s

     
  • At 1:22 da manhã, OpenID posares said…

    Zizek:

    http://www.youtube.com/watch?v=7DudgWusxQ8

     
  • At 2:22 da manhã, OpenID posares said…

    Os humanos são tão pauzinhos lol:

    - Do You know how Roland Barthes died ? - Knock down by a milk delivery truck at the exit of the College de France. - But who drove ? - I don't Know... Marguerite Duras ?

    (youtube)


    A Traci:

    http://www.dailymotion.com/playlist/x1x8cp_VintageErotica_80s/1#video=x12xiz3

     
  • At 2:23 da manhã, OpenID posares said…

    "mauzinhos"

     
  • At 3:29 da manhã, OpenID posares said…

    Locked Room Murders:

    http://www.jot101.com/2014/01/locked-room-murders-20-solutions.html

     
  • At 3:49 da tarde, OpenID posares said…

    Quem disse que o Pedro Mexia não tem sentido de humor?

    http://www.omalparado.blogspot.pt/2014/09/chamada-perdida.html

    Muito bom mesmo!

     
  • At 3:59 da tarde, OpenID posares said…

    A bateria é uma arma:

    http://obeissancemorte.wordpress.com/2014/09/19/em-tempo-de-guerra-amor-e-eros-le-debut-cest-le-debut-pas-larrivee/

     
  • At 6:51 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: o Crato dava-lhe logo um cheque ensino para ele ir estudar longe. Para ele voltar aos 30 anos e votante PSD, com Barroso resultou, ele foi para a Suíça ou lá onde foi e voltou um grande da pátria.

    A pele humana esfolada deve ser muito seca para estofos, o melhor é sentar-se em cima dela com alguém lá dentro, como a Teagan Presley que também é laranja,como o Mendes que gosta muito de dizer que é laranjinha. Gosta de ver a lista do nosso duunvirato, devem fazê-la em conjunto agora para as eleições.

    Um padreca parte-me sempre o coração. E lembro-me de um relato de uma notícia que li na International Situationiste de um tipo que conversava num bar com outro, e quando soube que ele era padre, que estava sem batina, matou-o. Construíram o melhor e mais lucrativo do negócio do mundo só com paleio e mais nada.

    Só os gajos do Onion para porem essa malta do TED na ordem. Aqueles sábios todos são piores que sermão de padre. E há mais sábios que burros, o mundo nunca esteve tão perfeito.

    Gozar com os últimos marxistas não está certo, dá direito a inferno.

    Sempre pensei que Barthes morreu atropelado pela carrinha da sopa de letras ou por excesso de prazer ao ler um livro.

    Os assassinatos já se resolvem com física quântica, mete-se o corpo numa arca e não se sabe se está morto ou se vive outra vez (só se vive da vezes)

    Mexia tem telemóvel é a moral da história.

    Amor na bateria é muito bom começo para depois passar para a bateria de tachos (cozinhar para o marido e esse tipo de coisas).

     
  • At 6:57 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: uma intelectual.

    O manual do ensino de sucesso.

    A melancia na melancia.

    Um samba.

    Aula de linguística.

    Um culto com possibilidade de se tornar religião.

     
  • At 7:02 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: então não é que Portugal é o 10.º país com mais agências bancarias? Sempre me fez confusão como pode haver tanto banco em Portugal, nem tinha pensado nas agências. Espero que o Milagre Economico traga mais. E o nosso Cristiano que vai abrir 11 lojas CR7 no golfo pérsico? Quando se quer empreendedorismo ele aparece.

     
  • At 7:33 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: os críticos já não são unanimes com o 2.º álbum dos alt-J como foram com o primeiro, se calhar é bom, sabes como são os críticos, um diz uma coisa e os outros repetem. Ouvi o tal disco dos Metallica + Lou Reed que todos disseram mal e não é tão mau assim. Não é Metallica que já chateia e não é Reed que também já chateia, é algo hibrido que acaba por ser novo. Mas isto são coisas para o vintage, dentro de 30 ou 40 anos redescobrem o disco. Faz lembrar que, se calhar, o disco dos U2 que anda nas bocas, não seja como o pintam. Já não ouço U2 desde que o Brian Eno estragou aquilo. O mais provável é ter que ouvir este disco. Quando dizem mal, quase sempre é sinal de algo com interesse. Bom, para os alt-j escolhi girl, mas se preferires rabo de boy, há no related, que aquela malta pensou em tudo.

