Pratinho de Couratos

A espantosa vida quotidiana no Portugal moderno!

terça-feira, julho 01, 2008

Almarge

O anónimo povo, numa empresa de casting recrutado, empurrou a caminheta da Selecção Nacional de futebol até à Suiça. E os nossos heróis, de peito quinado e hínicos pulmões, quaaaase ganharam o Euro2008. Foi por muito pouco. Próximo do nada. Durara o jogo contra a Alemanha mais um niquinho – menos do que sobreviveria um passageiro aéreo lançado no vácuo – e as ruas engolfariam de buzinas, abraços, felicidade. Azeitados com novo ânimo, os jogadores galgariam os restantes jogos, transportando a taça para Lisboa num autocarro, agora movido a gasóleo, oferecido pelo patriótico bolso dos administradores da Galp. A Selecção esteve tão perto da vitória, que não se pode falar de derrota, mas de uma não-vitória. (“Thinking Allowed”).

[dos Skyclad, banda inglesa fundada em 1990, são considerados os inventores do folk metal, um som mais pesado, produto da fusão do folk com o heavy metal – “Inequality Street” // “Land of the Rising Slum” (1994) // “Great Blow For A Day Job” (1997) // “Building a Ruin” (1998) // “Earth Mother” + "Spinning Jenny” (2006) // “The River” (2007) // “The Widdershins Jig” (2007) // estiveram no Hard Club no Porto – Parte1 // Parte2 // e em “Emerald” uma canção dos Thin Lizzy].

[Thin Lizzy, um dos primeiros grupos a incluir poesia nas canções rock – “Emerald” // “Whiskey in the Jar” (1972) // “Dancing in the Moonlight” // “The Rocker” (1973) // “Jailbreak” // “Cowboy Song” (1981) // “Cold Sweat” (1983) // “The Boys Are Back in Town” // “Chinatown”. A banda separou-se em 1983. Phil Lynott, baixista e vocalista, entre o abuso de álcool e drogas, continuou tocando com os amigos. Com Gary Moore, que parte uma corda da viola no início da canção, e Cozy Powell – “Don't Believe a Word”. Ainda com Gary Moore – “Out in the Fields”. Com músicos da cena punk formou os The Greedies – “I Wish You a Merry Christmas”. Tocou nos The Rockers composto com elementos dos The Move e dos Status Quo – “We Are the Boys”. Com Mark Knopfler dos Dire Straits – “Kings Call”. Com os Motörhead, infelizmente o som do vídeo é muito mau, mas tinha que incluí-lo, pois Lemmy, para além de ser Deus, consta que é um colega, licenciado em Filosofia, e com 1 200 mulheres, que lhe passaram pelo bico, está no nº 8 do Top das Lendas Sexuais, da revista Maxim – “Motorhead”. E Lynott a solo – “Old Town” // “Nineteen”, a sua última aparição na TV. Ele morreu em Janeiro de 1986 quando o seu corpo cedeu aos excessos de álcool e drogas].

“Derrota” é uma palavra desengraçada, excluída do vocabulário de um país, movido a energia positiva. Derrotas sofrem os países pobres, com barracas no design urbano, não aqueles que abancam o rabo nas luxuosas sanitas do mundo, e que dominam o poder da Semiótica. Estes aplicariam os termos “não-vitória” ou “invitória” numa situação de ficar com as mãos a abanar. Tal como não se emprega a palavra “contador”, para designar aquela geringonça, que mede a electricidade ou a água, consumida pelas empresas e famílias. Os bons gestores digeriram Jacques Lacan na Universidade e compreendem a armadilha do “dizer”. O freudiano francês rabiscava no seu Seminário I: “a palavra é a dimensão por onde o desejo é autenticamente integrado no plano simbólico”. Mas a palavra dilui-se na polissemia, abrindo brechas no simbólico, precipitando o bilbode do irracional no racional. Para contornar os “25 significados” do vocábulo “contador”, as empresas de distribuição de electricidade e águas, substituíram-no por “taxa de potência” e “taxa de disponibilidade de serviço”, respectivamente. Que têm um único significado: “pagar por Multibanco, nos CTT ou PayShop”. (Um país rico tem legitimamente uma elite com o rei no aparelho digestivo. “Brian Boru”!).

