Pratinho de Couratos

A espantosa vida quotidiana no Portugal moderno!

sábado, abril 30, 2016

Cigarros e polícias (tl;dr)

(Desasnou o povo português, uma elite omnia pro patria (“tudo pela pátria”), orgulhosamente plantando-o à terra-dentro na casquilha nomenclatura de ó Maria és de direita ó Manel és de esquerda. [1] Entranhou esta partição no dandy, no hipster, no heavy, no cyberpunk, compreende-se, os dirigentes nacionais são de rapar a escudela e lamber os dedos. [2] Lado direito. “Não tínhamos um tostão e eu perguntei ao responsável pela campanha do partido onde poderia encontrar pessoas sem gastar dinheiro. (Sugere-lhe centros comerciais e feiras). E o Belmiro deixa fazer campanha nos centros comerciais? (Não deixava). Então resolvi ir para as feiras, e acabei por tomar-lhe o gosto”, Paulo Portas, presidente do CDS, desde as legislativas de 1999 e 2002, alcunhado “Paulinho das Feiras”, elucidava o carinhoso apodo. Certo dia em Espinho disse-lhe um feirante: Você já foi a mais feiras do que eu, você é o Paulinho das Feiras” - no jornal Público, 11 de fevereiro de 2011. “Isto não pode continuar. Chegámos ao fim. Esta peça de teatro acaba aqui”, Passos Coelho, presidente do PSD, na oposição, unicamente preocupado com o esbulho de que o seu povo era vítima nos PEC de José Sócrates, o então primeiro-ministro, rejeita o quarto Plano de Estabilidade e Crescimento - no jornal Público, 15 de março de 2011. “O que vou propor ao grupo parlamentar é uma abstenção construtiva”, Paulo Portas, presidente do CDS, na oposição, racionaliza a viabilização do Orçamento de Estado de 2010 do governo de José Sócrates - no Diário de Notícias, 24 de janeiro de 2010. “É inequivocamente a obra do século, que só foi possível graças à coragem e poder de decisão que o meu governo demonstrou e vai ficar nos anais das obras públicas de toda a Europa”, Aníbal Cavaco Silva, primeiro-ministro, na visita às obras da ponte Vasco da Gama - no Diário de Notícias, 5 de setembro de 1995. “O problema dos políticos é que não têm projeto para o país. Eu em 48 horas acabava com este estado de coisas”, Luís Filipe Menezes, presidente da Câmara Municipal de Gaia - na revista Sábado, 25 de janeiro de 2007. “Talvez eu seja demasiado puro, ou idiota, para ser entendido nos dias de hoje.” “Quando os jovens nas escolas e nas universidades sentem que não têm oportunidades, e quando os jovens casais não têm casa, o mínimo que se pode dizer do país onde eles vivem é que é um país sem futuro”, Alberto João Jardim, presidente do governo da Madeira - no Diário de Lisboa, 3 de abril de 1984.
Lado esquerdo. “Hoje, entre mim e o primeiro-ministro, há um oceano que nos separa”, António José Seguro, secretário-geral do Partido Socialista, a meças com Passos Coelho - no Diário de Notícias, 14 de março de 2013. “Pela primeira vez em 12 anos não vou ao Partido, porque tenho de ir ao oftalmologista”, Carlos Carvalhas, secretário-geral do PCP - na revista Sábado, 3 de dezembro de 2004. “É um grande político. E mais: é um político que tem uma penetração populista espantosa, se a quiser ter. É um orador em que o som é tão importante como as palavras, uma voz espantosa, e a audiências políticas para que fala vibram com ele como não vibram com ninguém, nem o Sócrates”, António Almeida Santos, presidente do Partido Socialista, sobre o seu partidário colega Jorge Coelho - no Diário de Notícias, 11 de maio de 2008).
1984. Domingo, 1 de abril, “decididamente, a fama e o prestígio de Rosa Mota estão a implantar-se fortemente nos Estados Unidos: depois do êxito na maratona de Nova Iorque, vitória numa prova de 16 quilómetros, em Washington, em que a campeã portuguesa gastou 54 minutos e 16 segundos embolsando um prémio de três mil dólares (cerca de 390 contos).”
Terça-feira, 3 de abril, “com efeitos retroativos a partir de 1 de janeiro do corrente ano, os vencimentos dos comissários e agentes da Polícia de Segurança Pública foram aumentados (atualizados, segundo a terminologia oficial) por decreto governamental publicado no Diário da República. ‘Considerando as medidas legislativas em matéria de remuneração para a função pública e atendendo à circunstância de os vencimentos da PSP terem sempre acompanhado os fixados para as Forças Armadas’, os vencimentos base dos oficiais do Exército em serviço nesta polícia serão correspondentes aos praticados nas Forças Armadas e quanto aos elementos do quadro privativo foram fixados nos seguintes quantitativos (base) sobre os quais incidem os habituais benefícios. Comissário principal … 43 500$00 | Primeiro-comissário … 40 200$00 | Segundo-comissário … 36 600$00 | Chefe de esquadra … 33 100$00 | Subchefe-ajudante … 31 700$00 | Primeiro-subchefe … 28 600$00 | Segundo-subchefe … 25 600$00 | Guarda de 1.ª classe … 23 500$00 | Guarda … 21 400$00 | Guarda provisório … 16 600$00.
Quarta-feira, 4 de abril, “no hospital distrital de Portimão uma mulher de 37 anos deu ontem à luz o seu 25.º filho. Corina da Palma Brás, que vive de mendicidade, acusa o marido de já ter vendido 23 dos filhos e de a obrigar a prostituir-se com outros homens. Entretanto, a população de Pico Alto, São Bartolomeu de Messines, localidade onde vive o casal, alertada para o caso pela RTP, tentou esta manhã linchar José Coelho da Silva, mas este conseguiu escapar-se abandonando a barraca a tempo. (…). A parturiente referiu que com ela apenas vive um filho de seis anos, Hélder, que ganha a vida a pedir com a avó e que dos restantes filhos só sabe que dois deles estão na Alemanha Federal, desconhecendo o paradeiro dos outros, nomeadamente da filha mais velha, que, tal como agora a recém-nascida, se chama Anabela. (…). O marido, José Coelho da Silva, trabalhador rural, lhe inflige maus tratos que vão desde sevícias corporais a aberrações sexuais e que chega a vender os filhos por cerca de mil contos. Embora não tenha revelado o nome do comprador, Corina Brás disse que a criança que ontem nasceu já tem destino: o Barreiro. De acordo com uma enfermeira do hospital distrital de Portimão, Corina Brás ‘tem o útero flácido, dilatado, em resultado de tanto parto’, sendo grave o seu estado geral de saúde. Sobre a estirpe de José Coelho da Silva, afirmou Corina Brás: Há tempos o meu marido veio pedir-me para o acompanhar a um barracão situado num monte perto de Pico Alto. Se não o seguisse, avisou-me, batia-me. Quando lá cheguei, com ele, esperavam-me oito homens, que queriam abusar de mim, porque já lhe tinham pago dinheiro adiantado para isso. (…). Corina Brás diz ter dado à luz 25 filhos, e o seu companheiro, José Coelho da Silva, apenas garante 10. O drama está, também, para além do número de filhos vendidos: um para Albufeira, dois para Estugarda. Pico Alto saiu subitamente do anonimato para revelar aos jornais, e a si própria, o drama de uma mulher que começou a conceber aos 11 anos e que diz ter visto desaparecer as crianças quase todas, para casa de desconhecidos ou para a mendicidade.”
Quarta-feira, 4 de abril, “os défices da Balança de Transações Correntes e do setor público, assim como o nível da inflação, são as principais condicionantes ao relançamento da economia portuguesa – disse hoje o ministro das Finanças e do Plano. Falando na Feira Internacional de Lisboa sobre ‘A política de conjuntura e o relançamento da economia portuguesa’, Ernâni Lopes frisou que não pode haver um relançamento sadio da economia sem uma solução dos problemas que o condicionam. Disse que uma condicionante de primeira importância é o défice das contas com o exterior e as outras duas condicionantes são os défices do Orçamento do Estado, do setor público administrativo e do setor público alargado e o nível da inflação. Ernâni Lopes situou, no fim de junho, a viragem lenta mas progressiva da economia, frisando que a situação de paragem e arranque que se tem vivido não pode continuar e recusando o ‘modo e o ritmo da expansão económica no início da década de oitenta’. O ministro das Finanças falou aos empresários em confiança, salientando que se trata de um conceito desvalorizado e que não existe com política económica de facilidade, antes resultando da definição de um quadro claro para o funcionamento da economia.” 
Domingo, 8 de abril, “a dois / três meses da prometida abertura da torneira ao relançamento controlado de alguns setores da economia – previsivelmente a construção civil e a agricultura – agitam-se os economistas e os governantes da área económico-financeira numa evidente corrida ao ganho de posições e de definição de estratégias que possam infletir a direção da atual política de Ernâni Lopes. Há uma semana o ministro das Finanças deu o pontapé de saída em reunião com a AIP: o relançamento virá, mas muito controlado e apertado; uns dias depois, Mário Soares anunciou na Câmara do Comércio Luso-alemã que que as taxas de juro vão baixar. Neste fim de semana quer o primeiro-ministro quer o seu ministro das Finanças encontraram-se com empresários nortenhos em S. João da Madeira e se Soares pediu ‘confiança disciplinada a todos os parceiros sociais’, Ernâni Lopes exigiu rigor na administração pública e privada quando abrir a torneira. Em contraponto a estas posições governamentais, Vítor Constâncio, João Salgueiro, Cavaco Silva e Silva Lopes, todos eles ex-responsáveis pelas pastas de Economia e Finanças, produziram intervenções no Conselho Empresarial do Norte e no Departamento de Economia da Universidade Livre de Lisboa, genericamente críticas da política restritiva que está a ser seguida.”
“A confiança dos parceiros sociais, ‘empresários e trabalhadores que queiram contribuir disciplinadamente para o desenvolvimento nacional’, foi pedida em S. João da Madeira pelo primeiro-ministro, Mário Soares, numa reunião do Conselho Empresarial do Norte. Soares falava no encerramento das jornadas do CEN (jantar que reuniu cerca de mil pessoas). (…). Antes de Soares encerrar as jornadas com o seu discurso, falou o ministro das Finanças, Ernâni Lopes, que voltou a acentuar uma tese já defendida, há dias, perante a Associação Industrial Portuguesa: a necessidade de se definir e avançar para uma política regional de desenvolvimento. (…). O ministro iniciou o seu discurso dizendo não haver alternativas ao ‘binómio rigor-desenvolvimento’ posto em prática pelo governo. ‘Uma política de rigor que não tenha em conta o desenvolvimento não faria sentido’. Para os próximos anos, o responsável pela pasta das Finanças indicou como característica da política económica governamental um ‘crescimento moderado, uma evolução do ritmo das exportações e uma moderação nos investimentos’. A ‘pedra de toque desta política será a força de recuperação de um punhado de empresários apostados na atividade económica, que acreditam no futuro de Portugal’.”
“Vítor Constâncio, vice-presidente do Banco de Portugal e ex-ministro das Finanças, foi um dos mais ativos participantes no debate ‘Economia Portuguesa: que desenvolvimento? Que vias?’ organizado pelo CEN e defendeu como ações imediatas a tomar até ao fim do ano, a diminuição das taxas de juro, o aumento das despesas orçamentais para investimento e a definição ‘de uma vez por todas’ dos projetos para o setor empresarial do Estado. (…). Invocou como caminhos a percorrer para o desenvolvimento, o aumento da produtividade da terra e a modernização da indústria ‘aproveitando as vantagens comparativas e a concorrência nos mercados internacionais’. Mas como condição do desenvolvimento e da modernização, Vítor Constâncio apontou a necessidade de lançar infraestruturas fundamentais, nomeadamente portos e estradas. (…). Ao tomar a palavra no debate, o ex-ministro as Finanças, João Salgueiro, afirmou que a ‘implementação da taxa elevada de desenvolvimento para o país é um autêntico desafio nacional. Isto não virá do Estado, virá da livre iniciativa que deverá ter as mesmas condições e regras de mercado que o setor público’. (…). Parte importante do discurso de João Salgueiro acentuou a componente política da situação portuguesa exortando os empresários presentes a abandonarem a ‘menoridade política a que se encontram votadas as suas organizações’.”
“Cavaco Silva falou do desequilíbrio externo como condicionamento ao desenvolvimento da economia e acentuou a importância da agricultura. ‘Se não conseguirmos ter êxito no setor agrícola, será muito difícil compatibilizar as exigências de investimento interno com o financiamento externo’. Quanto à política de investimento ela deve favorecer o setor da exportação, o setor agrícola e o da construção, disse o ministro das Finanças do governo Sá Carneiro. Depois de defender a concretização de acordos de cooperação entre empresas nacionais e estrangeiras, Cavaco Sila apresentou como condição ao investimento económico a ‘existência de uma política que goze de credibilidade junto daqueles que pretende influenciar’. Mostrou-se contrário a cortes orçamentais e defendeu que ‘um défice de seis ou sete por cento, se for determinado pelo investimento, não fará mal à nossa economia’. Por último defendeu a redução dos impostos a três: um sobre o consumo, outro sobre o lucro e um outro global.”
Quinta-feira, 5 de abril, “em meados de maio próximo irá ser assinado o contrato para a elaboração do projeto de alargamento do tabuleiro da Ponte 25 de Abril, sobre o Tejo, entre a Junta Autónoma de Estradas e a firma norte-americana autora do projeto da ponte atual, inaugurada há dezoito anos. O alargamento daquela que é uma das maiores pontes suspensas do mundo vai ser conseguido mediante o aproveitamento do espaço entre as atuais guardas de segurança e os cabos verticais de sustentação do tabuleiro, associado a uma redistribuição da faixa de rodagem. Após as obras, orçadas em três milhões de contos e destinadas a melhorar o débito horário de circulação dos seis mil para os nove mil veículos, os acessos do lado norte passarão a comportar seis vias, desde a avenida da Ponte até às proximidades do nó de ligação à avenida Gulbenkian. O contrato, que irá ser assinado em Washington, prevê um período de nove meses para a conclusão das obras e mais três para obras complementares. Segundo o presidente da Junta Autónoma de Estradas, eng. Almeida Freire, os trabalhos de alargamento do tabuleiro da ponte poderão iniciar-se ainda este ano, se até lá forem desbloqueadas as verbas necessárias.”
Quinta-feira, 5 de abril, “mais mexidas e rolar de cabeças na RTP. As últimas vítimas são os jornalistas Lopes Araújo, chefe de redação e um dos apresentadores do Telejornal e Vítor Pereira, editor deste espaço informativo da RTP. Tudo isto, porque Mário Soares não gostou de uma reportagem. A reportagem feita pela RTP da manifestação promovida na passada segunda-feira pela CGTP, e que levou à residência oficial do primeiro-ministro milhares de trabalhadores com salários em atraso, não agradou a Mário Soares. Considerando que a RTP tem assuntos mais importantes com que se preocupar – em vez de fazer a cobertura repetidamente de manifestações de trabalhadores – Mário Soares telefonou a Palma Ferreira exigindo que este ‘tomasse medidas’. O presidente do Conselho Administrativo da RTP não tardou a reagir: convocou os responsáveis pela informação da RTP – Fialho de Oliveira, Nuno Coutinho, Lopes Araújo e Vítor Pereira – prevenindo-os que ‘assim não’.”
Quinta-feira, 5 de abril, “um homem e uma mulher foram hoje trucidados, às 20 horas e às 20 e 40, por comboios na linha de Sintra, respetivamente na estação da Damaia e na estação da Amadora. O homem, apanhado ao atravessar inadvertidamente a via, foi identificado como sendo Luís Varela, de 52 anos, operário da construção civil, natural de Cabo Verde e residente na Estrada Militar, 15, naquela freguesia. Quanto à mulher, cujo corpo está depositado no necrotério do Instituto de Medicina Legal e que se teria atirado voluntariamente à linha, ainda não tinha sido identificada. (…). Na Damaia, um dos elementos da patrulha da PSP que ocorreu ao local fez alguns disparos com a sua pistola-metralhadora, ‘de forma a dispersar as pessoas que se tinham concentrado para observarem o cadáver’, algumas das quais teriam oferecido resistência e dirigido insultos à corporação. Esta versão expressa pelo porta-voz da PSP no Governo Civil, comissário Veríssimo Martins, não coincide com a que foi fornecida por testemunhas oculares do incidente, as quais definem a atuação do guarda como ‘precipitada’, pois nada justificava os disparos, ainda por cima com uma pistola-metralhadora, sobretudo dada a presença de numerosas crianças no local.”
Terça-feira, 10 de abril, “o preço médio do tabaco – em todas as suas formas de apresentação, cigarros, charutos, cigarrilhas e para cachimbo – sofreu um aumento de 25 % com aplicação imediata nas embalagens a lançar já hoje no mercado. Este é o oitavo aumento do tabaco, desde 1975, o que soma no conjunto preços superiores aos praticados na altura em 400 %, e o primeiro deste Conselho de Ministros para os Assuntos Económicos em que os aumentos de generalizados serviços e bens de consumo foram discutidos. Marcas: Duque … 27$50 (custava 21$00) | Águia … 47$50 (37$50) | Gama … 160$00 (142$50) | Kentucky … 12$50 (7$50) | Definitivos … 55$00 (42$50) | Provisórios … 55$00 (42$50) | Português Suave … 72$50 (55$00) | Paris … 72$50 (55$00) | Ritz … 75$00 (59$00) | SG … 75$00 (60$00) | SG Ventil … 75$00 (59$00) | Português Suave LS … 77$50 (62$50) | Ritz Lights … 80$00 (66$00) | SG Gigante C.P.B. … 85$00 (72$00) | SG Lights … 90$00 (75$00) | SG Mentol … 90$00 (75$00) | Camel Soft … 105$00 (89$00) | Gauloises LS … 90$00 (75$00) | Marlboro … 120$00 (97$00) | Winston … 120$00 (94$00) | Ritz KS … 80$00 (66$00) | Negritas KS … 80$00 (66$00) | CT KS … 80$00 (66$00) | SG Gigante … 80$00 (66$00) | Sintra … 85$00 (72$00) | Champagne … 100$00 (84$00).
Quinta-feira, 12 de abril, “o ministério da Saúde considerou ‘alarmistas’ as notícias surgidas em alguns meios de comunicação social relativamente aos supostos casos de ‘lepra’ aparecidos em Favaios, no concelho de Alijó (Trás-os-Montes). (…). O ministério garante que não há nenhum doente internado no hospital Joaquim Urbano com diagnóstico de lepra, admitindo apenas que se encontram ali internadas cinco jovens em observação, ainda sem diagnóstico definido. (…). Estranho em tudo isto é o facto da suposta ‘lepra’, como foi noticiado, estar a atingir apenas raparigas entre os 15 e os 21 anos, por sinal todas empregadas na Adega Cooperativa de Favaios, que têm em comum também entre si a lavagem de garrafas com um produto próprio [3]. A doença, nelas, começou com umas borbulhas, passando depois a umas manchas nas coxas e a erupções tipo frieiras, vermelhas ou roxas. O distrito de Vila Real, a que Alijó pertence, apenas com 60 doentes de Hansen, é dos distritos em que a endemia tem menor expressão, segundo o diretor do hospital Rovisco Pais, de Cantanhede. Há cerca de 2500 leprosos em Portugal, mas a maioria está tratada e vigiada – em grande parte naquele hospital da Tocha, no concelho de Cantanhede.”
Sábado, 14 de abril, “o número de desempregados em Portugal aproxima-se rapidamente do meio milhão, tendo subido no final do terceiro trimestre do ano passado até 485 200, ou seja, 10,8 % da população ativa. Estes dados, agora divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística, confirmam os primeiros recolhidos segundo o novo método introduzido pelo INE em Portugal e que equiparam a recolha de informações estatísticas às postas em prática pelos países da CEE. Segundo o INE, no segundo trimestre de 1983 a taxa de desemprego era de 9,9 %, o que significa ter aumentado de quase 1 % em três meses. Portugal ultrapassou no terceiro trimestre de 83 os índices de desemprego da CEE, que eram, na altura, de 10 %. Entre os cerca de 500 mil desempregados em Portugal, a maior parte é constituída por jovens à procura do primeiro emprego (51,2 % do total), enquanto ganham importância, pelo seu número, os jovens e mulheres que já trabalhavam, mas perderam, entretanto, o seu emprego. As percentagens para o desemprego dos jovens e das mulheres eram de 17,1 e 24,6 % respetivamente, no terceiro trimestre.”      
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[1] Maria e Manel são os mais mediáticos cidadãos de Viana do Castelo.
[2] “Em ‘Gémeos’ (2004), toda a utensilagem técnica se encontra, estilisticamente ao serviço do verbo. É o verbo que abre a maioria dos parágrafos, impondo uma subversão da ordem sintática entre o verbo e o sujeito. (…). Este privilégio sintático atribuído ao verbo tem como imediata consequência, ao nível semântico, uma sobrevalorização da ação ontológica, marcante, determinante, face à psicologia ou ao relativismo do sujeito de enunciação – justamente o contrário, por exemplo, do estilo de José Cardoso Pires ou de Lobo Antunes, ambos dependentes da perspetiva do sujeito. O predomínio da ação releva a trama de factos que se vai tecendo em torno das personagens (‘bolseiro’, Rosarito, Leocádio, o próprio Goya…); porém, as vozes das personagens tornam-se impotentes para apagar os factos, determinados pelo verbo, que a linha da H/história vai tecendo – neste caso, a irreversibilidade da decadência, o irrefreável fluxo do tempo. Resgata-se, deste modo, o uso do verbo como ação ontologicamente marcante, centro de significação da frase, e não do sujeito da narração, marca do relativismo moderno”, sobre a obra de Mário Cláudio, no Jornal de Letras, n.º 1170.
[3] “Nos anos 30 ditavam as regras da Casa do Douro que o Favaios só podia ser produzido baixo dos 500 metros de altitude, até que em 1952 um grupo de sócios se insurgiu e criou a Adega Cooperativa de Favaios para defender a tradição. (…). Pode falar-se da democratização da bebida que hoje chega a todos: deixou de ser só para ocasiões especiais ou para os mais velhos. ‘Encontra Favaios na noite da moda em Lisboa, no Rock in Rio, na festa da aldeia, na queima das fitas, no Yeatman em Vila Nova de Gaia, do público mais top ao mais simples, popular’ [Gina Francisco, diretora comercial]. Com um volume de vendas anuais à volta dos 22 milhões, o Favaíto é o grande favorito. Mas já há muito que a marca Favaios deixou de significar apenas moscatel. A adega produz vinhos brancos, tintos, vinho do Porto, colheitas tardias e até espumantes: o Moscatel Galego Branco Sparkling, um produto de monocasta, é uma das grandes novidades. Através de edições especiais ou premium (como o Favaios de 1980, que tem agora tem rótulo especial desenhado por Siza Vieira), as gamas de Favaios chegam a públicos cada vez mais específicos, que apreciam qualidade e design. (…). O Favaios tradicional, o Favaios de 10 anos e um Favaios de 1980 são o trio que nos apresenta para traduzir a visita em cheiros e sabores. A evolução do jovem para o mais velho nota-se numa gradação da cor para uma tonalidade cada vez mais escura e intensa. Na boca, os sabores viajam dos aromas florais e frutados no Favaios tradicional para uma textura mais espessa e aromas de especiarias, cacau e mel no Favaios 10 anos. Para terminar, a sensação de torrefação e o aroma fumado prevalecem no Moscatel de Favaios 1980. Não deve estar quente mas também não convém que se beba gelado”, no jornal I n.º 1695.

