Há team
Parte
A
“The A-Team” (1983-1987), série transmitida
às quintas-feiras na RTP 1. Estreia após o episódio n.º 127 da telenovela “O bem amado”, cerca das
21:00 horas, dia 13 de setembro / até 13 de dezembro de 1984. C/ George Peppard
(John “Hannibal ”
Smith), Melinda Culea (Amy Amanda Allen) [1], Tim
Dunigan (Templeton “Face” Peck) [2], Dwight
Schultz (“Howling Mad” Murdoch) e Mr. T (Bosco Albert “B.A.” Baracus) [3]. “Há dez
anos, uma unidade dos comandos foi mandada para a prisão, por um tribunal
militar, por um crime que não cometeu. Estes homens fugiram de uma prisão de
segurança máxima para o submundo de Los Angeles. Hoje, ainda procurados pelo
Governo, sobrevivem como mercenários. Se tiverem um problema em que mais
ninguém os possa ajudar, e se conseguirem encontrá-los, talvez possam contratar
o A-Team” [4].
Episódio
piloto: “Mexican Slayride”, na cidade de San Rio Blanco. Malavida Valdez
(Sergio Calderón): “Quero o Al Mossey. Onde está ele? Onde esconderam esse
porco gringo? O Paco solicita o prazer da companhia da tua neta mais nova”,
aldeão: “Não!”, Valdez: “Ele diz que seria uma grande honra, amigo. Agarra a rapariga!”. Zack (Ron
Palillo): “Procurei San Rio Blanco. É uma pequena vila nos montes acima de
Acapulco”. Zack: “O Mike Kelly tentou investigar essa história há seis meses,
antes de ser despedido, nem conseguiu provar que existiam. Corria o boato de
terem tirado o filho de um senador de uma prisão turca. Mercenários,
pistoleiros, que fazem qualquer coisa, em qualquer lado”, Amy Allen, jornalista
do Courier Express: “Os Soldados da Fortuna… não foi o que lhes chamou?” [5]. Zack: “Estes tipos assaltaram o Banco de Hanói. Quatro
dias depois a guerra do Vietname acabou. Saíram da zona desmilitarizada com 100
milhões de ienes e foram presos pelo exército. Ninguém sabia nada sobre a
missão. Afirmaram ter agido por ordem de um coronel… Morrison. Mas o Morrison
levou um tiro num dos últimos bombardeamentos. O quartel-general dele ardeu. Por
isso, nunca foram encontrados registos sobre a missão. Houve um grande
alvoroço. E depois, mesmo antes do julgamento, fugiram e desapareceram. Isso
foi há 10 anos”. “Um coronel chamado Lynch era o diretor da prisão de Fort
Bragg. Continua a procurá-los. Para ele, é uma vingança”. “O líder é um coronel
chamado John Smith, mas todos lhe chamam Hannibal. O tipo tem um estilo pouco
ortodoxo”. “Bosco Baracus, conhecido como B.A., de Atitude Bera. É um génio da
mecânica. Tem também uma das piores fichas de comportamento do exército. Gosta
de esmagar oficiais”. “Templeton Peck, conhecido como o homem das mil caras.
Sempre metido em sarilhos. É um órfão de Los Angeles. Este tipo é o sr.
habilidoso, um burlão, um verdadeiro vigarista. É esse o grupo”. Hannibal:
“Tenho de ficar lá em baixo dois minutos para a água ficar parada. Queres mais
30 segundos depois disso? Deves estar doido!”, o realizador Jerry (J. Patrick
McNamara): “Amigo, é esse o teu trabalho. O tipo que tínhamos no ‘Aquamania 1’ ficava submerso quatro
minutos”. Coronel Lynch (William Lucking): “Então, quem somos nós hoje? o
Harold Lloyd? O King Kong? O papagaio do Napoleão?”, Murdoch: “Não sou maluco!
Estou sempre a dizer isso a todos! Acha que não quero sair daqui e ver o ‘E.T.’
como toda a gente?”. Lynch: “Devia ver a ficha dele. Pilotava tudo, desde jatos
até helicópteros. Esteve nos Thunderbirds antes da guerra. Um dos melhores
pilotos de combate do Vietname. Perdeu o juízo, não há qualquer dúvida”.
Hannibal (disfarçado do chinês sr. Lee): “O mestre diz que só os mais sábios e
os mais estúpidos não podem mudar”, Amy: “Confúcio. Porreiro! Era mesmo o que
eu precisava, com esta dor de cabeça”, Hannibal: “O mestre diz que é difícil
lidar com mulheres e com pessoas humildes”. Amy: “Então, porque têm de o
drogar?”, Hannibal: “Ele detesta o piloto”, Amy: “Detesta o piloto? Porquê?”,
Face: “Porque o nosso piloto é doido”, Amy: “O que não percebo é porque não
estão a viver na Suiça, a salvo”, Hannibal: “Porque não somos suíços. Somos
americanos”. Valdez: “Ei muchacho,
porque disparas contra Malavida?”, Hannibal: “Porque és um bandalho e deverias
ser pendurado de cabeça para baixo na lavagem dos porcos!”. Amy: “B.A. falou-me
da adrenalina (“the jazz”) e acho que apanhei a febre”,
Hannibal: “E então?”, Amy: “Então, deixem-me participar ou escrevo o livro e
pô-los-ei a descoberto”. Hannibal: “Qual é o teu nome completo, miúda?”, Amy:
“Amy Amanda Allen”, Hannibal: “Três A, hein?”, Amy: “Parece o nome de alguém bom
para pertencer a algo chamado A-Team” [6].
1.ª
temporada ♠ “Children of Jamestown”, Hannibal:
“Nas montanhas, perto da cidadezinha de Redwood, na Califórnia, a 8 km da fronteira com o
Oregon, o líder alienado de um culto religioso, Martin James, tem mantido os
seus jovens seguidores isolados do mundo exterior, controlando as suas mentes,
pelo terror e pela intimidação. O A-Team foi contactado para salvar uma delas,
uma rapariga chamada Sheila Rodgers”. Sheila (Carol Jones): “Há 18 meses que
tentava contactar o meu pai. Mas eles têm o nosso correio, censuram-no, aquilo
é um pesadelo, parece um campo de prisioneiros. E o Martin James… é um louco”.
B.A.: “Precisamos de um novo plano, imediatamente!”, Hannibal: “Acho que foi o
general Grant que disse: Quando se está cercado e em inferioridade numérica, só
há uma saída”, Amy: “Sim? Qual é?”, Hannibal: “Rendição”. Face: “Têm um bunker
com arame farpado a sul, com uma torre guardada ao lado. A messe é junto à
vedação, as casernas albergam dez pessoas, dezasseis à esquerda, dez à direita.
Os tipos da túnica castanha são soldados, têm AR-15, pistolas, facas de caça… é
uma estrutura em perímetro, uma saída e uma entrada. É uma espécie de Forte
Apache”, Hannibal: “Além disso, há um depósito de armas junto do portão, não é
o melhor lugar, mas ninguém disse que eram perfeitos”. Martin (John Saxon): “Já
ouviram este poema? O tempo da justiça é o objetivo da luta. O Senhor
prevalecerá onde o diabo
se lamentará”. “Declaro-vos culpados de crimes contra a Palavra e condeno-vos a
uma prova de valor. O Senhor irá pô-los à prova, atravessarão o vale da Sua
ira”, Hannibal: “Agora, começa a atravessar o vale da minha ira, pregador”. ♠ “Pros and Cons”, diretor de prisão Beale (Clifton
James): “Sim, temos programas aqui em Strikersville”, Face: “O que têm, sr.
diretor, é uma lavandaria e fazem matrículas para o estado da Florida”, Beale:
“O que quer de mim?”, Face: “Bom, gostaria de sugerir a implementação do que
chamamos ‘reabilitação sensível’. Está tudo no meu livro”, Beale: “Refere-se a cozinhas
e essas tretas?”, Face: “Cozinhar é excelente. É uma atividade criativa. Em
Leavenworth tiveram um enorme êxito com a ideia do cabeleireiro. Absolutamente
incrível. Está no meu livro, no capítulo ‘Diminuição da violência através dos
cuidados pessoais’”. Beale: “Só pode estar a brincar. Está a dizer que devíamos
montar um salão de cabeleireiro aqui na prisão? Que tal aulas de ballet? Também
quer?”. ♠ ”A Small and Deadly War”, Face: “Sim,
o meu programa de televisão preferido era o ‘Dragnet’. Aprendi muitos dos meus
golpes a ver episódios sobre burlões”. Face: “Troca o botão do colarinho pelo
do aparelho”, Amy: “Trazes-me para pregar botões… que machista!”, Face: “Cada
um faz o que tem de fazer. Se consegues abrir os três cacifos em 10 minutos,
então…”. ♠ “Black Day at Bad Rock”, B.A.: “O
Caras vai ter de trocar de nome. Sim, para cara partida”, Face: “B.A., a culpa
não foi minha”, B.A.: “Devias vigiar a retaguarda, fizeste asneira. Agora,
tenho de te fazer eu uma asneira. É a lei”. Dra. Maggie Sullivan (Tricia
O’Neil):
“Preciso de sangue. Não encontro AB negativo. É um sangue pouco comum”,
Hannibal: “Conhecemos uma pessoa muito rara que tem esse tipo de sangue”, Face:
“Como vamos trazer o Murdoch para cá?”, Hannibal: “A Amy vai buscá-lo ao
hospital” [7]. B.A.: “Não vais pôr o sangue
maluco do Murdoch dentro de mim. Nem pensar, meu. Ele é doido”. ♠ “The Rabbit Who Ate Las Vegas”, Sue Beth (Michelle
Avonne): “O prof. Warfel passou quase dois anos a introduzir teorias de
probabilidades matemáticas no computador da ASU. Ele julga ter descoberto um
sistema para ganhar na roleta, no ‘Chemin de fer’ e no ‘21’, mesmo com três
baralhos”, Darlene (Katherine Moffat):
“É uma teoria baseada no conceito de infinito dos números decrescentes”. Face:
“Alguma de vocês sabe conduzir um autocarro?”, Darlene: “Cresci numa quinta.
Conduzo qualquer coisa, um camião, uma debulhadora…”. Elly Payne (Tracy Scoggins):
“Disseram-me que gosta de farra. De que tipo de farra gosta?”, Hannibal: “Gosto
de farra legal, agente especial Tony Vincent”, Elly: “Porco! Não tem nada
contra mim”, Hannibal: “Sente-se e cale-se, não se trata de prostituição”,
Elly: “Pode crer que não”. Hannibal: “O seu nome abre muitas portas nesta
cidade, Gianni”, Gianni Christian (Charles Cioffi): “E também fecha muitos
caixões”. ♠ “The Out-of-Towners”, Amy: “Um dos
lojistas, o sr. Laskey, foi espancado ontem, antes de o Caras e eu chegarmos.
