Pratinho de Couratos

A espantosa vida quotidiana no Portugal moderno!

domingo, outubro 09, 2016

Eu gostaria que os emigrantes que aqui trabalham e vivem razoavelmente não regressem ao país (tl;dr)

Desembarcam em Bruxelas, de mochila Violetta ou Soy Luna, bolsa de ombro Disney Frozen my sister my hero, os mais másculos, os governantes europeus, inconscientes e adamados, de incapacidade em incapacidade, diante de uma multa irrisória comparada aos lucros banqueteados a burlar pessoas choramingam. “A tensão em torno do banco germânico tem sido uma constante. Também Jeroen Dijsselbloem, quando falava no parlamento holandês disse estar «genuinamente preocupado» com as pesadas multas impostas pelo regulador norte-americano a bancos europeus. O presidente do Eurogrupo afirmou mesmo que esta situação pode ser «prejudicial e arriscada para a estabilidade financeira» mundial. Citado pelo jornal holandês Financieeldagblad, salientou que os bancos que cometeram erros, devem ser multados. Mas não faz sentido, acrescentou, as multas serem pesadas a ponto de colocarem os bancos numa situação tão débil que sejam forçados a recorrer a ajudas públicas e, logo, a dinheiro dos contribuintes [1]. Ainda assim, mostrou-se confiante de que o banco terá capital suficiente para acomodar a penalidade que eventualmente venha a ser fixada em definitivo. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos quer aplicar ao Deutsche Bank uma multa no valor de 14 mil milhões de dólares [reduzido para metade]. Tudo para encerrar um processo ligado aos créditos imobiliários de baixa qualidade (subprime), que provocaram a crise de 2008, sendo o banco acusado de ter vendido produtos tóxicos aos clientes sem os avisar”, em jornal Negócios n.º 3347. 
1984. Maio. Terça-feira, 8 de maio “a chama dos «jogos desunidos» nas instalações das Nações Unidas, Nova Iorque, Gina Hemphill (neta do famoso campeão olímpico Jesse Owens) e Bill Thorpe Jr. (neto de Jim Thorpe) tocam o facho na pira: depois, são quinze mil quilómetros de percurso até Los Angeles, em que sucessivas passagens de testemunho que, vendidas a xis o metro, defraudaram (pelo sentido comercial) todo o ideário da Carta Olímpica e o espírito do barão Pierre de Coubertain, ao criar a maior festa de confraternização mundial.” No dia seguinte, o Comité Olímpico Soviético divulga um comunicado: “O Comité Olímpico Nacional da URSS fez uma análise global da situação em torno dos Jogos da 23.ª Olimpíada em Los Angeles e estudou a questão da participação neles da delegação desportiva soviética. Como é sabido, na sua declaração de 10 de abril de 1984, o Comité Olímpico Nacional da URSS manifestou séria preocupação sobre as rudes violações pelos organizadores dos Jogos das regras da Carta Olímpica e da campanha antissoviética lançada por círculos reacionários nos Estados Unidos, com a conivência das autoridades oficiais, e pediu ao Comité Olímpico Internacional (COI) para estudar a situação emergente. (…). O COI considerou a posição do Comité Olímpico Nacional da URSS como justa e fundamentada. Mas, desrespeitando a opinião do COI, as autoridades dos Estados Unidos continuaram rudemente a interferir em questões pertencentes exclusivamente ao Comité Organizador Olímpico de Los Angeles. É sabido que, desde os primeiros dias de preparativos para os presentes Jogos, a administração norte-americana fixou como rumo utilizar os Jogos para os seus objetivos políticos. Sentimentos chauvinistas e uma histeria antissoviética estão a ser desencadeadas em todo o país. Organizações extremistas e agrupamentos de todos os tipos, procurando abertamente criar «condições insuportáveis» para a estada da delegação soviética e a atuação de atletas soviéticos, incrementaram substancialmente a sua atividade, com conivência direta das autoridades norte-americanas. Manifestações políticas hostis à URSS estão a ser preparadas, ameaças não disfarçadas estão a ser feitas contra o Comité Olímpico Nacional da URSS, atletas e responsáveis soviéticos. Chefes de organizações antissoviéticas e antissocialistas são recebidas por funcionários da administração norte-americana e a sua atividade é largamente publicitada pelos meios e comunicação. (…). Nestas condições, o Comité Olímpico Nacional da URSS é compelido a declarar que a participação de desportistas soviéticos nos Jogos da 23.ª Olimpíada, em los Angeles, é impossível.”
“O anúncio surgiu quatro anos depois de a administração Carter ter deliberado boicotar os Jogos de Moscovo, como medida de protesto contra a intervenção militar soviética no Afeganistão. O boicote liderado pelos norte-americanos foi seguido por 64 outras nações e os soviéticos acreditam que a adesão à sua não participação será ainda maior. (…). Em Washington, o presidente do Comité Organizador dos Jogos de Los Angeles, Peter Ueberroth, declarou: «Parece que estamos a pagar o preço de 1980». Ueberroth fez esta declaração após uma reunião na Casa Branca, com o presidente dos Estados Unidos Ronald Reagan e o presidente do COI, o espanhol Juan Antonio Samaranch. «Tal como os Jogos de Moscovo, os atletas serão os mais prejudicados», acrescentou o presidente do Comité Organizador dos Jogos, que se declarou «muito desiludido com a decisão soviética: as acusações da URSS são infundadas».” Os Jogos Olímpicos de Los Angeles foram boicotados por 14 países: Afeganistão, Angola, Bulgária, Cuba, Checoslováquia, Alemanha de Leste, Etiópia, Hungria, Laos, Mongólia, Coreia do Norte, Polónia, União Soviética, Vietname. A Albânia, Irão e Líbia também não compareceram por outras razões políticas que não o apelo soviético.
“A hipótese de a União Soviética e outros países do leste europeu organizarem uns Jogos Olímpicos alternativos foi levantada pelo jornal londrino Evening Standard. O vespertino publica na 1.ª página uma informação nesse sentido prestada por Victor Louis, considerado porta-voz oficioso da URSS. A informação aponta a Bulgária como país escolhido para «esses Jogos Olímpicos comunistas, já preparados até aos detalhes mais insignificantes». Por questões legais chamaram-se Jogos da Amizade e realizaram-se entre 2 de julho e 18 de setembro desse ano em vários países que não se apresentaram Los Angeles: União Soviética, Checoslováquia, Cuba, Alemanha de Leste, Hungria, Polónia, Bulgária, Coreia do Norte e Mongólia. Porém, vários países do Ocidente Livre enviaram equipas constituídas por atletas que falharam a qualificação para Los Angeles. “Embora os Jogos tenham começado a 2 de julho com o torneio de ténis na Coreia do Norte, a cerimónia da abertura oficial realizou-se a 18 de agosto em Moscovo. A cerimónia de duas horas incluiu «miúdas em collants brancos girando bolas de praia vermelhas e brancas em sincronia. (…). Dezenas de crianças em trajes tradicionais das repúblicas soviéticas», «um esquadrão de jovens artistas» que criou «um tear humano mergulhando e girando as suas bandeiras coloridas para se entrosarem» e «raparigas vestidas de vermelho com hula hoops prateados», os quais diziam «URSS» e «paz». A cerimónia foi descrita como sendo «reminiscente das galas olímpicas».”      
Quarta-feira, 9 discursava o presidente da República, Ramalho Eanes, em Estrasburgo: “Eu gostaria que os emigrantes que aqui trabalham e vivem razoavelmente não regressem ao país.” “Considerou Eanes que os «estímulos» que os governos francês e alemão-federal estão a conceder aos emigrantes portugueses com vista ao seu regresso ao país de origem, «embora aliciantes» não são do seu interesse (…). «Vim a Estrasburgo como convidado do Conselho da Europa, e não me permitiria visitar esta área sem vos dizer que o Estado e o povo português têm por vós admiração e orgulho. (…). Que a vossa frustração seja transformada em agressão, mas em Portugal todos os órgãos de soberania vos olham com carinho». O presidente da República afirmou ainda que «a comunidade portuguesa no estrangeiro deve unir-se, o que é essencial tanto a nível local como nas relações com as autoridades portuguesas e dos países de acolhimento».”
Segunda-feira, 14 de maio “o traficante de cocaína que, no princípio da semana passada, foi detido no aeroporto da Portela, com dois quilos de estupefaciente, no valor de 25 mil contos, chama-se de facto Juan Manuel Spieha, tem 24 anos, está naturalizado argentino, mas não é fotógrafo de modas como afirmou, mas sim descendente de nobres polacos que estão exilados desde a Segunda Guerra Mundial em França. Juan Manuel Spieha, cuja mãe vive, atualmente, com grande fausto em Biarritz, declarou ser de nacionalidade suíça ao ser detido pelos Serviços Alfandegários na Portela, no momento em que acabava de chegar do Rio de Janeiro num voo da Varig, acompanhado por um cão da raça Scotchs Terrier, que dava pelo nome de Hitler e que posteriormente, a pedido do dono, foi enviado para Málaga. A droga era transportada em quatro sacos dissimulados numa pequena mesa de fórmica com fundo falso. De acordo com a Polícia Judiciária, Juan Manuel Spieha, que desde o início do ano já entrara mais duas vezes em Portugal, tem-se recusado a revelar o destino da droga, apenas tendo referido como presumível local de contacto um prédio no Bairro Alto e como previsão para a sua hospedagem, por três ou quatro dias, um hotel na rua Castilho, em Lisboa.” [2]
Quarta-feira, 16 de maio «Algo daquilo que nos foi dado observar, e somente entre uma pequena parte das casas de entretenimento de Lisboa, leva-nos a constatar que temos vivido num mar de sorte, em não termos tido algumas tragédias como têm ocorrido lá fora» assinala-se num relatório da Assembleia Municipal elaborado especialmente por uma comissão nomeada para o efeito. (…). O Xénon, situado numa cave [3], não tinha saída de emergência, no Mundial [4], a saída de emergência foi fechada por ter sido vendida uma sala contígua; que nessa mesma sala o ar condicionado e o sistema de ventilação não funcionavam por avaria. Se isso não basta veja-se o caso do City [5]: «a saída de emergência conduz a um alçapão, no chão dos lavabos, o qual tem uma porta de saída com cerca de 0,8 metros de altura. Para cúmulo, essa saída está no fundo do corredor do centro comercial respetivo. O caso do Cine 222 [6] também é exemplar: a saída de emergência está prevista por uma escada de ferro vertical, de difícil subida, só o podendo fazer os mais aptos. Claro que idosos, mulheres e deficientes ficam eliminados. (…). No Trumps, ninguém sabia da chave para fugir do local; no Happenings o rés-do-chão e a cave estão ligados por uma escada em caracol. Algumas boas situações foram constatadas em alguns locais de divertimento deste tipo: por exemplo, no Banana Power [7], onde um botão permite abrir de uma só vez meia dúzia de portas de emergência; ou no Stone’s, onde houve a preocupação de dissimular, ao fundo da sala, uma ampla porta de saída.”
Segunda-feira, 21 de maio “a Câmara Municipal de Lisboa deliberou, por unanimidade, mandar encerra o centro comercial City, por falta de condições de segurança. É o segundo encerramento de um centro comercial determinado pelo município lisboeta, com o intervalo de uma semana. O centro comercial Habib, na avenida Almirante Reis, foi mandado fechar há uma semana, com o mesmo fundamento de falta de condições de segurança. Mas continua por cumprir a expetativa no que se refere ao Gália, situado na mesma artéria lisboeta. (…). O City encontrava-se a funcionar em termos ilegais, «pois além de outras deficiências graves, o cinema que lá funciona não tem saída de emergência [8]. Por outro lado, tem havido por parte dos responsáveis daquele estabelecimento total desrespeito pelas instruções emitidas pela Câmara, encontrando-se há cerca de dois anos, para pagamento, a respetiva licença de construção». (…). O centro emprega cerca de 200 pessoas. No caso do restaurante, são ali servidos diariamente um número indeterminado de almoços e uma centena de jantares nos «melhores dias». Além do restaurante, funciona um pub, um sandwich bar, um cabeleireiro, um centro de estética, uma livraria e uma ourivesaria, entre várias lojas de modas.”
Domingo, 20 de maio custa mais caro molhar o pão no leite. O papo-seco aumenta para 3$25 (antes era 2$75). O litro de leite pasteurizado custa 38$50; o ultrapasteurizado 47$50 (antes 39$50); o esterilizado (1,5 litros) gordo 66$00 (antes 55$00), o meio gordo 61$50 (51$00) e magro 57$00 (57$00). O litro do especial pasteurizado passou de 47$00 para 55$00. Quinta-feira, 24 de maio “o metro cúbico de água fornecida pela EPAL - Empresa Pública de Águas Livres - passa a custar um mínimo de 27$00, segundo a portaria ontem publicada em suplemento ao Diário da República. O anterior preço era de 17$50. Este preço mínimo aplica-se aos consumos até cinco metros cúbicos por mês, elevando-se o preço para 97$50 no caso de consumos superiores a 25 metros cúbicos por mês.” Segunda-feira, 28 de maio o transporte aéreo interno passou a praticar os seguintes preços: Lisboa-Faro: 4000$00; Lisboa-Porto: 4000$00; Lisboa-Funchal: 10 080$00 (ida e volta, em excursão: 13 110$00 / ida e volta, residente: 10 590$00); Lisboa-Açores: 16 270$00 (ida e volta, excursão: 21 150$00 / ida e volta, residente: 17 090$00). Sexta-feira, 1 de junho sobem os transportes rodoviários. Passes sociais: L 1320$00 (preço antigo 1100$00); L-1 1750$00 (1460$00); L-2 1260$00 (1050$00); L-12 2110$00 (1760$00; L-23 1680$00 (1400$00); 23 1260$00 (1050$00); L-123 2400$00 (2000$00); 3.ª idade L 660$00 (550$00); 3.ª idade L-1 875$00 (730$00); 3.ª idade L-12 1055$00 (880$00); 3.ª idade / fins de semana 275$00 (230$00). Os módulos da Carris passam de 11$25 para 13$50 e os bilhetes dos autocarros com preço único passam de 50 para 60 escudos. “A partir de 1 de junho, atravessar o Tejo nos barco da Transtejo custará em média mais 25 %. Nos termos da portaria respetiva, as carreiras da zona estreita, cujos bilhetes custam 30$00, passarão a ter o preço de 37$50. A zona estreita da Transtejo compreende as carreiras entre Terreiro do Paço-Cacilhas Cais do Sodré-Cacilhas, Belém-Trafaria, Belém-Porto Brandão e Porto Brandão-Trafaria. Os bilhetes pré-comprados para estas carreiras passam a custar 27$00 contra os 22$50 anteriores. Os bilhetes das carreiras Terreiro do Paço-Montijo e Terreiro do Paço-Seixal, que atualmente têm o preço de 85$00 e 65$00, respetivamente, passam a custar 100$00 e 80$00, respetivamente.” Sexta-feira, 1 de junho “a bandeirada dos táxis passa para 50$00, de acordo com um despacho normativo dos ministérios do Comércio e do Turismo e do Equipamento Social publicado em suplemento ao Diário da República de ontem. O preço das frações mantêm-se nos 3$00 e corresponde agora a uma distância de 121 metros (anteriormente eram 142) no serviço diurno e a 100 metros no serviço noturno (anteriormente eram 118). (…). Este é o 10.º aumento das tarifas dos táxis desde 1974, altura em que a bandeirada custava 5$00 e as frações eram de cinco tostões.”
Sábado, 19 de maio “o número de alcoólicos nas camadas mais jovens, em especial entre as mulheres, aumentou nos últimos cinco anos, afirmou o presidente da SAAP (Sociedade Antialcoólica Portuguesa), Silva Neves. Causas? Várias, entre as quais os problemas de ordem social, disse aquele médico que acrescentou que o consumo de bebidas brancas cresceu ultimamente devido à propaganda de multinacionais que monopolizam a indústria desses produtos. Entre os 30 ou 40 casos de jovens alcoólicos contactados nos últimos anos pela SAAP, em 1983 somente foi possível recuperar dois. (…). Quanto às mulheres, o maior número de doentes alcoólicos encontra-se entre as que não têm ocupação profissional e que, por conseguinte, passam a maioria do dia em casa, isoladas. A solidão é uma das causas do alcoolismo. Silva Neves esclareceu que o caso do tratamento das doentes alcoólicas é mais difícil do que nos homens, dado que a sociedade não está preparada para isso e também porque há uma inibição da parte das pessoas do sexo feminino. (…). A grande maioria dos doentes alcoólicos, os que por si só não conseguem deixar de beber, são tratados no Centro António Flores, a funcionar no hospital Júlio de Matos, em Lisboa. (…). Portugal continua a ocupar o segundo lugar dos países europeus, logo a seguir à França, entre os que têm mais bebedores de álcool. Aliás, esclareceu Silva Neves, na maioria dos países latinos está provado que 10 % da população é alcoólica.”
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[1] A gestão criativa do Deutsche Bank para obtenção de luteranos lucros máximos e falsa solidez de negócio valeu-lhe uma condenação em 2015 de 1,9 mil milhões de dólares. Lista dos bancos condenados por causa do subprime: Bank of America (2014) – 16,7 mil milhões de dólares: JP Morgan Chase (2013) – 13 mil milhões de dólares; Citigroup (2016) – 7 mil milhões de dólares; Goldman Sachs (2016) – 5,1 mil milhões de dólares; Deutsche Bank (2015) – 1,9 mil milhões de dólares; Morgan Stanley (2016) – 1,25 mil milhões de dólares; UBS (2015) – 885 milhões de dólares
A Comissão Europeia, uma feliz confluência de maus políticos e piores técnicos, fritam o tempo multando empresas americanas operando em paraísos fiscais europeus. Na Holanda, Starbucks (20 a 30 milhões €); no Luxemburgo, Amazon (198 milhões €); no Luxemburgo, McDonald’s (450 milhões €); na Irlanda, Microsoft (2 mil milhões €); na Irlanda, Google (3 mil milhões €); na Irlanda, Intel (1060 milhões €); na Irlanda, Apple. “Bruxelas decidiu aplicar uma multa de 13 mil milhões de euros à Apple por impostos não cobrados entre 2003 e 2014, e, em resposta, recebeu por parte dos principais grupos empresariais americanos o aviso de que poderá haver represálias, nomeadamente no que respeita ao investimento. O Business Roundtable, uma das organizações mais influentes no mundo já começou a enviar várias cartas a todos os governos europeus a pedir que intervenham na decisão que foi tomada pela Comissão Europeia. O influente grupo conta com 185 presidentes de importantes empresas como a Catterpillar, AT&T ou Walmart”, em jornal i n.º 2269. O amigo americano, “o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos acusa a Comissão Europeia de assumir funções de fiscalização que não são próprias da entidade e de mostrar preconceito relativamente às empresas americanas.”
[2] Lisboa visitada por facínora de futuro, Juan Manuel Sapieha, dito el Sapo. “Os agentes da Brigada Central do Crime Organizado do Comissariado Geral da Polícia Judiciária deu como terminada a operação iniciada juntamente com a Guardia Civil em 2009, com a qual conseguiram desmantelar o bando de Ángel Suárez Flores «Cásper», uma das organizações criminosas mais violentas e com maior capacidade operacional em Espanha. Em maio de 2011, deu-se a detenção do cabecilha, que residia na comarca de Alicante e cometeu na província os assaltos através de buracos em bancos e roubo a narcotraficantes mais espetaculares de uma trajetória criminosa que remonta à década de 90, e que teve no roubo dos quadros de Esther Koplowitz o maior efeito mediático por se tratar de um dos roubos de arte mais importante da história de Espanha. (…). Entre os detidos encontra-se o seu lugar-tenente, Juan Manuel Candela Sapieha, de 59 anos, nascido em San Sebastián, criado em França e conhecido nos círculos criminosos como «Sapo», «Napo» ou «Cris». Este último, aliás, tirou-o do protagonista de uma conhecido filme de ação de um grupo de ladrões e assaltantes de bancos. [Provavelmente “The Heat” (1995)]. Foi preso em Elda a 10 de novembro de 2011, mas a Polícia Nacional manteve a importante captura sob o mais absoluto segredo para que a operação não se prejudicasse, evitando, desse modo, que outros membros do grupo mafioso, que estava sendo vigiados, pudessem fugir. El Sapo, braço direito de Cásper, foi localizado por um carro patrulha do Comissariado do Corpo Nacional de Polícia de Elda-Petrer. Circulava na avenida do Mediterrâneo num Porsche Cayenne no valor superior a 90 000 euros. Estava acompanhado de outro homem, não foi detido mas, desde o primeiro momento, levantou suspeitas aos agentes que o seguiram de forma discreta. Depois de o mandarem parar, identificou-se com um nome francês e mostrou um crachá do Centro Nacional de Inteligência, assegurando que era um espião imerso numa importante operação, pelo que pediu aos polícias que o deixassem ir embora para não pôr em risco a missão confiada.” “Escreveu durante o tempo em que cumpre a pena. O título da obra é sugestivo: Por amor al arte. E a capa está ilustrada com «El columpio» de Goya, uma das obras que subtraiu da residência da empresária madrilena. Agora, Napo procura um editor atrevido que ponha o seu livro no mercado. (…). Juan Manuel Candela, que nasceu em San Sebastián em 1953, criou-se em França e quando um dos seus professores do colégio jesuíta onde estudava lhe perguntou que queria ser quando fosse grande, respondeu rápido e claro: «Quando for grande quero ser gangster». O seu professor, segundo Candela, não lhe recriminou a escolha, mas aconselhou-o: «Terás que estudar muito».”
[3] Av. da Liberdade, 8, tel. 368480, exiba suspense e ineditismo no melhor de John Carpenter “Christine, o carro assassino”.
[4] Rua Martens Ferrão, 12-A, tel. 53 87 43 exibia às 21h20 “Laços de ternura (1983), real. James L. Brooks.
[5] City Cine, rua Tomás Ribeiro, 34, tel. 54 99 99 exibia às 21h30 “Fanny e Alexandre (1982), real. Ingmar Bergman.
[6] Av. Praça da Vitória, 37, tel. 57 94 60 exibia “Finalmente ao domingo” (1983), real. François Truffaut.
[7] “Certa noite o então primeiro-ministro, Francisco Pinto Balsemão, chegou com a namorada, Tita Presas, para mais uma noite de descontração e muita dança. Ao deparar-se com Manecas Mocelek, um donos da boîte, Balsemão disse em tom de brincadeira: «Então Manecas como vai a noite?». O outro retorquiu em tom irónico: «A noite vai bem, não sei é como vai o dia. Você trate do dia que eu trato da noite». A gargalhada foi geral e o episódio ficou para a história do Banana Power conhecido, simplesmente, como Bananas (…). Entre os novos investidores encontrava-se Tomás Taveira. Com a construção das torres das Amoreiras, o arquiteto estava na berra e tinha conseguido entrar em certos círculos da alta sociedade. Todos juntos à frente dos desígnios do Bananas duraram pouco. Primeiro saíram Manecas Mocelek e Jorge Caiado, depois o escândalo sexual que envolveu o arquiteto e a abertura da discoteca Alcântara-mar a poucos metros de distância encarregaram-se de afastar a clientela e de acabar com a boîte mais famosa de Lisboa.”
[8] A fome de arte do português médio supera o medo, e é capaz dos maiores atos de coragem para consumir alta cultura, e o City Cine continuou a iluminar o grande ecrã. Sexta-feira, 25 de maio de 1984 “Victor, Victoria” (1982), real. Blake Edwards. Sexta-feira, 1 de junho “Frankenstein Jurnior” (1974), real. Mel Brooks. Quinta-feira, 12 de julho “O leopardo (1963), real. Luchino Visconti. Quinta-feira, 19 de julho “Poltergeist” (1982), real. Tobe Hooper. Quinta-feira, 26 de julho “Taxi Driver (1976), real. Martin Scorsese. Quinta-feira, 9 de agosto “Um cadáver à sobremesa (1976), real. Robert Moore. Quinta-feira, 23 de agosto “Artur, o alegre conquistador” (1981), real. Steve Gordon. Sexta-feira, 7 de setembro “Feliz Natal, Mr. Lawrence (1983), real. Nagisa Oshima. Quinta-feira, 13 de setembro “O espetáculo vai começar…” (1979), real. Bob Fosse. Quinta-feira, 20 de setembro “Vingança selvagem (1984), real. J. Lee Thompson. Quinta-feira, 27 de setembro “Prego a fundo” (1983). Real. Hal Needham. Quinta-feira, 11 de outubro “Só contra todos” (1983), real. Alain Delon e Robin Davis. Sexta-feira, 26 de outubro “Academia de Policia (1984), real. Hugh Wilson. Sexta-feira, 30 de novembro “Momento da verdade” (1984), real. John G. Avildsen. Sábado, 22 de dezembro “Os amigos de Alex” (1983), real. Lawrence Kasdan. Sexta-feira, 8 de março de 1985 “America 1998 (1979), real. Neal Israel. Sexta-feira, 22 de março de 1985 “O lugar do morto” (1984), real. António-Pedro Vasconcelos. Quinta-feira, 18 de abril de 1985 “A Educação de Rita” (1983), real. Lewis Gilbert. Quinta-feira, 2 de maio de 1985 “O dueto da corda” (1980), real. John Landis. Quinta-feira, 16 de maio de 1985 “O meu tio da America” (1980), real. Alain Resnais. Quinta-feira, 23 de maio de 1985 “Aeroplano” (1980), real. Jim Abrahams, David Zucker, Jerry Zucker … e continuará por muitos anos.