na sala de cinema

Casta e pura” (1981), real. Salvatore Samperi, c/ Laura Antonelli, Massimo Ranieri, Fernando Rey … estreou sexta-feira, 4 de março de 1983 no cinema Pat, r. Francisco Sanches, 122, tel. 82 19 33. “Antonio (Fernando Rey) é o marido de uma rica herdeira que, pouco antes da morte da mulher, antevendo o risco de ser afastado do património, convence a moribunda a pedir um voto de castidade à jovem filha, Rosa (Laura Antonelli), de modo que esta não pudesse casar-se antes da morte do pai. Vinte anos depois, Rosa é agora uma bela mulher, toda casa igreja, igreja casa, que vive no respeito do juramento feito sobre o leito de morte da mãe. Logo, porém, Rosa começa, primeiro, a ter sonhos estranhos e depois, a ter cúmplices visitas noturnas do primo Fernando (Massimo Ranieri). Extremamente perturbada por estes acontecimentos, Rosa confidencia ao seu pároco confessor (Enzo Cannavale), que quer fazer-se freira e dar todos os seus bens a obras de caridade. Mal o seu pai toma conhecimento desta ideia, para não perder o património do qual é usufrutuário, organiza um grupo de iniciação sexual para a filha. Este evento, no entanto, abre os olhos a Rosa que se torna finalmente independente.” [1]La passante du Sans-Souci” (1983), real Jacques Rouffio, c/ Romy Schneider, Michel Piccoli, Wendelin Werner … sob o título local de “O bar da última esperança” estreou quinta-feira, 3 de fevereiro de 1983 no cinema Vox, av. Fr. Miguel Contreiras, lote 879, tel. 88 08 08. “Numa audiência, Max Baumstein (Piccoli), presidente de uma respeitável organização humanitária, abate a sangue frio o embaixador do Paraguai. Julgado, explica o seu gesto: o embaixador era um ex-oficial nazi, responsável pelo assassinato da sua família.” Este é o último filme de Romy Schneider, “no genérico, uma menção, dedica-o: ‘Para David e seu pai…’ (o seu filho David e o seu ex-marido, Harry Meyen, ele próprio um antigo judeu alemão deportado).” “A rodagem do filme foi adiada porque Romy Schneider partiu uma perna. Começou em maio de 1981, mas foi interrompida algumas semanas depois. Schneider sofreu a extração de um rim e o seu filho David morreu em julho. Simone Signoret, amiga de Schneider, convenceu-a a terminar este filme após a morte do filho. As cenas remanescentes foram filmadas de outubro a dezembro.” Romy Schneider morreu a 29 de maio de 1982, no seu apartamento de Paris, vítima de um cocktail letal de álcool e comprimidos para dormir. “O intérprete da personagem Max aos 12 anos, Wendelin Werner, tornou-se um grande matemático, vencedor da medalha Fields – o equivalente ao Nobel na matemática – em 2006.” “Jean Reno aparece no final do filme, quando, depois do veredito favorável a Max Baumstein, Lina é interpelada por dois rufias: um cospe-lhe em cima, depois o outro (Jean Reno), adverte-a: ‘Você não vai levar a melhor!’. É a sua única fala.” “Le monache di Sant'Arcangelo” (1973), real. Domenico Paolella, c/ Ornella Muti, Anne Heywood … sob o título local de “As freiras de Santo Arcangelo” estreou sexta-feira, 4 de março de 1983 no cinema Roxy, av. Almirante Reis, 20, tel. 54 85 60. “‘As freiras de Santo Arcangelo’ é um filme erótico-conventual de 1973 dirigido por Domenico Paolella, com Ornella Muti de 18 anos. É inspirado no folheto ‘Cronaca del convento di Sant’Arcangelo a Bajano’ (França, 1829), atribuído a Stendhal. (…). Reino de Nápoles, 1577. Vigora a inquisição romana e a caça às bruxas, e nos processos é autorizada a tortura, enquanto o povo vive na miséria e no medo. O galhardo nobre espanhol Don Carlos (Pier Paolo Capponi) confraterniza no convento de Sant’Arcangelo di Baiano, aliviando a sua tensão erótica na abadessa Giulia di Mondragone (Anne Heywood). Uma vez que ele tem o poder, ela quer tê-lo a todo o custo do seu lado, enquanto as outras abadessas conspiram por ciúme; e fá-lo sacrificando o seu corpo em submissão ao homem, não obstante ser lésbica e ansiosa por estar apenas com a sua namorada: a irmã Chiara. Giulia di Mondragone sabe que deve satisfazer Don Carlos, mesmo quando lhe cede o objeto de desejo mais perigoso para as possíveis bisbilhotices das abadessas rivais: passar uma noite na cela da irmã Isabella (Ornella Muti). As três abadessas: Giulia di Mondragone, Carmela (Claudia Gravi) e Lavinia (Maria Cumani Quasimodo) lançam-se numa guerra sobre quem deverá chefiar o convento falecendo a aposentada madre superior, e do ciúme passam ao envenenamento, armadilhas, denúncias e falsas acusações.” [2]Fotografando Patrizia” (1984), real. Salvatore Samperi, c/ Monica Guerritore, Lorenzo Lena … com o título local de “O lado sensual de Patrícia” estreou quarta-feira, 29 de novembro de 1989 no Odéon, r. Condes, 12 a 20, tel. 32 62 83. “Emilio, de 16 anos, órfão de ambos os pais, vive sozinho em Chioggia, Veneza, com a velha e fiel governanta. Com a morte desta última, Patrizia (25 anos, irmã de Emilio) retorna a casa, vendendo a próspera casa de moda de que era proprietária. No início, o plano de Patrizia era cuidar do irmão, saudável, mas constantemente mantido longe de todo o lazer, divertimento, atividade de grupo e ao ar livre (o mantra obsessivo era ‘não ter que suar’).” “Détective” (1985), real. Jean-Luc Godard, c/ Laurent Terzieff, Aurelle Doazan, Jean-Pierre Léaud … “Na tentativa de resolver problemas de financiamento durante a rodagem de ‘Je vous salue, Marie’ (1985) – um relato moderno da Virgem Maria e da Imaculada Conceição – Jean-Luc Godard concordou realizar ‘Détective’, uma densa, mas belissimamente filmada, contemplação sobre linguagem, deslocação e (des)comunicação. O filme, dificilmente, pode ser classificado como mainstream – Godard interpretou a encomenda como ‘um filme popular’, como um que incluía pessoas famosas (ou como ele lhes chama no genérico ‘estrelas’), em vez de um filme que é imediatamente acessível. O enredo de ‘Détective’ gira em torno das ações de dois detetives de hotel, que tentam resolver um assassinato, aparentemente sem motivo, de um homem chamado ‘O Príncipe’. O filme contém também outras narrativas acerca de um mafioso envelhecido, um promotor de boxe e um casal cujo casamento está a desfazer-se.” [3]Je vous salue, Marie” (1985), real. Jean-Luc Godard, c/ Myriem Roussel, Thierry Rode … com o título local de “Eu vos saúdo, Maria” estreou quarta-feira, 9 de outubro de 1985 no cinema N’gola, r. Actor Taborda, 27-B, tel. 57 34 07. “Convém, antes do mais, explicar que cinema é este cujo nome ressoa a África: trata-se tão só do Quinteto, que, tendo sido transacionado, mudou de designação. (…). Depois do alarido causado pela passagem na Cinemateca [4], eis que todo o público o pode ver, dizer de sua justiça, sem ser de ouvido, que sabe o que a fita lá tem dentro. Se houver escândalo de consciências, espera-se que ele venha expresso em letra e argumento, para poder servir o debate e o esclarecimento: é que fartos de imprecações e exorcismos estamos nós todos. ‘Je vous salue, Marie’ é uma meditação sobre a conceção do Verbo divino em corpo de mulher, feita em cinema, isto é, feita olhar e palavra.” “Godard transpõe o relato da Natividade para o mundo moderno. José é taxista e descobre que a sua noiva, Maria, está grávida. Ele estabelece um paralelismo entre o mistério da conceção de uma criança e aquele da criação, por um artista, de um quadro. O filme incluiu cenas de nu frontal e provocou escândalo no seu lançamento, apesar das músicas de Johann Sebastian Bach e de Antonín Dvořák. João Paulo II declarou que ele ‘feria profundamente os sentimentos religiosos dos crentes’. Um punhado de católicos tradicionalistas manifestou-se em Nantes contra o filme e o seu autor. As coisas foram muito mais longe em Tours, onde a sala de cinema de arte e ensaio, Les Studios, que exibia ‘Je vous salue, Marie’, foi incendiada na noite de 25 de fevereiro de 1985. (…). ‘Je vous salue, Marie’ foi a realização mais demorada de Jean-Luc Godard, prolonga-se por seis meses. Um hipótese avançada por Antoine de Baecque para explicar esta duração invulgarmente longa seria que ela prolongava outro tanto a relação entre Myriem Roussel e o realizador. A rutura, selou uma colaboração que se tinha estreado em ‘Passion’ (1982), no qual Myriem Roussel não era mais que uma figurante, e se tinha expandido em ‘Prénom Carmen’ (1983), onde interpretava um dos papéis principais. Provavelmente afetado por esta separação, Jean-Luc Godard, um dia, recusa filmar e atira-se em pleno inverno no lago Lemano, como ameaçava fazê-lo, dirigindo-se a Maria, a personagem José no filme. ‘Je vous salue, Marie’ é complementado por ‘Le Livre de Marie’, uma curta-metragem de 26 minutos realizada pela sua ex-companheira Anne-Marie Miéville. Nela encontra-se Bruno Cremer, Aurore Clément e a jovem Rebecca Hampton. ‘Le Livre de Marie’ apresenta a vida de uma criança, Marie, perturbada pelo divórcio dos seus pais. Ela tenta consolar-se ouvindo a ‘Sinfonia da Ressurreição’ de Gustav Mahler, mas não conseguirá encontrar a paz. Aqui começa o filme de Godard, que retoma a personagem Maria, mas no momento em que encontra Jo.”
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[1] Uma mulher extremamente independente. MissAlice, 1,65 m, 47 kg, Nova Zelândia, t.c.c Miss Alice 94, MFC MissAlice_94, ItsMissAlice, MissAlice 94. Sites: {My Free Cams} {Follow Camgirls} {Twitter} {Xvideos} {Pornhub} {Tumblr} {Tumblr} {gifs} {Smutty} {Instagram}. Obra fotográfica: {fotos1} {fotos2} {fotos3}. Obra cinematográfica: {Playing in her Bed} {Pink Dildo} {Masturbating in Sneakers} {Feature Film} {Lady Rocket} {First Squirt} {My Free Cams} {Dildo and Magic Wang} {French Maid} {Black Lingerie} {White Stockings} {Cute Beanie} {Two Pink Toys} {White Sheets} {Black Chair} {Black and White Dildo} {Armchair} {Hong Kong, banda sonora: “We Are Your Friends”, p/ Justice vs Simian, “Crystalised”, p/ The XX, “You’ve Got the Love”, p/ The XX} {Taking a Shower, banda sonora: “Heartbeat”, p/ Nneka, “Time”, p/ Chase & Status ft. Delilah, “Let You Go”, p/ Chase & Status ft. Mali}.
Uma universidade conceituada, afinfada na nossa cultura de portugueses, em Portugal, publicou um paper científico provando, pela alminha de Amália Rodrigues, que o homem português não recebe lições de independência de ninguém. Pedro Arroja: “Pra já o símbolo gestual. Ó Ana, quem lhe levanta um punho serrado, não é pra lhe fazer festinhas, pois não? E agora veja a bandeira. O fundo vermelho - a cor do sangue - o significado é luta, poder, violência. E quando nós vemos lá a foice e o martelo, a foice e o martelo perdem todo o significado de instrumentos de trabalho agrícola ou industrial e ganham outro significado de instrumento de agressão. Quantas pessoas já terão morrido, quantas pessoas já terão morrido vítimas de foices e de martelos? ‘Tá lá tudo. No partido, no partido socialista, o vermelho desfaz-se em rosa, mas está lá também a mão, o punho. Ó ó Ana, eu volto a insistir, se lhe mostrarem um punho fechado não é propriamente pra lhe fazer festinhas. Finalmente o Bloco de Esquerda. O símbolo também a cruz, o símbolo também vermelho. É uma cruz humanizada, é o mais radical deles todos. Basta ver, quanto mais à esquerda, maior agressividade. Eu costumo comentar, depreciando, o que vou fazer outra vez, o que chamo as meninas do Bloco de Esquerda, no parlamento. Repare, aquelas esganiçadas, sempre contra alguém ou contra alguma coisa - perdão Ana, cof - aqui entre nós que ninguém nos ouve, eu não queria nenhuma daquelas mulheres - já tenho pensado - eu não queria nenhuma daquelas mulheres nem dada. Nem dada! Porquê? Porque eu não conseguiria com elas, com ela, uma delas, ou uma mulher assim, construir uma comunidade, uma família. Elas ‘tão sempre contra alguém ou contra alguma coisa. E lá em casa só havia dois tipos de pessoas, ou os filhos, ou o marido. O mais provável é que elas se pusessem contra o marido. Todas as noites, todos os dias. Durante o dia, no Parlamento, à noite, com o marido: ‘Porque tu é que tens a culpa, e disto, nhan nhan!’. Ó Ana com o tempo ia-me pôr fora de casa, e eu saía! E eu saía! Eu saia. E eu saia. E eu saia. E estou a imaginar o sentimento de alívio que sentiria nesse dia. Estou livre! Estou livre dela!” em Porto Canal, 10 de novembro de 2015.
[2] “Na sua fúria de masculinização, a mulher começou por nos encantar, e, estejamos certos, há de acabar por nos bater” (Júlio Dantas). A invenção mais importante da humanidade atinente à autonomia da mulher, não foi o voto, a reivindicação sindical de trabalho igual salário igual, o sistema de quotas, o ministério da Igualdade, o iRobot Roomba - foi o dildo. “O dildo pode muito bem ser a invenção mais douradora da humanidade. Só o fogo, as armas, as roupas e as contas parecem estar por cá há tanto tempo. Mesmo a agricultura é uma criança comparada com artesanato de inchaços de pedra e madeira imitando o nosso material; 13 000 anos mais nova, para ser exato. E isto só tendo em conta os que encontramos: o dildo mais antigo conhecido (um gigante de pedra de 20,32 cm encontrado na Alemanha) data de há 26 000 anos, mas não há razão para assumir que não existem outros modelos mais antigos por aí. [Custam uma pipa de massa]. Arqueólogos encontram-nos a toda a hora; é quase como se as pessoas na era pré-histórica considerassem o sexo uma coisa natural e agradável de que não tinham de se envergonhar.” Na era atual, Miley Cyrus não se envergonhou quando o corpo sedimentou de delícias de carne numa piñata de desejo… com órgãos. Apesar da antiguidade do dildo, vendiam-se nos mercados públicos na Grécia antiga, só os nossos mercados que não são parvos, impondo-o como trendy, libertaram a mulher. A libertação da mulher, a revolução sexual, surge, não com a pilula, mas com a profusão do strap-on. “Road Queen 19” (2011), Shyla: “Não é só por causa disso que estou a casar-me com ele”, Veronica: “Eu tenho um strap-on. Vou foder-te até às lágrimas”, Shyla: “Não me digas coisas dessas”, Veronica: “Por favor, não cometas esse erro. Vou mostra-te. Consigo fazê-lo tão bem ou melhor.” As atrizes: Shyla Jennings, 1,57 m, 44 kg, 81-63-83, sapatos 35, olhos verdes, cabelo castanho, nascida a 16 de junho de 1985 em Estugarda, Baden-Württemberg, Alemanha. Posição preferida: o 69. {Adult Clips} ▬ Veronica Avluv, 1,57 m, 46 kg, 86-60-86, sapatos 37, olhos castanhos, cabelos pretos, nascida a 23 de novembro de 1972, em Rowlett, Texas.
O strap-on no cinema de autor. Duas jovens produzem uma construção artística sobre o Novo Sexo, c/ Sarah Warner (Sarah Styles) e Emily Warren (Emily Sparx), talentosa, Sarah, além de atriz, é realizadora, cameraman e diretora de atores. Muito se caminhou para o melhor graças ao design. Nas dramatizações antigas, antes da obrigatoriedade de valor acrescentado nos produtos de consumo, “aquilo que toda a mulher deve ter em casa”, imitava o pénis ao pormenor, com tomates e tudo, como visto na obra documental “The Busy Lesbian Club” (1920). Nas produções cinematográficas (e sociais) recentes caem os tomates, “Strapon Delights, c/ Traci e Yvette. As atrizes: Irina Charlene, 1,70 m, 49 kg, cabelo loiro, olhos cor de avelã, nascida na Rússia, t.c.c. Traci, Irina, Sandy, Alisa, Iona, Tracie Sweety, Evginia, Jenia, Lucy. Sites: {ATK Archives} {Girls Got Cream - “Não só a Sandy apanhou uma boa e rija foda na sua doce greta, como cavalgou por cima com o toucinho dele no seu cu. Ele brocou-a tão forte que ela atingiu o clímax várias vezes. Então, Sandy implorou que ele enchesse o seu quente buraco com a sua semente enquanto ele bombeava, ele termina dentro dela para um indecente creampie. Ela dobrou-se e deixa-o jorrar da sua pássara e escorrer da sua quente racha, enquanto sentia o leite sair dela.”} {Euro Babe Index} {Porn Teen Girl} {Sapphic Erotica} {iafd}. Obra fotográfica: {fotos1} {fotos2} {fotos3} {fotos4} {fotos5} {fotos6} {fotos7} {fotos8} {fotos9} {fotos10}. Obra cinematográfica: {Iona} {Couch Cunnilingus} {“Girly Love 3” (2006)}. ▬ Kelly, 1,75 m, 50 kg, 86-61-89, sapatos 37, olhos azuis, cabelo loiro, nascida a 7 de agosto de 1985, na Rússia, t.c.c. Yvette, Gina, Greta, Helga, Karina, Kat, Kella, Kelly A, Kelly B, Kelly Lavazza, Laura L, Layla, Lena, Lisa, May, Nicole, Olenk, Olga, Olga N, Olinca, Olinga, Olya, Olya M, Olya Maklakova, Polina, Sara, Sara D, Wendy, Yvette, Yvonne. Sites: {Indexxx} {Porn Teen Girl} {Sex Video Casting} {ATK Galeria} {1By-Day} {Euro Porn Star} {Met-Art} {The Nude} {iafd} {Euro Babe Index} {Which Pornstar} {Xnostars} {Crush Fetish} {Sapphic Erotica} {18 Pussy Club - “Layla é uma adolescente peituda que pode encontrar nas escadas do seu prédio. A única coisa que quer quando a vê, é apertá-la juntinho do seu coração e sentir os seus melões e mamilos eretos e tocar-lhe o umbigo que tem um piercing. Ela é um pouco tímida quando está a posar, mas isso apenas lança fulgor na sua virgindade.”} {Naughty Mag - “Trabalho para uma companhia aérea em Moscovo, portanto tive que ir a Londres num feriado, disse Olga. É aí que descobri Naughty Neighbors e é aí que posei nua num hotel. Não quero dizer quem tirou as fotos. Traria demasiados problemas para ele e para mim. Chamá-lo-ei o meu amante de Londres. Ele mostrou-me os pontos turísticos e levou-me a excelentes restaurantes e clubes. E em cada noite, toda a noite, fizemos ótimo sexo.”}. Obra fotográfica: {fotos1} {fotos2} {fotos3}. Obra cinematográfica: {Before The Big Times} {Goin’ To Town On Their Tootsies} {Tongue On Her Twinklers} {Giving all with her anus} {Clit Sisters}.
Um senhor idoso delicia no jardim. “Alerta de governador. ‘Erros de política económica agora serão pagos com mais dor no futuro’. (…). ‘Um erro é como uma droga. Ficamos dependentes e não mudamos o caminho. Ou melhor, a mudança de caminho é imposta pelo credor, pelo mercado. No fim dizem que já não é possível financiarem mais, que é preciso mudar de rumo. E quando dizem para mudar de caminho já é demasiado tarde, é porque o desvio foi demasiado grande’, disse o governador do Banco de Portugal, [Carlos Costa], vincando que isso significa que se perde os ganhos conseguidos ao longo do caminho, ou seja é ‘um desperdício de capital, de pessoas e de processo de desenvolvimento’. ‘Voltar à tendência [de crescimento e de consolidação fiscal] é muito difícil e é muito provável que não voltemos ao caminho em que estávamos’, alertou.” Desta dor salve-nos São Milton Friedman. Da dor de coeur safa-nos uma única (mulheres trajando strap-on) das 95 posições sexuais, nas litografias “De figuris Veneris”, de Édouard-Henri Avril (1849-1928). Numa sociedade que muito trilhou na expressão da amizade sem arestas nem vértices nem cilindros, cujo limite é o céu, o “Stairway To Strap On”, aguarda-se pela comercialização dos robots sexuais, transferindo, uma vez por todas, a mulher da posição missionária para pau na obra da edificação social, na ciência, nos negócios, na arte, na política... Isabel Moreira: “A manifestação pró-PAF está muito conservadora. Fui agora mesmo agredida fisicamente ao som de gritos coletivos - morre, cabra.” Algo não relacionado: anedotas de fufas: O que diz uma vampira lésbica para outra vampira lésbica? “Encontramo-nos outra vez no mês que vem.”
Online Inspiration”, numa épica interpretação de como as três estações sexuais são felizes sem homem. As atrizes: Priscilla, (Анька Присцилла), 1,73 m, 52 kg, 80-61-94, sapatos 37 ½, olhos e cabelos castanhos, nascida Anna Zolotarenko (Анечка Золотаренко) a 19 de dezembro de 1983, Ucrânia, t.c.c. Alexandra, Anna, Anna B, Anna Gold, Anna Lacey, Anna Mia, Andy Priscilla, Anuta, Elina, Louise, Melissa, Nataly, Odessa, Priscilia, Sandra, Tanya, Zdenka Andros. Sites: {Euro Babe Index} {Indexxx} {The Nude} {Define Babe} {Tumblr} {iafd} {Hands of Hardcore} {Only Blowjob} {ATK Galleria} {Euro Pornstar} {Porn Teen Girl}. Obra fotográfica: {fotos1} {fotos2} {fotos3} {fotos4} {fotos5} {fotos6} {fotos7} {fotos8} {fotos9} {fotos10} {fotos11} Obra cinematográfica: {Nubiles} {Nubiles} {Bathing Beauties} {Sleeping Sister} {Party Preparations} {Anna Zolotarenko} {Winkers 3} {Solo1} {Solo2} {Solo3} ▬ Ida, 1,66 m, 51 kg, olhos e cabelos castanhos, t.c.c. Elvira, Irina E, Noelle. Sites: {Indexxx} [The Nude} {Met-Art} {Sapphic Erotica} {Lez Cuties} {Euro Babe Index}. Obra fotográfica: {fotos1} {fotos2} {fotos3} {fotos4} {fotos5} {fotos6} {fotos7} {fotos8} {fotos9} {fotos10} {fotos11} {fotos12}. Obra cinematográfica: {Karups} {Sofa Surprise} {Threesome Toyers} {Girl Talk}.
[3] “Há mais ou menos 30 anos, mais precisamente no dia 10 de maio de 1985, o aclamado Jean-Luc Godard teve um dia para esquecer no Festival de Cannes. Reza um artigo publicado no New York Times que o francês serviu de alvo a um atirador de tartes, que se autodenominava como George, ‘o mutilador de ícones’, ou simplesmente Georges Le Gloupier. Na realidade estávamos perante Noël Godin, o mesmo que anos antes tinha atirado uma tarte à cara de Marguerite Duras e que décadas depois ficaria ainda mais famoso por acertar em personalidades como Nicolas Sarkozy e Bill Gates. Quando questionado porque acertou em Godard, o ‘profissional’ confessou que ‘Je vous salue, Marie’ (Eu vos saúdo, Maria), na altura o último filme do cineasta, era o responsável. Apesar de detido, Godard não apresentou queixa pelo ato e chegou mesmo a intervir a favor de Godin quando os responsáveis do festival ameaçaram bani-lo. [Bernard-Henri Lévy também foi entartado nesse ano, e, como bom filósofo, gritou: Levanta-te rapidamente, ou esmago-te as trombas a golpes de tacão]. Porém, esse foi simplesmente o terceiro evento negativo do dia para Godard. Primeiro, os distribuidores italianos recusaram-se a retirar das salas ‘Eu vos saúdo, Maria’, isto depois de o cineasta o pedir insistentemente. Seguidamente, e ainda, durante a manhã, num concorrido visionamento de imprensa do seu mais recente projeto, a audiência apupou ‘Détective’ (Máfia em Paris), aumentando as críticas ao cineasta e aos seus últimos filmes. Convém recordar que foi igualmente na 38.ª edição do Festival de Cannes, em 1985, que nasceu igualmente um dos projetos mais criticados do grande nome da Nouvelle Vague, ‘King Lear’ (1987). Foi no Croisette que Godard apresentou a ideia ao produtor Menahem Golan. Este, conhecido por projetos de segunda linha como a saga ‘Gelado de Limão’, ‘O Vingador da Noite’, ‘A Noite das Facas Longas’, ‘Bolero’ e até ‘Mata Hari’, ficou entusiasmado com a ideia de trabalhar com um cineasta de renome, tendo sido mesmo assinado um contrato entre os dois nas costas de um guardanapo de papel. A sua única condição era que o argumento fosse de Norman Mailler, o qual ainda mostrou alguma resistência em trabalhar com um ego como o de Godard, acabando derradeiramente por aceitar. (Anos mais tarde, Mailler disse que tinha sido uma das piores experiências da sua vida). O resto é o que sabemos. O filme não vingou, mas ainda hoje se olha para ele com curiosidade, até porque no elenco encontramos Woody Allen, Leos Carax, Molly Ringwald, Julie Delpy, Burgess Meredith e até o próprio Godard no papel de um professor. Aliás, nem Godard foi muito simpático com o filme, tendo mesmo referido que não ‘entendia metade do que foi dito’. Estas palavras, como aponta Robert Schanckenberg no seu curioso livro ‘Secret Lives of Great Filmmakers’, vieram a fazer com que Menahem Golan afirmasse que Godard ‘tinha cuspido no prato que comeu’.”
[4] Sábado, 29 de junho de 1985. “Como prometido, Nuno Abecasis mostrou na via pública o seu desagrado pela projeção de ‘Je vous salue, Marie’, de Jean-Luc Godard. Mas, para quem tinha garantido que ia escaqueirar tudo, o protesto foi frouxo e reuniu escassos apoiantes. Meia hora de atraso na projeção do filme, três detidos e um jovem a caminho do hospital, foram o saldo da ação. Abecasis perdeu a guerra contra Godard. O anúncio tinha sido feito, bombástico, em declarações a uma agência noticiosa: ‘Se o filme vier, escavaco tudo’, disse há semanas o presidente da Câmara de Lisboa a propósito da exibição na sala da Cinemateca Nacional do filme de Jean-Luc Godard ‘Je vous salue, Marie’. No sábado à noite, dentro e fora da sala, cerca de meia centena de pessoas responderam presente à convocatória de Abecasis e tentaram boicotar a passagem da película. Em vão. (…). Meia hora de interrupção na exibição foi o que os manifestantes conseguiram, depois de terem comparecido, desde bastante cedo para comprarem os ingressos para mais uma sessão do ciclo dedicado pela Cinemateca ao realizador Jean-Luc Godard. Mal as luzes se apagaram, e começaram a aparecer as primeiras imagens de um documentário que servia de prefácio a ‘Je vous salue, Marie’, algumas vozes começaram a entoar a ‘Hossana’ [do filme ‘Ekk Deewana Tha’ = ‘There Was a Crazy Lover’ (2012), cujo uso da Palavra causou cristãos protestos], outros rezavam o terço e gritos proclamavam que ‘A Virgem é pura’, ‘O realizador é ateu’ e ‘Estão a insultar a nossa Mãe’. Os espetadores responderam com risos a esta manifestação, mas, de seguida, alguns jovens saltaram para o palco e começaram a falar em queimar o filme. A reação não se fez esperar e um coro de protestos emergiu da sala, apelidando os manifestantes de fascistas. As luzes acenderam-se e entraram guardas da PSP que foram retirando os falsos cinéfilos. Cá fora, Nuno Abecasis comandava o protesto, afirmando que ‘esta casa funciona com o dinheiro do Estado e não tem o direito de ofender o povo português’. Os ânimos iam-se exaltando, um dos manifestantes é pontapeado por um guarda da PSP e três eram detidos e encaminhados para as carrinhas da polícia. O presidente da Câmara tenta intervir, mas um polícia segura-o pelo braço e recorda-lhe que ‘isto não pertence ao seu pelouro’. Abecasis dirige-se à esquadra da Praça da Alegria para falar com o chefe, mas como este não estava, o presidente da Câmara afirmou aos jornalistas que tencionava entregar na Presidência da República o relato dos acontecimentos ali registados.” 

no aparelho de televisão

Groovie Goolies” (1970-1971), série de animação transmitida às segundas-feiras na RTP 2, às 19h30, por volta do mês de junho de 1983. “Jabberjaw” (1976-1978), (se o título em português for “Valente Tubarão”), série de animação transmitida às terças-feiras na RTP 2, às 19h30, por volta do mês de junho de 1983. “Roman Holydays” (1972), série de animação transmitida às quartas-feiras na RTP 2, às 19h30, por volta do mês de junho de 1983. “Birdman and the Galaxy Trio” (1967-1969), série de animação transmitida às quintas-feiras na RTP 2, às 19h30, por volta do mês de junho de 1983. “Top Cat” (1961-1962), série de animação transmitida às sextas-feiras na RTP 2, às 19h30, por volta do mês de junho de 1983. “Best of the West” (1981-1982), série americana transmitida de segunda a sexta na RTP 2, pelas 22h20; de terça-feira, 14 até quarta-feira, 29 de junho de 1983. “Esta paródia do velho oeste apresentava as desventuras de Sam Best (Joel Higgins), um veterano da guerra civil, que se torna xerife em Copper Creek, após ter acidentalmente afugentado um pistoleiro inábil chamado Calico Kid. A família de Sam era composta pela sua mulher, a bela sulista Elvira (Carlene Watkins) e o seu sarcástico filho, Daniel (Meeno Peluce). O elenco incluía também Leonard Frey como o vilão Parker Tillman, Tom Ewell como o copofónico médico da cidade, Jerome Kullens, e Tracey Walter como o ajudante, completamente à nora, mas de bom coração, Frog Rothchild Jr.” “Durante os últimos dias da guerra civil, Sam Best (Joel Higgins), viúvo e pai de um rapaz de 10 anos, casa-se com Elvira Devereaux, uma bela sulista que ele conheceu enquanto os seus camaradas soldados da União queimavam a plantação do pai dela. Depois da guerra os Best mudam-se para Filadélfia, mas logo depois Sam decide trocar a vida na cidade por uma mais simples de lojista no oeste. Despassarado e ingénuo, Sam instala-se em Copper Creek, Montana, uma cidade dura e desordeira dominada por Parker Tillman, o insidioso proprietário do Square Deal Saloon. Quando o destino intervém, e Sam é forçado a enfrentar um perverso pistoleiro, os cidadãos agradecidos elegem-no xerife. A série retrata as aventuras de Sam como proprietário de uma loja e xerife da cidade.” “Avenida Paulista” (1982), minissérie brasileira transmitida na RTP 1 às terças-feiras, pelas 20h30, de 2 de agosto / 11 de outubro; na semana seguinte, transita-se na avenida os sábados, pelas 22h15, de 22 de outubro / 3 de dezembro de 1983. “Avenida Paulista fala sobre ascensão social. A personagem central da trama é Alexandre Torres Xavier (António Fagundes), um bancário, de classe média, casado com Juliana (Wanda Stephânia), com quem leva uma vida aparentemente tranquila. Outras personagens importantes na história são Frederico Scorza (Walmor Chagas) e a sua amante, Paula Alencar (Dina Sfat). Scorza é um empresário inescrupuloso, dono, entre outros negócios, do banco onde Alexandre trabalha. É marido de Alice (Martha Overbeck) e pai de Anamaria (Bruna Lombardi). A trama começa quando Alexandre aproveita-se de uma falha na rede de computadores do banco e desvia uma alta quantia em dinheiro para sua conta pessoal. Descoberto o desfalque, Alexandre é chamado por Frederico Scorza e surpreende-se com a proposta que o chefe lhe faz: não o denunciará à polícia caso ele aceite ocupar um cargo de confiança no grupo Scorza. Para isso, o poderoso banqueiro informa que ele terá que deixar São Paulo, sem a mulher, e terá um ano para adquirir prestígio, notoriedade e credibilidade.” “9 to 5” (1982-1988), série americana transmitida na RTP 1 às quintas-feiras, pelas 21h15, de 20 / 27 de outubro; na semana seguinte, trabalhará às terças-feiras, pelas 21h30, de 1 de novembro de 1983 / 6 de março de 1984. “‘Das 9 às 5’ é uma comédia de situação americana baseada no filme homónimo de 1980. (…). ‘Das 9 às 5’ apresenta Rachel Dennison, a irmã mais nova de Dolly Parton, no papel de Doralee Rhodes. Rita Moreno interpretou o papel de Lily Tomlin, Violet Newstead e Valerie Curtin assumiu o papel de Jane Fonda, Judy Bernly. Na truncada terceira temporada a Judy Bernly de Curtin foi substituída por Leah Ayres como a secretária Linda Bowman. Na segunda versão da série, Sally Struthers substituiu Moreno, e Curtin regressou como Judy. Um total de 82 episódios foram filmados. A primeira temporada foi filmada em frente de uma plateia, mas mudou para a gravação sem audiência na temporada seguinte.” O filme. “Nine to Five” (1980), estreou quinta-feira, 2 de julho de 1981 no cinema Londres, av. de Roma, 7-A, tel. 80 13 13. “Judy Bernly (Jane Fonda) é forçada a procurar trabalho após o seu marido, Dick (Lawrence Pressman), ter fugido com a secretária. Judy encontra emprego na Consolidated Companies. A supervisora-chefe, Violet Newstead (Lily Tomlin), apresenta Judy à empresa e aos funcionários, incluindo o responsável pelo correio, Eddie, a alcoólica Margaret Foster (Peggy Pope), o desprezível Frank Hart Jr. (Dabney Coleman) e Roz Keith (Elizabeth Wilson), a assistente executiva de Hart. Violet conta a Judy que Hart está, supostamente, envolvido com a sua mamuda secretária, Doralee Rhodes (Dolly Parton). Hart explora e maltrata as suas subordinadas femininas com punhaladas pelas costas e comentários sexistas. Ele grita e ameaça Judy, sem piedade, no primeiro dia de trabalho, depois de uma avaria no equipamento e assedia sexualmente Doralee, espalhando boatos sobre um caso que nunca aconteceu.” “Nancy Astor” (1982), minissérie inglesa transmitida na RTP 1 aos domingos, pelas 21h00, de 23 de outubro / 18 de dezembro de 1983. “Descrita por um dos seus contemporâneos como uma mulher de ilimitada ousadia, ‘menos tímida que qualquer mulher ou qualquer homem, que alguém já conheceu’, a história da viscondessa Nancy Witcher Astor era um conto épico do pé descalço às meias de seda, romance e mágoa, e História em movimento, que estava à espera de ser contada. Em 1982, a BBC não poupou despesas nesta luxuosa série em nove partes sobre a vida e tempos de uma criança nascida Nancy Langhorne, em Danville, Virginia, a 19 de maio de 1879, que se torna na primeira mulher a ter assento na Casa dos Comuns, introduz um projeto de lei que aumentou para 18 anos a idade mínima de compra de álcool e votou contra o governo em maio de 1940 – ajudando Winston Churchill a tornar-se primeiro-ministro.“ [1] Mário Castrim: “O folhetim inglês é a biografia da primeira mulher que foi deputada. Não percebo lá muito bem o que é que nós temos a ver com isso. Transmitiria a BBC uma produção portuguesa que contasse a biografia da nossa primeira deputada? No domínio das emoções, a RTP continua abertamente hipotecada ao estrangeiro.” [2]
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[1] A primeira mulher eleita para a Casa dos Comuns foi Constance Markievicz em dezembro de 1918. “Em outubro de 1919, Markievicz foi presa em Cork Gaol por ter feito um discurso de incitamento ao motim. Na eleição geral de 1918, Markievicz foi eleita pelo círculo eleitoral de Dublin St Patrick’s, derrotando o seu adversário, William Field com 66 % dos votos, como uma dos 73 deputados do Sinn Féin. Isto fez dela a primeira mulher eleita para a Casa dos Comuns britânica. Contudo, em consonância com a política abstencionista do Sinn Féin, ela não tomou o assento na Casa dos Comuns. Markievicz estava na prisão de Holloway, quando os seus colegas se reuniram no primeiro encontro da Primeira Dáli, o parlamento da república irlandesa revolucionária. Quando o seu nome foi chamado, ela foi descrita, tal como muitos outros eleitos, como estando ‘presa pelo inimigo estrangeiro’ (fé ghlas ag Gallaibh).”
[2] Uma biografia de feitos futuros: Koni Demiko, (Кони Демико), 1,57 m, 55 kg, 86-69-91, olhos e cabelo castanhos, nascida em 10 de novembro de 1991 na Rússia, t.c.c. Kimberly, Maggie (clubseventeen.com), Lara (Лара), Amandae (gapeland.com), Nadiya (nubiles.net), Klara (younglegalporn.com), Effie (Эффи), Kimberly (Кимберли), Koni, Koni-Demiko, Amanda A (Аманда), Maggie C (Мэгги). Sites: {Indexxx} {iafg} {Club Seventeen} {The Nude} {Lucious Club} {Euro Babe Index} {Porn Teen Girl} {Nubiles} {Boopedia} {Alba Girls} {Define Babe} {vk} {Wow Girls} {Wow Girls} {SexVideos88} {Porn.es}. “Klara é uma morena bravia que leva a satisfação sexual a sério. Este borracho com as esvoaçantes madeixas castanhas abrirá as coxas bem torneadas para expor a profunda sombra rosada da sua área vaginal, com um brinquedo funcionando a suco elétrico, a sua própria humidade mantem-no aplicado nas zonas certas que irão levá-la ao orgasmo. Quando ela tem oportunidade de sexo em grupo, não haverá poupanças de ereções e seios macios para estimulá-la em formas que serão agradáveis à vista.” Obra fotográfica: {fotos1} {fotos2} {fotos3} {fotos4} {fotos5} {fotos6} {fotos7} {fotos8} {fotos9} {fotos10} {fotos11} {fotos12} {fotos13} {fotos14} {fotos15} {fotos16} {fotos17} {fotos18} {fotos19} {fotos20}. Numa ostentosa filmografia, onde há discórdia, ela traz harmonia, onde há erro, ela traz verdade, onde há dúvida ela traz fé, onde há desespero, ela traz esperança: {Klara} {Klara} {Klara} {Klara} {Klara} {Lara} {Klara & Charlotte} {Klara & Beata} {“Final Fantasy”} {Nubiles} {Nubiles} {“Double Delight”} {Sprap-On Adventure} {Tricky Masseur} {Dirty Doctor} {Anal Angels} {Ass Teen Mouth} {Beauty Angels} {Watch Me Fuck} {Club Seventeen} {“Teenage Girl Squad 7” (2011)} {“View To A Gape 2” (2011)} {“Russian Buttholes 2” (2011)} {“ID Please! 2” (2011)} {“Teenage Fantasies 3” (2011)} {“Pump That Young Ass 2” (2011)} {“Private Specials 51: Anal Russian Teens Love Creampies” (2011)} {“Little Anal Angels 2” (2011)} {Anal Teens From Russia 2” (2012)} {“Rocco's World” (2012)} {“Anal Teen Fixation 12” (2012)} {“Hairy Teenage Pussy” (2012)} {“Squit Teens From Russian 1” (2012)} “Teens Want Double 10” (2012)} {“Club Timo” (2012)} {“Teen Anal 5” (2012)} {“Teen Anal 7” (2012)} {“My Little Playthings” (2012)} {“Virgin Threesome Party 1” (2012)} {“Defile My Young Tight Ass 2” (2013} {“Drill My Ass 5” (2013)} {“Little Anal Angels 3” (2013)} {“Anal Attraction 12” (2013)} {“Teen Anal 8” (2013)} {“Really Tight Teenage Asshole 2” (2013)} {“Born To Be Anal” (2014)} {“Sweethearts Porn Tour 13” (2014)} {“Amazing Anal 2” (2015)} {“My Favorite Fuck Buddies 4” (2015)}.