Está no hospital gravemente ferido. Os outros ficaram com medo e estão com
dúvidas em contratar-nos”. ♠ “Holiday in the
Hills”, B.A.: “Isto não me parece a Guatemala”, Murdoch: “A Carolina do Sul é
que não é”, B.A.: “Pinheiros?”. Face: “Xixis da América do Sul, mas são
aparentados”. Louane (Denise
Galik): “Não é padre?”, Face: “Não sei o que sou, porque tem a vida de ser
tão difícil para alguns de nós? Dediquei toda a vida ao Senhor, só para
acordar, uma manhã, e descobrir que não tenho paz interior nem tranquilidade
nem… nem fé”, Louane: “Sente-se bem? talvez devesse sentar-se”, Face: “É uma
alma caridosa. Tão inocente, bonita”. Hannibal: “Não adoras isto? Eles estão
ali com medo de que os matemos e nós estamos aqui sem munições”, Face:
“Hannibal, por vezes acho que és mais maluco do que o Murdoch”, Hannibal; “Às
vezes até sou”. ♠ “West Coast Turnaround”, Ellen
Penhall (Devon Ericson): “Pai… ele ameaçou todos os camionistas dispostos a transportar os
nossos produtos, que o impede de te matar?”, Joe Penhall (Robert Sampson):
“Querida, nem todo o exército vietcongue conseguiu matar-me. Não vou deixar que
o Chuck Easterland o faça”. Hannibal: “Qual era a sua unidade no Vietname?”,
Joe: “O quê?”, Hannibal: “Por baixo de toda esta maquilhagem está um veterano
incrivelmente atraente que esteve estacionado em Pleiku, tenente-coronel,
quinto corpo das forças especiais”, Joe: “Eu conheço essa unidade, tinha um
comandante, um maluco, chamado Hannibal qualquer coisa”. ♠ “One More Time”, B.A.: “Onde estamos?”, Hannibal:
“Bornéu”, B.A.: “O quê?”, Face: “Bornéu, sabes? é uma ilha pequena na zona
oeste do oceano Pacifico, dividida entre a Malásia, a Indonésia e o Brunei”,
B.A.: “Tens a certeza?”, Face: “Absoluta, namorei como uma geógrafa”, B.A.:
“Como chegámos aqui?”, Hannibal: “A verdade?”, Face: “Acho que ele quer a
verdade”, Hannibal: “O exército americano empurrou-te de um avião”. Murdoch:
“’Salto no Bornéu’, é com o Tracy e a Hepburn, certo? 1942, estúdios RKO, nomeado
para o melhor musical na selva”. ♠ “Till Death
Do Us Part”, Face: “Quero deixar claro que detesto este plano”, Hannibal: “É
uma simples cerimónia”, Face: “Não, não, mas é a minha cerimónia, e não quero
casar com ela”, Jackie Taylor (Janice Heiden): “Ouça amigo, não gosto da sua
atitude, não sou nenhum monstro”. Murdoch: “Foste ao Hamburger Heaven? lar do
capitão Bellybuster, o herói da América. Trouxeste um Bellybustin’ Surprise
Pack, Hannibal? Trouxeste?”, Hannibal: “Lamento, Murdoch. Mas com seis batidos
Tummy Tingler, vê o brinde que se ganha”, Murdoch: “Um boné do capitão
Bellybuster!”. ♠ “The Beast from the Belly of a
Boeing”, Face: “Acho que estamos a dar este de borla, Hannibal. Um porcento do
resgate são 50 mil, as nossas despesas são mais do que isso”, Hannibal: “Beller
não pode dar mais, a crise do petróleo afetou-o muito”, Face: “Então agora
estamos no ramo da caridade?”, Hannibal: “Caras, lembras-te de quando em 69
íamos ter seis dias de férias?”, Face: “Sim, foi quando tentámos apanhar aquele
voo de Da Nang para o Havai”, Hannibal: “Certo, os voos estavam todos cheios, a
Beller Air excluiu dois turistas, e nós conseguimos lugar, estamos a dever-lhe
uma”. Hannibal: “Exato, assumimos uma postura ofensiva. A história militar
ensinou-nos que o conflito é apenas a confiscação do espaço de um agressor.
Eles têm o espaço lá em
cima. Nós temos a postura ofensiva aqui em baixo”, Face: “Então,
nós dois vamos assumir uma postura ofensiva contra seis tipos armados, num
avião, dez mil metros acima do oceano?”, Hannibal: “É a aplicação da teoria que
é interessante”. Jackson (Andrew Robinson): “Agora ponham-nos em rota de
aproximação à pista e ponham o dinheiro num camião de abastecimento no fim da
pista. Vamos abastecer e libertaremos os reféns quando chegarmos à Líbia”.
Murdoch: “Algum de vocês viu aquele filme antigo do Doug McClure chamado ‘Terror
no céu’?”, B.A.: “Cala-te Murdoch, não tenho tempo para as tuas maluquices”,
Murdoch: “Não, o McClure vai num avião e os pilotos apanham uma intoxicação alimentar,
então ele tem de pilotar o avião e a torre dá-lhe instruções para aterrar”. ♠ “A Nice Place to Visit”, Deke Watkins (Don Stroud):
“A Lianne faz uma das melhores tartes da região”, Lianne (Kelbe Nugent): “A
tarte acabou-se, Deke”. Hannibal: “A primeira vez que trabalhei com Ray
Brenner, devia ter acabado a formação das forças especiais há duas semanas, a
unidade estava numa missão de busca e destruição, e tinha de destruir uma das
pontes de abastecimento do inimigo. As coisas ficaram muito feias, mas o Ray
portou-se como se tivesse nascido para aquilo”. Face: “Uma vez, Charlie tinha a companhia cercada, era o
meu primeiro combate, e ouviam-se gritos por todo o lado. Quando saltei do jipe
e me atirei para o chão, perdi o meu capacete, o Ray deu-me o seu”.
2.ª
temporada ♠ “Diamonds ‘n Dust”, Hannibal: “Então
miss Griffin por que não nos diz do
que se trata?”, Amy: “Talvez eu possa ajudá-los. É a filha de um australiano. O
seu pai é um sonhador com um passado muito interessante. Era oficial de
carreira nos Bushnell Cavaliers. Quando se reformou foi para a África do Sul,
onde passou o tempo à procura de minas de diamantes. Todos achavam que era
maluco”. ♠ “Recipe for Heavy Bread”, B.A.: “Não
toques na minha carrinha, palerma. Se não far-te-ei engolir as meias”, Murdoch:
“É a famosa fala ‘Far-te-ei engolir as meias’ da peça premiada com o prémio
Pulitzer, ‘Em cheio Ruth ’,
de Margaret Hanley”. ♠ “The Only Church in
Town”, Gayle (Deborah
Shelton): “Custa a crer que estou a passar tanto tempo com um dos melhores
neurologistas do país”, Face: “Sim, por acaso, sou daquelas pessoas que não têm
dificuldade em separar trabalho e prazer”, Gayle: “Mas não disseste nada sobre
o teu trabalho”, Face: “Bom, é um trabalho como qualquer trabalho, nervos,
sinapses, gânglios… essas coisas. Tudo se resume a sentimentos. Por isso, de
certo modo, falámos do meu trabalho a noite toda”. Face: “Foi a única mulher
que amei. Era maravilhosa, divertida, dinâmica, inteligente… tinha um certo ar
misterioso, como se por detrás de tanto riso, houvesse algo secreto e precioso.
Achava-a hipnotizante. No fim do segundo ano da faculdade, decidi dar-lhe o meu
alfinete da república, uma espécie de presente de pré-noivado. Era para ser uma
surpresa. Fui ao dormitório buscá-la, mas não estava lá, tinha deixado a
faculdade. A melhor amiga dela contou-me: a Leslie tem pena mas não pode
continuar a namorar contigo. E foi assim, sem mais explicações, foi-se embora
para sempre e eu nunca soube porquê. Obriguei a amiga dela a ficar com o
alfinete. Eu já não o queria. Mais tarde disseram-me que ela tinha fugido com
outro tipo”. Murdoch: “Quando disseram que tinha fugido com outro, não estavam
a brincar”. A antiga namorada Leslie Becktall (Markie
Post): “Teresa, o meu nome é irmã Teresa, agora”. ♠
“Bad Time on the Border”, Murdoch: “Ela anda por aí, sei que anda por aí,
aquela baleia diabólica que persigo há tanto tempo, a baleia branca… um
fantasma vivo com os arpões de cem homens nas costas, mas que ainda vive. Aquele
fantasma assombra-me a alma, a minha mente…”. ♠
“When You Comin’ Back, Range Rider?: Part I”, coronel Decker (Lance LeGault):
“A 3 de dezembro de 1977 roubaram o coronel Lynch, um jato privado pertencente
às forças armadas, dois meses depois perdeu cinco carros numa perseguição a
alta velocidade”. Daniel Running Bear (Richard Yniguez): “É o único vendedor de
cachorros quentes aqui no parque?”, Hannibal: “Está a ver mais alguém?”, Bear:
“Ótimo, talvez conheça o sr. Lee”, Hannibal: “Quem?”, Bear: “O sr. Lee é o dono
da lavandaria chinesa na rua 6” .
Hannibal: “O que julgas que andas a fazer?”, Face: “Decidi ser produtor”,
Hannibal: “Filmes Milagre?”, Face: “‘Se é um filme bom é um Milagre’, fica no
ouvido, não?”, Hannibal: “És doido, quem enganaste para pagar esta pequena
extravagância?”, Face: “Não, a questão é essa, Hannibal. Em Hollywood quando se
arranja quem pague as contas, não é enganar, é produzir. Há milhares de tipos
que não sabem o que fazer ao dinheiro, desejosos de entrarem no mundo do
espetáculo, sabes? o glamour, as miúdas, as festas”. Hannibal: “Esperei 20 anos
para ter alguém a dar uma festa dessas para mim, como conseguiste?”, Face: “Bem,
sabes… precisava de algo para mostrar. Por isso, procurei uma porcaria qualquer
e encontrei um filmezinho por 10 mil dólares, feito por dois estudantes de
cinema. Portanto, dobrei-o em alemão, depois legendei-o em inglês e disse a
toda a gente que o tinha trazido do estrangeiro. Os críticos veem-no e pode-se
contar logo com uma boa crítica”, Hannibal: “Sim, mas ‘Vinho ao pequeno
almoço’?”, Face: “Sim, é apenas um dos pormenores. Dás-lhe um título horrível e
dizes a todos que é impossível fazer uma boa tradução do título original”. ♠ When You Comin’ Back Range
Rider? Part II”, Hannibal: “Isto
resultou muito bem num filme que fiz”, Face: “‘O monstro de gila gigante contra
Billy The Kid’, certo?”, Hannibal: “Lembras-te desse?”, Face: “Quem poderia
esquecê-lo?”. Hannibal: “Viemos aqui apresentar uma queixa contra a Carter
Railway Line, em nome dos cavalos selvagens da América, divisão oeste”. Face:
“Não confundir com as cavalgaduras da América, das quais sabemos que é membro
há bastante tempo”. Capitão Crane (Carl Franklin): “Ainda estão aqui, isto vai
ser o Waterloo do A-Team”. ♠ “The Taxicab Wars”,
Kathy (Robin
Dearden): “Ele andava a aldrabar os taxímetros, a usar táxis para vender
droga, subornou alguém e resolveu o assunto. Nem o fizemos abrandar. Ele tem
mais ex-condenados na garagem do que há em Terminal Island ”.