     
  • At 7:49 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: agora vou ler a Visão para aprender a ser rico.

     
  • At 6:29 da tarde, OpenID posares said…

    Eu respeito muito a crítica, só ouço discos consensuais e validados por critérios científicos.

    O Jon Hassell não deve ser nada a tua onda, mas vê os 3 primeiros minutos:

    http://www.youtube.com/watch?v=Q8jnSHZTzs0

    (o baixista trabalhou depois com a Sheryl Crow)

     
  • At 8:31 da tarde, OpenID posares said…

    Dança Kraftwerk:

    http://www.youtube.com/watch?v=BVrWDPi12zE

     
  • At 9:33 da tarde, OpenID posares said…

    Ver a dobrar:

    http://www.youtube.com/watch?v=NBPjaU6ZBss

     
  • At 12:13 da manhã, OpenID posares said…

    Baba Yaga (1973) :

    http://www.youtube.com/watch?v=4ETJsmKvaNo

     
  • At 6:12 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: epá! conheço aquelas torres de algum lado, acho que as vi cresce ou encolher, ou algo parecido. É oitentas terei que incluir num post quando arranjar uma desculpa, uma boa era o filme Heaven’s Touch mas já está neste post. Será que era a Sheryl Crow que levava o doping do Armstrong dentro da viola?

    Este filme é muito bom, além de ter o Van Damme, tem a Dickey que entrará noutro grande filme Ninja III: The Domination.

    Pelos vistos a Asia continua a trabalhar, nunca mais a vi em nada, exceto com o lendário Tigerman.

    Ah! os setentas, onde em cada porta havia um Antonioni.

    Se o tempo já era escasso, agora com a estreia do programa mais intelectual de todos, um clássico, a Casa dos Segredos, não há tempo para nada. Mais de 100 mil concorreram, foram mais do que os candidatos ao ensino superior, o que prova que a malta sabe onde está a prioridade. Gostaria de participar com um segredo tipo: Li o “Ser e o nada” e não percebi patavina ou julgava que a territorialização tinha a ver com cemitérios ou que o Theatrum Philosoficum ficava no Bairro Alto ou que o argumento ontológico era do Maradona.

     
  • At 6:17 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: não sei se estamos.

    Se tiveres carro nunca dês boleia.

    Será que isto é verdade? eu já não me admiro com nada desde que vi a esquerda atual.

    Se for verdade, era uma boa aquisição para a nossa Casa dos segredos.

     
  • At 10:29 da tarde, OpenID posares said…

    É bem capaz de ser verdade Táxi, é como naquele filme do Xarzenega no espaço.

    Não tenho novidades hoje, a não ser isto:

    "Cifrão é irmão de duas primas"

    http://www.vidas.xl.pt/noticias/nacionais/detalhe/cifrao_e_irmao_de_duas_primas.html

    Boa malha:

    https://www.youtube.com/watch?v=9h3rVh9ROz4


     
  • At 6:22 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: afinal já descobriram que a tritetuda era falsa, eram próteses. É pena. Quem sabe de ela não conseguia uma mutação genética que ajudasse a acabar com a fome no mundo. Com três tetas onde mamar, as crianças ficariam mais gorditas.

    Ó que caraças! Estive a escrever sobre o Cifrão, quer dizer, não especificamente sobre ele, mas sobre o guru da juventude adulta, o Gustavo e a banda que partilharam.

    Bom grupo. Estes germânicos. “Sielwolf has this theory of psychohygiene that fascinates me. It sort of reminds me of the evolutional theory that homo sapiens survived when australiopithicus did not because h.sapiens would vocalize more, which caused the brain to vibrate and thus clean itself”, não sei não. Se fosse verdade os portugueses tinham dado o salto genético e já estaríamos na nova evolução do sapiens. E que bem fala Mendes, até poderia vir dele, o gene que emprenharia sua esposa, dando-nos o tomorrow people.