na sala de cinema

Beaches” (1988), real. Garry Marshall, adaptação de Mary Agnes Donoghue do romance homónimo de Iris Rainer Dart, c/ Bette Midler, Barbara Hershey, John Heard … com o título local “Eternamente amigas” estreado quinta-feira, 25 de maio de 1989 nos cinemas Mundial e Star. “A história de duas amigas de origens sociais diferentes, cuja amizade se estende por mais de 30 anos através da infância, o amor e a tragédia: Cecilia Carol «C.C.» Bloom (Bette Midler), uma atriz e cantora de Nova Iorque, e Hillary Whitney (Barbara Hershey), uma herdeira e advogada de São Francisco. O filme começa com C.C., de meia-idade, a receber um bilhete durante um ensaio de «Under The Boardwalk» para o seu próximo concerto em Los Angeles. Ela abandona o palco em pânico e tenta desesperadamente viajar para junto da sua hospitalizada amiga. Incapaz de conseguir um voo para São Francisco por causa do nevoeiro, aluga um carro e conduz durante a noite, rememorando a sua vida com Hillary. É 1958, a menina rica Hillary (Marcie Leeds, trocará a carreira de atriz pela de cirurgiã) conhece a criança-artista C.C. (Mayim Bialik) na bancada da praia em Atlantic City, New Jersey, onde debaixo, C.C. fumava um paivante. Hillary está perdida e C.C. esconde-se da sua autoritária mãe (Lainie Kazan) [1]. Elas tornam-se rapidamente amigas, crescendo e criando laços através de cartas para se apoiarem uma à outra. Já adulta Hillary torna-se advogada dos direitos humanos, enquanto a carreira de cantora de C.C. não está exatamente a avançar. Elas escrevem regularmente uma à outra contando novidades das suas vidas. Hillary aparece no bar nova-iorquino onde C.C. está a atuar, no seu primeiro encontro desde Atlantic City. Ela vai morar com C.C. e arranja trabalho na ACLU. C.C. está agora a trabalhar nos telegramas cantados, conduzindo a uma oferta de emprego de John (John Heard), o diretor artístico da companhia de teatro Falcon Players, depois de ela cantar, vestida de coelho, o telegrama de aniversário dele.” Factos: “Mayim Bialik não cantou no filme embora tivesse boa voz. Bette Midler queria alguém que soasse como ela naquela idade, assim usaram a voz de Melissa Garcia.” “Barbara Hershey levou injeções de colagénio nos lábios para fazê-la parecer mais nova (ela tinha 40 anos na altura e estava a interpretar Hillary desde a idade da faculdade até os trinta e tal).” “Dead Ringers” (1988), real. David Cronenberg, baseado no romance “Twins” de Bari Wood e Jack Geasland, c/ Jeremy Irons, Geneviève Bujold, Heidi von Palleske … com o título local “Irmãos inseparáveis” estreado quinta-feira, 25 de maio de 1989 nos cinemas Alfa Club, Amoreiras sala 5 e Mundial sala 2. “Elliot e Beverly Mantle são gémeos idênticos e ginecologistas que, em conjunto, gerem uma muito bem-sucedida clínica em Toronto, especializada no tratamento de problemas de infertilidade feminina. Elliot, o mais confiante e cínico dos dois, seduz as mulheres que consultam a Mantle Clinic. Quando se cansa delas, passa-as ao tímido e passivo Beverly, sem que as mulheres tenham consciência da substituição. Uma atriz, Claire Niveau, vem à clínica por causa da sua infertilidade. Acontece que Claire tem um «colo trifurcado», que significa que provavelmente não será capaz de ter filhos. Elliot seduz Claire e incita Beverly a dormir com ela. Porém, Beverly liga-se emocionalmente a Claire, e isto perturba o equilíbrio entre os gémeos. Beverly começa também a partilhar do abuso de medicamentos prescritos de Claire, de que ele é cúmplice através do seu estatuto médico. Quando Claire descobre que Elliot tem se aproveitado sexualmente dela, fazendo-se passar por Beverly, fica furiosa e confronta-os num bar, mas depois decide continuar uma relação com Beverly, exclusivamente.” Factos: “Durante as filmagens, Jeremy Irons marcava se estava a representar Elliot ou Beverly, interpretando sempre um com o seu peso apoiado na sola dos pés e o outro com o peso apoiado nos calcanhares.” “Inicialmente, Irons tinha dois camarins e dois guarda-roupas separados, que usava dependendo da personagem que interpretava no momento. Depressa ele percebeu que «o objetivo da história era por vezes confundir quem é quem», depois disso, ele mudou-se para um único camarim e misturou os guarda-roupas, e encontrou um «caminho interior» para interpretar cada personagem de forma diferente usando a técnica Alexander para lhes transmitir «pontos de energia diferentes», o que lhes deu aparências ligeiramente diferentes.”Punchline” (1988), real. David Seltzer, c/ Sally Field, Tom Hanks, John Goodman … com o título local “O ponto final” estreado quinta-feira, 25 de maio de 1989 no Amoreiras sala 3 e Apolo 70. “Steven Gold (Hanks) é um esforçado estudante de Medicina que faz uma perninha como comediante de stand-up. Rapidamente torna-se evidente que ele é péssimo na primeira e excelente na segunda. E, todavia, quando lhe é dada uma oportunidade de estrelato, vai-se abaixo sob a pressão. Lilah (Fields) é uma devotada dona de casa que anseia ser comediante [2]. Ela tem o talento bruto, mas não o domínio da arte que Steven possui. De início, ele não lhe passa cartão. Steven flipa pela inesperada aparição do pai e do irmão, ambos médicos. O inabalável apoio de Lilah, ganha o reconhecimento de Steven, que lhe ensina os fundamentos da comédia de stand-up. Lilah gastou o seu pé-de-meia a comprar piadas. Steven aconselha-a a ligar-se ao público para revelar o humor real na sua vida como esposa e mãe. Lilah descobre o seu dom natural de fazer as pessoas rirem. Uma inconfortável amizade desenvolve-se entre os dois, enquanto partilham os conflitos pessoais que devem resolver. O desejo de Steven de sucesso contra a sua inabilidade de o conseguir, e o amor de Lilah pela comédia contra o seu amor pela família.” “Les possédés” (1988), real. Andrzej Wajda, argumento de Jean-Claude Carrière, com a colaboração de Andrzej Wajda, Agnieszka Holland e Edward Zebrowski, baseado no romance de Feodor Dostoievski c/ Isabelle Huppert, Jutta Lampe, Philippine Leroy-Beaulieu … estreado sexta-feira, 26 de maio de 1989 no Quarteto sala 3. “Na década de 1870, na Rússia. Um grupo de jovens niilistas brincam às revoluções. Na liderança estão Pierre Verkhovenski, filho de um professor humanista, e Nicolas Stavroguine, um aristocrata cínico que fascina Pierre pela sua beleza e desprezo pela vida e pelos outros. Stavroguine não hesita em matar a demente com quem outrora casara por provocação, e de seduzir Lisa, a filha do governador da cidade. Pierre, ele próprio, está possuído e cego pela raiva, que guia todos os seus atos. Sob as suas ordens, os jovens terroristas fanatizados assassinam Chatov, um dos seus, que exprimira intenção de abandonar o grupo.” O livro: “Publicado pela primeira vez em 1871, «Os possessos» são o resultado de um processo de escrita complexo: «A obra nasceu no meio de uma criação dolorosa; o autor estava literalmente possuído pela sua ideia que o comandava e levava nas direções mais imprevistas, fazendo-o descobrir horizontes desconhecidos, paisagens aterrorizantes». Os cadernos de trabalho deixados pelo autor testemunham os seus esforços de pesquisa e revelam as suas hesitações, as suas dúvidas e contradições. Segundo os comentários do editor, Dostoievski, movido pelo seu instinto nacionalista, desejava expressar os seus receios sobre o destino da Rússia, denunciando os movimentos revolucionários influenciados pelo liberalismo da Europa ocidental e o ateísmo. Inspirando-se no caso Netchaiev como ponto de partida do seu romance, Dostoievski, preocupado com todas as correntes da oposição, defende uma Rússia conduzida por «um homem russo novo», contaminada por aquela de uma Rússia pouco a pouco gangrenada pelo socialismo e o niilismo.” The Stepfather” (1987), real. Joseph Ruben, c/ Terry O’Quinn, Jill Schoelen, Shelley Hack … com o título local “Assassínios premeditados” estreado quinta-feira, 25 de maio de 1989 no Império e Politeama. “O filme começa com Henry Morrison lavando o sangue do corpo, na casa de banho, antes de mudar o seu aspeto físico e colocando a indumentária antiga numa mala. Após arrumar algumas coisas, Henry sai pela porta da frente da sua casa, passando indiferente pelos restos chacinados da sua família e outros, assobiando «Camptown Races». Embarcando num ferry, Henry atira borda fora a mala contendo os objetos da sua vida antiga. Um ano depois, Henry – agora vivendo como agente imobiliário chamado Jerry Blake – casou-se com a viúva Susan Maine. O relacionamento de Henry com a filha de Susan, Stephanie, de 16 anos, é tensa. O psiquiatra dela, o Dr. Bondurant, aconselha-a a dar uma oportunidade a Jerry.” Factos: “Filme vagamente baseado na história de John List, um homem de New Jersey, que matou a família em 1971, e esteve fugido até 1989, quando a exibição do seu perfil no programa de TV «America’s Most Wanted», resultou na sua captura.” “Stephanie pega na cassete dos U2, «Wide Awake in America» e coloca-a no leitor, para abafar os sons da formicação da mãe. Quando ela carrega no play, ouvimos «Run Between The Raindrops» de Pat Benatar.” “Stephanie tem 16 anos, mas Jill Schoelen, a atriz que a interpreta, tinha 23 na época, legalizando as cenas de nudez.” “O realizador Joseph Ruben pretendia, originalmente, Jerry Blake a assobiar a canção de Barbra Streisand, «The Way We Were», mas os direitos sobre a música revelaram-se demasiado caros.”
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[1] Entre os vários tipos de mãe – mãe galinha, mãe desleixada, mãe promíscua, mãe extremosa, mãe presente, mãe compulsiva, etc. – a stage mother é aquela mais amiga dos mercados da Cultura e das Artes e do desenvolvimento psicomotor da criança. “Stage mother é um termo para a mãe de uma criança-artista. Esta mãe, frequentemente, leva a criança a audições e ensaios, assegura-se que está no set a horas, paga-lhe formação, etc. O termo, por vezes, tem uma conotação negativa, sugerindo que a progenitora está propensa a grosseiramente reclamar tratamento preferencial para o seu rebento, ou sugerindo que colocou pressão imprópria na sua criança para esta ter sucesso. Alguns acreditam que a mamã de palco vive os seus sonhos através da criança.” O cinema retratou-as, por exemplo, no filme “Bellissima” (1951), real. Luchino Visconti, c/ Anna Magnani, Walter Chiari, Tina Apicella … estreado terça-feira, 24 de maio de 1955 no cinema Alvalade. Na vida mais real possível, algumas, celebrizaram-se, como Minnie Marx, mãe-agente dos Marx Brothers ou Dina Lohan, mãe-agente de Lindsey Lohan. Na Arte, não putrefaz a exploração do trabalho infantil, uma gangrena entre os pobres obrigados a trabalhar para comer, à cabeça, as agências de casting alistam oportunidades para os mais novos, na publicidade, propaganda política, reclames humanitários, moda, cinema, teatro, televisão, propulsionando eficácia na mensagem, sem gerar um grama de exploração infantil. Neste segmento sociológico, o canal TLC rende um grande serviço ao centro artístico do mundo, os EUA, franqueando múltiplos espaços para as mamãs de palco e os seus dotados frutos do seu ventre: “Toddlers & Tiaras (2009), “Cheer Perfection (2012), “Raising Fame” (2013) e, para as crianças pretas - uma sociedade evoluída erradicou totalmente a discriminação - “Little Miss Atlanta” (2016).
Thamiris Moço Saraiva, medidas aos 12 anos 1,60 m, 75-63-84, sapatos 36, “nasceu em 21 de dezembro de 1998 na cidade de Niterói, RJ. Aos 2 anos de idade veio com a sua família residir em Itaipuaçu, Maricá. Cidade na qual iniciou seu caminho ao mundo artístico. O seu primeiro concurso de beleza foi realizado em Itaipuaçu no ano de 2006, onde concorreu ao título de Garota Primavera sendo classificada em 1.º lugar. Logo após foi convidada a fazer parte de um grupo cover, onde dançava e dublava cantoras de sucesso, como Kelly Key, Perla, Calypson, Claudinha Leitte entre outras, em eventos na cidade de Maricá, Niterói e Rio de Janeiro. Participou de vários desfiles de moda para roupas de marca e era sempre convidada a participar de eventos na sua região, pois sua beleza e desenvoltura chamavam a atenção de todos. A sua família vendo que a garotinha levava jeito para esse mundo fashion resolveu matriculá-la num curso de Passarela Nit-Models em Icaraí com o renomado João Pedro Sampaio, e a cada dia que passava mais destaque ela ganhava, e era carinhosamente chamada pelos seus amigos de Gisele Bitchem mirim. Mas só isso não bastava, ela queria aprender muito mais, além dos palcos das passarelas, ela queria os palcos dos teatros, e aí a menininha não parou mais. [Legalmente autorizada pela mãe, Vera Lúcia]. (…). Entre seus trabalhos artísticos realizados de 2006 até hoje, consta participações especiais na novela: «Chamas da Vida» - Record / «Fantástico - Quadro Cilada» - Globo / Anúncios: Bradesco, Renault / Supermercado Mundial / Tang, e um para Austrália de uma rede de Departamentos. Além de um videoclip do cantor Gusttavo Lima. Na área de modelo fotográfico tem realizado trabalhos para revista Julie da França. Para o cinema, está para estrear o curta “O Hospede” onde ela é a personagem principal, interpretando a menina Laura.” Em 31 de julho de 2011, “Thamiris apresentou-se no show cover das Paquitas e também concorreu na categoria principal do concurso Mini Famosinhas, onde foi consagrada como grande campeã, conquistando o título de Top Model Famosinha.” {Desfile Lezon Models} {Thamiris entrevistada no programa Veredas}.
Nem todas as mães acompanham a sua prole na ribalta, muitas dotam na sombra do lar as descendentes de saber feminino de experiência feito, skills, que sobressairão entre a concorrência, triunfando na corrida para o degrau classe média, média alta, como, por exemplo, melhores atrizes da sua geração. Selina 18, 1,70 m, 53 kg, 86-64-89, sapatos 37 ½, olhos verdes, cabelo castanho, nascida a 14 de fevereiro de 1990 em São Paulo, Brasil. Sites: {Indexxx} {The Nude} {site}. Obra fotográfica: {fotos1} {fotos2} {fotos3} {fotos4} {fotos5} {fotos6} {fotos7} {fotos8} {fotos9} {fotos10} {fotos11} {fotos12} {fotos13} {fotos14} {fotos15 + Paulina} {fotos16} {fotos17} {fotos18 + Melinda} {fotos19} {fotos20 + Paulina} {fotos21 + Melinda} {fotos22 + Paulina} {fotos23} {fotos24} {fotos25} {fotos26}. Obra cinematográfica: {Selina 1} ѽ {Selina 2} ѽ {Selina 3} ѽ {Selina 4} ѽ {Selina 5} ѽ {Selina 6} ѽ {Selina 7} ѽ {Selina 8} ѽ {Selina 9} ѽ {Selina 10} ѽ {Selina 11} ѽ {Selina 12} ѽ {Selina + Melinda} ѽ {Selina + Paulina} ѽ {Selina + Melinda} ѽ {Selina + Paulina} ѽ {Selina + Paulina} ѽ {Selina + Paulina} ѽ {Selina + Melinda}. Paulina 18. Obra fotográfica: {fotos1 + Serena} {fotos2} {fotos3} {fotos4 + Serena} {fotos5} {fotos6} {fotos7} {fotos8 + Selina} {fotos9} {fotos10} {fotos11}. Obra cinematográfica: {Paulina 1} ѽ {Paulina 2} ѽ {Paulina 3} ѽ {Paulina 4} ѽ {Paulina 5} ѽ {Paulina + Melinda}. Serena 18, 1,65 m, 50 kg, 86-61-86, sapatos 38, olhos castanhos, cabelo ruivo, nascida a 3 de dezembro de 1990 em Cali, Valle del Cauca, Colômbia, t.c.c. Nagore Zabala, Tania, Tania Spice. Sites: {Babes and Stars} {Define Babe} {Nude Reviews} {All Solo Girls} {blog} {site} Obra fotográfica: {fotos1} {fotos2} {fotos3} {fotos4} {fotos5} {fotos6} {fotos7} {fotos8 + Maria} {fotos9 + Gigi Spice} {fotos11}. Obra cinematográfica: {Serena 1} ѽ {Serena 2} ѽ {Serena + Cassandra} ѽ {Serena 3} ѽ {Serena 4} ѽ {Serena 5} ѽ {Serena 6 + Gigi Spice} ѽ {Serena 7 + Isabella Martinez} ѽ {Serena 8 + Isabella Martinez + Gigi Spice}.
[2] «Dona de casa» é a abstração mais englobante da língua de Camões, nela chapuzam o trolha, o caixa de supermercado, o operador de call center, o rapaz da pizza, o escritor, o cientista, o comentador, o colunista público. O ato cultural mais influente da rua e da academia, em Portugal, foi a novela radiofónica “Simplesmente Maria”. “Emitido pela Rádio Renascença a partir de março de 1973, das 13:30 às 14:30, teve duzentos episódios, que passaram para além do 25 de abril de 1974, data da mudança de regime político no país, o que fez perigar a continuação da radionovela. Esta contava a história de Maria Ramos, uma rapariga de 20 anos, analfabeta e com oito irmãos, chegada de uma pequena aldeia a Lisboa para trabalhar como empregada (criada de servir, na designação da época), enviando todo o dinheiro ganho para a família. Maria (interpretada por Francisca Maria, já falecida) acabaria por conhecer um jovem de boas famílias a acabar medicina, Alberto (João Lourenço, atual responsável pelo Teatro Aberto), de quem engravidou e teve um filho, Tony (interpretado por Carlos Queiroz, a trabalhar atualmente no Reino Unido). A família de Alberto, que condenou o romance entre ele e Maria, mandou-o para África. Outras personagens principais seriam a patroa de Maria (Adelaide João no papel, já falecida), Teresa, a criada da casa ao lado (com Mimi Gaspar no papel), Carlos, o amigo de Alberto (desempenhado por Rui Mendes), que namorava Teresa. Se Teresa critica a jovem criada de trabalhar muito e lhe dava dicas para se relacionar com a patroa, Carlos gracejava sobre os avanços da conquista de Alberto. A radionovela traçava uma realidade social das décadas de 1950 e 1960, quando jovens mulheres arribavam à grande cidade para trabalhar em casas abastadas. Na história, Maria, por exemplo, trazia uma autorização do pai para trabalhar, marca significativa da época e da condição da mulher. Original da Argentina, com Tomé de Barros Queiroz como produtor e Paulo Renato como diretor, a radionovela teve um enorme impacto na sociedade portuguesa em grande transformação. Na altura, as alterações tecnológicas favoreciam a escuta, sendo habitual as pessoas levarem os seus pequenos rádios transistorizados ao ouvido, como hoje se veem as pessoas a telefonar. Não se conhecia a identidade das personagens. Esse segredo aumentava o mistério e a curiosidade em volta de «Simplesmente Maria». Só agora é que se terá revelado publicamente o nome de Francisca Maria, então com 29 anos, no papel de Maria Ramos. Mas, na época, o nome do ator que desempenhava o papel de Tony, o filho de Maria, foi revelado acidentalmente. Carlos Queiroz casou-se (na vida real) com Rossalyn Edwards e a revista Plateia conseguiu revelar que ele era a personagem Tony, o que o obrigou a pedir desculpas a toda a equipa de produção da radionovela, por ter quebrado a obrigação de não mostrar a sua identidade. Então, Francisca Maria vinha dos programas radiofónicos infantis da Emissora Nacional, Mimi Gaspar, a mulher do produtor Tomé de Barros Queiroz tinha 40 anos e uma atividade ligada ao canto lírico e ao teatro e João Lourenço e Rui Mendes eram já dois atores confirmados. A história, como escrevi acima, provinha da Argentina, assente em contornos reais, com a verdadeira Maria a chegar a ser proprietária de lojas de roupa, depois de se dedicar à costura, recebendo apoio de um homem mais velho.”
Esta radionovela temporalizou uma hora sagrada na sociedade portuguesa. E aligeirou a circulação de bens culturais. Primeiro, o tema de abertura cantado pela Tonicha, editado no singleParole, Parole”, (com João Perry, versão portuguesa Ary dos Santos) / Simplesmente Maria (música Augusto Algueró Dasca, letra Antonio Guijarro Campoy, versão portuguesa Ary dos Santos, orquestração e direção musical José Calvário) (Orfeu, 1972). “O maestro Algueiró fez questão que fosse a Tonicha a cantar o tema da radionovela que fora comprada a Espanha, visto que ele era o autor da música. Ele tinha orquestrado a «Menina» e trabalhou muito com a cantora em Espanha”. José Cheta também gravou o tema no EPSimplesmente Maria (Augusto Alguero, Guijarro, versão de António José) / História Sem Glória (Sequeira Afonso / José Cheta) / Amor Sobre A Neve (Sequeira Afonso / Paulo / Clareza) / Canção De Infância” (Sequeira Afonso / Paulo / Clareza) (Decca - SPEP 1429 - 1973). Depois, no campo editorial foi publicada uma revista semanal de enorme sucesso, diretor, José Maya, impressa em Espanha e distribuída pela Regimprensa. Naturalmente, o Parque Mayer encenou uma rábula, esta pela Ivone Silva editada no singleSimplesmente Maria (Aníbal Nazaré / H. Santana / J. Nobre / Parreirão / Vitor Bonjour) (Roda ‎- RPE 1285 - 1974). “A pobre Maria / Chegou à cidade,/ Só para servir / Tinha habilidade... // Não sabia nada / Chegou de Moncorvo / E foi pra uma casa / pra servir de estorvo..." Parte da revista “Ver, ouvir… e calar” (1973) em cena no teatro Maria Vitória, aquando do 25 de abril. Com a liberdade conquistada a 25 de abril de 1974, Aníbal Nazaré, Henrique Santana e Henrique Parreirão – os autores da revista que estava em cena nesta casa com o título «Ver, ouvir… e calar» – mudaram rapidamente o seu nome para «Ver, ouvir…e falar», assumindo um ponto de viragem na liberdade criativa e de expressão dos autores de revista.” E, por fim, o inestimável Cândido Mota deu ar da sua graça com o singleMaria… simplesmente” (Movieplay - SP 20 088 - 1973).
A telenovela “Simplemente María”, uma produção da Panamericana Televisón, Peru, baseada na história original da escritora argentina Celia Alcántara, com adaptação da dramaturga mexicana Caridad Bravo Adams. “María Ramos Flores (Saby Kamalich) é uma humilde camponesa que viva numa zona rural (Apurimac) com seu pai e vários irmãozinhos menores que deve sustentar. Viaja para Lima, cidade que nunca conheceu em busca de trabalho digno que lhe permita enviar dinheiro para os seus familiares. Na capital, consegue um emprego como empregada doméstica, faz amizade com Teresa (Mariella Trejos), a criada da casa ao lado, com quem começa a passear aos domingos, o seu dia de folga. Numa dessas tardes dominicais, as moças conhecem Roberto Caride (Ricardo Blume), um estudante de medicina aristocrático que, acompanhado do seu melhor amigo Carlos (Hernán Romero), propõe-se conquistar aquela humilde, mas bela mulher. Logo, Roberto seduz e engravida María. Ao tomar conhecimento da gravidez, o jovem abandona-a por pressão da família e amigos, que o induzem a deixá-la, porque casar com ela só lhe traria problemas, devido à simplicidade da moça provinciana, empregada doméstica e sem nenhum tipo de educação. Paralelamente a estes acontecimentos, Teresa conta a María que perto dali vive Esteban Pacciarotti (Braulio Castillo), um professor primário que no horário noturno ensina gratuitamente adultos a ler e escrever. Esteban vive com a mãe, dona Pierina (Elvira Travesi), e os seus quatro irmãos menores. Graças a Teresa, María conhece o professor que lhe propõe ensinar-lhe a ler e escrever. Com o apoio de Teresa, Esteban e dona Pierina, María segue em frente com a gravidez. Pouco depois do nascimento do filho Antonio, Roberto regressa para ela e promete que se casará mal termine os estudos. Com o tempo, Maria compra, com as suas economias, uma máquina de costura Singer (a Singer Corporation presenteou Saby Kamalich com uma máquina de costura de ouro pelo aumento de vendas no Peru), que termina de pagar a longo prazo graças à ajuda dos seus amigos mais queridos que vivem na pensão propriedade de dona Pierina. Entretanto, o tempo passa, María aprende a costurar e arranja trabalho de modista. Mas, quando Roberto se licencia casa-se com a frágil Angélica (Ines Sanchez Aizcorbe) e María, desenganada, decide esquecer o amor e seguir em frente.”
Extraído da telenovela o filme “Simplemente María” (1969), real. Carlos Barrios Porras, c/ Saby Kamalich, Ricardo Blume, Braulio Castillo … estreado segunda-feira, 1 de outubro de 1973 nos cinemas Aviz e Odéon*, provocou enormes filas nas bilheteiras, estimulando um próspero empreendedorismo de venda de bilhetes na candonga.
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* “Foi uma das maiores salas de cinema do país (uma das preferidas de Salazar), palco das estreias dos grandes clássicos portugueses como o «Pátio das Cantigas» ou o «Leão da Estrela» e local escolhido pelas estrelas da época como Madalena Iglésias ou António Calvário para as suas atuações. Inaugurado em 1927, o cinema Odéon, com 5 mil metros quadrados e situado numa das zonas mais nobres de Lisboa (tendo por vizinhos o Condes, atual Hard Rock Café, e o Ateneu de Lisboa, nas Portas de Santo Antão) foi durante décadas um espaço de cultura e glamour, ainda que tenha terminado os seus dias a passar filmes pornográficos. Está há 20 anos encerrado, num penoso processo de degradação que corre o risco de ser irreversível.” “Na sequência da estreia de «Uma hora de amor» (1964), quarta-feira, 24 de junho de 1964, de que eram protagonistas António Calvário e Madalena Iglésias, dois cantores que integrariam outros desses filmes durante quase uma década. Tantos foram os admiradores que os quiseram ver na noite de estreia do filme que a Presidência da República alertou os responsáveis do cinema Odéon, mítica sala de espetáculos onde, por norma, se exibiam melodramas portugueses, espanhóis e mexicanos e onde se apresentara «Uma hora de amor», para o facto de nunca em Portugal deverem concentrar-se mais pessoas, fosse para que evento fosse, em número superior ao verificado aquando de qualquer presença pública do Chefe de Estado, na época o almirante Américo Thomaz (1894-1987).”