Hannibal: “Poderiam perder a vossa vida, mas o meu pai dizia: A vida sem perigo
é como uma casa de má fama sem mulheres nuas”. Face: “Não sei, Hannibal, nunca
me imaginei a conduzir um táxi. Como membro do A-Team, gostaria de ir a locais
exóticos e românticos, Tarzana, não sei porquê, não preenche os requisitos”,
Murdoch: “Adoro Tarzana, costumava trazer cá as minhas namoradas para ver as
chaminés das fábricas a deitarem fumo. Agora estou de volta com uma identidade
secreta. Ainda não sei bem qual é, mas tenho a certeza de que nos maravilhará a
todos”. Amy: “Lone Star 4 tens um passageiro na YMCA”, Face: “YMCA? Ouve, Amy,
passa o cliente ao Capitão Táxi, sim? Não apanho passageiros em organizações
masculinas. Cabeleireiros, lojas de moda… qualquer sítio onde se encontre uma
mulher bonita”. B.A.: “Se te volto a apanhar com um lençol à volta do pescoço
ou a falar com as tuas meias, divido a tua personalidade em duas de vez!”.
Hannibal: “Então vou deixá-lo com uma pequena história. Era uma vez uma raposa
castanha que costumava entrar num galinheiro e roubar galinhas. Todas as noites
estava lá e roubava uma galinha”, Miler Crane (Michael Ironside): “Não tenho
tempo para isto”, Hannibal: “Mas, uma noite, ela entrou e apanhou a galinha,
mas o galinheiro incendiou-se. Correu de um lado para o outro mas acabou por
ser devorada pelas chamas. A moral desta história é esta, sr. Crane, roubar
galinhas não é difícil. Quando tudo está em chamas, o importante é sair do
galinheiro”. ♠ “Labor Pains”, Hannibal:
“Fairvale, parece uma boa cidade para passarmos uns tempos”. “B.A., o que achas
daquele hotel, o Almofada Acolchoada?” (Padded Pillow Hotel), Face: “Bonito.
Será que tem água canalizada”. Hannibal: “Desculpe, se quer manter o seu
negócio, vai precisar de uma melhor política de relações com os clientes… e de
maior variedade. A cidade inteira só come feijões?”. Laura Crenshaw (Penny Peyser):
“Enquanto Jarrett e os outros porcos se empanturram, as pessoas que se matam a
trabalhar nos campos dele morrem à fome? Também temos crianças lá”. B.A.:
“Detesto couves, não fales delas”, Murdoch: “Isso é porque não sabes nada sobre
elas. Por exemplo, algumas curiosidades: sabias que, se tirares uma couve do
campo onde nasceu e a venderes a alguém a 160 km daí, ela pode fugir e
regressar a casa? Essa variedade de couve é chamada couve-correio, ou em latim,
voltius para casius”. ♠ “There’s Always a Catch”, Shana Mayer (Tracy Scoggins):
“Ele obriga os pescadores a darem-lhe metade dos lucros. Assim, têm de pescar o
dobro só para sobreviverem”. Coronel Decker: “Muito bem, vamos, mexam-se, vão
para aquele barracão”, Hannibal: “Sabe mesmo fazer as coisas, coronel, um
barracão azul-bebé, que dizes, Caras?”. ♠
“Water, Water Everywhere”, Jaime Collins (Jim Knaub): “Murdoch, não entendes, o
homem é dono de metade de Sobaco County, isso inclui um banco, uma caixa
económica, para não mencionar a maioria dos políticos locais, incluindo o
xerife”. Hannibal: “O que teria acontecido se Moshe Dayan tivesse achado que
seis dias era demasiado tempo para derrotar um exército cinco vezes maior do
que o seu?”. Murdoch: “Vá lá pessoal, basta dizerem e eu farei de casamenteiro.
Sou um grande casamenteiro. Não tive uma única reclamação de Lady Di sobre o
príncipe Carlos. E o meu trabalho é sucesso garantido. Deixem-me tratar disto,
por favor”. Frank Gaines (Alan Fudge): “Prestem muita atenção porque só vou
dizer isto uma vez”, Murdoch: “Já ouvi essa deixa, Randolph Scott, última cena,
‘A bela de Yukon’,
International Pictures, 1944” ,
Gaines (dispara sobre a carrinha de B.A.): “Tens mais algum comentário
inteligente, sacana?”, Murdoch: “Isso é Richard Widmark, ‘O beijo da morte’, Fox, 1947” . Amanda Houston (Robin Riker): “Tenho uma confissão a
fazer”. Face: “Ótimo, sou escorpião, somos ótimos a guardar segredos. O que é
que quer confessar?”, Amanda: “Bom, quando tu e os teus amigos apareceram aqui,
pensei que estivesse a viver um encontro imediato de algum tipo”. ♠ “Steel”, Face: “Sim, sim, já reparei, o que vais
fazer?”, Hannibal: “Vou verificar a situação financeira de Denham. Parece que
não acredita em segurança social nem em retenção de impostos. Está a pagar aos
homens naquela carrinha dos almoços, minando tudo o que este país representa.
Não posso permiti-lo”. Face: “Fico com o Tillis? Não planeava fazer carreira
disto, trouxe o meu Corvette, não é propriamente o carro mais discreto para
seguir uma pessoa”. ♠ “The White Ballot”, xerife
Jake Dawson (Clifton James): “É esse tipo de coisa que o mete em sarilhos. Não tem o
direito de escrever mentiras sobre mim no jornal. Sou candidato numa eleição
importante. Se as pessoas leem essas coisas ficam nervosas. Vou ganhar de
qualquer maneira. Tirem-no daqui”. Amy: “Estão atrasados, onde está o
Hannibal?”, Face: “O Hannibal teve de fazer uns planos para ‘O monstro que
comeu a França’, uma grande produção”. O Xerife Dawson discursa: “O facto de o
Joe Morgan ter decidido viver nesta cidade, é uma prova do modo de vida que tentei
manter para os cidadãos de Parkland. Em meu nome e em nome de toda a cidade,
gostaria de o presentear com a chave da cidade”. Murdoch: “Sabes, quando andava
no liceu concorri à presidência da associação de estudantes, mas perdi devido a
um pormenor técnico: não estava a haver nenhuma eleição na altura. Lembrem-se
de que o Joe Morgan é o tipo que não se pode comprar, o manhoso do xerife
Dawson pode tentar, mas não vai resultar”. Capitão Crane: “Tenho uma informação
sobre o A-Team”, coronel Decker: “Onde?”, Crane: “Em Parkland, Novo México. Uma
foto no diário local mostra um homem igualzinho ao Templeton Peck”. ♠ “The Maltese Cow”, Face: “Oh, não! olhem para isto.
Todos os copos de cristal Waterford que trouxe emprestados da estreia da
Universal no Hotel Sheraton…”, B.A.: “Não trouxeste nada emprestado.
Roubaste-os há três ou quatro anos. Coitados, iam fazer uma festa para
comemorarem o filme e acabaram a beber champanhe por copos de papel”. Murdoch:
“O Mack Murdoch estava farto de copos de plástico e pratos de papel e de gajas
de olhos remelentos com dentes amarelos. Esta visita a Chinatown foi como uma
viagem alucinante. Os sons fortes, o cheiro a gordura a entrar-lhe pelas
narinas… e lembrou-lhes do Sam Yeng e daquela noite em Saigão, quando ele e o A-Team
se esconderam na cave da casa de Sam e os morteiros abriram buracos nas
paredes. E tudo isto ficou gravado na sua memória”, B.A.: “De que está este
doido a falar agora?”, Face: “Não reconheces? É uma má imitação do Philip
Marlowe. Acho que o Murdoch anda a ver demasiados filmes do Humphrey Bogart”.
Murdoch: “Chamem-lhe uma fixação, mas a Vaca Maltesa está a assombrar-me. O seu
mugido secreto está a atrair-me como o perfume de uma dançarina de uma
discoteca rasca”. ♠ “In Plane Sight”, Face:
“Achas que alguém que vive em Porterville [população 358], tem dinheiro para
financiar uma das nossas operações? Vá lá, Hannibal”. Jes Hicks (Rod Colbin):
“Os cristãos honestos e patriotas não se tornam traficantes de droga. O meu
filho é um veterano de guerra com uma condecoração. Está inocente, é vítima das
ações de outra pessoa”. ♠ “The Battle of Bel
Air”, Tawnia Baker (Marla
Heasley) [8]: “Estou a dizer-lhe que sou jornalista,
trabalho para o LA
Courier Express , e conheço a Amy Allen muito bem”, Hannibal:
“O que é muito difícil de confirmar a curto prazo, visto que a Amy está em
Jacarta neste momento”, Face: “Querida, a única identificação que há aqui é da
empresa de segurança Intermode”, Tawnia: “O meu nome é Tawnia. E já vos disse
que tenho estado a trabalhar incógnita numa história”. Tawnia: “Pensava que
tinhas uma regra rígida sobre confraternizar com membros da equipa”, Face: “Mas
não és membro da equipa”, Tawnia: “Ainda, mas aposto que consegues ver-me como
tal”. Tawnia: “Com a tua situação e tudo isso, que tipo de relação podemos
ter?”, Face: “Relação?”, Tawnia: “Há algum problema?”, Face: “Não, não, é que está
a ficar um pouco tarde”, Tawnia: “A Amy tinha razão. A palavra compromisso
consegue afastar o Templeton Peck mais depressa que o gás pimenta”. Face:
“Desculpe, é aqui a rodagem de ‘O monstro do campo Runamuck’, não é? sim,
ótimo, onde está o tipo que faz de monstro?”. Tawnia: “O Decker viu-me com
vocês, vai prender-me, têm de me deixar ir com vocês”, Hannibal: “Damos-te
boleia”, Tawnia: “Ótimo! Podemos ir falando pelo caminho para nos ficarmos a
conhecer melhor”. ♠ “Say It with Bullets”,
Charlotte Brown (Lauren Chase):
“Que mais lhe disse ele?”, Hannibal: “Que havia tráfico de armas na base
militar americana onde você e o seu irmão estavam e que, antes de morrer, o seu
irmão foi destacado para levar o material roubado para fora da base”. ♠ “Pure-Dee Poison”, Charles Drew (Bo Hopkins):
“Queria pedir-lhe um conselho profissional, reverendo. Há um versículo na
Bíblia que diz: a vingança é minha e hei de exercê-la, disse o Senhor. O que
acha que significa?”, reverendo Taylor (John Amos): “Sr. Drew, eu prefiro: pela
Minha espada viverás e servirás o teu irmão”, Drew: “Bom, você tem as suas
crenças e eu tenho as minhas. E as suas estão a custar-me dinheiro”, reverendo
Taylor: “Que se lixe o seu dinheiro! Aquela mistela que vende, matou mais de
treze pessoas, nos últimos seis meses”. Reverendo Taylor: “Ele controla o
condado de Arcadia. O negócio de contrabando que ele dirige é o maior do sul”. Murdoch:
“Fazer contrabando era só vender whisky sem pagar imposto. Nunca deu muito
trabalho”, Hannibal: “Agora é diferente, capitão. Agora fazem a bebida em
tanques de ferro e destilam-na nos radiadores de carros. A corrosão e o chumbo
ficam na bebida que vendem nos bares”. Murdoch: “Não sei o que dizer. Morro de
medo dos dentistas. Só consigo pensar que não estão a arranjar-me os dentes,
mas a esconder coisas dentro deles: brinquedos de cães, aspiradores, quem sabe?
