Pratinho de Couratos

A espantosa vida quotidiana no Portugal moderno!

domingo, novembro 29, 2015

#poracasofoiideiaminha (tl;dr)

Gilles Deleuze: “Muitos autores estão de acordo em reconhecer três relações distintas na proposição. A primeira chama-se designação ou indicação: é a relação da proposição com um estado de coisas exteriores (datum). O estado de coisas é individuado, comporta este ou aquele corpo, misturas de corpos, qualidades ou quantidades, relações. A designação opera pela associação das próprias palavras com imagens particulares que devem ‘representar’ o estado de coisas. (…). Há uma segunda relação da proposição chamada frequentemente manifestação. Trata-se da relação da proposição com o sujeito que fala e que se expressa. A manifestação apresenta-se, pois, como o enunciado dos desejos e das crenças que correspondem à proposição. Desejos e crenças são inferências causais, não associações. O desejo é a causalidade interna de uma imagem quanto à existência do objeto ou do estado de coisas correspondente; correlativamente, a crença é a expectativa de esse objeto ou estado de coisas, em que a sua existência, tem que ser produzida por uma causalidade externa. Disto, não há que concluir que a manifestação seja secundária em relação à designação; pelo contrário, a torna possível, e as inferências formam uma unidade sistemática da qual derivam as associações”, em “Lógica do sentido” (1969). Na correspondência exata, interior / exterior, praceja o único grupo político, no mundo, de excelência demiúrgica:
Durão Barroso: “Aos portugueses, eu gostava de dizer que olhem para a Grécia, que pensem no que se está a passar na Grécia, porque era exatamente isso que poderia estar a passar-se em Portugal, se não fosse, se não tivesse sido a determinação do Governo português e do seu primeiro-ministro, que quero saudar” (julho 2015). [1]
Nuno Melo: “Não se governa um país com proclamações de rua a hostilizar os credores. Pode conseguir-se primeiras páginas e até vitórias em referendos, mas o primeiro prejudicado é a própria Grécia. O país precisa de liquidez. O Estado grego precisa de dinheiro” [2]. E, este milagre da periferia, conclui: “Ou a Grécia se arruína ou o Syriza tem de cair.” “Isto vai acabar mal” (julho 2015). [3]
Passos Coelho: “Devo dizer até que, curiosamente, a solução que acabou por desbloquear o último problema que estava em aberto, que era justamente a solução quanto à utilização do fundo [de privatizações], partiu de uma ideia que eu próprio sugeri. Quer dizer que até tivemos, por acaso, uma intervenção que ajudou a desbloquear o problema” (julho 2015). [4]
1984. Segunda-feira, 13 de fevereiro “dois cidadãos do Zaire foram surpreendidos, esta manhã, no aeroporto da Portela, ao chegarem num avião proveniente de Kinshasa com quatro malas contendo 140 quilos de liamba, no valor de 28 mil contos. A droga foi detetada ainda a bordo do Boeing 747 durante uma operação de rotina levada a cabo por uma das brigadas especiais que a Alfândega de Lisboa envia regularmente àquele aeródromo para controlo de aviões. A informação veiculada pela ANOP refere que dois funcionários da embaixada do Zaire em Lisboa, que se apresentaram na Portela para ajudar os donos das malas a fazer o transbordo da bagagem para outro avião, com destino ao Porto, num voo doméstico, ficaram retidos na alfândega até à chegada da Polícia Judiciária. (…). Um porta-voz da referida representação diplomática afirmou que, ‘à exceção do senhor embaixador, que se encontra ausente por doença, nenhum funcionário saiu das instalações durante a manhã, pelo que a informação carece de qualquer fundamento’. (…). [Entraram na] Polícia Judiciária, os seguintes indivíduos relacionados com a apreensão: Likinga ‘Redo’ Mangenza, músico, [doente de Alzheimer, faleceu quinta-feira, 8 de agosto 2003 às 17h00 no hospital de Reims em França, aos 59 anos], Lomama Jekolanga, comissário do povo, e Antoni Diuasi, membro da família presidencial zairense, e Mhpia Matafar, ambos com a categoria de funcionários diplomáticos.”
Terça-feira, 14 de fevereiro “o cantor inglês Elton John [conhecido nos meios homossexuais como ‘Sharon’], de 36 anos, casou-se hoje em Sydney com uma jovem alemã-federal, engenheira de som, Renate Baluel, na presença de várias centenas de convidados, entre os quais a estrela australiana Olivia Newton-John. E no dia dos namorados… Trata-se do primeiro casamento do famoso rocker, que já vendeu 200 milhões de discos em todo o mundo e que é autor, entre outros, dos temas ‘Goodbye Yellow Brick Road’, ‘Crocodile Rock’, ‘Donner pour donner’ – em duo com France Gall – e mais recentemente, de ‘Too Low for Zero’. (…). A mulher, que é engenheira de som, tem 30 anos. Os pais de Renate residem em Munique. Elton John conheceu-a na altura em que trabalhava na gravação do seu próximo álbum [‘Breaking Hearts’, 1984], em Londres e na ilha de Montserrat, nas Antilhas. A cerimónia deveria ter lugar na igreja anglicana de São Marcos, de Sydney. O padrinho do cantor é o seu empresário, John Reid. A madrinha de Renate é Toni Taupin, a mulher de Bernie Taupin, que desde há muito é o letrista do cantor britânico. Os noivos, segundo as últimas notícias, deveriam ir vestidos de branco: casaca para Elton John e vestido de seda branca para Renate, uma criação da costureira australiana Keri Craig. Não haverá lua-de-mel. (…). Para o casamento foram encomendadas 4 mil rosas brancas e várias centenas de orquídeas. (…). O menu inclui ostras, lagostas e diversos assados, entre outras iguarias, e termina com um bolo de cinco pisos que levou cerca de 26 horas a confecionar.” “Segundo os tabloides londrinos, o casamento nunca foi consumado, o casal tinha quartos separados na mansão de 7 milhões de dólares em Old Windsor, e Elton encontrou-se com outros homens e mulheres em suites de hotéis de luxo. Renate começou a passar mais tempo gravando e gerindo a carreira da sua protegée e amiga íntima, a cantora Sylvia Griffin. (…). Consta que o acordo de divórcio de Renate andaria na casa dos 45 milhões dólares. Elton já lhe comprou uma casa de 600 mil dólares em Surrey, e os amigos relatam que ela não fará qualquer reivindicação sobre a frota de Bentleys dele.” O abençoado enlace durou 4 anos e meio. Depois, em 1993, Elton encontrou o homem da sua vida, David Furnish, “nunca fui tão feliz. Sou a pessoa mais feliz que existe.” E já têm dois rebentos juntos consequência dessa felicidade.
Quinta-feira, 16 de fevereiro “um cadastrado, que ultimamente colaborava com as autoridades policiais, foi abatido a tiro, na Cruz de Pau (Seixal), por guardas da PSP que o surpreenderam a assaltar um automóvel. António Monteiro Rodrigues, de 22 anos, empunhava, ao ser alvejado, uma pistola de gás adaptada para balas de calibre 6.35. As autoridades procuram agora localizar o indivíduo que atuava com a vítima, Valdemar Vieira Diogo irmão de Laura Diogo [5], do grupo Doce, em liberdade após ter sido absolvido no tribunal do Seixal no processo do assalto à mão armada às bombas de gasolina de Azeitão. Registe-se que Valdemar Vieira Diogo tinha sido agredido à facada e denunciado à GNR pelo próprio António Monteiro Rodrigues com quem agora atuava.”
Sábado, 18 de fevereiro “a atriz Nastassja Kinski [6] tenciona obter um milhão de marcos (o equivalente a cerca de 49 mil contos) de indemnização, por perdas e danos, da revista alemã-federal Bunte, que, segundo diz, a difamou num artigo relacionado com a sua gravidez, publicado recentemente, escreve hoje o diário Bild. Sob o título ‘Falta encontrar um pai’, o semanário sensacionalista enumerava os nomes de sete atores e realizadores que eram dados como amantes da jovem. Nastassja Kinski chegou ontem a Munique para falar com o seu advogado, Wolfgang Weischuetz, precisa o Bild. Numa entrevista concedida a este jornal, o advogado da atriz afirma que Andrei Kontchalovsky, Jean-Jacques Beineix, Wim Wenders, Milos Forman, Ian McShane e Gérard Depardieu mencionados pela Bunte, lhe entregaram ‘declarações sobre palavra de honra que nunca tiveram relações íntimas com Nastassja Kinski’. O Bild nota que o advogado não mencionou o sétimo nome da lista estabelecida pela Bunte, o ator inglês Dudley Moore.” O filho, Aljosha, tem por pai o realizador egípcio Ibrahim Moussa, legitimado como esposo dia 10 de setembro deste mesmo ano, e também paternidade de Sonja Kinski.
Quarta-feira, 22 de fevereiro Almeida Santos, ministro de Estado e dos Assuntos Parlamentares, “proferiu um verdadeiro De Profundis no American Club, criticando fortemente o bota-abaixismo que leva os portugueses a fazerem campanha contra qualquer tipo de governo.” Num discurso, intitulado “A coragem de governar Portugal, pronunciado durante um almoço, Almeida Santos expressou: “[o atual governo] sentou-se ao volante de um sistema em movimento, correndo a velocidade crescente para um muro, já na iminência do embate. (…). A democracia chegou tarde a Portugal (quase meio século de atraso), chegou no pior momento (a mais grave crise económica do pós-guerra causada pelo primeiro choque petrolífero) e teve de enfrentar inelutavelmente, por não ter sido evitado a tempo, o sistema de descolonização. (…). Coube ao novo regime ser o liquidatário apressado do antigo império colonial. (…). Perda abrupta do sentimento de grandeza, consequente crise de identidade nacional, conversão abrupta de uma economia de guerra numa economia de paz e a necessidade de manter, na paz, as forças armadas regulares empoladas pela guerra. (…). [A democracia] foi confrontada com a estratégia antidemocrática do PCP, que imprimiu aos atos do governo uma orientação marcadamente coletivizante. (…). [A democracia teve de] suportar o desgaste emergente de uma certa instabilidade política, traduzida em governos de curta duração, 15 em 10 anos, e em programas políticos bem diferenciados. (…). Resistir ao choque do dólar, tanto ou mais embaraçoso do que os choques do preço do petróleo. (…). O país vem vivendo 20 % acima das suas possibilidades, produz 80 e gasta 100. (…). Ou aumenta o que produz, ou reduz o que gasta, ou conjuga uma coisa e outra em termos hábeis e como aumentar a produção é imediatamente impossível, não há outra saída senão desestimular o consumo. [Sobre o FMI em Portugal nega] o estafado argumento da hipoteca à alta finança internacional ou da perda de independência. (…). A grande hipoteca é a fome e estavam garantidos fluxos financeiros que nos permitiam continuar a importar metade do que consumimos, ou seja, mais um crédito de tempo para arrumarmos a casa e salvarmos a baixela. (…). Este governo não recua perante a tomada de medidas necessárias à estabilização financeira e à consolidação da democracia, com a coragem necessária, sobrepondo o interesse nacional às preocupações de popularidade, da não perda ou da conquista de votos. [O governo] está a submeter-se voluntariamente a um desgaste de imagem. (…). O bota-abaixismo é, entre nós, a mais inveterada idiossincrasia. (…). Sem mares para desvendar e sem inimigos para combater, elegemos governos, cada governo, qualquer que seja, como uma espécie de inimigo natural, de desafio, de moinho de vento pronto a ser desfeiteado. [Apesar do] juízo lisonjeiro das instâncias internacionais (…), não faltam espíritos e políticos conspícuos a assinarem a certidão de óbito do atual governo para cada semana seguinte.” [7]
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[1] Αμαρυλλίς: “Καμιά δεν θα ναι σαν εμένα / Nobody will be like me” (2014), “Nobody will be like me / to give you body and mind”, como Amaryllis, também Durão Barroso tem um corpo bem torneado, incendiário de pistas e praias, seminários, conferências e universidades. “Dez anos depois de ter chegado à presidência da União Europeia, Durão Barroso diz adeus a Bruxelas com uma pensão vitalícia no valor de cerca de 132 mil euros por ano. O ex-presidente da Comissão Europeia regressa assim a Portugal com 11 mil euros por mês da reforma europeia, diz o jornal britânico Daily Mail. O dirigente português, de 58 anos, abandonou a liderança da Comissão Europeia a 1 de novembro de 2014, vai receber ainda um subsídio de ‘transição’ e ‘reintegração’ que não pode ultrapassar os três anos. Segundo as regras comunitárias, a compensação varia entre 40% a 65% do salário anual do presidente da Comissão Europeia, no caso de Durão Barroso, de cerca de 306 mil euros. Feitas as contas, o subsídio de ‘transição’ vai variar entre 122 mil euros e 200 mil euros por cada ano. No mínimo, Durão Barroso recebe um subsídio no valor de 367 mil euros no total dos três anos. Esta verba é diminuída ou eliminada em função do cargo que venha a desempenhar no futuro. Mas as compensações de Bruxelas não se ficam por aqui. Além da pensão vitalícia e do subsídio, Durão Barroso recebe ainda um salário extra, de 25 mil euros, mais despesas de deslocação.”
[2] Julia Alexandratou: “O objetivo é dinheiro / Stohos Ine Ta Lefta / Στοχος είναι τα λεφτά” (2007). Tzoulia Alexandratou (Τζούλια Αλεξανδράτου) 1,75 m, 56 kg, 86-59-90, sapatos 38 ½, olhos azuis, cabelo loiro, nascida a 24 de novembro de 1985 em Glyfada, Grécia. Socialite, celebridade, modelo, cantora e atriz, em 2012, “Julia estava determinada em substituir as suas provocantes minissaias e cobrir as suas longas pernas com elegantes tailleurs Chanel. Ela quer deixar para trás a sua carreira de cantora e no DVD erótico em prol da política.” “Alguns dizem que, de facto, Julia é revolucionária. Ela atirou para o lixo a sua excecional beleza e rejeitou todas as aspirações pequeno-burguesas de sucesso profissional e reconhecimento social. Embora ela pudesse facilmente ter-se casado com um magnata e não ter qualquer preocupação com a crise – como todas as misses Grécia / modelos / celebridades, na Grécia, fizeram antes dela – ela prefere ridicularizar-se como um espelho da corrente decadência moral que a Grécia enfrenta hoje, que em si mesmo, é um tipo de revolução, ainda que totalmente inconsciente.” O seu partido político, PANO (Panhellenic Indignant and Ecologist Movement), enraizou os seus posters num dos grandes sound bites da política folclórica internacional: “Não pergunte o que Julia Alexandratou pode fazer por você… mas pense no que pode fazer com a Julia! O único líder de um partido político que não tem qualquer tabu acerca da verdade nua!” – Películas: “Julia Alexandratou: To Apagorevmeno / Τζούλια Αλεξανδράτου το Απαγορευμένο” (2010) ◘ “Elliniko Andriko Casting / 1o Ελληνικό Αντρικό Casting” (2011) ◘ “Julia 2 pretos / Τζούλια 2 μαύροι” (2011).
[3] Χριστίνα Μηλιού: “Τα Λέμε” ♪ “Ολοι οι καλοί χωράνε”: Christina Miliou. Nuno Melo é um eurodeputado, dos mais produtivos alguma vez nados e nadados, com um corpo de roer de inveja Christina ou Katerina Sikinioti (Κατερίνα Σικινιώτη). “Nuno Melo: 3300 quilómetros a ouvir piropos. De norte a sul do país, o ‘charme do candidato’ tem conquistado as portuguesas. ‘É o político mais giro’, disse uma senhora a Nuno Melo esta manhã [2 de junho de 2009] numa rua do centro de Almada. O elogio ‘saiu-lhe’ espontaneamente e notou-se que depois, quando interpelada pelo tvi24.pt, mostrou-se um bocadinho envergonhada, mas lá foi dizendo: ‘É o mais giro, é. Assim seja bom político’. Alguns metros atrás, Nuno Melo, que já se foi habituando aos piropos, tinha ouvido outro: ‘O senhor ainda é mais borracho do que na televisão’. O cabeça-de-lista do CDS esboça um sorriso e distribui beijinhos, sem parecer ficar muito envergonhado. Mais uns minutos, mais uma senhora interpela a comitiva: ‘Eu não quero saber de política, só aprecio os homens’, disse, depois de ter elogiado Paulo Portas e Nuno Melo. E tem sido assim por todo o país. Só que, curiosamente, nem são as mulheres mais novas, as mais atrevidas. Quando a comitiva do CDS visitou a feira de Chaves, três jovens, duas delas que não tinham sequer idade para votar, ouviam, atentamente as propostas de Nuno Melo. ‘É giro, não é?’, disseram em surdina quando o deputado se afastou. Mas no dia seguinte, em Castelo Branco, a reação das alunas da Universidade da Terceira Idade à chegada de Nuno Melo foi muito mais visível. ‘É tão novinho’, dizia uma das senhoras. E quando o candidato do CDS lhes disse a idade, uma delas não se coibiu de dizer: ‘Está muito bem conservado.”
[4] Afinal… testemunhámos um herói furtivo. “No entanto, em entrevista a sete jornais europeus, Donald Tusk, presidente do Conselho Europeu (CE), relatou com grande detalhe as últimas horas das intensas negociações de Bruxelas. Em nenhum momento, Tusk mencionou Passos Coelho como pedra preponderante no acordo. O presidente do CE relatou o momento em que se encontrava à mesa com Angela Merkel, François Hollande e Alexis Tsipras. ‘O fundo das privatizações era, sem dúvida, muito provocador para Tsipras’, sublinhou Tuske, que a dada altura terá recebido um sms do primeiro-ministro holandês. Mark Rutte sugeria ‘que 12,5 mil milhões de euros do fundo fossem usados para reembolsar dívida e 12,5 em investimentos’. Donald Tusk indica que ‘ninguém pareceu particularmente impressionado, mas a partir desse momento estava na mesa’.”
[5] Em 82, “Laura Diogo, cantora da girl band Doce, foi tema de um boato quente que dava conta da entrada nas Urgências no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, após uma noite de sexo anal com o futebolista Reinaldo. A notícia nunca foi provada, mas a carreira da banda começou a decair e o avançado do Benfica queixou-se de que a filha sofreu muito na escola.” Nos estádios de futebol gritava-se: “Reinaldo, cu cu”. E contava-se que, após a prova de ânus, ele terá dito: “Parecia um dos frascos da minha avó, era difícil de abrir para provar o doce. Vai daí, parti-o todo.”
No jornal Tal & Qual. “Em 1982 eu entrei para o Tal & Qual depois de ter vendido como free-lancer uma reportagem inédita sobre a chegada das Doce durante a escandaleira com o jogador Reinaldo. O jornal fez manchete com ‘Laura Diogo volta para o seu herói!’ e via-se o namorado (parecido com o Reinaldo) a empurrar-lhe o carrinho das malas e a beijá-la na boca.”
No programa de rádio “Quando o telefone toca…”. “Pensava eu que este programa era o paradigma da espontaneidade popular, até que um alegado episódio, ocorrido nos princípios da década de 80, entre um famoso jogador atacante do Benfica da altura chamado Reinaldo, e uma famosa cantora loura (que afinal parece que nem cantava…) de uma banda feminina conhecida por Doce, chamada Laura Diogo, veio desfazer-me aquela ilusão. Quanto ao alegado episódio, lamento não poder explicá-lo em mais detalhe, mas tenho a certeza que quem sabe o que era o ‘Quando o Telefone Toca…’ o conhece. Pois algum engraçadinho, bem ao gosto popular para a piada brejeira, lembrou-se de ligar para o ‘Quando o Telefone Toca…’, disse a frase, quando chegou à música, pediu uma das Doce que tinha o infeliz título de ‘Dói-Dói’ [1981, voz principal Fátima Padinha, esposada com Passos Coelho*], e o clímax chegou quando pediu para dizer o nome: Reinaldo!... A piada espalhou-se e, como era coisa fácil de copiar, aumentou (também com a minha contribuição…) o auditório do programa, à espera de ouvir a repetição da graçola.”
(* O Pedro tinha química latina. A liderança da JSD afastara-o do percurso standard – ‘ele fez tudo ao contrário, quando nós estudámos ele gozou a vida e quando nós fomos trabalhar ele foi estudar’ - e não terá sido por acaso que, na altura, a relação de Pedro com o pai não foi pera doce: ‘Ele adorava borga, foi adolescente até aos 20, era superdesorganizado, relata outro amigo que com ele partilhou à época animadas noites no Happening, o bar de Luís Represas onde Passos conheceu Fátima Padinha em registo tiro e queda. Conheceram-se hoje, foram viver amanhã. E quando ao fim de 18 anos conturbados se divorciam, ‘o Pedro fica um sem-terra’.” “Cinco ou seis anos mais velha do que o (então) jovem político, Fátima Padinha é a mãe das suas duas primeiras filhas: a Joana, que nasceu em 1988, e a Catarina, que nasceu em 1993. E Pedro Passos Coelho, que cantava o fado na Adega do Ribatejo com os seus companheiros da JSD, na altura em que viveu com a cantora ainda tentou aperfeiçoar a sua voz de barítono, em aulas com uma professora de canto lírico. E até chegou a participar num casting para entrar num musical de Filipe La Féria.”)
Em 1987, no mês de maio, por 350$00, comprava-se a revista Élan com Laura Diogo na capa. “Há 28 anos, surgia nas bancas portuguesas a revista Élan, que veio agitar o conservadorismo editorial dos anos 80. Os seus defensores estavam longe de entender que a nova publicação, adiantada no tempo, constituía apenas um sinal do que estava para chegar: uma mudança de mentalidades que rapidamente faria a Élan parecer uma edição soft, cujo target não iria além dos adolescentes atrevidos mas ingénuos. Como tínhamos um acordo de permuta com a RTP, fizemos um spot publicitário, informativo, discreto e apenas com a reprodução da capa. Mas na avenida 5 de Outubro a puritana RTP entrou em transe e fomos obrigados a repetir o spot, inclinando a capa de maneira que não se visse o peito da modelo. E a partir daí, lá se foi a permuta… A própria Joanne – que tinha assinado um contrato impeditivo de uma futura utilização da sua imagem mas que era omisso quanto à promoção – ficou em choque com a divulgação televisiva e sentiu dificuldade em enfrentar o preconceito vigente. O Mundo girou e a sociedade mudou muito, desde 1987.”
No pós-Doce, Laura Diogo chegou a ser manager dos Sucesso, Sitiados e Hua Huin. Colaborou ainda, segundo o site da RTP, no programa “Reis do Estúdio” da RTP 1 (1997). “Luís Varatojo, vocalista da banda Despe e Siga é o apresentador deste concurso, em que quatro bandas portuguesas, vindas de todo o país tocam ao vivo versões de originais de sucesso. Laura Diogo, ex-Doce será a anfitriã dos concorrentes [Ágata e Sofia Cerveira, surgem como anfitriãs, não há rasto de Laura Diogo]. A decisão final cabe ao júri, composto por quatro elementos fixos, Simone de Oliveira [Kina em vez de Simone], Sofia Morais, António Pinto Basto e Paula Costa, bem como um jurado convidado para cada programa.”
[6] Nastassja Aglaia Nakszynski, 1,69 m, 55 kg, 86-58-84, sapatos 38 ½, olhos verdes, cabelo castanho, nascida a 24 de janeiro de 1961, em Berlim, no filme “Cosi come sei” (1978), real. Alberto Lattuada, c/ Marcello Mastroianni, Francisco Rabal, Mónica Randall … com o título local de “Francesca, um amor impossível”, estreou sexta-feira, 30 de janeiro de 1981 às 21h30 no cinema Nimas. A sua filha Sonja Leila Moussa 1,75 m, 86-61-86, sapatos 39, olhos e cabelos castanhos, nascida a 2 de março 1986, em Genebra, Suíça, no filme “All God’s Children Can Dance” (2007), c/ real. Robert Logevall, c/ Joan Chen, Jason Lew, Sonja Kinski.
[7] Fernando Dacosta: “Dizia-me Salazar: o que me irrita nos seus amigos da oposição é a demagogia. Andam a prometer às pessoas uma vida melhor, mas nós não podemos viver acima das nossas possibilidades.”