na aparelhagem stereo

Keep On Running” (1990), p/ The Real Milli Vanilli. “The Real Milli Vanilli era o nome de um grupo musical que continha alguns dos cantores originais dos Milli Vanilli – Brad Howell, John Davis, Jodie Rocco, Linda Rocco e Charles Shaw. No entanto, novos cantores (Gina Mohammed e Ray Horton) foram acrescentados, assim como ‘convidados especiais’, que entraram numa ou duas faixas, incluindo Tammy T, Icy Bro e B-Sho’-Rockin’. O único álbum do grupo foi originalmente concebido para ser o segundo disco dos Milli Vanilli [1], mas as notícias sobre Rob e Fab não terem cantado no primeiro álbum e fazerem playback nas atuações ao vivo, rebentaram antes do seu lançamento. Frank Farian refez o grupo sob o nome The Real Milli Vanilli. A capa foi alterada para apresentar Brad Howell, Icy Bro, Ray Horton, Gina Mohammed e John Davis. O título do álbum também foi mudado, em vez de ‘Keep On Running’, foi chamado ‘The Moment of Truth’.
Toda a vida artística é uma eterna roda de momentos de verdade. Nas artes performativas, parte-se o corpo e diz-se: Tomai e comei, tomai e bebei esta é a minha arte. Visionariamente, nessas artes, não há idade limite de exploração do corpo, “pôr o corpinho a render” - na complexa linguagem técnica da Teoria Económica - quanto mais cedo melhor, pelo superior interesse do lucro, da acumulação de capital e da concentração da riqueza. Selena Gomez, 1,65 m, 59 kg, 86-61-91, sapatos 37 ½, olhos castanhos, cabelo castanho-escuro, nascida a 22 de julho de 1992 em Grand Prairie, Texas, desde cedo entregou o corpo à indústria do entretenimento. Incorporou Gianna na série ‘Barney & Friends’, entre 2002 / 2003, Julie, no purificador do ar respirável no mundo livre, “Walker, Texas Ranger: Trial by Fire”, em 2005 e, entre 2007 / 2012, a “bonita, preguiçosa, o hálito dela cheira a picles”, feiticeira Alex Russo na série “Wizards of Waverly Place”. Pacientemente, esperou que o corpo inflasse, para iniciar a exploração de todas as suas potencialidades, desvendando-o nos média, capas de discos, videoclipes, cinema, no dia-a-dia, na rua em geral. “A ex-namorada de Justin Bieber publicou na terça-feira, dia 8 de setembro [2015], uma imagem enigmática no Instagram que dizia ‘This is my...’, despertando a curiosidade dos fãs. Horas mais tarde, Selena revelou a fotografia com a qual irá promover o seu nome álbum ‘Revival’. A cantora de 23 anos surge totalmente nua, numa imagem a preto e branco.” [2]
Momentos de verdade nos anos 80:
Eu quero mais” (1983), p/ Wanderléa e Raul Seixas. “Wanderléa Charlup Boere Salim (Governador Valadares, 5 de junho de 1946) é uma cantora brasileira. Tornou-se famosa durante a Jovem Guarda, fazendo sucesso juntamente com seus amigos Roberto Carlos e Erasmo Carlos. Trabalhou como atriz principal no filme brasileiro ‘Juventude e Ternura’ (1968), direção de Aurélio Teixeira, bem como contracenou com Roberto e Erasmo em ‘Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa’ (1968) de Roberto Farias, entre outros filmes.” Wanderléa “iniciou a carreira em meados dos anos 1950, apresentando-se em programas infantis como o ‘Clube do Guri’, da Rádio Mayrink Veiga, e ‘Vovô Odilon’, da Rádio Tupi. Nessa época apresentou-se na TV Rio e ganhou o título de ‘A mais bela voz infantil’. A sua estreia em disco foi em 1962, com um 78 rotações pela Columbia, cantando ‘Tell Me How Long’, de Kelsey, e ‘Meu anjo da guarda’, de Rossini Pinto e Fernando Costa. No mesmo ano lançou outro disco, com as canções ‘Quero amar’, de Castro Perrete, ‘Ao nascer do sol’, de M. Rigual, C. Rigual e J. Morais. O relativo sucesso desses primeiros discos fez com que a CBS gravasse o seu primeiro LP em 1963, com o título ‘Wanderléa’, destacando-se as músicas ‘Dá-me felicidade’ e ‘Não existe o amor’. Foi ainda na CBS que conheceu Roberto Carlos, encontro-chave em sua carreira. Em 1964 lançou o LP ‘Quero você’, pela CBS, com destaque para os sucessos ‘Meu bem lollipop’, versão de ‘My Boy Lollipop’, de M. Levy e J. Roberts, ‘Exército do surf’, versão de Mongol para ‘L’esercit del surf’, de Pataccini. Em 1965, junto com Roberto Carlos e a Erasmo Carlos, passou a liderar o programa ‘Jovem Guarda’, exibido ao vivo todos os domingos na TV Record de São Paulo.” Raul Seixas: “‘Nasci baiano mesmo, na av. 7 de setembro, número 108, que é a avenida principal de Salvador. Hoje estão comendo bacalhau’ …brincaria Raul, mais tarde, referindo-se ao Restaurante Português, que funciona hoje, na casa em que nasceu.” “Raul Santos Seixas (Salvador, 28 de junho de 1945 - São Paulo, 21 de agosto de 1989) foi um cantor e compositor brasileiro, frequentemente considerado um dos pioneiros do rock brasileiro. Também foi produtor musical da CBS durante sua estadia no Rio de Janeiro, e por vezes é chamado de ‘Pai do Rock Brasileiro’ e ‘Maluco Beleza’. A sua obra musical é composta por 17 discos lançados nos seus 26 anos de carreira e seu estilo musical é tradicionalmente classificado como rock e baião, e de facto conseguiu unir ambos os géneros em músicas como ‘Let me Sing, Let me Sing’ . O seu álbum de estreia, ‘Raulzito e os Panteras’ (1968), foi produzido quando ele integrava o grupo Os Panteras, mas só ganhou notoriedade crítica e de público com as músicas de ‘Krig-ha, Bandolo!’ (1973), como ‘Ouro de Tolo’, ‘Mosca na Sopa’, ‘Metamorfose Ambulante’. Raul Seixas adquiriu um estilo musical que o creditou de ‘contestador e místico’, e isso se deve aos ideais que vindicou, como a Sociedade Alternativa apresentada em Gita (1974), influenciado por figuras como o ocultista britânico Aleister Crowley.” “Segunda-feira, 21 de agosto de 1989, nove horas da manhã. Dalva Borges da Silva, a empregada de Raul, chegou ao apartamento número 1003, do Edifício Aliança, Zona Central de São Paulo, e encontrou Raul Seixas morto na sua cama.” Raul Seixas morrera “vítima de uma paragem cardíaca: o seu alcoolismo, agravado pelo facto de ser diabético, e por não ter tomado insulina na noite anterior, causaram-lhe uma pancreatite aguda fulminante.”
Vígaro Cá, Vígaro Lá” (1981), p/ Lena d'Água & Atlântida. “Helena Maria de Jesus Águas, filha do conhecido jogador de futebol José Águas, nasceu a 16 de junho de 1956, em Lisboa. Começou a cantar apenas para amigos em festas particulares. Com 18 anos participa na peça de teatro ‘Viagem à Iris’ em que entravam também os músicos Armando Gama e Ramiro Martins (seu futuro marido). Em 1976, poucos meses depois do nascimento da sua filha Sara, entra para os Beatnicks. O grupo grava um single com os temas ‘Somos o Mar’ e ‘Jardim Terra’. Saí do grupo em 1978. Ainda nesse ano participa na gravação do disco ‘Ascensão e Queda’ dos Petrus Castrus. Em finais de 1978 participa na peça infantil ‘Ou Isto Ou Aquilo’. Zé da Ponte e Luís Pedro Fonseca fundam uma empresa especializada em trabalhos de publicidade e produção de discos. Os dois primeiros produtos da empresa foram o álbum ‘Qual É a Coisa Qual é Ela’ (com 12 adivinhas de Maria João Duarte) e um single com ‘Poemas de Duas Mulheres’ (‘O Novo Livro’, soneto de Florbela Espanca e ‘A Cantiga de Bábá’ com um poema de Cecília Meireles). Lena d´Água também grava para a Discoteca Dois Mil. Em 1980 participa no Festival da Canção com um "Olá, Cega Rega" da autoria de Paulo de Carvalho. Entra para os Salada de Frutas com quem grava o álbum ‘Sem Açúcar’ (1980) e o single ‘Robot’ (1981) que foi um enorme êxito. Em setembro de 1981, Lena d'Água é despedida do grupo e Luís Pedro Fonseca, que não tinha sido consultado dessa decisão, também sai do grupo. Uma semana depois assinaram contrato com a Valentim de Carvalho e formam uma nova banda, a ‘Atlântida’. O single "Vígaro Cá, Vígaro Lá" é lançado em novembro de 1981.” – “A Volta ao Mundo com a Lena d'Água” (2013), p/ Ciclo Preparatório. When I Look In Your Eyes” (1980), p/ The Romantics. “Os membros originais dos Romantics – Wally Palmar, Jimmy Marinos, Mike Skill e Rich Cole – tornaram-se formalmente uma banda no Dia dos Namorados, em 1977. Criados nas ruas ruins do lado leste de Detroit, foram inspirados pela invasão punk britânica e pela cena rock da sua cidade natal. Quase 30 anos depois, eles ainda são conhecidos por terem criado algum do mais influente e amado rock de todos os tempos. The Romantics abocanharam o som de Detroit caracterizado por MC5, The Stooges, Bob Seeger and the Last Heard, Mitch Ryder and the Detroit Wheels, The Rationals, SRC, The Undedogs, e infundiram-lhe sinceridade, ironia, espontaneidade e, claro, volume. Eles privilegiavam o cabelo curto, canções curtas e popularizaram os fatos vermelhos de cabedal.” I Advance Masked” (1982), p/ Andy Summers & Robert Fripp. “Vou-lhe dizer o que acho tão estranho sobre isso’, diz Andy Summers, folheando distraidamente os seus cartões de crédito. ‘Quando as pessoas, os jornalistas por exemplo, falam connosco nos Police, referem a banda como ‘eles’. Acontece ao Sting, ao Stewart e comigo próprio o tempo todo. É como se de uma forma estivessem a tentar confrontá-lo, você próprio, com isso, essa coisa, esse fenómeno, essa besta com vida própria que nós montamos até não podermos montá-la mais. Eles não conseguem olhá-lo nos olhos e enfrentar quem você é. Querem falar sobre quão maravilhosos ‘eles’ são, quão bem-sucedidos ‘eles’ são. Não é isso estranho?’ (…). A parceria guitarrística de Summers com o senhor da disciplina, Robert Fripp - que até agora rendeu o curiosamente fascinante ‘I Advance Masked’ de 1982, e mais recentemente e mais satisfatório, ‘Bewitched’ - pode ser vista, em parte, como uma reação ao ‘milagre’ dos Police. E como uma tentativa de Summers para encontrar uma identidade que existe fora dos Police, e não pode ser encontrada nos cartões de crédito na sua carteira. ‘Estou a expandir, estou num modo expansivo’, o guitarrista de 40 anos exulta, como Peter Pan faria se decidisse crescer até a meia-idade e tornar-se um artista pop. ‘Estou a desenvolver e deixando as coisas crescer, o balão está a encher. Espero que seja o suficientemente metafórico para você. Estou a testar-me em situações para ver quão confortável me sinto, quão bom ou mau sou.”
The Lady or the Tiger” (1986), p/ Toyah & Robert Fripp. “A primeira colaboração de Toyah com Robert Fripp consiste em, Toyah proporcionando duas leituras de prosa de Frank R. Stockton, sobre paisagens sonoras de Robert Fripp & The League of Crafty Guitarists.” “Após ter fundado uma escola de guitarra e colaborado com David Sylvian em ‘Gone to Earth’, Robert Fripp iria continuar ativo em 1986? A resposta não podia ser mais afirmativa, especialmente no plano pessoal. Com efeito, é nesse ano que um dos guitarristas mais inventivos do rock… se casa! Como tantos homens, Fripp tem um coração e uma mente orientados para uma alma gémea, a saber a cantora Toyah Wilcox. Esta última é conhecida na época pela carreira que levou com o seu grupo, modestamente chamado Toyah, que tocava um pop bastante rápido e especial, não exatamente o mesmo género que o art-rock / prog / new wave de Fripp. Mas que importa, a partir do momento em que se encontraram, melhor para eles e é isso. Cimentando a sua união (assim como as trompas de Falópio de Toyah. Toyah fez uma laqueação das trompas), Fripp e a mulher começam a trabalhar juntos num álbum musical. Chamado ‘The Lady or the Tiger’, ele sai em 1986, acabando por fazer desse ano um momento muito ativo da carreira do capitão Bob.” On My Own” (1986), p/ Patti LaBelle ft. Michael McDonald. “Dueto dos cantores Patti LaBelle (ex-Labelle) e Michael McDonald (ex-Doobie Brothers) foi n.º 1 na Billboard quando foi lançado como single em 1986. Foi retirado do primeiro álbum de platina de LaBelle, ‘Winner in You’ e foi escrito e produzido por Burt Bacharah e a sua ex-esposa Carole Bayer Sager. A canção foi originalmente gravada pela cantora Dionne Warwick para inclusão no seu álbum ‘Friends’. Não é claro por que não foi incluído na lista de faixas final. A canção baseava-se numa relação que chegara ao seu fim, ambas as partes seguindo caminhos separados num estado melancólico, com a opção ocasional de, um dia, se juntarem outra vez. É amiúde afirmado que os dois artistas estavam em cidades diferentes quando gravaram as suas contribuições individuais, que foram depois ‘casadas’ durante a masterização. [LaBelle filmou o vídeo em Nova Iorque e gravou a sua parte em Filadélfia. McDonald fez ambos em Los Angeles]. Isto refletiu-se no vídeo produzido para promover a canção, que mostrava LaBelle e McDonald cantando a canção, simultaneamente, em costas diferentes dos EUA.” Hot on The Heels of Love” (1979), p/ Throbbing Gristle. - Vídeo com imagens do filme “L’urlo” (1970), real. Tinto Brass, c/ Tina Aumont. “É a primeira faixa do lado B de ‘20 Jazz Funk Greats’, terceiro disco dos pioneiros da música industrial Throbbing Gristle, gravado em agosto e lançado em dezembro de 1979 pela editora da banda, Industrial. ‘20 Jazz Funk Greats’ é o primeiro álbum totalmente de estúdio, visto os discos anteriores conterem tanto gravações ao vivo como de estúdio. A produção está atribuída a Sinclair / Brooks. O álbum foi gravado num gravador de 16 pistas emprestado por Paul McCartney. A foto da capa foi tirada em Beachy Head, um promontório de giz na costa sul da Inglaterra, perto da cidade de Eastbourne, no condado de East Sussex, e um dos mais famosos pontos de suicídio. Numa entrevista de 2012, Cosey Fanni Tutti afirmou: ‘Fizemos a capa para que fosse um pastiche de algo que você encontraria num caixote de promoções da Woolworth. Tirámos a foto no mais famoso local de suicídios da Inglaterra, chamado Beachy Head. Assim, a imagem não é o que parece, não é de todo bonitinha-bonitinha, tampouco é a música, quando a compra e leva para casa. Tínhamos esta ideia em mente, que alguém, candidamente, entraria numa loja de discos, e vê-o, e pensa que estaria realmente a comprar 20 bons grandes do jazz / funk e, em seguida, ouviria em casa e simplesmente ficaria arrasado’. Na edição da Fetish Records, de 1981, um corpo masculino nu, aparentemente morto, jaz em frente da banda na capa do álbum.”
Bali Ha'i” (1982), p/ Disconnection. “A canção ‘Bali Ha’i’ apareceu pela primeira vez no musical ‘South Pacific’ em 1949 e antecipava exotica [3]. Têm sido feitas centenas de versões em dezenas de cenários. Se jogar este jogo de apanhar discos ao acaso por um dólar ou dois, ouviu-a tocada por bandas de jazz de liceus, bandas marciais de faculdades, bandas de hotel, artistas de exotica, bandas de jazz e bandas de surf. Aqui tem a versão da ‘banda da casa’ da Y Records, os Disconnection. Um dos dois tratamentos de ‘Bali Ha’i’ pelos Disconnection (o outro é um 12 polegadas) está, adivinhou, ensopado de disco. É uma boa versão: simplificado, não carregado com muitos instrumentos, fácil ao ouvido. É o lado B, ‘Aaaah’, que é a estrela aqui: outra canção elegante, mas desta vez não é disco. É uma combinação de exotica e no wave, planantes vocais femininos sobre um ritmo estilo jazz fraturado. Um pouco escorregadio, mas viciante. Alguns membros dos Disconnection, mais tarde, aparecem na banda post-punk / funk Pigbag.”Never Stop!” (1989), p/ Front 242. “A Front 242 é uma banda belga de música eletrónica que atingiu proeminência durante a década de 80. Pioneiros no estilo que chamavam Eletronic Body Music (EBM), foram uma profunda influência nos géneros musicais eletrónica e industrial. A Front 242 formou-se em 1981 em Aarschot, perto de Lovaina, Bélgica, por Daniel Bressanutti [do projeto Prothese] e Dirk Bergen, que queriam criar música e desenho gráfico usando as ferramentas eletrónicas emergentes. (…). O nome ‘frente’ deriva da ideia de uma revolta popular organizada [4]. Patrick Codenys e Jean-Luc De Meyer tinham formado, separadamente, um grupo chamado Under Viewer por volta da mesma altura, e os dois duos juntaram-se em1982.” “Toda a História da Front 242 foi manifestamente definida desde o princípio quando Daniel B. e Dirk Bergen editaram o primeiro singlePrinciples’ com o hitBody to Body’ em 1981. Em 1982, Patrick Codenys, teclados, e Jean-Luc De Meyer, voz, juntaram-se à Front 242 e publicaram o singleU-Men’, seguido pelo primeiro longa duração ‘Geography’. Este álbum já ostentava a marca fria e sintética de dance music que se tornaria a assinatura sonora da Front 242 nos anos posteriores. Em 1983 Dirk Bergen saiu e Richard 23 juntou-se à banda como animador de palco e vocalista.” 7-Teen” (1979), p/ The Regents. Existem duas versões da canção, por razões óbvias, para transmissão ao grande público, o verso “A permanent erection” é substituído por “A permanent erection”. “Você tem que se sentir, pelo menos, um pouco triste pelas bandas punk e new wave que só começaram a sentir os benefícios da ajuda de uma grande editora perto do final de 1979 [5]. Para além de alguma presença nas tabelas do melhor punk da velha guarda, nesta altura do campeonato, promover novas bandas com um som simplista e abrasivo, era uma tarefa bicuda. A maioria das bandas podres conseguia, na melhor das hipóteses, um êxito anómalo, e era depois sujeita a um lento pingar de diminuição de rendimentos. Os Regents não foram exceção a esta regra. O seu single de estreia, ‘7-Teen’, saiu-se suficientemente bem – e ainda hoje surge em coletâneas baratas de ‘Best of the Seventies’, geralmente incluída entre outros números punk / new wave – mas o single seguinte, é um dos lançamentos mais ridiculamente mal publicitados do género, apesar de, na verdade, soar um tanto melhor que o hit dos Regents. ‘See You Later’ conseguiu subir a n.º 4 das tabelas, e, aparentemente, ter-lhe-ia sido concedido uma atuação no ´Top of the Pops’, se a BBC não tivesse estado em greve nessa semana. O que teria acontecido à faixa e à carreira da banda, depois disso, sob circunstâncias mais favoráveis, é algo que só podemos imaginar.”
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[1] “Milli Vanilli foi um projeto de R&B, pop e dance music sedeado na Alemanha Ocidental, criado por Frank Fabian em Munique, em 1988. O grupo era formado com Fab Morvan e Rob Pilatus. O álbum de estreia do grupo, ‘Girl You Know It’s True’ (1989), [título nos EUA, na Europa chamou-se ‘All or Nothing’ (1988)], alcançou sucesso internacional e rendeu-lhes um Grammy para Best New Artist, em 21 de fevereiro de 1990. Os Milli Vanilli tornaram-se num dos mais populares números pop nos finais de 80 e início de 90. O seu sucesso transformou-se em infâmia quando o Grammy lhes foi retirado, após Morvan, Pilatus e o seu agente Sergio Vendero, confessarem que Morvan e Pilatus, na verdade, não cantaram as vozes principais no disco. (…). Entretanto, Morvan e Pilatus mudaram-se para Los Angeles, e assinaram pelo Joss Entertainment Group, onde gravaram o seu disco seguinte sob o nome Rob & Fab. Quase todas as canções no álbum foram escritas por Kenny Taylor e Fabrice Morvan, enquanto Morvan e Pilatus providenciam as vozes principais. Por causa de restrições financeiras, o Joss Entertainment Group só foi capaz de lançar o álbum nos EUA, o mercado mais criticante dos Milli Vanilli. Um single, ‘We Can Get It On’ (1992), foi disponibilizado para tocar na rádio pouco antes do lançamento do disco. Contudo, a falta de publicidade, má distribuição e a sua queda abrupta do cimo da sua visibilidade na cultura pop após o escândalo do playback, contribuíram para o fracasso. O álbum só vendeu cerca de 2000 cópias. A fim de restaurar carreira deles, Farian concordou produzir, em 1997, um novo disco dos Milli Vanilli com Morvan e Pilatus nas vozes principais. Tudo isto conduziu à gravação do álbum de regresso dos Milli Vanilli, ‘Back and in Attack’, em 1998. Até alguns dos cantores de estúdio originais apoiaram os artistas, numa tentativa de trazer de volta alguma da fama que foi perdida tão rapidamente. No entanto, Rob Pilatus enfrentou uma série problemas pessoais durante a produção do novo disco. Meteu-se nas drogas e no crime, cometendo uma série de assaltos e roubos e acabou condenado a três meses de cadeia e seis meses numa clinica de reabilitação de drogas na Califórnia. Farian pagou a fiança de Pilatus e pagou a reabilitação e bilhetes de avião para levá-lo de volta à Alemanha. Na véspera da tournée do novo álbum, a 2 de abril de 1998, Pilatus foi encontrado morto num quarto de hotel em Frankfurt, do que se suspeita ser overdose de álcool e medicamentos. A morte de Pilatus foi declarada acidental.”  
[2] O capitalismo na sua fase de desaceleração da produção de riqueza, na era dos PIB entre 1% e 2%, reduziu a capacidade de sustentar serviços de segurança social, obrigando a estender o prazo de validade dos trabalhadores. Por enquanto, a classe dominante vende uma trapaça: aumentar a idade da reforma, e a sua consequência óbvia: salvaguardar, através da facilitação do despedimento, que nenhum empregador seja obrigado a manter na sua empresa velhos. É simplesmente ridícula a ideia de um velho com 67 ou menos anos a arrastar-se, física e mentalmente, no local de trabalho. Esta intrujice é um truque momentâneo, datado, no futuro, não resolve o problema da segurança social, pois, na prática, o trabalhador será despedido muito antes de atingir a idade da reforma. A solução lógica será baixar a idade de entrada no mercado de trabalho. Nas artes, essa fronteira legal não existe, e as atrizes de leste são pioneiras em “pôr corpinho a render” desde cedo, porque não há gulaches grátis. Katrina, (Катерина), 1,72 m, 79-64-81, olhos castanhos, cabelo loiro, nascida na Ucrânia, t.c.c. Katerina. Sites: {The Nude} {Indexxx} {Nubiles} {Ebina Models} {Babes and Stars} {Define Babe} {Katrina 18} {Xvideos}. Obra fotográfica: {fotos1} {fotos2} {fotos3} {fotos4} {fotos5} {fotos6} {fotos7} {fotos8} {fotos9} {fotos10} {fotos11} {fotos12} {fotos13} {fotos14} {fotos15} {fotos16} {fotos17} {fotos18} {fotos19} {fotos20} {fotos21} {fotos22} {fotos23} {fotos24} {fotos25} {fotos26} {fotos27} {fotos28} {fotos29} {fotos30} {fotos31} {fotos32} {fotos33} {fotos34} {fotos35} {fotos36} {fotos37} {fotos38} {fotos39} {fotos40} {fotos41} {fotos42} {fotos43} {fotos44} {fotos45} {fotos46} {fotos47} {fotos48} {fotos49} {fotos50} {fotos51} {fotos52} {fotos53} {fotos54} {fotos55} {Katrina e Malvina} {Katrina e Malvina}. Katrina segue a escola dos grandes atores americanos. Estes descobrem um gimmick, um artifício interpretativo, pelo qual ganham o Oscar, e depois repetem-no em todos os papéis futuros. Katrina descobriu o seu gimmick que repete, qual Robert De Niro ou Meryl Streep, em toda a sua obra cinematográfica: {Beachball Fun} {Katrina redcap} {Katrina omgshoes} {Katrina toygun} {Katrina tabletop} {Katrina floorfingers} {Katrina pinkpoof} {Katrina banana} {Katrina whitesexy} {Katrina Floor} {Katrina Red Panties} {Katrina bubblebath} {Katrina lingerie} {Katrina greenpants} {Katrina kitchenfun} {Katrina whiteskirt} {Katrina and Malvina} {Katrina yogurt} {Katrina grapes}.
Aníbal Cavaco Silva é uma voz no mundo. A sua voz não é gaga. Não cai em saco roto. “Importa por isso, conseguir uma forte mobilização junto de universidades, centros tecnológicos, associações empresariais e setoriais, de forma a criar uma dinâmica de organização e cooperação que permita tirar o máximo partido desta nova oportunidade de transferência tecnológica e de modernização da nossa indústria”, bem disse Cavaco Silva em fevereiro 2014. As atrizes de leste já tinham compreendido a importância da cooperação, da associação para reduzir custos, da união para conseguir créditos bancários, do cowork para melhorar competências. Laura loves Katrina and more friends: “No início o site ia ser só eu e a Katrina, mas depois decidimos que seria mais divertido se tivéssemos mais amigas, então convidámos mais raparigas. Esta é a primeira vez que estive com raparigas, assim espero que não esperem muito de mim. Estava muito nervosa no princípio mas ainda assim foi divertido. Fazemos montes de beijos, carícias e chupadelas, bem, você sabe.” Laura Loves Katrina: “Somos as melhores amigas! Curtir na cidade, ir a discotecas e falar sobre rapazes, são algumas das coisas divertidas que gostamos de fazer. Lembro-me de quando nos conhecemos e éramos tímidas uma ao pé da outra, mas tudo isso agora acabou! Divertimo-nos à brava posando e sendo parvas, rindo e simplesmente divertindo-nos uma com a outra!” Laura Loves Emily: “A Laura também ama a Emily! Eu e a Emily somos as melhores amigas, mas temos benefícios também lol! Gostamos de brincar e beijar e acariciar! Explorar é tão divertido! Vejam-nos na brincadeira e a divertirmo-nos, quando eu e a Emily nos juntamos sentimo-nos sempre muito marotas e afogueadas! lol.” Laura Loves Violeta: “A Violeta é uma espécie de parceira no crime! Quando ela aparece é só sarilhos. Estou surpreendida que tivéssemos feito uma fotografia sequer! lol Violeta é uma das minhas grandes amigas com a qual me divirto muito! Tiramos a roupa um à outra, na galhofa e rindo o tempo todo!” Laura Loves Malvina: “Quando eu e a Malvina nos juntamos é um fartanço de divertimento! A Malvina é muito sexual e liberta isso em mim! lol Vejam-nos na pândega e a divertirmo-nos! A primeira rapariga com quem alguma vez estive foi a Malvina, e agora podem participar na nossa experiência!” Katrina Loves Malvina: “A Malvina é a nossa sensual amiga divertida com quem gostamos de sair! Levamo-la à cidade e metemo-nos em todo o tipo de encrencas! Eu, a Laura e a Malvina tornamo-nos três mosqueteiras quando estamos juntas, é muito divertido!” Laura Loves Brooke,
Laura, 1,62 m, 86-56-81, t.c.c Helen. Sites: {Indexxx} {Directory} {Site}. Entrevista: P: “Até onde chegaste na escola?” Laura: “Tenho o diploma do liceu” P: “Tinhas algumas matérias preferidas?” Laura: “Gostei mais de literatura” P: “Que atividades mais gostaste na escola?” Laura: “Estava no coro, adoro cantar” P: “Levaste nalgadas ou palmadas na escola?” Laura: “Não, sou uma boa menina, não vês?” P: “Alguma vez meteste-te em problemas na escola?” Laura: “Só uma vez tive problemas por não levar os livros para a aula” P: “Quantas línguas falas?” Laura: “Falo inglês, húngaro e russo” P: “Tens outros empregos além de modelo?” Laura: “Não de momento, estou a tentar entrar na faculdade” P: “Praticas algum desporto?” Laura: “Faço exercício, mas não acho que tenha constituição física para praticar desportos” P: “Quais são os teus hobbies?” Laura: “Gosto de cantar andar a cavalo e escrever poesia” P: “Como é que relaxas ou passas o teu tempo livre?” Laura: “Relaxo com música ou um bom livro” P: “Qual foi a tua primeira ocupação?” Laura: “Ainda não tive um trabalho” P: “Qual é o teu trabalho de sonho?” Laura: “O meu sonho é trabalhar como executiva numa grande empresa, mas ainda há muito tempo, tenho que aprender antes” P: “Qual é o teu carro de sonho?” Laura: “Acho que um Porsche Carrera seria simpático. Um vermelho” P: “Quando é que aprendeste a conduzir?” Laura: “Comecei a conduzir quando tinha 14 anos” P: “Tinhas uma alcunha quando eras nova?” Laura: “Chamavam-me Graveto” P: “Tens muitos amigos?” Laura: “Tenho poucos amigos, sou tímida, por isso não faço amigos com facilidade” P: “Tens uma cor favorita?” Laura: “A minha cor favorita é o vermelho” P: “Qual foi o último livro que leste?” Laura: “O último que li foi The Giver – O Dador de Memórias” P: “Tens um filme favorito?” Laura: “O meu filme favorito é Romeu e Julieta” P: “Que tipo de música gostas?” Laura: “Oiço música pop e gosto de ouvir música coral, apenas porque a adoro” P: “És uma rapariga de festas?” Laura: “Não vou muito a festas” P: “Qual é a tua bebida favorita?” Laura: “Não tenho muita experiencia com álcool, mas gosto mais de Smirnoff porque é tão leve” P: “Lembras-te do teu primeiro beijo?” Laura: “O meu primeiro beijo foi quando eu estava na no 6.º ano. Estávamos no parque um dia de mãos dadas, num banco, quando ele se inclinou e beijou-me na bochecha. Já tínhamos feito isto antes, e tínhamos um pequeno ritual, quando ele me beijava, eu retribuía. Assim, fui beijá-lo na bochecha, mas ela moveu a cabeça e beijei-o nos lábios. Ele, suavemente, pôs a mãos à volta da minha cintura e eu descontraí-me. Quando ele abriu a boca eu fiz o mesmo.” P: “O que é que mais gostas no teu corpo?” Laura: “Gosto da estrutura do meu corpo e dos meus olhos” P: “O que é que procuras num homem?” Laura: “Quero alguém meigo e carinhoso. Gostaria de alguém que seja afetuoso e que se preocupe comigo, alguém que me faça sorrir” P: “Como foi a tua primeira vez com um rapaz?” Laura: “Ainda sou virgem.”
[3] O filme “South Pacific” (1958), real. Joshua Logan, c/ Rossano Brazzi, Mitzi Gaynor … com o título local de “No Sul do Pacífico” estreou terça-feira, 6 de outubro de 1959 no Monumental. “Pela primeira vez em Portugal a imagem total e o som absoluto do TODD-AO, o novo processo insuperável numa obra-prima que é uma fascinação maravilhosa.” “O encanto do mundo das ilhas do mar do sul num grandioso espetáculo que é um milagre total!” “Pela 1.ª vez em Portugal o milagre do TODD-AO. Um espetáculo de grandeza total em que tudo se harmoniza.”
[4] A supremacia da economia eliminou as revoltas. Nem sempre foi assim. Elisa Ferreira: “Em 1977, quando acabei o curso de Economia, a hipótese da adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia (CEE) já estava na agenda, mas os assuntos europeus ainda não constavam do curriculum académico. Tornei-me assistente na Faculdade de Economia do Porto e recebi então um convite para colaborar com a Comissão de Coordenação da Região Norte. Aí, recebi como primeira encomenda analisar o que aconteceria à região Norte se algum dia Portugal aderisse à CEE. Foi um desafio tão interessante quanto angustiante porque não tinha qualquer base por onde partir. (…). Não perdi o rumo da encomenda inicial e logo na tese de mestrado fiz os cálculos sobre os ganhos e perdas em termos de desvios e de criação de comércio decorrentes da adesão à CEE, que me deixaram muito preocupada. Quando, em grande aflição, fui comunicar ao Dr. Mário Soares, na altura primeiro-ministro, que sem os fundos estruturais de apoio às regiões mais desfavorecidas os resultados económicos da adesão seriam muito duvidosos, ele respondeu com um grande sorriso e a maior das bonomias: ‘Minha querida amiga, isto não é economia, isto é política’”, em Diário Económico n.º 6192, 12 de junho de 2015.
[5] Chorar. “Em Tóquio, o Mitsui Garden Hotel surpreendeu o universo da hotelaria ao transformar quartos tradicionais em quartos de choro. Recebem uma pessoa por noite e parece que têm tudo o que é preciso para garantir uma boa choradeira terapêutica: lençóis de caxemira, literatura melosa e depressiva e sessões de cinema – o clássico ‘Forest Gump’ e o filme romântico coreano ‘A Moment to Remember’ integram a lista de doze. Nos quartos, também há desmaquilhantes suaves e, como é de esperar, lenços macios para enxugar as lágrimas e máscaras quentes para evitar o inchaço nos olhos. Melhor seria impossível, não fosse o preço: por este caricato luxo, as japonesas pagam 75 euros por noite. Mas é preço de campanha. Depois de 31 de agosto [2015] será mais caro. Detalhe importante: os quartos de choro são só para senhoras. Num país onde as diferenças de género são ainda muito marcadas e a pressão sobre as mulheres de negócios e bem-sucedidas é enorme, o hotel preocupou-se em proporcionar-lhes um espaço para despejarem emoções sem culpa, vergonha, medo ou juízos de valor. (…). Ayumi Iwabuchi conta … ‘As mulheres japonesas estão agora tão ocupadas com o trabalho, a casa e a família que não têm tempo nem espaço para chorar. Elas precisam de um quarto de luxo para aliviarem o stress a que estão diariamente sujeitas. Quando pensei em criar o quarto de choro, pensei nas mulheres de negócios que sentem, cada vez mais, que não podem falhar”, na revista Sábado n.º 580.