Quem sabe?”. Stephanie Taylor (Tracy Reed):
“Você é… um homem estranho, B.A.”, B.A.: “Não… não sou diferente dos outros”,
Stephanie: “Eu acho que é, você é… você é especial”. Stephanie: “Lamento não
termos tido hipótese de aprofundar a nossa amizade, B.A.”, B.A.: “Tenho de dar
apoio logístico os meus companheiros, além disso o exército anda atrás de nós.
Onde quer que vamos há sarilhos. Quando ficamos muito tempo num sítio as coisas
começam a aquecer”. ♠ “It’s a Desert Out There”,
Burke: “Somos os Escorpiões, quando picamos, vocês morrem. Quem estiver neste
autocarro daqui a um minuto terá problemas, mexam-se”. Lila Palmer (Jeannie
Wilson): “Bom, muitas vezes quando os homens descobrem que sou supervisora,
não continuam atraídos muito tempo”, Face: “A sério? Bom, não sei, quero dizer…
talvez seja impressão minha, mas acho-a muito misteriosa, como se tivesse um
segredo que mais ninguém conhece. Quer trocar segredos incrivelmente pessoais?”.
♠ “Chopping Spree”, Face: “O que significa que
estamos a lidar com uma operação profissional. Não sei, Hannibal, devíamos
estar em Jeddah na Arábia Saudita. O príncipe está muito ansioso por recuperar
as duas esposas que foram raptadas pelo xeque beduíno. Além disso, também vai
transferir para a nossa conta um milhão de riyals. (…). O que, na atual taxa de
câmbio, dá 430 mil dólares, muito obrigado”. Hannibal: “Isto é a terapia de
jardinagem do Murdoch. Está a regressar às suas raízes, por assim dizer”. Murdoch:
“A pequenina está na carrinha. Eles têm a minha planta! Foi roubada! Devem
cortar-lhe uma folha e enviar-ma para provarem que a têm. Hannibal tens que
fazer alguma coisa”. Sam Friendly (Dennis Franz): “Podes explicar-me, porque te
encontras no meu escritório, com a minha miúda, em menos de dez palavras?”,
Face: “A sua miúda? A Cindy é a sua miúda? Não sabia”, Sam: “Sabes o que faço
aos tipos que se metem com a Cindy?”, Face: “Acredite, se eu soubesse que a
Cindy era a sua miúda, nunca teria olhado para ela. A última coisa que quero é
ser apanhado com a miúda do patrão”. ♠ “Harder than It Looks”,
Katherine (Cherie
Michan): “És um porco, sabias, Strickland?”, Strickland (Frank Annese): “És
muito fria para a brasa que és”, Katherine: “Nem sonhes!”. Jennifer “Jenny” Teasdale (Lori Lethin):
“Que o Marcus e eu nos amamos”, Face: “Quer que vamos salvar um dos seus
raptores dos outros raptores? Isto está cada vez melhor”. ♠ “Deadly Maneuvres”, B.A.: “Adoramos leite”, Murdoch:
“Correção, Baracus, tu é que gostas de leite. Para um profissional, como um
soldado, o simples sumo da vaca não faz ganhar guerras”. Face: “Conseguiste ver
bem isto quando te trouxeram?” Murdoch: “Sim, sim, fortaleza vedada, montada em
terreno aberto. Como te apanharam?”, Face: “Bem, detesto admiti-lo… atraíram-me
com uma rapariga. Sinto-me tão fácil”, Murdoch: “Podia ser pior. Eu fui
apanhado com um cão”, Face: “Bem, pelo menos, a minha era bonita”. Hannibal:
“Há uma médica em Bad Rock ,
chama-se Maggie Sullivan, trá-la cá, depressa”. ♠
“Semi-Friendly Persuasion”, Face: “Carpintaria? Isso não combina com o meu
guarda-roupa. Serradura e tweed não
combinam muito bem”, Murdoch: “Visualmente, não. Mas dá para fazer uma ótima
bebida proteica e também uns bons altifalantes, se souberes o que fazes. A
serradura tem um fator de distorção ultra baixo: 0,0052” . Face: “Bem, Paris
não tem de recear perder turistas para a boa e velha Kellysburg”. Hannibal: “É essa a força motriz da sociedade:
a liberdade de pensar. Os pensamentos das pessoas são insondáveis e valiosos e
os soldados pagam o preço para os proteger”. ♠ “Curtain
Call”, (episódio de flashbacks),
capitão Crane: “Se eles têm um ferido com eles, coronel, só há dois sítios onde
podem tentar arranjar material médico: o hospital de Riverview e o posto
florestal na estrada da Mill Basin. Claro que podem tentar contactar o Murdoch
no hospital de veteranos”. Coronel Decker: “Capitão, já se perguntou porque o
A-Team nos escapa sempre?”, Crane: “Eles são bons, senhor”, Decker: “São os
melhores. Pensam como um só, sentem como um só… atuam como um só, mas com um
deles ferido, isso deixa de acontecer. O bem da unidade passa a ser o bem de um
indivíduo, e isso será a ruína deles”. Murdoch: “Eu adorava visitas, coronel. A
sério, tem a certeza que não muda de ideias e não fica para o almoço? Vamos ter
salada de cascas de curgete em conserva com pudim de tapioca recheado com
flocos de coco e uma ameixa estufada em cima. Adoro , simplesmente, adoro” [9].
___________________
[1] “Melinda Culea foi despedida da série por
causa de divergências criativas com os produtores. Culea queria mais falas e
ser envolvida em mais cenas de ação”. George Peppard disse: “Melinda estava
muito insatisfeita com a extensão e importância do seu papel. Ela chegava ao set frustrada, irritada, uma mulher
terrivelmente descontente”. “Ele disse que ela queria mais tempo na série e
queria juntar-se nas cenas de luta com alguns golpes de karaté. Mr. T diz que
ela queria mais dinheiro. Culea, dizia-se, ganhava 15 000 dólares por episódio
no começo e mais tarde 20 000 (contra os 40 000 ou assim de T, embora não tanto
como o salário do veterano Peppard que soma perto de um milhão por ano). (…).
Mr. T apoia Peppard: ‘A série não foi projetada para uma mulher’, diz ele. ‘É
uma história sobre veteranos do Vietname. Ela não esteve no Vietname. Eu disse-lhe
na cara: Foste abençoada e não percebeste. Esticaste a corda. Ela disse que
queria mais trabalho, mais tempo na série. Dá para acreditar? Quão estúpido se
consegue ser? Melinda, ela chegava todos os dias a reclamar. Não precisávamos
disso’”.
[2] “Tim Dunigan interpretou o
papel de ‘Face’ no episódio piloto, ‘The A-Team: Mexican Slayride’. O papel foi
logo atribuído a Dirk Benedict, porque Dunigan foi considerado ‘muito jovem e
muito alto’. Segundo Dunigan: ‘Em frente da câmara eu pareço ainda mais novo do
que sou. Era difícil aceitar-me como um veterano da guerra do Vietname, que
terminou quando eu estava no segundo ano do liceu’”.
[3] “Um ex-guarda-costas de celebridades,
Mr.T protegeu os corpos de Michael Jackson, Steve McQueen, Diana Ross e
Muhammad Ali (e ganhava 3000 dólares por dia pelos seus serviços), antes de ser
descoberto por Sylvester Stallone e contratado como Clubber Lang, um
adversário de Rocky Balboa em ‘Rocky III’ (1982)”.
[4] “O nome A-Team é tirado
dos A-Teams, que era a alcunha para Operational Detachments Alpha na guerra do
Vietname. O Vietname foi a primeira guerra em que as Forças Especiais do
Exército americano foram usadas”.
[5] O nome de batismo da
série em Portugal. Mais
tarde, serão filmados uns “Soldados da Fortuna” totalmente alheios à série,
intrincadamente enfueirados com Portugal (R), (Portugal Refundado), por graiar uma
história de riqueza, diversão e bom clima fiscal. Os superricos pagam por
aventuras em teatro militar nos “Soldiers of Fortune”
(2012): “se recebeu esta hiperligação, o seu rendimento pré-seleciona-o para as
melhores férias radicais: o programa Soldados da Fortuna. A melhor parte é ser
dedutível nos impostos”.
[6] O porno atracou o tema de
retro. Em “Girls of the ‘A’ Team” (1985), “A” de anal: “Zanos
(interpretado por Ron Jeremy), um embaixador grego de visita aos EUA, com uma
forte propensão para fazer sexo anal, estava a comer uma namorada americana, a
Susan, interpretada pela sensual Tamara
Longley a),
que se recusa ser enrabada. Frustrado, ele telefona ao jornalista Steven
Riordan, a sua ligação nos EUA (interpretado por Peter North), que lhe sugere o
contacto do ‘A’ Team. ‘There's no need to
scream, just call the A Team’, diz-lhe e descreve-o como ‘mestres na arte
da penetração anal’. Rapidamente, o ‘A’ Team chega ao chalé de Zanos numa
carrinha (semelhante à usada pelo A-Team na série de TV, esta fornecida por GMC
Truck). Liderados pelo Mr. P (interpretado por F.M. Bradley), os membros do ‘A’
Team incluem Tom Byron, Marc Wallace e a unidade operacianal Cheri Janvier,
Josephine
Carrington,
Jennifer Noxt,
Sahara e Buffy Davis”.