na sala de cinema

Repórter X” (1987), real. José Nascimento c/ Joaquim de Almeida (Reinaldo Ferreira), Fernando Heitor (Mário), Paula Guedes (Zaiza), Suzana Borges (Ana Sturr), Eunice Muñoz (Sara Sturr), Mário Viegas (Sete Línguas), Rui Reininho (Sartov), Anamar (Charlotte) … estreado sexta-feira, 22 de maio de 1987 nos cinemas Estúdio 444 e Quarteto sala 2. “A história de uma personagem criada por Reinaldo Ferreira (1897-1935), repórter de ação, novelista de mistério e jornalista de emoção. Sobrepondo o imaginário à realidade portuguesa da época (anos vinte e trinta), faz-se um cruzamento da ficção com a sensação da realidade...” [1] “O realizador volta, 8 anos após ‘Tarde Demais’ e 21 depois de ‘Repórter X’. Entre ‘Repórter X’ (1987), a primeira longa-metragem de José Nascimento, e ‘Tarde Demais’ (2000), a segunda, distaram 13 anos. Entre esta e a terceira, ‘Lobos’, estreada ontem [13 de março 2008], passaram oito. É muito tempo, até mesmo no cinema português. ‘São as vicissitudes de um país que tem um Instituto de Cinema, mas também tem políticas diferentes nestes anos todos que se passaram, em função da escolha dos projetos de filmes e dos realizadores. E isso implica-nos, e à nossa vida. Entre ‘Repórter X’ e ‘Tarde Demais’, e entre este e ‘Lobos’, concorri com outros projetos, que não foram aprovados’, explica o realizador, em conversa com o DN. (…). ‘Lobos’ é um filme sobre um casal em fuga no interior do país, tio (Nuno Melo) e sobrinha (Catarina Wallenstein), que mantém uma relação incestuosa e estão envolvidos numa tragédia familiar. Pelo caminho, o homem tem um encontro inesperado: o filho que não conhecia (interpretado por Francisco Nascimento, filho do realizador), abrindo uma nova porta dramática na história.” “Let’s Get Harry” (1986), real. Alan Smithee, de facto Stuart Rosenberg [2], c/ título local “Fogo contra fogo”, estreia quinta-feira, 30 de abril de 1987 nos cinemas Castil, Império e Politeama. “Harry Burck Jr. (Mark Harmon), um engenheiro americano, e o embaixador dos Estados Unidos (Bruce Gray) são mantidos reféns por traficantes de droga colombianos que exigem a libertação de companheiros seus que estão presos nos EUA. Mas o governo dos EUA recusa negociar com traficantes de droga. Enojado, o irmão de Harry, Corey (Michael Schoeffling), e três dos seus amigos (Tom Wilson, Glen Frey e Rick Rossovich), com o vendedor de carros local, o espalha-brasas de direita, Jack Abernathy (Gary Busey), a pagar a conta, contratam o mercenário entusiasta do gatilho Norman Shrike (Robert Duvall), para liderar um comando de resgate nas profundezas da selva da Colômbia. Ajudados por Veronica (Elpidia Carrillo), uma bela ex-guerrilheira, e uma tribo de nativos amigáveis, Corey e os seus amigos invadem o complexo onde Harry está detido e libertam-no.” “Meatballs” (1979), real. Ivan Reitman, c/ Bill Murray, Harvey Atkin, Kate Lynch, Russ Banham, Kristine DeBell [3], Sarah Torgov … com o título local de “Almôndegas…”, estreia sexta-feira, 18 de janeiro de 1980 nos cinemas Berna e Caleidoscópio, publicitado como “Almôndegas são carne, carne, carne!...” “Tripper Harrison (Murray) é o conselheiro-chefe de um novo grupo de conselheiros-em-treino (CET) no campo North Star, um acampamento de verão baratucho. O diretor do campo, Morty Melnick (Atkin), é vítima das partidas de Tripper, principalmente ser levado da sua cabana no meio da noite e aparecer nos lugares mais improváveis, como numa rede em cima de uma árvore ou na berma da estrada. Enquanto isso, Rudy Gerner (Chris Makepeace), um rapaz solitário, enviado para o acampamento de verão pelo seu pai, decide fugir do campo para uma estação de autocarros nas proximidades. Percebendo que Rudy é incapaz de se integrar, Tripper toma-o sob sua proteção e todas as manhãs vão correr e criar sinergias como amigos. Tripper ajuda Rudy a ganhar confiança, enquanto este encoraja-o a encetar romance com Roxanne (Lynch), a conselheira-chefe do setor feminino. O amor está no ar para muitos CET. Candance (Torgov) ‘rapta’ Crockett (Banham) numa lancha e confessa-lhe os seus sentimentos por ele. Wheels (Todd Hoffman), que terminara com A.L. (DeBell) no ano anterior, reacende com sucesso o seu relacionamento durante uma dança.” [4]
Entrails of a Beautiful Woman / Bijo no harawata / 美女のはらわた” (1986), real. Kazuo “Gaira” Komizu ( 小水一男), c/ Megumi Ozawa (小沢めぐみ), Ayako Ishii (石井絢子), Seira Kitagawa (北川青), Ken Yoshizawa (吉沢健). “O realizador de culto underground Kazuo Komizu, sob o pseudónimo Gaira, causou uma considerável celeuma com a sua trindade de filmes de terror erótico, nos quais esticou a corda de quase-sexo pornográfico e violência tão longe quanto possível. Este é o primeiro da trilogia, uma história sobre uma bonita psicóloga chamada Hiromi (Megumi Ozawa), que é violada, assassinada e desmembrada, quando tentava vingar o suicídio de uma paciente que fora violada por um gangster da Yakuza. Enterrada juntamente com os restos mortais de um gangster rival, Hiromi, de alguma forma, funde-se com o seu cadáver e volta do túmulo como um zombie hermafrodita obcecado na vingança. O sangue corre abundantemente e, muitas vezes, os assassinatos são bastantes extremos, incluindo uma criativamente perversa sequência, na qual, a esposa do gangster é forçada a praticar sexo oral no órgão masculino do monstro bissexual enquanto o órgão feminino a sufoca.” “Tudo começa no armazém de estupro pertencente ao clã Ichiyama, um gangue de vendedores de droga e traficantes de escravos subsidiário da Yakuza. Quando o seu líder injeta uma jovem chamada Yoshimi (Siera Kitagawa), com o seu último produto (uma droga chamada Angel Rain), durante uma pausa na sua violação em grupo, ela, repentinamente, torna-se viciada em sexo. Naturalmente, visto o líder não conseguir pô-lo em pé, deixa o foder para os seus quatro asseclas, bem, três asseclas, Higashi simplesmente atrai a mulher para o armazém de estupro. Acontece que, deixar Hiromoto e Takiguchi encarregados de vigiar Yoshimi foi um erro de gestão, pois ela pira-se no momento em que eles baixam a guarda. Sangrando da vagina, Yoshimi cambaleia sem rumo por algum tempo. Por fim, colapsa em frente da porta da Aquarium Clinic. Após ouvir ruídos no exterior, a dra. Hiromi corre para ajudar a fugidia ex-escrava sexual tornada viciada em drogas. Precisando desesperadamente da sua dose de Angel Rain, Yoshimi decide saltar para a morte. No entanto, antes de pular, Yoshimi conta a Hiromi tudo o que lhe aconteceu. Enquanto está sentada na marquesa, de uma forma que lhe permite contemplar, com descontraído à-vontade, os pés envoltos em meias brancas, Hiromi tem a ideia de vingar a morte de Yoshimi.” “Entrails of a Virgin / Shojo no harawata / 処女のはらわた” (1986), c/ Saeko Kizuki (木築沙絵子), Naomi Hagio (萩尾なおみ), Osamu Tsuruoka (鹤冈), Megumi Kawashima (川島めぐみ). “Arranque apropriado com a etiqueta para cópula, este filme começa com um ensaio fotográfico de moda ao ar livre. E sabe-se o que isso significa? (Modelos a posar para fotografias?) Está bem, sim. Mas significa também punhetes, meias, (ou devo dizer, meia), virilhas firmemente ligadas e nus contorcendo-se. Uma vez que toda a gente que aparece no filme está agora no ecrã, é melhor apresentá-los. Vê o tipo a gritar ordens e batendo fotos da modelo? É o Asaoka (Daiki Katô), ele é um bocadinho parvo. O gajo ao lado dele é Tachikawa (Hideki Takahasi), o assistente de Asaoka. E o homem que espreita ao longe é Itomura (Osamu Tsuruoka), a melhor maneira de descrevê-lo é ‘canalha arrepiante’. A mulher stressada a aplicar maquilhagem nas modelos é Kazuyo (Naomi Hagio). A modelo de cabelo curto vestindo uma meia de rede e posando numa bicicleta é Rei (Saeko Kizuki), e a modelo de cabelo comprido posando num vestido tigresa debaixo do falso arco-íris é Kei (Megumi Kawashima). Intercaladas entre as cenas relativas à sessão de fotos de moda estão flashbacks de Asaoka e Rei tendo relações sexuais (zonas do corpo estão borradas por censura). Parece que, se alguém quer trabalhar com Asaoka, tem que fazer sexo com ele. O mesmo vale para Itomura. E hoje ele está de olho na Rei. “Female Inquisitor / Gômon kifujin / 拷問貴婦人” (1987), c/ Keiko Asano (新高惠子), Saeko Kizuki (木筑沙), Ayu Kiyokawa (清川鮎), Hitomi Kazama (風間ひとみ). “O filme centra-se em torno da sápida inquiridora cheia de tesão e propensão para o sadomasoquismo, Hiriko Ichijo, (correspondente a uma superjuíza no jornalismo português) e o seu bando de canalhas, a Japan Inquisition Company, constituído por um idoso ex-militar (cuja proficiência em todo tipo de tortura é rentabilizada), a neta dele (que não é apenas a protegida de Hiriko mas o brinquedo residente da equipa) e um jovem garanhão pinga-amor (que tem uma propensão para donas de casa e usar joias de mulher). O filme abre com as duas protagonistas mimando-se com uma espécie de masturbação de retrosaria, enquanto uma das senhoras se alivia com um fio de algum tipo de lã, a outra enfia o material encharcado de suco nos lábios vaginais e ambas gozam um bom momento. Exclama a neta castrense: ‘Ó chefe, se ele não confessar esta noite, matamo-lo!’ As senhoras acompanham isto com um pouco de tortura pós-sexo. Na sala ao lado, encontra-se um ladrão que sabe do paradeiro de 160 milhões de ienes extraviados que o bando quer deitar a mão. Assim, removem-lhe uma unha, um dente, ele ainda não quer falar. Mas, em seguida, um truque sujo das mulheres, apertam-lhe o pénis com o alicate e ele desbobina tudo. Diz que apenas roubou 40 milhões, o resto deve estar com o gerente do banco. A quadrilha vigia o gerente do banco. Fazem uma orgia de sexo bizarro. Jogam Mahjong. Planeiam o rapto. Entretanto, ficamos a saber que o gerente do banco é infiel. A esposa também, porque vê com os seus próprios olhos numa cassete. A esposa está desesperada vendo o marido a enrabar a namorada. ‘Isso foi horrível’, lamenta-se a rapariga, mas é pouco credível, considerando os seus gemidos de gozo. (…). Finalmente, o gerente e a namorada são raptados pelo bando. Acabam amarrados num quarto, onde está o dinheiro? Não, ele não diz… claro. Então começa a tortura. A rapariga é levantada no ar, amarrada, de forma que os seus joelhos estão quase junto da cara. Em seguida a parte inferior do corpo (rabo e regiões adjacentes) é mergulhada num barril de água. Só que há algo mais na água. Está repleta de animais… viscosas enguias. Centenas delas. Uma das torturadoras dá um bom conselho à rapariga atada: ‘É melhor manteres o ânus tão apertado quanto puderes!’” [5]
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[1] “Reinaldo Ferreira, conhecido pelo pseudónimo de Repórter X, (Lisboa, 10 de agosto de 1897 - Lisboa, 4 de outubro de 1935), foi um repórter, jornalista, dramaturgo e realizador de cinema português. Era pai do poeta Reinaldo Ferreira (filho), que viveu em Moçambique. (…). Imaginou entrevistas com Mata Hari e Conan Doyle, enviou reportagens da ‘Rússia dos sovietes’ sem nunca lá ter posto os pés, criou um dos primeiros detetives de gabinete da literatura policial, deu forma a uma galeria interminável de heróis de folhetim, fundou jornais, realizou filmes, previu, ao jeito de Júlio Verne, como seriam Lisboa e o Porto no ano 2000. (…). Em 1917, com dezanove anos - nasceu em Lisboa no dia 10 de agosto de 1897 - arrepia os lisboetas com o crime, tão tenebroso quanto inexistente, da Rua Saraiva de Carvalho, que metia malfeitores embuçados, um presumível cadáver e um vilão, apropriadamente designado como ‘o homem dos olhos tortos’. A história veio a lume n’ O Século, em forma de cartas enviadas ‘por um desconhecido’, que se assinava Gil Goes. E a coisa atingiu tais proporções que o jornal achou prudente revelar o embuste. (…). Escassos meses após ter encerrado as aventuras de Gil Goes, Reinaldo Ferreira publica em A Manhã, em março de 1918, um ‘inquérito à mendicidade’. Fez-se fotografar mal barbeado e andrajoso, de mão estendida, e o público convenceu-se de que o repórter fizera, de facto, vida de mendigo. Mas, salvo o retrato, era tudo inventado, incluindo os 47 centavos que lhe teria rendido esta incursão na indigência. Neste mesmo ano, volta à carga em O Século com o suposto assassinato de uma estrangeira, perpetrado pelo respetivo marido numa pensão de Lisboa. Desta vez, auxiliado por Stuart Carvalhais, vai ao ponto de pôr um quarto da dita pensão em pantanas e de espalhar sangue de galinha pelo aposento. E, a encerrar o ano de 1918, ‘recolhe’ as últimas palavras do presidente Sidónio Pais, assassinado na Estação do Rossio: ‘Morro eu, mas salva-se a Pátria’, ‘Morro, mas morro bem. Salve-se a Pátria’ ou simplesmente ‘Morro bem. Salve-se a Pátria’. A verdade é que não presenciou o sucedido em virtude de ter chegado tarde para a reportagem prevista e, ao que parece, o estadista tombou sem ter tido tempo de dizer seja o que for, uma vez que foi atingido num pulmão e, consequentemente, não conseguiria falar. (…) Já empregado no ABC, o jornal envia-o à Rússia, em 1925, para acompanhar a luta intestina desencadeada após a morte de Lenine. De Paris, onde terá experimentado pela primeira vez a morfina, Reinaldo informa que lhe está a ser difícil conseguir um visto, mas vai mandando trabalho, designadamente uma entrevista forjada a Conan Doyle. E, finalmente, começam a chegar as crónicas de Moscovo, onde o jornalista passa a vida a tropeçar em portugueses, desde o porteiro do Kremlin ao homem que embalsamou Lenine. A convicção de Joel Lima é a de que o nosso repórter nunca pôs os pés na Rússia e que se limitou a ficar em Paris, aguardando os artigos de Henri Béraud, que para lá fora destacado pelo Le Journal. (…). Abandonado por Lucília em 1928, Reinaldo passa a viver no ano seguinte com Carmen Cal, ainda aparentada com a família portuense dos advogados Cal Brandão. Continua, entretanto, a trabalhar no Janeiro, onde congemina a mais inverosímil das suas ‘reinaldices’: uma alegada campanha alemã para desacreditar a moeda inglesa, que passaria pela produção de libras de louça. Isso mesmo, de louça; quebravam-se e tudo. O pior é que envolveu na trama o banqueiro Francisco Borges, do Banco Borges & Irmão, e a coisa, naturalmente, deu para o torto.” – (Algum) cinematógrafo: “Táxi n.º 9297” (1927), estreado quinta-feira, 9 de junho de 1927 no Salão Jardim da Trindade, no Porto; e sábado, 30 de julho no teatro Salão Foz e no Olimpia, em Lisboa. “Rita ou Rito?” (1927), estreado sábado, 16 de julho de 1927 no Salão Jardim da Trindade, no Porto; e sábado, 6 de agosto no teatro Salão Foz e no Olimpia.
[2] Alan Smithee, “quando os realizadores terminam um filme e odeiam-no (porque os produtores interferiram ou envergonham-se dele), não querem assinar o seu nome. Então que fazem eles? Até há poucos anos, filmes órfãos eram filiados a Alan Smithee. (…). Porquê Alan Smithee? A chefia da Directors Guild of America queria um nome que soasse genérico ou comum (como Smith), mas torceu-o um pouco para que não fosse o nome verdadeiro de alguém (como Smithee).” Em “Let’s Get Harry” Mark Harmon “interpreta um engenheiro civil que é sequestrado na Colômbia. Os outros são uma pandilha de família e amigos que viaja até lá para o salvar. Na verdade, a personagem de Harmon não aparece senão no final do filme, quando é resgatado. Mas, após a rodagem, a série ‘St. Elsewhere’ (1982-1988) disparou em popularidade. Harmon, que interpretava o Dr. Robert Caldwell, tornou-se uma enorme vedeta e a revista People nomeou-o ‘o homem mais sexy vivo’. Tentando capitalizar a súbita fama de Harmon, a TriStar Pictures autorizou uma remontagem radical nas costas de Rosenberg, inserindo meia dúzia de cenas com Harmon ao longo do filme. Ofendido pela ação do estúdio, Rosenberg teve ‘Let’s Get Harry’ atribuído a Alan Smithee.”
[3] Kristine DeBell, 1,68 m, 54 kg, 86-66-89, sapatos 37 ½, olhos azuis, cabelo loiro, nascida a 10 de dezembro de 1954 em Chatham, Nova Iorque. (Curiosa na escola – “Teacher’s Pet”, fotos de Earl Miller). “A sua capa para a Playboy de abril 1976 gerou muita controvérsia após a publicação. Por causa da sua aparência juvenil, aliada ao facto de mostrar os seios e posar com bonecos de peluche, levou os críticos a dizerem que a foto promovia a pornografia infantil.” Na Playboy de agosto desse mesmo ano, Helmut Newton fotografou-a no seu estival “200 Motels, or How I Spent My Summer Vacation”. DeBell é uma das melhores atrizes americanas. Colossal trabalho interpretativo, o seu manológo da vagina, a sua presteza em face do pénis do Chapeleiro Louco, o minete que prostrou a Rainha de Copas, o final feliz ao seu apaixonado, William, no clássico do cinema “Alice in Wonderland: An X-Rated Musical Fantasy” (1976) ◘ filme incluído na compilação “The Best of Sex and Violence” (1981) ◘ Kristine tinha estipulado no seu contrato (cumprido) que não faria nenhuma cena de nudez em “The Great American Girl Robbery” (1979).
[4] Filme-origem de uma saga dos anos 80. “Meatballs Part II” (1984), “põe-nos o acampamento de verão em campo Sasquash, onde o dono, o treinador Giddy (Robert Mulligan), tenta mantê-lo aberto depois de ameaçado de execução de hipoteca pelo coronel Bat Jack Hershey (Hamilton Camp), o militar proprietário do campo Patton, localizado do outro lado do lago, que quer comprar toda a área lacustre para expandir o campo Patton.” Filme com valor acrescentado de Misty Rowe como Fanny. Misty, vestida na Playboy de novembro 1976, foi durante 19 anos a despachada loira sigmática (língua presa, tal como o verborrágico comentador Marques Mendes), no programa de TV “Hee Haw”. E homónima num single (2003) da banda de Austin, Texas, Young Heart Attack. – “Meatballs III: Summer Job” (1986), “quando é negada a entrada no além à vedeta porno Roxy Doujor (Sally Kellerman), é-lhe dada uma última hipótese de ajudar uma pobre alma na Terra. Ela encontra Rudy Gerner (cuja personagem era principal no primeiro filme, aqui interpretado por Patrick Dempsey) a trabalhar na estância do acampamento de verão. Roxy é incumbida de ajudar Rudy a perder a virgindade, a fim ser autorizada a entrar no além.” Filme com valor acrescentado por Shannon Tweed como a Love Goddess. Playmate de novembro 1981, playmate do ano em 1982, construída 1,78 m, 58 kg, 91-64-91, sapatos 42, cabelo loiro, olhos azuis, nascida a 10 de março de 1957, em St. John’s, Terra Nova, Canadá, é uma deusa casada com Satanás, o vocalista e baixista dos Kiss, Gene Simmons. – “Meatballs 4” (1992), resumo para cristãos: “um enredo juvenil serve de pano de fundo para nudez interminável, voyeurismo, insinuações sexuais, fornicação explícita e hedonismo. ‘Meatballs 4’ é soft-porno destinado a espetadores dos 10 aos 13 anos. A história lida com raparigas de biquíni e rapazes desejosos de sexo, que frequentam o Lakeside Water Ski Camp. No meio de festas loucas e deboche, o fundador do campo, Neil Peterson, enfrenta a bancarrota. Para superar os seus problemas financeiros, Lakeside agenda uma competição de esqui aquático com o seu rival, Twin Oaks. As apostas são altas: se Lakeside vencer Twin Oaks tem de paga-lhes a hipoteca; se perder, o diretor de Lakeside, Ricky Wade, de 19 anos, tem de trabalhar em Twin Oaks pelo salário mínimo nos próximos cinco anos. Esta trama juvenil serve como um pano de fundo para intermináveis cenas de raparigas a despir as roupas. Os rapazes olham (através de buracos, se necessário) e ficam excitados.” Filme com valor acrescentado por Neriah Davis como Nariah e Kristi Ducati como Kristi e Monique Noel como Lovelie # 1. / Neriah Davis, 1,68 m, 50kg, 91-58-91, sapatos 38 ½, cabelo loiro, olhos azuis, nascida a 12 de outubro de 1972 em Van Nuys, Califórnia. Playmate de março 1994, “filha de pais hippies, cresceu num estilo de vida simples no norte da Califórnia até aos 18 anos, Neriah não tinha televisão na cidade de 300 habitantes onde cresceu. Uma vida simples no campo sem eletricidade foi a juventude de Neriah até que partiu para LA quando completou os 18 anos. Após chegar a LA, Neriah rapidamente entrou na cena da representação e passagem de modelos. Rodou ‘The Bikini Carwash Company’ (1992) enquanto fazia 19 anos, e começou logo a passar modelos de fatos de banho e algum trabalho com o Playboy Book of Lingerie.” / Kristi Ducati participou nos filmes “Wild Child” (1991), “The Bikini Carwash Company” (1992), “Intimate Obsession” (1992), “The Bikini Carwash Company II” (1993), foi Candy no episódio “Mr. Empty Pants” da série “Married with Children” (1993), “Sorceress” (1995) e “The Misery Brothers” (1995). / Monique Noel, 1,70 m, 51 kg, 91-58-89, olhos azuis, cabelo loiro, nascida a 28 de abril de 1967 em Salem, Oregon. Playmate de maio 1989 gosta de “música clássica, dançar, flores silvestres, jogos dos Lakers, que lhe cocem as costas e conchinha.”
[5] Dependente financeiramente do homem, a mulher, partilha o seu trágico destino na falência e miséria, ou sofre vilipêndios do esposo, a troco de qualidade de vida. A solução de qualquer ministério feminino é única: a independência, através do estudo. Porém, a evolução da indústria do ensino superior, pelo lucro, despromoveu o curso, para vender produtos alavancados como pós-graduações e mestrados. Um curso vale menos que um diploma do liceu. Ele tem que ser complementado com coleção de experiências no mundo empresarial e, numa dezena de anos, só haverá mulheres CEO, presidentes da República, ministras e topos vários. “Mes chères études” (2010), real. Emmanuelle Bercot, c/ Déborah François. “Laura D, 19 anos, vulgar aluna do primeiro ano da universidade, quer triunfar nos seus estudos, a todo o custo. Apesar de um biscate num call center, ela não consegue acorrer a todas as suas despesas e cai numa precaridade financeira tal que, numa noite de desespero, à falta de outras soluções, aventura-se em responder a um anúncio encontrado na internet. Joe, 57 anos, procura estudante para momentos ternos. Cem euros à hora. Uma vez sem exemplo, promete-se ela a si própria.”