[dos Cruachan, banda de Dublin, formada em 1992, inserida no género celtic metal, como se chamou ao folk metal que incluía instrumentos e temas tradicionais da música irlandesa – “The Brown Bull of Cooley” // “The Very Wild Rover” // “Pagan” (2007) // “The Great Hunger” (2007) // “Spancill Hill” (2007) // “Bloody Sunday” (2007) // “Ride On” (2008)].

“Entre a bicicleta e a laranja / vai a distância de uma camisa branca”, escreveu Mário-Henrique Leiria. E entre “futebol” e “alienação” vai um Karl Marx frito em molho Hegel. O futebol representa unicidade objecto/imagem de uma nação. Cria identidade. Metamorfoseia um povo marralhão em mariposas intelectuais. Nas transmissões televisivas de rua, populares e “figuras da cultura”, discorriam uníssonos, na profundidade da análise. Dentro dos estádios, as fofinhas reacções dos líderes, sentados nas bancadas VIP, enterneciam. A semiânime grei acordou com os golos.

Na Avenida dos Aliados, no Porto, foi colocado um ecrã gigante para os fãs, operados ou não às cataratas, assistirem aos desafios. Durante a “festa do golo”, marcado por Hélder Postiga contra a Alemanha, um esfusiante adepto ripou da naifa e esfaqueou três. No pânico, ainda uma moça partiu uma canela. Prontamente, os investigadores da PSP excluíram o terrorismo ou a cabala: não houve premeditação, “tiveram o azar de assistir ao jogo ao seu lado”. (“End of All Times”? Nem por isso!).

[dos Primordial, banda irlandesa, formada em 1991 – “Gallows Hymn” // “Sons of the Morrigan” // “Gods to the Godless” // ao vivo em Corroios em 2005 // ao vivo em 2008 em Atenas // “Empire Falls” (2008)].

Os portugueses tomaram o supositório da “não-vitória” no Euro2008 como um homem, de chofre, sem anestesia, sem lágrimas. E no dia seguinte estavam no posto de trabalho a produzir “PIBiana” riqueza. Algo “diferente” sucedeu com os adolescentes, aparvejados pelas baterias de testes, do Ministério da Educação.

No mês de Março, o concerto do grupo alemão Tokio Hotel, idolatrado pelas raparigas leitoras da revista Bravo, marcado para o Pavilhão Atlântico, foi cancelado. Bill Kaulitz, vocalista, apresentava problemas na garganta e teve de regressar à Alemanha, para uma operação. O anúncio do cancelamento despoletou cenas apocalípticas. As fãs irromperam em choro compulsivo, desmaiaram, rasgaram posters, blasfemaram. Uma mãe, de um bebé de 14 anos, que acompanhara ao concerto, exclamava: “as crianças estão apavoradas, a chorar baba e ranho”. Os adultos presentes manifestavam justo sentimento de revolta. Queriam, talvez, avisos por SMS da anulação do espectáculo, para serem “tecnológicos” como os filhos. Mas estes pais modernos são também “científicos”. Ouvia-se uma frase comummente ligada à polícia: “nunca se encontra um psicólogo quando é preciso”, para mitigar o trauma da “perda”.

Os Tokio Hotel actuaram, no mesmo local, no Domingo passado. Uma semana antes, as fãs já dormiam à porta do Pavilhão Atlântico. (Um povo nascido para lutar. “Born to the Fight”).

[dos Waylander, banda da Irlanda do Norte, formada em 1993 – “King of the Fairies” // ao vivo em Dublin // ao vivo em 2007].