–
a) Tamara Longley,
1,63 m, 91-63-91, olhos verdes, cabelo castanho, nascida a 30 de outubro de
1961, estreou-se como Blair Richmond em “Suze’s Centerfolds 6”
(1981), e firmou-se grande atriz em “Unthinkable”
(1984).
[7] “Os planos exteriores do
hospital onde vão para libertar o Murdoch, são do edifício principal, anterior
ao terramoto de 1994, do Hospital Sepulveda para veteranos, em North Hills , San
Fernando Valley. O novo edifício pós-terramoto é usado para filmar ‘A anatomia
de Grey’”.
[8] “George Peppard chamou-a
para a sua roulote e disse-lhe: ‘Só quero que saibas que não te queremos no
programa. Ele disse, não te queremos no programa. Nenhum dos rapazes te quer
aqui. Ele disse, a única razão pela qual estás aqui é porque a estação de
televisão e os produtores te querem. Por alguma razão eles pensam que precisam
de uma rapariga’. A entrevista continua com Marla Heasley notando que
no seu último dia de trabalho, Peppard chamou-a de parte e disse-lhe: ‘Lamento que
este seja o teu último dia, mas lembra-te do que eu te disse no primeiro dia,
que não queríamos uma rapariga, não tem nada a ver contigo. Ele disse, és muito
profissional, ele disse, mas, não há razão para ter uma rapariga’”.
[9] Portugal tem team…
tem
team para enviar ao submundo de Los Angeles, à lavandaria do sr. Lee na rua 6 e
contratar o A-Team. E há tarefa, cortes na despesa do Estado, anunciada na TV
pelo mais alto arauto da nação, Marques Mendes: “Os deputados andaram a dizer
que estavam escandalizados com a vinda do Fundo Monetário Internacional ajudar
nesta tarefa. Escandalizados, por ser eu a falar no assunto, quando eles eram
os únicos que não podiam ficar escandalizados. Você ainda podia às vezes não
ter estado atento ao discurso. Eu até podia não estar. Agora eles? ‘tão ali
deputados, ‘tão ali à frente do ministro das Finanças, a função deles é ouvir os
discursos. Eu não sei se eles ‘tavam a ler jornais, revistas, a fazer
joguinhos de computador. Asshé, por amor de Deus! As pessoas assim dizem
mas qu’é qu’estes homens andam lá a fazer? Eu ouvi o António José Seguro
escandalizado. Mas o qu’é qu’ele ‘tava lá então a fazer? Não era normal António
José Seguro, que falou tanto disto, perguntar ó sr. primeiro-ministro,
importa-se de nos dizer, desses 4 mil milhões, o que vai ser nas funções de
soberania, nas funções de Estado, como é que isso vai repartir?” (novembro
2012). Altanado como Mendes, ao nosso team não lhe espavorirá a parte má da
cidade ou a escuridão da rua 6. – “A Dark Street” de
Linden Hudson – Linden “co-escreveu muito do material do álbum ‘Eliminator’.
Citação: David Blayney (15 anos como manager
de palco dos ZZ Top) no seu livro ‘Sharp Dressed Men’ disse: ‘Linden Hudson num
mundo justo devia ter o seu nome por todo o lado no ‘Eliminator’ e ter a justa
compensação que ele merece. Em vez disso, foi condenado ao ostracismo’”. (Outra
canção de Linden Hudson: “Raylene”). A
modelo nos dois vídeos é Liz
Ashley, 1,60 m, 48 kg, 81-64-79,
sapatos 37, olhos verdes, cabelo loiro, nascida a 17 de abril de 1983 em
Houston, Texas. Ela corporizou na Playboy, Hustler, Penthouse e…
na sessão de fotos no boudoir (c/ música da banda belga dos
anos 90, Les Baudouins Morts → “Doe De Kropotkin”). Outro
vídeo de Linden “All The Wrong Frets”,
c/ a modelo Sie
Ist
Idaho. (Em fotos de Tate Hemlock).
Portugal
tem team. São jovens e fashionistas de porta de ateliê, não envergonharão a
pátria, aquando no submundo de Los Angeles, éctipos, fuckyouverymuch – Valeria
Franceschini e Chiara Baldini da Fuckyouverymuch na Semana da moda de Valência
2007. “Breaking the rules of traditional clothing”: “propõe uma coleção de peças únicas de moda conceptual
alternativa inspiradas na interação e integração de culturas tradicionais”. “Breaking the rules of
Religion”: “propõe uma coleção de peças únicas de moda conceptual alternativa
inspiradas na religião e na re-sacralização do corpo e alma femininos”.
Destemidos
bem vestidos english spoken outsourcingrão para um Estado
mais magro gordo de “medidas” em
rol. O secretário de Estado Adjunto do 1.º ministro, Carlos
Moedas, matematiza-as: “Cumprimos mais de 400 medidas de reforma contidas nesse
mesmo memorando que assinámos com a União Europeia e com o Fundo Monetário
Internacional. É, mais ou menos, um governo a ter a capacidade de adotar, em
média, 3 medidas por semana. Lentamente, os resultados começam a chegar.
(…). Muito foi feito, não tenho qualquer dúvida, que muito mais ainda está por
fazer” (fevereiro 2014). – Em Lisboa cumprem as medidas, em Praga enchem as
medidas: “Prague Nude Shootings” p/ fotógrafo
checo Jiří Růžek c/ a modelo russa Vikencia
(foto Olga
Zavershinskaya / fotos Robertem
Vanem).
“Vikencia” p/ Jiří Růžek. “Shooting
in Prague streets again” c/
Vikencia e Metteorwa. “Come Closer”,
uma comédia erótica zombie de Jiří Růžek c/ Vikencia e Metteorwa. (Tereza
Metteorwa,
modelo checa, gosta “quando a chuva começa um dia quente”, desgosta “alguns
turistas”).
“Se
tiverem um problema em que mais ninguém os possa ajudar, e se conseguirem
encontrá-los, talvez possam contratar o A-Team”. Problemas, há. Dinheiro para
viagens, há. Team para encontrá-lo há aos trambolhões. Como Marco António Costa,
porta-vozeirão do PSD: “É sempre uma postura de permanente obstaculização à
governação. De criação de dificuldades. No caso do Partido Socialista, agravado
pela circunstância de não ajudar a resolver os problemas que o próprio Partido
Socialista criou quando era governo. (…). A nossa convicção plena é que todo o
Orçamento de Estado que foi apresentado e aprovado na Assembleia da República ,
cumpre a Constituição na íntegra, e portanto temos uma enorme confiança” (dezembro
2013). Ou Poiares Maduro, ministro-adjunto: “O Governo não tem nenhuma
alternativa preparada. Se o Governo escolheu esta medida, [corte nas pensões da
Caixa Geral de Aposentações], e como eu disse, sabemos que é uma medida que
impõe sacrifícios importantes, até porque entendemos que é aquela que melhor
serve os interésses do país, que
melhor serve os objetivos que temos de consolidação orçamental, com equidade,
entre todos os portugueses, que melhor nos permite concluir com sucesso o
programa de assistência económico-financeira. E porque, naturalmente, também
entendemos que é uma medida que cumpre com os requisitos impostos pela Constituição”
(novembro 2013).
Há
a via estrutural. Em vez de contratar, convidar o A-Team a viver em Portugal. Pedro
Lomba, secretário adjunto do ministro-adjunto: “Torna-se, pois, necessária
uma política ativa de imigração que procure identificar e captar a imigração
de grande valor acrescentado para o nosso país, (…). Chamados ‘expatriados’,
profissionais altamente qualificados que migram de países desenvolvidos para
países em vias de desenvolvimento. Acrescente-se os investidores e altos
quadros de empresas multinacionais que, com a globalização e a expansão das
empresas, viram a sua mobilidade alargar-se ao mundo inteiro. Contam-se também
aqui os profissionais especializados no setor dos serviços que, aproveitando a
evolução tecnológica, podem trabalhar em qualquer parte do mundo para clientes
de qualquer parte do mundo. Dentro deste conceito estão ainda investigadores e
estudantes internacionais de elevado potencial que trabalham em rede e buscam
cada vez mais centros de excelência mundiais onde encontrem as condições certas
para desenvolver o seu trabalho. (…). Finalmente entram neste conceito
residentes de longa duração e reformados de todo o mundo que podem
encontrar na amenidade do país as condições certas para poderem desfrutar do
tempo e dos rendimentos acumulados”.
Há
potência de rentabilização de deslocações dos teams. Assunção Cristas, ministra
da Agricultura, o seu chefe de gabinete, José Pedro da Silva Martins, e a sua
adjunta, Maria Manuel Ribeiro Bastos, gastaram numa deslocação a São Francisco 20
427 €, ou seja, 6809 cada um, tendo ficado alojados no Ritz-Carlton Half
Moon Bay, (cuja diária mais baixa é 452 € e a mais alta 981 €), durante a participação
na Conferência dos Oceanos, organizada pela revista The Economist, entre 24 e
28 de fevereiro de 2014. “Fonte do gabinete de comunicação do ministério da
Agricultura e do Mar confirmou a viagem, sublinhando o facto de o mar e as atividades
a ele associadas serem considerados como um dos setores com mais
potencialidades de crescimento em Portugal, pelo que a participação em eventos
como este é fundamental para marcar e assumir a importância de um país e a sua relação
com o mar. Refere a fonte, a viagem teve o objetivo de atrair investidores
estrangeiros e colocar Portugal na liderança das boas políticas para a gestão do
espaço marítimo, tanto que os três se desdobraram numa série de reuniões ao
mais alto nível. O gabinete de comunicação diz que foram respeitadas as regras
e que o alojamento foi no hotel destinado pela organização aos participantes da
Conferência dos Oceanos 2014”. Por mais um punhado de dólares o team deslocar-se-ia
ao submundo de Los Angeles para contratar serviços capitais na proteção do
capital dos investidores.
Com
o A-Team contactado no submundo de Los Angeles ou vivendo em Portugal a vitória
sobre os misoneístas é certa. São contratos chave na mão para o trabalho
musculado de eliminar estorvos ao ímpeto reformista do 1.º primeiro-ministro
mais bem preparado de sempre. “Pedro
Passos Coelho foi o principal impulsionador, em 1996, de uma organização
não governamental (ONG) concebida para obter financiamentos destinados a projetos
de cooperação que interessassem à empresa Tecnoforma. (…). A organização,
denominada Centro Português para a Cooperação (CPPC), funcionava em Almada, na
sede daquela empresa de formação profissional, da qual Passos Coelho se tornou
consultor em 2002 e administrador em 2006. Entre os seus membros figuravam
Marques Mendes, Ângelo Correia, Vasco Rato, Júlio Castro Caldas e outras
destacadas figuras do PSD” (jornal Público, dezembro 2012). “A Tecnoforma,
uma empresa de que Passos Coelho foi consultor e administrador, dominou por
completo, na região Centro, um programa de formação profissional destinado a
funcionários das autarquias que era tutelado por Miguel Relvas, então secretário
de Estado da Administração Local. Os números são esmagadores: só em 2003, 82%
do valor das candidaturas aprovadas a empresas privadas na região Centro, no quadro
do programa Foral, coube à Tecnoforma. E entre 2002 e 2004, 63% do número de
projetos aprovados a privados pelos responsáveis desse programa pertenciam à
mesma empresa” (jornal Público, outubro 2012).