no aparelho de televisão

O Polvo” (1984), “minissérie italiana da RAI, realizada por Damiano Damiani, que foca a atividade da máfia, que o inspetor Corrado pretende desmascarar”, transmitida na RTP 1 pelas 22h00, às quintas-feiras, de 10 de janeiro / 14 de fevereiro de 1985. “Corrado Cattani é um inspetor da polícia cuja vida é devotada à luta contra a Máfia italiana (conhecida como ‘La Piovra’ ou ‘O Polvo’). Mesmo quando a sua família e a sua vida são destruídas pelo crime organizado, Cattani continua a lutar por aquilo em que acredita. O primeiro episódio começa com uma terrível suspeita: Cattani é incapaz de aceitar a infidelidade da mulher, facto que aconteceu trinta anos atrás, mas que o leva ainda a duvidar da paternidade da filha de 12 anos, que ele adora. Desgostoso afetivamente, o comissário da polícia encontra algum consolo no seu novo trabalho numa pequena aldeia da Sicília, para onde vai trabalhar após a morte, pela Máfia, do seu antecessor. Começa a procurar a verdade e apaixona-se por uma jovem condessa de 22 anos que também procura esquecer a morte da mãe que se suicidou exatamente no dia em que aparece morto o anterior comissário. Escrita por Nicola Badalucco e Licio Battistrada e dirigida por Damiano Damiani, esta famosa série policial foi o que de melhor se fez na televisão mundial nos anos 80. Interpretada pelo famoso ator Michele Placido (no papel do Comissário Cattani), acompanhado de Barbara de Rossi, Nicole Jamet, Angelo Infanti e Pino Colizzi, ‘La Piovra’ é um marco na produção televisiva e foi um espetacular sucesso quando foi transmitida em Portugal pela primeira vez.” “O Polvo 2” (1986), seguimento da minissérie da RAI, transmitida na RTP 1 pelas 20h35, aos domingos, de 14 de setembro / 12 de outubro de 1986. “Transcorreu algum tempo desde os últimos acontecimentos e o comissário Cattani, que já deixou a polícia e está de férias, consagra-se exclusivamente à família. A filha, Paola, ainda em choque por causa do sequestro de que foi vítima na Sicília, está agora a seguir um percurso de reabilitação psicológica numa clinica especializada na Suíça, onde se dedica a atividades como patinagem e passear com os pais, entre uma sessão de terapia e outra. Os pais vivem separados e, enquanto a mãe, Else, está junto dela noite e dia, o pai, Corrado, mora no hotel e vai visitá-la todos os dias. O equilíbrio psicofísico lentamente recuperado da miúda, agora com quase 14 anos, é ainda muito frágil e os pais tentam comportar-se com ela em absoluta normalidade, porque a única cura possível é ver restaurada a harmonia familiar.” [1]O Polvo 3” (1987), mais seguimento da minissérie da RAI, transmitida na RTP 1 pelas 22h35, aos domingos, de 18 de outubro / 29 de novembro de 1987. “O comissário Corrado Cattani, devastado pela morte dos seus entes queridos e dos seus amigos às mãos do sanguinário Polvo, entrou num profundo estado de crise, porque as provas por ele fornecidas aos juízes do processo (que concluiu no capítulo anterior), não produziram o efeito desejado: alguns dos responsáveis pela morte da filha, Paola, e da esposa, Else, que ele tinha acusado – o advogado Terrasini e o professor Laudeo – foram condenados a penas muito leves estão agora próximo da libertação, enquanto a condessa Olga Camastra foi absolvida por falta de provas.” “Dar e Receber” (1986), intervalando, semana sim semana não, com o programa “Como? Quem? Porquê?” [2], transmitido na RTP 1 antes do Telejornal, pelas 19h45, aos domingos, de (pelo menos) 6 de abril / 28 de setembro de 1986. “A chateza do IVA, ensinado aos contribuintes.” Desde 1 de janeiro de 1986, Portugal enloirece como o 11.º membro da CEE (Comunidade Económica Europeia), “falta saber se durante os dez anos de adaptação às regras da Comunidade haverá necessidade de corrigir a rota ou desfilar tranquilamente a caminho da terra que nos é prometida desde há uma dezena de anos. O que se sabe de certeza é que o edifício Berlaymont, no coração de Bruxelas, onde funciona a sede da CEE, se transformou desde hoje na Meca dos nossos políticos e local habitual das suas peregrinações.” Na mensagem da efeméride, o primeiro-ministro Cavaco Silva exultava que, Portugal, contribuirá “de forma empenhada e dinâmica, para a execução das reformas institucionais que darão à Europa e aos europeus novo alento e novas esperanças. (…). Com a adesão de Portugal e Espanha, a reforma do Tratado de Roma e a institucionalização da cooperação em matéria de política externa, a Europa será seguramente diferente até ao final do século. (…). Não é apenas a quinta língua mais falada no mundo que se torna língua oficial da CEE, mas ainda a experiência e a aptidão dos portugueses no relacionamento com outros países e uma cultura ancestral que vão enriquecer o quadro europeu. (…). [a integração] intensifique decisivamente um processo de modernização da economia portuguesa, de modo a assegurar a competitividade da indústria e do turismo e aumentar a produtividade do setor agrícola.” [3] Este membership num clube seleto força boas-maneiras nos portugueses: comer tremoços de um saco de plástico, etiquetas apavonadas nos produtos, caixotes de fruta gémea e cobrar impostos civilizados. O decreto-lei n.º 394/84, de 26 de dezembro institui o slip Calvin Klein das contribuições, o IVA, cobrado a partir de 1 de janeiro de 1986. “O imposto sobre o valor acrescentado (IVA) é um imposto aplicado em Portugal que incide sobre a despesa ou consumo e tributa o ‘valor acrescentado’ das transações efetuadas pelo contribuinte. Trata-se de um imposto plurifásico, porque é liquidado em todas as fases do circuito económico, desde o produtor ao retalhista. Sendo plurifásico, não é cumulativo, pois o seu pagamento é fracionado pelos vários intervenientes do circuito económico, através do método do crédito do imposto.” No ano primeiro, a taxa normal é 16,0 % e a taxa reduzida 8 %. Em 1996 inventa-se a taxa intermédia (12 %), por causa do binómio boa governação dos governantes / bom empreendedorismo dos empreendedores, que enriquecia o país. Binómio ganhador que continuará a sanha enriquecedora pátrica (sic), por isso, hoje, o IVA serve-se a taxa normal 23,0 %, taxa intermédia 13,0 % e taxa reduzida 6,0 %. “Fortunata y Jacinta” (1980) minissérie espanhola transmitida na RTP 1 pelas 21h50, às sextas-feiras, de 1 de agosto / 10 de outubro de 1986. “A novela ‘Fortunata y Jacinta’ de Benito Peres Galdós é considerada uma das melhores obras do século XIX, quer pelo seu valor temático, quer pela perfeita reconstituição da vida social madrilena nos finais do século XIX. Cem atores secundários, 3500 extras, além de um excelente naipe de atores principais foram utilizados por Mario Camus para a realização desta série que é constituída por dez episódios com a duração de 60 minutos. A obra relata a história de um único herdeiro de uma família rica da alta burguesia espanhola que reparte a sua vida entre o amor por uma mulher que conheceu em jovem (Fortunata) e de quem tem um filho e a amizade por sua mulher (Jacinta), com quem casou por imposição da mãe. A ação passa-se em Madrid, Burgos e Sevilha entre os anos 1865 e 1876 e está recheada de peripécias dramáticas e reflexões filosóficas sobre a vida humana, ligadas pela narrativa fluente e brilhante de Galdós que na série foi substituída pelas lindíssimas imagens que o realizador Mario Camus soube registar e que reconstituem com exatidão uma camada social espanhola muito caraterística. Intérpretes principais: Ana Belén [4], Maribel Martin, Mario Prado, François-Eric Gendron.” “TV 101” (1988-89), série americana transmitida na RTP 2 pelas 18h00, às quintas-feiras, de 4 de maio / 24 de agosto de 1989. “Trata-se de uma comédia divertida sobre o regresso de um antigo aluno de jornalismo ao seu liceu, onde se propõe introduzir a informática no ensino, contra o ceticismo de um administrador. Leon Russom, Sam Robards, Brynn Thayer e Andrew Cassesse são alguns dos intérpretes.” “Recentemente divorciado, Kevin Keegan (Robards), é um fotojornalista que se despede do seu trabalho e regressa à alma mater, a Roosevelt High School, para ensinar jornalismo. Então, ele ensina a sua turma como produzir um noticiário televisivo em vez do tradicional jornal da escola. A série foi escalada em concorrência com os sucessos da ABC, ‘Who’s the Boss?’ e ‘Roseanne’ e ‘Matlock’ da NBC. Após emitir apenas 13 dos 17 episódios produzidos, ‘TV 101’ foi cancelada, devido a baixa audiência e a uma polémica que eclodiu quando uma das personagens engravidou e decidiu fazer um aborto.” “Elvis and Me” (1988), telefilme transmitido na RTP 1 pelas 21h35, às quintas-feiras, entre 4 e 25 de maio de 1989. “Elvis tentou fazer de Priscilla, então ainda adolescente, uma mulher diferente das outras. Para ‘educá-la’, chegou mesmo ao ponto de a obrigar a visitar a morgue, pois era sua intenção fazer dela uma mulher submissa, capaz de obedecer a todos os seus caprichos. Ao princípio, Priscilla não se importava muito, pois sabia que, em todo o mundo, milhares de raparigas sonhavam ocupar o seu lugar.” Na sua biografia, “Elvis and Me”, publicada em 1985, a sortuda, testemunha numerosas peripécias. “Priscilla escreveu que Elvis não aprovava a relação de seu pai, Vernon, com a divorciada Dee Stanley, e não assistiu ao casamento. Depois do enlace, Elvis comprou uma casa em Dolan Drive, em Memphis, onde Vernon e a sua nova esposa residiram. Nas raras ocasiões que Dee Stanley-Presley visitou Graceland, Elvis fez o seu melhor para, pelo menos, ser cortês com a sua madrasta. Priscilla descreve como o pai dela, relutantemente, lhe permitiu viver em Memphis, Tennessee, para estar perto de Elvis. O acordo inicial era que Priscilla viveria com Vernon e Dee, enquanto frequentava a Memphis Catholic School. Contrariamente a esta disposição, Priscilla, gradualmente, mudou-se para a casa de Elvis. As descrições das noites que passou com Elvis, antes do casamento, sugerem que a estrela não estava, de modo patente, sexualmente direcionado para ela. O casal beijava-se e envolvia-se em carícias, mas Elvis parava sempre as sessões de marmelada, antes de conduzirem a efetiva relação sexual. Descrevendo um ‘período limpo’ na vida de Elvis, Priscilla afirma que ‘quaisquer tentações sexuais eram contra tudo o que ele pugnava, e não queria trair-me, a rapariga, esperando por ele em casa, que se estava a preparar para ser a sua esposa’. Segundo o seu relato, Elvis disse a Priscilla que eles tinham de esperar até estarem casados antes de terem sexo. Ele disse: ‘Não estou a dizer que não podemos fazer outras coisas. É só a realização efetiva. Quero guardá-la’. Priscilla acrescenta: ‘Receosa de não o agradar – de destruir a minha imagem da sua menina – resignei-me à longa espera. Em vez de consumar o nosso amor da forma habitual, ele ensinou-me outros meios de o satisfazer. Tínhamos uma conexão forte, muito dela sexual. Nós os dois criámos alguns momentos excitantes e selvagens’. Priscilla nota que os medicamentos sujeitos a receita médica estavam presentes desde a primeira vez que visitou Elvis na América. Ele tomava Etclorvinol para dormir em doses cada vez maiores. Elvis acordava na sua hora habitual, cerca das 16h00, mas estaria grogue e irritável por algumas horas devido à forte dose de comprimidos. Ele, então, começou a tomar Dexedrine a fim de acordar. Elvis gostava de filmes clássicos antigos girando à volta da família ou da luta para sobreviver no mundo, tais como ‘Les Misérables’ (1935), ‘O monte dos vendavais’ (1939), estreado segunda-feira, 28 de outubro de 1940 no cinema Tivoli, ‘Do céu caiu uma estrela’ (1946), estreado quinta-feira, 20 de novembro de 1947 no Politeama, ‘A vaidosa’ (1944), estreado quarta-feira, 19 de novembro de 1947 nos cinemas Odéon e Palácio, “De ilusão também se vive’ (1947), estreado segunda-feira, 15 de agosto de 1949 no Tivoli, ‘Carta duma desconhecida’ (1948), estreado sexta-feira, 14 de janeiro de 1949 no Éden, e o seu favorito, ‘A tortura da carne’ (1927), a história de um pai abnegado, estreado quarta-feira, 2 de janeiro de 1929 no São Luiz Cine.” [5]The Mallens” (1979-80), série inglesa transmitida na RTP 1 pelas 21h35, aos sábados, de 1 de julho / 13 de outubro de 1984. “Série em 13 episódios, adaptada de uma obra da escritora Catherine Cookson, ‘Os Mallens’ narra a história trágica de uma família perseguida por um estigma terrível. História de paixões e ódios, sentimentos violentos e exacerbados, a produção da Granada Television decorre no ambiente inóspito de Northumberland, no século passado. Realizada por Brian Mills e Mary McMurray, tem adaptação da responsabilidade de Jack Russell, integrando um elenco composto de bons atores com destaque para Juliet Stevenson, no papel da protagonista Barbara Mallen. De registar ainda, as presenças de John Hallam, David Rintoul, Pippa Guard, Julia Chambers, Caroline Blakiston e John Duttine. A saga da família conta a história de Thomas Mallen, homem impetuoso e desumano, proprietário de High Banks Hall e pai de vários filhos ilegítimos, todos portadores da ‘marca’ dos Mallens, uma madeixa de cabelos brancos. Os 13 episódios com a duração de uma hora cada, encontram-se divididos em dois tempos de ação, entre os quais medeiam cerca de 20 anos. Na primeira parte, a personagem central é o citado Thomas Mallen, enquanto nos episódios seguintes, Barbara Mallen e os seus amores proibidos estão no âmago da narrativa.”
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[1] A sagrada união depende apenas da mulher certa para a constituir. Olga Vyugina (Ольга Вьюгина), 1,72 m, 60 kg, 105-65-94, olhos azuis, cabelo castanho, nascida a 2 de agosto de 1989 em São Petersburgo, Rússia, t.c.c. Maggie Bliss, Olga, Omega A. “É ilustre por ter os maiores seios que qualquer outro modelo MetArt de sempre, e ter uns enormes e pendentes pequenos lábios.” “Bom, é um grande dia para o mundo livre, mas também é um grande dia para nós no PinupFiles, ao nosso modesto nível, visto termos outro absolutamente estupendo modelo copa HH para os corações amantes de tetas grandes abraçarem.” {Indexxx} ◦ {The Nude} ◦ {MetArt} ◦ {Busty Legends} ◦ {Xerotica}. Fotografia: {fotos1} ◦ {fotos2} ◦ {fotos3} ◦ {fotoa4} ◦ {fotos5} ◦ {fotoa6} ◦ {fotos7} ◦ {fotos8} ◦ {fotos9} ◦ {fotos10}. Videogramas: {“Green Bra”} ▫ {“Bath”}.
[2] “Como? Quem? Porquê?” (1985-86), “uma série de doze programas de Fernando Lourenço e apresentados por João Lagarto, com vista a obter uma melhor participação dos cidadãos na luta à marginalidade”, transmitida na RTP 1 aos domingos, pelas 19h45, antes do Telejornal, estreou dia 3 de novembro de 1985 e continuou no convívio dos telespetadores até 21 de setembro de 1986. Exemplos de sinopses: 10 de novembro de 1985, “casa assaltada, que fazer? Identificação dos seus objetos. Quem matou na 2.ª Circular? Desapareceu o António. Terá morrido?” / 1 de dezembro, “sabe distinguir uma nota verdadeira de uma falsa?” / 12 de janeiro de 1986, “neste programa, O Jogo da Vermelhinha e Morte de um Taxista. Apresentação João Lagarto.” / 19 de janeiro, “visita-se uma exposição sobre prevenção. Criança morta e violada (4 anos) em Valado de Frades.” / 2 de fevereiro, “programa de combate à criminalidade com educação das crianças contra o crime, material apreendido em assaltos e apelo internacional: criança raptada na Suíça.”
[3] O casamento perfeito no binómio governantes / empreendedores é uma particularidade portuguesa, nenhum economista até hoje o conseguiu explicar, só os padres juram que é milagre. Portugal, auspiciado por Cavaco Silva, cresceu no país mais rico, enquanto os outros foram para os trapos e farrapos. “Estas imagens chocantes podem parecer saídas da Grande Depressão – mas, de facto, elas mostram a vida nos últimos anos da União Soviética, há menos de três décadas. As prateleiras das lojas estavam muitas vezes vazias, era normal permanecer em longas bichas se queríamos comprar mantimentos e a maioria das pessoas parecia destruída após um século de terrível pobreza. O estado deplorável da economia da URSS, durante uma época de rápido melhoramento dos padrões de vida no Ocidente, era resultado do seu sistema político comunista dogmático, que sufocou a livre iniciativa e impediu o país de ultrapassar o seu passado feudal. Como estas imagens mostram, na década de 80 o sistema estava à beira do colapso, enquanto as reformas liberalizantes de Mikhail Gorbatchev pouco mais fizeram que abrir a porta para clamores ainda mais altos de mudança. (…). A prostituta de 18 anos, Katya, calcorreia a rua por trabalho, enquanto um carro da polícia passa, em Moscovo em 1991, pouco antes do colapso da URSS.”
[4] Ana Belén, nascida María del Pilar Cuesta Acosta a 27 de maio de 1951, é cantora e atriz, estreou-se no cinema aos 13 anos no filme “Zampo y yo” (1965). Canções: “Muy cerca de ti” (1965) ♪ “Amiga” (1983), c/ Roberto Carlos ♪ “La Puerta de Alcalá” (1986) ♪ “El hombre del piano”.
[5] Uma atriz clássica. Kelly Jai, 1,73 m, 58 kg, 70-58-84, olhos verdes, castanhos ruivos, nascida a 17 de fevereiro de 1993 na República Checa, t.c.c. Alyona, Helen, Irena, Kalea Taylor, Katie Ubina, Kelly, Kelly Sun, Kira Lee, Klara, Klara C, Klarissa, Klarka, Laura, Nadya, Nicole, Stefanie, Veronica, Veronika, Yana. {Indexxx} ◦ {Porn Teen Girl} ◦ {The Nude} ◦ {Define Babe} ◦ {Euro Babe Index} ◦ {Euro Porn Star} ◦  {Nubiles} ◦ {Alba Gals} ◦ {X-Art} ◦ {Nudezz}. Entrevista: “Qual é a tua formação escolar?”, R: “Estou prestes a começar a universidade.” “Qual é a tua disciplina preferida?”, R: “História.” “És uma boa aluna?”, R: “Sim. Adoro a escola.” “Que atividades gostas na escola?”, R: “Qualquer coisa a ver com História.” “Como passas o tempo livre?”, R: “A estudar.” “Qual é a tua profissão de sonho?”, R: “Historiadora no Museu Nacional.” “O que te assusta?”, R: “Voar.” “Qual é a coisa que achas que mereces?”, R: “Sentir-me desejada.” “Como é que te descreves a ti mesma?”, R: “Inteligente, divertida, sexy, tímida às vezes.” “O que fazias para te divertir em criança?”, R: “Sempre gostei de aprender sobre História checa.” “Tens uma cor favorita?”, R: “Castanho.” “Qual é o teu programa favorito de televisão?”, R: “Notícias.” “Qual é o teu livro favorito?”, R: “Não leio tanto quanto deveria… a menos que seja um livro escolar!” “Que tipo de música gostas?”, R: “Adoro ópera… eu sei que parece terrível!” “Qual é a tua bebida favorita?”, R: “Chá de camomila.” “Tens uma comida favorita?”, R: “Qualquer coisa doce.” “Gostas de sexo duro e violento, ou suave e delicado?”, R: “Suave e delicado, de certeza.” “Qual é a tua parte preferida do teu corpo?”, R: “Os meus olhos.” “Que tipo de cuecas gostas de vestir?”, R: “Nenhumas! Às vezes também gosto de manter as minhas pernas abertas quando estou de saias! Lol.” “O que procuras num homem?”, R: “Um cérebro!” “Qual é a tua posição favorita?”. R: “À canzana.” “O que é que te excita?”, R: “Exibir-me às pessoas quando elas pensam que eu não sei que estou a fazê-lo – saias sem cuecas.” “Gostas de sexo anal?”, R: “Nunca tentei.” “Gostas de fazer broche?”, R: “Sim, adoro!” “Masturbas-te muito?”, R: “A toda a hora. Até o fiz numa aula, uma vez!” “Usas brinquedos sexuais?”, R “Se posso, sim.” “Tens alguma fantasia sexual?”, R: “Gosto realmente de voyeurismo. É o meu fetiche.” Fotografia: {fotos1} ◦ {foto2} ◦ {fotos3} ◦ {fotos4} ◦ {fotos5} ◦ {fotos6} ◦ {fotos7} ◦ {fotos8} ◦ {fotos9} ◦ {fotos10} ◦ {fotos11} ◦ {fotos12} {fotos13} { fotos14}. Videogramas: “Sitting on the Lap” ◘ “Sexy Pink Outfit and Reads”: “Alyonna é uma jovem mulher sensual e espera na cama lendo o seu telemóvel. Ela acorda com uma dor de cabeça e o seu velhinho chega. Ele massaja-a e relaxa-a e, lentamente, retira-lhe as roupas. Ele chupa os seios dela e lambe a sua jovem rata. Após ela lhe fazer uma mamada, ele abre-lhe as pernas e fode-lhe a pássara. Embuchado de rata, ele enfia-lhe o dedo no cu e fode o seu jovem cu a preceito. O jovem cu dela aprecia a piça, e ela cavalga-o, para desfrutar da sua pichota velha. Ela ajoelha-se e ele vem-se nas tetas dela e termina uma grande cena.” ◘ “Kelly Jai tem o corpo de uma deusa Nubile! A sua cintura ultrafina e firmes tetas empertigadas são uma dupla perfeita para as suas pernas longas e esguias.” {Nubiles} ◘ {Nubiles} ◘ {Nubiles} ◘ {Nubiles} ◘ {Nubiles} ◘ {Nubiles} ◘ {Nubiles} ◘ {Casual Sex} ◘ {“Sex for Money”} ◘ {“Forrest”} ◘ {“Massage Room”} ◘ {“First Date”} ◘ {“Teen Vision - Zuckersüß und schwanzgeil!”} ◘ {“Czech Gangbang 6”} ◘ {“Extreme Cum Makeover”} ◘ {Woodman Casting, como Kalea Taylor, trabalha numa fábrica de cosméticos e perdeu a inocência numa floresta aos 16 anos}.