no aparelho de televisão

Anna” (1987), real. Frank Strecker, c/ Silvia Seidel, (suicidou-se a 31 de julho de 2012, a sua mãe, Hannelore Seidel, suicidara-se em outubro de 1992), Patrick Bach, Eberhard Feik, João Ramosminissérie alemã de seis episódios transmitida na RTP 2 pelas 18h40, às quintas-feiras, de 19 de outubro / 23 de novembro de 1989. Anna, jovem aprendiz de bailarina, vê os seus sonhos tragicamente comprometidos ao sofrer um acidente de automóvel que a impede de continuar a dançar. Desmoralizada, sente o mundo desabar à sua volta, até ao momento em que Rainer Hellwig (Patrick Bach) entra na sua vida. Paraplégico, constrangido a viver numa cadeira de rodas, Rainer tem um inquebrantável gosto pela vida que acaba por contagiar Anna: pouco a pouco, recobra o ânimo e volta às aulas de dança. “A minissérie foi um dos programas de muito sucesso da estação ZDF transmitida todos os Natais. Uma sequência de tango, [canção: «My Love Is a Tango» (1988), p/ Guillermo Marchena], causou uma corrida às escolas de dança entre adolescentes e jovens adultos na Alemanha (1987-88).” [1]Pisca Pisca (1989), real. Nuno Teixeira, c/ Armando Cortez, Luísa Barbosa, Natalina José, Florbela Queiroz, Rosa do Canto, Júlio César, Fernando Mendes e Paula Cruz. Série portuguesa transmitida na RTP 1 pelas 22h40, aos sábados, de 23 de novembro / 9 de dezembro de 1989. “O centro de ação é a família Cabrita, cujos sonhos, anseios e devaneios são o ponto de partida para as «fantasias musicais» que se sucedem. Vítimas do problema da habitação, vivem todos num apartamento por cima da garagem que dá sustento à família. Quarto de dormir, só há um. Assim, os mais novos disputam, à noite, um sofá de napa para passar a noite. Todos os dias sonham, claro está, que poderão chegar a ser ricos e passar umas férias – sabe-se lá – em Badajoz… Em casa, é Cabrita (Armando Cortez) quem dá as sentenças e Berta (Luísa Barbosa) quem trabalha. Na garagem, João (Florbela Queiroz) sonha com um marido e recorda o seu amado Sebastião, que desapareceu no nevoeiro; enquanto isso, Miló (Rosa do Canto) controla os táxis pela rádio. Belarmina (Natalina José) conduz um deles e tem alguns problemas com os fregueses. Ao lado, no cabeleireiro, acontecem as coisas mais insólitas, em parte devido ao facto de Orlando (Júlio César) fingir que é homossexual para agradar as clientes. Enquanto isso, Juvenal (Fernando Mendes) tenta namorar a Alicinha (Paula Cruz). O membro mais sensato da família – ainda não referido – é o peixinho Peixoto, que estabelece a ligação com o público, fazendo o relato dos acontecimentos.”Water Under the Bridge” (1980), real. Igor Auzins c/ Robyn Nevin, Jacki Weaver, David Cameron … minissérie australiana, com o título local “Quanta água correu debaixo da ponte”, transmitida na RTP 1 pelas 18h05, aos dias de semana, de quinta-feira, 3 de agosto / quinta-feira, 10 de agosto de 1989. Baseada na novela homónima do escritor Summer Locke Elliott “Water Under the Bridge” é uma série produzida pela televisão australiana. A série conta a história de uma cantora que abdica de grande parte da sua vida privada e profissional para criar o filho de um casal amigo, vitimado pela epidemia de gripe de 1919.A tribo das penas brancas (1989), real. Jorge Cabral, série transmitida na RTP 1 pelas 13h10, aos sábados, de 5 de agosto / 16 de setembro de 1989. “Tudo começa quando Laura (Isabel Bernardo), uma jovem de 17 anos, vem morar para Portimão. Após alguns percalços iniciais de adaptação, acaba por se tornar amiga de dois irmãos, Ana (Rita Blanco) e Guilherme (João Cabral). Unidos pelo gosto pela aventura e tendo como sede um jipe abandonado, o trio autonomeado a Tribo dos Penas Brancas [2]. 2.º episódio “O segredo de Edward Simpson” / 3.º episódio “O resgate de Helen Simpson”: “O célebre físico-nuclear canadiano Edward Simpson (Ruy de Carvalho) vem a Portugal com a sua filha Helen (Suzana Borges) para uma conferência sobre física nuclear (apesar de canadianos, falam um português corretíssimo e sem qualquer sotaque). Um par de malfeitores composto por uma elegante vamp de sotaque espanholado (Manuela Carona) e um homem mal-encarado (João de Carvalho) raptam Helen para que o seu pai lhes entregue um dossier com informação top secret. Ana, Laura e Guilherme acabam por se envolver na intriga para resgatar Helen e impedir que os bandidos se apoderem do dossier.” [3]Een gang strømer... c/ Jens Arentzen, Jens Okking, Suzette Kempfsérie dinamarquesa, com o título local “Era uma vez um polícia…”, transmitida na RTP 1 pelas 21h35, às terças-feiras, de 13 de junho / 18 de julho de 1989. 1.º episódio: dois polícias diferentes têm um objetivo comum: descobrir o Mr. Big que eles julgam responsável por uma onda de crimes. O jovem e ambicioso Sten Dahl (Jens Arentzen) consegue a muito custo convencer os seus superiores a darem-lhe um pequeno grupo que o apoie nas investigações tentando descobrir ligações entre os vários crimes. 2.º episódio: o cunhado de Lis (Suzette Kempf) foge da prisão com Hassan (Sebastian Sabatt), o seu melhor amigo. Eles querem vingar-se. O que podia ser uma vulgar fuga atinge proporções trágicas. Entretanto o político Poul Bremer (Henrik Larsen) está a torna-se num peão de um jogo quase impenetrável – as ligações entre o grande capital e o crime violento. 3.º episódio: fugidos da prisão, Frank (Martin Rode) e Hassan apenas pensam em vingar-se. Certos de que existe uma ligação entre o dinheiro e o crime cometido, dirigem-se à casa que Poul Bremer possui na praia, e exigem-lhe que os ajude a sair do país. John Sparking (Torben Jensen), amigo de Bremer e dono de um estaleiro, promete ajudá-los. 4.º episódio: o chefe da polícia nunca gostou particularmente do trabalho de Sten Dahl e resolve dissolver a Brigada Especial, alegando que os resultados apresentados são insuficientes. Essa decisão é tomada precisamente na altura em que Sten está prestes a capturar Big. Os acontecimentos também afetam Karl (Jens Okking), o velho polícia, que, forçado a sair da apatia em que se encontra, resolve interferir no caso. 5.º episódio: Karl resolve tirar umas férias. Vai procurar desmantelar uma rede de contrabando com a ajuda dos informadores de Sten. Ele vai seguir uma pista que o leva ao Mónaco, França e Itália. 6.º episódio: Mr. Big está quase encurralado. Karl e Sten conseguiram reunir as provas de que necessitavam. Chegou a altura de o prender para que a sociedade possa respirar de alívio, com o desmantelar desta rede. Pelo menos é o que pensa toda a gente…
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[1] Nas sociedades de mercado evolucionado, os jovens expressam-se através da arte. Assim se expressa Penelope B, 1,68 m, 47 kg, 89-62-91, olhos e cabelo castanhos, nascida a 2 de março de 1992, t.c.c. Anna S (Euronudes), Evie (Errotica-Archives), Lilly (avErotica}, Linda (Amour Angels), Penelope (Rylsky Art), Penelope B (Met-Art) ∙ (Eurotic Beauty) ∙ (Met Models}, Rada (Just Teens Porn), Raia (Femjoy), Silvia (ePantyhose Land) ∙ (Lacy Nylons) ∙ (Nylon Feet Line) ∙ (Panty Job), Slava Foltos (Defloration), Synny (Fedorov HD}, Vinona (Domai) ∙ (Goddess Nudes) ∙ (Rigin Studio). “Estuda num instituto (uma especialização em Relações Públicas). Desde a infância que estuda música. Toca piano e violino perfeitamente. Estuda inglês e francês. Rapariga atlética. Profissionalmente está envolvida em corrida e participa em competições. Miúda alegre e sociável.” Sites: {Indexxx} {Porn Teen Girl} {Elite Babes} {The Nude} {Define Babe} {Euro Babe Index} {LiveSisters} {Motherless} {Nudes.cz}. Obra fotográfica: {fotos1} {fotos2} {fotos3} {fotos4} {fotos5} {fotos6} {fotos7} {fotos8} {fotos9} {fotos10} {fotos11} {fotos12} {fotos13} {fotos14} {fotos15} {fotos16} {fotos17} {fotos18} {fotos19} {fotos20} {fotos21} {fotos22} {fotos23} {fotos24} {fotos25} {fotos26} {fotos27} {fotos28} {fotos26} {fotos27} {fotos28} {fotos29} {fotos30} {fotos31} {fotos32} {fotos33} {fotos34} {fotos35} {fotos35} {fotos36} {fotos37} {fotos38} {fotos39} {fotos40} {fotos41} {fotos42} {fotos45} {fotos46} {fotos47} {fotos48} {fotos49} {fotos50} {fotos51} {fotos52} {fotos53} {fotos54} {fotos55} {fotos56} {fotos57} {fotos58} {fotos59} {fotos60} {fotos61} {fotos62}. Obra cinematográfica: {Flashing Outdoor 1} ѽ {Flashing Outdoor 2} ѽ {Flashing Outdoor 3} ѽ {Slava Foltos Solo 1} ѽ {Slava Foltos Solo 2} ѽ {Panty Job} ѽ {Shells} ѽ {Wizais}.
[2] No século XX, os diamantes foram os melhores amigos da mulher, no século XXI, são os melhores manos dos jogadores de futebol e a mulher amistou-se com novo cúmplice: a webcam. A arte de Talma de uma desconhecia, Keeaira Mckee, produtora de duas obras-primas {“Masturbates in Shower”} ѽ {“Teen Shower Head Fun”} ∙ {fotos}. Sem perfil, dados biográficos ou métricos na net, louva-se-lhe a excelência performativa. “O vício é tremendo nesta jovenzinha, basta ver as caretas que faz e como se vem de prazer. Inclusive chupa os dedos para lamber o seu delicioso fluxo orgásmico.”
[3] A vontade de saber. “Morrem mais pessoas todos os anos da queda de cocos do que de ataques de tubarão.” “Triscaidecafobia é o medo irracional do n.º 13. E o medo específico de sexta-feira 13 é a frigatriscaidecafobia.” “As corujas são os únicos pássaros capazes de ver a cor azul.” “O primeiro automóvel em Portugal foi um Panhard & Levassor, importado de Paris pelo conde de Avilez, em 1895.” “A idade média da mãe ao nascimento do primeiro filho, em Portugal, é de 29,7 anos.” “Em japonês, karaoke vem da junção das palavras «orquestra» e «vazia».” “O coração de uma baleia azul é do tamanho de um Volkswagen Carocha.” “O papagaio do presidente Jackson, dos EUA, foi expulso do funeral dele por dizer palavrões.” “Num dia, 20 de fevereiro de 1913, o México teve três presidentes: Madero, Lascuráin e Huerta.” “O ketchup chegou a ser vendido como medicamento por volta de 1835 nos EUA, em pílulas contra a diarreia e a icterícia.” “O Nepal é o único país no mundo que não tem uma bandeira retangular.” “O primeiro livro impresso em Portugal saiu da oficina de Samuel Gacon, no Algarve, em 30 de junho de 1487”.