Portugal trilha novos caminhos. “Sem precedentes” – diz-se no léxico de país rico. Cavaco Silva é conhecido por não sofrer de “adultite”, isto é, não é um velho chato e sensaborão. No ano de 1994, afirmava, orgulhoso, que perdia apenas 5 minutos de manhã e 5 minutos à tarde, a ler jornais. “Um Primeiro-ministro tem muito trabalho”, justificava, e, afiançava, 95% do que diziam os croniqueiros sobre ele, era mentira. Em 2008, empoleirado como Presidente da República, pede elites ao bom povo. Discursou ele, no Dia de Portugal, em Viana do Castelo: “um país onde as instituições não sejam fiáveis; um país que não cresça e não inove, criando riqueza e oportunidades para todos; um país sem uma escola de onde saiam elites capazes de integrar a sociedade do conhecimento e lidar com as tecnologias mais avançadas, um país que não confia no seu próprio futuro, por muito que possa orgulhar-se do seu passado, dificilmente pode aspirar a uma intervenção relevante no plano externo”. Sábias palavras foucearão “o futuro hoje”.

José Luis Zapatero, com o título de campeão europeu de futebol na bagagem, viajou até à Dinamarca. Foi recebido pelo seu homólogo dinamarquês com cachecol, champanhe e bolo. O criado que serviu estes acepipes era obviamente… um, “relevante no plano externo”, português. (Já não há rastejar para debaixo das pedras. “Crawl into the Sun”!).

[dos Geasa, banda irlandesa de celtic metal. Na mitologia céltica, a palavra “geasa” é plural de “geis”, que significa “obrigação”, “promessa” mas também “maldição”, “feitiço” ou “tabu” – “Tuatha de Dannan].

Ninguém sabe quando as elites alouraram na frigideira nacional. Em 1998 ainda não estavam no ponto. Havia muito labrosta. Nesse ano realizou-se a Expo em Lisboa, e os organizadores, conhecedores da pacovice popularucha do farnel, atestado de sandes, vinho e laranjada p’ós putos, proibiu a entrada de merendas no recinto. Mas, na cauda do século passado, as elites encorpavam, como prova a seguinte história de um ilustre português que, houvera nascido no tempo das caravelas, e teria sido capitão de nau.

José Salter Cid, em 1990, entrou para a Marconi, hoje chamada PT, nos quadros do marketing e comunicação. Ainda nesse ano, Cavaco Silva, na qualidade de Primeiro-ministro, requisitou-o para secretário de Estado das Comunicações. Finda a comissão Salter Cid regressou à Marconi. Em 1994, nova requisição de Cavaco, para secretário de Estado da Segurança Social. Esta pepita nacional não escapou ao olho clínico de Durão Barroso que o colocou como presidente da Companhia das Lezírias. Para esta missão, da sua empresa, entretanto rebaptizada PT, Salter Cid levou a secretária particular, para auferir 3 500 euros/mês e o motorista, que se contentava com 3 300 euros/mês. Ele, cérebro da operação, recebia uns míseros 27 500 euros. Em 2007, com 17 anos de árduo trabalho na PT, solicita a pré-reforma. Atribuem-lhe uma mensalidade de 17 900 euros. Ele acha pouco.

Bandolero”? Não. Um homem nu, na eterna demanda da Justiça, contra um poderoso conglomerado. Ele quer ganhar o mesmo que um gestor activo, na sua categoria, e meteu a PT em tribunal. Faça-se Justiça e Salter Cid encabará na História como exemplo de que os pequenos vencem os grandes. Um homem que não se deixa abater pela firma de advogados da PT. Um Erin Brockovich. Um David contra Golias. Um líder. Um verdadeiro homem. No desfile do Orgulho Gay, de sábado passado, os manifestantes encheram a rua do Carmo com alegres gritos: “homem verdadeiro leva no pandeiro”. (Porque temos Deus do nosso lado, Portugal não é uma “Godless Commune of Sodom”).