na aparelhagem stereo

Os 56 melhores momentos musicais na história da guitarra”. “Um momento no tempo. Uma fração de segundo em que tudo estanca, e a sua mente fotografa um instantâneo de um evento, que você levará sempre consigo – um evento que separa para sempre a sua vida em duas partes: coisas que sucederam antes desse momento e coisas que sucederão depois. Grandes momentos mudam-no. Os maiores mudam tudo.” Exemplos: – “Andrés Segóvia toca o seu primeiro concerto, 1909. Quando Andrés Segóvia, primeiro Marquês de Salobreña, com 16 anos, se estreou no Centro Artístico, Literário y Científico de Granada, Espanha, ninguém poderia imaginar que ele acabaria por reinventar a forma como a guitarra é tocada. A surpreendente técnica de Segóvia – ainda mais incrível dado ele ser autodidata - enfatizava tom e expressão, e ele foi o primeiro guitarrista clássico a explorar os diferentes timbres e gama de dinâmicas produzida pelos dedos. Ele iria também expandir o repertório da guitarra e, sozinho, elevar o instrumento a um lugar de respeito e proeminência.” – O solo de Eddie Van Halen, numa Gibson Flying V de 1958, em “Hot For Teacher” (1984). Executado já na era MTV, as imagens de promoção são-lhe indissociáveis numa voracidade estática de turbilhões de sons e imagens. Vídeo filmado na John Marshall High School, em Los Feliz, Los Angeles, realizado por David Lee Roth e Pete Angelus, no papel da professora de Química, a modelo norueguesa Lillian Müller [1]. “Numa cena na sala de aula, em que a professora dança sobre a mesa, no quadro estão escritos os números: 20-9-8-19-25-12-15-8. Cada um destes números corresponde a uma letra do alfabeto. Lendo a palavra codificada da direita para a esquerda, soletra: ‘HOLY SHIT’. Este é o único exemplo conhecido destes artifícios escondidos num vídeo dos Van Halen.” “No final do vídeo, em que descobrimos que David Lee Roth tornou-se no apresentador favorito de concursos de TV da América, as suas calças estão molhadas. Isto foi feito deliberadamente numa tentativa de conseguir a primeira mancha de urina na MTV.” O enredo, “um conto sobre um rapaz que de repente encontra-se a prestar muita atenção às aulas. Ou melhor, a quem as leciona”: “I think of the education that I missed / But then my homework was never quite like this”, i.e., papar a professora, sacudiu mulheres ociosas americanas. “Tipper Gore, esposa do então senador Al Gore, ficou chocada com o vídeo de ‘Hot for Teacher’. ‘As imagens assustaram os meus filhos’, disse ela. ‘Elas assustaram-me!’ Por volta de maio de 1985, Gore formaria o Parents Music Resource Center, que pressionou a indústria discográfica para criar um sistema de classificação, informando os compradores de conteúdo explícito. Mas quando o PMRC divulgou a sua lista das ‘Quinze imundas’, incluía canções de Madonna, AC/DC e Sheena Easton, mas não Van Halen.”
O instrumento de cordas, assobarcado pelo sexo feminino, desbatocou uma pipa de procacidade venatória na floresta do trazer para casa o bacon [2]. Kiera Winters tem a sua guitarra fora da caixa e, após dedilhar uns acordes, decide fica completamente nua. Correndo homens a vestirem-se de mulheres, Shotaro Nakamura: “From JIZO With Love” ♪ “Dr. Wily's stage 1” ♪ “Wolf And Raven” ♪ “Ace of Spades” ♪ “Can’t Beat Air Man” ♪ “30 Days Speed Shred”. Ou mulheres vestindo-se de guitarras: MaryCeleste [3]. Bree abonecando-se para as aulas em “The Roommates”, um Photo Book de Joe Wehner [4]. A Cyber Girl Cassandra Dawn [5]. E, Brigitte Bardot, a quem, qualquer trapinho lhe caía bem.
Jess Greenberg, chanteuse, nascida a 20 de dezembro de 1994, em Londres, era uma cara laroca no YouTube aos 15 anos: “Over the Rainbow” (2010) ♪ “You've Got a Friend” (2010) ♪ “Landslide” (2011) ♪ “If I Ain't Got You” (2011) ♪ “Titanium” (2012). E, do nada, tetas! [6] Tetas, invadiram mais que sete nações: “Seven Nation Army” (2012), e a 23 de agosto alternaram a corrente: “Highway to Hell” (2013) ♪ “Long Train Running” (2014). {canal YouTube} ∙ {soundcloud}.
A ultratalentosa E-Young (Noh Yi-young / 노이영), 1,67 m, 45 kg, nascida a 16 de agosto de 1992 em Chuncheon, Coreia do Sul. Cantora, rapper, bailarina, compositora e modelo, toca guitarra, guitarra elétrica, violoncelo, viola baixo, clarinete, bateria, trompete, flauta, violino, harpa e piano, especialista em popping & locking e ballet. “Ela é membro da girl band After School e da subunidade A.S. Blue. (…). A sua primeira intervenção foi no primeiro álbum das After School, ‘Virgin’. E-Young fez a sua primeira aparição como nono membro das After School a 31 de dezembro de 2010 no MBC Gayo Daejun, tocando a canção ‘Bang!’. E fez a sua estreia oficial com o grupo, a 29 de abril de 2011, no programa de TV, KBS Music Bank, no qual interpretaram ‘Shampoo’ e ‘Let’s Step Up’.” – E-Young na K-Note Music Academy ♪ “Far Beyond the Sun” / Yngwie Malmmsteen. After School: “First Love” (2013) ♪ “Shh” (2014).
Orianthi Panagaris “nascida em Adelaide a 22 de janeiro de 1985, mais conhecida profissionalmente como Orianthi, é uma cantora, compositora e guitarrista australiana de ascendência grega. Ela já tocou com Michael Jackson, integrada na mal-afortunada tournée ‘This Is It’ e na banda de estrada de Alice Cooper. O seu single de estreia, ‘According to You’, alcançou a posição n.º 3 no Japão, n.º 8 na Austrália e n.º 17 nos EUA. O seu segundo álbum, ‘Believe’, foi lançado mundialmente no final de 2009. Em 2009, Orianthi foi nomeada uma das 12 maiores guitarristas femininas pela revista Elle. (…). Ela começou a tocar piano aos três anos de idade e, por incentivo do pai, mudou-se para a guitarra acústica aos seis anos. Quando tinha onze anos escolheu a guitarra elétrica e deixou a sua escola, Mercedes College, matriculando-se no Cabra Dominican College. Ela também frequentou o St Peter’s Collegiate Girls’ School por um curto período. Aos 15 anos, ela concentrou-se na escrita de canções e assim começou a sua carreira profissional. Ela tem tocado em bandas desde os 14 anos e realizou o seu primeiro espetáculo de palco para o Steve Vai aos 15 anos. Orianthi conheceu e tocou de improviso com Carlos Santana quanto tinha 18 anos. Santana convidou-a para tocar com ele no soundcheck, mais tarde, perguntou-lhe se ela se juntaria a ele no palco nessa noite para tocarem no seu concerto no Memorial Drive Park, em Adelaide, a 30 de março de 2003.” Entrevista: P: “Que tipo de mambos tiveste que aturar na escola como guitarrista do sexo feminino?”, R: “Eu inscrevia-me nas mesmas audições que os rapazes, portanto estar na bicha para entrar na banda da escola com rapazes era duro. Eles mandavam bocas. Um professor, na verdade, disse-me: Deves tocar harpa porque é um instrumento mais feminino. Os rapazes costumavam chamar-me aberração o tempo todo. Eles diziam: Não devias estar a tocar guitarra, és uma rapariga. Eles diziam que eu não ia conseguir passar esta audição e que eu deveria simplesmente ir-me embora e eu entrei e isso irritou-os ainda mais.” – “Now or Never” (2007) ♪  “Voodoo Child” (2010) ♪ “Walk This Way” (2010), c/ David Garrett ♪ “Shut Up & Kiss Me” (2010) ♪ “Little Wing” (2011), c/ Steve Vai, Joe Satriani e Tony McAlpine ♪ “Livin’ On A Prayer” (2014), c/ Richie Sambora.
“Let me tell you all a story / About a mouse named dilory / Dilory was a mouse in a big brown house / She called herself the hoe / With the money money blow / But fuck that little mouse 'cause I'm an albatraoz”, “I’m an Albatraoz” (2014), p/ AronChupa. “Aron Michael Ekberg (nascido a 30 de março de 1991 em Borås, Suécia), mais conhecido pelo nome AronChupa, é um cantor, compositor, DJ, produtor, jogador de futebol e proprietário de uma etiqueta discográfica sueco. É membro do grupo de hip-hop electro, Albatroz, formado em 2012. Aron é também jogador do clube de futebol Byttorps IF, que joga na quarta divisão sueca. (…). Em 8 de agosto de 2014, ele lançou o seu single de estreia a solo, ‘I’m an Albatroz’, cantado pela sua irmã Nora Ekberg.”
Eletricidade nos anos 80:
Rok Da House” (1987), p/ The Beatmasters feat. The Cookie Crew. The Beatmasters são Richard Walmsley, Amanda Glanfield e Paul Carter, “trio de compositores de dance music, músicos e produtores que tiveram sucesso como artistas por direito próprio no Reino Unido no final de 1980 e início de 1990. Eles prosseguiram produzindo e misturando discos para muitos outros artistas e grupos, incluindo ‘Behind the Wheel’ (1987) Depeche Mode, ‘Route 66’ (1987) Depeche Mode, ‘Move Any Mountain / Progen’ (1991) The Shamen, ‘Lucy Can't Dance’ (1992) David Bowie, ‘Fall from Grace’ (1993) Eskimos and Egypt, ‘Disco Inferno’ (1993) Tina Turner, ‘Everytime You Touch Me’ (1993) Moby, ‘I Wouldn't Normally Do this Kind of Thing’ (1993) Pet Shop Boys, ‘Adored and Explored’ (1993) Marc Almond, ‘Jungle Warrior’ (1994) Aswad, ‘I Love Saturday’ (1994) Erasure, ‘Boys and Girls’ (1994) Blur, ‘Down’ (1995) Roachford, ‘Still Be Lovin You’ (2000) Damage, ‘Sugar Baby’ (2000) Elizabeth Troy, ‘Lover’ (2005) LMC. Como artistas, o trio teve uma série de êxitos nos tops, incluindo ‘Burn It Up’, ‘Hey DJ! (I Can't Dance to that Music You’re Playing)’, ‘Who's in the House’ e ‘Rok Da House’, este último, gravado em 1986, é um dos primeiros exemplos de hip house, um subgénero da house music que apresenta rap sobre uma faixa house. O seu sucesso inicial trouxe comparações com os produtores de discos pop, Stock, Aitken e Waterman, mas os Beatmasters citavam os produtores rivais, Coldcut, como os seus principais concorrentes. Amanda Glanfield e Paul Carter (ambos frequentadores habituais da cena de clubes noturnos londrinos) trabalhavam na indústria de jingles publicitários para TV. Assinando pela editora em ascensão Rhythm King, a dupla juntou-se aos seus colegas de editora, Bomb the Bass e S’Express, em habituais aparições no Top 40 das tabelas de singles do Reino Unido durante 1988 e 1989.” Born This Way” (1989), p/ The Cookie Crew. “As Cookie Crew foram um duo de música rap formado em Clapham, sul de Londres, em 1983. A sua carreira arrancou após vencerem um campeonato nacional de rap e gravarem duas sessões para o programa de John Peel na BBC Radio One. Ganharam um contrato de gravação da etiqueta de dance music Rhythm King, e foram colocadas no estúdio com o trio de produtores Beatmasters, que as orientou para a house music. Em julho de 1987, o single resultante, ‘Rok Da House’, era popular nos nightclubs. O single seguinte, ‘Females’, também foi um sucesso razoável em outubro de 1987. (…). O duo mudou-se para outra editora, a FFRR, e diferentes produtores, resultando numa série de singles de sucesso em 1989, como ‘Born This Way (Let's Dance)’, ‘Got to Keep On’ com Edwin Starr e ‘Come and Get Some’; mais o álbum ‘Born This Way!’. (…). Em 1992, existiam diferenças de opinião entre o duo, que queria prosseguir num estilo mais ortodoxo de hip-hop / rap, e a casa mãe da FFRR, a London Records, que queria dirigi-las para um estilo de rap mais pop. Isto resultou na dupla abandonando a FFRR e retirando-se da cena hip-hop / rap. (…). Elas eram MC Remedee (nascida Debbie Pryce, a 4 de dezembro de 1966) e Susie Q (nascida Susan Banfield, a 10 de março de 1967). Banfield é irmã do vocalista dos Pasadenas, Andrew Banfield, e Pryce era anteriormente uma chef no ministério da Defesa.”
Hey DJ! I Can't Dance (to that Music You're Playing)” (1989), p/ The Beatmasters feat. Betty Boo. “‘I Can’t Dance to that Music You’re Playing’ é um single de funk-soul de 1968 pelo grupo da Motown, Martha and the Vandellas. A canção quase retornou o grupo ao Top 40 das tabelas de singles pop atingindo o número 42 e alcançando o número 24 na tabela de singles R&B. É notável pelos coros das The Andantes (Marlene Barrow, Jackie Hicks e Louvain Demps, que tinham estado numa sucessão de singles das Vandellas desde ‘My Baby Loves Me’) e Syreeta Wright, que tinha assinado recentemente pela Motown e namorava na altura com outro artista da editora, Stevie Wonder.” Where Are You Baby” (1990) Doin' The Do” (1990), p/ Betty Boo. “Alison Moira Clarkson (nascida a 6 de março de 1970 em Kensington, Londres), mais conhecida como Betty Boo, é uma cantora, compositora e artista de rap pop. Ela ganhou proeminência no mainstream no final de 80 e princípio de 90, no seguimento de uma colaboração com os Beatmasters e a sua subsequente carreira a solo, que gerou uma série de singles nas tabelas, principalmente em 1990 com ‘Doin’ The Do’.” “Doin’ The Do” sampleou a canção de 1968 das Reparta and the Delrons “Captain Of Your Ship”. A expressão, no calão dos pretos americanos, significa fazer minete, “embora Betty afirme que só descobriu isso mais tarde.” “Clarkson estudou engenharia de som na Holloway School of Audio Engineering antes de alcançar um conjunto de êxitos musicais entre 1989 e 1992. Originalmente alcunhada de Betty Boop, pela sua semelhança com a personagem do desenho animado, alterou-a para evitar disputas sobre marcas registadas. De ascendência escocesa e dusun (tribo do estado de Sabah no norte de Bornéu), ela tinha uma invulgar e impressionante aparência Emma Peel (Diana Rigg, na série de TV ‘The Avengers’, 1961-1969), vestindo roupas levemente provocantes e reveladoras, e provou ser uma influente figura da música pop, cuja ‘música atrevida e poderosa e imagem lançou uma centena de aspirantes ao sucesso, e não é nenhum grande choque que, quando os criadores das Spice Girls colocaram os anúncios iniciais, eles procuravam por ‘5 Betty Boos’. Escrevendo para o Guardian em agosto de 1990, Lucy O’Brien notou a diferença entre a ‘calma’ Clarkson e o seu alter-ego de estrela pop de ‘adorável durona’, descrevendo esta como ‘uma mistura BD de Betty Boop, Barbarella e Buck Rogers’.” “Boo escreveu o seu álbum de estreia, ‘Boomania’, numa semana no seu quarto. Ela lembrou para o jornal Metro: ‘Eu tinha tirado um curso de engenharia de som e ganhei algum dinheiro do single com os Beatmasters. Em vez de comprar um monte de sapatos, comprei equipamento. Escrevi ‘Doin’ The Do’ e ‘Where Are You Baby?’ e depois o resto. Demorou algumas semanas para escrever todas as canções, mas eu consigo escrever depressa. É como fazer os trabalhos de casa num domingo à noite. Gosto de me divertir o resto do tempo.”
  “Who’s in the House” (1989), p/ The Beatmasters feat. M. C. Merlin. “Wait, I gotta tell you something / Without Merlin, Britney, nothing / Beatmasters stand to attention / Hip-house is your invention // Who's in the house? (Who-who-who's in the house?) (Hip-house) / (Who's in the house? Who-who-who's in the house?) (Hip-house) / Who's in the house? (Who-who-who's in the house?) (Hip-house) / (Who's in the house? Who-who-who's in the house?).” A canção sampleou (aos 0:01 min → 0:08 min em) “Megablast Rap” do LP “Into The Dragon” (1988), p/ Bomb The Bass. E (0:15 → 5:59) “The Love I Lost” (1988), p/ Mark Imperial & Co. feat. Jack N. House. [7] Born Free” (1988), p/ M. C. Merlin. “O Reino Unido era um lugar improvável para encontrar rappers no final dos anos 80. Merlin (batizado Justin Mark Boreland, de ascendência jamaicana) nasceu e foi criado em Brixton, no sul de Londres. Aos 11 anos, ele cantava e tocava numa igreja funky que usava caixas de ritmos e sintetizadores para ampliar os tradicionais órgão e piano. Com linhagem musical – a estrela do reggae Smiley Culture (David Emmanuel) é seu tio – Merlin formou os Juveniles para tocar nos bailes das escolas. Aos 14, ele começou a andar com os rappers locais, fazendo amizade com MC Blade. Os adolescentes venceram um importante concurso de rap, e o DJ Master Mix surripiou Merlin para assinar um contrato a solo pela Rhythm King Records. A etiqueta britânica relançou ‘Born Free’, e Merlin colaborou com êxito com os rappers locais, incluído Bomb e S’Express, em muitos sucessos nas tabelas. A sua discografia inclui ‘Who’s in the House’ de 1989, e os LPs ‘Merlin’ (1989) e ‘The New Rap Messiah’ (1992). Uma pena de prisão de seis meses por roubar cheques da Mute Records interrompeu tudo. Ele retomou o rap depois de libertado, mas os seus dias de glória estavam finados e a sua carreira terminou antes do seu 21.º aniversário.”
Burn It Up” (1988), p/ The Beatmasters feat. P. P. Arnold. “Burn It Up” contém um sample (aos 0:55 / 1:38 / 2:11 min → 1:02 min) da canção de 1972, “It’s Just Begun”, dos Jimmy Castor Bunch The First Cut Is The Deepest” (1967), p/ P. P. Arnold. “Nascida Patricia Ann Cole a 3 de outubro de 1946 numa família de cantores de gospel, Arnold casou aos 15 anos e teve duas crianças (Kevin e Debbie). Ela teve vários trabalhos menores, (durante o dia como balconista / datilógrafa numa empresa de vestuário, enquanto trabalhava em part-time numa fábrica de ovos), até ao início dos anos 60, quando Maxine Smith, uma ex-namorada do irmão, contactou-a com uma oferta. Maxine e a sua amiga Gloria Scott tinham conseguido arranjar uma audição para três raparigas para substituírem as originais Ikettes, a trupe dançarina / cantora que provia acompanhamento vocal e dançante para a Ike & Tina Turner Revue. Smith contactou Arnold, que sabia ser cantora. Na audição, foi oferecido de imediato o trabalho às três jovens, mas Smith convenceu Arnold a assistir um concerto em Fresno, nessa noite, antes de tomar a decisão final. Quando Arnold chegou a casa às seis horas da manhã seguinte, o marido furioso encheu-lhe o pucarinho. Arnold deixou-o imediatamente e, após entregar os filhos aos cuidados dos seus pais, juntou-se à Ike & Tina Turner Revue.”
Warm Love” (1989), p/ The Beatmasters feat. Claudia Fontaine. Género house music. “House é um estilo de dance music eletrónica com origem em Chicago, Illinois, no início de 1980. Foi inicialmente popularizada nas discotecas de meados da década de 80 direcionadas para pretos, latinos e comunidades gay; primeiro em Chicago, depois Detroit, Nova Iorque, New Jersey e Miami. Finalmente chegou à Europa antes de ser infundida no pop comercial e dance music por todo o mundo. (…). A house é uma descendente do disco, que misturou soul, R&B, funk, com mensagens exaltadoras sobre dança, amor e sexualidade, tudo sustentado com arranjos repetitivos e batida de bombo constante. (…). O termo pode ter a sua origem a partir de um clube noturno de Chicago chamado The Warehouse, que existiu de 1977 a 1982. The Warehouse era frequentado principalmente por pretos homossexuais e latinos, que vinham dançar disco tocado pelo DJ da casa, Frankie Knuckles. Embora Knuckles deixasse o clube em 1982 e fosse rebatizado Music Box, o termo ‘house’, abreviação de Warehouse, diz-se, ter-se-ia tornado popular entre os habitantes de Chicago, como sinónimo das seleções musicais de Knuckles enquanto DJ, antes de se relacionar com as suas próprias produções de dance music, não obstante estas não começassem até muito depois do encerramento do Warehouse. No documentário ‘Pump Up The Volume’, do Channel 4, Knuckles menciona que, a primeira vez que ouviu o termo ‘house music’, foi ao ver ‘we play house music’ num cartaz na janela de um bar no South Side, Chicago. Uma das pessoas no carro com ele gracejou: Sabe, é o tipo de música que você toca no Warehouse! O DJ de South Side, Chicago, Leonard ‘Remix’ Rroy, em declarações autopublicadas, reivindica que ele pôs um cartaz desses na janela de um clube, The Bitter End, 7300 South, Cottage Grove, porque era onde ele tocava música que qualquer um podia encontrar em casa; no seu caso, referia-se aos discos soul e disco da sua mãe, que ele trabalhava nos seus sets.” Natural High (To Take The Sky)” (1981), p/ Claudia Fontaine. “Nascida a 28 de junho de 1960, em Bethnal Green, Londres, Fontaine começou a sua carreira, no início da adolescência, cantando coros em várias sessões de gravação. Ela juntou-se a uma série de trios de lover rock (subgénero do reggae), incluindo Mellow Rose, One Love e True Harmony, antes de emergir como solista. Em 1981, ela gravou a sua versão de ‘Natural High’, a balada clássica de R&B do grupo de soul Bloodstone, com o produtor Junior Boothe. A canção tornou-se um sucesso popular do lover rock e foi licenciada a uma editora principal (Decca), embora com pouco êxito e o seguinte, ‘Not A Little Girl Any More, não conseguiu fazer qualquer impacto. Fontaine continuou as sessões de estúdio, fornecendo coros para Keith Douglas, Tony Tuff e King Sounds, e em 1982 juntou-se a La Famille, cantando vocais ao lado das Brown Sugar e a vocalista dos Soul II Soul, Caron Wheeler. O grupo gravou o êxito disco de 1982, ‘Dancer’, seguido pelo aclamado ‘All Night Long’.” [8]
____________________
[1] Lillian ller, 1,73 m, 57 kg, 91-61-89, olhos castanhos, cabelo loiro, nascida a 19 de agosto de 1952 em Grimstad, Kristiansand, Noruega, foi também atriz e repetente na capa da Playboy, escolhida playmate do ano 1976, t.c.c. Inga Anderssen, Lillian Mueller, Lillian Muller, Yulis Revel, Yuliis Ruval, Yulis Ruval, Yullis Ruval. Filmografia (resumo): “Rosemaries Tochter” (1976), real. Rolf Thiele, uma comédia sexual baseada na história de Rosemarie Nitribitt, uma acompanhante de luxo assassinada em 1957. “Segundo pessoas que a conheciam na época, Nitribitt esforçou-se por disfarçar as suas origens humildes a fim de ser capaz de manter uma conversa na alta sociedade e atrair clientes mais sofisticados. (…). Entre eles estavam membros da família Krupp (Harald von Bohlen und Halbach), Harald Quandt, Ernst Wilhelm Sachs e o seu irmão mais novo Gunter Sachs.” O crime nunca foi desvendado. ◘ “Casanova & Co.” (1977), estreado a 21 de agosto de 1980 no cinema Politeama, “Tony Curtis à frente dum sensacional elenco. Nas memórias do mais célebre conquistador, se o amor é crime ele foi o inimigo público n.º 1… O notável filme de François Legrand ‘As 13 mulheres de Casanova’. Não aconselhável a menores de 18 anos. Marisa Berenson, Marisa Mell, Jean Lefebvre, Sylvia Koscina, Andrea Ferrol, Victor Spinetti. Hoje às 21.30 na espetacular estreia.” ◘ Anúncio Jovan Musk Oil 1979/80 ◘ “Stewardess School” (1986).
[2] Modelo no gif Sasha Blonde. 1,71 m, 48 kg, 88-64-88, olhos cinzentos, cabelo loiro, nascida a 1 de julho de 1985, na Ucrania, t.c.c. Natasha G, Elise, Elizaveta, Marbelle, Nakeisha, Natasa, Natasha, Sasha, Sharon. Sites: {Indexxx} ▫ {The Nude}. Fotografia: {fotos1} ▫ {fotos2} ▫ {fotos3} ▫ {fotos4 + Vika} ▫ {fotos5} ▫ {fotos6} ▫ {fotos7 + Ivana + Olya} ▫ {fotos8 + Alice + Tanya}. Videograma: {Sasha Blonde Cumpilation} ▫ {Slowy Cum} ▫ {Wetting Beauty}.
[3] Mary Celeste, 1,73 m, 56 kg, 86-66-91, sapatos 40, olhos e cabelos castanhos, de Silver Springs, Maryland. Artista, modelo, baixista, bailaria, designer, fotógrafa, totó hippie & borracho motard. Fotografia: {Glamour101} ◦ {Voxefx Media} ◦ {Photo Gallery by Bilsen} ◦ {BILSEN (the artist formerly known as John Galt NY)} ◦ {Bill Earle} ◦ {Joshies Art Nudes} ◦ {Roco Images} ◦ {Shoot Bare} ◦ {Zvaal} ◦ {Randall Hobbet} ◦ {Bill Monday} ◦ {Bradford James} ◦ {Jay Henry}. Videogramas: {“Behind the Scenes: 10 Ways 1 Speedlight workshop featuring Mary Celeste”} ▫ {“Chasing the Cover Photo: Big Schloss”} ▫ {“Mary Celeste w/ Eric Costley at Studio 223”} ▫ {“Celestial”}.
[4] Joe Wehner fotógrafo sedeado em Los Angeles e Nova Iorque. Fotografia: {“Cristi”} ◦ {“I did everything I wanted to”}. Videogramas: {“The Roommates”} ▫ {“The Summer House” c/ Nadyia, Hannah May e Tatiana} ▫ {“Tatiana”} ▫ {“Waiting For…”, c/ Tatiana} ▫ {“That Girl”, c/ Hannah May} ▫ {“Morning Coffee”, c/ Hollei (1,78 m, 81-58-86, sapatos 39, olhos azuis cabelo loiro) e Barbora da Muse Models NYC para Cake # 3} ▫ {“Breaking and Entering”, c/ Zhanna Havenko e Mila Filatova} ▫ {“Melissa”} ▫ {“Michea Crawford”} ▫ {“Shannon”}. Videoclips: {“Say Yes To Me”, p/ The Attic Ends} ▫ {“Who Are You?”, p/ The Attic Ends} ▫ {“So I Cry Out”, p/ Gambles}.
[5] Cassandra Dawn, 1,70 m, 48 kg, 81-58-81, sapatos 38, olhos cor de avelã, cabelos castanhos, nascida a 10 de janeiro de 1990 em Los Angeles. Entrevista: “Decidi posar para a Playboy porque, quando tinha cinco anos, encontrei uma revista Playboy e pensei para mim própria: não há hipótese de eu alguma vez posar assim ou parecer assim. Eu não acha que pudesse alguma vez ser feminina o suficiente. Então, quando tinha 19 anos fui abordada para entrar no programa da Playboy TV, Playboy Shootout, que era um concurso de modelos. Fiz o programa e depois concorri para playmate. Não fui aprovada, mas acabei tornando-me uma cyber girl. (…). Adoro rock acústico e pop rock. Toco guitarra, que é mais um dos meus hobbies e canto. Canto desde os quatro anos. Gosto de Sara Bareilles e também gosto de Missy Higgins, KT Turnstall e Colbie Caillat.” Fotografia: {fotos1} ◦ {fotos2} ◦ {fotos3} ◦ {fotos4} ◦ {fotos5} ◦ {fotos6} ◦ {fotos7} ◦ {fotos8} ◦ {fotos9} ◦ {fotos10} ◦ {fotos11} ◦ {fotos12} ◦ {fotoa13} ◦ {fotos14} ◦ {fotos15} ◦ {fotos16} ◦ {fotos17} ◦ {fotos18} ◦ {fotos19} ◦ {fotos20} ◦ {fotos21} ◦ {fotos22} ◦ {fotos23} ◦ {foto24}. Videogramas: {vídeo} ▫ {vídeo} ▫ {“Bath Pleasures”} ▫ {“Cyber Girl Xtra”} ▫ {“Cyber Girl Xtra”} ▫ {“Cyber Girl Xtra”} ▫ {“Inteview by Taija Rae”} ▫ {“Amazon Fever”} ▫ {“Sweet Melodies”} ▫ {“Alluring Figure”}. {Instagram}.
Plus: Cassandra Dawn foi fotografada por Carlos Nuñez, o fotógrafo que todo o homem gostaria ser, nascido em Tegucigalpa, Honduras, residente em Los Angeles. Fotografia: {“Rotten Hearts, Open legs & shit that goes fast”} ◦ {“Caught in the Moment”} ◦ {“Oh Girls”} ◦ {Fotografias} ◦ {Fotografias} ◦ {Fotografias} ◦ {Fotografias} ◦ {El fotógrafo de las ninfas} ◦ {Sarah Hyland} ◦ {Xenia Deli} ◦ {Fotografando a sensualidade} ◦ {My Modern Met} ◦ {picdesk}. {blog}.
[6] As tetas atraem mais que o Insect-O-Cutor Halo. “Herman José levanta camisola de Vanessa Oliveira”. Modelo: Vanessa Oliveira Nascimento, 1,74 m, 57 kg, sapatos 38, olhos azuis, cabelo castanho claro, nascida a 26 maio de 1981 em Lisboa. Hobbies: ler, fotografar, filmar. Clube: Sporting. “Elogiada pelas suas curvas, a apresentadora, de 34 anos, teve de lidar com uma grande mudança no corpo quando engravidou de André, hoje com um ano e meio. ‘Engordei 22 quilos que, felizmente, perdi em cinco meses’, revela Vanessa Oliveira, garantindo que, apesar da rapidez com que recuperou a forma, não há milagres. ‘É preciso muita força de vontade. Fechei a boca e comecei a comer coisas saudáveis a horas normais’.”
[7] Esta canção inclui o breakYeah! Woo!” (aos 1:35 min e segs.). Composto pelo “Yeah!” de James Brown e o “Woo!” de Bobby Byrd, é originário da canção “Think (About It)”, (aos 1:22 min), interpretada por Lyn Collins e escrita e produzida em 1972 por James Brown. Break que será depois utlizado numa infinidade de outras músicas, desde “Smooth Operator” (1987), p/ Michael Jackson, “Walk Away” (1991), p/ Alanis Morissette, “Bye Bye Baby” (1993) p/ Madonna, “Sound of the BAD” (1997), p/ Big Audio Dynamite, “I’m Not Running Anymore” (1998), p/ John Mellencamp, “Use Your Love” (2007), p/ Katy Perry, “We Can’t Stop” (2013), p/ Miley Cyrus), e também foi inserido em loop, presume-se que pela primeira vez, na canção “Females” das Cookie Crew.
[8] Doce som do amor moderno. “Deputada russa Olga Galkina quer penalizar os clientes de prostitutas com multas de 100 mil rublos (1750 €), 15 dias de cadeia ou casarem com elas”, Correio da Manhã 30-10-2014. “As mulheres escolhem o vestido, bouquet, maquilhagem, penteado e até o homem para posar na sessão fotográfica daquele dia especial. Uma descrição que quase podia ser de um casamento a sério. A ideia surgiu numa agência de viagens de Tóquio no Japão, que criou um novo serviço chamado ‘Casamento a Sós’. Uma iniciativa direcionada a mulheres independentes que lhes dá a oportunidade de realizarem o sonho de se casarem… apesar de não terem noivo. O pacote completo inclui mesmo uma noite de núpcias num hotel”, ibidem.
O dinheiro mais bem gasto é no amor. “Assaltaram o padre de Pazos de Borbén, em Pontevedra, Galiza, deixando a vítima amarrada por 12horas, e foram gastar num bar de alterne o dinheiro do roubo. Três homens residentes em Monção, Minho, entre eles um português. (…). ‘Ataram-me, ligaram a TV, deram-me um beijo na testa e desejaram-me boa-noite’, recordou o padre Jaime González, de 76 anos, afirmando já ter perdoado aos ladrões e que não vai pedir indemnização. A 28 de janeiro de 2013, o trio, entre eles o português Vítor José, invadiu a casa do pároco, tapando as caras e partindo um vidro para entrar. (…). Um dos espanhóis ameaçou o padre com uma faca e obrigou-o a entregar 40 euros e o cartão de crédito, bem como o código secreto. Ataram Jaime González de pés e mãos com um fio de telefone e com o cabo de um aparelho de medir a tensão arterial. O padre foi salvo pela governanta, doze horas depois. O trio sacou 1200 euros em quatro levantamentos com o cartão e seguiu para um bar de alterne em Porriño, onde gastou 486 euros. Residentes em Monção, foram detidos poucos dias depois”, Correio da Manhã 27-10-2014.

172 Comments:

  • At 6:56 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    5.º post de 1984, mês de fevereiro. No início foi obrigatório fazer um elogio à classe política mais sintonizada com a realidade, enquanto as de outros países, o que dizem são apenas desejos do que gostariam que fosse, a nossa, fala e acerta na mouche. Talvez seja por terem bons conselheiros. Bruno Maçães é do melhor que há. Pedro Lomba, melhor, nem no Pingo Doce. Ontem vi o José Maria Ricciardi, num fórum de economia, a dar bons conselhos o país em geral, contas controladas, ter muito cuidado, estabilidade fiscal, falava com a sabedoria de um chinês, como lhe é reconhecida.