na aparelhagem stereo

No fértil prado da imaginação a liberdade artística corre livre, “Não Papo Grupos”, p/ David Carreira, c/ o novel Herói Nacional, Ricardo Quaresma. Na trapeira com cheiro a fado o povo da arte de bem receber papa grupos, e às paletes. “O valor acumulado dos juros que as empresas públicas de transportes devem ao banco Santander Totta (BST) atingiu 396 milhões de euros em junho último, mais 27% que o registado no final do ano passado. Em dezembro, estas empresas deviam 311 milhões em juros não pagos ao BST. Estes encargos dizem respeito aos contratos de swaps assinados entre aquelas empresas e o banco entre 2005 e 2007 e cujos pagamentos de cupões forem suspensos por decisão do governo anterior em 2013, invocando que os mesmos eram inválidos, já que lesivos para as empresas públicas envolvidas. Esta decisão motivou o início de uma disputa judicial entre o Estado e o Santander, com o banco a levar a questão para os tribunais ingleses – conforme previsto pelo assinado entre as partes aquando da celebração dos contratos. O tribunal acabou por decidir a favor do BST em fevereiro último, tendo o Estado avançado com um recurso em março – recurso esse que ainda corre.” [1]
A carantonha da preocupação do Estado português sobre os dinheiros públicos fá-lo chover dinheiro em busca da decisão conhecida: o Estado português perderá o recurso. “A Cardigos apresenta uma fatura-extra de 215,8 mil euros, dos quais 105 mil serão suportados pela Metro de Lisboa. O resto será dividido entre as outras três empresas representadas: a STCP, a Carris e a Metro do Porto. Também a Lipman Karas apresentou nova conta, de 453 mil euros, não ficando na comunicação claro se este valor é só para a Metro de Lisboa ou a dividir pelas quatro empresas. A divisão, a fazer-se também neste caso, obedece ao rácio da exposição total das companhias aos swaps do Totta: 4% da Carris, 48,5% da Metro de Lisboa, 39,5% da Metro do Porto e 8% da STCP.” [2] Dinheiro que se evaporará como um perfume… Kenzo World (79.00 €). “Kenzo World de Kenzo é um perfume Floral Amadeirado Almiscarado Feminino. Esta é uma nova fragrância. Kenzo World foi lançado em 2016. O perfumista que assina esta fragrância é Francis Kurkdjian. A nota de topo é Frutas Vermelhas as notas de coração são Peônia, Notas florais e Jasmim egípcio a nota de fundo é Ambroxan.” – Especificações do vídeo, interpretação, Margaret Qualley, 1,75 m, 56 kg, 84-61-86, sapatos 40, olhos azuis, cabelo castanho claro, nascida a 23 de outubro de 1995 em Montana, filha de Andie MacDowell. Realizado por Spike Jonze, com música do seu irmão, Sam Spiegel. Jonze sacolejara Chistopher Walken no vídeo “Weapon Of Choice” (2001), p / Fatboy Slim.
Fragrância de 80:
Breathe HolyWhore Of Satan” (1997), p/ Rockbitch. “Quando uma mulher nem sequer se pode despir da cintura para cima e tocar um danado solo de guitarra de cabeça para baixo, estando a cantora principal a fodê-la com um strap-on, enquanto um membro do público lhe lambe os pés, sem que as autoridades queiram proibir maiores de 18 anos de virem vê-lo, bem, ao que chegou o mundo do rock e da rebelião?” “Rockbitch foi uma banda britânica de metal composta por expatriados, maioritariamente feminina, mais conhecida por atuarem nuas e incorporando atos sexuais e rituais pagãos nos seus espetáculos. Rockbitch foi originalmente formada em 1989, como Cat Genetica, pela baixista Amanda Smith-Skinner (The Bitch) e o guitarrista Tony Skinner (The Beast). A banda foi mais tarde rebatizada Red Abyss [3], e envolveu outros membros da comunidade matriarcal, poliamorosa, pagã e feminista, que os Smith-Skinner foram os primitivos fundadores. Musicalmente, os Red Abyss inspiravam-se no jazz, funk e rock, liderados pelos vocais, influenciados por Janis Joplin, de Julie Worland. Com o tempo, a sua música tomou uma forma punk pesado e metal. Os Red Abyss trocaram para o nome Rockbitch quando a formação mudou: o baterista masculino (Steve) foi substituído por Jo Heeley. A composição variou ao longo do tempo com personagens como «Luci a porca do palco», Kali [4], Martina e Chloe, as Sacerdotisas do Sexo Mágiko. As duas primeiras eram inicialmente uma combinação de artistas performativas sexuais e equipa de filmagem direta, captando grandes planos da ação no palco para serem exibidos no ecrã atrás. Elas também eram responsáveis pelo enredo dos vídeos artísticos dos assuntos relacionados com as canções. Estes incluíam imagens explícitas e perturbadoras de clitoridectomia infantil, apedrejamento de mulheres adúlteras, compulsão alimentar / modelos a vomitar, etc. No seu projetado último concerto (num festival motard), a decisão de materializar em palco o sexo orgiástico pagão da sua vida doméstica deu origem às Rockbitch. «Rockbitch Full Concert – Fist Fucking and Dildo Games on Stage». A banda fez uma tournée pela Alemanha, França, Suíça, Holanda, Suécia, Dinamarca, Reino Unido (mas foram banidos na Escócia), Itália, Finlândia, Eslovénia, República Checa e Estónia, e fizeram uma tournée promocional que envolveu o Canadá (mas acabaram sendo banidas das pretendidas salas sem terem tocado), enquanto divulgavam a sua nova filosofia de emancipação através da liberdade sexual. As Rockbitch tornaram-se infames não só por realizarem atos sexuais ao vivo, mas também por fazê-lo com membros do público através do «Preservativo Dourado». A determinado momento do seu espetáculo, um preservativo é atirado para a audiência e, seja quem for que o apanhasse (homem ou mulher), era levado para os bastidores para ter relações sexuais com um ou mais membros da banda. (…). Após o lançamento do seu primeiro álbum de estúdio, «Motor Driven Bimbo», que recebeu críticas favoráveis em muitos países (revista OOR na Holanda, Reino Unido e Japão), as Rockbitch foram despedidas pela sua editora. Um segundo álbum, com influência gótica, chamado «Psychic Attack», nunca foi publicado. (…). Em 2005, a formação completa dos últimos dias da banda emergiu sob o nome MT-TV. Este foi apenas um projeto musical, sem sexo ou nudez dos tempos das Rockbitch, mas que incorporava encenações em palco.” [5] “Babe” (Lisa Wills) em “This Is Rockbitch”: “Tocamos rock. Vivemos juntas numa comuna. Amamo-nos umas às outras. Fazemos sexo em conjunto. Somos principalmente mulheres. Somos exatamente o que afirmamos ser. Somos o que se obtém quando mulheres fortes [6] inteligentes decidem libertar-se das expetativas das outras pessoas, e vivem perto do coração, da verdade, do sexo. Acreditamos na emancipação através da liberdade sexual e através da evolução da mente e do espírito, exatamente através dela. A vertente Rockbitch foi um acidente. É o que se obtém quando feiticeiras do sexo decidem formar uma banda.”
Main dans la main” (1980) Le telephone” (1982), p/ Elli et Jacno. “É um duo de pop francês ativo no início dos anos 80, composto por Elli Medeiros (palavras e canto) e Denis Quilliard, t.c.c. Jacno (composição e teclados) [7]. O grupo formou-se em 1980 pela dupla motora dos Stinky Toys, grupo punk francês. A sua música é reconhecida pelas melodias minimais de Jacno, essencialmente composta por acordes obtidos no sintetizador e as palavras de Elli, evocando muitas vezes o amor, seja ele triste ou alegre. Multinstrumentista, Jacno tocava, depois misturava ele próprio sintetizador, guitarra e caixa de ritmos, na gravação, e acompanhava por vezes Elli nos coros. Da sua colaboração nascem três álbuns, dos quais «Les nuits de la pleine lune» (1984), banda sonora do filme homónimo de Eric Rohmer. O duo separa-se no início de 1985, Elli Medeiros prosseguiu a sua carreira de cantora e atriz. Quanto a Jacno, editou vários álbuns e continuou a sua carreira de produtor.” “Denis Quilliard, dito «Jacno», era um músico, cantor e produtor francês, nascido a 3 de julho de 1957 em Paris, falecido de cancro na mesma cidade, a 6 de novembro de 2009. Ele escolheu este nome artístico, porque nos maços de cigarros Gauloises, que apreciava, figurava um capacete gaulês, assinado «Jacno», do designer Marcel Jacno. Mesmo que ele nunca se assumisse como tal, foi o fundador de um dos primeiros grupos associados à primeira vaga do punk francês, os Stinky Toys, com Elli Medeiros, desde julho de 1976, donde resultarão dois álbuns publicados pela Polydor e produzidos pela Celluloïd, louvados entre outros por Alain Pacadis. Mudando radicalmente de estilo em 1979, alcançou sucesso a solo com uma peça instrumental tocada no sintetizador e guitarra, «Rectangle», que encontramos mais tarde na publicidade da marca Nesquik, e que conhecerá versões posteriores, incluindo uma de 1999, de Gigi d’Agostino sob o título «La passion». «Rectangle» impõe o «som Jacno», limpo e cristalino, cuja claridade e simplicidade acertam em cheio no início dos anos 80. O que ainda não se chamava um videoclip, mas que consistia numa espécie de curta-metragem promocional com duração de 8 minutos, chamada «Rectangle, deux chansons de Jacno», foi rodada por Olivier Assayas numa das torres Perspective do bairro Beaugrenelle, em 1979, para a nova etiqueta Dorian Le Disque Moderne, fundada por Jean-Luc Besson, que coproduzirá o primeiro 33 rotações de Jacno.” [8] Oh! tous les soirs” (1987) Natalie Wood” (1990), / Jil Caplan. Nascida Valentine Guilen, a 23 de outubro de 1965, em Paris, é uma cantora e compositora francesa. “Depois de um bacalaureato literário obtido por milagre, arrumo os meus estudos de literaturas modernas na Sorbonne para me inscrever na Cours Florent. Tenho 19 anos, e saio quase todas as noites para as discotecas mais underground de Paris, coleciono biscates, e vivo num cubico acanhado sob os telhados de St. Ambrose. Mas, enfim, curto tudo o que gosto. Encontro uma noite, depois de um concerto dos Fleshtones, Rico, Trambert e JP, que formavam um grupito de garagem, Les Innocents. Eu não sabia, naquele momento, até que ponto encontrá-los iria mudar a minha vida, e de forma definitiva. Um amigo de um amigo envia uma maqueta dos Inno a um músico, compositor, orquestrador… um tal Jay Alanski, que compôs «Banana split». O tipo em questão gosta particularmente da faixa «Jodie», que JP compôs escutando «Night Shift» dos Commodores, e desejava entrar em estúdio com o grupo. No verão de 1986, todo este pequeno mundo estava efervescente, a bombar. Naquela altura, eu trabalhava numa casa de moda para ganhar dinheiro, e junto-me a eles à tardinha no estúdio Garage, aninhado nos confins do 20.º arrondissement… Jay Alanski estava aos comandos. Bombardei-o com perguntas: Porque é que grava três guitarras em vez de uma? E por que é que mete eco no teclado? Resumindo, uma tagarela… Mas isso agradou-o, esta garota curiosa, que parece não ter medo. No final das sessões de gravação, ele propôs-me que nos voltássemos as encontrar, para fazer um teste numa das suas canções… Neste ponto da minha vida, faço audições para a publicidade de Mr Propre e outras biscas, vivo ainda no meu quarto de criada de 6x2 e sentia-me bem longe da atriz dramática em que iria tornar-me. No mês de janeiro de 1987, finalmente, o encontro com Jay acontece. Encontramo-nos no café Mac-Mahon e como me sentia muito nervosa, num gesto desajeitado, atiro o seu walkman ao chão. Bom, felizmente o resto passou-se bem. Escuto «Tard dans la nuit» e decidimos encontrarmo-nos para trabalhar na canção.” [9]   
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[1] O capitalismo obsequia oportunidades justas para todos, para as jovens é a Arte. Valentina, 1,73 m, 53 kg, 83-59-89, sapatos 39, nascida Irina Aleksandrovna Pischasova (Ирина Писчасова) a 4 de setembro de 1982 em Grozni. “No inocente corpo esguio desta miúda esconde-se o mistério do grande reino antigo do oriente. Aí, vive a graça felina e a feitiçaria enigmática da deusa egípcia Bastet. Você pode apanhar um vislumbre da sua implícita sexualidade em cada gesto, olhar, curva do corpo. Pernas bem torneadas, apetitosa forma das ancas, seios trémulos, lábios sensuais e olhos expressivos compõem uma imagem única de santidade e vício. Alegria cintilante e franqueza de alma refletem a luz que atrai os seus numerosos amigos e admiradores. A facilidade com que ela estabelece contactos pessoais é surpreendente e inconcebível. Sem nada fazer para atrair a atenção ela está sempre na encruzilhada de desejos secretos e impulsos sexuais. Aparência multifacetada, ela é brilhante e, escrupulosamente, cria uma realidade da ideia básica do artista. Ao ponto que, Valentina, com êxito, combina simplicidade elegante e requintada mestria, ela é uma serva dos admiradores da bela arte erótica.” Escreve Galitsin: “Digite no Google Valentina, Galitsin Valentina, Irina Pischasova, Irina Galitsina, Irina, Irishka, Kosulechka, e muitos mais outros ternos e doces nomes… Valentina é o nome da sua mãe, a sua fiel e honesta mãe… A sua amiga Julia também é conhecida sob o nome Valentina. (…). A sua amiga Julia Zankina apresentou-nos a 13 de março de 2001. Vivemos juntos desde 2004. Casámo-nos a 17 de janeiro de 2009. Ela é uma modelo insubstituível, uma talentosa organizadora e também uma amiga fiel. E agora ela é a minha esposa e também a mãe dos nossos filhos… Não tiramos muitas fotos… Sobretudo, gostamos de tirar fotos um ao outro. Também temos um sonho.” Sites: {jeuneart} {Galitsin’s Angels} {Round 2} {The Nude} {hqcollect} {Which Pornstar}. Obra fotográfica: {fotos1} {fotos2} {fotos3} {fotos4} {fotos5} {fotos6} {fotos7}. Entrevista: P: “Quais pensas que são as tuas melhores características?”, Valentina: “A minha bela personalidade, sou muito alegre e gosto do meu sorriso. Também gosto da interessante forma dos meus olhos.” P: “Cor favorita”, Valentina: “Dourado e laranja.” P: “Programas de TV favoritos, lista de nomes”, Valentina: “Silver Balls e Good Night, Kids.” P: “Livros favoritos, lista de títulos”, Valentina: “Anatom e Merciful, The Magus, John Fowles.” P: “Filmes favoritos, lista de títulos”, Valentina: “Kill Bill, Holidays in Rome.” P: “Música favorita, lista de títulos”, Valentina: “Gosto de trip-hop e música pop como os Europe.” P: “Altura favorita do dia, porquê?”, Valentina: “A manhã, levanto-me às 12h00, tenho muito tempo e estou com boa disposição.” P: “Qual é a tua formação? Curso?”, Valentina: “Aluna de uma escola de fotografia.” P: “Falas outras línguas?”, Valentina: “Não.”, P: “Lugar favorito para viajar, relaxar ou visitar”, Valentina: “A natureza nos arredores da cidade, a beira-mar (Lazarevskoye) e gosto de ir ao cinema à noite.” P: “Quais foram os locais que visitaste?”, Valentina: “Moscovo e Lazarevskoye.” P: “Qual é o teu feriado preferido? (Natal, dia dos namorados, dia de ação de graças, etc.)”, Valentina: “O dia dos namorados.” P: “Comida favorita, lanches, doces”, Valentina: “Arroz da Turquia, caviar preto, chocolate e panquecas com morangos frescos.” P: “Qual é o teu carro de sonho?”, Valentina: “Porsche Cayenne S.” P: “Qual é o teu emprego de sonho?”, Valentina: “Fotojornalista.” P: “Descreve o teu lugar favorito para fazer compras”, Valentina: “Park House.” P: “Quais são os teus passatempos?”, Valentina: “Gosto de ler, conhecer raparigas e convidá-las para trabalharem comigo e o Grig Galitsin.” P: “Ocupação?”, Valentina: “Assistente de Grig Galitsin.” P: “Tens algum animal de estimação?”, Valentina: “Na casa dos meus pais tenho um cão e dois gatinhos.” P: “Estado civil”, Valentina: “Vivo com o Galitsin.” P: “O meu pior hábito é…”, Valentina: “Morder.” P: “A única coisa que não suporto é…”, Valentina: “Eu aguento tudo.” P: “Que animal melhor descreve a tua personalidade e porquê?”, Valentina: “Um macaco, sou barulhenta e engraçada.” P: “As pessoas que me conheceram no liceu pensavam que eu era…”, Valentina: “Sensível e gentil.” P: “Como é que descontrais ou passas o teu tempo livre?”, Valentina: “Vou a cafés e ao cinema com o Galitsin, converso com os meus amigos.” P: “Qual foi o momento mais feliz da tua vida?”, Valentina: “A nossa viagem a Lazarevskoye.” P: “Quais são as tuas esperanças e sonhos”, Valentina: “Quero ser uma grande fotógrafa e publicar um livro com as minhas fotos.” P: “O melhor conselho que já me deram foi…”, Valentina: “Posar nua para o estúdio Galitsin, depois disso mudei a minha maneira de pensar e valores de vida.” P: “Que tipo de cuecas usas, se algumas”, Valentina: “Odeio usar cuecas.” P: “O tamanho importa? Qual é a tua medida ideal?”, Valentina: “Quanto a mim, o tamanho não importa nada.” P: “Descreve a tua primeira vez (pormenores, local, reflexões, satisfação, etc.)”, Valentina: “Foi numa grande banheira com o Galitsin, fiquei satisfeita.” P: “O que te excita?”, Valentina: “Corpos de mulheres bonitas.” P: “O que te desliga?”, Valentina: “Mãos sujas.” P: “O que te faz sentir mais desejada?”, Valentina: “Palavras sobre o amor.” P: “Melhor maneira de te dar um orgasmo?”, Valentina: “Não sei.” P: “Qual foi o teu melhor ou mais prazeroso orgasmo?”, Valentina: “Todos os meus orgasmos são muito prazerosos e inesquecíveis.” P: “Masturbas-te? Com que frequência? (dedo, brinquedos ou ambos)”, Valentina: “Não.” P: “Qual foi o teu primeiro fetiche, se algum?”, Valentina: “Com a minha boneca Barbie despida.” P: “Qual é o lugar mais exótico ou invulgar em que fizeste sexo? Ou onde gostarias que fosse?”, Valentina: “Num carro perto do lago Elton.” P: “Posição sexual favorita, porquê?”, Valentina: “A normal com algumas particularidades.” P: “Descreve um dia típico da tua vida”, Valentina: “Levanto-me as 11h00 ou 12h00. Em seguida, faço os exercícios matinais (quando o Galitsin me obriga a fazê-los) e tomo o pequeno-almoço. Então, ajudo o Galitsin a fotografar as modelos e verificar o site. À noite, geralmente, jantamos fora e vamos ao cinema.” P: “Tens alguma curiosidade sexual que gostasses de explorar ou tivesses explorado? Por favor, descreve com pormenores (rapariga / rapariga, voyeurismo, etc.)”, Valentina: “Gosto de posar com modelos novos, às vezes faço amor com elas ou faço-as fazer amor comigo (para boas fotos), mas não é por muito tempo.” P: “Descreve em detalhe a tua fantasia sexual favorita”, Valentina: “Quero fazer sexo numa casinha antiga que está situada no interior de uma floresta com o Galitsin (longe das pessoas). E encontrámos um lugar assim perto de um lago, então quero ir lá outra vez.” P: “Conta-nos a tua ideia de um encontro de sonho”, Valentina: “Às vezes, gostaria de ir a um belíssimo baile, pôr o meu melhor vestido, e encontrar lá o Galitsin vestido de smoking.” P: “Se pudesses ser fotografada de qualquer forma, em qualquer cenário, qual escolhias? O que te faria sentir mais desejada, mais sensual?), Valentina: “Gostaria de ser fotografada com todas as modelos; com as modelos que não tenho visto ultimamente.” Obra cinematográfica: {“Awakening” + Alice + Katia + Liza} ѽ {“A Model Agency” + Alice + Natcha + Valya} ѽ {“Hands Up” + Katia + Liza} ѽ {“Twins Interview 1” + Twins + Katia} ѽ {“No Name” + Alice + Liza + Sandra} ѽ {“Girls From Paris” + Belka} ѽ {“Bath Russian Traditions” + Alice + Katia} ѽ {“Fruit Desert” + Alice + Katia} ѽ  {“Healing From Masturbation 1” + Alice + Natia} ѽ {“Healing From Masturbation 3” +Alice + Natia} ѽ {“Naughty Cook 1” + Aksinya + Katia + Katrin} ѽ {“Naughty Cooks 2” + Aksinya + Katia + Katrin} ѽ {“Naughty Cooks 3” + Aksinya + Katia + Katrin} ѽ {“Dirty Games” + Abelina} ѽ {“Let’s Wash Now” + Abelina} ѽ {“Steppe Shower” + Abelina} ѽ {“Boat Trip” + Abelina} ѽ {“Examining the Housewife” + Alice} ѽ {“Hot Horsewomen” + Aksinya + Masha} ѽ {“Fishing Trip” + Alice + Liza} ѽ {“Picking Up Alice” + Alice + Katia} ѽ {“Sea Madcaps” + Alice + Liza} ѽ {“Julia Interview 2” + Julia + Katia} ѽ {“The Guerilla” + Katerina} ѽ {“Water Games” + Lina} {“Pool Fun”} ѽ  {“Indian Impressions”} ѽ {“Road to the Jungle”} ѽ {“First Shooting 2” + Katia + Gera} ѽ {“Call Girls 1” + Alice + Gera} ѽ {“Call Girls 2 Wet Course + Alice + Gera} ѽ {“Call Girls 3 Lesbian Games” + Alice + Gera} ѽ {“Call Girls 4 Bed Battle” + Alice + Gera} ѽ {“Tender Katia Washing” + Alice + Katia} ѽ {“Punishment For Disobedience” + Alice} ѽ {“Twins Interview 2” + Katia + Twins} ѽ {“Explicit Macro” + Alice} ѽ {“Dinner Time” + Katerina + Olesia} ѽ {“Two Nymphs in the Forest” + Julia}.
Belka, 1,67 m, 49 kg, 82-60-82, sapatos 49, nascida Svetlana Denisova (Светлана Денисова) a 6 de setembro de 1984, em Moscovo, t.c.c. Adel K, Belochka, Beryl, Danielle, Eira, Sibille, Sveta, Svetlana, Svetlana Belochkina (Светлана Белочкина), Zhanna. “O seu nome vem da palavra russa belka que significa esquilo. Veem alguma coisa em comum? Ela tem as mesmas orelhas engraçadas e cabelo ruivo. Esta miúda é muito viva e brincalhona. Você não a encontra a fazer sempre a mesma coisa. A modelo é muito espontânea e ninguém é capaz de prever o seu próximo passo. Belochka é extremamente tesuda. É por isso que o seu namorado tem medo de deixá-la vir fotografar sozinha. Ela adora sexo e pode violar alguém se estiver só. Esta miúda junta energia e modéstia. Ela pode fingir-se tímida, mas atacar nos 5 minutos seguintes. Nunca se consegue adivinhar do que ela é capaz. Belka irradia sexualidade e multidões de homens querem arrastá-la para a cama. Mas a visível inexpugnabilidade desta miúda permitiu-lhe construir uma reputação de pessoa que ferve em pouca água. Isto, sem dúvida, ajuda-a muito, e ela pode conseguir atingir os seus objetivos apenas olhando nos olhos de um homem e começando a ofegar. Ó, sim! Funciona na perfeição! O seu olhar é inocente e sedutor, alegre e convidativo, doce e sensual, ao mesmo tempo. E uma profundidade de carácter maior que todos os oceanos. O rosto de Belka é brilhante como o sol de verão, o seu brilho reflete a deslumbrante alma por trás dele. A beleza de Belochka é divina, e recorda a Grig a forma como os poetas e escritores clássicos descreviam algumas das belas mulheres mitológicas, com Helena de Troia ou Étaín dos mitos irlandeses, descrições de Afrodite ou Vénus. Alguma vez conheceu uma rapariga que é apaixonada e, ao mesmo tempo, fria? É a Belka. Ela consegue realmente provocar sentimentos discrepantes. Mas isto faz os homens voltarem para ela uma e outra vez, porque nunca se sabe se ela vai beijar ou bater. Se estiver com ela nunca ficará aborrecido. A miúda tem montes de passatempos e está sempre a inventar novos.” Sites: {jeuneart} {egafd} {iafd} {Indexxx} {The Nude} {Galitsin’s Angels} {hqcollect}. Obra fotográfica: {fotos1} {fotos2} {fotos3} {fotos4} {fotos5}. Obra cinematográfica: {“Gifts From Paris” + Valentina} ѽ {“Bathing”} ѽ {“New Year’s Light” + Valentina} ѽ {“Corridor Striptease”} ѽ {“Lewd Maid Leisure 2” + Valentina} ѽ {“Hardcore War”} ѽ  {“Golden Woman” (2004)} ѽ {“Романтика тёплого лета” (2005), real. Sergey Loginov} ѽ {Счастливые трусов не надевают” (2005), real. Sergey Loginov, c/ Ольга Миленина (Olga Milenina), Лиза Романова (Elizaveta Romanova), Люба Лав (Luba Love), Юля Стрелецкая (Yulia Streletskaya), Ксения Нестерова (Kseniya Nesterova), Светлана Белочкина (Svetlana Belochkina)} ѽ {“Summer Photoalbum” (2005), real. Sergey Loginov (Сергей Логинов), c/ Luba Love (Люба Лав), Elizaveta Romanova (Елизавета Романова), Olga Millennia (Ольга Миленина), Victoria Rusakov (Виктория Русакова), Elena Senezh (Елена Сенеж), Svetlana Belochkin (Светлана Белочкина), Elena White (Елена Белая), Svetlana Radishteva (Светлана Радищева), Milena Artest (Милена Артени)}.
[2] “Os argumentos das duas firmas de advogados são semelhantes, embora a Cardigos seja mais clara e longa na explicação apresentada. Por um lado, o julgamento demorou mais tempo do que o inicialmente estimado; «o Banco Santander Totta suscitou inúmeros incidentes processuais, v.g. correção de traduções, pedidos de invalidade de prova, que tiveram tramitação autónoma não constando de todo dos trabalhos inicialmente orçamentados»; «o volume acima do esperado da documentação factual junta aos autos - cerca de 100 mil documentos», entre vários outros argumentos. A Lipman Karas também cita a duração do julgamento e outros serviços-extra prestados, e chega mesmo a argumentar com o trabalho tido devido à «atitude agressiva e não-colaborativa dos especialistas do Banco Santander Totta». O adjetivo «agressivo» é aplicado também ao Banco Santander Totta e aos seus «conselheiros».”
[3] “Vermelho: para sangue; Abismo: uma profunda e insondável fenda na Terra, simbolizando uma vagina menstruada.”
[4] Kali: “Todas as mulheres são ninfomaníacas – eu tenho orgulho de o ser; para mim é um estado sagrado. O que quer dizer que não tenho receio de tomar a iniciativa quando me apetece foder. As mulheres são sexuais – por isso é que temos clítoris e certas culturas o cortam. Eu pus a minha cona no sítio a que pertence: num lugar sagrado, praticando sexo sagrado. A cona está na origem de toda a vida, e no entanto é incompreendida e demonizada.”
[5] “A banda britânica Rockbitch, (cuja baterista faleceu em janeiro de 2012 após sofrer de cancro de mama), era uma coletividade feminista lésbica que abraçou a música metal com «consciência vaginal» durante os anos 90. O grupo, que vivia conjuntamente numa beatitude doméstica poliamorosa na sua comuna em Metz, França, realizava rituais pagãos e atos sexuais explícitos umas com as outras ao vivo no palco, (e por vezes com um membro do público que fosse afortunado o suficiente para apanhar o «preservativo dourado» que elas atiravam para a multidão), e aplicaram uma política de fêmeas apenas, quando sentiram que as audiências masculinas ultrapassavam o lugar das mulheres, na generalidade secundário, nos espetáculos dos Rockbitch. Elas levaram o seu orgiástico roadshow através da Europa oriental e ocidental e Canadá até início da década de 2000, combatendo, ao longo do percurso, contra a oposição continuada da Interpol e contra as moralmente indignadas autoridades locais.” {“Rockbitch - Part 1” / “Rockbitch - Part 2” / “Rockbitch - Part 3”}.
[6] “Mulheres fortes”, a rica língua portuguesa tinha uma palavra precisa para este tipo de mulher, mulher independente, culta, audaciosa, protagonista, mulher à qual não fazem ninho atrás da orelha nem chora sobre leite derramado: a bela palavra “fressureira”. Entretanto caída em desuso pela adoção de estrangeirismos que encaracolam os nomes e massificam as coisas, furtando a mulher portuguesa da tradição pátria de Isabel Antónia, “a de veludo” (assim alcunhada por usar um instrumento de veludo, em 1576, degradada para o Brasil pela prática de tribadismo).
“– Até aos treze anos fiquei na prisão com raparigas de vida fácil. Já que sabes tantas coisas, diz o que são as diretoras e as ajudantes de professoras que têm vocação para viver a sua porca de vida num bordel de internato.
– Um pouco fressureiras?”, Pierre Louÿs, em “Tal mãe, tal filhas…”.
“Tão longe quanto remontam as minhas lembranças, vi enrabar a mamã. Ela era como eu, fazia tudo. De vez em quando, arranjava um homem que preferia que o chupassem. Ou então levava uma fressureira. Como possuía mais peito do que eu, tinha todas as semanas, aos domingos, um amigo a quem fazia uma punheta de mamas; isso divertia-me, porque ele descarregava-lhe na cara. Por fim, ela chegava mesmo a foder, pois teve três filhas. Mas tudo isso era exceção. A mamã era conhecida por levar no cu. Enrabavam-na, e eis tudo”, ibidem.
“–  Mais uma frase de menina. Não só chupas mas também falas como uma menina casadoira.
– É que tenho feito muita fressurice – disse Charlotte com um suspiro – molhei tanto os lábios com esporra de virgem que me encontras um ar inocente…”, ibidem.
“– Nesse ano tive mais um sucesso entre as fressureiras. Há raparigas que começam a gozar aos dezoito ou aos vinte anos ou até mais tarde. Eu comecei cedinho, e a ideia que a mamã tivera de rapar-me fazia de mim um fenómeno.
Uma fressureira que se estende sobre uma cama, em sessenta e nove debaixo de uma virgenzinha sem pelos, que lhe faz minete e que recebe na boca tanta esporra (e que esporra!) como uma ama pode dar leite… podes crer que fica excitada! Disse ‘e que esporra’… Sabes que há duas espécies de fressureiras: as que lambem o cu da criada, porque tem mais sabor do que o da amiga, e as que procuram, pelo contrário, tudo o que há de mais delicado. Para estas, uma virgindade sem pelos que se baba como a cona de uma cigana não poderia ficar sem elas por lá passarem a língua…”, ibidem.
“E, aliás, eu tinha fressureiras de todas as espécies: uma jovem inglesa que não se despia e que se masturbava enquanto me dava beijos de amor na fenda; uma mulher gorda que fazia fressura de costas e que dissimulava o primeiro gozo a fim de vir-se duas vezes pelo mesmo preço; uma gaiata de catorze anos que ainda não sabia vir-se e que a sua amiga nos fez trabalhar, à mamã e a mim, durante uma hora, e como ela tinha a rata coberta de saliva a mamã fê-la acreditar que se tinha vindo; enfim, uma tríbade, como se diz, que se vestia de homem e que me enrabava com um godemiché enquanto a mamã a enrabava com outro…”, ibidem.
“Quando eu tinha sete anos, a mamã aleijou-se no ombro e, como já não tinha agilidade, deixou o circo, as irmãs e tudo. Então arranjou-se com uma fressureira de Marselha, uma fressureira que era cem vezes mais puta do que ela e que se chamava Francine; uma bela moça, mas puta ao ponto de chupar um cão por vinte francos. Deitávamo-nos as três juntas. Francine arranjava os clientes à tarde. A mamã não fazia nada, era o chulo dela; comia-lhe o cu toda a noite e excitava-me para me desenvolver o botão”, ibidem.
“As minhas três filhas são o meu bordel. Ponho-as em pelo no salão, para mim, a mãe delas. Escolho uma delas, a que me tenta na altura, e essa, diante das irmãs chupa-me as pregas do cu, lambe-me a racha das nádegas, enfia-me a língua no traseiro, depois faz-me fressura no botão e engole tudo o que eu descarrego. E preparei-as tão bem que lhes cago na boca a esporra dos homens que me enrabam. Disse-te que há pouco tinha chamado Charlotte à parte. Não é verdade. Acordei as pequenas. Elas viram tudo! E Lili teve ciúmes! Foi lamber-me o cu em seguida porque ficara nele uma gota!”, ibidem.
“A mamã fez-me jurar que nunca mais retomaria o funesto hábito da «masturbação»! Uma palavra assim mesmo em cheio na cara! Em cima de uma rapariguinha, senhor!
– É permitido?... E nunca mais retomou esse funesto hábito?
– Não, porque só tenho uma palavra.
– E não se suicidou?
– Não, porque estava-me nas tintas, tal como para as minhas três virgindades. Já que não posso masturbar-me, faço fressura”, ibidem.
A expressão “fazer fressura”, numa casa portuguesa, plasmava a venustidade da amicícia feminina nos finalmentes quando, a importação do mais masculino “fazer amor”, do new oikos, insaciável de igualdade e emulando os machos, matou a cor da diferença. Na insensata luta pela paridade, a mulher cosmopolita massificada substituiu a harmonia da “fressura” da vida simples, pelo mecanicismo do “amor” das sociedades empilhadas em andares uniformizados.
“As poses estavam alteradas. As minhas sáficas mantinham-se escarranchadas uma na outra, buscando misturar as suas penugens espessas, esfregar as partes uma na outra. Atacavam-se, repeliam-se com um encarniçamento e vigor que só a proximidade do prazer pode dar às mulheres. Dir-se-ia que queriam fender-se, quebrar-se, de tal forma eram violentos os seus esforços, de tal forma a respiração ofegava estridente.   
– Ai! Ai! – exclamava Fanny –, não aguento mais, isto mata-me. Continua sozinha, continua!...
– Outra vez! – respondia Gamiani – alcanço a felicidade! Empurra! Aguenta aí! Aguenta!... Estou a esfolar-me, creio! Ah!, sinto, escorro!... Ah!... ah! ah!...
A cabeça de Fanny tornava a cair sem força. Gamiani rebolava a sua, mordia os lençóis, mastigava os cabelos que a cobriam”, Alfred de Musset, em “Gamiani ou duas noites de prazer”.
[7] Jacno produziu “Amoureux solitaires” (1980) para a voz da mangualdense de 17 anos, residente na Bélgica, Lio. Uma versão de “Lonely Lovers” dos Stinky Toys, traduzida e adaptada por Jacques Duvall. “Eh toi dis-moi que tu m’aimes / Même si c’est un mensonge et qu'on n'a pas une chance / La vie est si triste, dis-moi que tu m'aimes / Tous les jours sont les mêmes, j’ai besoin de romance // Un peu de beauté plastique pour effacer nos cernes / De plaisir chimique pour nos cerveaux trop ternes / Que nos vies aient l'air d'un film parfait.” “Lonely Lovers” (1977), “Come on, man! Tell me you love me, even if we know you're lying! / Come on! Let's add some romance to this dirty life! / Some plastic beauty to our dying bodies / Some chemical fun in our rotten brains / Let's make our lives look as perfect as a movie!”
[8] Olivier Assayas: “Enquanto isso, Elli apresentou-me a sua banda, Olivia Clavel, designer gráfica do coletivo Bazooka, Laurence Dupré, irmã de Loulou Picasso (Jean-Louis Dupré), que fez as roupas e, depois, o seu companheiro, Jacno. Ele impressionou-me imediatamente pela sua classe, inteligência, humor. Perguntei a Elli se ele não queria compor a música do filme. (…). Na época, os Stinky Toys tinham acabado de editar na Vogue o seu segundo álbum, que não funcionou. Não interessava nada à Vogue que as suas crias fizessem a música de um filme. Jacno teve então de utilizar o seu nome artístico em vez de o do grupo. Foi lá que interveio alguém muito importante: Jean-Luc Besson, um jovem que queria fundar uma etiqueta para contratar toda a cena emergente da new wave francesa. Ele propôs publicar a música do filme na sua nova etiqueta, Dorian, que seria o primeiro disco. (…). Para espanto de todos, uma das faixas explodiu nas discotecas e na radio: «Rectangle». De repente, a etiqueta Dorian tinha dinheiro, Jean-Luc contratou os Artfact (o grupo de Maurice G. Dantec), Mathématiques Modernes (de Edwige Belmore), Modern Guy e também o primeiro álbum dos Rita Mitsouko. Então, propusemos-lhe realizar um pequeno filme sobre «Rectangle». Na época, não duvidávamos que éramos pioneiros do videoclipe em France.”
[9] No inverno português, guardas da PSP têm medo de água fria. “A esquadra da PSP de Rio de Mouro, no conselho de Sintra, está há cerca de dois meses sem água quente. A situação tem obrigado os agentes a alguma ginástica para garantir a atividade normal – aquecer água em panelas foi uma das soluções – e está a gerar incomodo entre os elementos destacados para a esquadra. Neste momento há mais de 100 agentes a prestar serviço direto naquele espaço (onde opera a Divisão da PSP de Sintra). E há cerca de dois meses que as instalações estão sem água quente, desde que a caldeira avariou – um problema particularmente relevante para os agentes que ali costumavam tomar banho. As instalações onde a PSP se encontra foram inauguradas há menos de dez anos – altura em que esta força de segurança substituiu a GNR no patrulhamento daquela freguesia de Sintra, e não foi esta a primeira vez que o equipamento avariou nos últimos meses. Mas agora foi de vez. (…). Noutros casos, quando um elemento faz o turno da manhã e está escalado para o turno dessa mesma noite, em vez de ir a casa – «porque os agentes não vivem todos perto da esquadra» – aproveitava o tempo livre para fazer exercício na zona, com uma corrida ou um passeio de bicicleta. Mas no regresso o problema mantinha-se. «Não é muito agradável vestir roupa lavada quando estamos transpirados, da mesma forma que não é agradável tomar banho de água fria com este tempo», lamenta-se. Para remediar, alguns agentes improvisaram. Pegaram em tachos e panelas, aqueceram a água num fogão e tentaram tratar da sua higiene dessa forma. Mas essa solução, queixam-se os agentes, põe em causa a dignidade das forças de segurança”, no jornal i n.º 2070.

244 Comments:

  • At 7:38 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    11.º post de 1984, mês de maio. Uma breve introdução homenageando os dirigentes europeus, os melhores da sua geração, e o Deutsche Bank, esse exemplo de boa gestão luterana. Estou convencido que é a distância que faz parecer os homens de Bruxelas uns idiotas à nora, que não acertam uma. Da Hungria, por exemplo, veem-nos como um governo comunista, assim, é o nosso meio que projetamos neles, e afinal, eles são muito bons, é ver a carreira de Durão Barroso, chegou alto.

    A frase do título foi pronunciada em maio por Ramalho Eanes, presidente da República, aos emigrantes em Estrasburgo, naquela altura havia a noção de que o país não tinha meios para os receber, não é como agora que somos ricos, bom, seremos quando o Passos regressar.

    Em maio a URSS anuncia o boicote aos Jogos Olímpicos de Los Angeles (uma paga pelos americanos terem boicotado os Jogos de Moscovo quatro anos antes). E foi preso em Lisboa um traficante que será famoso, isto se o jornalista do Diário de Lisboa e a bófia lusa se enganaram, o que é muito fácil, no nome. Tudo leva a crer que sim. Nesse mês fizeram uma vistoria a algumas casas de entretenimento de Lisboa, concluíram que não houve desgraças por muita sorte, e é bem verdade. Uma casa noturna que estava boa em termos de segurança era o Bananas, claro, até Pinto Balsemão lá ia abanar o rabo.

    A bandeirada dos táxis subiu para 50 escudos, custa 5 escudos em 1974. Em 2016, só querem receber sem trabalhar, é o nosso progresso de país rico que chega a todos.

    Não encontrei tradução para stage mother, a mãe de uma criança-artista. São as mães mais importantes de todas pois ensinam às filhas o seu saber acumulado. Um dos acontecimentos mais impactantes da cultura portuguesa foi o rádio folhetim Simplesmente Maria, ainda hoje vemos a sua influência na literatura, na política, na música, na afluência ao museu maat…

    rodolfo23 uma atenção especial à carreira das Rockbitch. Enfim, ao Jacno que produziu a nossa mangualdense Lio. E espero que a palavra fressureira volte ao nosso dicionário para bem da identidade da nossa cultura.

     
  • At 12:02 da tarde, Blogger Miles said…

    Vou passar essas Rockbitch nos meus crivos epistemológicos, para ver no que dá.

    Entretanto, deixo-te uma admirável composição artística, uma natureza-morta intitulada "Cristina rodeada de Peidas in black and white":

    http://dailycristina.com/2016/10/novo-perfume/

    A própria Cristina propõe uma hermenêutica:

    "(...) o homem do meu perfume, surge e, pela primeira vez, se percebe que traz um perfume. Já a sala estava invadida pelo cheiro que foi sendo espalhado. Num estrondo que faz estremecer a sala vêem-se as primeiras imagens. E apareço eu."

    Algumas questões estéticas surgem, como em todas as composições artísticas densas e abertas: será que o homem esteve a comer uma lata de feijão e a beber uísque? Etc.

     
  • At 9:40 da tarde, Blogger Miles said…

    Não. "irrisório suplemento de alma" traduz mais subtilmente o aroma emanado pelo homem da Daily Cristina após o repasto.

    http://sound--vision.blogspot.pt/2016/10/a-metafisica-de-cristina-ferreira.html

    Entretanto, heroin-chic meets pimba:

    https://www.youtube.com/watch?v=NFGJNZqGras

    (aos 3:05, tu é que deves saber Táxi, como é que se chamava este pezinho de dança? a capa do disco também é bastante boa)

     
  • At 9:50 da tarde, Blogger Miles said…

    - Robert de Niro: Trump “é um rufia, um cão, um porco” -

    https://www.publico.pt/mundo/noticia/robert-de-niro-trump-e-um-rufia-um-cao-um-porco-1746700

    Não eram estes nomes que o Adolfo H. chamava a certas pessoas?

     
  • At 10:08 da tarde, Blogger Miles said…

    Deus me livre de defender o Trump candidato, mas o Tump cidadão parece-me normal, não se pode eliminar estas pessoas, era preciso eliminar 30 por cento dos portugueses (os machos alfa), por exemplo. Agora ele está quilhado, só se safa se encontrarem a sex-tape da sala oval.

     
  • At 10:32 da tarde, Blogger Miles said…

    Nunca percebi o gosto pela cultura britânica, têm bons escritores (Wilde, Chesteron Whaugh), mas são todos paneleiros; por isso viva la france e nerval e duras:

    https://www.youtube.com/watch?v=6o0IDx3PuSo


     
  • At 11:40 da tarde, Blogger Miles said…

    E já em época natalícia, a partir do 1:10, o terrível combate fantasia versus realidade:

    https://www.youtube.com/watch?v=bMX2EYa7xlU

     
  • At 11:55 da tarde, Blogger Miles said…

    É um smartphone? É o John Holmes da política portuguesa? É Buvarde ou Pecucheto? Não. É António Guterres. o Umberto Eco do Dafundo:

    http://leitor.expresso.pt/#library/expressodiario/06-10-2016/caderno-1/temas-principais/o-homem-que-sabia-demais

     
  • At 12:17 da manhã, Blogger Miles said…

    Fónix. Só agora vi o video do de Niro. Confirma a ideia que tinha: é fascismo em estado puro:

    http://expresso.sapo.pt/internacional/2016-10-09-Robert-de-Niro-enfurecido-com-Trump-Ele-e-tao-descaradamente-estupido

    Em comparação com o de Niro, o das Neves é um menino do coro. Ou então o de Niro ficou para sempre naquele taxi manhoso.

     
  • At 12:23 da manhã, Blogger Miles said…

    Já sei que alguém me podia dizer: não rapaz, ele está é a virar o feitiço contra o feiticeiro, é o contexto que determina o valor das palavras; e eu digo, não não, que se foda a américa e o cinema e a política e este teatro todo.

     
  • At 12:47 da manhã, Blogger Miles said…

    de Niro é o "imaginary friend" da america:

    https://www.youtube.com/watch?v=qcUd42alCBk

    A america também é a tal disneylandia, é a europa em versão estúpida. Que falta nos faz a velha URSS.

     
  • At 1:02 da manhã, Blogger Miles said…

    Muito bem observado:

    http://sound--vision.blogspot.pt/2016/10/as-palavras-de-donald-trump.html

    "houve nada mais nada menos que outras 17 declarações de Trump, no mínimo chocantes, que não impediram os republicanos de lhe dar o seu apoio"

    É como aquele gajo que estava sozinho na fila "Não mandados pela mulher" à entrada do inferno. Perguntaram-lhe os da fila "Mandados pela mulher": -"pá, porque foste para aí?", -"foi a minha mulher que mandou", respondeu ele.