246 Comments:

  • At 9:46 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    8.º post de 1984, mês de abril. Antes levou uma paleta introdutória de ditos de nossos políticos maiores para nunca esquecer que, se somos o povo mais rico da Europa, a nós próprios o devemos. Não coloquei uma histórica por nos colocar no caminho marítimo para mais dinheiro, porque está acarinhada na memória de todos: Passos Coelho: Até eu ter saído do governo o Banif estava a dar dinheiro (14-02-16). Já causa mais do que náusea olhar ou ouvir Passos, ainda hoje vem na capa do Sol, e nunca lhe ensinaram a colocar as mãos, mexe-as como se estivesse a ver se os melões estão maduros. Um tipo vazio, um herói nacional.

    Os bófias e o tabaco aumentam. Ambos fazem mal à saúde, mas não há nada a fazer, são os vícios das gentes. Em abril de 84 Rosa Mota ganhava massa nos States.

    Nesse mês surgiu uma notícia de grande valor humano, exemplar de um todo um povo. A história da Corina, que diz ter tido 25 filhos, que o marido vendeu-os e lhe dava porrada e lhe fazia aberrações sexuais (claro que as aberrações sexuais de então é o sexo normal de hoje, mudam-se os tempos, mudam-se os buracos, dizia um poeta); o marido diz que era 10, o povo tenta linchá-lo quando a notícia passou na RTP; desde a revolução francesa que o povo se pauta pela justiça. Corina começou a parir aos 11 anos.

    Houve muitos debates com economistas e Portugal teve a sorte de ter os maiores economistas do mundo. Escolhi frases dos mais conceituados e citados internacionalmente, como Vítor Constâncio (solução para o país: construir pontes e estrada), João Salgueiro (a livre iniciativa, ó maravilha), Cavaco Silva (agricultura e salvamos isto, o défice podia aumentar que não havia problema).

    Nesse mês rolam cabeças na RTP. Mário Soares não gostou da insistência em transmitir reportagens sobre manifestações da CGTP.

    Em Favaios havia rumores de lepra que só afetavam moças entre os 15 e 21 anos. Naquela altura ainda éramos pobres e era necessário começar a trabalhar para comer. Provavelmente, as moças sofreram alguma reação alérgica aos produtos de lavagem das garrafas. Hoje o Favaítos é um sucesso, vende 22 milhões.

    mole chamo a atenção para um género caído no esquecimento, os filmes erótico-conventuais, toda a gente se lembra de papar doces conventuais que esquecem que há mais vida para além da cozinha. É estreado o Godard’s Je vous salue, Marie. João Paulo II dizia que aquilo feria os sentimentos dos crentes, e até um cinema de arte e ensaio foi incendiado em França. Godard andava enrabichado pela atriz Myriam Roussel, e consta que para a ter mais tempo por perto demorou eternidades a realizar o filme e que se atirou a um lago gelado. Na nota 3 dou conta de um dia aziago de Godard em Cannes em que leva com uma tarte nas trombas de uns curtidos que atiravam-nas a figuras públicas, Henri-Lévy é o recordista de tartes nas fuças.

    E claro, a bem nossa cruzada de Abecasis contra projeção do filme na Cinemateca na nota 4. Já não há coisas assim: cantou-se a Hossana, rezou-se o terço e as palavras de ordem motivavam mesmo: A Virgem é pura ou O realizador é ateu. Onde é que existe isto hoje? O realizador é ateu! A TINA destruiu a contestação, já não podemos gritar o escritor é ateu, ou o ministro é ateu, ou o cumentador pulítico é ateu, ou o cientista político é ateu.

    Salientei o discurso de Arroja sobre o punho fechado que não faz festas (ele ainda não viu o filme do Friedkin sobre o fist fucking, curiosamente é um filme dos oitentas). Realcei a webcam como instrumento de independência económica da mulher independente com MissAlice. E o dildo, inventado antes da roda, vendido nos mercados da Grécia antiga, mas foram os mercados de das Neves que o trouxeram para o centro da libertação da mulher. O que libertou a mulher, não foi a pílula, não foi o direito de voto, não foi a máquina de lavar, foi o dildo. Com um dildo uma mulher é realmente independente.

     
  • At 2:23 da tarde, Blogger São said…

    Por toda a corte celestial inventada e por inventar, não (me) fales mais do reformado de Boliqueime e acólitos....

    Bom fim de semana

     
  • At 12:27 da manhã, Blogger mole said…

    O balanço da égua que me antolhara sinal de gentileza na marcha convertera-se-me na encarniçada maceração das misérias que padecia, e ansiava apenas pelo semicúpio de água salgada, a aliviar-me da saguinolenta ardência que me ia humedecendo os fundilhos das calças de briche. (...) Nada existe que mais nos roube o respeito dos comuns dos que as mazelas que grassam abaixo da cintura e acima do joelhos (...)

    Mário Cláudio, Gémeos

     
  • At 12:33 da manhã, Blogger mole said…

    "Depois de Mário Cláudio começa a literatura de apartamento, em surdina, para não incomodar os vizinhos."

    Agustina Bessa - Luís

     
  • At 12:34 da manhã, Blogger mole said…

    «Jorge Jesus? Nem sonho, nem ressono»

    Pinto da Costa

     
  • At 12:49 da manhã, Blogger mole said…

    Também gostava de saber o IMI:

    http://thebustyfeed.com/post/141967345324/the-busty-feed-reblog-if-youre-ready-for

     
  • At 1:43 da manhã, Blogger mole said…

    Aqui há atrasado abordaste uma temática essencial do campo político da contemporaneidade, a fala, nomeadamente, e para especificar, e mais precisamente, da fala dos "animais que falam", uma temática também objecto de uma perspicaz análise metalinguística e novilinguística por parte de Jean Baudrillard (e que agora de nada lhe serve pois está morto). Bom. Receio que o CM, fonte fecunda de pensamento e fulgurações teóricas, tenha tornado esse profundo e incontornável "topoi" da política, e particularmente do discurso biozoopolítico contemporâneo, obsoleto:

    http://www.cmjornal.xl.pt/insolitos/detalhe/aparelho_traduz_miaus_em_voz_humana.html

    Penso que se podia articular a biozoopolítica com uma nova disciplina: a (zuvi)[zava]novilinguística.

     
  • At 10:55 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    SÃO: Cavaco é um caso para investigação científica. Como foi possível uma inutilidade absoluta ter passado pelos mais altos cargos da nação? Só é possível entre um povo de patetas, eu sou pateta, portanto até nem me admiro.

    Mas há outro como cantava a Ágata. Não há dúvida que Passos é o maior cómico luso. Um Cavaco de pacotilha. Ele abre a boca é sai piada de fazer rir o Buster Keaton. Então não vai ele para o Sol dizer: “Eu durante 4 anos fui primeiro-ministro e fui frequentemente insultado no parlamento”. Esta enfase no “fui primeiro-ministro”, para que os lusos não se esqueçam de o chamar outra vez é patético, é tão patético que é capaz de resultar. E depois diz: “Hoje estou na oposição e a maioria do parlamento insulta-nos em todas as intervenções que são feitas”. Com aqueles finórios que constituem o grupo parlamentar deve ser difícil encontrar insultos.

     
  • At 10:55 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Fogo, literatura de apartamento? Ao preço das rendas em Portugal? Almejemos uma literatura de debaixo da ponte ou banco de jardim.

    Isto é a pedra de Roseta, a máquina Enigma, a cítala moderna que permitira compreender, não só os gatos, mas todo o miado adjacente: nunca mais ficaremos sem saber que quis dizer Marques Mendes ou o que diz Molero Carreira, erradamente conhecido como Medina. Talvez, depois do dildo, seja a maior invenção humana (apesar de me parecer apenas uma campanha publicitária a alguma marca de comida de gato, mas se os jornalistas do CM investigaram, está investigado).

     
  • At 10:56 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Como o inverno está a acabar.

    Como vives no interior ostracizado, embora Valter Hugo Mãe ou Francisco José Viegas por essas terras façam roadshows, não quero que fiques arredado da cultura de Lisboa.

    Nem um sobre Portugal.

    Que Kant fosse virgem, não acredito, nunca poderia ter escrito o que escreveu se o fosse, a sua filosofia arranca de uns colhões satisfeitos.

     
  • At 4:33 da tarde, Blogger mole said…

    Recorrendo à piada fácil e ao humor poujadista: Kant tinha namorada, mas esta dava-lhe cabo do juízo; além disso, a "gaja", toda a gente sabe, é um objecto de estudo caprichoso, em desequilíbrio permanente, fonte de estropia, fenómeno "timótico" definido por um conjunto de variáveis praticamente infinitas, entrelaçadas num sistema e numa dialéctica hipercomplexa de acções e retroacções; de "telos" inescrutável, de "pathos" proactivo, Era impossível a um geek/nerd como o Kant, formular juízos sintéticos a priori ou a posteriori sobre um tal objecto; Kant optou por ajudar a acertar os relógios em vez de enfrentar a "coisa" pelos cornos. Dizia ele "se todo o conhecimento começa na experiência com gajas, nem todo o conhecimento deriva da experiência com gajas, dedicar-me-ei apenas a este último, que é mais seguro e traz menos chatices". Morreu muitos anos mais tarde, bastante lélé da cuca, ainda que sem a sífilis que mais tarde afectaria Nietzsche.

     
  • At 4:57 da tarde, Blogger mole said…

    Mesmo sendo uma "inverdade" factual, na realidade mostra bem o lugar onde estão os amigos na época do Arredes Sociais:

    http://daliteratura.blogspot.pt/2016/04/espiritismo.html

     
  • At 5:15 da tarde, Blogger mole said…

    1 de Maio. Deus me livre de brincar com coisas sérias, mas o CM podia deixar espaço para a imaginação de capitalistas pervertidos e tarados, não ilustrando estes factos:

    http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/empregada_forcada_a_masturbar_o_patrao.html

     
  • At 6:09 da tarde, Blogger mole said…

    Almeida Santos versus Tio Adolfo:


    “É um grande político. E mais: é um político que tem uma penetração populista espantosa, se a quiser ter. É um orador em que o som é tão importante como as palavras, uma voz espantosa, e as audiências políticas para que fala vibram com ele como não vibram com ninguém, nem o Sócrates”,

    António Almeida Santos, presidente do Partido Socialista, sobre o seu partidário colega Jorge Coelho - no Diário de Notícias, 11 de maio de 2008). [citado por Táxi Pluvioso]

    "O primeiro fundamento para a formação do princípio da autoridade consiste sempre na popularidade. Uma autoridade, porém, que se apoia unicamente nesse fundamento é ainda extremamente fraca, insegura e vacilante. Todo portador de uma tal autoridade, baseada exclusivamente sobre as simpatias populares, deverá, por essa razão, tratar de melhorar a base dessa autoridade pela criação do poder. No poder, na força material, vemos a segunda base de toda autoridade. É essencialmente mais sólida, mais segura, mas nem sempre mais vigorosa do que a primeira. Quando se reúne a popularidade com a força material, e conseguem as mesmas sobreviver juntas, um certo tempo, então poderá surgir uma autoridade sobre uma base fundamental ainda mais sólida, a autoridade da tradição. Quando, enfim, se ligam. a popularidade, a força material e a tradição, pode-se, então, falar de uma autoridade inabalável."

    Tio Adolfo

     
  • At 6:43 da tarde, Blogger mole said…

    Tens uma ideia errada. A Passarela já existiu aqui (apesar de por breve período). Pensas que isto é uma zona habitada por neandertais, agarrados à tradição, aos palmitos e ao Manel e à Maria? Não. As práticas culturais contemporâneas e cosmopolitas também aqui têm (ou tiveram) lugar. Pelo contrário, é aí, esse sítio onde habitas, que se deserificou culturalmente, sendo agora um deserto, uma ruína só a tempos espicaçada pelos feirões do Tony e pelos eventos da Catarina Portas.

    Por isso, deixo-te este momento de saudosismo cultural, esse velho tempo abrilhantado pela pena de Eduardo Prado Coelho:

    https://www.youtube.com/watch?v=-FgpM6lp1EU

     
  • At 8:09 da tarde, Blogger mole said…

    Exagerei, ainda há umas nicas de cultura por aí:

    http://mag.sapo.pt/showbiz/artigos/alvalade-rock-estadio-transformado-em-festival-de-musica?artigo-completo=sim

    Badoxa, Boss AC, Big Nelo, Expensive Soul, C4 Pedro e Mastiksoul

    O cartaz promete.

     
  • At 8:20 da tarde, Blogger mole said…

    Entretanto na Venezuela:

    http://www.dn.pt/mundo/interior/pais-com-falta-de-tudo-ate-de-cerveja-5152020.html

    Sousa Cintra já foi contactado, mas os afazeres com a busca de petróleo no Allgarve impedem-no neste momento de partir para a Venezuela.

     
  • At 9:58 da tarde, Blogger Jose Torres said…

    Grande post; estou derreado e até as montras (lentes) fumegam.
    Ainda estou a fazer a digestão dos últimos acontecimentos.
    Um ser vivo até se sente herbívoro, tal a frescura verde que tem à disposição; isto para além daqueles lanços (é mesmo isto e não lances) que todo o povo gosta e parodiam na e para a imprensa.
    Sei que se esgotaram, (em Portugal), os sapos, mas será melhor engoli-los do que enfrentar as ondas de choque.
    Gosto de melodias e músicas que apelem à calma e nada mais grato que ouvir o grande pintor, digo, mentor, aliás estupor Pedro Arroja. Só será superado pelo grande Barrote, aliás Cavaco.
    Ainda bem que se ouve e lê em 'Português' em Portugal.O que se pode exigir mais?
    Que todos os dias a PJ faça buscas, detenções, levantem autos de pilhagem ao povo e... continuarmos a ter que pagar que a polícia vigie alguns dos maiores traficantes de dinheiros.
    Eu gosto de ser português. Só tenho pena de não ter os braços e os bolsos maiores para me locupletar com o suor de alguns (muitos)...

     
  • At 11:27 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    José Torres: os posts têm de ser necessariamente grandes, não posso correr o risco que alguém os leia, e eu seja chamado perante alguma autoridade maior para me tirar satisfações. Nem eu consigo lê-os, na revisão antes da publicação, fico-me por metade, não admira que contenham erros.

    A PJ tem que justificar o excesso de efetivos que tem, pondo todos à procura de algo para fazer. É bom. Entretém-nos e dá emprego aos jornalistas também. Não sairá grande coisa disto, só se for matéria para escreverem livros.

    O discurso de 1.º de maio de Passos foi algo emocionante. Francamente espero que, um pateta vazio como ele, volte ao governo. E tenha uma vida longa na política como Cavaco, pois são muito semelhantes, ambos são umas inutilidades sem ideias, que agradará muito ao povo.

     
  • At 11:29 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: ahahahahah Kant conhecia-as de ginjeira, nem um café lhes pagava, dava-lhes com pás perpétua e costumes de metafisica.

    Puxa, no terceiro dia marcelo vira-se para a cultura! O texto não especifica que lado é virado, para a cultura, e não quero fazer chiste fácil sobre virar lados mais desprotegidos com pretos por perto. “Eventualmente, a posição moçambicana contra o Acordo Ortográfico virá à baila”, esta poderá ser uma frase literal, e ser mesmo dança, pois sendo o inglês a língua oficial de Moçambique, eles bem se devem estar a borrifar para a língua do Camões.

    Três mil euros por uma punheta?! Deve ser recorde da punheta mais cara. Embora seja um ato de piedade e não um ato sexual, as juízas, neuróticas, confundem com a privação que fazem passar os maridos. Teria a sua graça ver a prova produzida em tribunal, num caso que é palavra contra palavra, mas, claro, em tribunal, funciona a solidariedade entre gajas (que são umas coitadinhas sempre ameaçadas pelo pénis mau). O acórdão é muito engraçado: “Criou uma situação de inferioridade, o que revela uma personalidade calculista.”

    Em termos canoros há muita semelhança entre Adolfo e Jorge Coelho, ambos são tambores, e têm boa voz para a rádio.

    Por cá não há Bikini Contests, nem Nuno Eiró ou Quimbé se arriscariam a apresentar um. A mulher portuguesa não está desenhada para essa peça de roupa, ainda está feita, física e moralmente, para vestir bata às flores como as avós.

    “Num evento de 10 horas non-stop”, agora percebo porque se chama Alvalade Rocks, ao fim da segunda hora começamos a atirar pedras. O estádio de Alvalade eram armadilha mortal, nunca sucedeu nada, porque o povo é sereno, mas a malta saía do estado e depois aquele magote todo tinha que sair por uma porta estreita para chegar à rua das Linhas de Torres (creio). Eu deixava sempre o estádio esvaziar um pouco e só depois é que saía, quando já não havia grandes aglomerações na tal porta.

    O Maduro tem os dias contados. Pode faltar tudo, até Viagra, agora cerveja é que nunca. Dá direito a insubordinação generalizada. Foda-se o tipo é pelo capitalismo puro e duro: "Se não consegue gerir as suas empresas que as entregue a quem consiga, bandido, ladrão, oligarca, traidor. Uma fábrica parada é uma fábrica nacionalizada", ameaçou o presidente do país. Entregar a economia a ladrões é a essência do Capital.

    Já continuo.

     
  • At 1:45 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Um pouco de dança, foi para isto que fizemos o 25 de abril, e não para ver gajas.

    E estavas a falar de cultura, o consumo de cultura já não é o que era, agora são esquisitos.

    As asneiras da Jennifer, não aquelas que gostaríamos de saber.

    Bem podia ser eu, sou expert e misterioso.

    As revistas para vender a sua caca, já nem imaginação têm.

    Não é fácil.

    Exposições para veres e cultivar.

    A velha Sheena.

    Que está mal representada na net.

    Quase descriminada, não encontrei um trabalho sobre ela.

    Um atentado contra a cultura.

     
  • At 1:52 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Este é muito conceituado pelas pessoas com coisas intelectuais.

     
  • At 2:07 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Era o 1.º de maio, mas esqueci-me de mostrar a teoria do salário, que se aplica ao trabalhador na Autoeuropa e aos cientistas políticos e aos professores universitários.

     
  • At 10:23 da tarde, Blogger mole said…

    A experiência científica dos macacos leva-nos de volta à Zara e ao Truta.

    Começo com esta citação do Evola:

    "Concerning the first point, the notion of "many" (i.e., a multiplicity of individual beings) logically contradicts the notion of "many equals." First of all, ontologically speaking, this is due to the so-called "principle of undiscernibles," which is expressed in these terms: "A being that is absolutely identical to an-other, under every regard, would be one and the same with it." Thus, in the concept of "many" is implicit the concept of their fundamental difference: "many" beings that are equal, completely equal, would not be many, but one. To uphold the equality of the many is a contradiction in terms, unless we refer to a body of soulless mass-produced objects."

    Depois não dou continuidade, estou bastante cansado agora, mas ocorre-me uma coisa: na experiência devia estar também o macaco Adriano, o que produziria uma alteração significativa (acabo aqui o comentário, que soneira).

     
  • At 11:06 da tarde, Blogger mole said…

    Depois de uma micro-sesta e um café já estou pronto para dissertar mas uma bocadito. O problema do protesto do macaco é o protesto ser "cute", contrariando o célebre princípio maquiaveliano [digo "maquiaveliano" para me distanciar dos "maquiaveliasnos" que não percebem nada de Maquiavel] : "mais vale ser temido do que amado". Bom. A manifestação ordeira e pacífica dos portugueses aqui há uns anos, contra as políticas de Passos, contrariaram, de igual forma, o tal princípio. Enquanto os radicais de extrema-esquerda esperavam, no aconchego das ruas, um remake de um filme de Eisenstein, Passos, de pantufa, embevecido da omoplata, comentava: "que fofos!".

     
  • At 12:56 da manhã, Blogger mole said…

    Esse clip "Tu bailando provocas" é muito semelhante aos Fun Lovin Criminals e ao José Reza. Acho que isso de pôr gajas de bikini num barco tem origens remotas naquele filme do Polanski passado num barco com três pessoas (não tem nada a ver com o jerome k jerome). Antes de ontem vi bocados de um filme, já não via bocados de um filme há meses, e era um, muito bom mesmo, com o Robert Redford sozinho num barco, se calhar era aquele barco dos Estaleiros de Viana revendido ao Douro não sei quê e que não atingia velocidade de cruzeiro suficiente, pois um dos trabalhadores, com a preguiça de mandar comprar mais parafusos, deixou passar a coisa; e pela falta de um parafuso numa bota de um soldado perdeu-se uma batalha e por uma batalha perdeu-se a guerra: ficamos sem nada desde goa, damão e diu.

     
  • At 1:10 da manhã, Blogger mole said…

    Lembras-te da série "Jovens Heróis de Shaolin"? Acho que já se falou aqui dela. Não conhecia este filme:

    https://www.youtube.com/watch?v=0AHz2B-_sLQ

    É um clássico muito conhecido, pelos vistos; a partir do minuto 3 (nesse clip), o filme parece uma versão mística e arty dos Jovens Herois de Shaolin. Uma coisa que temos de lamentar é que o Manoel de Oliveira não tenha feito um filme de Kung Fu (para recorrer à inevitável piada fácil).