[dos Mael Mórdha banda irlandesa formada em 1998 – “Doom Shall Rise” // num programa de TV – Parte1 // Parte2 // ao vivo em 2008].

Sendo as elites uma espécie em vias de propagação no século XXI, augura-se em Portugal, uma felicidade familiar de anúncio Heinz Deli Mayo. O marido sai para produzir riqueza. Os miúdos vão para a escola com lancheira, terminando o leite escolar. E a mulher volta a ser a fada do lar. Restabelecido o equilíbrio, o Estado ensacará vales e montes de dinheiro, para fazer obra. Quando a Lei do Tabaco entrou em vigor, o Parlamento comprou 825 placas de aviso “proibido fumar”, para não incorrer no risco dos deputados esquecerem a restrição que tinham votado. Havendo muito pastel ele nunca é mal gasto. O excesso de dinheiro serve para sermos excêntricos.

O quadro “A Súplica de D. Inês de Castro” do pintor Francisco Vieira de Matos, um dos introdutores do neoclassicismo em Portugal, que assinava Vieira Portuense, foi a leilão em Paris. Segundo “figuras da cultura”, pelo tema e os riscos na tela, merecia ser pregado numa parede de um museu português. O ministro da Cultura, José António Pinto, esquivo, não se descosia nas intenções do Governo: “estamos a analisar e a ver as possibilidades”. O Comendador Joe Berardo, art lover, partiu para a licitação. “Quem dá mais?”. Ele dava. Até que a quantia do cheque alcançou o limite, a partir do qual, só os tolos pagam. O Estado português arrematou a obra por 210 mil euros. Se o ministro me tivesse telefonado, e dito que estavam interessados, não tinha licitado, comentava, com certa graça, o Comendador para uma jornalista. (Temos cor para o futuro. “Black Is the Colour” – 2005)

[dos Bluehorses, banda de Cardiff, País de Gales, formada na década de 90, que mistura rock, música clássica e gothic music – “Skyclad” // “Billy Boy” // “Barbara Allen” // “Night Visit” // “Dark Circle” // “Dance with Me” // “Hoedown” // “Blackleg Miner” // “Waes Hael” // tocam Vivaldi (2004) // “Mad Tom” (2005) // “Gravel Walk” // “Raggle Taggle Gypsio” (2007)].

Hoje os portugueses estão ainda mais ricos. O IVA baixou um ponto percentual. Os jornais de Economia vender-se-ão como conquilhas. Leitores ávidos procurarão conselhos para investir esta poupança. No verde pasto ibérico a vida sorri… ah! já me esquecia também hoje o preço da missa subiu de 7.5 € para 10 €.

[O folk metal noutros países.

ÁFRICA DO SUL:
Ravenwolf, formados em 1989 – “The Alchemist” (1994) // “Seek and Destroy” dos Metallica.

ALEMANHA:
Subway To Sally, banda formada no início da década de 90 – “Where is Lucky” // “Liebeszauber” // “Sieben” // “Veitstanz” // “Unsterblich” // “Grabrede” // “In der Stille” // “Julia und die Räuber”.

Faun, grupo formado em 1998 – “Egil Saga” // “Pungara” // “Da Que Deus” // “Wind und Geige” // “Andro” // Fiona Rüggeberg e Lisa Pawelke em “Pastime”.

SuidAkrA, grupo formado em 1994, pelo guitarrista Arkadius Antonik. O nome da banda resulta de Arkadius ao contrário – “The IXth Legion” // “Wartunes” (2007) // “Dead Man’s Reel” // “A Vision’s Demise”.

BRASIL:
Tuatha De Danann, banda de Minas Gerais. O nome deriva a mitologia irlandesa, traduz-se por “povos da deusa Danu” – “Tir Nan Og” // “The Dance of Little Ones” // “The Last Words” // “Bela Natura” (2006) // “Believe: It's True” (2007) // “Land of Youth” (2008) // “Lover of the Queen”.