     
  • At 6:29 da manhã, Blogger Miles said…

    Este sabe do que fala, é a única coisa em que ele é especialista, "retórica":

    https://www.publico.pt/mundo/noticia/retorica-inacreditavel-de-trump-e-mesmo-a-pior-coisa-das-presidenciais-diz-obama-1746781

    Enfim, continuo a seguir com grande inquietação este momento de imbeci...ups neurose colectiva.

    Entretanto, no Porto:

    https://www.publico.pt/multimedia/fotogaleria/a-cultura-pop-japonesa-desceu-a-ribeira-365652#/0

    (será que a Hitomi foi ao Porto?)

     
  • At 8:51 da manhã, Blogger Miles said…

    ahahhaha!!! Muito bom:

    "Durante o debate, Trump e Hillary usaram a palavra “mentira” e “mentiroso” mais vezes do que Jerónimo de Sousa usa a palavra “portanto” durante uma entrevista."

    http://observador.pt/2016/10/10/cronica-as-6-frases-de-trump-que-tornaram-o-debate-num-combate-de-boxe/

     
  • At 10:03 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles: quando fui sábado à tabacaria buscar o livro de filosofia reparei na revista Cristina, não me ocorreu comprar, pois o rabo não era da homónima, não há fado mais triste que rabos anónimos. Não sabia que o perfume era para homem ou talvez tivesse equacionado a aquisição. Se for daqueles perfumes que fazem as mulheres perseguirem os homens como sucedia aos Beatles ou ao Chagas vale o dinheiro gasto. No fundo, é uma revista de filosofia. O certo é que aquela coisa esgota, no mês passado estava na tabacaria e apareceu uma gaja ávida de comprar, e nicles. A própria partenaire do Goucha agradeceu aos leitores terem esgotado o magazine. E até há marketing envolvendo o Arredes Sociais.

    Ah, o velho João Lopes via o reacionarismo de Emmanuelle, e continua a combater por corpos vestidos, o corpo nu pode não ser revolucionário, mas dá um trabalhão do caraças mantê-lo em condições para ser desnudado. O paleio do costume, sim, é medíocre, se fosse feito por um espanhol era bom, não sei se o fotógrafo é espanhol mas a foto da capa está boa e não é uma aproximação medíocre de uma matriz que o Lopes viu algures.

    Maria Leal parece um transformista. Esta canção com outra letra acho que é do Gusttavo Lima, ou doutro parecido, teria que pensar um bocado, e agora não tenho tempo.

    Roberto do Niro é um idiota, e mau ator – muito amado dos consumidores de qualidade. O Trump insultuoso para com as mulheres? Numa conversa com outro gajo, please, (apesar de eu ser contra o uso de mulheres para o sexo, acho insultuoso), é assim que falamos sobre as mulheres.

    O CM traz uma notícia intrigante: Justiça devolve vibrador a família de idosa assassinada. Não estou para comprar o jornal de referência para ler, será uma herança da velhota?

    Porra, esta merda está lenta, tenho que mudar de teclado. Continuo depois.

    Olha, morreu o Andrzej Wajda.

     
  • At 12:56 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles: espero um dia perceber por que raio o teclado funciona bem até certa altura, depois fica lento como o caraças, e tenho de mudar para o teclado com fios. Aproveitei para ir à tabacaria do bairro ao lado, não comprei o CM, comprei o I. vem uma entrevista com um rapaz do PSD, sempre que o vejo lembra-me Ribatejo, campinos, tourada (não faço a piada fácil de ele ter cornos), festa do barrete verde, um rapaz a seguir, Deus queira que chegue a ministro.

    Ah a velha Bambou. Meteu-se no cavalo, nem sei se sobreviveu.

    Estive a ler umas boas declarações do Valter Huguinho Primo do Zezinho e do Luizinho sobre a realidade no Jornal de Letras. Ele também não gosta muito da realidade mas gosta de acompanhar, não é de se fechar num buraco na parede.

    Guterres o mais dotado. Hmmm, careceu de apalpando pelo jornalista, não acredito que propague sem comprovar.

    Como não podia deixar de ser o Tavares Livre também deu opinião. Nota: eu também sou como ele, perante uma senhora não há ereção, vem tudo do coração, no máximo respeito. “Nas primeiras horas após rebentar a bomba, a campanha de Trump ainda tentou conter os danos declarando que aquele diálogo não passava de “fanfarronice de balneário”, algo que no fundo todos os homens fazem. Não melhorou a situação. Essa naturalização é precisamente o que é intolerável para todas as mulheres (e, já agora, insultuoso para os homens que não se comportam como Trump).” – insultou as mulheres e os homens corrigiu bem o Tavares Livre.

    E já agora que se foda os americanos foderem uma das melhores séries de sempre, Power Rangers, mastigando-a na sua cultura, se querem ensinar os jovens que ensinem a serem porcos como as mães. Bom, não queria dizer isto, porque hoje o SIS está a monitorizar todas as palavras ligadas a táxi, por causa da manifestação dos taxistas em Lisboa.

    A Rússia piratear o correio eletrónico de Hillary Clinton não está mal pensado, para sabermos que mexericos ali estão.

    Obi One quer mesmo vender a Hillary ao eleitorado americano.

    Li outra vez na entrevista do Valter que o seu livro Homens imprudentemente poéticos decorre no Japão, possivelmente veremos o escritor em cosplay.

    Contaram as mentiras que cada um disse? Estes analistas escalpelizam tudo.

     
  • At 1:02 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles:

    A canção da Maria Leal tem umas parecenças com esta.

    Vão derrotar os russos atirando-lhes gajas em cima.

    Também Fidel analisou.

    Foram 15, mas afinal dentro de cada português há uma mulher.

    A guitarra que o governo devia dar a cada português.

    O primo de D. Duarte Pio.

    Não queiras tu ter uma.

     
  • At 8:23 da tarde, Blogger Miles said…

    Por falar em Power Rangers:

    https://www.youtube.com/watch?v=GXnJAgSoBnk

    -

    Shait! Monarca e mecânico? O Sóares é só monarca... [não é má-língua minha, eles repetem à exaustão: "um Príncipe da democracia"]

    -

    Essa é uma guitarra do caraças!! Lembrou-me isto do Passos:

    https://www.youtube.com/watch?v=vBM2r6xlyvs

    -

    Então não fazem uma Barbie da Barbie Guimarães?

    -

    Um passeio de Táxi (no fim da canção):

    https://www.youtube.com/watch?v=iRwtVNCvaI8

     
  • At 8:26 da tarde, Blogger Miles said…

    Carais, a dos Power Rangers é esta:

    https://www.youtube.com/watch?v=5pdLWXFPVL0

     
  • At 10:28 da tarde, Blogger Miles said…

    Nunca tive pachorra para biografias, o género literário mais horrendo (excepto se for uma biografia do Baudelaire ou do Kant). Mas esta biografia do Adolfo, escrita pelo próprio Adolfo, é capaz de ser interessante:

    https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/afinal-a-primeira-biografia-de-hitler-e-uma-autobiografia-1746754

    Para quando uma biografia do Chagas, escrita pelo próprio Chagas?

     
  • At 10:30 da tarde, Blogger Miles said…

    Isto fica no ouvido e custa a sair:

    http://jccsjscc.blogspot.pt/2016/10/silent-siren.html

     
  • At 11:12 da tarde, Blogger Miles said…

    "não sei se o fotógrafo é espanhol mas a foto da capa está boa e não é uma aproximação medíocre de uma matriz que o Lopes viu algures."

    O Nel Monteiro também apresenta fortes marcas estilísticas e não meras aproximações:

    http://malomil.blogspot.pt/2014/06/sinais-de-fogo.html

    O estilo preto/branco/cinza/granulado/granizado é a coisa mais banal e boring. E pior ainda, um estilo, em qualquer arte, não vale nada, como mostrou o Barthes (sem que de modo algum eu queira pôr em causa o talento do Nel Monteiro). Bom mesmo, é um Frappé de Moka.

     
  • At 1:14 da manhã, Blogger Miles said…

    hmmm.. hmmmm....

    "Martha Argerich contagiou com o seu carisma os seus colegas instrumentistas de cordas, os quais ganharam um renovado fulgor rítmico e dinâmico e passaram a evidenciar um mais nítido recorte de fraseados. Deixaram também sobressair a sua voz individual, com destaque para as intervenções do violoncelo e da viola no primeiro andamento. Todavia, quer pela própria concepção da partitura, quer pelo temperamento artístico da intérprete, o piano foi o protagonista, conduzindo a obra aos seus sucessivos clímaxes, incluindo o vertiginoso Scherzo, com as emblemáticas escalas velozes do primeiro tema, e o monumental e inventivo Allegro ma non tropo final"

    hmmm... hmm..

    https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/uma-pianista-carismatica-e-um-quarteto-voluvel-1746726

     
  • At 3:02 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles: antes dos comments quero deixar em cima da mesa uns pré-comments de enquadramento cultural e até existencial num mundo cheio de ameaças. Em primeiro lugar, quero louvar o presidente Mao, sem ele não estaríamos aqui, à frente do computador, não haveria eletricidade e viveríamos à luz do candeeiro de petróleo. Ai laicava véri matche este álbum.

    O manifesto do partido comunista.

    Depois deste introito, passemos á luz. Há hipótese de um Saraiva dois.

    Põe lá essa mão.

    Da importância que as mães ensinem habilidades às filhas.

    Para assegurarem o seu futuro.

    Que será na arte.

    Quando há um pouco de catarro na voz.

     
  • At 4:18 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles:

    O que tem o engenheiro na boca? nem vou fazer a piada fácil que é restos de homem que por lá passou.

    Oh, oh, os taxistas faziam dinheirinho bom quando o consumo de droga era moda, acabou-se o Casal Ventoso, morreu uma era.

    Power Rangers eram verdadeiros heróis que nunca ganharam o Nobel da Paz. Salvaram a humanidade muitas vezes. Ainda hoje costumo ver estes.

    O escritor-fantasma? O Sócrates também tem um. Eu logo vi que Sócrates tinha que estar metido nisto. Bom, o messias da Alemanha, é um tema recorrente, também Passos se considera o messias de Portugal via Alemanha.

    É uma canção sempre atual, o verão é uma estação eterna, se acreditarmos no aquecimento global, e não comprarmos umas mantas bem quentes.

    Nel Monteiro é um dos últimos génios luso. Deve estar a morrer. O tipo era velho pra caraças. Bom, os oitentas.

    O saudoso tempo em que um gajo ia aos concertos fumar umas ganzas não volta mais, agora, além de apanhar com uma ordem de prisão, também é obrigado a consumir cultura.

     
  • At 5:49 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles:

    Os bons clubes de leitura teimam em não chegar por cá.

    E há muito para ler.

    Tal como Marco Paulo uma leoa no sofá.

    Um pouco de arte a preto e branco.

    Em super 8.

    Esta deixou a moda porque encontrou Deus, sempre me intrigou por onde entrará Ele.

    Só não arranja trabalho quem não sabe redigir um currículo.

    Tal como Hillary, esta também usava a boca para falar em vez de...

    A língua francesa.

    Se calhar o comunismo devia voltar.

    Claro, deve ser verdade.

     
  • At 1:37 da tarde, Blogger Miles said…

    Que Deus cuide da gente e nos livre de tanta bobagem:

    "Quem mais sofre com estes receios são os palhaços de profissão."

    http://observador.pt/2016/10/11/os-palhacos-estao-a-assustar-os-eua-e-a-lembrar-o-arrepiante-caso-de-pogo-o-palhaco-assassino/

    Táxi, amanhã é o Nobel da Literatura, apostei 15 euros no Valter Hugh Mãe; espero que não seja atribuído ao Lobo Antunes, só para me lixarem.

    (depois comento)

     
  • At 12:19 da manhã, Blogger Miles said…

    "Um pouco de arte a preto e branco."

    https://www.instagram.com/_amyhood_/ (é esta acho, o trailer é um bom postal retro, é pena já não haver realizadores para estas tipas, dirias tu)

    Falaste aí no escritor-fantasma do Sócrates AKA Dom Profano. Tem novo livro, em que disserta sobre Marx Webern e o aneurisma.

    https://www.publico.pt/desporto/noticia/cobertura-retractil-e-ate-um-hotel-este-e-o-novo-estadio-do-real-madrid-1746974

    O futuro passa por levar os marcianos terráqueos de volta a Marte:

    http://expresso.sapo.pt/internacional/2016-10-11-Barack-Obama-EUA-vao-enviar-humanos-a-Marte-durante-decada-de-2030

    (yes he can, pois se o Kennedy conseguiu a lua e a marylin; Trump, se ganhar, vai prometer Júpiter; se ganhar a Hillary, como é gaja, vai prometer os anéis de Saturno).

     
  • At 12:23 da manhã, Blogger Miles said…

    carais, eu tinha posto comentário sobre o estádio do real madrid, mas não apareceu (deve ser o SIS):

    - o futuro é o ecrã (portanto, será igual ao presente).

     
  • At 12:50 da manhã, Blogger Miles said…

    Falaste aí em trabalho e no Mao.

    Quem não tiver os argumentos do exemplo que deste, pode ler:

    -Exercícios Espirituais de Santo Inácio

    -Conselhos de Baltazár Gracián

    -Zaratustra de Nietzsche

    Se nenhum destes livros ajudar a obter um emprego, é lançar a bomba atómica:

    -Livro de citações vermelhas do Presidente

    É infalível.

     
  • At 8:16 da manhã, Blogger Miles said…

    Havia um blog "It's deadlicious" que tinha um "red book of sex" mas foi eliminado. O Mao foi quem nos deu a electricidade para estar aqui ao computas? É bem possível. Há muitas coisas boas no mundo com origens sinistras. Mas esse teu - justíssimo - louvor a Mao lembrou-me um comício de Sócrates há uns anos (aqui) em que, antes do nosso amado ex-líder começar a discursar, um speaker começou a cantar as conquistas do governo liderado pelo nosso ex-amado líder, entre elas: a internet!

    Tenho de retomar este tema civilização/barbárie, apoiado em Walter Benjamim, se Deus me der saúde.

     
  • At 8:31 da manhã, Blogger Miles said…

    O mal desta nova geração foi não ter ido à tropa. Mas a verdade é que também a tropa não resolvia grande coisa, o pessoal saia de lá amaricado e assustado com tudo; em vez de sair uma criatura nietzscheana ou maoiana, saia algo parecido com o scooby doo e, pior, a exigir todo o tipo de mordomias, para vingar o "desenrasca-te".

    Esta coisa dos telemóveis da samsung estoiraram lembra o Jacinto das cidades e serras do Eça. Espero que a Cãncio não tenha pedido um ao Dom Profano.

     
  • At 9:36 da manhã, Blogger Miles said…

    Não há nada como a liberdade de imprensa e a ausência de censura do vil Salazar, que queria uma regime decente, sem nada para animar o mexerico da malta:

    http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/sexo-oral-em-publico-junto-ao-tejo?ref=HP_Contagens

     
  • At 9:40 da manhã, Blogger Miles said…

    "uma" regime não, um regime

     
  • At 9:43 da manhã, Blogger Miles said…

    Uma coisa que eu gostava de fazer era censurar. Se um dia aparecer aí uma contra-revolução, ofereço os meus serviços, por um salário modesto, e um subsídio de esferográficas azuis.

     
  • At 10:07 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles: se tivéssemos medo de palhaços estávamos muito mal. Acaba-se o canal da Assembleia da República, acabava a própria Assembleia da República, o jornal Observador fechava, Rui Ramos e Helena Matos usariam burka, o museu maat seria reconvertido numa retrosaria e a PSP e GNR em equipas de pedreiros e vindimadores.

    E por PSP. Escreve o CM: Queixa contra PSP por chama ‘fufas’ a jovens. Claro que é um tratamento rude, como autoridade deveria usar a expressão sras. fufas, no entanto, aqui se vê a falta que faz a palavra fressureira. É uma palavra que remete para conventos, para alta sociedade, dormitório estudantil. Enquanto fufa lembra-nos motociclistas, sargentos da tropa e jornalistas.

    Ainda dentro da temática, já sabes o que tens a fazer: mudar de sexo.

    Eu para o Nobel da literatura apostaria no Saramago outra vez, seria bom que ele fizesse um hat-trick ou um poker ou isso que fazemos, e bem, no futebol.

    Os estádios de futebol serão as galerias de arte do futuro. Em 4000, ninguém se lembrará de quem foi Goya, Rembrandt, Warhol, mas todos recordarão Jorge Jesus, Pinto da Costa, Carolina Salgado, Manuel Serrão, Futre…

    Quem sabe se Barack não será o primeiro mayor de Marte?

    Não me admirava nada que Sócrates esteja por trás da internet e na invasão do Arredes Sociais.

    Se os eletrodomésticos começam a explodir lá se vão as profecias de sermos dominados pelas máquinas.

    É capaz de ser mesmo um broche e não um felatio. Latim é só para as nossas plumitivas, que não vou nomear.

     
  • At 10:15 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles:

    Nem vou fazer a piada fácil sobre que fará o cão à noite para estar tão obediente de manhã.

    A morte do pai (simbólico).

    Já poderás ouvir os teus discos.

    Não farei a piada fácil de que ela não perdia tempo nos preliminares.

    Hmmm, bom ou mau sinal.

     
  • At 10:25 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles:

    Ainda na temática do pai.

    Quando os infiéis podiam andar nas ruas sem lhes rolar as cabeças.

     
  • At 10:47 da manhã, Blogger Miles said…

    "Quem sabe se Barack não será o primeiro mayor de Marte?"

    Ou o John Wayne Gacy... Há um filme sci-fi passado em marte que parece um filme de cowboys.

    Fogo!!! Pudessem os partidos políticos contratar essa russa, para adestrar os militantes rebeldes, como o Abreu Amorim ou o Sousa Pinto.

    Um vil ataque ao Trump:

    https://www.youtube.com/watch?v=Su23M9CjIRo

     
  • At 12:36 da tarde, Blogger Miles said…

    Com sorte, ainda vamos assistir ao disparo de Barroso num foguetão para Marte, para tratar das logísticas habituais. Para quem, no Prec, andava a berrar contra o ensino burguês, será uma oportunidade para protagonizar o caso mais radical de deslocalização ideológica.

     
  • At 8:45 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles:

    Portugal parece Chicago: banho de sangue, caça ao homem, recolher obrigatório, fogo, isto vai contra o efeito Guterres, que já devia estar a funcionar.

    Não te esqueças que hoje sai mais um (e último) livro do Haskins, ainda por cima a Sábado traz um enigma. À procura de apoios para a ONU Guterres foi surpreendido por António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa: um quase lhe arruinou a estratégia, o outro bateu-lhe à porta de ficou para jantar. Vale a pena comprar só para saber quem é quem.

    Só na rica América um gajo pode dar-se ao luxo de o gato estragar um plasma só para fazer um vídeo.

    Andam para aí uns líricos que querem tirar a pensão Barroso, eu diria, que justa pensão, pois muito trabalhou ele. Um homem sobe na vida e é só invejas, se calhar queriam-no pobre, a ir buscar cafés ao Arnaldo de Matos.

    Então é isto que o filho da puta do Hollande me chama.

    Por isto é que ela é a melhor artista do momento.

    Noutras culturas há mesmo a tradição de agarrar para arranjar dinheiro para as despesas.

    O Rich Chigga.

    A Joséphine era do tempo em que as atrizes tinham um papel social.

     
  • At 10:10 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles: não te esqueças também que hoje é a última peregrinação a Fátima antes da vinda do Papa Chico; eu fiz a promessa de ir a Fátima de Bentley, mas Deus não me fornece o meio de transporte, donde deduzo que os padres me estão a sabotar para só eles terem meio de transporte.

     
  • At 3:05 da tarde, Blogger Miles said…

    Eu já fui a Fátima.

    A TVI é o LSD do povo. O que vi ontem, na emissão da tarde, está para lá de qualquer capacidade perceptiva normal do organismo humano.

    ---

    https://www.publico.pt/multimedia/video/ricardo-araujo-pereira-e-os-crominhos-que-adoram-ler-20161014-110630

    -2.46

    Fogo. Esta pirralha tem ar de quem já lê Derrida.

    ---

    Muito ocupado, não sei quando posso voltar ou ir ao quiosque comprar o Haskins.

     
  • At 3:25 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles: porra, é a nova Agustina Bessa-Luís, em vez de querer ter umas boas mamas e rabo saliente para singrar na vida, quer ler e escrever, começam a doutrina-los para a deturpação da vida, enquanto novos, depois queixam-se que a economia não cresce, que a natalidade desce, que a segurança social não sei o quê.

    Trabalha muito, pelo orçamento agora apresentado, Passos ficará na oposição mais um ano, de tocaia para nos salvar.

    Afinal o god era um dog.

    Diz que é professora de matemática mas parece-me de filosofia.

    Monster summer.

    Uma mota para te levar ao trabalho.

     
  • At 2:36 da tarde, Blogger Miles said…

    ahahahah a professora de matemática ou filosofia já foi capturada pela "consciência cívica e política":

    https://www.instagram.com/p/9WAU30NHrn/?taken-by=o_neveselaya

    --

    "A página Wikipédia da jornalista e escritora Alice Vieira foi esta quinta-feira vandalizada. (...)
    pode ler-se que a comparação que a escritora fez entre Dylan e Quim Barreiros “podem apenas ter como base a ignorância de Alice Vieira e toda a inveja que a mesma sente pelo trabalho lírico e poético” do artista norte-americano."

    Mais qual é mal do Quim Barreiros? O Quim Barreiros participa em vários discos líricos, só para dar um exemplo:

    https://www.youtube.com/watch?v=4NxYZlPqb7E

    Quero essa mota.

     
  • At 7:24 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles: Alice Vieira é escritora? Sim, claro, é um conceito abrangente. Como as coisas estão, em vez de a vandalizarem a ele, atiram-se a uma página inocente. João Soares tem que voltar para popularizar as bofetadas. Com certeza que Alice é uma propugnadora de Eminem ao Nobel, por isso ficou chateada com o desenlace; a comparação de Alice deve-se ao facto de Dylan ter estacionado o carro na garagem da Baez.

    Era o que eu tinha pensado para ir ao museu maat ver arte.

    Até que não está mal pensado, os diretores de campanha injetam-lhe esteroides e lançam-na na corrida como um cavalo.

    Morreu um santinho, só os cabrões é que não morrem.

    A padralhada que se meta comer hóstias e deixe a comida a sério para as pessoas.

    É um mundo difícil e vida intensa.

    As noites que vão voltar.

     
  • At 12:41 da tarde, Blogger Miles said…

    Hóstias e massapães.

    Não sei se te lembras, mas uma vez na Assembleia da Respeublica, na discussão da "legalização", alguém propôs que os deputados fumassem um baseado antes do início do debate. Se calhar nem foi em Portugal, não me lembro bem. A Hillary, no máximo, deita umas gotas de bagaço no chá das cinco.

    Atribuíram o prémio Nobel da literatura a Bob Dylan. Agora falta atribuir o prémio igNóbil da literatura:

    https://www.youtube.com/watch?v=7fGJ75qdPls

     
  • At 12:42 da manhã, Blogger Miles said…

    Lembro-me de este gajo dizer isto:

    "Obviously Morrissey is known as a great lyricist but I think he's probably the greatest lyricist. I don't think Dylan is in the same league, with his songs about the 'Jack of Hearts' and things like that. Some of his lyrics are great, but they're not as powerful as Morrissey's. He had a brilliantly balanced dance between the wit and darkness. It was never too comical; well, apart from 'Frankly, Mr Shankly'. You know what I mean - it was this amazing tightrope walk of being slightly ridiculous but incredibly engaging and incredibly serious."

    http://thequietus.com/articles/07117-brett-anderson-suede-favourite-albums?page=9

    São ambos maus, na minha opinião, mas recomendo que se oiça.

    Uma boa lyric:

    https://www.youtube.com/watch?v=h79khDFPhHI

     
  • At 2:45 da manhã, Blogger Miles said…

    https://www.publico.pt/sociedade/noticia/a-traducao-da-biblia-grega-de-frederico-lourenco-1747363

    "A novidade da obra está em traduzir a versão grega do Antigo Testamento (chamada “LXX”), elaborada a partir do texto hebraico, no séc. III a.C. em Alexandria, destinada aos judeus da diáspora, que já só falavam e compreendiam grego — ou seja, é uma tradução para português da, por sua vez, tradução do hebraico para o grego."

    Curioso. Mais sobre o assunto:

    http://observador.pt/opiniao/uma-nova-traducao-da-biblia/

    Eu já tomei uma decisão: só leio o Novo testamento depois de passar o texto original, em grego ou hebereu, no lo se, pelo Google Translate. Não confio no Lourenço. Ou se calhar mais vale ver o filme do pasolini ou da monica felluci ou o touro raging.

     
  • At 11:30 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles: o Nobel da literatura não ficava mal entregue à Rosinha, se os seus poemas puseram as portuguesas a levar no pacote, prestou um inestimável serviço social, nunca visto em letras de intervenção.

    A Hillary é cavalo velho, sem uns speeds não chega à meta.

    Eu diria a mesma coisa, só que substituía Morrissey por Johnny Rotten. Não troco o Never Mind… por nenhum Dylan.

    Uma gun, ao nível da vida do povo é muito mais importante que todos os Nobel.

    Os padres nunca estão satisfeitos, estão sempre a dizer mal, o seu ressentimento está bem documentado.

    Epá, nos artigos é que está bom. Helena Matos recorda o Porky Pig. João Carlos Espada recorda o Churchill. José Manuel Fernandes recorda os guichets (ou o Phil). Rui Ramos recorda o cubo de gelo, a água e o vapor de água. P. Gonçalo Portocarrero de Almada recorda o Torquemada.

    Uma noiva virtual barata.

    Uma carota, põe o sugar daddy a gastar balúrdios em silicone, e arma-se em virgem.

     
  • At 4:42 da tarde, Blogger Miles said…

    "João Carlos Espada recorda o Churchill"

    O imprevisível Espada...

    Já não posso com a boring cena da atribuição do prémio Dylan ao Bob Nobel. Ainda por cima o home ficou sem saldo no tlm.

    Pá, há esperança renovada para a política mundial:

    http://observador.pt/2016/10/18/partido-ecologista-os-verdes-vai-a-votos-em-franca-e-um-gato-vai-poder-votar/

     
  • At 5:14 da tarde, Blogger Miles said…

    Lounge Dylan:

    https://www.youtube.com/watch?v=67eGjBwQQ8g

    Ainda vais a tempo de ser um french intelecctual:

    https://www.youtube.com/watch?v=S2_J_0cOkT4

     
  • At 5:33 da tarde, Blogger Miles said…

    Táxi, cuidado quando fores à cafeteira do Ikea, muito cuidado:

    https://www.publico.pt/mundo/noticia/ikea-de-xangai-nao-quer-idosos-a-namorar-nem-ocupar-lugares-na-cafetaria-1747875

    Aí está a Biblía para lançar a desordem nas famílias:

    http://observador.pt/opiniao/sim-e-uma-nova-traducao-da-biblia/

    Ainda me lembro, quando isto apareceu, do Rui Pêgo dizer que era o declínio do home, o mesmo Pêgo que uns anos antes contrastava um produto descartável como a Samantha Fox com um imortal songwriter: o Phi Collins!

    https://www.youtube.com/watch?v=Bk1wUKoXL20

    [apesar de eu achar o Phi realmente melhor do que este, mas não tenho agora tempo para argumentar]

     
  • At 12:13 da manhã, Blogger Profeng said…

    Grande Maturino. Bem haja!