     
  • At 1:23 da manhã, Blogger mole said…

    O CM gosta de dizer mal do Pinto da Costa, mas isto é um golpe demasiado baixo:

    http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/sociedade/detalhe/falcoezinhos_ja_nasceram.html

     
  • At 1:57 da manhã, Blogger mole said…

    Este filme podia chamar-se "A Revolta do Homem que foi entregar a pizza ao Sócrates":

    https://www.youtube.com/watch?v=1MIIgK_k6fw

     
  • At 2:06 da manhã, Blogger mole said…

    Táxi, tu que andas praí com exemplares bolorentos dos Cahiers du Cinema, aprende: melhor do que planos-sequência, "faux raccords" ou close-ups invertidos, é o "zoom out":

    http://bigtitsandhotchicks.tumblr.com/post/143731839876/boobdropgifs-zoom-out-tits-out

     
  • At 10:12 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: “unless we refer to a body of soulless mass-produced objects” é a definição do produto saído das universidades de verão ou das jotas dos partidos, e que eles são todos iguais, também é ontologicamente verdadeiro. O Evola deveria ter tido em conta o povo que conta para a História, o povo que lava no rio.

    A malta não protesta like a boss, apenas por razões económicas, não há dinheiro para reposições. Se o bófia nos rasgar a roupa não há cacau para ir à Zara; se perdermos a mochila ou o boné não há dinheiro para outros; se o bófia nos despedaçar o corpo não há carcanhol para pensos e mercurocromo; se ele nos partir um osso não há pilim para canadianas e por aí fora. Por isso a manifs têm de ser feitas com muita calma.

    Isso por aí está culturalmente on fire. São rusgas nos estaleiros, exposições de discos dos Beatles (imagine-se), as procissões devem estar a arrancar e os festivais de verão, idem, e a sardinha já pula na rede em pouco estará no pão.

    Jovens Heróis de Shaolin é um marco na educação de gerações portuguesas, foi lá que das Neves encontrou o zen para a sua economia.

    É um artigo de jornalismo de investigação que solta a piada fácil, que eu não vou fazer, como, por exemplo, “não têm anilha”, ergo, não podem levar na anilha, ou “falcões-penereiros”, sugerindo dragões-paneleiros…

    Nunca mais se ouviu falar no rapaz da pizza, num país desenvolvido ele teria sido convidado para fazer um filme de arte em que o que conta é a interpretação e não o enredo. Já que recordaste a China, talvez estejas esquecido quem abriu a China ao Ocidente Livre, quem é responsável por esta invasão amarela que hoje assistimos, e sim, foi nos oitentas.

    Foram as atrizes que revolucionaram o cinema. O leigo olha e vê, por exemplo, uma gaja a fazer um broche; um crítico olha e vê uma gaja a interpretar que faz um broche; esta diferença ontológica distingue a arte da chafurdice. Isto é algo que as pessoas têm dificuldade em perceber, repudiando o cinema, vendo bandalheira onde está técnica em interpretar uma personagem.

    E por bicos. Estava muito sossegado a cultivar a mente, e pop up uma daquelas mensagens: Oi sou a Elisa posso fazer-te um broche? Estou na tua casa em 10 minutos! Como é que a Europa quer chegar a crescimento no PIB de 6 ou 7 %, como nos velhos tempos, quando permitem coisas dessas. Como é que as pessoas vão trabalhar no dia seguinte? O broche ainda vá que não vá, mas a questão é que, engolido ou cuspido, conversa puxa conversa, e um gajo passará o resto da noite a discutir com a Elisa (ou outra) fenomenologia, ou ciência política, ou microbiologia, ou análise estrutural do CM e chega ao emprego e não rende e o PIB afunda-se.

     
  • At 10:13 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Fez-me recordar que já ninguém sabe tricotar camisolas.

    Nos comments, apesar de o gajo se justificar com sarcasmo, pôs o dedo na questão candente, a mulher é pornográfica, e as esganiçadas não fazem nada para acabar com isso.

    Nunca sabemos que parte seguraram os nossos, Lomba segurou o quê? Passos segurou o quê? e Teresa Caeiro? Na estranja seguraram...

    Uma de Drake.

    Na Venezuela, nem free nem a pagantes.

    Caca no prato.

    É mentira é.

    Envelhecer.

    Come tudo que amanhã não sabemos.

     
  • At 1:23 da tarde, Blogger mole said…

    Fónix!!!

    Brandy - Another Day In Paradise ?!

    O videoclip segue uma estética neo-realista (isto sou eu a interpretar) e nunca se viu o título de uma canção ajustar-se tanto ao nome da banda. Por falar em brandy (eu não bebo nada mas gosto bastante de brandy), há um filme do Hitchcock - dizem que é mau o filme mas eu acho que é muito bom (mais uma vez estou a interpretar) - em que uns gajos traficam, entre outra coisas, brandy, o filme é o "Jamaica Inn".

    O Drake é mais previsível: segue a estética pop-leggins.

    O seguro é importate em casos como o da Dolly Parton. Quem devia também fazer um seguro era o Sean Penn.

    A dieta mediterranea estava condenada estava. Se consumimos "o preço certo em euros" por que não fast food? Queres filmes oscarizados sem pipoca e coca cola? Queres Andy Warhol sem hamburguer? E há alternativa? O bolinho de bacalhau também faz mal.

    Por falar em paraíso, o paraíso está no instagram da Rita Pereira: praias azulinhas e mais limpinhas que a alma de do Zeinal Bava depois de sair de uma comissão de inquérito. Não há qualquer objecto flutuante em forma de alheira observável (nem com zoom) naquelas águas do Éden.

     
  • At 1:24 da tarde, Blogger mole said…

    rranica

     
  • At 1:39 da tarde, Blogger mole said…

    Mesmo no porno há instantes de trégua em que os personagens transcendem o natural esquema das coisas, é como uma passagem de vida, um momento de graça (salvo seja) em que guerreiros e guerreiras (à falta de melhor vocábulo) se esquecem do inexorável destino e caminham leves como Dionisos:

    https://www.youtube.com/watch?v=l56pDPIeYcA

     
  • At 2:00 da manhã, Blogger mole said…

    Se já tas farto de ouvir o Sinatra ou o Jonnhy Rotten, podes dar oportunidade a outra voz solista:

    https://www.youtube.com/watch?v=hiexTx4IMA8

     
  • At 9:30 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: por regra, quando os críticos vilipendiam a obra é boa, neste caso é necessário deixar que o vintage cumpra a sua função, e teremos um filme conceituado ou outra obra de arte qualquer (quanto não valem uns rabiscos do Picasso ou os cadernos da primária do Chagas?).

    Se esse acordo USA/EU significa mais lixo cultural americano na Europa, e estou a pensar em Ginsberg ou Coppola ou outros barbados ou não barbados, seria melhor pensar duas vezes, e consumir português, onde as mulheres têm bigode. E a propósito, que será feito do célebre buço lusitano? Ainda sou do tempo em que elas depilavam o upper lip, mas nunca mais ouvi falar disso, será uma palavra em risco de desaparecer do dicionário.

    O snooker é um desporto relaxante, porque é jogado com um pau, uma vara, ao contrário do curling que ofende as mulheres ao pôr-lhe uma esfregona nas mãos.

    O Cocas canta bem, não tão bem como as nossas famílias cantoras, Carreira, Malhoa, Guimarães de Mello, Amorim, Soares dos Santos, Alves Ribeiro, Salvador Caetano, Champalimaud, bom, estas já são famílias de ricos, o que não quer dizer que não cantem muito bem, tão bem como o Stainthorpe.

     
  • At 9:32 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: Marisa Papen não gosta que façam a piada fácil com a terceira pessoa do plural do presente do indicativo do verbo papar sempre que vai buscar um livro de Carnap.

    A Rachel engraçou com a portuguesa Vasconcelos.

    E Adele mostra porque seu esposo a ama muito. (Epá, ontem, aqui na rua, tive espetáculo de duas bitches lutando pelo marido, de uma que fodia a outra, há muito tempo que não via um catfight, algo que devia ser obrigatório todos os dias. Mas esta salutar atividade levanta problemas linguísticos. Como traduzir bitches: por putedo? É uma palava bem portuguesa, com um grande peso na caracterização de um estado psicológico feminino. E catfight, luta de gatas não dá, pela conotação brasileira, e muitas são feias e não gatas; lutas de putas, também não dá, por ofender uma profissão nobre; putedo em luta, é melhor, mas tem um ar sindicalista, Arménio Carlos é capaz de não gostar. Estes é que são temas que o Arredes Sociais deveria tratar com a sua notória sabedoria, em vez de esperar que o Presidente marcelo traga de volta os “c” e os “p” da sua viagem a Moçambique).

    Ontem foi só boas notícias. Diz que os Radiohead apagaram-se do digital, se se apagarem de tudo, seria o paraíso, melhor que brandy. A população de Póvoa de Lanhoso bebia água misturada com esgoto, deve ter sido um sucesso, a água deve ter esgotado.

    Há um milagre à vista. 47 mil professores concorrem a 100 vagas. Cristo já fez isto, com 100 pães deu de comer a 47 mil pessoas, logo é possível. E matérias para ensinar não faltam.

     
  • At 9:36 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    “Há uma instrumentalização da criança porque ela é objeto de um contrato o que é prejudicial para a criança mas também para a mulher que é reduzida a uma máquina incubadora..” Mas é outra coisa?

    Olha, a solução para a crise é mais fácil do que se pensava.

    Um blasfemo, se ele consultasse Deus Google nada disto acontecia.

    Para depois poder haver catfight, já há a roupinha para o amor.

    Está quase a chegar.

    A propósito do zen (se quiseres ser iluminado tens que ver até ao fim).

    Xixa.

    Os saudosos tempos em que a vida era mais simples.

     
  • At 10:21 da manhã, Blogger mole said…

    Fogo.

    Há uma "Associação de Juristas Católicos"?! Isso não será uma notícia de tanga?


    O Adolfo Rebelo de Sousa:

    "preocupa-me seriamente que o professor de Direito Marcelo Rebelo de Sousa, actual Presidente da República, que jurou cumprir e fazer cumprir a Constituição, esteja mais próximo da teoria sustentada por Carl Schmitt do que da teoria defendida por Hans Kelsen."

    https://www.publico.pt/politica/noticia/contra-o-estado-de-excepcao-economicofinanceiro-1730838?page=1

     
  • At 1:00 da tarde, Blogger mole said…

    A Hitomi Tanaka agora tem um público-alvo mais específico: os que frequentam Serralves, galerias de arte, bibliotecas, etc. Retiro esta "ilação" dos temas abordados: Hitomi aluna de violino, Hitomi aluna de piano, Hitomi nos corredores de livros, Hitomi na galeria de arte contemporânea, etc. Já não via nada assim desde o Dragonball.

    "Há um milagre à vista. 47 mil professores concorrem a 100 vagas. Cristo já fez isto, com 100 pães deu de comer a 47 mil pessoas, logo é possível."

    O 70 vezes 7 também nasceu deste problema numérico, é um problema cada vez maior: a fila, ou como se dizia dantes, a "bicha". Pascal dizia que a vida é estar na fila, à espera da estocada final. O que vale é que cada número (excepto o 44) é apenas a expressão individual (na ordem do tempo) de uma substância una e eterna, por isso não há razão para pessimismo e desesperanças.

     
  • At 4:50 da tarde, Blogger mole said…

    "Entretenimento, arte ou activismo: como decifrar Beyoncé?

    O seu último álbum-visual, Lemonade, tem vindo a provocar um amplo debate onde se tocam as dimensões privadas e políticas da sua carreira, numa obra de múltiplas leituras. Como compreender Beyoncé?"

    — Algo de absolutamente entusiasmante e novo; as "múltiplas leituras". — [eu a interpretar]

    "Para o americano Kevin Allred, professor do departamento de Estudos de Género do Centro Rutgers, em Nova Jérsia, que dirige há cinco anos o seminário Politizando Beyoncé, onde disseca questões de negritude, classe, política e género, comparando textos clássicos das ciências sociais com elementos do seu percurso, é a sua obra mais fascinante."
    “A forma como mistura géneros e formas no filme e no álbum é magnífica”, diz-nos"

    — A absolutamente nova e excitante "mistura de géneros e formas". [eu a interpretar] —

    "O americano Kevin Allred insere-se numa tradição teórica que defende que é aquilo que por vezes não levamos muito a sério – como acontece com a música de Beyoncé – que acaba por ter mais impacto em nós."

    — O americano Kevin é igual a ti Táxi: tu também defendes uma abordagem teórica que privilegie elementos que ressoam nas margens: caso do trio de bailarinas por detrás do Melão ou o homem da pizza do Sócrates, ou até mesmo a necessidade manifestada por Rita Pereira de "uma grande pizza" —

    https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/entretenimento-arte-ou-activismo-como-decifrar-beyonce-1730880

     
  • At 5:25 da tarde, Blogger mole said…

    O Rei Lear:

    http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/barrica_se_para_nao_dar_casa_as_filhas.html

     
  • At 5:27 da tarde, Blogger mole said…

    "macabra descoberta" :

    http://www.cmjornal.xl.pt/insolitos/detalhe/encontra_semen_em_hamburgueres.html

     
  • At 5:34 da tarde, Blogger mole said…

    Falaste nos Radiohead. Este não é "creep":

    http://www.flashvidas.pt/a_ferver/detalhe/cr7_sempre_senti_que_era_especial.html

    "está seguro de que ficará na história"

    O mesmo não podemos dizer da estátua dele, que vive naquela constante aflição de mudança de sítio.

     
  • At 5:51 da tarde, Blogger mole said…

    loooool:

    "Jani exemplificou que, "se quisesse", podia apagar até os comentários "de Justin Bieber".


    http://www.dn.pt/sociedade/interior/crianca-de-10-anos-pirateou-o-instagram-e-ganhou-10-mil-dolares-por-isso-5157175.html

     
  • At 5:58 da tarde, Blogger mole said…

    Entretanto, no Cambodja:

    https://www.youtube.com/watch?v=XOBs6-vTYKc

     
  • At 6:07 da tarde, Blogger mole said…

    Gostava de saber por que raio andam a criticar o 50 Cent, quando ele se limita a uma crítica geral da civilização ocidental, como quase todos fazem aliás, o homem não tem direito também?

    http://www.dn.pt/pessoas/interior/50-cent-critica-autista-por-pensar-que-estava-drogado-5156974.html

     
  • At 6:33 da tarde, Blogger mole said…

    O visionamento deste vídeo não é aconselhado a pessoas sensíveis ou facilmente sugestionáveis, a probabilidade de terrores nocturnos é elevada:

    http://blitz.sapo.pt//principal/update/2016-05-04-Fas-captam-a-socapa-o-som-de-ensaios-de-AC-DC-com-Axl-Rose-em-Lisboa

     
  • At 6:52 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: a Associação de Juristas Católicos existe mesmo, nem é a mais rara, no parlamento existe um Núcleo Sportinguista, e também deve existir dos outros clubes, que vela pelos interesses do clube. Também deve haver um clube de fãs do Tony Carreira no CDS, pelo menos há tempos protestaram pela não comparência do embaixador luso em Paris na condecoração do grande cantor. Cristas não ouve outra coisa.

    Porra! Tive que ir ver quem eram Carl Schmitt e Hans Kelsen para entender o substrato intelectual, mas como P não deixa ler, Alfredo Barroso pregará aos peixes.

    Os frequentadores de Serralves é público exigente e instruído, não só Hitomi Tanaka o cérebro lhes fruirá, mas também Rion Utsunomiya (bom, creio que é ela, não quero fazer a piada leviana, mas tenho muita dificuldade em distinguir atrizes japonesas).

    E por Serralves e cultura, tenho-me esquecido daquele link que mostraste sobre o ponto mais alto da cultura lusa neste momento, Love on Top:

    Ontem às 22:28
    «Eu sou a Vanessa e sou uma persa»
    «Eu sou a Vanessa e sou uma persa e também faço miau miau», canta a esteticista para Marco, adaptado a «música» do aspirante a piloto para si. «Não podes fazer isso, com esse beat», responde, de imediato, o aspirante a piloto. Também Jessica tenta criar uma música com o seu nome.

    Como se vê é cultura da boa, multidisciplinar, como mandam as boas práticas culturais.

     
  • At 6:56 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Os americanos estão pior que os portugueses, também têm que fazer pela vidinha e criar o seu posto de trabalho: professor do departamento de Estudos de Género do Centro Rutgers! O seminário Politizando Beyoncé!! Não queria fazer a associação fácil dizendo que, seminários só do Lacan, mas lembro-me do departamento de parapsicologia no “Ghostbusters”, que também desenvolvia bons estudos e era incompreendido. Bem verdade, bem verdade, aquilo que por vezes não levamos muito a sério é o que nos impacta. Não levei a sério o João Baião, e hoje tenho saudades do “Big show SIC”.

    Um gajo não quer dar a casa às filhas, e é logo chamado maluco, ao que isto chegou. Mal-agradecidas. Ele deu-lhes um valor inestimável, deu-lhes uma rata, e com ela podem ganhar várias casas e até um castelo, se for caso disso.

    Ó diabo, ainda bem que foi o KFC, se fosse o McDonald’s, o melhor restaurante do mundo, ficaria preocupado. Não quero fazer a piada fácil mas… não refere se a mulher chegou a consumir algum dos hambúrgueres. Ai não que não comeu.

    A mãe, se meteu os cornos ao marido para ter bom esperma para os seus óvulos, é que pode dizer que é especial, saiu-lhe melhor que o Euromilhões. CR7 aqui parece um mexicano.

    Este finlandês que se metesse com o Bibs, levava logo nos cornos para atinar.

    Os Khmer vermelhos é que souberam ensinar o povo, e sem a examite do Crato, além de terem criado um país amigo dos mercados, sem reformas a pagar aos velhos.

    Autista, sim, isso, como muitas doenças atuais, cura-se com uns estalos.

    Não quero fazer a observação fácil, mas deviam ter filmado só as pernas da gaja, não por uma razão sexista ou discriminatória ou até erectória, mas por causa das botas, como referência intelectual, you know, mostrar cultura, apesar de os AC/DC não serem ensinados nas universidades americanas:

    She's sexy in her boots
    Tear up all the news
    Shoot you in the back
    Driving you mad
    Come on hear me out
    And take my advice
    She won't stop until you're in her sights.

     
  • At 7:28 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Estava a escrever sobre o encerramento do Centro Comercial City que, quando enterraram o Sá Carneiro, e Lisboa era um vale de lágrimas, estava tudo fechado, meti-me no cinema desse Centro, que devia ser o único que estava aberto, a ver um filme com a Helena Isabel, que não me lembro do nome, era um filme engajado, como se dizia, e acho que se lhe via as tetas. (Perguntei a Deus Google, aplaca as minhas dúvidas, e Deus Google diz que era “A santa aliança” do Eduardo Geada). Então decidi fazer uma referência cultural:

    “O City Cine, na rua Tomás Ribeiro, 34, tel. 549999, projetava cinema de qualidade para um público valente que, por um filme, ria-se na face do perigo, globalizado por mole no axioma “o bibliotecário de lentes garrafais e dentinhos de fora, sorriso idiota/baba (e é melhor nem sabermos os consumos porno de uma criatura deste jaez)” – uma hipótese desse basto consumo é o hiper-realismo, em que atrizes sem formação académica compõem a personagem esquadrinhando as suas vivências espirituais, como Lessa Lust e Alana Knight na obra “Lesbian Teeny Boppers 2” (2004).” – Esse extrato pode ser visto sob o título “Lisa and Alana”, impressiona o trabalho de composição da personagem em atrizes sem formação académica e que, se calhar, nem entraram em peças de teatro no liceu. Bibliotecário, aqui, serve de paradigma pois refere-se a 1984, se fosse hoje estaria desatualizado. Com a quantidade de gajas que se despem nas bibliotecas, deve ser a profissão que mais fode no mundo, muito mais que os agentes secretos e ou os rapazes da pizza.

     
  • At 7:53 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Não estou convencido.

    O mais provável é termos que ir a Angola pelas boas promoções.

    Bolas, assim não, se é para desviar da cultura, que se proíba.

    Prepara-te, Cavaco voltará.

    Nunca serão esquecidos.

    O Arredes Sociais tem estado muito ocupado com o Orelhas.

    É útil saber-se o que está em potência.

    No futuro.

    Usa sempre a medida certa.


    Um enfoque nas praias.

     
  • At 7:57 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Não fizemos o 25 de abril para ter cargas da bófia, assim também não fizemos o punk para ter rock sinfónico.

    Todas beijam o Presidente marcelo.

    No tempo em que havia pernas.

    No tempo em que isto me sucedia, as idiotices que cometi, se fossem hoje, estaria bem tramado, mas a fortuna orientou os meus passos.

    O fim da luta de classes.

    Esta é que deu força aos intelectuais de hoje.

     
  • At 11:31 da manhã, Blogger mole said…

    "atrizes sem formação académica" O Bunuel também usava actores sem formação; actores formados pelo Stanislavski é demasiado mainstream; a formação de actores (aliás "formatação") é como a escola: é a transmissão dos valores da classe opressora.

    Tu é que disseste que as pessoas são estereótipos. Mesmo correndo o risco de generalizar, é provável que um polícia americano coma iguarias paquistanesas de um saquinho de papel, com pauzinhos; que um intelectual tenha barba, óculos e cachimbo; que um político tenha fato e gravata; que um futebolista compre um telemóvel incrustado de diamantes; que uma famosa apareça nua no CM, etc.

    Por acaso já li um livro do Eduardo Geada.

    "Não levei a sério o João Baião, e hoje tenho saudades do “Big show SIC”. " E continuas no mesmo erro: ignoras agora o Cláudio Ramos, em 2045 vais ter saudades dele.

    Rock no Asilo:

    "Um festival para Stones, McCartney, Dylan, Roger Waters, The Who e Neil Young
    Depois dos rumores, a confirmação. Os promotores do Coachella conseguiram mesmo reunir seis históricos do rock, juntos pela primeira vez no mesmo cartaz. É o Desert Trip e acontecerá em Outubro"

    "Todas beijam o Presidente marcelo." O método Stanilavaski a funcionar em pleno...

    O António Guerreiro dá uma estrela ao último livro de Rentes e Carvalho:

    "A deflação erótica. Há algumas cenas de crueza sexual neste romance, às vezes recuperando uma linguagem obscena já pouco usada. Onde é que hoje ainda se diz que uma mulher “estava na fressura com a amiga”?"

    No outro dia uma senhora com bastante idade disse-me: "tive de ir de proposto ao posto médico". Está certo: "proposto". Por que não "fressura"?

     
  • At 12:01 da tarde, Blogger mole said…

    A teologia é o novo punk:

    https://www.youtube.com/watch?v=XuBKZl9DBEo

    No fundo, nada muda, nos 70s lia-se o "elogio da preguiça", agora lemos os "sermões contra a preguiça". Em 2040 vamos ler novamente o "elogio da preguiça" e assim sucessivamente, à la Empédocles.

     
  • At 12:26 da tarde, Blogger São said…

    FICO PERPLEXA COM AS COISAS QUE TU SABES !!!!

    Jamais ouvira falar em Corina...

    Espero que o estupor da criatura com quem vivia ainda esteja na prisão, mas duvido muito.

    Fica bem

     
  • At 12:30 da tarde, Blogger São said…

    Quanto a Passos , deveria ser internado compulsivamente...

    Também nunca entendi como o "bom povo português " votou Cavaco recorrentemente!!

     
  • At 12:40 da tarde, Blogger mole said…

    [ o eterno psicadelismo: http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=610452 ;o espaço "jornal o crime" da sic de hoje foi interrompido, até o polícia foi para a rua entrevistar os fiéis; Balsemão disse ontem que só uma milagre pode salvar o jornalismo da concorrência desleal do facebook ]

     
  • At 2:18 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    SÃO: a Corina e a sua cara-metade é algo muito comum em Portugal. Ainda hoje conheço casais dentro deste registo: um emaranhado mental somado a baixa escolaridade, misturado com álcool, que, nalguns casos, levou a dramáticas tragédias. No entanto, Corina cumpria os objetivos do CDS, venham filhos que Deus precisa, já não se diz assim: é para sustentabilizar a segurança social, renovar o mercado laboral, alegrar as ruas etc.

    Passos abre a boca e faz história. Tenho anotados muitos dizeres deste nobre político, da fornada dos bons, que Portugal sempre teve. É verdade que há pouca diferença entre Passos e Cavaco, exceto no cabelo, são dois tipos sem uma única ideia, e um único livro lido durante toda a vida. Mas acho muita piada ao Passos, além de mentir muito bem, tudo que diz é contra o que fez. As declarações do 1.º de maio foram lamentáveis, até defendeu a família “qualquer que seja a configuração nos tempos modernos que ela adquira”. Um Salazar modernaço.

     
  • At 2:19 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    A deflação erótica? Isso é que não, nem que tenham que meter Viagra na água da companhia. Ah a saudosa fressura, e as fressureiras, algo do passado distante, que não voltará.

    Os brasucas têm cá uma lábia; quando leio um livro em brasileiro, tenho que lê-lo em voz alta, senão, não percebo népia; o brasileiro é para ser falado e endrominar as pessoas, fundar seitas religiosas ou propagar as existentes.

    Foi exatamente isso que me tinha esquecido, da notícia mais importante, CM, claro. O novo milagre em Fátima. “Relatos de crentes referem um clarão que cegava e girava a uma velocidade vertiginosa”. Não percebo por que o país não parou e todos os especialistas, comentadores, cientistas e outros não rumaram a Aijustrel. É a tal atitude de não levamos muito a sério as coisas e depois choramos. O facto de não haver fotos não é estranho. Naquela catfight referida acima, estavam vários jovens a assistir, e nenhum a filmar para meter no YouTube.

    Uma palavra nova, das boas, em inglês, como deve ser na língua do Camões: self-fulfilling prophecy.

    Nem os festivais são lugares de paz.

    Era bom que o CSD as quisesse em casa a satisfazer sexualmente os maridos.

     
  • At 2:25 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Concorrência desleal do Facebook? Balsemão anda a tomar a mesma substância que distribuem em Fátima.

    Uma que podia aprender (a foder) era esta. E o bófia também. “Quando o polícia estava a passar a multa, Bárbara, que estava acompanhada pelo pai, saiu do café e “dirigiu-se ao Agente da Polícia Municipal em modos agressivos e impróprios, tendo-lhe mesmo chamado ladrão”. De seguida, sem prévio consentimento, fotografou o Agente em pleno exercício das suas funções enquanto dizia ‘Já está! Vai já para o Facebook!’”, acrescentou.

    Mas não ficou por aqui. “Após o aviso da contraordenação ter sido colocado no para-brisas da viatura, o pai da condutora retirou-o desse lugar e, ostensivamente, rasgou-o em vários pedaços, tudo isto na presença de várias pessoas”. No entanto, “o agente da Polícia Municipal optou por não reagir aos insultos continuando a desempenhar a sua missão de forma serena e educada”.

    Meia idade, ovários jovens.

    Quase terceira idade, corpo janota.

    Intemporal, íman para os homens.

     
  • At 2:41 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Nem morto um tipo descansa com o new speak do Estado.

    Bettie sempre a erectar.

    A lei da gravidade.

    Muito importante.

    Hoje não seriam maçãs a cair na cabeça de Newton.

    A mulher independente.

    Esta é a atriz, referida no último comment no post anterior, onde Deus Google apenas viu o poster na parede, e deu-me links para ele, ignorando a atriz e o seu nome, que ainda hoje não sei; sabemos tudo das más atrizes americanas, Meryl Streep, Julia Roberts, Angelina Jolie, sobre as realmente geniais é o mundo das trevas.

     
  • At 2:47 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Note-se que eu também só reparei no poster mais pormenorizadamente. Só olhei para a cara da atriz por razões biográficas e de estudo.

     
  • At 6:03 da tarde, Blogger mole said…

    Como dizia Eduardo pRadO e Coelho, o orgasmo é o "índice de desfiguração de um rosto".

    Traduzo numa linguagem mais técnica: o rosto, como esse, dessa actriz desconhecida (e que pode dar um maior incentivo à natalidade do que a Meryl Strip) é como um daqueles coisos que mede as variações de uma cena, neste caso do orgasmo.

    Aqueles coisos como o da capa do unkonw pleasures dos joy division ou do espanhol que caça mentiras no programa da fátima lopes; quando o coiso fica estável, como Bruce Lee depois de ser forçado a matar um, ou Pedro abrunhosa depois de arraiar o calhau, é "la petit mort"; e depois, e recorrendo ao estereótipo, lá vem o cigarro e a deflação.

    Coisas importantes:

    http://www.cmjornal.xl.pt/multimedia/videos/detalhe/veja_marcelo_a_dancar_marrabenta.html

     
  • At 6:35 da tarde, Blogger mole said…

    Já agora: os "orgasmos múltiplos". Os orgasmos múltiplos não passam do velho orgasmo na novílingua da era pós-moderna. Lá está: a "interpretação". Quanto à "fressura", não sei a origem da palavra, mas sugere-me qualquer coisa a fritar, como a banana frita do chinês, não é uma palavra tão poética como "fímbria". Não gosto da palavra "lésbica", lembra-me esferográficas e isqueiros. E "cona"? Só a tua hipótese dos lusitanos serem um povo de raíz homossexual pode explicar a origem desta palavra. "Pussy" traduz admiravelmente o referente, o significado e tudo à volta, como "Pfeiffer" traduz admiravelmente a Michelle. A ideia de cão não morde, será que a ideia de gato arranha?

     
  • At 6:54 da tarde, Blogger mole said…

    A partir de 1:20 -

    https://www.youtube.com/watch?v=F3Qljls-FkI

    (está tudo bem com as galinhas, visionamentos sucessivos confirmam)

     
  • At 8:46 da tarde, Blogger mole said…

    Falaste aí no Barbas Coppola. Olha isto:

    "O Padrinho, de Francis Coppola, encabeça a lista dos melhores gestos cinematográficos dos últimos 80 anos, segundo a lista publicada pela Directors Guild of America - 2.189 votaram no filme" (jornal de público)

    Não sei o que é um "gesto cinematográfico", suponho que seja um filme, de qualquer modo, acho que a escolha denota - e até conota - as obsessões fundamentais do homem ocidental.