Os
punhos do A-Team protegeriam, por exemplo, o direito ao bom-nome virado do
computador Magalhães. O 2.º primeiro-ministro Paulo
Portas: “Chame-se Canaima, chame-se qualquer outro nome, aqui, um nome
muito bonito, Camões, numa aula digital. Pra mim, eu não distingo, empresas
portuguesas pela sua suposta cor política. Empresas portuguesas que sabem,
internacionalizar-se, exportar, crescer, arriscar, dão milhares de postos de
trabalho, ganham imensos negócios do ponto de vista dos contratos que fazem,
estão a ajudar a economia portuguesa” (ainda ministro dos Negócios
Estrangeiros, em Toluca, México, junho 2013). O bater punho fechado nas
reformas estruturantes amanhará a recalibragem da insustentável leveza de ter
sido (rico), na má economia, pela sucessiva coadoção (três mandatos, mínimo) de
um arrebata-punhadas, o 1.º primeiro-ministro: “Esta crise mostrou que o país
era menos rico do que supunha. Em várias empresas que administrei, a avaliação
de desempenho foi sempre um critério objetivo para melhorar a produtividade,
para poder remunerar melhor os resultados e para poder poupar naquilo que era
essencial nos resultados de exploração que não estavam endossados. Sra.
deputada, eu como gestor, sempre me dei bem com a avaliação de desempenho” (Passos
Coelho, Assembleia
da República , fevereiro 2014). Temos gestor, temos país rico,
é limpinho como vender Mirós (o antigo adágio “limpar o cu a meninos” refundado).
“Vai-me
descer o pano que eu vou dar luz à sala”, Vasco Santana em “O pai tirano”. Toca
a banda sonora desta charanga do país melhor, Jay & Bandidos “Obi más um péça” (“ouvi mais
uma peça”).
32 Comments:
At 5:33 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
11.º post sobre 1983, este sobre o A-Team. Como era muito longo tive que dividir em dois posts, a 1.ª e 2.ª temporadas, e no próximo, que ficou muito maior que este, as outras duas. Houve uma 5.ª temporada mas não sei se foi exibida em Portugal. Nunca a vi. Esta série é muito importante para um país em saída limpa, um país reformador, um país que precisa de proteção do caminho percorrido. Em vez de gastar massa com tropas ou bófias, podemos mandar o Lomba ou o ministro Maduro a Los Angeles, à lavandaria do sr. Lee, contratar os serviços do A-Team quando alguma ameaça nos afligir (uma queda de um meteorito, por exemplo, como dizia o ministro alemão Schraube).
Na tradução portuguesa o Templeton “Face” Peck ficou como Caras, e eu mantive os dois nomes, em inglês e português; na tradução do título da última canção “Obi más um péça”, perguntei a um puto que andava na rua de bicicleta o significado, não sei se está correto, deveria ter perguntado a outro para confirmar, quer dizer, perguntei a um guineense, num café, mas não percebi nada, disse-me que não tinha andado na escola.
At 10:59 da tarde,
Anónimo said…
"re-sacralização do corpo e alma femininos"
Programático.
At 10:42 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
W. B. Neher: para o Tomai todos e comei, isto é o meu corpo, é fundamental a re-sacralização, para mantermos a boa qualidade dos alimentos.
Vi que hoje é notícia na imprensa de referência: primeiro, que Poiares Maduro não tem expetativas de ser comissário europeu, seria injusto pois ele tem corpo e alma, sacralizados pela saída limpa, para tal. Poiares fica bem em tudo, até de gondoleiro. A outra é O primeiro nu integral de Scarlett Johanssen. Finalmente, a forma de ver cinema entra nos eixos, já não esperamos pela estreia de um filme, mas pelo ensejo de ver uma gaja nua. E, em nome da transparência na arte esse é o abc de qualquer realizador.
At 4:43 da manhã,
Anónimo said…
Táxi, lembro-me de uma cena do A Team. Os Gajos tinham caído com um avião no meio de um deserto. A seguir, como é natural, precisavam de uma série de coisas para sair de lá. Um deles, por dinheiro arranjava qualquer coisa. Pagaram-lhe e lá foi ele buscar o que era preciso...
At 10:40 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
W. B. Neher: não creio que seja no deserto, mas na Carolina do Sul (se calhar é um deserto, nunca lá estive). Eles vinham da Guatemala e o avião cai, e o Murdoch constrói um ultra leve com partes do avião, mais outras que o Caras foi desenrascar, no episódio Holiday in the Hills. Eu fiz uma sinopse com diálogos de todos os episódios, deveria ter metido algum contexto, mas isso então, em vez de dois posts, levaria quatro ou cinco. Não dá. Agora tenho que me despachar com os posts, estão a chegar à altura em que o FMI aterrou na Portela, e as semelhanças com este nosso tempo são hilariantes.
Tenho que ir comprar uns jornais, ou melhor, tenho que pedir para que mos comprem, pois se saio de casa é uma desgraça, ajudo a economia local, é verdade, mas estoiro as finanças pessoais. O Expresso “oferece” um livro sobre a 1.ª guerra mundial, é de um judeu, o coadjuvante do Churchill na biografia, deve ser coisa tendenciosa, Deus Google diz que é uma enumeração de factos, só espero que não sejam aldrabices. E o Diário de Notícias vem com uma páginas sobre o livro do Piketty, como não penso ler preciso de ler um resumo (enquanto não fazer o filme, I hope).
Reparaste que o melhoramento artístico do A-Team é protagonizado pelo Ron Jeremy. Não tive tempo para confirmar se é de facto embaixador grego, limitei-me a traduzir um resumo, e muitas vezes estas coisas estão erradas.
Tu que és bom a matemática deixo-te um rácio para fazer.
At 1:20 da manhã,
Anónimo said…
A Certain Ratio...
O Ron Jeremy devia ser contratado para o cacilheiro da Vasconcelos.
At 9:12 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
W. B. Neher: estive a ver o filme “24 Hours Party People”, que é sobre o Tony Wilson, e eles diziam mal dos A Certain Ratio, não o Wilson, que era único que gostava, a banda era da editora dele, mas o entourage cascava, que não prestavam.
Ron Jeremy fica bem em todo o lado, até poderia substituir o poster da Sharon Stone, na casa do Portas, embora neste caso, se calhar, ele preferirá o Peter North ou o Scott Nails, são mais bem parecidos.
O papel da Internet é controlar, não proporcionar almoços grátis. ( Ímpeto reformista do governo luso lá chegará).
Nestes tempos de mulher barbuda na música, uma sem barbas: a Imogen publicou o seu último single, escrito para e tocado com a luva.
Acho que é mesmo o Papa Chico que anda no site (tenho fé).
At 10:25 da tarde,
xistosa, josé torres said…
Eu sei que sou uma abencerragem do impossível, mas em época eleitoral não consigo desviar o pensamento de toda e qualquer bafagem que afinagem o vil metal, pela agiotagem que agem e dão a beberagem para a agiotagem.
Pois é…
Consegui ler tudo, um épico obrar (não de descomer), mas de mitigar o apetite por carnes, que nem as arouquesas, mirandesas, charolesas ou até as leiteiras holandesas ajudam ao compor o estômago desta alimária (malandro, nada de descaminhos da palavra).
Pois é…
Nunca consegui acompanhar as “façanhas” dos novos façonheiros, motivo porque não segui estes novos fazedores de impossíveis. Não consegui e nem consigo lidar com ‘extraterrestres’, que dizem: vamos a eles como D. Gonçalo aos mouros em Beja e “limpam” tudo e todos.
Como estive em Fátima, em penitencia, relembrando a dita cuja santa que apareceu a uns embasbacados, pedindo que esta súcia não se lembre que tenho que pagar mais impostos, mesmo com o dinheiro que não recebi e que ajudem a criar uns quantos mais orfanatos de abandonados da sorte (a redundância é propositada) e tascas sociais onde sirvam uma sopa e meia dúzia de copázios; só para esquecer…
Tenho matutado na importância de diminuir a abstenção e penso que a distribuição de uma arma carregada a cada votante, iria resolver um rol infindável de problemas.
De certeza que as bocas a alimentar seriam muito menos, os desempregados diminuiriam, os emigrantes, idem e, os manhosos e ranhosos do poleiro governativo, aspas, aspas.
Antes que me esqueça, aqui fica isto:
RESPOSTA AO SILVA DE BOLIQUEIME
Reencaminho como recebi
Texto do Prof. Doutor Amadeu Carvalho Homem que resume de forma exacta a personalidade do cavaco que nunca foi o presidente de todos os portugueses e que, se tivesse o mínimo de massa encefálica e vergonha, há já muito se tinha demitido!
Anda a pôr portugueses contra portugueses!
Nunca Portugal teve uma coisa tão fraquinha na presidência. Até o abóboras conseguia não ser tão mau!!!
«RESPOSTA AO SILVA DE BOLIQUEIME
O Silva de Boliqueime, com aquele pendor pimpão, persecutório e faccioso que se lhe conhece, aproveitou estas redes sociais para perguntar, muito ufano, o que têm agora a dizer os adversários das políticas governamentais a esta "vitória de Pirro" da "saída limpa".
Olha, Boliqueimes, desde o 25 de Abril que não me era dado assistir a uma operação mais miserável, mais infame, mais medíocre do que esta que, ao que parece, tu vanglorias.
Antes de te "armares à fotografia", Boliqueimes, pergunta às estatísticas quantos pobres a mais fizeram essas políticas; quantos novos emigrantes produziram; quantos empregos queimaram; quantas famílias da classe média foram sacrificadas; quantos trabalhadores por conta de outrém desesperaram ou se suicidaram; quantas crianças ficaram por nascer; quantos velhos partiram mais cedo para o Além; quantos licenciados, quantos mestres, quantos doutores deixaram de ser utilizados no próprio País; quantas pessoas, outrora auto-suficientes, tiveram de remexer em caixotes de lixo para encontrarem comida.
Se tivesses um pingo que fosse de vergonha nessa cara imunda, tu, Boliqueimes, não farias tal pergunta. Porias os olhos no chão e calavas-te muito caladinho.
Mas tu és o que és e jamais poderás ser outra coisa: um traste que foi colocado por outra meia dúzia de trastes na Presidência da República do meu País.»