    Nesse mês foram presos uns tipos da embaixada zairense e músico Likinga, que andavam a contrabandear liamba para a malta fumar, e era bem boa por acaso. Nesse mês casou-se Elton John com uma mulher, apesar de não ter sido consumado o casamento, valeu o esforço antes de ele encontrar o homem da sua vida. O irmão de Laura Diogo andava no gamanço. Dois anos antes a irmã aumentou o anedotário nacional, já não me lembro das anedotas, mas havia boas. “Parecia um dos frascos da minha avó, era difícil de abrir para provar o doce. Vai daí, parti-o todo.” E para o programa Quando o telefone toca, telefonou um tipo identificando-se como Reinaldo, a pedir a canção Dói Dói das Doce, cantada pela futura esposa de um primeiro ministro providencial que fez história.

    Uma revista alemã insinua que Natassja Kinski abria as pernas a todos, ela não gostou. Almeida Santos fez um célebre discurso sobrem país a viver acima das suas possibilidades, algo que o Salazar já tinha dito, mas que nunca mais se ouviu falar. Esse país aprendeu a viver dentro das suas possibilidades.

    Não consegui seguir a pista da série O Polvo para além da terceira temporada. Aquela coisa chegou às dez, não sei se passaram todas em Portugal, mas foi além da 3.ª, nem o site da RTP dá informações sobre isso. Um programa muito importante foi o Dar e Receber, que ensinava o que era o IVA, também não há imagens. Portugal começou com uma taxa de 16 % quando entrou na CEE, e por causa de só existirem bons empresários e bons governantes hoje está nos 23 %.

    mole os filmes de Kazuo Komizu, enquanto Nagisha Oshima entrava no mainstream e atormentava a padralhada lusitana, Kozumi não foi conhecido em Portugal, salvando uma das classes mais importantes portuguesas. O que nos faltava é que nos faltasse os fradinhos. A melhor versão de Alice no país das maravilhas, com Kristine DeBell. Há mais um exemplo de citação que os músicos usam, tal como Amen Break (que meti num post anterior), e como o Wilhelm Scream no cinema, que é o Yeah Woo. Muito boa ideia de uma deputada russa: gajo apanhado com trabalhadoras do horizontal, ou leva multa, cadeia ou casa com ela. (Era mau para os mercados, faria que só as boas trabalhassem, pois ninguém ia arriscar ficar com mulher feia para todo o sempre até que a morte nos separe).

     
  • At 1:43 da tarde, Blogger mole said…

    Nô conhecia esse Komizu. Tenha vagas ideias das coisas, por exemplo, sei que há um género de cinema japonês designado "pink film", ms só vi um trailer no youtube. Pior ainda, ouço falar em cinema coreano, que é coisa de hipster e não sei quê, e só conheço uns de terror, não faço a mínima ideia que filmes são esses; é um bocado como o Justin Bieber: consegues identificar alguma música dele? O Oshima pelo menos chateava o Bispo de Braga, com o "Império dos Signos", imagino (pelas tuas descrições) o efeito do Komizu no Bispo...

    O Nuno Melo Drama não é um caso de causalidade interna ou externa, é simplesmente um "case study" tricológico: que "representa" o penteado de Nuno Melo Drama? Que torção epistemológico o penteado de Nuno Melo Drama é capaz de produzir nos desnivelados estratos sóciodeputais?

     
  • At 11:12 da tarde, Blogger mole said…

    E agora algo completamente diferente:

    http://fuckyeahjessfranco.tumblr.com/post/947430822/im-in-a-jess-franco-state-of-mind-newsletter

     
  • At 10:01 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: os coreanos levam o terror a sério, um gajo fica mesmo aterrorizado e com vontade de só ver Disney até o fim da vida. Os americanos têm a série American Horror Story, deve estar a sair mais uma temporada, que eu vejo a tremer, escondendo-me debaixo do lençol, like um herói português.

    O Bibs agora anda coberto de tatuagens, dentro de dias está no heavy metal ou no canto gregoriano. Estás s ser muito injusto ao reduzir Nuno Melo ao primo Itt, da boca também saem lhe coisas muito boas, possivelmente também entram, mas isso é impossível de determinar.

    Há países em que desde pequeno há que trabalhar.

    Para te sentires seguro ao dormir, não o seguro de costa, que isso seria bichanice, seguro segurança.

    Os nossos patrões e donos.

    Duarte Lima adoraria um destes.

    As intelectuais cozinham ostras.

    Aquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento) pondo o dedo no ponto fraco do programa de Maria de B.

    Maria de B na primeira entrevista.

     
  • At 10:03 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    O merecido descanso.

    Testando o medicamento.

    Uma intelectual.

    Várias intelectuais.

    Maria de B testa eletrodoméstico.

    Maria de B dança com Cavaco Silva a última valsa.

    Maria de B procura um livro sobre finanças.

    Maria de B lê o livro vermelho de Mao antes de uma visita à EDP.

    O povo agradece a vinda de Maria de B.

     
  • At 10:33 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: épa, agora lei que 70 % das Câmaras vão reduzir o IMI a famílias com filhos, fiquei na dúvida se se referem a filhos da puta.

    Agora que Spínola está morto é que aparecem.

    Quando as fufas trocam bordados.

    Mais uma que nunca esteve bem da cabeça.

    O caralho que não fode também é.

    Ainda tenho que postar sobre Jesús, num trabalho de fundo, tal como sobre as atrizes do Tinto, mas as atrizes russas têm desviado a minha atenção, elas são como as frases inteligentes daquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento), puxa-se por uma e vêm logo duzentas atrás. Não sei se é o ar de leste que despertou tanta veia artística feminina, e no mais difícil papel de interpretar de todos, a foda. Comparado, Shakespeare ou Brecht, são brincadeira de crianças.

     
  • At 6:17 da tarde, Blogger mole said…

    Essa invenção da cama-bunker parece-me bem. Pode ser um equivalente da porta dos fundos por onde Balzac fugia dos credores. Um gajo estremunhado... a meio da noite... - "é o fisco!" - lixava-os logo. Quem também ia gostar era o Dalí, como dormir era o trabalho dele, podia sonhar em segurança.

    O Nuno Melo tem qualquer coisa de Richard Marx.

    A Maria de B é não é simplesmente um caso tricológico: é um verdadeiro paradigma tricológico.

    A Helena Matos escreveu hoje uma coisa ao estilo das novas cartas portuguesas.

    No outro dia ouvi o Brian Eno a comparar o síndroma de Tourette, mais especificamente a cronolalia, ao canto lírico.

    Também me ri com isto:

    https://obeissancemorte.wordpress.com/2015/11/19/a-falta-de-controlo-moral-de-um-grupo-de-mulheres-deu-frutos/

     
  • At 6:24 da tarde, Blogger mole said…

    "cronolalia", nem vale a pena corrigir, se inventei (involuntariamente) o vocábulo, é porque num universo paralelo existe o referente.

     
  • At 7:34 da tarde, Blogger mole said…

    Pele, bíblias de bolso, abortos:

    http://www.publico.pt/ciencia/noticia/borracha-escolar-resolveu-misterio-dos-pergaminhos-medievais-1715789

     
  • At 10:57 da tarde, Blogger mole said…

    Tanta gente que ganha a vidinha a gozar com o homem do lacinho (incluindo eu) e ele agora publica isto só para nos foder a todos:

    "No final, brindámos à memória de Churchill… e à Rainha. No início do jantar, tinhamos dado graças a Deus, de pé e em latim, pela refeição que íamos ter. Imagino o choque das nossas patrulhas ideológicas do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista. Se pudessem, os camaradinhas iam logo proibir estas “tradições reacionárias”. Pouca sorte: eles ainda não mandam, nunca mandaram, nem mandarão em Londres — capital da liberdade. Por cá, continuam a insultar o Presidente da República, eleito por maioria absoluta, em sufrágio directo e universal."

    http://www.publico.pt/politica/noticia/celebrando-o-25-de-novembro-em-londres-1715944

     
  • At 11:20 da tarde, Blogger mole said…

    E entretanto:

    "Fui entretanto a Oxford, assistir a um debate, na Oxford Union, a imponente Associação de Estudantes (de que sou, orgulhosamente, “life member”). Como habitualmente, foi precedido de jantar, de “smoking”. Os líderes masculinos da Associação de Estudantes, como manda a tradição, estavam de casaca. A líder feminina de vestido comprido. De novo agradecemos a Deus a refeição, de pé e em latim, antes do jantar. De novo brindámos de pé, no final, com um excelente Porto: à Associação de Estudantes, aos oradores convidados e… à Rainha."

    Depois de tanto brinde, Carlos Espada foi avistado nas ruas a cantar músicas do Jorge Palma.

    E assim termina esta história de encantar.

     
  • At 11:26 da tarde, Blogger mole said…

    Uma observação final.

    Para quem se interessar por este tipo de narrativas, aconselho aquele livro do Robbe-Grillet, publicado na Livros do Brasil, "Djinn".

     
  • At 11:02 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: Maria de B pertence à escola cabelógica das mulheres que não se desgrenham, seja numa rua ventosa, numa explosão nuclear ou quando procura respostas in the wind, tal como Manuela Eanes, Ferreira Leite ou Paulo Portas.

    Afinal houve uma vitória das esganiçadas sobre os barbeiros, que a única coisa que queriam era sobressair no mundo competitivo mundo da barbearia, com um cartaz que dizia o óbvio: que as mulheres (teoricamente) não têm barba.

    O Público não deixa ler. Esta de agradecer de pé e em latim, que tradição estranha, o latim dá-lhe toque de classe, mas os agradecimentos, os sentidos no coração, são feitos de joelhos, de mãos postas para o Senhor. O Espada devia casar com o Pacheco Pereira, seria a nossa maior história de amor (sucedendo), metia num saco Pedro e Inês, e mesmo Romeu e Julieta: conheceram-se de cara tapada, e apaixonaram-se pela alma que viram nos olhos um do outro, 40 anos après a química etérea foi mais forte, e uni-os num mundo novo.

     
  • At 11:03 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: Já este falava contra o Ulrich e os banqueiros privados.

    Uma que tem tudo para ser gestora, política ou empresária.

    Ele voltou, Deus Google traduz por calças trompete.

    Destruindo-te mais um mito de Natal.

    Nos heatwaves, elas metem o ass no gelo.

    O único livro que vale a pena ler.

    Deus deu unhas a quem não tem sapatos.

    Deus deu meias.

    Deus deu Luna Vera.

    Ela em movimento (sim, é uma pornstar, pode ser vista perto de cock).

     
  • At 11:05 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    O retrovisor.

    Pão com manteiga, ainda a melhor comida.

    Antes da moda de cortar pelos.

    Todo o poder de Maria de B.

    Esta é nova, não sabia que existia outro interesse para além deste.

    São baratuchas (segundo o alegado Estado Cristão).

    Na guerra vale tudo, o objetivo é o sagrado desejo humano de matar.

     
  • At 11:15 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: outro anjinho

    "Por muito brutal que fosse Saddam Hussein, eliminá-lo foi um erro (...) O veredicto da História não deverá ser nem será benevolente sobre esta decisões.".

     
  • At 1:02 da tarde, Blogger mole said…

    Vou pra Odisseia. Deixo-te com o Senhor Jesus. Que o Senhor Jesus te ilumine Táxi:

    https://novaziodaonda.wordpress.com/2015/11/30/hello-uganda/

     
  • At 2:51 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: Odisseia no espaço? Isso seria um orgulho para a pátria, o primeiro português no espaço sideral, a mandar selfies da Estação Espacial V, terias mais sucesso que os comentários de Marques Mendes. Tem cuidado com a Cintura de Kuiper, costuma cair-lhe as calças, pois o cinto está largo. E no espaço nunca te fartarás.

    E não te esqueças de dar a volta.

    Maria de B recebe mãozinha no seu programa.

    Maria de B pede medidas extremas.

    E espera com a consciência limpa.

     
  • At 2:52 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: Temos que ir viver para a Suiça.

    Este vai ficar com mais tempo para ver panascas entrar em elevadores.

    E nós seremos todos um dia.

    Quando é que Maria de B publica as suas?

     
  • At 5:16 da tarde, Blogger Mariazita said…

    Gostaria de partilhar contigo a postagem que publiquei ontem, dia 01/12/15, no meu blog A CASA DA MARIQUINHAS/, que assinala o meu regresso à blogosfera.
    Desde já o meu “Bem hajas!”
    Beijinhos
    MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS

    PS – Desculpa o “copy & paste”

     
  • At 5:50 da tarde, Blogger Glamras Bollywood News said…

  • At 10:20 da tarde, Blogger mole said…

    Fónix. Então é mais fácil um rico entrar no reino dos Céus do que um pobre entrar por um buraco de um queijo suíço para ouvir a Tina Turner...

    "o primeiro português no espaço sideral"

    Por acaso ando a ler uns livros de história de portugal, um é do Luciano Amaral, que escreve no CM, e tem pérolas, como comparar o Vasco da Gama ao Exterminador Implacável (mas o livro é mesmo bom e bem escrito). Agora estou com um sobre enganos, equívocos e falsificações da história lusa (leitura leve, mas também é bom o livro). Há tempos li um sobre o processo revolucionário dos cursos.
    A cristalização da pornografia online obriga as pessoas a procurar alternativas, como livros de história lusa.

    O José António Saraiva deve ser cliente do Barber's Shop. E o jornal Observador? Quando passa a papel?

     
  • At 10:40 da tarde, Blogger mole said…

    No livro do Luciano Amaral, a referência é o "i'll be back". Quando o Vasco da Gama disse que ia voltar para lixar os gajos. No entanto, este "i'll be back" pode ser uma alusão ao próprio Luciano Amaral, uma mensagem subliminar: "em breve o meu próximo livro". Por acaso o novo livro dele já está nas bancas e é sobre o BES. Gostava de ler.

     
  • At 10:44 da tarde, Blogger mole said…

    E o natal à porta:

    http://www.jn.pt/PaginaInicial/Gente/Interior.aspx?content_id=4912313

     
  • At 11:38 da tarde, Blogger mole said…

    Vão editar o "Maine Kampe" do Adolfo na Alemanha:

    "4 mil cópias desta nova versão que contará com 2 mil páginas contendo mais de 3.500 mil notas"

    http://observador.pt/2015/12/02/mein-kampf-livro-proibido-hitler-volta-publicado-na-alemanha-70-anos/

    Isto mostra mais uma vez o desleixo cultural português. Autores de importância cósmica, como Eurico Cebolo, Chagas Freitas, etc, são cá editados sem qualquer aparato crítico e erudito, ao deus dará.

     
  • At 11:47 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Mariazita: já lá irei vê-lo, dentro em breve, com a chegada do Natal, até as luzes nos levam o tempo.

     
  • At 11:48 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: agora tenho levado com comments sobre filmes indianos, o que prova que na Índia estão atentos ao meu trabalho de luta pela divulgação da cultura e dos bons costumes. Por cá, o tipo do E Deus Criou a Mulher, por mostrar gajas nuas, teve direito a artigo na imprensa de referência, eu que luto contra a nudez, pelo recato e romantismo das senhoras, pela valorização da beleza interior e da inteligência na mulher, nem o Borda d’Água me entrevista (já que não há a Gina).

    Sempre gostava de saber como é que tens tempo para ler. Nunca mais peguei num livro, e os jornais estão acumulados desde agosto, e não vejo como os poderei ler. Bom, é verdade se deixasse de ir para a tasca, ficaria com mais algum tempo, mas ficava com menos vitamina D (do sol que apanho no percurso entre casa e a baiuca).

    Fogo, não fazia ideia de quem era esse Luciano Amaral, é colunista do CM, então devo ter passado pelas suas colunas (sem ler que já não tenho tempo de vida para opiniões), e diz Deus Google que ele tem coisa em americano “Luciano Amaral is Adjunct Assistant Professor at Nova School of Business and Economics.” Terei que ler quando tropeçar nele.

    Um banco para fazer vapores vaginais. Eis uma prenda que todas deviam pedir ao Pai Natal. Claro que a Gwyneth trocaria todos os presentes por um monster dildo.

    Eu tenho o Mein Kampf, e até comprei há pouco tempo. Tinha-o, mas fiquei sem ele, e como acho que Hitler e Stalin são a base teórica do Estado moderno, tive que o comprar outra vez. Não é possível compreender Passos sem ler Hitler. Claro, agora são todos democratas, pela liberdade, pelo livre arbítrio, a marca registada democracia vende, sai uma democracia para a mesa do canto, mas fora do barulho das palavras, há uma verdade: têm que vencer eleições aqueles que é suposto ganhar, quando isso não sucede, há problemas com a liberdade de voto. Os alemães são uns pândegos, 3500 mil notas, porra, então os “Roteiros” de Cavaco Silva teriam que levar milhões de notas. Outros pândegos, os académicos: está apenas a publicar um “trabalho académico” e não uma qualquer obra acrítica e “irresponsável.” Atualmente, em vez de se queimarem livros, devia-se queimar académicos.

    Parece que o Passos fartou-se de rir ontem na Assembleia. Por acaso até tinha a TV nisso, mas desliguei, se soubesse teria visto. É que Passos sabe muito bem como deixou o país, e quando ouve Centeno dizer que vai fazer e acontecer, deve dar uma vontade de rir do caraças, e deve pensar: sim, sim, vais mesmo fazer isso, se te sair o Euromilhões.

     
  • At 11:51 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: que grande porra, o que tinha escrito desapareceu para parte incerta, vou ter que escrever outra vez. Maria de B mostra o seu verdadeiro eu.

    Aquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento) ataca em força.

    Maria de B já tinha o mesmo cabelo em jovem.

    A vida no campo.

    Lembro que nos tempos da pequena Maddie, os ingleses ficaram chocados por perdermos três horas a almoçar, não aprendemos a saltar essa refeição.

    Buenas tardes amigo.

     
  • At 1:32 da tarde, Blogger mole said…

    Foda-se. Eu preferia ser, como sou, uma poia de cão encostada ao muro, um Emplastro, um Saúl Caralho, um Pacheco Dióptrico, um Pol-Pote, um Goucha, uma ameba, do que ser um intelectual:

    http://nadaodispoeaac.blogspot.pt/2015/12/de-pe-o-vitimas-dos-exames.html

     
  • At 1:51 da tarde, Blogger mole said…

    Fundamento: o gajo, o único especialista luso em "Raguebi" (o desporto mais rabeta de sempre, mas cada um tem as suas preferencias desportivas, não é da nossa conta) vem falar da "mediocridade dos pobres". Não ser medíocre é portanto ler revistas especializadas em "Raguebi" e uns livritos de história das civilizações da amazon.

     
  • At 5:10 da tarde, Blogger Glamras Bollywood News said…

  • At 7:57 da tarde, Blogger mole said…

    Nossa! Que biolência! Eu disse aquilo?

    Vou fazer pub. Há vida para além de Bollywood:

    O livro do Luciano Amaral é este:

    http://www.cmjornal.xl.pt/domingo/detalhe/em_busca_da_proxima_salvacao.html

    (não importa que ele seja um passista)

    O outro livro é este:

    http://asleiturasdocorvo.blogspot.pt/2015/03/equivocos-enganos-e-falsificacoes-da.html

     
  • At 8:07 da tarde, Blogger mole said…

    O Pedro Mishima:

    http://malomil.blogspot.pt/2015/12/mishima.html

    E o grande camarada:

    http://malomil.blogspot.pt/2015/12/o-pai-tirano.html

    (no fim do jantar: vivas à Rainha em latim, ou lá o que é, e guilhotinação de um traidor, mas só simbolicamente)

    Esta curiosa associação de Política e Gastronomia explicará a proliferação de comentadores e politólogos barrigudos.

     
  • At 12:51 da manhã, Blogger mole said…

    Hoje descobri que o Arte de Furtar (a única especialidade lusa) não foi escrito pelo Padre Vieira. Bem, isto a propósito da série "A Arte da Guerra para". O original, que foi escrito por um chinês ou um japonês qualquer, foi agora descoberto pelos lusos. Há uma Arte da Guerra para Treinadores de Futebol (escrita por um treinador que tem sido crucificado no campo de batalha pelo Jesus), a Arte da Guerra para Economistas, Floristas, Empreendedores, Poetas, Cientistas Políticos, Comentadores Bloguísticos, etc etc. Mesmo santa, a guerra é a guerra e uma arte.

     
  • At 1:46 da manhã, Blogger mole said…

    O melhor texto que li nos ulltimos 20 anos:

    https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nuno_da_Câmara_Pereira

     
  • At 10:08 da manhã, Blogger mole said…

    Táxi, não sei se contribuíste com alguma cria para a sobrepopulação planetária, mas em caso afirmativo (e como medida de precaução), esconde-lhe os espermatozóides:

    http://www.publico.pt/ciencia/noticia/espermatozoides-transmitem-informacao-aos-filhos-sobre-estilo-de-vida-do-pai-1716395

     
  • At 10:32 da manhã, Blogger mole said…

    Voltando ao Nuno da Câmara Pereira. Esse artigo da wikipedia, que devia ser publicado numa edição de luxo (Deus queira que não seja retirado online) mostra que Nuno da Câmara Pereira, na hierarquia ontológica, é um objecto infinitamente mais complexo do que um objecto fractal. Situar Nuno da Câmara Pereira no GPS cósmico é como procurar o Santo Graal, tal a espiral de ramificações entrecruzadas e transversais de linhagens de sangue azulado. Só Deus, que não é composto de partes, seria capaz de criar um microscópio omnipotente, capaz de mostrar a pureza "Dom" de Nuno da Cãmara Pereira no seu esplendor, nobreza e infinita simplicidade.

     
  • At 11:46 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: não há mal nenhum em ser intelectual, são amantes dos animais. Este é o seu dia a dia. E se for cientista político são quatro.

    A minha posição sobre exames é produto da minha experiência. Enquanto toda a gente sofre de amnésia do seu passado ou apresenta-o como jardim com flores ou bife com ovo a cavalo, e vai ler livros para saber o que dizem os espertos sobre o assunto, eu tiro conclusões sobre o passado. A mim fizeram-me os exames todos, e como na democracia fazem votações até ganhar os certos, até me fizeram exames até eu chumbar. Não fiquei a saber mais por isso, hoje sei, que a pedagogia tem que ser individual, uns precisam de exames, outros de reguadas, outros das roupas da mãe para vestirem, para mim era a psicologia do reforço, como nos cavalos, que dão um torrão de açúcar, a mim, quando acertasse nas respostas, ou fizesse algo bem, deveriam ter praticado o cocksucking. Por isso aposto no cocksucking como reforço e consolidação da aprendizagem. Esse senhor de direita, Picoito, será que ele, apesar de teclar “como se fosse possível aprender "sem sofrer", será contra as nalgadas naquelas noviças que agora estão em tribunal? Não sei porquê, mas desato sempre a rir quando oiço a expressão “sistema meritocrático”.

    Ser reconhecido na Índia, ainda para mais com elogios em americano, “Nice Blog”, vem dar razão ao santos de casa não fazem milagres. Só porque não defendo a nudez das senhoras, luto pela valorização da sua inteligência e capacidade de trabalho (vestidas), sou ostracizado no meu (salvo seja) país.

    Olha que fazer pub é uma boa expressão, que devia entra no uso corriqueiro da língua, como fazer manicura ou fazer termas, como os grandes escritores, Agustina Bessa-Luís e Thomas Mann, respetivamente, claro.

    “E não podemos dizer que Portugal seja um país atrasado.” Isto digo eu desde sempre, e agora estou empenhado em prová-lo, com recurso a uns vídeos de umas atriz webcam lusas, e a Meryl Streep portuguesa, Charlyse Bella. Volto a repetir: mamar num caralho é mais difícil que interpretar Shakespeare. Encontrei online o único filme clássico português, interpretado e realizado pelo arquiteto Tomás Taveira, fiquei bastante orgulhoso de ver que os estrangeiros estão a preservar a nossa cultura e o nosso património, enquanto por cá se preocupam com chocalhos, tem frases memoráveis: “Ó, Ricardo, agora espera que eu ‘tou ao telefone.” Ou a mais dramática frase alguma vez dita: “Ai querido, eu não consigo.” Bem, mas o Amaral parece bom, se há para o grande público, claro que merece a pena (é que eu tenho um metro e noventa, assim posso ler).

    Se é um livro que proporciona “uma leitura cativante”, então também é bom. É que a leitura cativante só é conseguida pelas máquinas de leitura ótica dos códigos de barras.

    Não era mau o Mexia fazer harakiri, talvez ele preferisse a faca no cu, como já tem o buraco feito, não morreria e teríamos o seu convívio nas colunas do jornais e noutros lugares. A faca no cu, como a faca na água, ou a faca do Mack, é uma opção estética, não estou a insinuar nada.

    Epá, deve ser o encontro cultural do ano, ficará à frente, com certeza, do Fórum do Futuro no Porto, Arnaldo é a nossa Sasha Grey, até comeu (no sentido artístico) o Garcia Pereira.

    A questão é que, todas essas artes de guerra se poderão resumir numa A Arte da Guerra para Donas de Casa.

    Não pode ser! Tiraram-lhe a equivalência? “Já a equivalência à cadeira de Saúde Pública, por exemplo, é-lhe atribuída por ter tido formação técnica na área da suinicultura na empresa Sapropor, que então fazia a seleção genética de porcos para criação.” Quem estuda um porco, estuda a humanidade. Isto é um caso de perseguição política ou de conspiração de D. Duarte Pio.

     
  • At 11:49 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: És tu o Panda, andas de Auston Martin, e bebes o teu martini shaking all over?

    A única forma de resolver as questões laborais quando o patronato só quer lucro.

    Mais outro balde de água para nós, devia ser o Marco do Big Brother que lá devia estar.

    Assim já há motivos para ler. Um prémio é sempre um prémio e bem-vindo. Exemplo:

    One racy passage in Morrissey's novel reads: 'At this, Eliza and Ezra rolled together into the one giggling snowball of full-figured copulation, screaming and shouting as they playfully bit and pulled at each other in a dangerous and clamorous rollercoaster coil of sexually violent rotation with Eliza's breasts barrel-rolled across Ezra's howling mouth and the pained frenzy of his bulbous salutation extenuating his excitement as it whacked and smacked its way into every muscle of Eliza's body except for the otherwise central zone.'
    Another says: 'Well hopefully it doesn't get any worse than this, because my stomach just couldn't take it…' and their fiendishly loving wrestle began once again, rolling across the floor as hot-tempered enthusiasts of lustful joy as both adorers' bodies did their sexual staccato heaving and barging into place, nothing forbidden, heartbeats uneven, the mind as naked as the body, weakened by exertion, only to shockingly lock with a halt at the astride legs of Sammy, young brother to Ezra, as he quietly stood with satisfied slyness watching the debauched display of sensuous pleasure at the sweetness of living seized by the initiative.'”