     
  • At 10:35 da tarde, Blogger mole said…

    Esta caixa de comentários deve ser o último reduto das piadas sobre "sexo", coisa que só tinha graça em 1975, nas escolas secundárias em meados de 80 e, actualmente, nos programas do Nilton. Enganei-me, o CM ultrapassa-me a cada minuto:

    "Os mais estranhos factos sobre sexo A sexualidade ainda o pode surpreender. Fique de queixo caído."

    http://www.cmjornal.xl.pt/multimedia/fotogalerias/detalhe/os_mais_estranhos_factos_sobre_sexo.html

    Ah. é oficial: D.Sebastião regressou, todo partido, mas regressou.

     
  • At 12:04 da manhã, Blogger mole said…

    Parece-me uma notícia repescada ou estou em dejá vu, de qualquer forma, "não compareceu", continua a monte:

    http://www.cmjornal.xl.pt/insolitos/detalhe/pede_ordem_de_restricao_contra_deus.html

     
  • At 12:28 da manhã, Blogger mole said…

    "Levar tabasco para o espaço? "

    http://observador.pt/videos/entrevista-2/levar-tabasco-para-o-espaco-sim-porque-a-comida-nao-sabe-a-nada/

     
  • At 10:33 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: aquilo é tudo truque, é feito com espelhos; as atrizes não estão mesmo a levar na rata ou a suckar cock, não faria sentido, seria condená-las ao território das tias, sem um homem que lhes pegasse, protegendo-as nos sagrados laços do matrimónio. Por isso mesmo a virtude das atrizes é protegida, até o cumshot é feito com Maizena aguada, os atores não se vêm; isso até seria perigoso por causa do mistério da Virgem Maria. A hipótese mais viável será que ela tocou numa superfície esporrada, um lençol, uma tampa de sanita, a cara da sua mãe, e depois coçou os chatos e engravidou; a mulher atual já não tem carrapatos, mas comichão há sempre por motivos anódinos; se as atrizes levassem com esperma na cara, ao chegarem a casa, beijadas ou acariciadas na face pelas filhas, que depois coçariam e teríamos mais um mistério de gravidez sem pecado. No entanto, o truque está tão bem feito que parece que estão mesmo a foder, é a magia do cinema. Também parecia que o Jean Gabin morria em todos os filmes ou a Daryl Hannah tinha cauda, e isso não sucedia.

    O Presidente marcelo parece estar a dançar o “Ai se te pego” do Michel Teló.

    A palavra lésbica é muito técnica e localizada no mapa, prefiro fufa, é mais global e carinhoso.

    A raiz homossexual lusitana não restam muitas dúvidas, até Bocage não negava que um cu português lhe era apetecível:

    Parece hermaphrodita o corcovado;
    Pela rachada parte (que appeteço)
    Parece que emprenhou, pois anda opado!

    Foda-se iam matando as galinhas até parecia Peckinpah no “Wild Bunch”. Por isso é que no porno usa-se mais a pizza.

    Um "gesto cinematográfico" não está mal pensado. Novos tempos novas línguas.

    O CM é uma instituição mais importante que qualquer universidade. Holy vaca! Há 7000 anos, o pénis humano teria espinhos, que ajudavam a prolongar a cópula. Com a evolução, os homens perderam o código genético que o tornava possível – uma grande perda, nem vou fazer a piada fácil de uma sem espinhas. Nem vou fazer a piada ainda mais fácil de os agentes secretos ingleses a lamberem as mensagens. Bom, tenho que ir cheirar uma abóbora, depois continuo.

     
  • At 1:08 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: tive que ir buscar uns exames, aproveitando que hoje não chovia e os comments atrasaram-se. Por aí haverá muito orgulho na terra: o coração de Viana está nas moedas de 2 € (nalgumas). Mas que ideia foi essa de escolher um órgão tão gay como o coração? Não poderiam ter escolhido um órgão mais viril? Não vou fazer a piada fácil da pichota em vez do coração, refiro-me a um baço (como no Frankenstein de Warhol) ou nuns bofes ou mesmo na glândula pineal.

    Se formos por tradição, a frase mais portuguesa de todas é… francesa. Je ne sais quoi. Passos tem um je ne sais quoi, Mariana Mortágua tem um je ne sais quoi, das Neves tem um je ne sais quoi, Marques Mendes tem um je ne sais quoi…

    A primeira namorada.

    A cobra.

    Porta USB.

    Num volte face inesperado, a música erudita portuguesa está salva.

    Se com 20 dominam Portugal, com 31 os portugueses voltam às velas.

    Sobre o tema das atrizes com formação superior, puta formada.

    As máquinas de lavar foram inventadas para tornar a mulher melhor.

     
  • At 8:49 da manhã, Blogger mole said…

    "é feito com Maizena aguada"

    É como os "sentimentos" nas telenovelas: aguados, sem "realismo poético". Ainda nesta temática, não esquecer Fátima Lopes: "o sexo faz bem a tudo, até à pele".

    As gajas de Viana, dos campos, têm (literalmente) um coração de ouro.

    O "cu português", tal como o "falo das caldas", devia concorrer a património imaterial. É um cu genuíno, sem aditivos, não é como o cu da Miss Bumbum, não derrete com o calor.

     
  • At 9:55 da manhã, Blogger mole said…

    A ASAE permite isto? Ou será uma metáfora financeira?

    http://observador.pt/2016/05/06/neste-restaurante-londres-pode-deve-entrar-nu/

     
  • At 11:53 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: estamos lixados com o D Sebastião, quando Passos regressar, regressará todo partido também. Quem não regressa, segundo o Expresso, é o Durão Burroso. É uma ótima notícia, já vai tarde para os tisnados do Iraque e da Síria, mas mais vale tarde que nunca, é pena não ser saída da vida: estamos a precisar de outro enterro mediático para animar maio.

    O que é incrível é um judeu a acreditar em Deus. O juiz tem razão, é caso psiquiátrico.

    Nu no restaurante? Holy bife de vaca! Não vou fazer a piada fácil do rolo de carne, nem do berbigão, nem das almôndegas, nem sequer do ketchup, se alentejanos entrarem: “Bonifácio, queres qu’ t’ chupe?” (nas batatas fritas); nem muito menos vou fazer a piada intelectual, mas fácil, com Marcel Duchamp, e nus a descer escadas, nem com Cosimo Cavallaro, e Jesus Cristos de sobremesa, só para mostrar vasto conhecimento cultural; levanto apenas um problema pragmático empresarial: como pagar a conta? Um gajo nu leva a carteira ou o cartão de crédito ou de débito onde? Abstenho-me da fácil espontaneidade de dizer: no cu.

    O CM ontem denunciava um caso preocupante, ou então confirmante da raiz homossexual portuguesa: Finanças apertam maior produtor português de filmes porno, que não sei quem é, mas gostava de ser eu (acumulando com a realização para poder citar Godard, Resnais, Rohmer, Truffaut e Michael Bay); qual é o objetivo das Finanças? Criar mais panascas?

    Caraças, vendem rins por 200 mil €. É ótima esperança para desempregados de longo curso, vender órgãos do corpo até sobrar apenas a alma, que, no fundo, é o que importa.

    Um milionário velho tenta matar a esposa, mais nova, com um martelo e sofre um enfarte. Não faço a piada política fácil que, se fosse como uma foice, ela ia-se. Ele merece pena máxima de cadeia, não pelo crime, mas por ser idiota. Um tipo com massa pode comer o que quer e arrima-se no “amor sweet amor”? Foi importante o JN meter uma faixa preta nos olhos da gaja para proteger a sua identidade e assim ela poder arranjar outro sugar daddy. (É o meu sonho de velhice, ser sugar daddy, mas não para o amor, é para foder mesmo e tchau e um queijo, mas não se cumprirá nem velhice nem sugar daddyismo).

    Os lenços do adeus a Fátima rendem fortuna a empresário. Porra! Ainda há bons negócios.

    Uma curiosidade intelectual é aflorada pelo DN. Há um Grupo da Charcutaria, grupo de tertúlia, e Marques Mendes fala de política (não sei se é membro permanente). Agora vou fazer a piada fácil, se é para falar de coisas intelectuais, a charcutaria é o lugar ideal, quando o desacordo insanável assoma, em vez de bofetadas, podem enfiar chouriços uns nos outros.

    Os AC/DC podem repensar o nome do vocalista.

     
  • At 8:25 da tarde, Blogger mole said…

    "Os lenços do adeus a Fátima rendem fortuna a empresário."

    E há também um túnel ao fundo do túnel:

    https://www.publico.pt/economia/noticia/passos-coelho-nao-percebeu-o-simbolismo-do-tunel-do-marao-acusa-socrates-1731281

    E há um submarino.

    E há caca no ventilador.

    Seja bem-vindo a Portugal.

     
  • At 8:42 da tarde, Blogger mole said…

    "como pagar a conta? Um gajo nu leva a carteira ou o cartão de crédito ou de débito onde? Abstenho-me da fácil espontaneidade de dizer: no cu."

    Esse problema é abordado por Baudrillard no "Sociedade de Consumo", ele diz que os cartões apareceram para disfarçar o fluxo fecal que desagua nas notas de papel.

    Paisagens:

    http://66.media.tumblr.com/40dd222fae9519bbdcb50e3831b0c0db/tumblr_o3rarwYrRw1urzi5co2_540.jpg

     
  • At 8:47 da tarde, Blogger mole said…

    Já me tinha referido à instabilidade ontológica da estátua do CR7, depois aconteceu aquilo com a estátua do D. Sebastião e agora isto:

    https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/a-cabeca-de-lenine-e-outras-sobras-1731219

    Há um texto do Levinas sobre estátuas, não me lembro se ele fala sobre estátuas de sal.

    Enfim, assunto overrated, mais valia falarem de "espantalhos".

     
  • At 10:38 da manhã, Blogger mole said…

    Entretanto, na Venezuela:

    https://www.publico.pt/mundo/noticia/venezuela-o-pais-onde-a-comida-passou-a-ser-um-luxo-1731168

    (andei à procura de opiniões do Louçã ou outros sobre o assunto e nada, se calhar procurei mal, ou se calhar é tudo uma cabala reaccionária; trata-se de um assunto de "corazón", é a pátria do nosso saudoso camarada Chavez)

     
  • At 12:25 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: o túnel põe-se a jeito para uma corrente de piadas fáceis, não as vou fazer, faço antes copy/paste sobre os mecanismos da mente:

    Viajavam no mesmo compartimento de um comboio, um português, um espanhol, uma loira espetacular e uma gorda enorme. Depois de uns minutos de viagem, o comboio passa por um túnel e ouve-se uma chapada. Ao saírem do túnel, o espanhol tinha um vermelhão na cara.
    A loira espetacular pensou: Este filho da mãe do espanhol queria-me apalpar, enganou-se, apalpou a gorda e ela deu-lhe uma chapada.
    A gorda enorme pensou: O filho da mãe do espanhol apalpou a loira e ela mandou-lhe uma chapada.
    O espanhol pensou: Este sacana do português apalpou a loira, ela enganou-se e mandou-me uma chapada.
    E o português pensou: Oxalá venha outro túnel para poder mandar mais uma chapada ao cabrão do espanhol.

    O P não deixa ler. E agora nem deixa ler as notícias antigas, coisa que P não se importava há tempos. Tenho que ver as notícias sobre a inauguração do túnel para decidir se a incluo no meu caderno de acontecimentos do ano. Pelo menos, fez o Passos manifestar a sua natureza, contar mais uma peta: que nunca foi a inaugurações, claro, os jornalistas inimigos foram logo buscar um rol delas.

    E por paisagens. O CM alerta: Nuas portuguesas seduzem no estrangeiro (não sei quais) – toda a estranja quer ver portuguesas nuas, curiosamente, eu também.

    P não deixa ler, então para não fazer comentário fácil, faço copy/past sobre o que pode acontecer às estátuas:

    Dois padres vão tomar banho. Já estão nus quando dão pela falta do sabonete que a pressa fez esquecer. Diz um deles:
    - Vou num instante ao meu quarto que fica aqui mesmo ao fim do corredor e trago dois sabonetes.
    E juntando a fala à ação, corre para o quarto, tão despido quanto está. De volta, com um sabonete em cada uma das mãos, dá de caras com três freiras, já a caminho da missa. A primeira coisa que se lembra é fingir-se de estátua.
    As freiras olham espantadas a estátua desconhecida e comentam:
    - Que figura linda, perfeita…
    Uma delas, de olhar fixo no coiso do padre, resolve dar-lhe um puxão. A reação do padre à dor, provoca a queda de um sabonete. A freira apanha-o e conclui para as outras:
    - Afinal, não é estátua nenhuma. É uma máquina de sabonetes!
    A freira mais próxima também quer. Outro puxão, nova dor e o segundo sabonete no chão!
    - Que coisa gira!!! – Exclamam, felizes.
    A terceira freira, não querendo ficar atrás, também dá o seu puxão e nada! Puxa de novo e nada; outra vez e nada; e puxa e nada; e puxa e puxa e puxa e puxa, puxa, puxa, puxa, puxa, puxa, puxa…
    No fim, conclui maravilhada:
    - Deus seja louvado … também dá gel de banho!

     
  • At 12:30 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    P não deixa ler. Aplico o mesmo critério sobre as duas faces do comer:

    Pergunta um alentejano a outro:
    - Ó compadri, vocemecêi o que me diz àquela barriga grandi que o magano de Zéi da Pipa têi?
    Responde o outro:
    - Olhi, amigo, se quéri que lhe diga, nã sê! Cá p´ra mim, uma barriga assim tã grandi, pódi sêri por êli comer muito, mas tambê pode sêri que a barriga sêja assim para êle poder comer muito…

    Voltando à configuração do pénis há 7000 mil anos, aqui, estará uma explicação biológica evolutiva dessa doença moderna chamada paneleirismo. Quando caíram os espinhos, uma parte da população criou um medo doentio à vagina normalis, aterrorizados que, sem a proteção dos espinhos, o seu pau seria trucidado, e passaram a ver o tal canal como a câmara dos horrores da Hammer (claro que a metáfora não seria esta, seria sobre uma caverna medonha, não encontrada pelos arqueólogos e destruída pela construção urbana). Este medo inscreveu-se nos genes e foi passando ao longo dos séculos até aos nossos tempos em que os genes recessivos se encontraram todos gerando panascas em catadupa.

    E por machos. Ontem também vi um milagre. Vi o José Malhoa com um cabelame, ele que estava a acarecar, e o seu penteado até fazia a moderna crista (moderna é uma forma de falar, moderna para um velho, pois a coisa está fora de moda).

    Mas a melhor anedota, e esta não é necessário copy/paste, vem no DN: “Lisboa vai ter um coordenador só para a vida noturna”. Se calhar não percebes como isto é hilariante, é que Lisboa à noite é mais aborrecida que fotos de férias no Instagram. Há uma coisa boa, vai haver um night mayor, é boa por ser em inglês. O que é inglês é bom. E no Porto há uma diretora da movida, assim em espanhol. Isto é de morrer a rir, e os patetinhas contra o Acordo, ainda são contra o Acordo, um assunto morto, uma ou duas gerações já estão a ser ensinadas na nova grafia, e há intelectuais que julgam poder voltar atrás, diz-se às crianças esqueçam tudo, vamos aprender de novo, que os alemães pagam para reescrever os livros todos. O Acordo só será mau porque os portugueses não têm capacidade para fazer melhor, por isso só uma atitude que, claro, é em inglês, e que deviam dizer ao pereira Pacheco: get over it. O Vasco Graça Moura já ultrapassou o assunto, e ele era dos ferrenhos.

    Os Eagles já tinham tratado deste género de pussies.

     
  • At 12:43 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Não há gesto mais solidário que as mulheres a partilharem.

    Quem fala no bitchismo está enganado, elas partilham tudo.

    E os seus dotes em lavar a loiça não estão estragados pelo modernismo.

    Há uma coisa que não dispensam, é que lhes ofereçam joias.

    Com certeza são esganiçadas, o desrespeito que mostram pelo dinheiro do contribuinte em estradas, é inaceitável.

    Como todas deveriam cantar, sobretudo as nossas cantoras populares.

    A sua legalização em locais públicos solucionaria os problemas económicos da Europa.

     
  • At 1:31 da tarde, Blogger mole said…

    Depois comento melhor as anedotas; para já, dois pontos: a dos alentejanas parece saída de um livro de Rentes de Carvalho e quanto ao gel de banho, antes o gel do que a maizena aguada...

    Deixa-te um fragmento do último escrito de Esteves Miguel de Cardoso:

    "Rir é o vir da vida. E rir ao mesmo tempo e pela mesma razão que se ri quem se ama está para o rir sozinho como foder está para a punheta."

    Uma "ilação" podemos desde logo e até desde já tirar daqui: Esteves de Cardoso nunca viu um filme de Salieri.

     
  • At 2:06 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: ahahahahah o que se deduz é que MEC já não tem tusa e agora, em face do tunnel of love, ri-se.

     
  • At 10:32 da tarde, Blogger mole said…

    Fogo. Por momentos, naquele do "bitchismo", pensei que tinham inventado o pirilau telecomandado...

    As equações do Mafarrico:

    https://www.publico.pt/mundo/noticia/economista-italiano-suspeito-de-terrorismo-por-resolver-equacao-diferencial-1731348

    Os disfarces do Mafarrico:

    "Foi então que lhes mostrou a equação diferencial que estava a resolver, para preparar uma conferência onde ia falar sobre dispersão de preços. Afinal, os caracteres suspeitos eram a universal linguagem matemática."

    O jornal A Bola até tem uma notícia interessante hoje:

    http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=610769

     
  • At 10:47 da tarde, Blogger mole said…

    Mais disfarces do Mafarrico, neste caso a seguir o código davintes, estratagema desmacarado e desconstruído por um arguto semiota:

    http://malomil.blogspot.pt/2016/05/a-capa-de-uma-revista.html

     
  • At 11:21 da tarde, Blogger mole said…

    Falaste aí em catfights:

    https://www.youtube.com/watch?v=XZFigvbTtRs

    Na América o trio de bailarinas tem direito a voz:

    https://www.youtube.com/watch?v=tJj1Sjs6kQo

     
  • At 11:52 da tarde, Blogger mole said…

    Fica lá com uma japonesa fofinha:

    https://lh3.googleusercontent.com/-tY5J_tyVuvI/Ttd1rZMfXfI/AAAAAAAABqA/ROj6EXjTe0QZpFECP3sgoMYwA67OXyYvACCo/s487/chinesa.gif

     
  • At 11:30 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: hoje P adotou estratégia deferente, deixou ler, fazendo promoção de mais leitura por um euro, não me seduz, se fosse o CM ou o Sun, pensaria no assunto, mas não compraria, pensaria apenas. É o que sucede quando um gajo se senta num avião ao lado de uma burra, não diz se ela é americana, essas, já não são só as loiras que são burras, são todas, burras e gordas.

    O Arredes Sociais vai estudar? No caso destas formas não podemos escolher a escola platónica das formas puras, terá que ser mesmo a aristotélica da experiência para atestar da sua realidade.

    Foda-se, o Freud também fazia isto, analisar fotos (pinturas), e ver coisas nelas, só que era mais interessante, o Cintra Torres não falou uma única vez no pénis de Medina, não enganei-me, afinal fala: “O sólido arco de pedra sugere, em resumo, uma proteção de tipo superior. E uma ideia de santidade.” Não há melhor ideia de santidade do que um pénis fofinho, que não ameaça, que não fura, só dispensa… gel de banho.

    E por santos: Castelo Branco quer ser o santo das bichas. Espero que o cardeal patriarca esteja a atento ao florir de santidade no país.

    Fogo! Um programa de bitchismo puro que falta faz no nosso panorama televisivo.

    Mas as pretas americanas não têm nada que fazer? Trabalhar já é só para mexicanas, se Trump for presidente elas voltam para as fábricas.

    Ó é a Yuk Ji-Hye. É sul coreana, nota-se por não ter sido alimentada a sushi. Entretanto no norte, há um som inebriador: “Kim Jong-Un, vestido com traje ocidental, de fato e gravata, felicitou os cientistas por terem "conquistado o milagroso acontecimento de fazer retumbar o magnífico e embriagador som da primeira bomba H de nossa república."

     
  • At 11:32 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Do Japão tens umas apetitosas bolachas.

    Se queres aprender mais sobre Whitman.

    A história da humanidade (falta o nascimento de das Neves).

    Falar árabe nas bibliotecas também pode despoletar o medo do terrorismo.

    Melhor mesmo na biblioteca é o silêncio.

    E a Leanna até veste o vestido de noite para requisitar poesia.

    A Chloe esteve nas Seychelles.

     
  • At 12:08 da tarde, Blogger mole said…

    Lembro-me sempre de uma cabeleireira a que fui quando era puto, mas numa casa privada, que tinha um calendário na parede com uma muito parecida com a Chloe Vevrier (igualmente com pouca indumentária).

    "Eu não sel japonesa eu sel coleana"

    Muito mais interessante do que a Mocidade Portuguesa, de pequenino se baila o marxismo:

    https://www.youtube.com/watch?v=DWvvvBWAq_Y

     
  • At 12:48 da tarde, Blogger mole said…

    Fogo. O Quim da Coreia, naquele link que puseste, parece um hipster.

    Entretanto, de volta a Portugal do Eça (uma vez o Luís Filipe Vieira citou as bengaladas do Eça, estou a falar a sério):

    "Idosa morta à bengalada em lar"

    Uma mulher de 69 anos matou este domingo uma idosa de 88 anos num lar da Santa Casa da Misericórdia em Ourique, no Alentejo. A arma do crime foi uma bengala. O crime ocorreu cerca das 23h00 e o motivo das agressões terá sido um desentendimento sobre o jogo de domingo do Marítimo com o Benfica. As duas mulheres partilhavam o mesmo quarto."

    Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/idosa_mata_colega_em_lar_a_bengalada.html

     
  • At 3:17 da tarde, Blogger mole said…

    A Carmen Miranda vive agora na mesma ilha do Elvis e do Adolfo, e está mais tostadinha:

    http://67.media.tumblr.com/4055dde59d8dad1e7ae1279c76fc2b1c/tumblr_nqsjhh8e5Y1r05y58o1_400.jpg

     
  • At 11:57 da tarde, Blogger mole said…

    Alternativa aos programas da manhã da rádio tuga (com 3 ou 4 jovens a simular que estão vivos):

    https://www.youtube.com/watch?v=xx-K8g2fayk

     
  • At 10:21 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: o neto do Presidente Eterno está com um ar muito aprumado, se deixasse crescer uma barba passaria por dandy no mundo ocidental. Parece-me, no entanto, que a cabeça está exagerada, não sei se será Photoshop do governo para sugerir uma atividade intelectual pujante ou será macrocefalia.

    Porra! O bitchismo é para todas as idades, é transversal, e para todos os assuntos, não só para roubos de maridos, é transversal outra vez. Isto está bonito está. Eu a dar exemplos da solidariedade feminina no desprendido gesto da partilha, e agora isto. Partilham o mesmo quarto e zás! Dizem que era louca, é, de facto, apenas uma queirosiana, sorte não ter sido uma soaresiana e teria matado com salutares bofetadas, ou uma mendesiana e mataria com cumentário pulítico, ou uma conhecedora dos novos termos e assassinaria com tribbing, licking, fingering, rimming… uma morte nada bonita de se ver.

    Os livros na radio são ainda mais chatos que lidos. Tenho saudades do velho Breton. As Nadjas de hoje andam pelo expressionismo.

    Todavia os programas da manhã na Colômbia...

    Para ver melhor.

     
  • At 10:23 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Morreu mais um pai.

    Fazem tudo para vender nabos e cenouras, até dizer mal da melhor comida.

    Uma boa anedota, a esperança da esquerda europeia esperança, será que farão centros para reabilitar esperançosos de esquerda?

    Os oitentas.

    Na Suiça.

    O rockabilly até chegou à Tailândia.

    Bom, também era oitentas.

    Este não era, mas devia voltar, na Coreia do Norte será êxito.

    Uma paz manoel oliveiriana.

     
  • At 10:25 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Há coisas mais importantes que água... quente.

    E eu que pensava que um dos responsáveis era Durão Burroso.

    Quanto mais panasca houver melhor para as gerações de portugueses.

    Ela era tão feia que não é líquido quem torturou quem; será que já existe o verbo impeachar? impeachar ou não impeachar, eis a questão, Dilma está impeachada?

     
  • At 3:38 da tarde, Blogger mole said…

    "Para Salah Abdel Sadek, diretor do SIS (State Information Service), o serviço de informação do governo egípcio, os desenhos animados "Tom & Jerry" são uma das principais causas da violência no Médio Oriente."

    E é verdade! Até na literatura. Os escritores egípcios não fazem a ponta de um corno, como o Cossery, um dos responsáveis pela decadência da literatura egípcia.

    Carais:

    "Mais do que um destino, procuram experiências únicas, querem autenticidade.
    (...)
    São pessoas individualistas, marcam por si e para si e procuram exclusividade, mesmo que o destino seja de massas."

    Enfim, todos hipsters diferentes uns dos outros, todos um sub-produto do Capital...

    Anarquia:

    http://www.xvideos.com/video12174665/joey_fisher_anarchy_parlor

     
  • At 4:26 da tarde, Blogger mole said…

    "Saiu toda a gente dos quartos, de pijamas, camisas de noite, cuecas e t-shirts. Jornalistas, deputados, estrangeiros, uns prontos a fugir, vestidos e já de mala, outros atarantados."

    Ó caralho! E eu que já ia pronto pra Revolução e afinal era só o alarme de incêndio!

    https://www.publico.pt/politica/noticia/catarina-martins-falou-na-casa-a-arder-e-o-alarme-soou-horas-depois-no-hotel-1731532

     
  • At 5:01 da tarde, Blogger mole said…

    Confirma-se os malefícios do Tom & Jerry no Médio Oriente:

    http://www.cmjornal.xl.pt/mundo/detalhe/daesh_mata_crianca_de_7_anos.html

     
  • At 5:03 da tarde, Blogger mole said…

    Fogo. Este é pior do que aquele polícia do Abel Ferrara:

    http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/multa_para_vingar_filho.html

     
  • At 5:06 da tarde, Blogger mole said…

    "Rockabilly & Psychobilly band of Thailand" !!!

     
  • At 1:08 da manhã, Blogger mole said…

    Acima disto só Platão:

    https://www.publico.pt/local/noticia/afinal-havia-outro-o-regresso-do-rei-d-sebastiao-pode-estar-perto-1731566

     
  • At 1:17 da manhã, Blogger mole said…

    Aproveita enquanto existe a Europa, o Tom & Jerry e a Igreja Católica:

    http://lotsoffuckingclevage.tumblr.com/post/143040717791/biggestboobguns-the-power-of-christ-compels

     
  • At 1:23 da manhã, Blogger mole said…

    O conceito de "pseudo-evento" já era, isto é um novo patamar:

    http://www.cmjornal.xl.pt/famosos/detalhe/jennifer_lawrence_tropeca_outra_vez.html

    (vê mesmo o vídeo)

     
  • At 1:36 da manhã, Blogger mole said…

    Os livros na rádio ainda são mais chatos, dizes tu?

    Então experimenta 7 horas de Shoppinghauer:

    https://www.youtube.com/watch?v=7VnqUGIrPWk

    (primeira parte)

     
  • At 1:52 da manhã, Blogger mole said…

    Este sacana até na rádio soa bem, é como a Kate Upton na passarele, sempre bem:

    https://www.youtube.com/watch?v=qd3vycr98Tc

     
  • At 11:05 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: epá, um clube onde se pode mexer na mercadoria? Não é muito comum. Elas gostam de se manter virgens apesar dos quilómetros de piça calcorreados. E também filosofam para se autojustificarem mesmo que o dinheirinho bom entre no bolso: The constant judgment, often from people who had never been inside a strip club, left me excluded from normal life. I know now that male-dominated society needs this stigma to maintain the status quo. It needs to typecast women, to separate them into virgins and whores, because it needs a justification for the male gaze and for placing women at the sexual service of men. (…). Unlike some dancers who’d come from poverty and minimum wage, I’d never had to go without, so money lost its real value. The goal of making money became an end in itself. Even when getting nude became monotonously unchallenging I couldn’t see the point of working a lesser-paying job.

    Se calhar ainda há cinema europeu.

    O que Salah Abdel Sadek, diretor do SIS egípcio, não viu foi os cartoons de Woody Woodpecker. Isso sim é violência, Tom & Jerry é mais suave; quando vi em criança via-o como ação engraçada, nem reparei na violência, havia sempre alguém a apanhar, naquele tempo havia olhar de criança, ainda não estávamos na época interpretativa (revisionista da História), das pessoas que se esqueceram que foram crianças e “veem” esse “passado” como algo que não foi. Só mais tarde, quando os voltei a ver graças à revolução VHS é que reparei na violência de criar bicho.

    Falas em subproduto do Capital, há um outro que parece designar a produção intelectual portuguesa: "the frothy mixture of lube and fecal matter that is sometimes the byproduct of anal sex."

    A Catarina Martins saiu de cuecas para a rua? A sua colega Mortágua sem jeans nem t-shirt? E o CM não estava lá para filmar e entrevistar, o jornalismo de investigação está a cair nas ruas da amargura.

    A criança se calhar via O meu querido pónei ou O clube Winx, mas parece ser jornalismo de investigação: pintar o inimigo como demónio para belo efeito mental e mobilização cega é procedimento formal. Acho que algo parecido acontecia na guerra Beatles vs Rolling Stones ou Blur vs Oasis.

    O homem tem o direito de defender a família, mesmo sendo cabo da GNR. Além disso o Estado precisa do dinheirinho bom.

    Para evitar novos azares de D. Sebastião aos cacos, o mais racional é produzi-lo em massa na China, fica mais bonito e o nicho nunca ficará deserto. Há know-how.

    Fogo! O poder de Cristo é incomensurável. Vir-se nas tits? Não há milagre que Cristo não faça; os nossos peregrinos, que andam nas estradas, bem que podiam levar happy ends pelas terras por onde passam.

     
  • At 11:08 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: o jornalista de investigação não viu o vídeo, não há passadeira vermelha nenhuma, o chão é azul. O jornalista já não vai à notícia, isso é dispendioso em deslocações, o jornalista produz a notícia; e se a notícia não se adequa à realidade mude-se a realidade, a notícia está sempre certa.

    Porra, o velho Schoppy lido! Onde é que há tanto tempo para isso?