At 10:44 da tarde,
xistosa, josé torres said…
Lamentavelmente, não dei uma dica para a votação no dia... nem sei..., que se lixe a m/memória.
Pois eu, salvo desvio de última hora, agradeço a aparição, não da virgem, que sei já não as haver ou a ver, mas do ronceiro, ralasso e zorro palmipede (rangedeira).
É ele que me vai levar a votar.
De repente, lembro-me duma reportagem do desportivo espanhol "Marca", onde até nuestros hermanos afirmam que 50% dos portugueses são do benfica e os restantes (ironia das ironias, também são 50%), são anti-benfiquistas.
Suponho que por sermos poucos, não contabilizaram os adeptos de "Os Belenenses"...
Portanto, para que conste, o meu voto vai em mais um ranhoso, digo desprezível, porque adoro palinfrasias e ele não diz uma sobre a Europa (TAL COMO OS OUTROS).
Uma boa semana.
At 8:58 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
Jose Torres: muito haveria que dizer de um povo onde vive um tipo que comprou dois submarinos e clama contra o despesismo e o controlo orçamental. Devia ouvir-se uma grande gargalhada quando ele aparece em público, mas não se ouve nada, só ele a subir nas intenções de voto. A ironia disto diz tudo da relação do eleitor com o eleito.
Eu não sou contra os ajustamentos mas esses teriam que ser paralelos com o direito de retribuição. Ou seja, o acesso a armas deveria ser facilitado como na América – que tem um capitalismo dinâmico e regenera-se rapidamente de crises, porque o cidadão tem direito de defesa, o que põe os empreendedores na linha, evitando abusos, pois sabem que estão a pôr em causa a integridade física, a sua ou da comunidade, pois um tipo com os calos pisados pode entrar com uma arma num sítio qualquer e explodir a sua indignação. É uma sociedade que mantém o nível de frustração dentro de limites razoáveis ou sofre as consequências. Na Europa, pelo contrário, anda tudo com boa vidinha, as elites coçam a barriga de satisfeitas, cada vez mais ricas e sem riscos. (Tenho que ver as conclusões daquela gaja do PP que foi baleada em Espanha. Li que foi por causa de despedimento. Se foi, é justo, os políticos têm que pôr a sua vida à frente das decisões que tomam).
Américo Thomaz marcou, fez escola, e todos os posteriores o imitam. Cavaco é um Thomaz de segunda, fazer campanha eleitoral pelo governo só mesmo de um aldeão que vive num palácio. Veremos se o povo soberano sabe que estes dias de “euforia limpa”, de grande feito histórico, – o governo faz todos os dias uma comemoração desse facto – não é mais do que uma consequência de terem passado os três anos do contrato com a troika, e que a desgraça do país e das pessoas ainda está para vir. E por muito bom que Passos Coelho seja – ele fez descer os juros não só em Portugal mas no mundo, portanto ele é bom, e o mundo fará estátuas à sua pessoa, – quando passarem as eleições o pau vai cair nas costas com toda a força, pois os responsáveis disto tudo – Ulrich, Salgado, etc. – ainda estão todos mesmos lugares a fazer as mesmas coisas.
At 4:49 da tarde,
São said…
Será que esse grupo de mercenários ainda actua? Dava um certo jeito!!
E eu que vinha à espera do prometido poema do escriba da OPUS DEI e antigo marido da actual ministra da Justiça que , logo numa das suas primeiras interevenções, jurou a pés juntos que "agira a impunidade acabou" e , depois, a gente vê o que vê...
Fica bem
At 8:48 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
São: o Pinto era o grande reformador da Constituição com a qual Passos ia salvar o país (e o mundo. A forma como Passos desceu os juros das dívidas soberanas no mundo inteiro é genial), não sei o que se passou com essa reforma, o que sei é que o Pinto é colaborador da Bola, poeta e pintor. Ele tinha um poema muito bom sobre sinos mas Deus Google tem-nos escondidos no Seu cofre. Há este que é mais Violetta y sus amigos.
“se um único
sonho
de cada
homem
se tornar
realidade
que outros
homens
acordarão
dos seus
sonhos?”
Tenho que ir ver qual é a cerimónia que o Governo faz hoje para comemorar a saída da troika. (Deve haver mão de Relvas nesta eufórica atuação. Se Relvas não consegue vender a coligação ao povo soberano, se não os faz ganhar as eleições europeias e sobretudo as legislativas, então merece ficar mesmo sem o curso. O homem é muito bom, a limpeza que ele vai fazer nas eleições será histórica, como o povo soberano gosta).
At 6:22 da tarde,
São said…
Eu sei e ainda era mais caricato, porque o tipo até monárquico!!
Colaborador da "Bola"? Desconhecia.
Pela amostra, ainda bem que o Google os tem bem guardados e queira Deus ainda não venhamos a descobrir que há uma colecção de quadros seus num qualquer Banco...
Relvas agora já não tem o grupo que nas redes sociais e não só utilizou para fazer a campanha negra que fez contra Sócrates : mais de metade já está no Governo e arredores...
Se o povo soberano for tonto e achar que é graças à competência de Passos e do reformado de Boliqueime assim como do cherne podrido que o MUndo está maravilhoso e fantástico, então só tem o que merece.
Aborrecido é que quem não merece apanha também por tabela...
Fica bem
At 11:39 da tarde,
xistosa, josé torres said…
O deus Google já me diz que esta "casa" foi actualizada há uma semana e não há mais de um ano como me queria convence e manteve largos dias dos tempos.
Por sorte (ou azar, que m/técnica de informática -filha- percebe um pouquito mais do que eu, mas mexe-me com tudo o que está quedo e mudo, conseguiu apertar uns parafusos (co computador)...
Tenho andado um pouco retirado desta vida terrena e ainda bem, não quero mortes.
Receio que algum desempregado possa descobrir quem o despediu e faça como as duas espanholas que “caçaram” uma provável “culpada” de algo…
Mas mortes à parte
Fiquei maravilhosamente felicíssimo com a oportunidade que foi dada aos ladrões, bandalhos, crápulas, peraltas, torpes, devassos, canalhas, coelhos e outros “refustedos” que tal, constantes do DiciOrdinário, para desvendarem crimes e irregularidades. Por isto tudo, concordo que seja um CDS a liderar o gangue (dos submarinos e panduros). Só espero que não me peçam mais “algum”, para pagar as almoçaradas e jantaradas (isto se não forem para a vida nocturna ás “meninas dactilógrafas) e viagens que vão ser necessárias para descobrir que houve corruptores (alguns julgados e condenados lá fora) mas o(s) portuguesinho(s) corrupto(s), no seu safe-se quem puder, continua(m) por aí e até mais promovido(s).
Bem, este presidente era mesmo o indicado, já que faz, ou fez, parte da liga da natureza, Amnistia Nacional e vejam bem, do Guiness, ao ter mandado abater uma catrafada de sobreiros que provocavam doenças (a alguns) e pela brevidade (nem tempo teve de ver, ou ler, o breviário) com que despachou mais de trezentos despachos, despachadamente.
Mas há mais; João Catarino ou do catano, braço direito do inocente Oliveira Costa, foi nomeado, (por quem seria??? Logicamente a ministrinha das finanças!) no reino dos láparos, para realizar a reforma fiscal do IRS.
Porque será nunca pensei em treinar para ser ladrão???????????????????????????????
Termino com um apelo:
MEU BOM POVO, VOTEM!!!
At 11:44 da tarde,
xistosa, josé torres said…
Com erros de dactilografia, de português e falhas de palavras, lá saiu u comentário de um teclado que já poucas letras estão visíveis.
peço desculpa, mas não tenho pachorra para alinhar a direccção ao dito cujo.
At 10:17 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
São: não acredito que o Relvas tenha falta de pessoal, é só estalar os dedos e, das fileiras jotas, saltam que nem pulgas num telhado de zinco quente. Vender o Passos e o Portas ao povo soberano é muito mais fácil do que o Seguro, é só carregar na tecla do otimismo, nos sorrisos, no champanhe, sempre o tempo passa e a vida continua, e quando mais desgraças acontecerem, já estarão com bons empregos no setor privado (regra geral nas empresas que ajudaram a salvar, por uma estranha coincidência que ninguém consegue explicar).
Agora vender o Seguro é um trabalhão dos diabos, não sei se o equivalente Relvas no PS, o Jorge Coelho, terá essa capacidade; é necessário especialistas em várias áreas para desmontarem a conversa do Governo (Passos mente descaradamente e não lhe cresce o nariz, Sócrates não tinha essa sorte) e depois alguém com uma inteligência acima da média para processar toda a informação, e não a malta, mais ou menos, desleixada, que anda por lá a falar nas TVs sem saber o que está a dizer.
At 10:32 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
Jose Torres: o meu computador queixa-se do mesmo. O teclado está numa lástima, se o não sei de memória, ficarão letras por escrever - ainda bem que não para protestar que letras protestadas custam as ceroulas. E a máquina em si todos os dias faz ameaças de não arrancar, só com muito empurrão é que liga, até ao dia em que terei que chamar o bate-chapas dos computadores.
Não são só os submarinos e panduros, foram todos os negócios feitos pela malta na política que não devem ser investigados - ou que sejam investigados por eles próprios - porque se o fossem, então o povo soberano era capaz de ficar a saber o que não deve e isso interferir nos votos.
Há dias ouvi um deputado democrata-cristão, no meio de uma conversa, dizer: Eu não acredito em Deus. Ora, isto dá ideia daquilo que são os partidos, associações para se conseguir safar na vida, já não têm nada a ver com ideologias ou políticas.
At 4:07 da tarde,
São said…
TEns razão, que das Jotas aparece sempre tudo e mais alguma coisa .
Mas ontem já apareceram baixas de exportações e não podem deitar tanto foguetório.
SEguro deve durar só até ao fim deste mês...ou muito me engano.
Não entendo como é que Sócrates foi tão atacado e Passos continua quase sem se molhar!!
Será que o "melhor povo do mundo" é também o mais idiota??
Bom final de semana
At 12:32 da manhã,
xistosa, josé torres said…
O dinheiro nunca chegava até ao fim do mês e parece-me que agora descobri quem me andava a roubar
Sei que não serão eles directamente, mas sim um séquito de guardiões da democracia, capitaneados por um tal "de coelho".
Como estou a fazer as malas para emigrar para norte, onde tento vender um quintalzeco aos espanhóis, (bem servido de ervas e silvas, não daquelas que está a pensar e que habita um palácio; lá diz o ditado, olhar como boi para palácio...)
Neste afã de fazer dinheiro, até os tomates vendo e veja lá que até são coração de boi...
Bem, um bom fim de ano, digo mês, (nunca mais chega o 4 de Junho para deixar de ser chulado pelos donos de Portugal e poder gastar o meu).