    Tenho que meter isto num post. Não sei como vou conseguir traduzir.

     
  • At 11:50 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole : sempre achei que o amor era este.

    Mas agora voltei a acreditar no amor.

    Os jornalistas veem cada coisa que não lembra ao diabo.

    Tens aqui a pop toda deste ano.

    Anda muita gente a colocar esta canção no mercado.

    Antes que me esqueça, quero desejar-te bom Natal.

    Maria de B uma mulher clássica.

    Maria de B uma mulher moderna.

    Maria de B uma mulher arte.

    Maria de B uma mulher à espera.

    Maria de B uma mulher.

    António Costa.

     
  • At 11:52 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole :

    all of the moon.

    Reparaste no resumo do debate do programa o governo? Buá, buá, eu ganhei e aqueles meninos não me deixam governar. Passaram 13 horas nisso. Dinheiro bem gasto em ordenados e eletricidade. Mas aconteceu uma boa. Costa estava a falar aos jornalistas, atrás passa um gajo, que escorrega e espalha-se ao comprido, Costa manteve pose de Estado, nem olhou para trás. Tenho estado a perguntar a Deus Google o nome do tipo que caiu, e nada. Raios me parta. Terei que procurar pela cara. Já vasculhei tudo e nada.

    E a Cicciolina que vem a Portugal? Não a vi da outra vez, agora era altura de não perder esta oportunidade, espero que não coincida com o Natal dos Hospitais, o ponto alto da nossa cultura.

     
  • At 11:57 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: porra, se me topam pelos espermatozóides, bato com os costados na cadeia, retroativamente, e nunca mais saio de lá. Este Câmara Pereira tem os espermatozóides de muitos, é natural que seja tanto.

     
  • At 2:07 da tarde, Blogger mole said…

    Depois comento isso Táxi. Só um alerta: eu não falei ontem na Arte da Guerra para poetas? Pois bem:

    http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/poetas-e-terroristas-1716087

    (por acaso também já tinha falado do Jeanne Paulhan)

    O Guerreiro é culto, mas não é isso que o impede de cavalgar a ondinha da moda (como ele queria), aliás é mesmo por ser culto; só talvez um gajo nabo nabiça consiga quebrar a coisa, mas tem de ser alfabetizado, não pode ser o V. Mãe.

     
  • At 2:41 da tarde, Blogger mole said…

    Back. A atitude do Costa foi então como a desta apresentadora de telejornal:

    https://www.youtube.com/watch?v=vM1pvax-OTk

    Voltando ao Guerreiro. Uma revolução na República das Letras Portuguesas só podia ser conduzida por eu próprio ou pelo Larama. Utilizo a primeira pessoa do plural "eu" como aquele gajo da Legião na Bibra, não por razões ferido-narcíssicas etc., mas para mostrar a minha dispinobulidade para encetar um vasta reforma da Literatura Portuguesa, um novo Canono. O meu currículu é exemplar: com uma cultura livresca mais abrangente que a do Pedro Mishima e do Prado de coelho, alia esse trunfo a outra qualidade: o meu Q.I é inferior ao do João Vieira Pinto, antigo jogador do Fóculporto. Esta aliança de competências paradoxais, faz de mim um sério candidate a este imponente cargo e carga de trabalhos ( e cago) em prol de uma nova poiseis e poias literário portuguesa "tu é désgraaaça".

     
  • At 8:02 da tarde, Blogger mole said…

    ahaha só agora vi o cão debaixo do casal a fazer ginástica.

    Que vai pensar o cão?

    Se for um cão pimba "nossa! que biolência!" (como a floribela)

    Se for um cão intelectual "ainda dizem que il n'y a pas de rapport sexuel..."

    Se for um cão crítico "uma pálida imitação das nossas técnicas caninas..."

    Se for um cão literato "como Apuleius: 'Venha, minha deliciosa inimiga, que lhe vou dar um combate sem quartel!"

    Se for um cão bimbo "espero que pelo menos a coisa termine antes do concerto da Adele"

    Se for o cão do Edgar Poe "brrrrrr será que vou sair daqui vivo?"

     
  • At 2:29 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: o Público não deixa ler. Não há dúvida de que os gestos são poéticos, nine eleven, Atocha, Bataclan um concerto dos Eagles of Death Metal, há poesia nisto, em vez de masturbação para uma folha de papel em branco, foram para a vida e mudaram o mundo (não como eles queriam, mas como nós não queríamos, deu-se ao Estado e aos aparelhos repressivos poder absoluto – e um side effect curioso, a esperança da esquerda europeia Hollande revelou-se fã dos Eagles of Death Metal.

    O Válter Hugo Mamãe Eu Quero tem um programa no Porto Canal, tenho estado para ver um, para poder dizer algo, mas o tempo é muito curto.

    Não consigo encontrar o nome do cabrão, quando escrever sobre isso, se lá chegar, vou ter que pôr um marmelo passou atrás e espalhou-se.

    A única revolução nas Letró-Lusas só poderá ser feita distribuindo estalos aos arautos da cultura vigente, (nos mais fracos, se praticarem boxe, não), para que lhes trema a mão quando mandarem mais uma merda para pormos na prateleira. Aliás, pelo que tenho notado, agora escreve-se apenas para gajas (vitonas e trintonas, ou que fingem essa idade, de sucesso, com alta estima, nível de vida bom…).

    Está boa essa dedução dos sentimentos do cão. Espero que nenhum defensor dos animais veja, ou teremos leis a proibir a formicação em frente de animais, que os podem traumatizar para a vida. Eles não percebem o que lhes estão a fazer à dona e deve ser aterrador não saber que fazer.

    Então não é que Maria de B vem hoje no CM a dizer que aquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento) gosta de pregar partidas. Já estou a ver aquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento) sentado, com a gabardina nos joelhos, as mãos ocupadas nuns livros ou papéis, pedir a Maria de B para lhe tirar do bolso a carteira, Maria de B vasculha com as mãos e zás! agarra-lhe no caralho, que o brincalhão pusera de fora para fazer uma partida. Mas a melhor no CM é “preso pela PJ gestor lava dinheiro em lavandarias”, não há como back to the classics. Fogo, agora o Expresso diz que Maria de B é apoiada pelas farmacêuticas e a maçonaria. Se fosse uma marca de laca, ainda compreendia, assim deve haver algum poder oculto em Maria de B.

    E então deram-lhe 700 dólares, aposto que foi logo a correu comprar uma banquinha (ou Brown Sugar), era o que eu faria.

    Trabalhar já é indicativo que algo vai mal.

     
  • At 2:32 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: Se tens uma filha de 4 anos eis o que lhe deves oferecer pelo Natal.

    E para quando a ficha do FBI sobre o Chagas?

    Apenas havendo fun.

    Bad ass bitches.

    A intelectual do dia.

    Tenho que continuar a visualização do filme do François Davy, que tinha na box há mais de um mês; só um francês para fazer um filme de cul intelectual, o filme, não o cul, até entra o Noël Simsolo, com várias teorias sobre erotismo e imagem. A piada está em que a CMTV passou uma versão censurada, ou seja, quando há cock ou pussy a imagem é borrada, parece que estou a ver o casal Cavaco Silva numa noite escaldante, é muito estranho; pelo menos é a ideia que tenho, que seria algo nubloso, com a Maria a suckar cock da forma que o Carmello explica no filme: só a cabeça, usando só a língua. Esperemos que não seja política da CMTV banir a pussy e o cock, que seja uma esporádica má escolha da cópia a passar.

     
  • At 4:38 da tarde, Blogger São said…

    NUNCA APRECIEI ELTON J.

    CASAMENTOS BRANCOS E /OU DE FACHADA EXISTEM MUITISSIMOS.


    FOI MESMO PARA NÃO GUARDAR CONVENIÊNCIAS E PARA CUMPRIR O QUE SEMPRE DISSERA, ISTO É, QUE ME DIVORCIARIA NO DIA EM QUE SOUBESSE QUE O "AMANTISSIMO ESPOSO" TINHA OUTRA , QUE O MANDEI BUGIAR.

    BOA SEMANA

     
  • At 8:17 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    São: Elton John atualmente é uma feliz mãe de dois filhos, tal como o nosso Eduardo Beauté. Casos de amor raros fora da política, onde os casamentos são até que a morte nos separe. Estou com curiosidade de saber quantos anos durará o casal Portas Passos. Aquilo parece estar para durar com um paleio tonto para tontos: Ganhámos as eleições e não nos deixam governar. Como se houvesse eleições para governos. Há eleições para a Assembleia da República, e é dela que sai o governo, se Passos não soube negociar com os outros partidos uma solução de governo e quer, à força, que o povo lhe dê maioria absoluta para fazer o que lhe der na gana, a culpa é dele. Não deixa de ser curioso como governar pela propaganda e pela mentira descarada ainda atrai votos, Passos não cumpriu nada do memorando, as pessoas acham que sim, não cumpriu nenhum objetivo, as pessoas acham que sim, nunca acertou no défice e agora diz que sim, que este ano é que se vai cumprir o limite de défice. O ano passado a meta era 4 % ficou nos 7 % com o paleio do efeito contabilístico da conta do Novo Banco; para o ano em que todos os bancos precisarão da massa dos contribuintes ficará nos 5 %. O problema de Passos é que não queria ninguém a ver o real estado do país, alguém a ver os seus cofres cheios.

    Quem anda feliz da vida é aquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento); já sente o rabo sentado na cadeira de Belém, até acho bem, Portugal precisa de um gajo avariado dos cornos no poder, resultou na América com Reagan (doente de Alzheimer) e no Reino Unido com Thatcher (demência); o povo adora dirigentes com doenças degenerativas do cérebro, é onde nascem as melhores ideias.

     
  • At 2:10 da tarde, Blogger São said…

    Posso assinar por baixo, posso?

    Marcelo está a ser incensado pela comunicação social, que até ignora todos os outros e outras candidat@s.

    Os EUA preparam-se, segundo o que tenho lido, para colocar Donald Trump na Casa Branca, imagine-se !!

    A França acaba de dar vitória significativa a Frente Nacional!!

    A actual Direita portuguesa ameaça um convidado na TVI após o fim do programa, quer expulsar Pacheco do PSD, não aceita as regras democráticas.

    Enfim, como alguém escreveu há tempos, o mundo está a ficar muito perigoso.

    Bom feriado

     
  • At 5:52 da tarde, Blogger Glamras Bollywood News said…

  • At 12:43 da manhã, Blogger Poletegui said…

    Táxi, estou de partida para o Timbuktu. Levo apenas o essencial: um estojo de medicamentos, garrafas de água, bolachas e o novo romance da Clara Ferreira Alves. Como não tenho instagram, deixo aqui uma fotografia da minha partida:

    http://nnuuiuiiuunv.blogspot.pt

     
  • At 3:34 da manhã, Blogger Poletegui said…

    Foda-se, o aviao ficou em terra, nao ha dinheiro para gasosa. Taxi, tu que gostas muito de ler, tens os melhores livros do ano no jornal Ocasiao; aviso-te que nao aparecem gajas nuas, sao escolhas criteriosas de 1 careca, 4 caixas de oculos, 1 lentes de contacto e 1 de bone:

    http://observador.pt/especiais/livros-os-melhores-os-piores-2015/

     
  • At 10:23 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    São: Donald Trump, creio eu, é apenas um protocandidato, duvido que alguma vez seja mesmo candidato, e muito menos que entre na Casa Branca, exceto de visita, para contribuir com alguns milhões para alguma causa benemérita. No caso francês é diferente, como a esquerda desapareceu, ou prefere a direita – como a nossa que chamou Passos ao poder; espantou-me muito a indignação que depois mostraram contra as suas políticas, até já estava tudo no YouTube há muito tempo, fiquei deveras banzado com os ataques do BE e do PCP ao casal Portas Passos – as pessoas vão para a nova esperança, Marine Le Pen, já que a outra nova esperança, Hollande, só é hábil em andar de motinha para visitar as amantes.

    Fiquei muito feliz por saber que um euro compra 1111 ações do Banif. É desta vez que vou ser dono de um banco. Ainda sou capaz de arranjar 50 € e comprar milhões. Ainda não veio a conta do Novo Banco e já há no sapatinho, para 2016, algo bom. Servirá para o Passos e gangue continuarem com uma frase muito engraçada que agora dizem em relação a défices: é preciso não estragarem. Esta treta de que deixaram as contas certas, ainda ontem repetia-o o consorte Portas, tem enganado muitos.

    Faz lembrar outra frase publicitária que usam: a saída limpa. Não houve saída limpa nenhuma, nem sequer houve saída, pois não foi terminado o processo de ajustamento. O que houve foi uma saída à pressa, uma saída em altas poeiras, para usar o folclore popular tão do gosto passista, porque Passos nunca receberia a última tranche que prescindiu, por isso teve que prescindir dela, e teve a sorte de o BCE ter intervindo. Para se ver essa saída limpa, ainda hoje, se não fosse a intervenção do BCE a comprar dívida, os juros das obrigações lusas estariam ao mesmo nível do tempo de Teixeira dos Santos. Vê-se o que andamos. O que houve nestes quatro anos passistas foi bons negócios para bancos e escritórios de advogados e o séquito de intermediários.

     
  • At 10:24 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Poletegui: em Tombuctu encontrarias o seu salvador, a esperança da esquerda europeia Hollande. Tinhas uma forma rápida de viagem.

    Ficarias out of...

    Encontrarias Maria de B.

    A partilhar opiniões.

    E muito exotismo.

    E a incontornável intelectual.

    Mas eu sei que pela tua alma de marinheiro, herdada da nossa História, para viajar preferirias ir assim.

     
  • At 10:25 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Poletegui: o mundo está doido então a Stoya que dizia que foi para o porno porque gostava de foder, e queria foder com gajos como o James Deen, vem agora cuspir no prato? A rapidez como os ratos saltaram do navio é impressionante, é mais rápido que o viral.

    E olha-me estes cabrões. Fazem tudo para vender merda às pessoas sob forma de marketing amiguinho. Comprei umas Adidas, normais, e compro coisas de marca precisamente porque têm um nome a proteger, logo, têm melhor qualidade e durabilidade, senão, compraria marca cigano, e a sola os ténis descolou. Eu é que já estou muito velho para me chatear, mas eles mereciam que lhes escrevesse a mandar meterem o fundo do mar no cu, e que não deixassem degradar a qualidade dos produtos atuais.


    Aprende com o mestre.

    Filmado num único take.

     
  • At 10:32 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Poletegui: não estou a ver a seleção literária do Arroja, que é o intelectual do momento.

    Há dias vi um bocado do programa do Valter Hugo Mamãe Eu Quero Mamar no Porto Canal. É um programa de conversa com intelectuais sobre coisas intelectuais, mas o melhor que notei não foi isso, nele, de barba, deu-lhe um aspeto viril, até parece um homem, já nem o reconheceria na rua.

     
  • At 5:34 da tarde, Blogger Poletegui said…

    "vem agora cuspir no prato?"

    Isso é outro "campo", como diria Pierre Bourdieu:

    http://www.alohatube.com/ktm/view.cgi?i=119924533&u=http://xhamster.com/movies/992453/nigella_lawson_talking_dirty.html

    "Eu é que já estou muito velho para me chatear"

    No outro dia saltou-me de uma caixa o "Depoimentos Escritos", do Mário Leiria e Henrique, e tem lá umas passagens que parecem a tua cara; essa frase podia estar lá.

    Tenho de ir. Vou comemorar Sinatra (não vou nada, mas era uma óptima ideia).

     
  • At 3:48 da manhã, Blogger Poletegui said…

    Táxi, desisti de Portugal. Virei-me para a cultura brasileira:

    http://nnuuiuiiuunv.blogspot.pt

     
  • At 5:15 da manhã, Blogger Poletegui said…

    Tem aqui uma coisa interessante:

    "José Luís Peixoto não permite sequer ao ranho ser ranho, mas obriga-o a ser a demarcação “de uma fronteira no tempo” (página 31)."

    http://observador.pt/2015/11/27/por-vezes-um-charuto-e-apenas-um-charuto/

    O ranho, na linguagem de Rene Thom ou do Mandelbrot ou de que quem inventou o conceito, seria uma "catastrofe". Devia ser aplicado na exegese da obra do f. meita flores e devia-se talvez fundar uma nova disciplina de estudos literarios, a ranhetalogia.

     
  • At 5:32 da manhã, Blogger Poletegui said…

    No mesmo link:

    a “emanação invisível de um passado mais remoto do que o começo de tudo” (página 13).

    15 mil milhoes de anos de evolucao cosmica e estou aqui num tablete a ler isto. Se a tv desse os flintsones ou o scooby doo ainda ligava, so tenho 4 canais e estao sempre a dizer para ligar pro 900 302, nos anos 80 ainda passavam filmes de terror ou de foda.

     
  • At 2:10 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Poletegui: bem que a Nigella levou nas trombas para aprender a cozinhar, quando casou nem sabia estrelar um ovo. Andava toda a gente a falar do Sinatra que, por momentos, pensei que o tivessem encontrado vivo, já que o Elvis não há maneira de aparecer.

    “Upa, Neguinho na estrada...
    Upa pra lá e pra cá
    Virgem! Que coisa mais linda!” – sempre achei que dedicado àquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento e Portas chama filho de Deus e do Diabo. Ele está sempre bronzeados, logo, preto, e é indubitavelmente a coisa mais linda.

    Foda-se 15,50€? O Peixoto é um homem cheiro de palavras dentro. E elas têm que sair cá para fora, a melhor forma, é publicar, sempre ganhar algum. Li um livro dele, muita palavra, torrentes delas, um ambiente meio metal gótico, mas para mim tudo aquilo é inútil, nunca me interessou arte, se não aprendo alguma coisa ao ler algo, - por isso as páginas amarelas são mais importantes que a maioria da literatura, mesmo Clara Ferreira Alves -, estou a perder o meu tempo. Se quero ter prazer, não vou a uma livraria, vou a uma sex-shop, se quero viajar, não vou a uma livraria, vou a uma agência de viagens, e tudo isso que os livros fazem.

    Epá, a redução a 4 canais é mesmo limitadora, é como estar no renascimento e não ver Piero della Francesca, não ouvir Monteverdi ou ler Montaigne. A vida está no TV por cabo. É uma pena que a RTP não transmita uns belos ciclos de Godard, Rohmer, Fuller, Ray e por aí fora, ou então use o seu aquivo para mostrar como eram, antanho, os figurões hoje, como este gajo do incidente da vichyssoise.

     
  • At 2:12 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Poletegui: já podes ter ar hipster e cheirar bem.

    A expulsão da Eva.

    A expulsão do Evo.

    O livro de Maria de B.

    O livro do candidato a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento e Portas chama filho de Deus e do Diabo).

    O livro do candidato Edgar Silva.

    O livro do candidato Henrique Neto.

    E o eleitor que não tem tempo para ler.

     
  • At 2:48 da manhã, Blogger São said…

    SÓ LAMENTO A ALMA CARIDOSA E POUCA MEMÓRIA DO "MELHOR POVO DO MUNDO (gASPAR DIXIT) E AINDA MAIS A BURRICE DO MESMO!!!

    MARCELINHO , O HÍBRIDO, DIZ "DAQUI A UMAS SEMANAS SOU PRESIDENTE " E EU SÓ ESPERO QUE A ARROGÂNCIA LHE SAIA BEM CARA !

    TRUMP PARECE QUE NÃO TEM ASSIM TANTO DINHEIRO, MAS COMO OS ESTADO.UNIDENSES SÃO ATRASADOS MENTAIS NA SUA MAIORIA ESMAGADORA, CORREMOS O RISCO DE A CRIATURA IR MESMO PARA A PRESIDÊNCIA.

    OS FRANCESES LÁ AFASTARAM A FE NA SEGUNDA VOLTA, MAS NÃO SEI O QUE FARÃO NAS PRESIDENCIAIS E NÃO TENHO MUITA CONFIANÇA NO SEU BOM SENSO, PRINCIPALMENTE SE HOUVER MAIS ATENTADOS E/OU SE COMEÇAREM A DAR AOS REFUGIDOS PRIVILÉGIOS - COMO JÁ LI QUE TENCIONAM FAZER AQUI.

    DESEJO-TE BOA SEMANA E ALEGRE QUADRA FESTIVA ASSIM COMO UM NATAL EM PAZ E UM 2016 EXCELENTE !

     
  • At 11:09 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    São: aquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento e Portas chama filho de Deus e do Diabo) já tem as eleições no papo, um gajo que durante anos entrou nas casas das pessoas, torna-se alguém da família, e o povo soberano é ensinado pela TV, não pela leitura de livros, ou algo mais difícil, como o uso da inteligência. Aquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento e Portas chama filho de Deus e do Diabo) corresponde na nossa cultura aos gatinhos na Internet, é uma coisa fofinha. Na prática serão mais dez anos de um presidente dos psdêísta, se aquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento e Portas chama filho de Deus e do Diabo) durar dois mandatos, ele já está bastante velho, não sei de durará mais 10 anos.

    Pelo que se espera, as eleições EUA serão entre a Clinton e o Jeb Bush, não creio que Trump lá chegue, no entanto faço figas para que sim, o mundo precisa de mais colorido para espevitar os mercados e a economia e trazer crescimento e emprego. Os políticos franceses são tudo a mesma corja, fazem tudo para que outros não cheguem ao pote, nos apertos unem-se.

    É muito divertida a nossa nova comédia, o Banif, agora surgem muitos espantados com a "situação". Depois destes anos todos. O problema da "crise" lusa foi que Portugal tinha todos os bancos falidos, veio a troika, que devia ter resolvido o problema - que não era a dívida pública, agora é, mas de negociatas mal amanhadas dos bancos que os levou à falência. Em 2015, a situação é a mesma. Todos os bancos estão falidos. Agora é o Banif, dentro de outros dias, o Montepio, mais outros o BCP, mais outros a Caixa, esta falida de propósito, pelas "regras" europeias e por Passos Coelho. Vou comprar o Económico, que publica a "história" do Banif, para me rir bocado, não resisto a uma boa comédia.

     
  • At 4:10 da tarde, Blogger São said…

    Marcelinho troca-tintas não é assim tão velho e, além disso, tem tido uma vida muito repousada...

    Embora não goste de o ver em Belém, acho que sim, que terei que o ver embora jamais vote nele.

    Mas, sinceramente, antes ele que Durão, o cherne podrido.

    O sistema bancário português está preso por linhas, só não entendo o motivo de a bendita troika nada ter feito e de não deixarem o Banif falir de vez, pois nem a vergonha que se passou com o tirano africano valeu de nada .

    Esta roda viva de banqueiros e afins para a política e vice-versa deveria acabar de vez: é vergonhosa e afunda o pais!

    Fica bem

     
  • At 7:29 da tarde, Blogger Poletegui said…

    Tava um gajo na TV a dizer que o despedimento do melhor treinador de sempre e talvez de todos os tempos, José de Mourinho, bateu no Tweeter a maior saga cinematográfica de todos os tempos e talvez de sempre, o Star Wars, apontando mesmo uma coincidência cifrada e quiçá críptica de datas. Não se sabe ainda o futuro de Mourinho, uma coisa é certa: qualquer equipa que o leve sabe que Mourinho é sinónimo de sinónimo.

     
  • At 7:36 da tarde, Blogger Poletegui said…

    A filosofia é um desporto radical, não tentem fazer isto em vossas casas:

    https://contosdocovil.wordpress.com/2008/06/14/memnon-o-filosofo/

     
  • At 7:42 da tarde, Blogger Poletegui said…

    Até a Zara é um local perigoso:

    http://babesbooksandboobs.tumblr.com/post/135114797320/babeshq-natalie-austin-via-zishy

     
  • At 9:00 da tarde, Blogger Poletegui said…

    Saia uma quote perfeitamente justificada e que não que sirva apenas para mostrar ao mundo uma elevadíssima íssima erudição:

    "Abre a pestana, tana. Isto aki não é um filme boy" Boss AC

    http://www.publico.pt/economia/noticia/cristiano-ronaldo-vai-ser-marca-de-hoteis-em-parceria-com-grupo-pestana-1717785

     
  • At 9:01 da tarde, Blogger Poletegui said…

    Falta virgula depois de filme.

     
  • At 1:05 da manhã, Blogger Poletegui said…

    "Pensa em Galois, por exemplo – outro homem que devia ser venerado como um herói. Ele morreu aos 20 anos, num duelo passional, em plena Revolução Francesa. O que fez ele na noite de véspera? Escreveu uma carta de amor à namorada? Não! Escreveu uma carta de amor a todos nós, à humanidade, e deixou-nos em herança um conjunto impressionante de ideias matemáticas muito à frente do seu tempo."

    Não consigo meter o link, é do Público, entrevista a um matemático.

    Táxi, o das Neves é igual ao Galois. Escreve cartas de amor no DN, é um herói e tu ainda dizes mal dele!

     
  • At 3:22 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    São: sim, aquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento e Portas chama filho de Deus e do Diabo), para cumprir os 10 anos, sairá de lá com 77anos, deve aguentar, aquilo foi alimentado a pão-de-ló, saúde não lhe faltará. É uma chatice para Durao Burroso, como lhe chamava Bush. Daqui a 10 anos terá 69 anos, não sei se será idade para Belém. Estou convencido que Durao Burroso será presidente de Portugal, o povo exige, e o povo é soberano. Nestas eleições deviam abolir a expressão “corrida a Belém”. Assim, parece que há uma corrida atrás de Maria de Belém, para violar a senhora ou coisa pior.

    O sistema bancário português, eis uma expressão que faz rir a bandeiras despregadas. Ainda me lembro, quando chegou a “crise” à Europa, em 2008, Sócrates, todo orgulhoso, apresentar os nossos banqueiros como homens ajuizados, que não entraram em desvarios, que tinham uma coisa sólida como basalto. Que aquilo era malta de trás da orelha, do melhor que há, só alcatra. E o nosso sistema bancário português era robusto, podem confiar, Salgado, do melhor, Ulrich, do melhor, o resto, do melhor, no estrangeiro é que foram uns estroinas, os nossos, são um milagre da gestão.