    Bom, aqui o gajo já sabe ler. Há 23.826 pessoas sem nada que fazer durante 5 horas, não admira que a economia mundial se afunde.

    O verdadeiro comentador.

    Não há má publicidade, as outras lojas deveriam pensar em fazer o mesmo.

    Ela usa lubrificante.

    Muito justamente, as pernas são para mostrar.

    Assim, o mundo é povoado num abrir e fechar de olhos.

     
  • At 11:19 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: até para a malta com rendimento mais elevado, sai caro viver em Portugal. “O advogado Melo Alves explicou à Lusa que os seus constituintes, com quem "ultimamente mantém contacto regular", saíram de Portugal, "por não terem dinheiro" para viverem no nosso país, acrescentando que "estão dispostos a colaborar com a justiça portuguesa".
    O advogado frisa que os seus clientes "não fugiram", e revelou que, assim que saíram em liberdade, estes manifestaram-lhe a vontade de cumprirem o resto da pena, caso o processo terminasse em condenação.
    Melo Alves relembra, contudo, que ainda há recursos pendentes nos tribunais superiores, além de manter a tese que sempre defendeu: que os seus constituintes foram alvo de uma "cilada" da DEA para que fossem detidos, e que a prova é ilegal e não tem valor jurídico.”

    Enquanto os tolos lusos não sabem que fazer, povos mais espertos sabem.

    O capitão sensível.

    Não há bitches boas.

    Sempre também não.

     
  • At 2:41 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: foda-se, recebi agora a conta do IRS, quase o triplo do que era costume nos anos anteriores, e não lhes consigo encontrar o email para começar o fadário de pedir explicações, só através do portal das finanças, que deve demorar uma eternidade ou deslocação à repartição, que estou a ver vai ter que ser, os fdp, deve ser para pagar jeans às esganiçadas.

     
  • At 4:45 da tarde, Blogger mole said…

    Tou sem tempo,

    Deixo-te problemas sérios: mercados, exportações, etc. :

    http://www.cmjornal.xl.pt/tv_media/detalhe/hot_tv_quer_penetrar_no_mercado_externo.html

     
  • At 6:04 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    "A procura de conteúdo português não é significativa", isto é tudo contra nós, as nossas mulheres são famosas pelos seus pelos, e os homens, como Passos, por não terem beiças (nem vergonha), o que é que estes estrangeiros querem mais? dado e arregaçado?

    "Recorde-se ainda que, para pagar uma dívida ao Fisco em prestações, a empresa foi ‘obrigada’ pelo Fisco a recorrer a um Plano Especial de Revitalização" - é o que eu vou ter que fazer, passo a pagar três vezes mais de IRS, e não deve ser engano, deve ser do grande aumento de impostos de Passos, que estas coisas só se notam passado algum tempo, ele deve ter feito alguma alteração no passado que alterou o meu futuro.

     
  • At 12:53 da manhã, Blogger mole said…

    É uma indústria algo estagnada e pouco profissional.

    http://observador.pt/opiniao/liberdade-ensino-estado-educador/

    O Espada atreve-se a citar aí uma frase que põe dialéctica no binómio estático Casebre miserável/Coroa por ele estabelecido.

    E agora algo para a psicanálise:

    "esse consenso demo-liberal contra uma visão jacobina e autoritária do “Estado-educador”.

    A constante repetição destes temas pelo Espada só pode ser explicada por traumas irrevogáveis que o Pai lhe causou. Como toda a gente sabe, o Pai aqui em questão é o camarada Arnaldo, ex-pai do Espada e de muitos mais. Como libertar estes demónios à solta na cabecinha do Espada. Um exorcismo? "Matar o Pai"? Um Partido Liberal? Que diria Lacan disto? Que dirá o Prof. Bambo?

     
  • At 1:35 da manhã, Blogger mole said…

    Um método de cura podia ser juntá-los após tanto tempo. Como aquelas bandas rock. O camarada Arnaldo não morde (digo eu). Um jantar. Mesmo com diferendos inelutáveis - scones e vinho do porto para o Espada, bacalhau/grão e tintol para o Arnaldo - nada obsta a um civilizado debate entre um gentleman e um homem do buçaco acerca do futuro da politologia portuguesa; no intervalo do jantar, dois convidados-surpresa: o Coutinho ("Vamos ao que importa! Pode ser polvo à lagareiro!") e o Garcia Pereira (moelas e azeitonas). No fim, uma troca de presentes: uma réplica de Sir Karl Popper, feita em napperon pela Vaconcelos, especialmente concebida para o Espada oferecer ao Arnaldo e uma réplica do bigode de Stalin (na realidade mais parecido com o bigode de Nietzsche) em cerâmica das Caldas, para Espada pôr na prateleira dos seus (cito Arnaldo) "livros pequeno-burgueses".

     
  • At 2:04 da manhã, Blogger mole said…

    O fim de um mito: a Hitomi, imagine-se, fala, e fala naquele tom irritante da Teresa Guilherme:

    http://bigtitsandhotchicks.tumblr.com/post/138340045386/bustyig-instagram-officialhitomitanaka-more

     
  • At 2:10 da manhã, Blogger mole said…

    Esta má dicção só pode ser um esquema reaccionário para impedir a educação das massas subjugadas:

    https://www.youtube.com/watch?v=0nD5A9PoxlM

     
  • At 2:29 da manhã, Blogger mole said…

    https://www.youtube.com/watch?v=7oFVOJf0TzY

    Este gajo tá aqui a dizer que a dopamina é mais poderosa que o ópio. O Costa, mais fino do que ele, sabe que o tabaco é mais poderoso que a dopamina...

     
  • At 9:41 da manhã, Blogger mole said…

    Diz Francisco Assis, que as "sociedades contempoarenas" estão a ficar com medo:

    "O medo corrói a representação do futuro, favorece o desânimo moral, promove o criticismo radical e inconsequente. A partir de certa altura adquire uma expressão mórbida."


    https://www.publico.pt/opiniao/noticia/o-medo-1731732?frm=opi

    Mas, numa óptica mais optimista, podemos talvez tirar a seguinte "ilação": isto significa que o "homem contemporâneo" ainda tem cu, não?

     
  • At 10:32 da manhã, Blogger mole said…

    As habituais actividades extracurriculares:

    http://www.cmjornal.xl.pt/insolitos/detalhe/casal_filmado_a_ter_sexo_perto_de_faculdade.html

     
  • At 10:37 da manhã, Blogger mole said…

    Como diz Nick Cave:

    "she is completely naked underneath all her clothes" (Today's Lesson)

    http://www.flashvidas.pt/a_ferver/detalhe/veja_rihanna_nua_debaixo_de_um_veu.html

     
  • At 11:16 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: eu nem sabia que existia esta mama na teta do orçamento de Estado. Pensava que, as escolas privadas, eram privadas, os papás com money money matriculavam e pagavam para os seus queridos filhos terem vida farta proporcionada pela boa instrução. Estes coros de defesa da escola privada, algumas da igreja, em nome da liberdade tem o seu je ne sais quoi. Estes comentadores não tem interesse algum, têm que ganhar vida e, para tal, a matéria fecal tem que ser produzida, mas ver Passos e o partido mochila indignados com poupanças orçamentais, quando fecharam escolas a torto e a direito, despediram professores à descrição, e só não fizeram mais porque se foram embora, é muito revelador da política; o político tem que ter estofo para mentir, defender algo e o seu contrário, e o eleitor tem que ter memória curta.

    Até disse Passos e ninguém que ele esta lélé da cuca: “Nós estaremos na primeira linha, da denúncia desta falta de respeito, deste maniqueísmo, desta atitude política arrogante e sobranceira que, em nome do dinheiro publico, em nome do estado, no fundo o que está a hipotecar é a qualidade das politicas publicas e a possibilidade de cada um escolher o que é melhor para si próprio.”

    O pai Arnaldo também não está mal, o MRPP recebe 180 mil por ano, para uma pessoa até que não é nada mau, mesmo nada mau. o pai Arnaldo passou de grande educador da classe operário para grande amigo do DAESH

    A sede do MRPP foi vandalizada com graffiti a dizer que aquela era a "sede do Daesh". O líder do MRPP acusa "grupelho" de Garcia Pereira, que se demitiu em novembro, de estar por trás de tudo.

    Claro, para curá-los teria de ser um banquete mais caído para Kierkegaard do que para Platão, ou talvez para a Ceia dos cardeais, de Júlio Dantas, para ficarmos pela nossa terra.

    Há um je ne sais quoi nas big tits.

    Pois é, é uma conspiração burguesa para achincalhar os livros não-pequeno-burgueses. Ninguém se propõe para ler livros do Mário Soares ou do Álvaro Cunhal. Ou aquele livro do Sócrates, sua tese de doutoramento ou licenciatura ou something else. Que sua ex-girlfriend não comprou. “Nunca vi motivo – e já lá irei – para suspeitar de que quem me convidava não assumia a sua e a minha parte da despesa.”
    “Se fizesse ideia da relação pecuniária entre Santos Silva e Sócrates teria feito perguntas por considerar a situação, no mínimo, eticamente reprovável”, afirma.”
    “É uma calúnia que publicações e o canal do Grupo Cofina, assim como o Sol, refiram ou sugiram sistematicamente que estou incluída num ‘grupo de mulheres’ que seriam ‘sustentadas’ por JS e CSS”, acusa. – A Câncio diz que pensava que ele era rico, tem o seu je ne sais quoi, se soubesse que era pobre não lhe despertaria o amor.

     
  • At 11:17 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: o porno é capaz de ser o mal do mundo, antes da internet proporcionar momentos agradáveis em HD, tínhamos as revistas, que até Michael Bolton lia (a clássica Gina):

    Oh, oh, nowhere to run, I know
    She's got the best of me, yeah
    The deed is done, Heaven knows
    Knows she wants the rest of me, oh

    And it's much too late
    I'm caught up in the fantasy, yeah
    Oh, and there's no escape, no
    My runnin' days are history.

    O verso “She's got the best of me, yeah”, nitidamente uma referência à punheta, o melhor, o sumo dos tomates; não estás convencido que é apertar o ganso? Além da designação explícita no título, o verso “My runnin' days are history” elucida: batendo muitas fica tão fraco que correr é mentira.

    Assis tem outra função para o cu, isto é, dá-lo. P não teve medo em deixar-me aceder à página, talvez Assis esteja em saldo. “A confiança no progresso - entendido este de forma não simplista”, o que quererá dizer esta complexidade do futuro, não era nada de novo para o Zandinga, mas num eurodeputado é outra loiça.

    Assis sempre pode ir trabalhar para o Japão.

    O próximo concerto será de Tony Carreira.

     
  • At 11:17 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    As letras de José Cid ou Sérgio Godinho ficarão melhor assim.

    Os mercados exigem a venda dos produtos.

    A tecnologia salva sempre o dia. As praias para o verão.

    Um jogo para as tuas reuniões sociais, fácil de fazer, basta pedir um acessório a uma amiga presente e depois és a sensação da festa; se Descartes soubesse fazer isto teria um êxito estrondoso nas cortes europeias.

     
  • At 11:20 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Errata: Até disse Passos e ninguém lhe disse que ele está lélé da cuca.

     
  • At 11:31 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Deve ser uma escola privada com contrato de associação a malta sai mais bem preparada.

    Na lua só com um véu.

     
  • At 11:40 da manhã, Blogger mole said…

    Ora. Até o liberalismo tem limites. É preciso acabar com as gorduras do Estado, mas se isso puser em causa a liberdade de escolha, teremos então de alimentar o monstro, é o mal menor, que mais podemos fazer?

    É boa esta ideia não é? Um ser livre, independente, autónomo, com dinheirinho bom, livre das grilhetas que atormentam a ralé.

    A Cancio pensava que o Sócrates era rico? A mim aconteceu-me pior: pensava que o José António Saraiva era um bom romancista.

    Estou mortinho por participar na "caminhada pela Vida", evento que se realiza um dia destes, mas não sei se walking deads também podem participar.

     
  • At 11:58 da manhã, Blogger mole said…

    Fogo. As capas do New Yorker são algo overrated. Eu até proponho o seguinte: as capas do CM devem candidatar-se a património imaterial:

    http://cdn.cmjornal.xl.pt/files/2016-05/12-05-2016_01_47_01_Capa_CM_12_Maio.pdf

     
  • At 1:49 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Sem dúvida, sem dúvida. As capas do CM são o melhor que se faz no país, combinam poesia, literatura, ciência, arte, e tudo o mais que não me lembro; esta capa, com uma Pietà moderna que mete a do Miguel Ângelo no caixote de lixo da História, não tem preço, e até a moderna simbologia de umas botas de futebol lá está, é algo sem preço.

     
  • At 3:44 da tarde, Blogger mole said…

    Porra!!! 700 páginas de uma tese de doutoramento de Eduardo Cintra Torres seriam insuficientes para dar conta da riqueza e densidade de conteúdos, simbologias, etc. presentes nessa capa.

    O que significam aquelas sapatilhas? Conjugando as sapatlhas - ou "ténis" como se diz aí - com o abraço das duas raparigas, aliado à expressão dolorífica da Pietá, significa isto que elas "estão manifestando sua sapatonice" - como se diz no Brasil - ? Ou será que é algo político? A expressão de dor é um presságio do futuro domínio das esganiçadas? E aquelas missangas no cabelo? E o símbolo na mala da Dona Dolores? Será o símbolo da Mercedes? Dos iluminatii? Será aquela coisa judaica? Etc. Etc.

    Dúvidas, perplexidades, abalos epistémicos; coisas que nos reduzem ao campo da mera especulação; fenómenos opacos e para sempre inescrutáveis.

     
  • At 5:03 da tarde, Blogger mole said…

    Creio no entanto ter descoberto a chave do enigma. A cor das sapatilhas. Verde clarinho pastel. Porquê, entre uma vasta paleta de cores, aparece o verde pastel (a contrastar com os encarnados berrantes da bandeira nacional e da T-Shirt da rapariga)?. Vais dizer que é um mero acaso. Certo. Mas os acasos nunca acontecem por acaso. É um acaso para nós, de mentes limitadas e finitas, mas no Plano Divino não é um acaso. E é também um sinal. O Verde pastel (o pastel é também um tom de cor burguês) é um prenúncio da futura decisão do Presidente Bruno de Carvalho de erradicar a cor vermelha do planeta Terra. Será que a decisão do Presidente Bruno de Carvalho foi livre? É uma boa questão. Pois se o Glorioso sabia que ele ia erradicar a cor, então a decisão dele não foi livre, já estava determinada pelo Divino. Não há contradição, paradoxo ou nonsense: o Supremo sabia e no entanto o Presidente foi livre de decidir. É a Razão (fria, discriminatória, retalhadora) que não consegue explicar estes fenómenos de Maravilha Carroliana, de Sonho Dalíano, tão bem expressos na mente do Presidente Bruno de Carvalho.

     
  • At 9:41 da tarde, Blogger mole said…

    A Sasha Grey já tem concorrência:

    https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/rui-chafes-levanos-ate-ao-ceu-1731632

     
  • At 9:46 da tarde, Blogger mole said…

    "Porquê, entre uma vasta paleta de cores, aparece o verde pastel"

    Esta frase é um paradigma de rigor gramatical.

     
  • At 10:01 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: também pensei em algo lésbico, por causa do tal: por baixo da roupa estarem nuas; o cérebro na construção (gestalt) da imagem, tetas que se tocam, a sua pregnância, são tetas que levam à macacada, como deveria ter provado Wolfgang Köhler, mas andava muito ocupado à procura de bananas para os macacos, mesmo assim escreveu um livro sobre cientistas políticos “A mentalidade dos macacos” (1917). Coube a Marcel Duchamp, e aos seus disco óticos, desmascarar esta ilusão da teta, ao cérebro, são tetas.

    Há, de facto, um pendor mais para o livre arbítrio de São Tomás de Aquino, até por causa da dieta de Bruno de Carvalho, e os seus notórios efeitos:

    “O homem, pela alma racional, é capaz de moderar ou dizer ‘não’ ao apetite dos sentidos, e por isso é o único animal que, com fome, pode deliberadamente não comer; sem fome, empanturrar- se de comida: com sono, não dormir; com desejo, sublimá-lo ou reprimi-lo; etc.”

    Do que para Santo Agostinho que e mais Pinto da Costa e major Valentim Loureiro fruta e chocolates:

    Evódio. Agora, aquele escravo parece-me ser condenado injustamente. Mas, na verdade, não ousaria afirmar isso, se pudesse encontrar alguma outra razão a apresentar.
    Agostinho. Será possível que te tenhas convencido de se dever declarar impune crime tão grande, antes de examinares com cuidado se acaso esse escravo não desejava, no fundo, libertar-se do temor de seu senhor, unicamente para satisfazer as suas paixões? Com efeito, desejar vida sem temor, não só é próprio de homens bons, como também dos maus. Com esta diferença, porém: os bons o desejam renunciando ao amor daquelas coisas que não se podem possuir sem perigo de perdê-las. Os maus, ao contrário, desejam uma vida sem temor, para gozar plena e seguramente de tais coisas, e para isso esforçam-se de qualquer modo para afastar todos os obstáculos que o impeçam. Levam então vida criminosa e perversa — vida que deveria antes ser chamada de morte.”

    Mas a capa da mãe associa-se à capa do filho; ouvimos o urro daquela mãe desamparada de mão no coração e ouvimos o urro do filho de punhos fechados, protegendo o trofeu (símbolo de Jocasta Dolores).

    Outra capa, recorre ao Breton mais negro: apresenta-te a fruta e depois diz que está podre.

     
  • At 10:02 da tarde, Blogger mole said…

    Isto um dia pode acontecer à Simone de Oliveira ou ao Camilo Lourenço:

    http://www.cmjornal.xl.pt/cultura/detalhe/clooney_e_ameacado_de_morte_em_direto.html



     
  • At 10:25 da tarde, Blogger mole said…

    "combinam poesia, literatura, ciência, arte, e tudo o mais "

    A Obra de Arte Total...

    http://jornais.sapo.pt/nacional/4063@2013-12-10

    O arquivo de capas do CM será uma mina para os historiadores do século XXV: "No início do século XXI, o território continental estava sob o domínio de uma civilização alienígena". E os historiadores do século XXV só vão mesmo ter acesso ao CM e pouco mais, pois vivemos na Idade das Trevas Digital. Ao contrário de Nietzsche ou de São Tomás de Aquino, os escritos digitais do Panurgo, por exemplo, não ficarão a salvo.

     
  • At 11:20 da tarde, Blogger mole said…

    Textos de cortar a respiração, um grande estilista da língua portuguesa; uma prosa elástica, que subverte qualquer tipo de sentido lógico ou gramatical:

    "Que terá acontecido para que Câncio tenha mudado de ideias ao ponto de revelar que sim, que privou com o pénis do engenheiro e que o expôs, em toda a glória da triste bravura de uma governação de crise de meia-idade, aquela que consistiu em comprar-nos um Porsche sob a forma de um aeroporto em Beja como prolongamento de uma virilidade alimentada pelo desejo de parecer atraente ao eleitorado, em cartas de amor escritas num jornal?"

    https://blasfemias.net/2016/05/12/o-mudou-em-15-dias-socrancio-a-dolorosa-separacao/

     
  • At 8:38 da manhã, Blogger mole said…

    Futebol de qualidade:

    https://www.youtube.com/watch?v=kqE5tgr7D_4

     
  • At 9:23 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: “É um projeto de arte para recuperar a arte.” A pescadinha com o rabo na boca para arranjar um milhão de dinheirinho bom? Quem me dera ter estas ideias.

    Nunca mais ouvi falar do Camilo Lourenço, bem que podia fazer uns anúncios do Calcitrin para não perdermos contacto. Há um anúncio mais engraçado que é “Dieta 3 Passos”, ora, com o passado recente é evidente que passos são esses, tem pin na lapela e emagreceu as gorduras (não do Estado).

    As capas do CM fazem a história do Portugal moderno, os historiadores do futuro ficarão bem servidos só com ele, e desenterrarão uma interpretação correta de como eram os lusos dos séculos XX-XXI. Que será feito do velho Panurgo, apagou-se da net e embrenhou-se na bruma analógica, se voltará em 2017 para ir a Fátima beijar o chão que o Papa Chico pisar, ninguém sabe. Ao menos está a salvo de levar nas trombas por insultar senhoras de bem da nossa praça, ao contrário de mim que sou incapaz de dizer uma palavra menos própria sobre caráter ou fisiologia de senhoras da nossa praça. Por exemplo, acabei de escrever um post em que revi o que dizia Bocage sobre as putas para deleite intelectual. Por pura coincidência, calhou, tinha uma citação da Helena de Matos e da Bonifácio para encaixar, e a referência a puteto foi pura coincidência, até estou a pensar meter um alerta tipo: nenhuma puta foi maltratada na feitura deste post.

    Hoje outra vez CM faz ciência na capa. Primeiro, Câncio ignora “pobreza” de Sócrates: que sentido dar à frase, que Câncio andava simplesmente por amor? Ou que achava castiço namorar um pobre? E já nem falo da imagem de Bruno de Carvalho (ainda godo) contrastando com o adeptos do Benfica, numa alusão à tabela pitagórica dos contrários. Só o Cintra Torres tem capacidade para analisar aquela imagem.

    Esse chama-se Vítor Cunha, teoricamente homem, no entanto, como atacou frontalmente “o pénis do engenheiro”, é feminino, e participa da geral catfight que Câncio comprou. Outra catfighter também deitou as unhas de fora e generalizou para o país, enquanto protege o pénis de Passos. “Mas não, Fernanda é simplesmente igual ao português comum que reelegeu Sócrates em 2009 enquanto se caminhava alegremente para a bancarrota, o português que aplaude quando ele vai ao Marão ou a Paredes de Coura dar lições de sapiência sobre o país que ele afundou”. Só posso retomar Santo Agostinho, que citei em cima, no último comment, do seu leite intelectual, que é também das catfighters, a passagem de Isaías: “Se não crerdes, não entendereis”.

     
  • At 10:01 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: é um a ótima ideia a FIFA obrigar jogadores, treinadores, dirigentes e adeptos citarem autores conceituados, como Miguel de Cervantes: “Se, por vezes, o juiz deixar vergar a vara da justiça, que não seja sob o peso das ofertas, mas sob o da misericórdia.” Ou madre Teresa de Calcutá: “Todas as nossas palavras serão inúteis se não brotarem do fundo do coração. As palavras que não dão luz aumentam a escuridão.” Ou Dostoiévski: “Todas as mulheres sabem que os ciumentos são os primeiros a perdoar.” Ou Marilyn Chambers: “As pessoas dizem: Estás só a representar? Bem, não se pode representar quando se tem um punho enfiado no cu.” E para encherem o brain têm o podcast.

    Se um gajo pode, porque não aproveitar, de qualquer maneira, o sexo é apenas meter um saco de borracha num buraco, que não precisa de muita manutenção.

    Aprende como enriquecer.

    Os momentos inesquecíveis.

    Ó diabo, procurará ele namorada que queira pobres?

    Fogo, familiares e amigos.

    Olha uma boa ideia para qualquer profissão e até para escrever na net.

    Os cacilheiros na Grécia são uma bitch.

     
  • At 12:25 da manhã, Blogger mole said…

    Acho que o Jorge Jesus já citou Lenine ou Althusser (a sério).

    Então não descobriste a toca do Panurgo?

    http://peripsema.blogspot.pt/2016/05/progresso-educativo.html

    Fraldas nos aviários? Não é preciso: é dar-lhes os "sermões contra a preguiça."

    O Sócrates, depois de ler a Câncio, deve estar a ponderar em tirar duas costelas.

     
  • At 12:47 da manhã, Blogger mole said…

    O Baptista-Bastos deve ter uma aplicação no computador que ninguém tem: o "google sinónimos", as crónicas dele estão sobrepovoadas por vocábulos patuscos, talvez para mostrar que o português ainda é uma língua com viço; canónica e vernacular, sim, mas sem deixar de ser "criativa", dispensando, no entanto, construções agramaticais e artográficas tais como: "ke ke taz a fazer?"

     
  • At 1:16 da manhã, Blogger mole said…

    Tu julgas que aquele naco de prosa poética a descrever os cigarros que Pinto da Costa acendia, para disfarçar as bufas em situações de sociabilidade, saiu da pena da Carolina Salgado?

    http://expresso.sapo.pt/sociedade/2016-05-08-Os-fantasmas-que-escrevem-os-livros-dos-famosos

     
  • At 1:47 da manhã, Blogger mole said…

    O Jonnhy Robben é fã da Kilie Minogue:

    https://www.youtube.com/watch?v=wUt3GkHjpZg

    6:55

     
  • At 2:02 da manhã, Blogger mole said…

    Quem é aquele senhor ao lado da Paula Yates que parece um cantor pimba em churrascos de domingos?

    https://www.youtube.com/watch?v=S2bOY4r5pRw

     
  • At 2:05 da manhã, Blogger Pedro said…

    epá tenho-me ausentado e realmente tenho pouco jeito para me promover, deixei o link e apaguei a coisa. mete-te a pau com as intelectuais. Na revista Visão já publicaram a Oração da Coroa, ou melhor, a Oração de Menorca, onde uma que é maior que Demóstenes diz: «ele nunca me fodeu». Se um gajo da massa, que foi a Paris estudar Filosofia, se vê nestes trabalhos, imagina um plebeu.

     
  • At 2:12 da manhã, Blogger mole said…

    looooooooool :

    https://www.youtube.com/watch?v=G_3_GyW6omY

     
  • At 2:20 da manhã, Blogger mole said…

    Estética fins de 80s: Night Trips (1989, Full Movie)

     
  • At 10:59 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Pedro: as gajas hoje com a independência estão cada vez mais importantes na sociedade, já não se encontra uma mulher a sério como a do presidente do Brasil, Marcela Temer, casou virgem e não pensa encornar o marido (apesar da diferença de idade). Uma mulher assim desperta poesia num homem, não azia, e despertou, Michel deu à pena: Anónima Intimidade: "De vermelho / Flamejante / Labaredas de fogo / Olhos brilhantes / Que sorriem / Com lábios rubros / Incêndios / Tomam conta de mim / Minha mente / Minha alma / Tudo meu / Em brasas / Meu corpo / Incendiado / Consumido / Dissolvido / Finalmente / Restam cinzas / Que espalho na cama / Para dormir".

    Fizeste mal em apagar os textos do Anjos e Senhoras da Nossa Praça. Eram muito bons, mas claro, um risco para a integridade física. Por regra, as pessoas não se contentam com salutares bofetadas, querem sangue, possuídas pelo mundano, pela política, porque lhes falta estética.

     
  • At 11:04 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: epá, perguntei a Deus Google por Jesus fala, e Ele respondeu que sim, que Lenine saiu da sua boca: «Não se esqueçam desta frase: a prática é o critério da verdade. É uma frase que serve para todas as atividades»; mas também citou Pascal: “As vezes o coração tem razões que a razão não entende, vocês sabem de quem é esta frase, não sabem?” Disse isto perante uma plateia de universitários, já se sabe que ninguém conhecia Pascal de lado nenhum. O futebol tem esta magia de atrair intelectuais: Poiares Maduro vai para a FIFA, o que está correto, ele é um bocado badocha, e dentro de pouco lhe cairá o cabelo, estrutura física ideal para o futebol.

    Ah, Panurgo andava escondido, e mais zen, já não ataca grandes da nossa praça.

    Sócrates pode ter ficado impotente com as observações de Câncio, um gajo pensa que ter a proteção quente de uma rata, (a temperatura ideal do útero materno), leva com um balde de água fria, traumatiza logo.

    Também perguntei a Deus Google por Batista-Bastos, e Ele direcionou-me para o Tavares do Público e dos Gato Fedorento, que em 2014 escrevia na sua luxuriosa prosa: “Em junho deste ano, o grupo Controlinveste avançou para o despedimento coletivo de 160 trabalhadores. Nessa leva, saíram do DN excelentes jornalistas, que teriam lugar em qualquer redação. Nenhum deles, ao que consta, foi saneado. O primeiro e único saneamento ocorreu no início de Outubro, quando o novo diretor do jornal, André Macedo, telefonou a Baptista-Bastos e anunciou que prescindia dos seus serviços. Na verdade, não foi só dos serviços de Baptista-Bastos que André Macedo prescindiu: também prescindiu de Celeste Cardona, José Manuel Pureza ou Manuel Maria Carrilho. Mas esses foram dispensados. Baptista-Bastos, não. Baptista-Bastos foi vítima de “um ato absurdo, somente justificado pelas ascensões de novos poderes”. Até porque, imaginem, as suas crónicas “chegaram a obter 15 mil visualizações [uau!], dezenas de impressões e de envios”.

    Gosto do conceito ghost, porque gostava da BD “Gasparzinho, o fantasminha brincalhão”, que era muito fofinho, e a fofura atrai sempre. Mas acho o conceito tão bom que deveria ser alargado para: ghost-politician, ghost-referee, ghost-President-marcelo, ghost-Edward Barroso, ghost-Claudio Branches, ghost-das Snows…

    Carolina apaixonou-se ao som de “Brand New Days”, de Sting. Tinha tudo para ser um conto de fadas, não, não vou fazer a piada fácil com conto de fodas, respeito o amor como o sentimento mais nobre e desinteressado oriundo do coração humano.

    Quando é que farão programas assim na TV lusa? Com José Malhoa a comentar vídeos de outros colegas, ou Tony Carreira. O CM denuncia que há uma guerra entre cunhadas do clã Carreira. As cunhadas são a parte mais importante da família.

    Ozzy teria ótima carreira no pimba. Aquilo é peruca?

    Também não sabia que Bertrand Russell era galês. Apesar dele já ter saído na coleção CM.

    Fogo, esse “Night Trips” merece uma apreciação. Metem-lhe os elétrodos entre as coxas, não se pode ser mais científico que isso.

     
  • At 11:17 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Os automóveis modernos podem causar graves problemas.

    Mais não notícias que alimentam a indústria jornalística.

    Que são alimentadas por mais não notícias.

    Quando pensavas que não era possível.

    Eu não vejo a stripper, quando o capitalismo atingiu a fase do idiotismo.