    Meu ex prof de Filosofia, ANOS 80, SEC AMORA. Belos tempos! Fui o seu melhor aluno, num tempo em que havia aulas ao sábado de manhã e esperávamos para ouvir as piadas de um "tipo alto e diferente", com "pulseira de picos", mas, na essência, um génio.
    Hoje, sou prof. há 20 e tal anos. Nunca esqueci esta lenda que, da leitura do "Discurso do Método", fazia algo mais simples do que ler "A Maria".

    Grande abraço.

     
  • At 12:17 da manhã, Blogger Miles said…

    [..."pulseira de picos" brr...o que se vem a saber... ;ahahahah: http://aspirinab.com/valupi/o-dn-esta-a-inventar-uma-nova-forma-de-dar-noticias/ ]

     
  • At 7:29 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles: veremos se o Dylan é homem e manda os suecos stickarem o prémio up the ass (mas em sueco). A melhor imagem que li sobre o assunto é de um tipo chamado Irving Welsh, não sei quem é, dizia: “Isto é um mal concebido prémio de nostalgia arrancado das próstatas rançosas de hippies senis e disparatados.” Esta imagem da academia sueca é de uma precisão quântica parece que os estamos a ver à nossa frente.

    Não percebo por que não pode votar o gato. As decisões políticas afetam a sua vida, se vai comer bem se vai comer mal, se há dinheiro para veterinário se não, se vai para o olho da rua nas férias do dono… E há muitos mais animais para votarem para além dos que já votam.

    Ninguém bate um intelectual francês. Ele está a comer azeitonas? Não há melhor para comer e falar ao mesmo tempo porque faz a pausa do caroço.

    Porra, comprar um pão ou um café e passar o dia todo de rabo alapado é demais. Ao menos os velhos chineses não têm dentaduras e estão em boa forma física: “queixas de cuspidelas, discussões e lutas.” Os velhos portugueses é que não têm problemas em dating, Pinto da Costa despachou a atual e ela quer casa, carro e 5 mil por mês, chama-lhe burra. É uma black hearted woman.

    Opá, um biblista capuchinho, como será que o padre chamará o Viegas? Insigne cozinheiro livresco? Que bom seria a Bíblia desencadear uma guerra entre pessoas de espirito.

    Deus castigou, e bastante, o Pêgo. Fê-lo casar com a Júlia Pinheiro, ter um filho florzinha, uma filha que come e deita fora…

    I was a punk. Ainda hoje uso pulseiras de bicos, não todos os dias, claro, por que uma saída à pressa para comprar um Capitão Iglo ou uma feijoada à transmontana da Frami não requer muitos atavios, mas quando vou a eventos sociais, uso-as. Olha, se tivesse recebido o almejado prémio, lá estaria com elas, e roupas rasgadas para o efeito e um hoodie da Russell.

     
  • At 7:31 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles:

    Tinha alguns discos destes, mas para ser franco, pouco os ouvi.

    O vocalista não se safava em Portugal com a fat tax.

    A nossa maior cantora lírica.

     
  • At 7:34 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Profeng: fónix, fui descoberto. No meio de tanto anonimato não é só o Correio da Manhã que descobre as pessoas. Há vinte anos professor? Isso é pior que estar no purgatório tendo como companhia São Tomás de Aquino. Nos tempos que correm palpita-me que a Maria será mais complexa que o Discurso do Método. (Atualmente é o canal Disney que marca o universo intelectual dos jovens portugueses).

    Foram bons tempos foram. Nunca mais passei pela Amora, ou sequer pela outra banda, nem usei estes modernos transportes, onde, segundo consta, podemos ser assaltados.

    Só posso desejar felicidade e um Orçamento do Estado amigo da classe.

     
  • At 1:17 da tarde, Blogger Miles said…

    [Táxi. Esse teu ex-aluno é a prova da eficácia do ensino pré-eduquês. Se fosse agora, com as novas metodologias de ensino, ele estaria há 20 anos no desemprego. Algo da tua metodologia velha-guarda deve ter passado para teu ex-aluno. Não sei se ele ensina Kant ou abre o diário de Maria Carrilho ("Pensar o Mundo") com uma pulseira de picos ou um anel de caveira, ainda assim, o privilégio de ter desfrutado dos teus ponderados ensinamentos e da tua pose austera, numa escola da Amora (qual Jardim de Epicuro), só é comparável ao caso de Alexandre o Grande, que aprendeu com o Magister tudo o que sabia para conquistar o Universo.

    A eterna injustiça deste Portugal que esfomea o génio (no caso, a Nucha) e eleva os tolos a um patamar de grande heroísmo (no caso, a Maria leal):

    http://www.flashvidas.pt/a_ferver/detalhe/nucha_irritada_com_associacao_a_maria_leal.html

    Born to be happy:

    http://www.cmjornal.pt/famosos/detalhe/emanuel-perde-virgindade-com-prostituta?ref=HP_Grupo1 ]

     
  • At 1:46 da tarde, Blogger Miles said…

    [Mas, como já disse, a Maria Leal tem pelo menos o mérito de operar uma ruptura epistemológica no domínio da canção-pimba, criando um novo género: a canção-pimba-opiácea, com estranhas alusões ao spleen baudelariano, a rememorações da antiga casa Passerele, ao chic pós-estruturalista, à austeridade monástica, reintroduzindo vectores estéticos de antanho, entretanto esquecidos no nevoeiro heideggeriano que assombra e desola o espaço gouchiano das mediatizações da nossa contemporaneidade. Ao clima saturado de cor e psicadelismo opressivo, do espaço gouchiano da pós-modernidade, Maria Leal contrapõe uma integração transversal dos elementos mais sombrios que habitam o recôndito da alma humana, tal qual esta se expressa nas mónadas pré-cristínicas/gouchícas.

    https://www.youtube.com/watch?v=klEoOqHVu0Q ]

     
  • At 2:16 da tarde, Blogger Miles said…

    [Táxi, a feijoada que vais comprar não só faz bem à saúde, como, aliada ao uísque [a Isabel do Carmo não refere, mas posso confirmar], é uma receita explosiva que proporciona sageza valentepulidiana, além de ser fonte energia para tratar da Abreu:

    https://www.publico.pt/sociedade/noticia/comer-feijoada-e-bom-para-perder-peso-1747298

    https://www.youtube.com/watch?v=j6OpZzx6-i8 ]

     
  • At 7:55 da tarde, Blogger Miles said…

    Beach Boys:

    http://intelectuaisvaoapraia.tumblr.com

     
  • At 7:56 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles: não saber cantar, como se isso fosse algo negativo num(a) cantor(a). Saber cantar até atrai pessoas mal recomendas, como os consumidores de qualidade e de alta cultura.

    As profissões com utilidade social estão a desaparecer, pela concorrência desleal das sérias, que fazem dumping de rata, pelo desejo do jovem ao namorado (até a publicidade já assumiu essa inevitabilidade).

    E por falar em rata, e os cuidados higiénicos a ter, um cão treinado para a limpeza custa o que muitos portugueses ganham num ano.

    Ó diabo, a Maria Leal não tem rabo, não ter voz não importa para cantar, agora sem rabo é que não se canta.

    Eu preferia as Brigadas Revolucionárias ao nutricionismo, neste, a condição primeira é haver carcanhol para o supermercado, se não, nunca se ganha peso nem nunca se será badocha. Passos entendeu isso, mas o Tribunal Constitucional não deixou. A União Europeia proibiu-nos o tremoço. Aqueles saudosos alguidares que havia nas tascas para ajudar a emborcar canecas desapareceram completamente, nem conheço nenhuma tasca que tenha um escondido under the balcão.

    Lá está a importância do rabo. Curioso é o Arredes Sociais (três nos cometários e a poedeira do vídeo), não ter percebido que ela está a interpretar uma personagem, nunca me passaria pela cabeça que o Arredes Sociais se limita a bojardar sem saber de que fala, nunca notei isso nos comentários dos jornais.

    Porra, há um tumblr sobre intelectuais na praia. O Válter Hugo é que está muito à vontade.

    Já podes lamber algo costumizado.

     
  • At 8:34 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles:

    O que eu likava estes.

    Valem every penny.

    Aquele grande mistério, um tipo vê-as grandes e apetitosas, vai ver o saco e são pequenas e enfezadas.

     
  • At 1:33 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    Os Clinton, Bill ou Hillary, ficam sempre bem com isto:

    http://observador.pt/2016/10/20/madonna-promete-sexo-oral-a-quem-votar-em-hillary-clinton/

    O Trump é como a Coreia do Norte ou como aquele Tipo que anda aí a monte em Vila Real, ou talvez como o Shark do Spielberg, ou ainda: o Arnaldo...

    Depois volto para contar o que eu fazia se recebesse o Nobel [para não me esquecer: tenho de falar no Oscar Wilde, no Noel Coward e no Andy Wharol).

     
  • At 9:06 da tarde, Blogger Miles said…

    Os perigos da imprensa livre online: um gajo querer só dar uma vista de olhos nas Crónicas dos bem-pensantes e acordar, com uma barba de duas semanas e uns óculos hipster, num hospital psiquiátrico a meio da nenhures:

    http://observador.pt/2016/10/20/jovem-portugues-desaparecido-em-londres-esta-num-hospital-psiquiatrico/

    Vou resumir a forma como eu recebia o Gobel da literatura ao Andy Warhol, já que o comportamento do Oscar e do Noel neste tipo de situações é demasiado fácil de adivinhar. Bem, o Andy dizia que dispensava completamente eventos vernisságicos deste tipo, desde que pudesse, no conforto da sua casa, observar (através de uma cam) o comportamento de todos os convidados para a party.

     
  • At 9:22 da tarde, Blogger Miles said…

    Será que o cão da Paris Hilton lambe paus de gelado? Uma rapariga, um rapaz, um cão e um pau de gelado: é como o Orçamento, mais n'est pas possible:

    https://www.youtube.com/watch?v=dpwIbqm-umk

     
  • At 9:43 da tarde, Blogger Miles said…

    Estava à procura de um filme do Mike Leigh e dei com isto:

    https://www.youtube.com/watch?v=eL7p5ZQ8Qfc

     
  • At 12:05 da manhã, Blogger Miles said…

    Não faço ideia quem seja esta pessoa, mas ele diz uma coisa importante: o tamanho conta. O Chagas escreve uma monumental obra de quase 2000 páginas - "In Sexus Veritas" - a fazer lembrar a "Summol Theologica", e não recebe nenhum prémio. O Dylan escreve versos curtos, como o Cesário, e ganha o Nobel:

    http://observador.pt/2016/10/20/vargas-llosa-no-proximo-ano-dao-o-nobel-a-um-futebolista/

    No hay justicia.

     
  • At 9:07 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles:

    É um salão muito grande para caber o cu todo.

    E podes tu ser o amor de uma vida.

    Fogo, um agoiro deste gajo é pior que uma amarração da bruxa da tusa.

    E é barato, lembra os vencimentos da administração da Caixa, não sei o que deu ao povo que quer tudo baratinho.

    MIMI.

     
  • At 9:10 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles:

    Afinal o telefone que atiraria o smartphone para fora do mercado, nunca chegou a ser produzido.

    Lê mais rápido que o Presidente marcelo.

    Papa Chico reforma a Santa Sé no século XXI.

    PSP procura o fugitivo da Beira.

    Imagine there was a time your cigar was ironic.

    É o Luís Jardim, aquele gajo que costumava andar nos júris dos concursos de TV na pandeireta?

     
  • At 9:16 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles:

    A Madonna é só garganta, e nem vou fazer a piada fácil que, bom, seria até à garganta.

    E por falar em piadas fáceis. O CM hoje parangona com Contabilista tenta matar advogada à martelada! Esqueçamos a musicalidade da frase que ficaria bem numa letra de Sérgio Godinho a Maria Leal, a sua estrutura aplica-se a muitos casos da vida real: Mercados tentam matar das Neves com ultraleves; Churchill tenta matar Espada à empada; Marido tenta matar Chagas às bisnagas; Mãe tenta matar Valter Hugo a texugo…. E continua o CM Foi nua para a rua pedir ajuda em restaurante! não vou fazer a piada fácil de que um cliente comia berbigão e teve um extra no prato.

    Só espero é o Guterres não se lostar em translation, o gajo tem a mania de falar línguas.

    Ah, os filhos de Thatcher, os que não acabaram na pildra, formaram bandas punk.

    O Llosa é mais bolos.

     
  • At 11:10 da manhã, Blogger Miles said…

    Marcelo tenta matar Mendes Bota à pelota

    Marques Mendes tenta matar Ângelo Correia à boleia

    Assis tenta matar Sousa Pinto a absinto

    Mortágua tenta matar Ferreira Leite a azeite

    Brasileira tenta matar Pinto da Costa à posta

    Vitória tenta matar Jorge Jesus a avestruz

    José Gil tenta matar Manuel Carrilho a milho

    Putin tenta matar Guterres às colheres

    Paulo de Carvalho tenta matar Bruno de Carvalho a malho

    Joana Amaral Dias tenta matar Catarina Martins nos botequins

     
  • At 11:34 da manhã, Blogger Miles said…

    Coutinho tenta matar Lomba à bomba

    Salgado tenta matar Rodrigues Santos com os bancos

    Mexia tenta matar Balsemão com um balão

    Raquel Varela tenta matar Isabel Moreira na feira

    Quintanilha tenta matar Pulido Valente pela frente

    Eanes tenta matar Sampaio com um desmaio

    Cigano tenta matar cigano por engano

     
  • At 9:54 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles disse: ahahahahah

    Também… Nuno Eiró tenta matar a linguiça com chouriça! (A receita).

    E por falar em culinária, o Presidente marcelo está em Cuba, que comerá ele? Rabo Encendido? Chatinos o tostones? Ou ficará pelo ubíquo pastel de nata? (Também sou conhecido na zona).

    E por falar em uvas, diz um jornal de referência Apreensão de uvas ilegais bate recorde este ano! O mundo está perdido até o tintol anda por maus caminhos.

    Lá estão as próstatas rançosas a palrar.

    Enfim, dão uma boa fogueira.

    Blink 182 refizeram o seu afamado vídeo.

     
  • At 10:11 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miles disse:

    Só poderia chamar-se Sporting.

    Se este continua choramingas, para o ano ganha um Nobel.

    Espelho meu.

    E eu gostava de uma sociedade sem Apple.

     
  • At 12:29 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    "Suecos vendem t-shirts a dizer Benfica paga o que deves"

    A mensagem era mais eficaz desta forma: "Benfica paga o que deves ou chamamos o das Neves".

    -

    "Bob Dylan é "mal-educado e arrogante" " (...) "Mas uma recusa não muda nada, uma vez que o nome do premiado continua gravado no mármore da lista de vencedores."

    O preço a pagar pela coisas obsoletas... é mudar o mármore por um painel electrónico.

    -

    https://www.youtube.com/watch?v=n-Aeg_yWs9Y

    Bom fim de semana.

     
  • At 1:37 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    http://estadosentido.blogs.sapo.pt/e-se-taxassemos-isto-3754779

    Se leres a ementa, no final do pdf, ficas logo cheio de flato e enfartamento.

     
  • At 2:39 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    http://observador.pt/opiniao/seja-operado-a-sua-hernia-e-ganhe-um-peru/

    Também podia ser: "faça um transplante de fígado e ganhe um Cutty Sark velho"

    Ou:

    "remova quistos no cérebro e ganhe um pack 2 em 1 de livros de Gustavo Santos"

    Ou, em casos mais graves, piadas secas de humor negro.

     
  • At 9:53 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    Li algures que os cristãos primitivos ainda vivem entre nós. Entretanto consegui apanhar, não um cristão primitivo, mas o Profeta Jeremias; ele anda cá, completamente adaptado ao zeitgeist e em grande forma:

    https://www.youtube.com/watch?v=t_ZnrcBWIbA

    (a partir 1:25)

     
  • At 10:51 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    Quero isto:

    https://www.youtube.com/watch?v=8AH17drl_hs

     
  • At 10:06 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    rodolfo23: “oppai” significa “boobs” em japonês, com certeza, poderás usa a expressão corrente “ohpai” quando levas com uma teta na testa ou, inadvertidamente, Ferreira Leite mostra uma (teta), num wardrobe malfunction, não é o caso que aqui ponho em cima da mesa, é um concurso de oppai.

    A eleição americana interessa um piço ao mundo, exceto aos nossos americanistas.

    Ainda não escolhi qual, mas a minha terá um capítulo inteiro do Anti-Édipo.

    A economia está a bombar.

    Porra, um jornal de referência diz que Sócrates pagava a um bloguista para o elogiar, e eu a precisar de umas lecas. Claro, se estivesse na folha de pagamento de Sócrates, o blog seria escrutinado pela oposição à cata de lama para me atirar, como aquele vereador em Madrid, que tinha publicado há anos aquela anedota dos judeus dentro de um Mini, e teve de se demitir. Mas eu tenho a consciência limpa. Aqui não tenho uma frase, uma palavra, uma letra, um sinal de pontuação até, que não seja pela harmonia no mundo, pela igualdade. Aqui, podem vasculhar à vontade, não encontrarão uma única asserção contra pretos, brancos, mulheres, homens, monhés, políticos, Pereira Coutinho, Pedro Lomba, Poiares Maduro ou banqueiros ou Marques Mendes.

     
  • At 10:42 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    rodolfo23: ah, os saudosos Psychedelic Furs, as vezes que ouvi este álbum. Tive que me levantar para confirmar se tinha algo deles, afinal tenho este disco em CD, e o Book of Days, também.

    Comem bem, os nossos deputados. Uma ementa vegetariana para que as nossas deputadas não percam a linha, é um serviço bem prestado à nação. Será que Odete Santos ainda vem comer ao Chez Assembleia? Uma caldeirada de soja deve ser um pitéu.

    Ou trate das cataratas e leve um kilo de cenouras. Ou arranque um dente e leve um kilo de maçãs. Ou tire um pulmão e leve uma caixa de Ferrero Rocher. Os supermercados optaram por esta estratégia, já as Finanças optaram pela contrária.

    Agora até a GNR aprendeu a fazer rusgas neste tipo de concertos. Ensinaram-lhes que encontram substâncias ilícitas. O gajo estava mas era a galar a loira da garrafa de água.

    Podiam fabricar gorilas com cara dos nossos escritores, José Jorge Letria ou José Barata Moura...

     
  • At 11:38 da manhã, OpenID rodolfo23 said…

    Já que a base é "será?", posso dizer isto: será que este blog, "delito de opinião", não esteve envolvido em não sei quê aqui há uns anos? Será que é falsa memória da minha parte? Não encontrei nada no deus google. Será que estou mesmo enganado?

    http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/sera-entao-este-o-um-dos-abrantes-8859272

    -

    Escrutinar o blog? Andaste a receber dinheirinho mau de algum mecenas da causa surrealista? Na realidade, o teu mau humor e ressentimento e espírito de vingança é fruto das tuas condições materiais de existência. Se fosses generosamente subsidiado, andavas aí a cantar as virtudes democráticas e republicanas.

    -

    A minha terá isto: "baby, it's so cold outside".

     
  • At 11:55 da manhã, OpenID rodolfo23 said…

    Eis como deve ser feito o "debate de ideias" na "esfera pública":

    https://www.youtube.com/watch?v=FW2Q0W2V4q0

     
  • At 12:03 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    Pelo menos o Xarzenega não pode ser acusado de "violência gratuita", era violência bem paga. Lembras-te quando o Mário Soares acusava os filmes do Xarnezega de propagar violência pelo mundo? Não eram os a amiguinhos do Soares não, a culpa era do Xarzenega.

     
  • At 12:27 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/mulher-presa-por-chamar-criminosos-a-policias-e-juizes

    É melhor falar do Trump.

    O "obscuro objecto de desejo" não é a europa ou a democracia, como pensa o Raúl Tavares:

    http://www.cmjornal.pt/famosos/detalhe/silvia-costa-desejava-pinto-da-costa-ha-anos?ref=HP_DestaqueLateral

    E depois destas consumições, também temos direito a consumir (cultura):

    http://www.ina.fr/video/I07194667

     
  • At 12:12 da manhã, OpenID rodolfo23 said…

    Os livros deste gajo são porreiros pá, e esta selecção de musiquinhas também:

    https://www.penguin.co.uk/articles/on-writing/my-music/2015/nov/24/jonathan-coe/

     
  • At 10:51 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    rodolfo23: a prova, se prova fosse necessário, de que aquilo é tudo feito com espelhos e truques de fotografia e elas são virgens antes e depois. Está também foi uma das abusadas pelo Trump.

    Os meus (dele) amigos eram Johnnie Walker e Grey Goose.

    É muito boa ideia.

    Há bófias a mais, emprego bem pago, ninguém quer ir para a requalificação, puxam pela cabeça para inventar “casos” para “investigar”; virá o dia em que TUDO, até este comment que agora escrevo será investigado.

     
  • At 10:52 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    rodolfo23: que confusão. O dinheiro era para o pai, mas ia para o filho, e vinha do espírito santo. A santíssima trindade sempre me confundiu. Mas se o CM diz, é verdade (anterior ao pós-verdade), até que ontem fui comprá-lo para ler melhor isso.

    O “Comando” tornou-se um filme de Natal, nessa quadra festiva as TVs passam-no como complemento à “Música no coração”.

    Epá, não me lembro do Soares ser anti-Schwarz. Esse cabrão sempre teve muita lata.

    Algo que nunca me poderia suceder, nunca disse mal de ninguém, nem de bófias, nem de juízes, nem de panascas, nem de fufas. Para mim, são todos génios úteis à sociedade.

    O Pinto da Costa tem uma sorte do caraças, todas o desejam, e não é pelo poder ou dinheiro, é amor mesmo.

    E um pouco de cultura.

     
  • At 10:55 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    rodolfo23:

    Ao contrário dos amores de Pintinho da Costa, o amor pelo dinheiro.

     
  • At 12:48 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    Extremamente ocupado. Depois comentar. Mas deixo-te algo que dava para rios de tinta:

    "Marido e mulher proibidos de partilhar cockpit:
    Juízes entendem que segurança pode estar comprometida se laços familiares se sobrepuserem à relação hierárquica."

    https://www.publico.pt/mundo/noticia/bemvindos-ao-troloceno-1748558?frm=opi

    E ainda, Rui Tavares:

    "e no fim do processo vitimizar-se se for denunciado"

    https://www.publico.pt/mundo/noticia/bemvindos-ao-troloceno-1748558?frm=opi

    Seja bem-vindo, Rui, ao clube dos fachos e bufos!

     
  • At 12:49 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    (o primeiro link era este: https://www.publico.pt/sociedade/noticia/marido-e-mulher-proibidos-de-partilhar-cockpit-1748420 )

     
  • At 9:47 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    Fogo!! Descobriste o Gato Avarento...

    "virá o dia em que TUDO, até este comment que agora escrevo será investigado."

    Caramba, trata-se do tri do Benfas, tem de ser investigado, não é normal, nem as distrações do Pinto são suficientes para explicar a coisa, tens de admitir.

    Em Novembro/Dezembro de 1978 podia ver-se na tv imagens-acção sui generis, acompanhadas de acting bergmoniano (personagens a olhar para o telespétador), avós off e dialógos interessantíssimos:

    https://www.youtube.com/watch?v=u2IOqt2WVV8

    7:15 - 8:25

     
  • At 10:13 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    Welcome to the jungle:

    https://www.youtube.com/watch?v=qQjqNnOZbf8

     
  • At 11:24 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    Foda-se! caralho! Não se pode falar contigo ó straube! é sempre a mesma coisa! :

    https://www.youtube.com/watch?v=nYwUEyhDrhg

     
  • At 10:02 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    rodolfo23a: o velho Tavares sempre à cata de coisas na net para reagir como bom troll (bonzinho), se a União Europeia é, de facto, uma zona LGBT, já numa zona mais restrita dessa UE, Tavares tem razão, em mais uma descoberta numa instituição insuspeita, faltam os pretos nos quais tropeçamos todos os dias.

    Mais preocupante que o troloceno é o idiotoceno que enferma os Tavares no/do mundo. Apareceu um vídeo da Madonna em que ela promete broches a quem votar na Hilária; no programa humorístico Eixo do mal, os comediantes e a comediante Clara Alves chocaram-se pelo que parece ser um momento de comédia; razão tinha o outro em criar um programa que identifique a ironia, pois o cérebro humano já é incapaz de o fazer. Há dias vi uma entrevista de uma gaja da IBM que dizia que no futuro (agora) as decisões humanas hão de ser tomadas com o apoio da Inteligência Artificial por que o cérebro não tem capacidade para processar tanta informação. Enquanto os Tavares, os Mendes, os Espadas, as Matos… não tiverem um computador que ajude, continuaremos no limbo da necessidade de ganhar lecas nos meios de comunicação.

    E por falar em média, Assunção Cristas vai escrever no CM e cumentar na CMTV, se já era o melhor jornal, agora atinge a ionosfera.

    E por falar em ionosfera, um jornal de referência traz um monsenhor que diz que metade do Vaticano é gay. Tenho a certeza que a outra metade é fufa.

    E por falar em fufas, morreu mais um.

    E por falar em um, reparaste nessa merda que os políticos, tomados de esganiçamento, fizeram nas telecomunicações? Para “proteger” o consumidor acabaram com o período de fidelização, respostas das operadoras: triplicaram o preço do produto. Faz lembrar quando “acabaram” com o aluguer do contador da luz, que fez a operadora? Criou uma taxa de potência e ficou tudo na mesma (ou pior, nem reparei). O problema na política é eles ganharem principescamente, que fá-los ter um visão deturpada da realidade – às vezes oiço desses analisadores de realidades dizerem que os políticos ganham mal, que deviam ganhar mais por causa da corrupção, e blá blá. Não é assim. Eles ganham demasiado, logo não conseguem perceber os problemas reais das pessoas (nem o PCP, mesmo com a sua união partido / massas).

    E por falar em massas, sou o único cliente do alfarrabista do mercado. É o que posso concluir. Estava lá um livro do Peixoto, passo por lá no mês seguinte e o livro continua no sítio. E o Peixoto vende-se que nem malas da Hermès, e no entanto, o livro permanece na banca, só quer dizer que sou o único a comprar livros e o alfarrabista tem um rendimento mensal de um ou dois euros. E ainda dizem que custa viver em Portugal.

     
  • At 10:32 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    rodolfo23a: não vou fazer a piada fácil de, marido e mulher partilharem cock, é muito moderno e até pode trazer umas lecas extra para o agregado familiar. Os juízes ajuizaram bem, de facto, “pode mais facilmente abrir brechas na relação hierárquica vertical”, num cockpit é muito difícil a posição horizontal sem a gaja bater com os pés na manete das mudanças.

    Fogo, lembro-me de ter visto o Amor de Perdição na TV, no segundo canal, I thinko.

    Brinquedos caminhantes? Camilo Lourenço é um.

    Um philosophe de l'image? O gajo estava mesmo irritado; muito estranho ver-se um philosophe referir os seus filhos, sem ter a mínima noção de que é corno, e o possessivo aqui é apenas uma image.

     
  • At 10:33 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    rodolfo23a:

    Por falar espanhol merece a barra nas trombas.

    Já podes comer a pipoca, o gourmetismo tornou o comer no panasquismo, quando é que teremos pastel de nata com tudo?

    Não é a solução de pichota na boca, mas também é eficaz para os nossos locutores.

    Terminada a vida na docência, há a carreira profissional óbvia.

    Nem sabia que a Lina Romay tinha morrido, morreu antes de Jesús.

     
  • At 10:46 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    rodolfo23a:

    Não quis terminar sem um momento de cultura.