     
  • At 3:23 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Poletegui: espero que uma equipa da distrital contrate o Mourinho, para ele provar em campos de terra batida que é um mud one. Ou então a Sonae contratar para fazer par com a Popota.

    Mas é Memnon ou Pedro Arroja? Perder um olho, não será, Arroja tem os dois, no resto, não sabemos.

    Já não bastava nas bibliotecas, agora também no prêt-à-porter, até onde irá a perfídia destas esganiçadas?

    Ronaldo, terminada a carreira, tem uma outra também rentável: proporcionar prazer a velhas endinheiradas em quartos de hotéis, já é tempo de termos o portuguese gigolo, com música dos Némanus, em vez da Debbie Harry, ou então o que poderia ser o discurso de qualquer intelectual luso.

    Nunca digo mal de das Neves, gostaria de vê-lo enforcado numa árvore, mas isso é por amor, para que ele sirva de exemplo a todos nós, um Cristo après la lettre.

     
  • At 3:23 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Poletegui: Algumas ideias culinárias para a tua consoada.

    A questão é: haverá jihadismo no Coliseu?

    Quando a dor de corno leva a melhor, as pessoas só sabem criticar. “O concerto é produzido pela empresa privada de telecomunicações Unitel, detida em parte por Isabel dos Santos, filha do Presidente angolano.

    Quando é dada a resposta certa. “Numa conferência organizada pela “Forbes”, revelou que, se fosse hoje, “provavelmente teria aumentado ainda mais o preço” do medicamento; quando Hillary Clinton lhe expressou, através do Twitter, a preocupação com a sua intenção de aumentar o preço, a resposta não teve mais do que três letras: “lol”.

    As intelectuais, sempre inovadoras.

    E desarrumadas.

     
  • At 3:26 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Poletegui: As aparições de Fátima.

    Por todo o lado atazanam Arroja.

    Vil carne que desvia da via da economia.

    Derrota os fortes.

    E alimenta os fracos.

    Sei que gostarias de estar aqui.

    Mas aqui há mais intelectuais.

    Estará?

    Nascer de uma cona rica é the way.

    Judia com problemas de dinheiro.

    E o teu nome, está na lista?

     
  • At 7:14 da tarde, Blogger Poletegui said…

    Há um vídeo da que alimenta os fracos com a que derrota os fortes, algures.

    A greve dos acontecimentos:

    http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/nao-jose-mourinho-nao-esta-a-caminho-do-benfica-1717856

     
  • At 12:29 da manhã, Blogger Poletegui said…

    Out of Control:

    http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/sociedade/detalhe/esperma_sem_controlo_na_net.html

     
  • At 10:17 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Poletegui: são atrizes muito técnicas, infelizmente Hollywood seca tudo em volta dando a falsa ideia que Meryl Streep é boa atriz ou que Julia Roberts é sequer uma atriz.

    Uma notícia de 2001 é ainda muito atual, é bem possível que Mourinho esteja já na Luz.

    Fogo! É crime comprar esperma, caraças, um homem tem mais dificuldade em entrar no mercado de trabalho. E se a mulher tirar com a boca, levar na boca para casa, e aí usar no local certo, também e crime? Claro que comprando diretamente ao produtor é mais seguro. Pela net podem levar com um saquito de ranho ou langonha feita com claras em castelo e parafina líquida.

    Tem muito cuidado com o que escreves.

    Este será um fim de semana dedicado à cultura e ao engrandecimento da mente, por isso... lendo uma revista de filosofia.

    Procurando uma revista de filosofia.

    Lendo um livro do Chagas.

    Procurando o significado da palavra metafísica.

    E quando não sabem ler.

    A construção da tua biblioteca.

    Como ler corretamente.

    Lendo.

     
  • At 10:18 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Poletegui:

    Cuidado para não levares uma tampa.

    Truque de ilusionismo.

    Um fenómeno físico.

    Brr, que frio.

    O jaguar.

    E Você Vai Nos Conhecer Pela Trilha Dos Mortos.

     
  • At 5:32 da tarde, Blogger Poletegui said…

    Definitivamente: as editoras têm de começar a investir em peças de vestuário. Compras a Crítica da Razão Pura, oferta de umas cuecas; compras a Fenomenologea do Ser, oferta de uma T-Shirt, etc.

    Every sperm is sacred; eu gostava de encomendar Logos Espermático do Pulido Valente, já não tenho saúde para uísque nem dinheiro para livros.

    Essa Lola Colt é assim meio PJ Harvey ou Ana Calvo ou Patti Smith, não?

    Saiu uma caixa de 18 CDS com ruídos de fundo do estúdio de Bob Dylan, pela módica quantia de 550 dólares creio; se estiveres sem ideias para dar prendas no Natal, já sabes, compra.

    Condenar gente à prisão pela emissão opinativa não me parece bem (a Helena Matos seria condenada quase todos os dias); excepto, é claro, no caso de insultarem o cão.

     
  • At 8:55 da manhã, Blogger mole said…

    Born que a pariu!

    http://www.flashvidas.pt/a_ferver/detalhe/20151219_1417_carolina_patrocinio_mostra_barriga.html

     
  • At 8:57 da manhã, Blogger mole said…

    Uma velhinha que andava a sacar lecas (ela e o goucha) a outros velhinhos:

    http://www.flashvidas.pt/a_ferver/detalhe/simone_de_oliveira_envolvida_em_polemica.html

     
  • At 12:16 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Poletegui: será que ainda se vendem livros como a Crítica da Razão Pura ou similares? Não acredito que alguém os compre, só se for um euromilionário excêntrico.

    Tem algo disso, tem. Eles devem ter tirado Lola Colt de um old western spaghetti.

    Tendo massa, alguém de quem não se goste, Dylan é a prenda ideal.

    Se Cavaco tivesse um cão também não gostaria que insultassem o fiel amigo.

    Porra, a criança deve sufocar entrelaçada em tanto músculo. Ela não pode e ginasticar as bordas, ou a crianças nunca mais conseguirá sair e ela irá para o Guinness, como a gravidez mais longa da história. Mais longa que aquele disco dos Guns N Roses.

    Bem que me parecia que a conversa da Simone era treta. Com o aspeto dela, não é preciso suplemento nenhum, Cronos encarrega-se pessoalmente.

     
  • At 12:17 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Poletegui: Dar a rata a um gajo rico é the way.

    Se perdesse o rabo, lá se ia o ganha pão.

    O bom balneário.

    A boa arte.

    Os bons ténis.

    O bom uso dos livros.

    O bom uso da Claudia.

    O bom uso do ananás.

    A boa esponja.

    A boa cama.

    A arte, a ciência, a filosofia...

    O melhor local para tertúlias.

     
  • At 12:19 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Poletegui: Os perigos da poluição.

    Ela está a ficar tão carimbada que mais uns tempos, nem o buraco lhe encontram.

    Um chinês.

    Um chinês e um passarão.

    A bibliotecária.

    Assim, só os pais a reconhecem.

    Maria de B in the morning.

    Afinal, Maria de B e aquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento e Portas chama filho de Deus e do Diabo) são grandes amigos. Estive a ler num jornal de agosto, mas não deve ser amizade com benefícios, o tipo que escreve chama-lhe amizade forte e beata. E diz também que ela tende a dormitar nos jantares muito longos. Com certeza que nas festividades Maria de B manda destas mensagens aos amigos fortes e beatificos.

     
  • At 12:34 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Poletegui:

    o que eu gostava destes.

    E algo mais cultural.


     
  • At 12:39 da tarde, Blogger mole said…

    Fogo. Com mensagens dessas, o Marcelo corre perigo, ele que não se ponha a pau (nesse vídeo o "punctum" até é o belo longo cabelo da moça, ao contrário do da Maria B).

    O Poli Valente fez o balanço de 2015 e o texto é bastante cómico.

    No outro dia li uma quote do Gore Vidal, que podia ser (mal) traduzida assim: "O Andy Warol foi o único atrasado mental que conheci que era também um génio"

     
  • At 1:15 da tarde, Blogger mole said…

    Em terras do Übermensch, um homem com um colhão é Rei:

    http://www.cmjornal.xl.pt/insolitos/detalhe/hitler_so_tinha_um_testiculo.html

    Tudo acontece a este homem, toda a gente o quer atacar, primeiro o ensino burguês nos anos 70 e agora o deus google:

    http://www.cmjornal.xl.pt/tv_media/detalhe/google_tentou_manipular_durao.html

     
  • At 1:31 da tarde, Blogger mole said…

    Mais conversas com Deus:

    http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/o-crente-e-o-naocrente-para-quem-jesus-sabe-bem-1717813

    (e a alexandra solnado outra vez ignorada)

     
  • At 1:42 da tarde, Blogger mole said…

    Isto tem bastante piada:

    http://www.jn.pt/opiniao/default.aspx?content_id=4945787

    "Marisa começou por ser "Uma para todos", num cartaz audacioso, atrevido, quase sexy"

    Fui ver e é "Uma por todos". O gajo que escreveu isso ou foi lixado pelo Freud ou é garganeiro...

     
  • At 1:51 da tarde, Blogger mole said…

    Isto é quê? Cormac McCarthy?

    http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/morre_em_caixao.html

     
  • At 1:59 da tarde, Blogger mole said…

    Acho que foi o Careca Foucault que disse (em Copacabana): "Até o fim do século XVI, a semelhança desempenhou um papel construtor no saber da cultura ocidental."

    http://www.jn.pt/PaginaInicial/Justica/Interior.aspx?content_id=4943728

     
  • At 2:39 da tarde, Blogger mole said…

    Só li agora os comentários da notícia. O Sócrates está envolvido.

     
  • At 2:47 da tarde, Blogger mole said…

    O arquitecto Taveira deve encaixar numa destas premissas, qual não sei:

    http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=4942144

    "Os dois ministros entendem que oferecer aulas a troco de sexo não é prostituição porque não implica a venda de sexo. Contudo, oferecer sexo a troco de aulas já seria uma ofensa."

     
  • At 7:04 da tarde, Blogger mole said…

    Não conhecia esses 4-Skins. Muito bons! Daquele tempo em que o pessoal roubava sanitas de cafés manhosos e depois fugia com as sanitas no lombo pelas ruelas, em vez de dar um contributo consistente e sustentável para o desenvolvimento social e cultural da paróquia. Velhos tempos.

     
  • At 7:15 da tarde, Blogger mole said…

    Foda-se. Por causa disso fui ver os suedheads e não sei quê e descobri que sou um skinnhead (pela menos as minhas vestimentas são iguais).

     
  • At 10:36 da tarde, Blogger mole said…

    Não resisto:

    http://www.publico.pt/portugal/noticia/um-ano-deprimente-1717935

    "Sai do chão um ministro das Finanças"

    "Abre um restaurante em cada dia, com “especialidades” que não se recomendam e não se comem."

    "[noticiários] Andam entre o jornal “O Crime”, de abençoada memória, e a crónica dos desastres"

    "De política nada, ou quase nada, excepto grupos de gente furibunda que berra todo o tempo para seu gozo pessoal. Fora isso, uma nova estirpe de comentadores de futebol, que fala horas inutilmente sobre coisas que não existem."

    "A esquerda foi para o governo com o dr. Costa à frente. Cavaco, escondido em Belém, torceu e retorceu as mãos"

     
  • At 11:39 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: apesar da diferença capilar com Maria de B, a moçoila é indubitavelmente socialista. Porquê? – diria Marques Mendes. E responderia, porque ela é certinha, enfia o dedo certo, “o pai de todos”, o que os americanos chamam the finger. Se fosse do PSD introduziria os famosos dois dedos. Se fosse do CDS metia o polegar, do “like”, que o líder tanto espeta (no ar). Se fosse do BE inseriria o indicador, que bastante amedronta Arroja, em riste: A culpa é tua nahan, tu és o lixo do capital nahan nahan, (dito em voz esganiçada). Se fosse do PAN regava e cravava-lhe uma ecológica cenoura. E fosse dos Verdes não lavava e enterrava-lhe uma cenoura, possivelmente a mesma (para poupar na pegada ecológica). Se fosse do PCP meteria um dedo de cada mão numa dialética científica. Se fosse do MRPP enfiava-lhe o mindinho para ir virgem para o casamento. Se fosse do POUS não metia nada que a idade não perdoa.

    Nem sei se aconteceu algo importante em 2015, tenho de consultar o meu caderno. A frase do ano é do gorducho dos autocarros Barraqueiro: Eu sou o dono da TAP.

    Vê-se que Gore Vidal não conheceu os maiores da nossa nação. Desde das Neves a Pedro Lomba, é um conjunto infinito deles.

    CM sempre na vanguarda da cultura e informação. Não percebo por que ainda não foi publicado um estudo sobre o impacto da biblioteca de filosofia do CM nas artes e letras pátrias.

    Deus Google não sabia o engodo certo para seduzir Durão. Tem que ser uma coisa brilhante, viagens em iates com os ricos ou uma cadeira em Belém (aquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento e Portas chama filho de Deus e do Diabo) se viver mais dez anos, inviabilizará.

    Essa de não-crente tem muita graça.

    Não é carinhas larocas. Catarina Martins frequenta o mesmo cabeleireiro que Jorge Jesus e Maria Cavaco Silva.

    Epá, o gajo devia ser processado e preso por usurpação de funções. Ele não é cangalheiro para estar morto dentro de um caixão, para isso é que os gatos-pingados tiraram licenças e pagam impostos. No entanto, se ele fosse um gato poderia estar num estado quântico, ou vivo ou morto.

    Sócrates está implicado em tudo. O carro é dele, que usava para ir para a Sorbonne.

    Até que enfim, uma medida político-económica correta. Os órgãos genitais têm sido segregados pelos mercados, assentando o trabalho nas mãos, perdendo-se a riqueza que as partes poderiam criar. Uma medida muito positiva.

    Não podes excluir as vestimentas.

    Seria de esperar que um velho não escrevesse “tinha ganho”, mas tinha ganhado. É um velho moderno, este Valente polido. Estive a ver por alto o caderno sobre 2015, há a referir a primeira aula de Durão Barroso na Católica, um dos pontos altos do ano.

     
  • At 11:39 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: Estive a ler um artigo sobre as partidas daquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento e Portas chama filho de Deus e do Diabo). O artigo é de agosto, dos jornais que só agora comecei a ler. Aquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento e Portas chama filho de Deus e do Diabo) ainda não tinha decidido a candidatura, e os mais familiares com a personagem não acreditam que ele se candidate. E o artigo termina, se ele for presidente será a sua melhor partida. Agora só falta Trump ganhar nos EUA e teríamos um belo fandango.

    Também li que a Câmara de Lisboa quer criminalizar a venda de louro prensado. Nem sabia que ainda havia esse comércio, antigamente, havia pela baixa lisboeta muita ciganada a vender louro prensado, como haxixe. Pelos vistos o hábito não se lhes perdeu.

     
  • At 11:40 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: o filme daquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento e Portas chama filho de Deus e do Diabo).

    A cara de Maria de B.

    A vida de Henrique Neto.

    Uma intelectual normal.

    Donald vem para o Benfica.

    Mona Lisa também tem um, só que não se vê.

    Death meta rulará o mundo.

    Tinhas falado de Tombuctu, este I thinko é de lá.

    E o toque de intelectualidade.

     
  • At 12:33 da tarde, Blogger mole said…

    Aquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento e Portas chama filho de Deus e do Diabo) tem livros para ler no Natal. Não é só atirar os livros, é para ler:

    http://www.publico.pt/politica/noticia/livros-para-o-natal-1718025?frm=opi

    Um filme clássico (short):

    https://www.youtube.com/watch?v=JHTpREbCH6c

    (uma biblioteca com dois velhotes em vez de uma biblioteca com raparigas nuas)

     
  • At 1:01 da tarde, Blogger mole said…

    Ganda malha desse Abba Gargando do Tombuctu!!

     
  • At 1:58 da tarde, Blogger mole said…

    Quer dizer, o louro prensado é criminalizado por não ser haxixe, é isso?

    Um vez contaram-me, não sei se será narrativa fantasiosa, que um gajo trouxe haxixe de marrocos, verificando depois, já em terras lusas, que era bosta de camelo prensada.

     
  • At 2:02 da tarde, Blogger mole said…

    Já viste que o Pinto da Costa estragou o Natal ao Jesus?

     
  • At 2:08 da tarde, Blogger mole said…

    A chestertoniana poesia do Presépio:

    http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/MundoInsolito/Interior.aspx?content_id=4929603

     
  • At 2:14 da tarde, Blogger mole said…

    Estaline afinal é o Óbelix e mora no Buçaco:

    http://www.jn.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=4946915

    "A longa-metragem centra-se nos últimos anos do ditador (1950, quatro anos antes da morte) e explora, sob uma perspetiva freudiana e intimista, a entrada de um jovem na vida de Estaline e da sua mulher, gerando no ditador sentimentos de ciúme."

    (só o Jesús Franco podia filmar isto)

     
  • At 9:00 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: fogo, o livro do ano é um livro publicado em 1790? Isso é que não ser terceiro-mundista, andar à procura de lacinhos nas lojas e feiras e não ler na juventude, pelo menos. Ainda bem que Cláudio Ramos lançou o grito de uma geração: “Eu pensava que era heterossexual!“ Tornou muito mais fácil a compreensão dos nossos teclistas (pessoas que teclam, os ex-escritores). Compreende-se o Espada e o cronista célebre João Pereira Coutinho — um outro “Burkeano” português que é cronista célebre no diário Folha de S. Paulo e, cá por casa, no Correio da Manhã. Gosto muito de livros incontornáveis, aliás, gosto do incontornável em si, e acompanhou-o em tudo: na sopa, nos túbaros, nas esquinas, no relógio de pulso e o underwear Calvin Klein (sim, eu uso underwear, não uso roupa interior).

    Já não consigo olhar para uma biblioteca sem uma rapariga nua. Será que aquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento e Portas chama filho de Deus e do Diabo) acautelou este objeto no espaço na sua biblioteca de Celorico?

    A questão do louro prensado é apenas uma questão de imagem. Fica mal os turistas levarem com um cigano a segredar pelo canto da boca: Aaaxxxe? Os turistas ficam com ideia de que isto é um país do terceiro mundo com pessoas do primeiro mundo, como o Espada. Mas aquilo é mais complicado do que parece. Eles não estão a cometer nenhum ilícito, pois não estão a vender droga. Parece que os vão atacar como vendedores ambulantes sem licença.

    Pelo Natal, o Sporting tem sempre problemas nas quatro linhas.

    Ele não conseguiu convencer a bófia que era parte do presépio? No fundo, quando se trata de feno os bófias estão à frente das outras pessoas.

    Não entra o Nicolau Breyner no filme? Deve ser inédito, ele entra em todos os filmes desde a morte do Vasco Santana. Depardieu terá oportunidade de privar nos copos com este.

     
  • At 9:03 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: li um artigo muito divertido sobre o que chamam a conquista de Ceuta, em que o teclista usa a linguagem da moda: competitividade, inovação, globalização, pensar fora da caixa, - um belo mimo de análise histórica. É o caminho. É o que eu faço para provar que as atrizes russas e arredores são as melhores, imprimem tamanho realismo no seu desempenho que até parece que estão mesmo a foder.

    Evariste tens cá diste?

    Tens que arranjar uma que faça...

    Uma amiga de Maria de B.

    A leitura é fundamental.

    Assim como o livro.

    O seu desfolhar.

    A tit é uma arma.

    O treinador do Benfica.

    E sons do underground.

     
  • At 11:34 da manhã, Blogger mole said…

    Estou sem tempo!

    Deixo-te um filme:

    https://www.youtube.com/watch?v=AnDagpv4kUk

     
  • At 12:06 da tarde, Blogger mole said…

    Afinal não tenho de sair já.

    No outro dia vi uma capa de um LP que era Born to be "qualquer coisa surrealista", pensei que tinha guardado o link mas não. Deve estar aqui:

    http://www.discogs.com/search/?q=Born+To+Be&type=all

    O mais realista deve ser este:

    http://www.discogs.com/Transvision-Vamp-Born-To-Be-Sold/release/5528948

     
  • At 1:12 da tarde, Blogger mole said…

    O Espada fala sempre no terceiro mundismo, é um clássico dele; quando o Brasil tava na crise, ele :"aquele terceiro mundismo lulista"; depois aconteceu aquela retoma no Brasil e Portugal caiu na merda, ele "o Brasil, um exemplo de civilização, ao contrário do Portugal terceiro mundista..."

    Devia ser criado um Pais para o Espada, como naquele filme marxista "Duck Soup", a "Gentlemanlândia". Um País habitado pelos Espadinhas, umas criaturas que bebem vinho do Porto e que em vez da Bíblia na mesinha de cabeceira têm uma edição em couro de Burke e biografias várias do homem de charuto que vestia pijaminhas cor de rosa.

    Prefiro o Hitler só com um colhão do que o Espada com dois ou três.

     
  • At 1:53 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: ahahahahah está muito boa essa do Espada, tomara ele ter colhões, poderia trocar com o cientista político, como fazíamos com os berlindes. Também estou sem tempo, tive que andar a marcar análises, - já que não aparecem extraterrestres que façam isso num beam of light -, e agora está na hora de consolidar isto tudo com deboche. Quando acordar vejo o resto.

     
  • At 2:44 da tarde, Blogger mole said…

    Ó Vó!! Ó Vóó!! Venha cá ver isto carago! O Guerreirinho tá a bater no Mishima!!


    http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/muita-pose-pouca-poesia-1718171

     
  • At 1:26 da manhã, Blogger mole said…

    Fogo. Isto das vozes esganiçadas pega-se:

    https://www.youtube.com/watch?v=mLw659ze9aI

    A primeira grande intervenção televisiva daquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento e Portas chama filho de Deus e do Diabo):

    https://www.youtube.com/watch?v=-ApwKs3eU9g

     
  • At 12:49 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: numa época de crise, aproveitar os filmes antigos, em vez de realizar novos, é uma ideia inovadora. Algo que os nossos realizadores têm de aprender.

    Aquele born que mais se adequa aos nossos candidatos à presidência é este.

    E aquele em que nascemos é este outro.

    Não é mau ser um poeta poseur, pior era ser amateur.

    Aquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento e Portas chama filho de Deus e do Diabo) levanta o inferno.


    E tu? és um dos tímidos?

    E quando haverá uma cerimónia baseada na Garganta Funda?

    Isto sim é um motivo justo, talvez alguém limpe aquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento e Portas chama filho de Deus e do Diabo) para termos um presidente com o cabelo do Mexia.

     
  • At 12:51 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: É preciso pretejar toda a cultura, termos um D. Sebastião preto ou uma Inês de Castro queimada ou um Santo Contestável que não reflita a luz, seria brilhante.

    O medo da morte.

    Se ela continuasse ficaria assim.

    Maria de B on fire.

    Maria de B imparável.

    Maria de B crucificada.

    Maria de B inspeciona o seu programa.

    Medindo a cara de Maria de B.

    das Neves debate.

    Cavaco Silva.

     
  • At 12:53 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: aquele a quem carinhosamente chamam professor Marcelo (e Passos chama catavento e Portas chama filho de Deus e do Diabo).

    Que afinal, todos concordam, é um...

    Onde há livros do Chagas.

    Onde já se leu um livro do Chagas.

    Depois do Banif.

     
  • At 4:56 da tarde, Blogger mole said…

    Sou tímido sou. Tenho a discografia completa do Zé Cid escondida debaixo da cama, tal como o Cavaco escondido em Belém.

    Pois. É tudo uma tradição cristã.

    O Montenegro hoje insultou o Ferro Rodrigues e a sua autoridade. Estes fedelhos não respeitam nada.

    Um feliz Noel para ti, para o teu gato e restantes parentes, caso os tenhas, Táxi.

    Deixo-te tradições natalícias:

    http://www.pinupfiles.com/video/leanne-crow-santas-busty-helper-1-huge-christmas-tits-

     
  • At 11:37 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: para mais um banco falido, a galhofa que se vê em Passos e Portas e seus sequazes poderá parecer desadequada ao olho destreinado, mas eles riem porque sabem que ainda há muitas mais surpresas nas contas do Estado. As explicações de Passos sobre o Banif deveria vencer o prémio de humor nacional, nem o Vasco Santana ou o António Silva são tão engraçados.

    A Playboy não deveria olhar a dente de cavalo dado, ou vaca dada.

    A modelo do ano.

    Estranho como ela em 2013 se parecia com uma também famosa.

    E em 2015 se parece com outra.

    Outra tímida.

    Maria de B atada.

    Maria de B fuma.

    Maria de B playing.

    Maria de B dá as costas.

    Maria de B veste-se para a consoada.

    Empurrando Maria de B para Belém.

     
  • At 11:40 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    Substituível é melhor.

    Loren também não se barbeava.

    Uma criminosa.

    Estas é que seriam as esganiçadas.

    Escolhe a tua tradição.

    Uma canção de Natal.

    Que o Pai Natal cheque ao teu lar.

    E o que toda a gente sabe.

     
  • At 6:21 da tarde, Blogger Ana Casanova said…


    Olá Táxi, obrigada!
    Venho desejar-te um Feliz Natal e e um Ano 2016 com muita Paz e Amor.
    Beijinhos com amizade.

     
  • At 10:37 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Ana Casanova: espero que pela Suiça isso esteja melhor, por cá, isto está mais esburacado que um queijo suíço. Feliz Natal.

     
  • At 10:47 da manhã, Blogger mole said…

    Carais, a idade não perdoa mesmo, coitado do Vasco:

    http://www.publico.pt/politica/noticia/os-melhores-do-ano-1718423?frm=opi

     
  • At 10:54 da manhã, Blogger mole said…

    Uma japonesa:

    http://nekohakase.tumblr.com/post/78971234509/furisode

    E uns japoneses simpáticos:

    http://nekohakase.tumblr.com/post/78628246523/japanese-dwarf-flying-squirrels

     
  • At 12:58 da tarde, Blogger mole said…

    Do eduquês ao examinamês:

    http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/MundoInsolito/Interior.aspx?content_id=4953586

    É por estas que os jovens ficam sem competências para ler pasquins aristocráticos como o Ovniservador e as belas prosas barrocas e agramaticais da Helena Matos.