INTÉ!!!
At 12:35 da manhã,
xistosa, josé torres said…
Ainda a tempo de desejar uma boa semana.
Deixo-lhe isto:
O meu país não é deste Presidente, nem deste Governo.
At 10:11 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
São: depois de uma vibrante campanha eleitoral, os tachos no estrangeiro são melhores do que os domésticos, eis que o povo soberano descansa para votar em consciência. Ainda por cima, Lisboa está cheia de distrações – é Rock in Rio, é taça da Champions, é reunião magna de sábios da Europa e finança, é saldos na Worten, isto deveria ser tudo proibido para não confundir a cabeça do povo soberano e deturpar a votação.
É engraçado que a esquerda, ou a mais à esquerda, reza para que a extrema-direita vença e pregue um susto à Europa, uma pessoa vê cada coisa. Depois desta patetice de União de querer acabar com as guerras na Europa – precisamente a sua criação mais preciosa, o seu ponto forte e motor de desenvolvimento – suponho que veremos cada vez coisas mais estranhas. Só Marine Le Pen parece ser capaz de enfrentar a Merkel, e uma luta de lama entre as duas, de biquíni, não seria mau espetáculo da Eurovisão, enquanto não chega o próximo festival.
Não percebi bem a campanha portuguesa, pareceu-me que era para eleger o Sócrates, pelo menos só falaram dele. Um país que tem Sócrates para servir de bode expiatório tem tudo, e o povo soberano pode estar descansado que só elegerá inteligentes (Como Paulo Portas). Até o presidente da Comissão Europeia – (o Juncker, também é curioso trocar um imbecil por outro imbecil, é a estabilidade da Europa para atrair investimento) – veio cá bater no Sócrates, é obra.
At 10:14 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
Jose Torres: foi fenómeno mundial, o capitalismo tem que fazer estes ajustamentos quando, porque os políticos querem ganhar eleições, começa a distribuir os rendimentos e a tirar pessoas da miséria – tem que se dar uma “crise”, ou seja é preciso retirar esse rendimento do geral da população e encaminha-lo para aquele setor que conta, a classe dominante, a isto chamava-se acumulação primitiva de capital, que pelos vistos tem que ser um fenómeno cíclico, para boa saúde do capitalismo. Será curioso vermos quando este fenómeno se der, por exemplo, no Brasil, que agora está numa fase de distribuição de rendimentos e a tirar pessoas da miséria, dentro de uns anos terá que voltar a metê-las na miséria outra vez (não necessariamente as mesmas pessoas, claro, no meio disto, há sempre que se safe).
Então a moçoila vai viver para o Alentejo, vai ter uma grande surpresa quando vir que aquilo é dos chineses e angolanos. Essa é a realidade do luso povo soberano, e rezamos todos para que encontrem petróleo na Guiné-Bissau, para que eles venham cá comprar coisas. Se Cavaco Silva estivesse presente ela não diria essas coisas, a Maria Cavaca atirava-se-lhe ao pescoço que a esganava. A Cavaca é das mulheres antigas, das que defendem o marido com unhas e dentes. E ainda por cima põe-se a dizer mal dos judeus – veladamente, pois falar dos palestinianos é dizer mal dos judeus, e são eles que controlam a opinião mundial – ela está a candidatar-se a nunca mais escrever nada.
At 2:39 da tarde,
São said…
O pai Le Pen acha que três meses de ébola resolveriam o problema da emigração!
Eu acho que a Europa é mesmo capaz de apanhar um susto, se é que tem ainda capacidade para tal e se acredita que a História não se repete...
Hoje é dia de reflexão para a votação sobre a União Europeia amanhã e como dizes está tudo em ebulição, mas também não sei muito bem sobre o que querem que se reflicta, pois ninguém falou na Europa e o ódio que a Direita tem a Sócrates tem algo de patológico.
Além disso, Merkel já anunciou que a decisão sobre a Presidência está tomada. Se for aquele quem sabe quem foi Colombo, significa que passamos de um cherne podrido para um esquentador avariado.
Boa votação!
At 9:53 da tarde,
xistosa, josé torres said…
Tive que apanhar o avião de Cortes (Monção) até Pedras Rubras para chegar a tempo de votar e assim sacrificar a minha vontade de oferendar algo.
Ainda não percebi bem para que são estas comezainas, digo, eleições europeias. A “sinhora” Merkel já sentenciou que vai impor o presidente da comichão. Talvez não tenha dito isto tão abertamente, mas como não pesco nada de “alimão”, traduzi como me deu na real gana (é pura coincidência o jogo do ou da “gana” com Portugal). Os eleitores só contam para engrossar a “conta” e no ou na “com’puta’gem” geral, não passam disso mesmo, carne para canhão.
Mas enquanto houver canhões a sexualidade não estará em perigo…
… e a Le “Pena” continuará a bramar e a bramir e a reanimar as cruzadas contra os “infieus”.
Olhe, uma boa semana e que, seguramente, o Seguro se segure e o seguro não o abandone, para continuarmos a ter mais do mesmo, mas agora com outro chocarreiro.
E VIVA A POLITICAGEM DESTA POLITICADA DE POLITICALHA!
At 11:24 da tarde,
Tétisq said…
quando era miúda via a versão brasileira do 'Esquadrão Classe A' um dos personagens tinha o nome de 'Cara de pau', eram divertidos.
os mercenários de agora têm pouca classe e muita cara de pau
At 9:56 da manhã,
Pedro said…
http://images.cdn.impresa.pt/expressodiario/2014-05-14-Europeia?v=original&mw=1440
não perdem uma
At 8:45 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
São: não é necessário o ébola, a política atual está correta, só os mais fortes e ladinos chegam a Lampedusa (ou às cidades espanholas de Marrocos), só esses passarão os seus genes, o que significa que dentro de 14 ou 15 anos, quando estiverem aptos para o trabalho, a Europa terá trabalhadores nas obras fortes e ladinos.
Ouvi os comentadores falarem muito disso que “não se falou da Europa”, pareceu-me a mesma coisa das “reformas estruturais”, todos falam mas ninguém sabe dizer o que é. Não há muito a fala da Europa, ou se é contra o euro ou a favor, ou se é pela abolição da União Europeia ou não. O resto da discussão é com os líderes alemães e não com o povo soberano português ou os seus líderes.
Viver-se no inevitabilismo tem destas coisas. Os líderes estão predeterminados, e são aqueles e não outros, não há nada a fazer. O Rajoy andou metido numa embrulhada de dinheiros, tudo foi esquecido, para ele poder governar. O Juncker, segundo recordo, foi corrido do cargo de ministro do seu país por um pecadilho qualquer, agora é herói da Europa. O arco da governação Passos / Moedas / António Borges andou na negociata das privatizações e são levados em ombros como heróis. Li numa bela página do DN que o Governo se recusa mostrar o contrato com a firma de Borges encarregada das privatizações, alegando que tem “informação pessoal” (talvez o número das peúgas ou a cor das ceroulas). O certo é que com a morte de Borges o contribuinte ficou a ganhar 300 milhões que era o valor pago à empresa. Podemos estar descansados que esses 300 milhões não vão para o Orçamento de Estado, irão para os bolsos de outros, com certeza.
At 8:45 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
Jose Torres: curioso que a Marine Le Pen se tornou na grande esperança da esquerda europeia, para dar um susto á Europa, como se a Europa fosse um gato. A malta ainda não percebeu que não há regressos ao passado (só nos filmes) e que as duas famílias políticas que dominavam, nos países no parlamento europeus, não mais terão grandes votações, porque a vida mudou, estamos noutra realidade.
Por cá as eleições vão servindo para bater no Sócrates. Estas acabaram mas em 2015 será outro cascar no homem, como se ele fosse mais culpado pela situação do país que os outros. Que o Passos, Portas, Ulrich, a família Espírito Santo, etc., etc. Sigo com especial tristeza a falência desta família. Claro que falência é uma hipérbole, eles não vão à falência como um leiteiro ou um padeiro. Estão apenas a braços com uma falcatrua – não deve ser o termo técnico, deve ser involuntário engano nas contas – entre mãos, dentro de nada estão outra vez nas negociatas com o Estado, o próprio contribuinte deveria mostrar-se pró-ativo e exigir ser ele a pagar os tal mil milhões e tal.
At 8:46 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
Tétisq: em português chamou-se “Soldados da fortuna”, e a alcunha do Templeton, “Face”, foi traduzida (nas legendas) por “Caras”; compreende-se que no Brasil não pudessem traduzir por “Cara”, por causa do Oi, seu cara, e juntaram-lhe de pau. Chamavam-lhe Face por ser homem de muito paleio e endrominar os outros, por ser homem de muitas caras.
Era uma violência divertida, apesar das explosões, tiros, carros a capotar, ninguém se feria, não havia sangue.
At 8:46 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
Pedro: tinha grandes esperanças neste casal, que muito convívio próximo, chegado, os fizesse largar a política e fugissem para o reino das Coral Sea Islands, mas parece que a missão de servir o povo é maior que a felicidade pessoal.
Não tinha ainda visto os resultados, só vi as previsões nos telejornais que davam 29 % ao casal e 34 ao filósofo bombo da festa em Felgueiras. Afinal aquilo foi uma derrota retumbante dos dois (ou três, se metermos a colher entre o casal). Uma derrocada de envergonhar qualquer um, no entanto, continuaram na rotina, uns clamam vitória, os outros fazem festa porque o adversário saiu-se mal, abrindo-se uma réstia de esperança para ganhar as legislativas em 2015. Curioso, foi a abstenção da Croácia, 75 %, (tenho que confirmar isto, ouvi, mas não acredito), para o país mais novo da União, diz muita coisa.
At 11:51 da tarde,
xistosa, josé torres said…
Venho desejar um bom fim de semana.
Andei por aí a ler e parece-me que ainda ninguém se debruçou bem sobre vitória do PS.
Então se teve quase 1/3 dos votos que correspondem a 1/3 dos votantes, já temos 2/3.
Falta agora aclarar a que correspondem esses 2/3...
Como não consegui um bilhete para a comichão política de amanhã (no PS), vou afastar-me de rádios, televisões e telemóveis.
Espero que os m/ amigos e, ou, inimigos se lembrem de ter o seu mais que certo passamento nestes entretantos; não gosto de funerais e estou intocável, digo, incontactável.
Que não falte a cerveja eos tremoços a quem esticar o pernil (salvo seja!) no sofá para ver o n/fadário, digo futebol.
Não era nada disto que tinha escrito mas os endeusados do blogger tramaram-me.
De qualquer maneira, o essencial é um fim de semana em grande.
At 7:12 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
Jose Torres: Seguro já estava à vista de Belém (pensa ele, que ganha ao Passos, que também é ladino) e agora aparece o Costa, não se faz a um líder ganhador.
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