    Passos pôs os seus spin doctors a spinar. No final o povo vai votar nele. O povo sabe que deve agarrar os seus líderes. Nunca soube como traduzir spin doctors, doutores da bicha de rabiar? Acho que já nem existem. Doutores do dar a volta ao prego? Mas doutor não dá, é uma marca que as universidades já não vendem. Agora é tudo engenheiro, é o new trend.

     
  • At 6:24 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: Ainda na área Dostoievski, num jornal de referência vem Cobrador de rendas morto à martelada. Mais um sinal macroeconómico na vida quotidiana. Liguei a TV e todos os canais davam uma grande cacha Um gajo de 73 anos sequestra gaja de 71, mas não tive tempo de ver melhor. Saí para comprar o Público para ver as aventuras de Passos e o dia ficou mais curto, tempo para tv.

     
  • At 6:29 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    posares: uma canção de amor.

    Da próxima vez que te olhares no espelho, lembra-te, não estás sozinho.

    Por cá também se fazem coisas de olhos vendados, como governar, por exemplo.

     
  • At 6:08 da tarde, Blogger A. Gomez said…

    Ando pelo arco da velha. Táxi, lembrei-me de uma coisa tuga que podia ser big in japan: o marques mendes...

     
  • At 9:44 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    A. Gomez: ah! voltaste, já vejo isso, ando aqui indeciso se compro o Expresso ou not, para ver as aventuras da elite a salvar o país (e nunca enriquecer no processo). Sem dúvida que Mendes seria big in Japan, passeando na rua, os japoneses teriam de olhar para cima para lhe verem comentar.

     
  • At 8:49 da tarde, Blogger São said…

    Ao "O Inimigo Público" se é o que penso ter visto na televisão ( sou péssima para nomes, como é público), achei piada...

    Passos e Portas estão já em euforia eleitoral, só que Costa vai maçá-los mais que Seguro...e esta falta cde memória sobre a Tecnoforma não ajuda nada o remediado de Massamá!

    Tudo de bom

     
  • At 1:06 da manhã, Blogger Pedro said…

    No Norte há trabalho, há filosofia e ginásio:

    http://casaldoporto.blogspot.pt

    «Ninguém atinge um expoente de experiência total, a 100%, e todas as respostas, venham elas de quem vier, serão sempre consequência da sua experiência e dos seus contactos ou loucuras sexuais. Seguindo essa lógica a minha resposta obviamente baseia-se naquilo que vivi ou senti, e aquilo que os meus olhos conseguiram sentir, ou melhor ver.
    Aquilo que os meus olhos vêem pode não gerar tesão, ou aquilo que estou a sentir pode não ser visível aos meus olhos. A questão é por vezes interpretativa.
    Assim sendo, uma imagem pode mostrar a tesão que estamos a ter ao fazer sexo, ou pode não ser sentida pela nossa visão.
    Por outro lado, existem imagens que nos conseguem quase provar o prazer que se está a ter em determinado momento.»

     
  • At 10:51 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    São: teve muita graça o advogado da Technoforma aos tiros em todos, que vai processar até um ministro – enfim, é assim que eles ganham dinheiro: convencendo o cliente que há matéria de facto. O pior é que nenhum jornalista se lembra de quem é o ministro, se ele deu uma entrevista, alguém a fez. Deve ser mais espetáculo. Sempre quero ver como é que ele prova que foram as notícias do Cerejo que desvalorizaram a empresa. Então uma empresa deixa sair os melhores gestores do mundo – Relvas e Passos – e ainda quer ter lucro? Os gestores de topo são como os jogadores de futebol, há que conservá-los.

    Aquela ONG que Passos criou para dar um curso de costura na Pedreira dos Húngaros, não é ilegal, mas todos sabem que aquele era um truque para sacar dinheiros da CEE.

    Tive que sair da minha zona de conforto para ir comprar o livro Os facilitadores, não é ilegal o que esta malta faz, mas andam a ganhar milhões, claro, é a essência do capitalismo.

     
  • At 10:52 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Pedro: estes não são os mesmos? O casal que vendia serviço? Ou é Santo Agostinho? No entanto, temos filósofo, até parece o Gustavo Santos ou o outro rapaz do bater punho.

    É pena teres fechado os comentários, pois ia dizer que só se cumprem promessas de joelhos.

     
  • At 6:59 da tarde, Blogger nice chut said…

  • At 7:13 da tarde, Blogger nice chut said…

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