    E um momento de argumentário falacioso e enganador que justifica a discriminação de género.

     
  • At 1:10 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    Já nem partilham cock, agora só partilham o micro do CM e assim. Lembro-me de uma vez, na tv, apontarem um micro a um velho e ele apalpá-lo: "o que é isto?!".

    O straub, no fim do clip, parece saído do terror no texas.

    Por acaso, sabia da Lina.

    Olha, já que andas aí a estudar o fressureirismo, melhor do que isto não há:

    https://www.youtube.com/watch?v=gdrUCczrQZg

     
  • At 2:07 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    Não. O problema da ironia é ser de fácil compreensão:

    "Marques Mendes é um grande político", por exemplo. Mas quando a figadeira está em mau estado, ignora-se a ironia e ataca-se o inimigo sob que pretexto for. A ironia torna o Eça algo aborrecido às vezes, e até os paradoxos do Wilde ou do Chesterton são aborrecidos às vezes. Os aforismos do Nietzsche também são aborrecidos e as contradições do Marx também e, pior ainda, a complexidade do Morin ou as frases que transbordam para as margens, do Guattari. Bom mesmo, é frappé de moca ou as longas frases do Proust ou o Bestiário de Kafka que foi agora editado pela Bertrand e que inclui o conto da toupeira.

     
  • At 11:46 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    Depois de ler isto do Roland Brathes, nunca mais vi teelnovela:

    "The Novel is a Death; it transforms life into destiny, a memory into a useful act, duration into an orientated and meaningful time. But this transforma­tion can be accomplished only in full view of society. It is society which imposes the Novel, that is, a com­plex of signs, as a transcendence and as the History of a duration. It is therefore by the obviousness of its intention, grasped in that of the narrative signs, that one can recognize the path which, through all the solemnity of art, binds the writer to society."

    Depois conto como deixei de comer batatas fritas.

     
  • At 12:05 da manhã, OpenID rodolfo23 said…

    É Ele, o Berzebu em pessoa ou o Alfred Hixtcock, a escrever a última linha deste artigo:

    http://observador.pt/2016/10/25/black-mirror-nao-ha-cura-para-a-internet/

    Arrepios, calafrios... são eles, estou a ouvi-los, estão ali para me buscar... reconheço um caixa d'óculos, um monhé, um gordo... o abreu amorim... uma papa cerebral... é o koutinho ... uma espada.... arrrghhhh larguemmm-me laarguemm-me arrggh...

     
  • At 12:33 da manhã, OpenID rodolfo23 said…

    (depois dos sais de fruto)

    Sad song:

    https://www.youtube.com/watch?v=BrbxWOMpwfs

     
  • At 9:33 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    rodolfo23: as gajas mataram o produto, depois desta demonstração só viciadas em consumo é que comprariam, mas os elétrodos postos na chatte seria outra coisa.

    Andam sempre a tentar vender o netfix às pessoas, como se não houvesse outra coisa melhor para fazer: ver cassetes VHS, jogar flippers, mandar piropos às gajas… a RTP Memória está melhor nestes dias, estão a passar o “Hitchcock Apresenta”, mas não tive tempo de ver, ainda tenho umas merdas na box para ver, tem sido uma maratona do caraças. Tenho ainda a 6.ª temporada de American Horror Story para ver, isso sim deixa-me aterrado, temo mais que aos agoiros do Marques Mendes.

     
  • At 9:36 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    rodolfo23:

    A família Carreira em inglês.

    “Subiu-me o vestido e agarrou-me a nádega. Foi totalmente intencional, tenho a certeza absoluta.”

    Ficou bem melhorada.

    A Paris gosta de engolir sapos.

    Ahahahahah... os povos do norte são os mais moderados, estes estudos feitos sem sair de casa são do melhor.

    O Presidente marcelo em Cuba.

    O que eu likava este álbum, ainda tenho uma edição especial com 2 CDs.

     
  • At 9:41 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    rodolfo23:

    A notícia da década é... Goucha pensa em casar.

     
  • At 12:58 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    -Goucha pensa em casar... enquanto a Cristina continua à solta...

    -Tem de ser feito um estudo que avalie a distribuição de carecas e barrigudos comentadores-da-bola no espaço europeu.

    -O restauro de arte sacra é o novo avant-garde.

    -O Costelleta é bom, até fora dos pubs:

    https://www.youtube.com/watch?v=tuCKn4EbIAA

    https://www.youtube.com/watch?v=lTDrUzUUglA

    (estas coisas passaram na tv portuguesa)

    -Os XTC também rulam.

     
  • At 1:37 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    Uma japonesa em contexto diverso do que é habitual aqui no blog:

    https://www.youtube.com/watch?v=tBFAL9uh6Ts

    João Big in Japan:

    https://www.youtube.com/watch?v=Z_qfJlvcWyM

     
  • At 3:11 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    Parafraseando Almada, se Prof. Marcelo ser cubano yo ser mexicano:

    https://www.youtube.com/watch?v=9_edKc1KFiM

    Essa dos hobbies bizarros das estrelas: ganha a Susan Sarandon, sem dúvida alguma, será que há clips?

     
  • At 3:18 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    Cara, pô, contrataram o Nel Monteiro para pôr filtros (b/w sharp) nas fotos do Walter Hugo, assim o cara fica menos psicodelo-lírico:

    https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/e-se-pudessemos-frequentar-a-morte-dos-outros-1748577



     
  • At 3:55 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    Receita infalível para fabricar paneleiros "cuidadosos de si":

    https://www.publico.pt/sociedade/noticia/o-nao-a-educacao-fisica-conta-para-a-media-1748886

     
  • At 4:40 da tarde, OpenID rodolfo23 said…

    Mais uma vez: dá graças ao Senhor Jesus não teres ganho o Globo de Ouro para o melhor blog:

    http://observador.pt/2016/10/26/mourinho-em-estado-de-desgraca/

    Agora só posso voltar depois do 5º resgate da troica, lá para 2023, muito para fazer.

    https://www.youtube.com/watch?v=1uPJyGrfVUc

     
  • At 9:40 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    rodolfo23:

    A Hilary numa vibe saudosista decidiu comprar um vinil, está indecisa entre Manuela Moura Guedes e Miguel Ângelo. Como é o 4th of July, Marina decidiu-se por um walk in the park. A Gloria ainda não decidiu que fazer. Já a Emily, alguém decidiu por ela, deitá-la no lixo.

    E por falar em decidir, Freitas do Amaral diz: “não fui visitá-lo. Mas rezei muito por José Sócrates”. Mau para a economia, pois não se vendem bilhetes de autocarro, mas bom para a alma que vai à boleia para o céu.

    Embebedou-se tanto na faculdade que nem se lembra se acabou o curso ou não, sucede muitas vezes.

    Há esperança, é possível foder à distância.

    Este é que tem uma sorte dos diabos, elas amam-no, se ele vivesse do ordenado mínimo ou do rendimento social de inserção, elas amariam na mesma, não tem nada a ver com vida na alta roda, fico impressionado, é mesmo amor.

    Não vou fazer a piada fácil que ele acordou a falar espanhol e... preto, porque antes era branco.

    Afinal não vamos ser convidados por ser um não-facto.

     
  • At 10:29 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    rodolfo23:

    Parece ser um disco da Julieta do Elvis Costello.

    As drogas não foram gentis com o Chet, o que é estranho pois elas conservam o corpo em bom estado.

    Dos concertos, gosto dos da Hatsune.

    O Presidente marcelo depois de Fidel, voa logo para Londres para estar num five o’clock tea com a rainha.

    É graças a Válter que os homens podem ser poéticos sem risos escarninhos, nem cotoveladas Olha, vai ali um rabicho.

    Os badochas estão lixados, nunca conseguirão fazer aquelas merdas em ginástica, dita agora educação física.

    De facto a vida anónima tem as suas vantagens, qualquer banco de jardim me chega para repousar.

    Para chegares cedo ao trabalho e produzires mais.

     
  • At 3:41 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    rodolfo23:

    Nem de propósito, a nossa esganiçada Martins quer acabar com a taxa de potência contratada, que é outro nome para "aluguer do contador" (que havia antigamente e que "acabou" por ser "injusto" para o consumidor). A EDP devia abrir um concurso para escolher o novo nome para "potência contratada", seria um almejado prémio ao qual concorreria com "Deus disse: faça-se luz, e a luz fez-se". Sei que é longo para nome de taxa mas está em consonância com o nosso luminoso íntimo mais íntimo.

     
  • At 4:23 da tarde, Blogger Lopo Torcato said…

    "Fiat Lux!", disse Deus, e a RTP lá apareceu, com o papelinho no contador, e Deus viu que era bom.

    O mal do Valter foi não ter sido preso ou ter ido para a tropa, o que lhe daria um suplemento de alquimia e potência verbal, ainda que nada pudesse fazer pelo futuro crescimento desenfreado da massa capilar barbeal.

    Essa Emily deve ser a dos Zombies.

     
  • At 6:05 da tarde, Blogger Lopo Torcato said…

    lol! Tem uns comentários maldosos a essa canção, não sei porquê, parece-me apenas um tema para os desenhos animados.

    Mais uma estopada. A canção até é bonita, kitsch é certo, mas mais vale ouvir uma sereia cocteau twinada do que a Martins.

     
  • At 6:07 da tarde, Blogger Lopo Torcato said…

    Enganei-me, a sereia cocteau twinada é nesta.

     
  • At 6:18 da tarde, Blogger Lopo Torcato said…

    Bons conselhos. Olha, um bom livro: "Casanova, o Admirável" do Filipe Sollers; logo no início ele mostra como o Casanova era traduzido para francês do alemão (apesar do original ser francês) por um professor austero.

     
  • At 7:10 da tarde, Blogger Lopo Torcato said…

    Se admitirmos, por caridade, que existe uma coisa chamada "cinema português", este é bem capaz de ser o seu melhor representante.

     
  • At 12:51 da manhã, Blogger Lopo Torcato said…

    Entretanto, Maria Leal prossegue a revolução na música-pimba: em vez de dar ao público capitalista alienado e não-emancipado o que ele quer (diversidade e personalização ilimitada dos produtos), repete a dose, nessa "quest" insensata pelo satori inicial, irrepetível e irreprodutível.... Resumindo, a nova canção continua a ser boa, ainda que no horizonte já se descortinem as sombras maléficas do desencanto weberiano e do ocaso épico e profano da sociedade de consumo.

     
  • At 10:45 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Lopo Torcato:

    Talvez tenha comido demais.

    Os australianos têm um festival qualquer.

    Foda-se, já se passaram 39 anos.

    E por cá as coisas também já não mexem.

    Para esquecer o tempo, um momento zen, sem música, sem distrações, apenas o dasein.

    Um concurso para fazer crescer.

    A nova moda importada para Portugal.

     
  • At 11:22 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Lopo Torcato:

    Olha, um bom nome para a nova taxa seria “Fia-te na luz”.

    Mas o Valter foi ao Japão para escrever o seu livro, podia ter ficado pelo YouTube, mas sacrificou-se pela literatura.

    E por falar em literatura. O CM noticia em primeira mão, como não podia deixar de ser, que Pereira Coutinho já leu o livro de Sócrates e faz a análise cientifica. Sou capaz de apostar que a análise do cientista nem era preciso ler o livro. O cientista tem interior suficiente para produzir sem matéria. Até estou tentado a ir comprar o CM para confirmar.

    Porra, os Autumn's Grey Solace já têm 9 álbuns editados.

    E por falar em editar. Afinal Dylan vai ao Nobel, mostra o maricas que sempre foi. Não sei que exigências ele vai fazer à próstatas rançosas da academia, quando ele esteve por cá num concerto qualquer não deixava que o fotografassem, ou coisa parecida, (estou com preguiça de procurar os apontamentos), e antes tinha ficado com dor de barriga.

    Todos os professores são austeros.

    Meio metro de fecho éclair. A influência francesa no cinema português.

    Ó, o dr. Quintino Aires analisou a Maria Leal, uma grande análise tão grande como a Maria Leal.

     
  • At 11:58 da manhã, Blogger Lopo Torcato said…

    Essa canção dos Abba deve ser a preferida do Arquitecto.

    Esse zen-dasein a princípio recorda-me o Ali G, depois melhora, no momento Man Ray.

    O Quintino, numa sociedade normal, estava na cadeia, por muitos anos.

    O Dylan ficou sem palavras, o que é bom para quem não gosta dele.

    -

    "Costa e Marcelo aderem à moda da Guayabera"

    Otelo foi vingado. Finalmente triunfou a via terceiromundista e Portugal já é, oficialmente, uma república dos bananas.

     
  • At 1:47 da tarde, Blogger Lopo Torcato said…

    RESUMINDO E COCNLUINDO: QUE SE FODA TUDO.

     
  • At 2:49 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Lopo Torcato:

    Por esta não esperavas, adivinha quem disse isto: "Tinha uma cabeça de gordo. O meu problema é ter uma memória afetiva muito ligada à comida. Num arroz doce procuro recordações da minha avó, no esparguete com frango, a minha mãe, nas farófias, a minha tia." Mais logo meto a solução.

     
  • At 5:05 da tarde, OpenID lopo-torcato555 said…

    Achas que eu não leio a revista do CM das sextas?

    Olha isto:

    "A verdade é que, ao contrário do seu compratiota Joe Coker, por exemplo, Phil Collins não ficará para a história como o criador da mais famosa canção para bares de striptease, o que lhe dá uma enorme vantagem moral sobre o bluesman que chegou a actuar em Woodstock, mas que claramente veio a ressentir-se dos consumos recreativos naquela localidade americana."

    http://observador.pt/2016/10/30/azeite-collins-a-cantar-desde-1951/

    Menino Pedro Vieira, escreva lá no quadro 20 vezes:

    "O criador da mais famosa canção é Ran..."

    Diga o resto, diga, Rand...

     
  • At 8:09 da tarde, OpenID lopo-torcato555 said…

    Diria um cientista político:

    "No Bacalhau à Facho procuro recordações de Schmitt; no Esparregado de Espinafre, memórias de Weber; no Empadão de Atum, anamneses de Burke; nas Natas do Céu, reminiscências de São Tomás; na Sopa de Pedra, amnésias de Althusser."

     
  • At 9:39 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lopo-torcato555: ah, estou a ver que tens uma sólida formação cultural, informando a mente com o melhor e não te escapa nada, como ao Fidel e ao Marques Mendes ou Fidélio e Papageno. E por falar em CM. Então, reparaste que ao Rentes de Carvalho também lhe aflige um tema que me é querido: a defesa da língua do Camões. Tinha posto em cima da mesa o desaparecimento de fressureira, ou fazer fressura, palavras mais belas não existem. Rentes fez a mesma coisa mas no outro campo, o desaparecimento das palavras, belas também, que designavam os agora ditos gays. Há frase mais bonita quando um chefe de família exclama? Olha, está o paneleiro do Goucha na TV. Ou mesmo nas Finanças quando Eduardo Beauté vai tratar do IRC: Ó sr. larilas vá ao guichet seis. E Rentes compara com o pobre holandês que só tem duas palavras para esses alegres homens, enquanto nós temos dezenas na nossa rica língua (que é do Camões). Parte o coração vermos esta riqueza perder-se. Os portugueses não deixaram de levar cu, agora gostam é de levar em inglês, murchando o dicionário.

    E ainda por falar no CM. Ainda não percebi esta polémica – polémica, a coisa mais querida dos portugueses – sobre os rendimentos do gajo da CGD. O CM já disse o que ele tinha e o que não tinha, porque é que a Assembleia da República não assina o CM e liberta os deputados para o “trabalho”?.

    “Dzhokhar Tsarnaev, um dos mentores do atentado na maratona de Boston.” Ahahahah a palavra “mentor”, é tão bom como “criador”. O rapaz parece meio virado com as palavras, pudera, elas estão a desaparecer do dicionário.

    Ahahahah Malato lançou também uma frase com grandes abrangências culturais.

     
  • At 9:41 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lopo-torcato555:

    Para começar a semana com vigor e vitalidade.

    Nos anos 90 faziam uns videoclips jeitosos.

    Nessa mesma década, aquele agora falador sobre bola - ainda não careca e barrigudo mas deixemos o tempo seguir o seu curso - tinha um cabelinho com falta de Beauté.

    Eu usava este, sempre convencido que 9 em cada 10 estrelas também usava.

    Os emigrantes regressam.

    Tiffany Toto não gosta que façam piadas fáceis com o nome.

    Lennon não gosta que a confundam com John.

     
  • At 12:53 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lopo-torcato555:

    Ah... esqueci-me, o tal "criador" foi o Umberto.

     
  • At 7:41 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lopo-torcato555:

    Epá, o saudoso Panurgo deve estar radiante, não deve caber em si (nele) de felicidade por ver o seu herói chegar tão longe. No fundo, como eu ficaria se fosse um dos grandes de Portugal.

     
  • At 9:56 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lopo-torcato555:

    Temos presidente! ufa, estava a ver que a velhota + o primeiro damo iam estragar o mundo.

     
  • At 1:55 da tarde, Blogger lobato said…

    Fónix, que canção tão original escolheram para esse episódio do "Colpo Grosso"...

    O Bono foi seleccionado com um argumento pro bono.

    "No future" diz o Guedes, a sacar lecas na hermenêutica ludopédica...

    O Trump ganhou? Rios de tinta de má literatura apocalíptica vão escorrer por essa imprensa de referência...

    (mesmo muito ocupado, depois volto, quando puder)

     
  • At 10:53 da tarde, Blogger lobato said…

    Ó Jessica! Jessica! Yo! Tás aí? Olha lá, e que tal começares a ensinar à tua daughter o significado desse sombrio facto e de outros factos sombrios (muitos, podes crer) do sombrio planeta Terra?

    https://www.theguardian.com/us-news/2016/nov/09/donald-trump-president-jessica-valenti-daughter

     
  • At 10:59 da tarde, Blogger lobato said…

    Não sei o que terá dito o Edard Pitta, mas deve ter sido algo do género: "Recebemos a notícia da eleição de Trump como um míssil, o cheescake de trufa negra ficou abandonado na travessa".

     
  • At 11:22 da tarde, Blogger lobato said…

    Já não há french inteletuals como dantes, engajados na leitura de Sarte, no vermute e nas gajas; agora só vêem séries e pensam que a realidade é um filme do chuck norris ou algo que o valha:

    http://sound--vision.blogspot.pt/2016/11/american-psycho.html

     
  • At 11:46 da tarde, Blogger lobato said…

    Mas pronto, hoje é o início, estimulante, da nova vida de Trump:

    - Querida, posso então fazer o muro para os chicanos não saltarem pra esta terra de bundância?

    - bruuuuuu

    - Carago, e carregar no botão da arma de destruissão macciça? Posso? Posso?

    - já te disse para não me enfastiares com essas coisas, vai caiar as paredes ou cortar a relva, vai.

    - Merda!! É sempre a mesma coisa [arranca uns cabelos] , não me deixas fazer nada, que mal fiz eu a Deus! Nem carregar no botão me deixas! Merda!

     
  • At 9:52 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato: a tendência de se ver o mundo na televisão e não olhar em volta (porque se está sempre a olhar para o telemóvel) dá nisto. Trump vence e ninguém percebe porquê, depois, como no brexit, a culpa são dos que não sabem, dos ignaros. E por falar em televisão, a única que papelquímica a realidade é a nossa, e não toda, só aquela em que aparece a Alberta Marques Fernandes, a gaja parece estar sempre bêbeda. E quando a banda está borracha a realidade é cristalina. E por falar em bêbeda, alguém pensar que a Hilária é melhor que Trump ou é uma histérica americana ou é o Rui Tavares, o eleitorado deu uma grande lição às famílias nobres na política americana.

    Nunca pensei que Trump vencesse, mas, lá está, só vi as coisas na TV. Só ver a reação dos líderes europeus valeu a pena a sua vitória (a propósito, o Schulz também parecia bêbedo quando leu o teleponto da reação à eleição). E agora vai ter um piadão ver as viúvas de Hillary do nosso burgo, que são todos os nossos intelectuais, a analisar. Devem ter passado a noite a chorar. Eu meti no meu caderno dos acontecimentos do ano e tenho anotado grandes dizeres das pessoas que sabem. Uma vou já meter num post, que é um tema que me é querido, dizia um pateta da SIC, quero dizer, um analista “blá, blá, revelações sobre as mulheres, aquela vergonha que o Trump fez” – ora, o que Trump fez foi dizer que queria foder uma gaja. Algo que eu estou terminantemente contra, acho uma violência espetar a mulher como se fosse um frango ou uma vítima nas mãos de Thomasin White, a Carniceira, (American Horror Story: My Roanoke Nightmare). O analista português tem toda a razão e vem dar-me razão em condenar esse ato baixo e nojento contra as mulheres.

    Vou ter que ir comprar um jornal sobre esta temática eleitoral. Não sei qual terá a análise mais arguta, sou capaz de ir pelo Público tem a capa mais engraçada, e o último que li dava a vitória da Hillary como absolutamente certa.

    Tu dizes que trabalhas e trabalhas, mas eu não vejo a economia a crescer. O crescimento é anémico, a economia não descola, espero que estejas a produzir startups, é o que está a dar, vendem-se que nem pão e laranjas.

    Ai, o saudoso Libération. Imagino os casos de viuvez hilárica que por lá não vai. Mas aquilo passa-lhes, dentro de um ano, já dirão que Trump é o melhor do mundo. E, de facto, depois de algo tão mau como Obama, não é possível piorar.

     
  • At 9:54 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato:

    Se não houver outra coisa, haverá nos states uma first family em que as gajas têm corpos de modelo; eu tenho a declarar que estou disposto a receber a Miley.

    Só há um lugar para as gajas americanas, a cozinha.

    Já as japonesa é a apanhar telemóveis.

    As viúvas de Hillary deram na garrafa.

    Tenho que ligar a TV, pode estar um analista a falar da boca para fora, o que é bom, não pensar.

     
  • At 7:01 da tarde, Blogger lobato said…

    Mariana! Mariana! Yo! Tás aí? :

    http://www.cmjornal.pt/multimedia/fotogalerias/detalhe/conheca_a_nova_casa_da_familia_obama?ref=DET_recomendadas

    Contra factos não há interpretações:

    http://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/marcelo-rebelo-de-sousa-apanhado-a-engraxar-os-sapatos?ref=DET_recomendadas

    O conflito das ideologias: neoliberais, sociais-democratas, liberais, pretos, conservadores, fascistas, socialistas, esquerdas radicais, etc:

    http://www.cmjornal.pt/exclusivos/detalhe/skins-esfaqueiam-negro-e-espancam-comunista?ref=DET_noticiasSeccao_maisVistas

    O Japão é mais Big que o galo da Vasconcelos...

     
  • At 7:07 da tarde, Blogger lobato said…

    Há que dizer estas coisas com frontalidade: é a derrota total e absoluta de Zaratustra.

    "Fernando Madureira, o líder da claque do FC Porto Super Dragões a quem todos tratam por Macaco, apresentou esta quinta-feira a tese do mestrado em Gestão do Desporto no ISMAI, na Maia, merecendo 17 valores na nota final."


    http://www.jn.pt/desporto/interior/lider-dos-super-dragoes-termina-mestrado-com-17-valores-5491457.html

     
  • At 7:09 da tarde, Blogger lobato said…

    Entretanto, este já cita Deleuze:

    http://cdn.ofuxico.com.br/img/upload/noticias/2013/09/16/182170_36.jpg

     
  • At 7:13 da tarde, Blogger lobato said…

    Esses tipos do Liberation podiam fazer como outro e dizer: "Hillary c'est moi", mesmo correndo o risco de passarem por panascas.

     
  • At 7:19 da tarde, Blogger lobato said…

    Também anda por aí muito anti-hillarismo de panasca:

    https://1.bp.blogspot.com/-kbq1Wwbm688/WCL28ft-0hI/AAAAAAAAGdU/djzFg1ku4xkb6rzxVL_Rnrc7WwaHiJs4QCLcB/s1600/09162013_Hillary_Clinton_01.jpg

    Como dizia Nietzsche, a fealdade é uma objecção, e só por isso a gaja merecia ganhar.

    Como não temos a Hillary, resta-nos a Edite Estrela (brrr).

     
  • At 10:10 da manhã, Blogger lobato said…

    Esta merda dos obituários já mete nojo. Olha, morreu o Quim. Conhecias o Quim? Não? Paz à sua alma, mesmo assim.

     
  • At 10:46 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato:

    Fónix, bela casinha, modesta, para uma nova realeza americana, não admira, o Arredes Sociais já se posiciona.

    Pensei que fosse Ele a engraxar os sapatos de alguém, como a cerimónia do lava-pés cristão. O nosso Presidente marcelo faz de tudo, quando esteve na Cova da Moura, estendeu a roupa de uma velhota e deu bitates sobre como secar melhor, faltou-lhe apontar qual era o melhor dealer de coca, uma informação que dá sempre jeito para não irmos ao engano.

    Fogo, o pior foram as cinco vítimas de forma aleatória. Sinal do baralhamento de ideias dos skins, assim, ficam iguais aos políticos de carreira.

    E por falar de políticos de carreira, reparaste que o PSD anda platónico? Não que eles tenham lido ou percebam boia do assunto, é Platão vulgata. A alegoria da caverna. Segundo o Senhor dos Passos (e Montenegro também), nós vivemos enganados num mundo de sombras projetadas por Costa, e há uma verdadeira realidade composta essencialmente de caos que não conseguimos ver (mas eles sim). É uma coisa muito divertida, tenho que começar a carregar os posts com declarações destes nossos maiores. Elas perderem-se é um crime.

    Cá está. É absoluta vitória do cratismo, sem Nuno Crato Macaco nunca terminaria curso, muito menos com expressivo aproveitamento. Será a sua expertise, aliada, claro à do Tójó, no campo financeiro que Portugal será grande outra vez. Assim, o Macaco nas aulas.

    Ronaldo e sua mãe são outros grandes intelectuais nos quais também aposto para turn Portugal great again.

    A nossa Maria de Belém bate Hillary em todos os campos, com Maria de B, Billy nunca adormeceria com fome.

    Até eu, quando acordo vivo, fico muito espantado, e pergunto-me que mistério será esse que me faz pôr temas em cima da mesa, e não debaixo da terra.

     
  • At 10:56 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato:

    A rezar por Leonado de Cohen.

    Quando se aprendia por pouco dinheiro.

    Arte nos caminhos da amargura, nos comments, a primeira pergunta está bem colocada, e a resposta também.

    E por falar de arte, afinal podes ler no conforto do lar, (eu comprei-o há dias).

    Take the money and run, se o Senhor dos Passos estivesse no poder, eles viriam para cá.

    Quando o jornalismo é bom, na América é melhor.

     
  • At 10:59 da manhã, Blogger lobato said…

    Porra!!! Ainda dizem que a poesia é só para panascas!!! Mas esse método devia ser seguido para ensinar qualquer tema de difícil compreensão. Excepto na filosofia: o Dom Profano ou o Heidegger eram bem capazes de se esquecer do Ser e concentrarem-se numa metafísica da presença demasiado óbvia.

     
  • At 11:06 da manhã, Blogger lobato said…

    Isso dos textos em avanço ainda é pior no caso dos obituários. Morre um famoso idoso e no dia a seguir já temos a biografia nos escaparates. Imagino, em certos casos, o autor da biografia: "cabrão, nunca mais morre!".