    E agora um reflexão filosófica: um gajo produz música com vista à elevação, ao lugar na história; depois metem uma gaja em cima e estragam tudo; a mulher é de burka e na cozinha.

    É inadmissível, até se vangloriam.

    Ele até nem se saiu mal, o que me admira é que Angus Young está na mesma, não envelheceu.

     
  • At 3:55 da tarde, Blogger mole said…

    O Poiares vai para a FIFA? Mais futebol erudito... Será que ele vai voltar a citar aquele filósofo, o "Hainnz Reinspein"?

    (volto depois)

     
  • At 4:03 da tarde, Blogger mole said…

    Ainda antes de me pôr na alheta. Depois do jogo de logo à noite e da ressaca subsequente, vais precisar de retemperar forças Táxi, de comida calórica:

    https://www.youtube.com/watch?v=AWlOQKhGyqc

     
  • At 9:57 da tarde, Blogger mole said…

    Porra. Afinal o jogo é amanhã.

    Epá, este Papa Bergololio mete-me um nojo. Obamas, Marcelos, Bergololios, puta que os pariu.

    Esse "Ignite" ficou fixe até.

    O Axl Rose ainda não me deu qualquer prova de que merece estar vivo.

     
  • At 10:20 da tarde, Blogger mole said…

    O terrorismo "danone":

    https://www.youtube.com/watch?v=nyavHiwaGtk

    isso dos chineses. A muralha da China foi construída com boas maneiras foi... Mais abaixo tem um texto de um lumpenintelectual, o Pedro Rolo Duarte, com este aforisma profundo e enigmático:

    "Que o Estado não é pessoa de bem, há muito que sabemos. E disso somos responsáveis, nas escolhas que fazemos em cada eleição."

     
  • At 11:49 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Só amanhã terei tempo de ver isto, mas não quero deixar de te dizer que te encontrei na esquina da net. E como é que eu sei isso? Pela biblioteca ao fundo; com livros de Julius Evola, José António Saraiva, Cláudio Ramos e, num canto, Roger Scruton.

     
  • At 1:40 da manhã, Blogger mole said…

    Fogo! Que desgarradas são essas que tão bem representam a cultura e tradição do baixo, alto e até soprano Minho?

    Não estou a ver ali nenhum livro do Chagas ou do José Gil, por isso não estou lá de certeza.

    Afinal o Axl até não compõe mal:

    https://www.youtube.com/watch?v=5hWILgE0ADs

     
  • At 1:57 da manhã, Blogger mole said…

    Too sexy for politics:

    http://manplate.com/25-most-gorgeous-female-politicians/24/

     
  • At 2:00 da manhã, Blogger mole said…

    A galinha dos ovos de ouro:

    http://www.cmjornal.xl.pt/exclusivos/detalhe/guarda_redes_vendem_frangos_por_15_mil_euros.html

     
  • At 2:03 da manhã, Blogger mole said…

    Por falar em "ghosts".

    A "dor fantasma":

    http://www.cmjornal.xl.pt/opiniao/colunistas/olhar_cm/detalhe/o_caruncho__da_esquerda.html

     
  • At 10:16 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: espinafres caem sempre bem. Desde o Popeye que estão bem vistos na nossa alimentação, vigorosa de saudável.

    No fundo promover os ladrões (ou ladronas) de bicicletas é promover Vittorio de Sica.

    Já estava na altura de abrirem cursos (universitários ou politécnicos) que ensinem as pessoas a escolherem os dirigentes certos. Se os eleitores não sabem, alguém tem de ensinar, é como comer com garfo e faca ou mudar uma lâmpada, sem ensinamento, nada feito.

    No vídeo dos vianenses, estava a apostar que eras o rapaz dos calções. No Minho, julgo eu, andam todos de calções, como um certo cientista político conservador.

    Um gajo vai ao gregório com o canto, por acaso tenho uns CDs destes Gregorian. O Axl compreendeu o valor dos livros, lia-os, os livros da moda, para dizer o que as gajas (com mania de terem atividade intelectual) queriam ouvir e comê-las.

    Ser demasiado sexy atrapalha a res publica. Em vez de se dedicarem à causa, os colegas, querem papar per cause. É o que acontece com o Carlos Abreu Amorim, os deputados só pensam em papá-lo e o trabalho fica por fazer.

    A capa do CM de hoje está outra vez histórica. Tem uma notícia que deixa o leitor perplexo: Ministério da Educação impõe quota de professores doentes. É uma ótima medida. Vai o prof ao médico: “Ai sr. doutor que tenho uns fornicoques no coração será AVC?” “Desculpe, tem que voltar segunda-feira, esta semana a quota já está preenchida. Só pode estar doente a partir do dia 15. A lista de espera para ficar doente já está sobrecarregada”.

    Noutra notícia dá conta do “quase tudo” que assaltou as mulheres lusas. Katia Aveiro imita Rita Pereira em Cannes, e o que fez Rita? Rita mostrou quase tudo.

    Ah, é tão belo o amor homossexual (mesmo que não se manifeste em enrabadela): “Alguém precisava de ter a coragem de dizer a Passos Coelho que é muito mais do que um caruncho ruidoso em glória da geringonça.” Lá nisto: “Passos Coelho tem de perceber que, para o bem comum, já é História” ele tem muita razão. Portugal não tem História, tem passar de tempo, e nesse passar de tempo, obviamente, aconteceram coisas, só que não têm importância nenhuma numa História Universal, ou sequer para os autóctones, suceder isso ou o seu contrário, é igual ao litro. No entanto, admiro imenso a coragem deste diretor: arrancou o apêndice a sangue frio – ele diz que lhe doeu – não é para todos, nem sei se o Rambo com a sua faca multiusos teria coragem para tal.

     
  • At 10:33 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Estive a olhar com muita atenção para a guitarra portuguesa, tentando perceber o nome do construtor, qualquer outra sugestão, ou sequer pensamento, é uma colossal mentira.

    Levar no rabo sempre compensou.

    O futuro é o fufismo.

    Grátis, não é? até o nosso economista das Neves está farto de dizer que Não há merda grátis. Se queres tê-la, tens de gastar muito dinheirinho na paparoca para meter no tubo de cima e depois sair em baixo.

    Irão manchar o último reduto?

    Temos jardineiro.

    Podes escolher o carro.

     
  • At 10:44 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    A beleza é tudo.

    O Bukowski desenhado.

    Liberta o lobo que há em ti.

    O importante ato da leitura.

    Prova que as loiras não são burras.

    Que não ficam atrás das morenas.

    Não dizem quais foram as injúrias, até poderão ser elogios.

    Os kids.

     
  • At 10:58 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: mas hoje não é só o CM histórico, o JN também não fica atrás, por mais 3,50 € compras uma pagela, e vem cadernos com visões da Virgem Maria. O DN dá conta de um filósofo que dá consultas a crianças e empresários. Afinal a filosofia dá dinheiro como no tempo do Tales.

    Afinal também leram o livro.

    A Elle.

    O encontro que tinha tudo para dar certo. That’s why: “Burroughs tended to be unfailingly courteous, even a touch “old world” in his manners. Typically he was generous with fans and admirers, particularly with young men as handsome as Ian Curtis.”

     
  • At 8:44 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Holy mother of moura guedes: diz o Negócios que os portugueses acreditam mais nos media do que nos políticos e nos padres. Não tenho a certeza que seja um avanço civilizacional.

    Citaste os Gregorian, eles aprenderam com estes.

     
  • At 2:31 da tarde, Blogger mole said…

    Estou muito (mesmo muito) deprimido e psicopático com a vitória dos lampiões e com a triderrota do FCP. Para me vingar, vou ler mais uns bocados do "Esquecer o Careca Foucault" do Jenne Baudrrilard. Um coisa que já aprendi nesse panfleto é que a "morte" é um tema demasiado mainstream e obsoleto; o tema "ex-terminus" é que é.

    https://teddykw2.files.wordpress.com/2012/07/jean-baudrillard-forget-foucault.pdf

    (depois, se recuperar, comento esses links)

     
  • At 8:31 da tarde, Blogger mole said…

    Entretanto, já recuperado e com um sorriso pepsodent como o Artur Al Barran, tenho a dizer que isso dos grilos é curioso. Já sabia que os lírios do campo rezavam ao Lord e a baleia do Moby Dick também, agora grilos? Não terá a ver com o "apito dourado"? Será que se um gajo ouvir o Presidente Bruno de Carvalho desacelerado, sai de lá música sacra? Será que o Dizzee Rascal desacelerado tem lá dentro uma missa Luba? E o arquitecto desacelerado?

     
  • At 8:59 da tarde, Blogger mole said…

    Quotas para doentes? O juiz do Socardes também é corrupto? Que mais hei-de ver ó Lord.

    Esse do fado não me dá, mas dá para ver a imagem. Então pensavas que no mundo do fado só há camanés? De qualquer forma, gajas e guitarras é assunto para o Panurgo.

    O Espectro do Marx também está na rádio?

    Como não encontrei a "fenomenologia do Ser" do Sartre, deixo-te as "Meditações" do Mario Aurélio em russo; a ouvir é como se estivesse no interior de um filme de Tarquovsky:

    https://www.youtube.com/watch?v=SNiEyJLMD8U

     
  • At 9:28 da tarde, Blogger mole said…

    Táxi, descobre aí um equivalente desta rapariga no mundo da política tuga:

    http://www.cmjornal.xl.pt/insolitos/detalhe/obsessao_por_futebolista_quase_leva_a_morte.html

     
  • At 9:31 da tarde, Blogger mole said…

    Enfim:

    http://www.cmjornal.xl.pt/insolitos/detalhe/sosia_de_ranieri_ja_dormiu_com_26_mulheres.html

     
  • At 10:12 da tarde, Blogger mole said…

    A proposito do fantasma Caspar:

    http://www.theguardian.com/books/booksblog/2011/jun/17/hauntology-critical

    Se em vez de "ghosts" fosse com múmias, era uma "mummylogy".

    E se a Kim fosse filósofa, tinha a seu cargo a cadeira de "assholelogy".

    E o César, a "snowlogy".

    Ninguém acha graça a estes trocadilhos, mas tenho de fingir que sou engraçadinho. Tenho é de getar a life.

     
  • At 11:56 da tarde, Blogger mole said…

    A mais absoluta inversão de todos os valores! Ó Lord, que mais me obrigarás a ver!

    http://www.cmjornal.xl.pt/desporto/futebol/detalhe/rui_vitoria_foi_vergastado_e_humilhado_e_isso_fez_a_diferenca.html

     
  • At 12:43 da manhã, Blogger mole said…

    E aproxima-se a época dos incendios:.

    https://www.youtube.com/watch?v=Z3C3UTPtYDs

     
  • At 1:12 da manhã, Blogger mole said…

    Tive um professor velhote, no 9 ano, que ensinava as coisas verdadeiramente importantes:

    https://www.youtube.com/watch?v=eMF_rOUAwvA

     
  • At 1:21 da manhã, Blogger mole said…

    Poesia lírica:

    "As obras pornográficas no século XVIII eram conhecidas como “livros filosóficos”, pela associação a esses ideais libertários. Os princípios da filosofia naturalista e mecanicista também contribuíram para o desenvolvimento da pornografia, já que o autor pornográfico descreve os corpos como máquinas e os seres como animais instintivos."

    Acordo ortográfico:

    "Greil Marcus of Rolling Stone captured [Dusty] Springfield's technique as "a soft, sensual box (voice) that allowed her to combine syllables until they turned into pure cream."

     
  • At 11:15 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: fogo! acho que ainda tenho algures o “Oublier Foucault”, expropriei-o de uma livraria, que não vou mencionar, long time ago. Era uma livraria muito difícil, quase impossível, de expropriar, a empregada nunca baixava a guarda, sempre de olho no cliente. Ou então era só nos clientes de esquerda, ou aparentando, cabelo que nunca viu um pente, barba descuidada, kispo, ar de ler Deleuze e ter o Manifesto do Surrealismo (*) ao lado do Manifesto do Partido Comunista (**). I wonder se quando lá ia o Mário Soares era a mesma coisa. Era um desafio fintar aquela colaboradora, designação posterior, na época era mesmo empregada. E, claro, tive que escolher um livro com poucas folhas, um maior estava fora de questão. E calhou não pagar direitos de autor ao Baudrillard.

    (*) Andre Breton: “Tal ideia dignificava também Paul Valéry, que, não há muito, a propósito dos romances, me garantia que, ele, sempre se recusaria a escrever: “A marquesa saiu às cinco horas.”

    (**) Karl Marx: “Todas as objeções dirigidas contra o modo de apropriação e de produção comunista dos produtos materiais foram igualmente alargadas à apropriação e à produção dos produtos espirituais. Tal como, para o burguês, o cessar da propriedade de classe é o cessar da própria produção, também para ele o cessar da cultura de classe é idêntico ao cessar da cultura em geral. A cultura [Bildung] cuja perda ele lamenta é, para a enorme maioria, a formação [Heranbildung] para máquina.”

    Gostaria de ouvir o som da gordura a queimar no Bruno de Carvalho. Ele está muito mais magro. Deveria soar assim, algo assim, bom, não consegui encontrar a sua obra: Anus Filled With Burning Wax.

    Marco Aurélio também é para o Panurgo que gosta de pensamentos fortes.

    Deixou de beijar o namorado por julgar que estava a "trair" – as inglesas são cá umas bitches, além de feias, ainda têm peneiras de ir a algum lado. Com certeza que no BE, a figura máscula de Louçã causou efeitos semelhantes entre as militantes.

    Holy fuck! Porque não nasci igual ao Marques Mendes para também poder dizer: "Sempre que saio para uma bebida sou rodeado por mulheres. Não se fartam de mim".

    Não nos livraremos das assombrações tão cedo. Nem do ghost de Ângelo Correia.

    Vivemos numa época que já é mais que a transmutação de todos os valores. É a era do Que es mas macho lightbulb o schoolbus? – A era da perplexação ou perplexividade, as palavras não existem mas terão que ser cunhadas. Então uns advogados tramaram para matar um cliente? Se não confiamos no advogado, vamos confiar em quem (pergunta retorica): no padre, no polícia, no professor, no Pai? No jogador de futebol?

    Fufas na floresta? Nem na natureza teremos o natural.

    Um cientista dizer: Eu estou acostumado a trabalhar com as mãos. Não vou fazer a piada fácil do handjob, mas faz recordar quem lhe deu a enxada.

     
  • At 11:27 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Estar no lugar certo na hora certa.

    A querida Selena fica bem em qualquer lado.

    Aqui é que deve ser mesmo para o handjob.

    O Arredes Sociais já está pejado de doenças.

    Um euro à hora, estão ricos em dois meses.

    Já há esperança de ter um igual ao John Holmes.

    Enforca-o outra vez que a sua alma ainda está a dançar.

     
  • At 3:10 da tarde, Blogger mole said…

    "Rixa num cemitério. Há três vítimas mortais"

    "Carrilho fotografa Bárbara Guimarães em tribunal"

    "Macaco Adriano é o verdadeiro autor do romance de Cláudio Ramos"

    Ó Lord!

    A frase: “A marquesa saiu às cinco horas.”... Se fosse o Divino Marquês, essa hora, mais do que vulgar, seria inverosímil. Mesmo assim, antes uma marquesa que saí às 5 do que um gajo que costuma deitar-se cedo.

     
  • At 11:40 da tarde, Blogger mole said…

    - A cultura [Bildung] cuja perda ele lamenta é, para a enorme maioria, a formação [Heranbildung] para máquina.” -

    Tás aqui tás a encarcerar ou a dar um tiro no rapaz de óculos, dentinhos de fora e sorriso idiota/baba...

    Falando a sério, para uns a "cultura" é reprodução/opressão, para outros é emancipação/libertação. Em que ficamos? Na cultura, na contra-cultura? Ficamos hippies ou yuppies? Ficamos surrealistas ou nudistas? ["e temos mais amigos: o Tim, dos Xutos e Pontapés" *] Na opressão ou na depressão, na rebelião ou na conformação?

    A verdade é que tudo é reprodução. Até os terroristas são reprodutores. Até o Baudrillard reproduz (apesar de morto é preciso esquecer Baudrillard e faze-lo desaparecer dos registos). A Natureza é um template obsoleto do Criador, habitado por fufas e cogumelos. A Joana Mortágua contra-reproduz ["e o Kalu, também dos Xutos e Pontapés" **] . A Sinead O'Connor desaparece. O Bruno Carvalho reaparece. Amanhã vou a uma quermesse.

    (*) de um cd ao vivo de Paulo Gonzo

    (**) do mesmo cd

     
  • At 12:08 da manhã, Blogger mole said…

    Os Laibach são uns pintarolas:

    https://en.wikipedia.org/wiki/File:LAIBACH_Press_Photo_2003.jpg

    "Laibach has frequently been accused of both far left and far right political stances due to their use of uniforms and totalitarian-style aesthetics. They were also accused of being members of the neo-nationalism movement, which reincarnates modern ideas of nationalism. When confronted with such accusations, Laibach are quoted as replying with the ambiguous response "We are fascists as much as Hitler was a painter".

     
  • At 12:15 da manhã, Blogger mole said…

    Enfim:

    http://www.cmjornal.xl.pt/desporto/futebol/detalhe/_homem_nu_no_treino_do_sporting.html

     
  • At 12:25 da manhã, Blogger mole said…

    Ainda a questão da aceleração/desaceleração capaz de criar um entre-tempo suspenso na verticalidade/horizontalidade da diagonal de uma curva topológica, transversal a pontos equidistantes e variantes, distribuídos num espaço polirítimico, simultâneos a um kairos transobjectivo e acronal, conectados numa matriz epigenética e, por fim, capturados num vortex abissal, marcial e lateral :

    http://bigtitsandhotchicks.tumblr.com/post/144556577376/tits-gif-top-tits-blog

     
  • At 12:43 da manhã, Blogger mole said…

    A Ursula Aveiro:

    http://www.jn.pt/pessoas/in/interior/site-frances-compara-katia-aveiro-a-primeira-bond-girl-5179015.html#at_pco=smlrebh-1.0&at_si=573cfcb7484f4e40&at_ab=per-2&at_pos=1&at_tot=6

    Nunca mais vi o pai do ex-vocalista dos Ban:

    http://www.jn.pt/local/noticias/porto/gondomar/interior/carro-usado-por-valentim-loureiro-vendido-pelo-triplo-do-preco-5178576.html#at_pco=smlrebh-1.0&at_si=573cfcb7484f4e40&at_ab=per-2&at_pos=6&at_tot=6

     
  • At 6:06 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: só lá para a tarde terei tempo de ver e comment isto, mas como estive a transcrever de uma revista conhecimentos úteis, aqui os coloco para, quando te reunires ao entardecer para cantar canções dos Coldplay, possas mostrar erudição; juntando isto com aqueles truques com cuecas apresentado pelo japonês noutro comment, é garantido que farás sensação em qualquer reunião social, então se aparecerem as esganiçadas por aí, para uma sessão de esclarecimento, elas ficarão deliciadas com o teu savoir faire e, quiçá, te ofereçam umas jeans.

    “Morrem mais pessoas todos os anos da queda de cocos do que de ataques de tubarão.” “Triscaidecafobia é o medo irracional do n.º 13. E o medo específico de sexta-feira 13 é a frigatriscaidecafobia.” “As corujas são os únicos pássaros capazes de ver a cor azul.” “O primeiro automóvel em Portugal foi um Panhard & Levassor, importado de Paris pelo conde de Avilez, em 1895.” “A idade média da mãe ao nascimento do primeiro filho, em Portugal, é de 29,7 anos.” “Em japonês, karaoke vem da junção das palavras «orquestra» e «vazia».” “O coração de uma baleia azul é do tamanho de um Volkswagen Carocha.” “O papagaio do presidente Jackson, dos EUA, foi expulso do funeral dele por dizer palavrões.” “Num dia, 20 de fevereiro de 1913, o México teve três presidentes: Madero, Lascuráin e Huerta.” “O ketchup chegou a ser vendido como medicamento por volta de 1835 nos EUA, em pílulas contra a diarreia e a icterícia.” “O Nepal é o único país no mundo que não tem uma bandeira retangular.” “O primeiro livro impresso em Portugal saiu da oficina de Samuel Gacon, no Algarve, em 30 de junho de 1487”.

     
  • At 12:41 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Cinco horas é uma hora decente para uma marquesa, ou condessa, ou arquiduquesa, ou portuguesa, regressar a casa para o marido, que dorme na paz dos anjos, não topar nada. A tempo de lhe meter os cereais na tijela e beijá-lo – sem lavar a boca, claro – com carinho.

    A Sinead O'Connor tem a sua graça, anda tudo preocupado com uma velha maluca.

    A questão é que Hitler era pintor, porque a TINA no tempo dele, não era a TINA (boazinha e fixe) de hoje, caiu na desgraça, mas a verdade é que ele não tinha alternativa, tal como os governantes de hoje não têm alternativa. A TINA rules the world. Quando cantavam Everybody Wants To Rule The World, os Tears for Fears referiam-se à TINA.

    A metafisica do homem nu apela para o sistema de objetos de Baudrillard, ao contrário da mulher nua que apela para livros não assinados (por vergonha). Bruno de Carvalho já se pode despir, tem corpo para isso.

    É o que eu digo. Um gajo lucubra no mais alto e aparece logo uma gaja a mostrar as mamas. Assim não haverá produção de cultura decente.

    Fogo! Que comparação! Nem eu me lembraria. Tenho que ser mais ousado; como, a mãe do clã, a nossa querida Dolores é igual a Lara Croft ou das Neves igual a Miley Cyrus.

    E depois falam de violência contra os velhos. Compra um chaço a cair de podre para a filha, paga um balúrdio, e depois quer amor?

     
  • At 12:42 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Deus Google fará de Ambrósio, aquele mordomo da Ferrero Rocher.

    Há um problema candente que o capitalismo de baixo crescimento do PIB levantou: as necessidades filológicas travam a economia e são inimigas dos mercados. O pessoal toma como um direito adquirido mijar: as fraldas já resolveram esse problema, mas há pessoas que não aprendem e querem à força mijar.

    Mas há o dormir, outro direito que as pessoas tomam erradamente como adquirido.

    Também há o respirar, eu acho que não é nenhum direito.

    Cagar é um direito adquirido? não, não é.

    Até porque o que a mulheres modernas conseguem fazer com o cu prova que ele nasceu para funções mais nobres do que dar razão a Lutero.

     
  • At 12:53 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Fónix, o gajo é mais rico que Portugal, e será que ele enriqueceu a ir à casa de banho, ou a respirar? Claro que não, foi a trabalhar.

    Já outros não querem trabalhar, as bitches protegem-se, se fosse um homem ia logo para a cadeia, mas como é mulher a juíza acionou a solidariedade entre bitches. E realçou: "tinha 25 euros no porta-moedas, um terço e duas imagens de santas". Lá os euros, vá que não vá, agora roubar terços e santinhas? Era cadeia e nunca mais sair.

    E quando é que haverá um português?

     
  • At 12:57 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    No período em que dirigiu a Educação, Margot fez tudo ao seu alcance para garantir que quem passasse pelas escolas da RDA sairia não apenas doutrinado pela propaganda marxista-leninista mas com treino militar e em armas, de forma a ser útil na eventualidade de um futuro confronto com o Ocidente. E além da politização do programa, os professores eram instrumentalizados ao ponto de serem obrigados a vigiar sistematicamente os alunos em busca de quaisquer sinais que pudessem indicar desvios à linha comunista.
    A sua tentação disciplinadora terá, segundo os historiadores, contribuído para criar práticas de repressão odiosas como a política que determinava que os filhos dos dissidentes que fossem considerados ‘inimigos do Estado’ - e para isso bastava que tentassem escapar para o lado ocidental - fossem retirados aos pais. Se alguns acabavam em lares adotivos e instituições, outros eram entregues às famílias sem filhos exemplares na sua lealdade ao Partido Comunista. – Já não mulheres assim, de fibra.

     
  • At 9:44 da tarde, Blogger mole said…

    Chiça! Essa Margot Honecker é fisicamente muita parecida com o Padre Porto Carreira:

    http://i1.wp.com/folhadodomingo.diocese-algarve.org/wp-content/uploads/sites/2/2013/11/Pe_goncalo_portocarrero_almada.jpg?resize=660%2C330

    "as necessidades filológicas travam a economia e são inimigas dos mercados."

    É gralha tua, foi o (des)corrector ou escreveste de propósito?

    Há as notícias do costume, Susan Sarandon e tal e também uma sobre o Manecas Alegre.

     
  • At 2:36 da manhã, Blogger mole said…

    Enfim, uma "shape", para voltar ao Baudrillard... Isto vinha no jornal O Jogo de hoje:

    http://www.infobae.com/2016/03/02/1794357-belen-etchart-se-saca-las-plumas

    Risco de torcicolo:

    http://m.ratingcero.com/notas/125638-belen-etchart-gran-hermano-un-video-super-sexy-y-prohibido


    "plans for breast reduction to look 'classier'

    http://www.dailymail.co.uk/tvshowbiz/article-3602263/Geordie-Shore-newbie-Chantelle-Connolly-goes-topless-patterned-bikini.html

     
  • At 9:34 da manhã, Blogger mole said…

    Great ideas:

    http://lifestyle.publico.pt/noticias/361296_kanye-west-tenho-ideias-que-podem-fazer-a-raca-humana-melhor

     
  • At 11:26 da manhã, Blogger mole said…

    Que o Altíssimo tenha piedade de nós:

    http://www.cmjornal.xl.pt/insolitos/detalhe/homem_remove_implantes_mamarios_apos_20_anos.html

    http://www.cmjornal.xl.pt/multimedia/fotogalerias/detalhe/os_famosos_mais_desejados_durante_a_masturbacao.html

     
  • At 11:29 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: tem uma certa parecença. Poderá ser a mãe, que as ferrenhas comunistas nunca se pautaram pelo decoro e abstinência.

    Porra, por mais que um gajo olhe, há sempre gralha. Embora o Word que comprei esteja treinado para fazer correções, algumas esquisitas, eram necessidades fisiológicas: não consigo perceber como as pessoas acham que respirar é um direito adquirido; não há direitos adquiridos, exceto a pensão do Ângelo Correia. Se a produção de bens, as exportações ou o PIB assim o exigirem, que se deixe de respirar, ou qualquer outra “necessidade” dita fisiológica.

    Epá! ela tinha plumas? Já acho mal quedarse en ropa interior frente a una cámara sin mostrar ningún pudor, assim corre o risco de não casar, os homens preferem mulheres decorosas.

    Sem dúvida, as tetas pequenas dão classe à mulher. Por exemplo Christine Lagarde, se tivesse tetas grandes, por mais Chaneles ou Ivos Saintes Laurentes que metesse em cima, pareceria sempre uma vulgívaga.

    A cultura americana lá se vendeu bem com Obama, agora era preciso Trump ganhar para agitar os mercados outra vez; aliás seria a eleição lógica, depois de um palhaço, outro palhaço (isto lixaria a vingança de Hillary, que quer ser eleita para pôr um interno da Casa Branca a ir down on her na sala oval). O Kanye Ocidente é vendido como um génio, João Duque também é, tem boas ideias, e não é reconhecido pelos seus pares e até impares.

     
  • At 11:32 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    A Arianny.

    70 dólares é carote, mas vale a pena.

    Não percebo como não vingaram, são grandes invenções.

    Isso é que não, pode faltar a comida, a roupa, tudo, mas a Coca Cola é que não.

    Por causa da lata.

    Também eu fiquei de boca aberta.

    Depois do gelo é bem capaz aquela coisa ficar mais pequena.

    Mais inteligente que o homem, são as coisas.

    A Ayaka parece ter algo dentro das cuecas.

    Estará o Mao Zadong ainda atual?

     
  • At 11:35 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Um campo de trigo.

    Para não ser sempre americanos.

    A Samanta e a Sarah são duas muito boas amigas que estudam filosofia.

    Já a Tindra está em microbiologia.

    A Lauren Estrada e a Polina Putilova, seria espetável que fizesse a piada fácil com Putilova, mas quero acentuar a Estrada, que os nossos bancos ainda vão a meio, segundo o Costinha dos Bancos.

     
  • At 11:57 da manhã, Blogger mole said…

    Esse casaco é ainda mais inteligente que o "Famous Blue Raincoat"...

    Uma padaria colossal não é suficiente, é também preciso uma "ética de trabalho":

    http://observador.pt/especiais/kim-kardashian-ganhar-vida-viver/

     
  • At 12:13 da tarde, Blogger mole said…

    Este link que puseste aí é genial pois:

    http://www.vintag.es/2016/05/vintage-rarely-used-inventions-funny.html

    "Portable radio in a straw hat, made by an American inventor, 1931"

    -Nem o Dalí se lembrava disto.

    Pram provided with a radio, including antenna and loudspeaker, to keep the baby quiet, United States, 1921

    -O Arroja já pode calar as esganiçadas

    Revolver camera, New York, 1938

    -Selfies de qualidade

    Soup-cooling spoons, 1948

    -Tenho de arranjar isto para o meu pai (ainda por cima está em convalescença)

    Faxed newspaper, New York, 1938

    -O Pacheco Pereira escreveu sobre isto ontem.

     
  • At 9:05 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: “Quanto valerá uma ida à casa de banho de Kim Kardashian?” Eis uma pergunta muito pertinente. Filmado em contra-plongée e em 4D, por um realizador tipo Manoel de Oliveira, para esticar a cena por uma larga hora e meia, ganharia por certo um Oscar e seria uma lição de cinema.

    Também achei a colher uma ideia genial, não se percebe por que não a comercializaram os empreendedores, e nós continuamos a queimar a língua com a sopa a escaldar. E depois era mais fácil...

    Quando os bancos cortaram o crédito à compra de habitação e as rendas estão caras, as situações embaraçosas multiplicam-se.

    Um homem precisa sempre de um nadador salvador.

    Diz a Bíblia nascemos da rata morremos pela rata.

     
  • At 9:06 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Queijo para matar a fome.

    Uma mixtape.

    2016 parou a boa prática de levar famosos, no entanto, o palco ainda é local de morte.

    E ninguém quer ficar igual a Marques Mendes?

    A idade começa a impedir certas coisas.

    Um artigo ficcional sobre algo que não existe.

     

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