     
  • At 11:21 da tarde, Blogger Pedro said…

    pá qual é a referência bibliográfica para "o vasco não sabe foder", de filomena mónica?

     
  • At 12:09 da manhã, Blogger mole said…

    Esta:

    http://www.wook.pt/ficha/bilhete-de-identidade/a/id/173377

    Entretanto, no instagram:

    http://www.jn.pt/multimedia/galeria.aspx?content_id=4953793

     
  • At 12:44 da manhã, Blogger Pedro said…

    És um autêntico Duby do Portugal Moderno.

    Lamentável a perspectiva materialista da imprensa portuguesa.

     
  • At 12:48 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: o Medina Carreira ainda? Ataca-se ao RAP e elogia o Mesquita Nunes, bem que eu gostaria de ver o Mesquita fazer tanto pelo turismo sem as primaveras árabes e andarem a metralhar turistas nas praias tunisinas. Acho que o Valente se esqueceu do Cavaco, que, as suas viagens pela economia, por esse país adentro, tanto nos ensinou. A peça de jornalismo de investigação do ano foi, sem dúvida, a reportagem da pizza extra queijo e pepperoni na noite em que Sócrates foi para casa.

    Fogo, 20 anos por ensinar a serem homens? De facto, mais vale ensinar a serem paneleiros, têm mais emprego, melhores salários e mais cultura média que dá para discutir temas candentes nos lounges. Há dias vi essa Helena Matos a dizer umas coisas na TV, é uma tipa de meia-idade, e na TV, a dentadura é um grave problema, ao impossibilitar a articulação das palavras, impede que se perceba algumas delas, não que isso importe. Mas as pessoas de meia e terceira idade, que insistem em falar, deveriam ir ajustar os maxilares para não perdermos pitada.

    É no Instagram que estão as novas minas de Salomão?

    Algo que provoca vertigens ao Panurgo, os balcões.

    Desejos de Natal não cumpridos.

    Uma leitora compulsiva.

    À espera do próximo livro.

    Duas intelectuais procuram sentido da vida.

    À espera do ano novo.

    O ioga.

    Maria de B depois das eleições.

    Uma imagem zen.

     
  • At 12:50 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: Em três horas das Neves debita um tese que salvaria o mundo.

    O que eu gostava desta que ouvi no walkman pelas ruas de Lisboa.

    Não queriam mais nada.

    Têm que dar graças por alguma vez o ter sido.

    Os nossos donos.

    Eles nascerão no Alentejo.

     
  • At 12:51 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Pedro: mas a gaja experimentou ou fala por falar? (Sempre pensei que fosse fufa). Uma coisa é certa, é o cancro mais bem empregado, se cumprir a sua função, deste nosso momento histórico.

     
  • At 8:44 da tarde, Blogger mole said…

    Não há mãos a medir para o Portugal Moderno...

    ahahah A Maria de B. fica bem entregue depois das eleições.

    O Richard Kern tem uns filmes com a Lydia Lunch a brincar com dildos (explicit content). [na altura parecia coisa subversiva e anti-burguesa]

    Antes do Paulo Futre já tínhamos o Eno.

    No "Notícias Magazine" vem uma entrevista com Mário Dias, que passava música no "Jamaica" (desconhecia esta distinta boite) nos 70s; Eduardo Prado de Coelho terá dito que aquilo provocou uma "jamaicização" da esquerda portuguesa. Suponho que a via alcoólica para o socialismo é posterior.

     
  • At 10:11 da tarde, Blogger Pedro said…

    Diz que sim. O que me leva a concluir que o Barreto deve ter um malho de proporções africanas. Ou que a cama é uma punição a que ela se sujeita, não sei.

    Então o mole não conhece o jamaica... e o copenhaga?

     
  • At 12:36 da tarde, Blogger mole said…

    ahah Não conheço não, também falaram de um que já não existe: o Shangri-la, frequentado pelos maoístas; aposto que nos 70s andavam por lá o Nuno Crátilo e o João Espada a planear a ditadura do proletariado, entre shots.

     
  • At 12:40 da tarde, Blogger São said…

    TENS RAZÃO: EU DEVERIA TER COLOCADO COMAS NA EXPRESSÃO sistema bancário português, FOI LAPSO. ATÉ PORQUE OU MUITO ME ENGANO OU MAIS DESCALABROS VIRÃO PARA CIMA D@S CONTRIBUINTES....

    BELÉM EM BELÉM, JAMAIS COM MEU VOTO.

    ESTOU LENDO O LIVRO DE FILIPE COSTA SOBRE "O INDEPENDENTE" E ACHO-O , ATÉ AGORA, MUITO BOM!

    NÃO SEI A TUA IDADE E QUE MEMÓRIA TENS DO JORNAL, MAS PARA QUEM O LEU BASTANTE, COMO FOI O MEU CASO, É MUITO INTERESSANTE ATÉ PARA VER AS REVIRAVOLTAS DO PAULINHO DAS FEIRAS!

    TEM UM BOM RESTO DE ANO E FELIZ 2016!

     
  • At 12:46 da tarde, Blogger mole said…

    (o paulinho das feiras frequentava o bar "Peruca")

     
  • At 1:42 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: hoje não tenho tempo para ler isto, estou em trânsito por laboratórios de análises, e não sei a que horas me despacho, lá pela madrugada vejo isto melhor. Então não é que não foram as esganiçadas do BE, mas as responsáveis do PSDCDS que aprovaram a lei antipiropo? Já não se pode dizer nada a uma gaja que podemos ir bater com os costados na pildra por três anos. Será que chamar cabra ou vaca é piropo?

     
  • At 6:04 da tarde, Blogger mole said…

    (não foste tu que disseste que os militares pensam que a vida é um filme do chuck norris? pois bem: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/marido-assassina-mulher-em-sacavem-com-tiros-de-cacadeira-e-faz-explodir-o-corpo-1718583 )

    (o piropo tem de ser subtil, tipo: "fazia-te um vestidinho de cuspo")

     
  • At 6:07 da tarde, Blogger mole said…

    (overdose de iogurtes danone: https://www.youtube.com/watch?v=wr5112DENWY )

     
  • At 6:13 da tarde, Blogger mole said…

    (é uma pena que o Nuno Crátilo já não faça parte do mundo dos vivos: http://www.cmjornal.xl.pt/mundo/detalhe/estrela_porno_luta_pela_educacao_sexual.html )

     
  • At 6:46 da tarde, Blogger mole said…

    Um dos melhores discos do ano, ainda que ignorado por um certo criticismo snob:

    http://www.flashvidas.pt/a_ferver/detalhe/dolores_tenta_vender_cd_de_katia_aveiro.html

     
  • At 7:59 da tarde, Blogger mole said…

    Já não fazia isto há muito tempo: qual a palavra da moda? (viral) É: "não se 'recomenda'" (introduzida pelo Basco Balente); e uma que caiu em desuso: "nobílingua" (introduzida pelo Pacheco).

    (isto são dados do "Catchshit", uma aplicação que detecta ranhetas linguísticas dos tugueses)

     
  • At 11:25 da tarde, Blogger mole said…

    As estatísticas fazem-me impressão:

    http://observador.pt/2015/03/30/quantos-parceiros-sexuais-sao-demais/

    Por exemplo, no caso da mulher do Marques Mendes só o ter conhecido a ele e lhe ter sido sempre fiel, significa que ela só teve 0,43 de parceiros sexuais?

     
  • At 11:59 da tarde, Blogger mole said…

    José Luís Peixoto versus Francis Bacon:

    http://ana-de-amsterdam.blogspot.pt/2015/12/miudezas.html

    (não tá mal)

    Reler os clássicos com o Panurgo:

    "a Matias, a candidata... mas, já aqui disse, tem cara de quem deixa aquilo florestar, florir, crescer... um matagal de savana... um gajo mete lá a picha e dá com o capitão Kursk aos berros: O Horror! O Horror!..."

     
  • At 12:22 da manhã, Blogger mole said…

    http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/sociedade/detalhe/perde_esperma_e_fica_sem_indemnizacao.html

    http://www.cmjornal.xl.pt/exclusivos/detalhe/torturas_na_psp_tramam_chefias.html

    http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/politica/detalhe/paulo_portas_nao_se_recandidata_a_lideranca_do_cds.html

    http://www.flashvidas.pt/a_ferver/detalhe/raminhos_vai_ser_pai_novamente.html

     
  • At 12:28 da manhã, Blogger mole said…

    http://www.flashvidas.pt/opiniao/consultorios/sexo___afectos/detalhe/sex_shop_sim.html

    "E uma ida em casal a uma sex shop é certamente uma excelente ideia para começar a construir essa felicidade hoje mesmo."

    Uma "ida em casal"? Numa casal de duas (aquela motoretas antigas)?

     
  • At 12:34 da manhã, Blogger mole said…

    Acho que isto ilustra bem o mecanismo de funcionamento cerebral do "intelectual português":

    https://www.youtube.com/watch?v=OEBKCHnhS4I

     
  • At 12:57 da manhã, Blogger mole said…

    Silêncio que vai falar o douto Maithripala Sirisena:

    Mas Maithripala Sirisena não atribui a culpa às fãs que estiveram no concerto e sim aos organizadores do mesmo. "Não defendo que estas mulheres que atiraram os seus soutiens devam ser chicoteadas, mas sim aqueles que organizaram", frisou.

    http://www.jn.pt/PaginaInicial/Gente/Interior.aspx?content_id=4955032

     
  • At 1:10 da manhã, Blogger Pedro said…

    Kurtz, porra!

     
  • At 12:56 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    São: o sistema bancário português ainda dará muito que falar. Não sei qual será o banco seguinte. Talvez o Montepio, o Banco de Portugal estava a investigá-lo e agora calaram-se como ratos. Talvez o BPI, a BCE está farto de avisar que aquilo não é um banco, que aquilo não é um banqueiro, mas ele aguenta, aguenta. Curiosamente, o Diário Económico de hoje fala dos dois, talvez seja presságio para 2016.

    Não me lembro de alguma vez ter comprado o Independente, nem sequer ter-lhe dado alguma importância; nessa época, ainda não via as figuras públicas como os maiores cómicos portugueses, - os herdeiros do Ribeirinho, do António Silva e do Vasco Santana -, alguém que devemos acarinhar e seguir os passos (coelho, ou não). Já estou com saudades do Portas, espero que a sua decisão seja irrevogável.

     
  • At 12:57 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Pedro: vou mais pela punição, aquilo deve ser aglomerado de células místico, ao embasbacar com o que vê no “estrangeiro”, também deve embasbacar com Plotino, João da Cruz ou santa Teresa D’Avila. Deve ser tipa para usar muito purgante.

    O Tokyo, nas mãos dos universitários, a seguir ao Jamaica, caiu o Tokyo. Estive no último dia em que aquilo ainda funcionava com putas profissionais. Era no Natal, uma desolação, estava apenas eu e um colega de medicina, e as putas tristes noutra mesa, (e a bolsa de estudo não dava para as fazer felizes). O Copenhaga ainda manteve a boa tradição de criar postos de trabalho por mais algum tempo.

     
  • At 12:57 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: foda-se! morreu Khun Tongdaeng, a cadela do rei da Tailândia, e o mundo ainda não tinha digerido esta bombástica notícia, eis que outra se lhe soma, morreu Lemmy Kilmister. O ano antes de findar limpa o calendário.

    Por quem dobram os sinos?

    A via alcoólica para o socialismo foi anterior, o pessoal do Jamaica é a geração seguinte. Ainda me lembro (vagamente) de ir ao Jamaica. Era uma grande moda, entre os universitários, que mudou a face do Cais do Sodré, passou de uma zona de putas para uma zona de… putas (mas estas já dos dois sexos e não cobravam).

    Também cheguei a frequentar o Shangri-la, não me lembro de ter visto maoístas, também seria difícil, eles infiltravam-se, nunca apareciam acompanhados de um proletário e de um camponês para melhor identificação. Creio que foi nesse bar que o filho da Lídia Franco, que é um cientista, um génio, organizava festas.

    É, sim, ele andava de peruca num bar. Espero que volte. Não sei se o Trumps ainda existe, mas não faltarão similares, e agora que ele está livre, e terá com certeza a peruca guardada em casa, vê-lo-emos dar alegria às pedras da calçada, vulgo trottoir. A sua saída da chair do CDS, meteu muita acrimónia, muito Prokoviev – espera-se que agora vá para o lugar um homem, o Nuno Melo.

    Estava um gajo qualquer da simbologia a falar na TV, que não tinha bastado matar, foi necessário desfazer o corpo, mas não ouvi o que ele disse. Isto é tudo influência da guerra na Síria, copycat.

    Já nem piropo lhe chamam, é o downgrade total, chamam-lhe propostas de teor sexual. Como tudo tem uma conotação sexual, as cadeias vão encher. Basta ir ao mercado e dizer à vendedora: Posso ver os seus marmelos? Ou comentar: Estas cenouras estão bem grossas. Para nem falar no molho de grelos. Se, num restaurante, um gajo pede bacalhau a uma empregada, em vez de um empregado, leva logo voz de prisão. E já nem se pode desejar bom dia a uma senhora, pois bom dia, seria a parti-la toda. Curiosamente, vestidinho de cuspo, não tem conotação sexual, remete para a moda, para ser fashionista. O homem está tramado. O futuro será assim.

    Ó diabos, a Valentina era ótima para o dia de São Valentim.

    O velho Rocco, e que muito tem ele para ensinar. Acho bem que se pergunte à Igreja Católica a sua opinião sobre o assunto.

    Sem dúvida, sem dúvida, a matriarca do clã tem muita razão, um disco a comprar em português e em inglês.

    Também tenho estado à procura das frases do ano. “Eu achava que era heterossexual”, boa. “Não há camaradas paneleiros”, boa. “Em 2015, o mais difícil ficou feito”, boa, de Paulo Portas. Mas há uma que nos toca a todos, é do gajo que vivia com 170 euros por mês e que venceu o “Quem quer ser milionário”. “Paguei dívidas antigas, comprei comida e livros – fiz a coleção completa do José Rodrigues dos Santos”. Se toda a gente investisse os seus ganhos em cultura, já pensaste quantos Panurgos poderia haver, a citar em grego e latim, a ouvir música para a alma e a priorizar o importante?

    Já continuo. Agora tenho outras solicitações.

     
  • At 2:04 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: li que o ISCTE vai criar uma escola de culinária e dois hotéis, para financiamento. Seria mais fácil o bordel. Não seria necessário construir infraestruturas, nas salas de aula, um colchão no chão, ou para os kinky, as propiás carteiras da sala, e as alunas trariam muito dinheiro à sua alma mater.

    Quem diria? Nunca se esperaria austeridade nas arábias.

    O que eu gostava dos velhos punks, sempre atuais na foram de tratamento dos problemas sociais e outros:

    Take 'em all, take 'em all
    Put 'em up against a wall and shoot 'em
    Short and tall, watch 'em fall
    Come on boys take 'em all.

    O que eu gostava do velho Gary.

    O que eu gostava desta canção, ainda tenho o disco.

    E mais um pouco de punk.

    Kat Fonseca tira uma soneca.

     
  • At 2:05 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    O beijo de Maria de B.

    Maria de B é uma boca doce.

    Maria de B é uma mulher independente.

    Maria de B não abdica por nada da sua independência..

    Maria de B faz campanha discreta.

    Maria de B ao chegar a casa.

    Maria de B ao computador.

    Maria de B publicita a Samsung.

    Maria de B usa a varinha mágica.

    Maria de B convida para almoçar.

    Maria de B coquete.

    Quando abraça um projeto, Maria de B não desiste.

    Maria de B descansa.

    Não, não é a Maria de B, é uma intelectual anónima, feroz leitora de um certo cientista político e de Roger Scruton.

     
  • At 2:07 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    O novo estilo hipster.

    I thinko que é dos oitentas.

     
  • At 2:45 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: 8,6 parceiros sexuais? Ah, ainda me lembro quando eu era o segundo. E em tempos mais recentes, nas mulheres mais modernas, ser o terceiro. Já vai em 8, porra, que isto evoluiu. E agora sem piropos, será sempre a espetar, sem preliminares.

    Admira-me que a deixem ler o livro, agora com o empenhamento dos colaboradores nos destinos das empresas, sempre que cometo algum ato de lesa-mercadoria, vem logo o colaborador olhar-me de lado.

    Bolas, então a mulher não tem expediente para encontrar esperma em qualquer lado. Esperma não é petróleo, elas querendo, ele brota logo.

    Como é que eles vão aprender sem a prática? Se vão depois bater no povinho, têm que aprender como; ensino só de livros é para gajos de letras.

    Estou com muito fé que a decisão de Portas é irrevogável e, antes do dia de Reis, já o teremos no nosso convívio.

    O Raminhos na Flash. Está bem. Quero ver o Marques Mendes (ou o Lomba) na Revista Portuguesa de Filosofia.

    Estive a ler uma coisa do Quintino Aires na revista Cristina em que ele dizia que se deve explicar às crianças de 5 - 6 que existe amor entre menino e menina, mas também entre menino e menino, e menina e menina. Diz ele: “É fundamental que desde os cinco ou seis anos se explique que os meninos podem gostar tanto de meninas como de meninos e que as meninas podem também de meninas.” Quero vê-lo nessa ida à sex-shop recomendar o pegging.

    Chicotada nelas, desde que não sejam acompanhadas de piropos, são legais e pedagógicas.

     
  • At 2:50 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole:

    à volta do adro.

    A empregada doméstica moderna.

     
  • At 7:01 da tarde, Blogger São said…

    Pois , se calhar é um conjunto de Bancos que cai com estrondo ...Será que vamos pagar tudo??

    E que andou a fazer a Troika , mais a UE?

    Portas ainda se arrepende e se sair mesmo , fará como Santana Lopes: irá andar por aí !

    Bom resto de ano e feliz ano novo

     
  • At 9:17 da tarde, Blogger Pedro said…

    Ó Táxi, olha que a minha educação foi um dinheirão, pá... e ainda foi na época em que o dólar estava em baixo (não paguei um cêntimo, mas isso é outro assunto) ... multiplicada por milhares não sobejava nada para salvar bancos e seguradoras... além disso é uma educação que não serve de nada em Portugal, não está direccionada para o funcionalismo público, para a administração de monopólios ou de negócios para-estatais. Só na estranja atrasada, onde não há existem pessoas com tantas capacidades como em Lisboa, tantos génios e mentes brilhantes, é que me vou conseguindo safar, ganhar para o bife.

     
  • At 7:08 da manhã, Blogger mole said…

    Um "better book title" para este podia ser: "Fartos do Camilo Lourenço!" :

    http://www.wook.pt/ficha/fartos-de-ser-pobres-/a/id/17037478

    Reparei que nas mil e uma poses da Maria de B. há uma invariante semiótica, o que possibilita uma análise de conteúdo científica.

    E aquilo do Portas, o "BFF"? Tratando-se das esganiçadas de esquerda, o termo técnico mais correcto não seria "Lilfs"?

    Atenção: o L de Lilf é "leftist".

    Tou farto do mundo. Vou evadir-me para um universo paralelo, muito longe daqui (isto é, tomar um café e ler uma Flash atrasada)

     
  • At 7:41 da manhã, Blogger mole said…

    Back to the mortals.

    A única novidade da Flash é a notícia que o Cristianinho aborrece a Dona Dolores com o Messi.

    Um piropo clássico (de gaja):

    SALOMÉ
    It is his eyes above all that are terrible. They are like black holes burned by torches in a Tyrian tapestry. They are like black caverns where dragons dwell. They are like the black caverns of Egypt in which the dragons make their lairs. They are like black lakes troubled by fantastic moons.... Do you think he will speak again?
    THE YOUNG SYRIAN
    Do not stay here, Princess. I pray you do not stay here.
    SALOMÉ
    How wasted he is! He is like a thin ivory statue. He is like an image of silver. I am sure he is chaste as the moon is. He is like a moonbeam, like a shaft of silver. His flesh must be cool like ivory. I would look closer at him.
    THE YOUNG SYRIAN
    No, no, Princess.
    SALOMÉ
    I must look at him closer.
    THE YOUNG SYRIAN
    Princess! Princess!

     
  • At 10:08 da manhã, Blogger Mariazita said…

    Agradeço os votos de êxitos editoriais... :) (Não se pode dizer que esteja a correr mal...)

    Com um "obrigada" pelas palavras de carinho, desejo que o Novo Ano que se aproxima a passos largos traga dias muito felizes, junto de toda a família.

    Beijinhos
    MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS

     
  • At 2:51 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    São: é que nem aqueles que foram vendidos estão resolvidos. O BPN está caladinho. Do BPP nunca mais se falou. Mas eis que o Novo Banco precisa de uns milhõezitos, foram aos clientes institucionais buscá-los. Há um problema com o Novo Banco que impede a sua venda: a Goldman Sachs tem lá uns trocos que foi parar ao BESMau, ora, podem tirar o dinheiro aos velhos, a papa da boca das crianças ou morrer todos nos hospitais, mas o dinheiro da Goldman Sachs tem que aparecer todo, até ao último cêntimo. E agora com mais um corte nos clientes que contam, será necessário muito dinheiro do contribuinte para vender aquela traquitana. E ainda apareceu a presente do IGCP dizer que Passos contava com o ovo no cu da galinha, e que ao não vender o Novo Banco foi preciso adiar um reembolso de 1600 milhões ao FMI. Que dependerá da venda do lixo do BES e do Banif. Aqueles cofres cheios da dona de casa setubalense Maria Luís, e que Passos chamava cofres apetrechados, resultaram de adiamentos de pagamentos, mas eles inevitavelmente chegarão (com o ano novo, vida nova). E parece que os juros que ele garantiu na campanha que o Estado estava a receber do empréstimo, não chegam para nada, como o povo não o pôs inequivocamente no poleiro, ele não pode rentabilizá-los.

    Parece que Portas vai dedicar a vender livros, espero que seja enciclopédias de porta em porta, creio que esta boa tradição se perdeu, pelo menos nunca mais ouvi falar, também com a Wikipédia as outras tornaram-se inúteis.

     
  • At 2:51 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Pedro: apesar de todas as invasões, aqueles que ficaram em Lisboa, - e como mole refere Camilo Lourenço -, lembram-te as palavras do valente Furius Camillus: “hic manebimus optime!” Tinhas muitos empregos no setor independente: caixa de supermercado, nas rolhas do Amorim, nos tomates da Sugal ou nos Palitos Campeões. O arco do empreendedorismo privado é uma flecha de oportunidades para os jovens que não querem ser GNR (funcionalismo público).

    Aprende na estranja todos os costumes, trá-los na nova mochila Samsonite, Portugal só evoluiu com os estrangeirados; onde estaríamos se Garrett não tivesse estado na Inglaterra, Eça em Cuba, Poiares Maduro em Florença e Nova Iorque e Cláudio Ramos em Badajoz? Nem de pé andaríamos. Viveríamos nas árvores como abacates.

     
  • At 2:53 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: não podemos dizer que Camilo seja burro. Escreve um livro para ganhar algum, mesmo que sejamos pobres, ele sempre fica com mais algum no bolso. Agora que Portas vai dedicar-se ao mundo empresarial da publicação de alfarrábios vou mandar-lhe a minha obra (inspirada na) prima, a mãe dele dava o mapa de Camilo.

    Como há o homem sexual, Maria de B é uma mulher sexual.

    Mas a Dona Dolores não lhe dá uns sopapos? Ele ainda chegará a casa, depois de ouvir Quintino Aires, a fizer que tem um amiguinho masculino (uma hipóstase do Messi).

    Será que também criminalizaram os piropos de gaja para gajo? Teria a sua graça, depois do assédio sexual de mulher para com o homem, ou a pedofilia de mulher para com rapazes. Um gajo ir queixar-se à bófia que uma sirigaita qualquer lhe disse que lhe fazia um vestuário de cuspo.

    Para contrabalançar o comment para o Panugo, cito-te também a peça em latim, como deve ser o teatro, “Unum saltum et siffletum et unum bumbulum”, quiçá a possas representar por essas terras de Deus.

    David Attenborough explica.

     
  • At 2:55 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    mole: Portugal moderno: o rapaz.

    A rapariga.

    A nação.

    A família, ela saiu ao pai.

    Um pouco de folclore dessa zona.

    Mas se fores mais intelectual.

    Quando se luta por aquilo que é importante.

    O vencedor é sempre recompensado.

    Agora só nos falta ver o Nuno Melo lutar.

    E o doom para novo ano com referências culturais.

     
  • At 2:59 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Mariazita: agora com Portas no mundo editorial vão vender-se livros como nunca. UM BOM ANO NOVO.

     
  • At 4:26 da tarde, Blogger Pedro said…

    Um gajo tem de se ir safando, ó Táxi. Caramba, talvez conseguisse um emprego melhorzito. Ou não. Não sei, não tenciono descontar para o Estado português.

    Tem graça que nunca pensei o que seria do país sem os estrangeirados; pensei foi muito no que é que seria de mim se ficasse por cá, no meio de gente tão capaz. Não iria muito longe, não me conseguiria destacar na minha profissão (ainda para mais havendo essa compreensível fobia dos intelectuais nacionais ao trabalho), ganharia sempre muito pouco dinheiro, etc.

    Assim um gajo na estranja atrasada sempre vai fazendo pela vida, com um cv académico e profissional miserável, quando comparado aos grandes da Nação portuguesa, é certo, não abre portas, mas dá para renda nos pardieiros que habito. Fica sempre a mágoa de não ser tão educado ou bem sucedido como o cidadão médio deste país tão rico, erudito e desenvolvido, mas dei o meu melhor.

     
  • At 8:01 da tarde, Blogger São said…

    Novidade de última hora : o Paulinho das feiras tenciona mudar-se para Belém !!!!

    Deus nos livre e guarde!!!

    Claro que com o meu voto, não vai nem de gatas !!!

    Bom resto de ano e feliz 2016 :)

     
  • At 11:14 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Pedro: ainda te hei de ver no governo. Olha o Lomba, embasbacou com as maravilhas da estranja, e trouxe para o seu país os brefings, que muita falta nos fazia. Com certeza que encontrarás alguma mais valia, que porás ao serviço do país, num governo qualquer.

     
  • At 11:16 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    São: isso seria ótimo. Teríamos um primeiro damo, em vez de primeira dama, era bom até para o léxico, que enriquecia.

     

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