     
  • At 11:24 da manhã, Blogger lobato said…

    Com a ilegalização do piropo é preciso seguir o poder da mente:

    https://www.youtube.com/watch?v=S52r1xM53k0

     
  • At 12:58 da tarde, Blogger lobato said…

    Um excelente videoclip:

    http://universosdesfeitos-insonia.blogspot.pt/2016/11/irritacoes.html

    Ai, vi o clip mais de uma vez, estou a ficar amarelo, vou ao quarto de banho, já venho.

     
  • At 2:12 da tarde, Blogger Pablo (yo) said…

    Great blog!!

    If you like, come back and visit mine:
    http://albumdeestampillas.blogspot.com

    I would really like to receive a visit from your country!

    Thanks,
    Pablo from Argentina

     
  • At 2:54 da tarde, Blogger lobato said…

    Um testemunho comovente da ascensão de Leonard Cohen:

    "Eu fui abençoado pelo dom mais modesto da monogamia, e na música foi com ele que me casei. "

    https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/leonard-cohen-nao-ha-cura-para-o-amor-1750808

    Mais vale ser abençoado pelo dom modesto da monogamia do que pelo Dom Profano, lá isso vale.

     
  • At 12:22 da manhã, Blogger lobato said…

    O Trump corre atrás das gajas, já o Cohen era tipo "motor imóvel":

    https://www.youtube.com/watch?v=Ps7ECO0MxJ0

     
  • At 1:19 da manhã, Blogger lobato said…

    Já li tanta obituário que os meus olhos também choram, da sobrexposição ao ecra radioactivo do computer. E para alem desses todos que esta gaja fala, também marx e Deus morreram. Espero kamanhã não morra o Dylan pois tenho tarefas extracomputer.

    http://observador.pt/opiniao/um-impermeavel-para-as-lagrimas/

     
  • At 9:40 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato: porra, se esse poder da mente se desenvolver, as esganiçadas vão pedir a castração nas praças principais das cidades dos perpetradores, obrigando-os a pagar o cutelo.

    What the fuck! Uma corrente de viúvas de Hillary (e a falarem em estrangeiro). Trump é uma esperança para o mundo, se Hillary vencesse as coisas ficariam mesmo graves, assim há hipótese de algo diferente, até agora só ouvi o Trump dizer em voz alta, o que os outros presidentes fazem pela calada. Este é mais um vídeo, para camones, na tradição daquele do Presidente marcelo para ensinar os alemães, e que ninguém gives a fuck.

    Também o Tavares do Público? De viúva de Hillary a viúva de Cohen. Ainda bem que puseste isto aqui, assim já não compro o jornal, onde também o MEC escrevinhava, sobre o mesmo assunto.

    Que horror, vá lá que não estava nenhuma esganiçada presente, a ideia de querer pôr-se em cima de uma mulher, olhá-las com lascívia em vez de respeito, é algo que tem de ser erradicado com penas pesadas. Seja Cohen seja Dylan, não é admissível numa sociedade evoluída.

    Esta só recebe mensagens de amigos a dizer que fulano de tal morreu. Será que Rui Ramos e Espada também escreverão? E Pereira Coutinho chorará no avião? Bom, das Neves deve ser mais Tom Jones para se incomodar.

     
  • At 9:42 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato:

    Bitches a bitchar.

    As cidades de Trump.

    Continuo a dizer que o melhor é pô-las(los) a fazer broche.

    Até as empresas também precisam de brochar.

    Até que enfim alguma moralidade no mercado, que difunde a ideia de que a gordura não será castigada, porque somos todos bonitos.

     
  • At 12:21 da tarde, Blogger lobato said…

    Mas olha que a Helena Coelho diz coisas com interesse:

    https://www.youtube.com/watch?v=HTlV7pw4IyA

    L'amour:

    http://leitor.expresso.pt/#library/expressodiario/11-11-2016/caderno-1/ultima/declaracao-de-amor-por-leonard-cohen

    Há outras declarações de amor por aí, mas n guardei os links.

    Vou fazer então a minha declaração de amor ao Cohen, não gosto de ser excluído de líricas virais e de sentimentos colectivos:

    --

    "Cohen, por ti mandava embora o gato por quem tenho tanta afeição"
    "Cohen, por ti deixava de meter o dedo no nariz"
    "Cohen, por ti abandonava o meu país"

    ---

    (não precisam de me dar o Nobel)

     
  • At 1:43 da tarde, Blogger lobato said…

    E a coisa não pára. Nem ponho links. Portugal não é só esta espelunca de giselas e camanés Táxi, é um anexo de refugos a quem já ninguém liga por esse planeta fora. Não admira que todas as carcaças dêem aqui concertos. Há uns tempos li uma frase sobre Portugal, mais ou menos isto: um país em que as pessoas ainda andam no "college". É triste e repugnante e parolo.

     
  • At 5:42 da tarde, Blogger lobato said…

    "E eu, que ainda esperava comentar a noite eleitoral americana, limitei-me a rumar para casa."

    http://www.cmjornal.pt/opiniao/colunistas/joao-pereira-coutinho/detalhe/deixar-andar?ref=HP_opiniao

    Bem dizia o Luís XVIXIII que uma vez "quase teve de esperar".

     
  • At 11:57 da tarde, Blogger lobato said…

    Agora dedico-me à arte, mas ainda hesito entre a paisagem, a natureza-morta, a grande figura:

    http://cchppjc.blogspot.pt

     
  • At 8:50 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato: ah, é cá das minhas. Eu também olho para a qualidade do trabalho, aliás não olho para mais nada. E por falar em desrespeitar a mulher, coisas como estas têm que ser proibidas, além de ilegais, tratam a mulher um escarrador.

    Isto é uma cohenchoradeira, não sei bem que esperam de um gajo com oitentas e tal, que a idade comece a retroceder? Depois de chorar

    Há que esquecer

    Mnemónica, já te esqueci
    Mnemónica, já te esqueci.

    No college não sei, mas no MRPP parece que sim. O Domingues da CGD, que o CM já disse tudo o que ele tem, também era do MRPP. Eu que olhava para aqueles cabrões com desconfiança, afinal tinha que lá ter estado. Isto de um gajo não saber ler a História é tramado.

    God damn the CP, privou-nos de doutas palavras de COITinho sobre o Trump. Nós é que devíamos meter a CP em tribunal.

    A arte é boa.

     
  • At 8:51 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato:

    Isto é um mau princípio, não se deve poupar dinheiro ao contribuinte, cheira a comunismo.

    Mais uma bagatela no mercado.

    Bom, tenho que ir ver o programa humorístico Eixo do mal, aquilo deve ser uma choradeira pela amada Hillary, e apuradas opiniões sobre o why? Porque são os eleitores burros, e não seguem o que os sábios sabem.

     
  • At 4:30 da tarde, Blogger lobato said…

    Queimei os meus exemplares artísticos, uma perda irreparável para a arte contemporânea.

    Olha, extraordinárias reflexões de um Silva:

    https://www.publico.pt/mundo/noticia/o-pesadelo-americano-1750920

    TVI à venda? Goucha incluído?

     
  • At 10:22 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato: também o velho Vicente Jorge Silva mete a sua colherada: buuuuu o pesadelo, que medo. Fogo, esta viúva de Hillary está mesmo danada na sua “análise”: “Ora, por mais cólera, raiva e ressentimento que existissem – e, pelos vistos, existiam –, não parece possível explicar racionalmente que um perigoso mitómano de uma boçalidade tão grotesca, com um discurso impregnado de insultos, ódio, xenofobia e apelo aos mais baixos instintos humanos, recusando as evidências científicas mais elementares, que deveria suscitar incredulidade junto de qualquer pessoa provida do mínimo senso comum, tenha conseguido tornar-se o homem mais poderoso do Ocidente – e até, para já, do mundo. Afinal, quanto mais Trump levava aos extremos a sua retórica, mais os seus apoiantes se identificavam com ele.”- Terá a sua graça quando ele for reeleito, e as previsões de Marques Mendes – “Não é o fim do mundo” – se cumprirem. É também engraçado ver-se como se acredita no poder das palavras, “perigoso mitómano” “boçalidade” (Pereira Coutinho usara esta para Chávez e Sócrates), faz lembrar os anos 70 que também tinham palavras da moda que entretinham as pessoas, as palavras desapareceram e a vida continuou.

    Estou cada vez mais a favor de Trump, ontem, depois de ver o programa de humor Eixo do mal, fiquei convencido, ver quatro viúvas de Hillary, já entradotas, a mexer a boca é sempre inspirador. Inconsolável estava a viúva Clara Ferreira Alves, que por solidariedade de cona, era ferrenha hilárica, até exclamou: É um velho. O que não deixa de ser sintomático vindo de uma velha. Aquilo foi uma enxurrada de adjetivos, como se os adjetivos explicassem seja o que for – não que esteja errado, eu também uso muitos adjetivos para parecer que sou muito inteligente e que sei dos assuntos, mas quando disparam adjetivos eu mando sempre irem dar o cuzinho nas avenidas. Que, aliás, era um teste que deviam ter feito à Hilária antes das eleições.

    O CM denuncia que Mariana não paga IMI nem renda, ora se ela vive com os pais ou com uma namorada rica, que lhe atende todos os desejos, é natural que não pague. Elas, no seu appartment não precisam deles.

    Não devias ter acabado com a arte, a arte é necessária para expressar coisas humanas.

     
  • At 10:26 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato:

    Quem comprar Goucha irá bem servido de prendado moço.

    Bom, no fundo, Hilária tem um concurso ao qual participar, e quiçá ganhar.

     
  • At 10:45 da manhã, Blogger lobato said…

    Lá fui ver o CM:

    "Grávida espancada por engate no Facebook"

    "JOVEM PORTUGUÊS MATA POR AMOR GAY"

    "Fotografia de marmita na GNR leva a processo"

    -

    "ver (...) a mexer a boca é sempre inspirador"

    Em vez de mexerem a boca para largar vocábulos e adjectivos, podiam mascar tabaco, como nos filmes de cowboys; ficavam ali o tempo todo a mascar tabaco e a tocar harpa de hebreu e nós a olhar.

     
  • At 6:32 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato:

    Claro que é mais um caso em que o Arredes Sociais não lê e desata a disparatar – não que esteja errado, eu também faço, não vou ler Nietzsche para falar dele, ou de Hegel ou de Manuel Maria Carrilho – mas convenhamos que ter um filho panasca, essa doença terrível porque os doentes não querem ser curados, sucks.

    E por falar em literatura.

    O meio cultural português explode de qualidade e vitalidade.

    Um cretino.

    Carcaças dão à costa.

    A limpar, são mais rápidos que as Finanças.

     
  • At 6:38 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato:

    Um gajo quer ir a um debate, trocar ideias, instruir-se, melhorar a sua opinião e escroquezinho do pior põe-se com merdas.

     
  • At 7:10 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato:

    Epá, também fui comprar o CM para ver o jornalismo de investigação sobre Mariana, e lá está, ela vive com uma amiga. Panurgo dizia que ela é fufa, não sei, e também não me afeta, só se me saísse o Euromilhões, com dinheirinho bom no bolso, é que a opção mariana me afetaria.

    Mascar tabaco não é má ideia e cria postos de trabalho. Seria necessário colocar os escarradores, e contratar alguém para os despejar, os jovens, em vez do ramerrame do call center, teriam carreira de sucesso como o Dean Martin no Rio Bravo (I thinko).

    Porra, o CM está sempre em cima da notícia, apanhou o Bruno de Carvalho na marmelada em Londres com uma jovem.

    O que eu gostava destes.

    Todos encostados a uma parede.

     
  • At 7:38 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato:

    Na minha obrigação nesta era de incerteza causada pela eleição de Trump e, enquanto o tempo não passa – Trump será uma figura impactante como Ronald Reagan. Para os Pereiras Coutinhos, os Nunos Rogeiros, os Espadas, do futuro, que agora têm cinco anos, mas dentro de 20 ou 30 anos venerarão, como os seus antepassados intelectuais veneravam Reagan ou Thatcher – enquanto não há essa mudança da guarda, enquanto não há essa substituição dos corpos, enquanto não chegamos a esse tempo de certeza e vivemos este tempo de incerteza, é minha obrigação defender a tradição e pôr outras em cima da mesa. O Natal é Popota e Ferrero Rocher. A Popota resiste apregoando delícias. Mas o Ambrósio, que conhecia os desejos mais íntimos da Senhora, desapareceu. No entanto, há esperança. Uma tradição despontou no horizonte: a Dona Dolores. Que bom seria termos a portuguesa mais importante de sempre anunciando-nos a quadra mais amorável do ano.

     
  • At 11:16 da manhã, Blogger lobato said…

    Não há mesmo respeito nenhum pelos toxicodependentes.

    A Dona Dolores não é pior do que a Vaca Holandesa, a Meryl Streep.

    Um dia virá um míssil Scud para se fazer o memorial de Rogeiro.

    O Ambrósio estava no desemprego, mas graças à geringonça, já arranjou trabalho (só por 3 dias, ainda assim com efeito nas estatísticas).

    A Mariana não tem casa própria, é para gastar menos e poder investir; o sonho da Mariana é uma empresa import-export de jeans ou de componentes de motociclos.

    O Rui Tavares tem razão, não é possível o debate livre e democrático de ideias com a populaça a bater à porta e a querer intervir no debate.

     
  • At 11:34 da manhã, Blogger lobato said…

    A Nina:

    https://www.youtube.com/watch?v=I5dd_C8s1yU

     
  • At 7:33 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato:

    Ex-libris da cidade? Mas que se passa por aí? Primeiro tratam bem as cadelas, depois tratam mal as cadelas.

    Depois, em vez de sexo com animais temos poemas.

     
  • At 7:35 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato:

    Porra, ainda vou ver o fim da espécie, terei cerca de 50 na altura.

    Há um novo hashtag, mas é melhor esperar que CR7 o faça.

    Afinal ele venceu mesmo o prémio.

    Já se passaram 30 anos, parece que foi ontem que o comprei.

    Devo dizer que, segundo a ciência, tenho uma cabeça honesta.

     
  • At 7:52 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato:

    Estudando medicina.

    O que eu gostava destes, até fiquei com vontade de comprar umas Doc Martens, mas eram muito caras.

     
  • At 11:37 da manhã, Blogger lobato said…

    Ahh já me tinham falado desse clips em que as pessoas ficam paradas, mas ainda não tinha visto nenhum, esse de "lingerie models" talvez não seja a melhor introdução ao tema...

    O King Kong não tinha tomates:

    https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/despentes-e-o-feminismo-inclassificavel-1750651

    O cara não sabi escrévé? Pois ele faz o pino, bota patins, canta inté o fado pô! :

    http://observador.pt/2016/11/16/valter-hugo-mae-cantou-um-fado-de-amalia-no-programa-de-jo-soares/

     
  • At 1:52 da tarde, Blogger lobato said…

    Um ser absolutamente excepcional que aliviava a mais alta poesia re-des-hermeneutizada a um dom sobrenatural pra profecia, que não tinha respostas como nos manuais de aute-ajuda proque a condição humana é a infindável quest da resposta travestida em pergunta ou vice-versa e que estava pronto prá beatificação:

    http://lifestyle.publico.pt/religiaonacidade/366859_cohen-um-sacerdote-do-sublime-humano

     
  • At 3:16 da tarde, Blogger lobato said…

    Vai vir charters para escutar o filósofo chinês do Sporting:

    https://www.publico.pt/desporto/noticia/jesus-diz-que-imagens-do-tunel-valem-mais-que-mil-palavras-1751374

    Vai também ser criado um departamento só para este filósofo.

     
  • At 4:24 da tarde, Blogger lobato said…

    A Poeiras foi atacada por ácaros:

    http://www.jn.pt/pessoas/in/interior/leonor-poeiras-alvo-de-ataque-de-piratas-informaticos-5498747.html

     
  • At 4:39 da tarde, Blogger lobato said…

    Câncio! Cãncio! Yo! Tás aí?

    http://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/fernanda-cancio/interior/a-psicologa-anormal-e-o-colunista-leviano--5501175.html

    E a luta de classes? E o não haver emprego (a não ser pros amiguinhos)? E o não haver cheta no saldo? E a melhoria das condições de vida do peolple, etc?

     
  • At 11:30 da tarde, Blogger lobato said…

    O fim do mundo está próximo:

    http://www.cmjornal.pt/insolitos/detalhe/cambridge-elege-melhor-rabo-universitario?ref=HP_Outros

     
  • At 11:37 da tarde, Blogger lobato said…

    Falaste aí na frenologia. A frenologia atravessa neste momento uma crise de fundamentação epistemológica. Esta ciência não consegue de facto explicar a dimensão (em altura) da testa do Medina de Lisboa, que desafia todo o conjunto ortodoxo e canónico de leis físicas que associávamos a esta disciplina científica, entre as quais: a altura de um cráneo não pode ser infinita. E agora?

     
  • At 10:02 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato: a viralidade das pessoas paradas está a parar a net, até a Hillary fez para gáudio das suas noivas (antes de serem viúvas), para mostrar que não é uma múmia, challenger não superado superado.

    E, apesar de não terem feito um com CR7 a puxar as ligas de Dona Dolores, até os funcionários públicos fazem, agora que somos ricos again.

    O exemplo da nova riqueza em Portugal, encontrámos um poço.

    E no ginásio também.

    Foda-se, que esta intelectual, que professa a cultura punk, conhece bem o macho português, dever ter passado por cá numas viagens turísticas “Dir-se-ia que [os homens] têm medo de confessar a si próprios aquilo de que realmente têm vontade, que é foder uns com os outros. Os homens adoram os homens. Eles estão-nos sempre a dizer quanto gostam das mulheres, mas todas sabemos que é tudo uma treta. Amam-se entre eles. Fodem-se uns aos outros através das mulheres, e muitos estão já a pensar nos compinchas quando estão dentro de uma rata.” O que eu gostava destes:
    Take 'em all, take 'em all
    Put 'em up against a wall and shoot 'em
    Short and tall, watch 'em fall
    Come on boys take 'em all.

     
  • At 10:57 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato: holy mother of fuck, não há nada que Valter Hugo não saiba fazer, aposto que também frita ovos. Valter cantou melhor que essa berradora da Amália. Valter tem um grupo de música eletrónica (?), que não me lembro o nome, e que os gajos do Optimus discos, deixavam downloadar de borla, tenho-os em qualquer lado, but no time para procurar. Por outro lado, tenho prestado atenção no alfarrabista numa vã glória de encontrar uma obra dele, mas aquilo vende-se que nem mil folhas, e nunca encontrei nada, todavia há livros da mãe de Paulo Portas, curiosamente. E curiosamente Cristina Ferreira publicou a sua primeira obra, a literatura portuguesa está de parabéns, por mais um autor(a).

    Que caralho, deviam meter o Cohen no sítio onde o sol não shine. Isto tornou-se ridículo. Este cabrão é padreca? Tanta viúva de Cohen havia por aí escondida. Todas deram a sua achega. E por falar em achega, também no Trump todos deram. Não li das Neves, mas, com certeza, também publicou uma crónica brilhante. Quem publicou crónica brilhante foi Francisco ASSis (que li mais ou menos). E ontem fui comprar o Público, vinha a crónica brilhante de Vítor Bentinho, ainda não li mas, de certeza, é the ultimate expliqueicion.

    Bom, espero que venha o filósofo chinês e que Bruno magro não lhe cuspa em cima (ele deve estar em deficiência de saliva, pois está a encaminhá-la para a boca da jovem em Londres). E por falar em filósofos, há dias o Público publicou foto de Gisela João nua. É bom, regressa-se à tradição, já dizia um filósofo português: despe-te que se vai cantar o fado.

    Alguém está a sacudir a poeira de Poeiras.

    Ela que se meta com o Tavares do Público meta-se. Ele tem colhões, e como o Zezé Camarinha é capaz de a comer em cima de uma mesa de um restaurante, com todos a ver. O Tavares não é o Sócrates. A homossexualidade é uma doença, só que os doentes não se querem curar, gostam muito de levar no befe, e torna-se crónica. A moral desta história é que a psicóloga, com mais uns anitos em cima, está a lamber cricas e a dizer mal do nojento pénis dos homens.

    Ah! finalmente a universidade entrou no caminho certo. Estava a ver que não. E é natural que esteja uma aluna de direito em primeiro lugar, e segundo uma de inglês, por cá seria a mesma coisa, as de direito eram as melhores, depois vinham as de línguas modernas. I wonder como serão os rabos das alunas de teologia? Benzidos?

     
  • At 11:01 da manhã, Blogger lobato said…

    Tenho de ver melhor esse clip do DJ Smash, está saturado de informação, como os textos do Tavares.

    "e muitos estão já a pensar nos compinchas" ahaha os laranjinhas ou rosinhas... assim se fizeram passos e seguro.

    O Baptista Bastos já parava as pessoas, antes de terem essa ideia na Net:

    http://blogdaruaonze.blogs.sapo.pt/130765.html

     
  • At 11:14 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato:

    Pontualidade portuguesa versus pontualidade inglesa.

    Já podes tatuar frase mais impactante de Marques Mendes ou outro.

    A palavra do ano seria populismo e o seu antónimo despopulismo, é curioso que os dirigentes tiraram "as reformas estruturais" da boca para meter o "populismo", malta tramada gosta de estar sempre com a boca cheia (não é piada fácil).

    O que eu gostaria de ter tido um traga-bolas.

    Macaco de saltos? não. Um símbolo sexual que despoletou masturbação global.

    Como isto será só velhos em breve, o melhor é juntar-se a eles.

    Por cá também há museu destes, mas com calhaus.

     
  • At 11:25 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato:

    Reparaste que na frenologia estava a cabeça de Mariana Mortágua? Dizia An unreliable mother. E abaixo a de Pedro Arroja A genuine father.

    Bolas, parado no inverno. Este ano Batista-Bastos não repete a gracinha, o vírus da gripe que por aí vem é mortal como um raio, e vai ajudar a Segurança Social limpando-lhe as gorduras (a malta que recebe pensões).

     
  • At 11:30 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato:

    Agora Deus Google manda-me com esta. Espero bem que Trump acabe com esta merda chamada União Europeia, infelizmente não o fará.

    As leis da União Europeia exigem que forneça aos visitantes da União Europeia informações acerca dos cookies utilizados no seu blogue. Em muitos casos, estas leis também exigem que obtenha o consentimento do utilizador.

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    Não percebi nada do que quer a União Europeia.

     
  • At 12:19 da tarde, Blogger lobato said…

    O Altíssimo - deus google - lá terá as suas razões. A porta é estreita e poucos - salvo alguns santos e místicos - podem decifrar as razões do deus google ou da União Europeia. O Berzebu - o Algoritmo - também desempenha o seu papel. Por agora vemos tudo desfocado, mas se não tomarmos a vacina da gripe, a luz emitida pelo deus google brilhará em todo o seu esplendor.

     
  • At 12:35 da tarde, Blogger lobato said…

    O pior da erudição é ser uma coisa picuinhas, é uma coisa feminina, como o tricot. Sempre que alguém me informa de notas de rodapé ou de bibliografia secundária apetece-me responder - acompanhado de um arroto de cerveja - "deixa-me rever este lance genial do Diogo Jota":

    https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/louvor-e-simplificacao-do-carisma-1751372

    Fogo, ao comentar a tatuagem de uma citação sua a Lili criou logo outra: "Viver é certamente muito mais do que… respirar..." (que é uma variação de uma de Mao, acho, "não estamos aqui só para cagar").

     
  • At 1:13 da tarde, Blogger lobato said…

    Não se deve escrever textos - mesmo curtos - sob o efeito do cansaço (ou outros): quando escreve o último parágrafo, a pessoa já não se lembra do que escreveu no primeiro e a bota deixa de bater com a perdigota (ou se calhar é isto a "escrita automática"):

    http://www.cmjornal.pt/opiniao/colunistas/carlos-rodrigues/detalhe/a-licao-de-bob-dylan?ref=HP_CaixaOpiniaoPequena

     
  • At 1:43 da tarde, Blogger lobato said…

    Vou ali assaltar um banco e já venho:

    https://www.youtube.com/watch?v=tCRkf153Hak

    (se me saísse o eurmilhões compravas caixas deste tipo e uma estante própria; só tenho duas, a do Pet Sounds, que nunca sei onde arrumar, e uma do Piper, em forma de livro; nada disto é consumismo: são necessidades primárias)

     
  • At 8:45 da tarde, Blogger lobato said…

    Há uns tempos li que esta aventesma:

    http://maquinaespeculativa.blogspot.pt

    ...é uma espécie de "mraite à penser" da geringonça.

    Foda-se. Deve ser mito urbano, não?

     
  • At 8:53 da tarde, Blogger lobato said…

    Sabes quem vi hoje à tarde? O Arménio. Tá gordo. Melhorou, ele já não berra nas ruas e tá com sorriso e tudo (apesar de ser um sorriso a roçar a imbecilidade). Enfim, melhorou. Também vi o Marcelo em terras da dinamarca, abraçado a uma artista gágá. Depois dou mais novas do paraíso.

     
  • At 9:08 da tarde, Blogger lobato said…

    https://www.publico.pt/politica/noticia/pobre-rainha-1751569

    Digo-te isto. A morte pode não ser o fim. Depois de morrer, um gajo pode ir parar a um sítio cheio de professores marcelos; depois de ver isto, estou a considerar deixar o tabaco.

     
  • At 6:19 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    lobato:

    Por falar em picuinhas, quem mais o foi foi Foucault. Ontem, ao ver um debate mais que importante, com a Teodora Cardoso, lembrei-me logo que seria bom para os mercados que ela aparecesse vestida a la Foucault, com aquelas coisas de cabedal que ele usava no privado. Teodora vestida de fitas de couro de látego castigando-lhe as nádegas despertariam os mercados daqui à Indochina. Quais sombras de Grey, temos material em bruto para fazer melhor.

    “É compreensível que o leitor se dirija para este livro com expectativas definidas, à procura de matéria de ordem pessoal e empírica que dê corpo e motivação extra-teórica às considerações de ordem conceptual.” – O que a malta quer é juicy parts. Este Guerreiro é mesmo um intelectual de gabarito. Ele também escreveu uma brilhante crónica sobre a americana eleição, só que foi antes dos resultados então ficou-se só pelo medo. A propósito, ontem esqueci-me de dizer. O Vítor Bentinho na sua expliqueicion sobre as eleições cita Gramsci. Não se pode ser mais intelectual than that, pois até conhece Gramsci. E por falar em guerreiros, os vikings virão assolar as nossas costas, roubar as nossas riquezas, matar os nossos fadinhos.

    Toda a gente quer bater nas próstatas rançosas da academia sueca. E a inventar motivações para Dylan não ir. Lembro-me que quando ele esteve por cá não permitia que o fotografassem, e, creio, exigiu ângulos específicos nas câmaras que filmam o palco, creio eu, para que não parecesse muito velho.

    E por falar em mortos. O Leon morreu há dias, mas pelos vistos não deixou viúvas a chorar da rata nos jornais.

    Pois foi, os Floyd editaram uma caixa que custa 500 euros, um ordenado mínimo para música, porra, se se vender alguma por cá, os alemães têm todo o direito de tomar isto e contratar o John Soares para dar um par de bofetadas a cada português(a). Não tenho nenhuma caixa, só alguns CDs especiais como os Damned, Dimmu Borgir (que vem com um espelho, nunca percebi para quê, também nunca me dei ao trabalho de ler a literatura inclusa), Therion, Tiamat, Tool (que tem umas curiosas lentes para ver as fotos em 3D), Moonspell…

    O que eu gostava destes.

     

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