ESPANHA:
Mago de Oz, banda fundada em 1989 pelo baterista Txus, só em 1992 a formação fica completa – “Hoy Toca Ser Feliz” // “Diabulus In Musica” // “La Rosa de los Vientos”// “Jesús de Chamberi” // “Maritormes” // “La Danza Del Fuego” // “Molinos de Viento”.

FINLÂNDIA:
Finntroll, embora cantem em sueco, porque o “sueco soa mais troll”, dizem eles, é um grupo finlandês, formado em 1997 – “Trollhammaren” // “Nedgång” // “Födosagan” (2001) // “Jaktens Tid” (2007) // “Försvinn Du Som Lyser”.

Turisas, nome retirado do Deus da Guerra, na mitologia finlandesa, formados em 1997 – “A Portage to the Unknown” // “Rasputin”, como estão a reconhecer, um hino do disco sound dos Boney M // “Battle Metal” // “Holmgard and Beyond” // “One More” (2005).

FRANÇA:
Heol Telwen, formado em 1999. O nome significa “Sol Escuro” em bretão – “Etre Douae Mor” // “An Deiz Ruz” (2007) // “Kan Ar Kern” (2007).

HUNGRIA:
Echo of Dalriada, banda formada em 2003. Em 2007 reduziram o nome para Dalriada, que terá origem em Dál Riata, um reino situado no Oeste da Escócia, nos finais do século VI, começo do VII – “Vérző Ima” // “A Rab Gólya” // “Téli ének” // “Hazatérés” // “A Nap és Szél Haza” // ao vivo em 2006 // “Walesi Bárdok”.

Sacra Arcana, do latim “segredo sagrado” é um grupo formado em 2001 – “Isten Kardja” // “Ugass a Farkasokkal”.

ITÁLIA:
Elvenking, banda formada em 1997. O rei Thranduil, da Terra Média, é chamado Elvenking no “Hobbit”, de J. R. R. Tolkien – “Poison Tears” // “The Divided Heart” (2007) // “Pagan Purity” // “Infection” (2007) // “The Winter Wake”.

Ethereal Faun, tocam versões dos Elvenking – “The Silk Dilemma” // “The Winter Wake”.

LETÓNIA:
Skyforger, formados em 1995 – “Maeves March” // ao vivo em 2006 // “Usins Ja” // “Sencu Ozols” // “Nâves Sala”.

LITUÂNIA:
Folkearth, formados em 2003, como um projecto internacional de músicos, tocando folk music – “In Odin’s Court” // “Naglfar Sets Sail” // “By the Sword of My Father” // “De Tause Fjell”.

PANAMÁ:
Acteron, formados em 2001 – “Kingdom of Dragon” // “Symbols of Agony”.

PORTUGAL:
Moonspell, formados em 1989, banda de Fernando Ribeiro, crescido na Brandoa e quase licenciado em Filosofia na Faculdade de Letras de Lisboa – “Scorpion Flower” // “Vampiria” // “Luna” // “Finisterra” // “Alma Mater” // “Nocturna” // “Opium”.

SUÉCIA:
Amon Amarth, grupo formado em 1992. O nome significa “Monte da Perdição” em Sidarin, língua dos elfos, da Terra Média, na obra de J. R. R. Tolkien, “O Senhor dos Anéis” – “Runes to My Memory” // “The Pursuit of Vikings” // “Cry of the Black Birds” // “Death in Fire” // “Fate of Norns” // “Valkyries Ride” // “Ride for Vengeance” // “Bleed For Ancient Gods”.

SUIÇA:
Eluveitie, banda formada em 2002 – “Slania’s Song” // “Anagantios” // “Inis Mona” // “Of Fire, Wind & Wisdom” // “Uis Elveti” (2007) // “The Endless Knot” (2007) // “Your Gaulish War” (2007) // ao vivo em 2008.

TURQUIA:
Pagan, formado em 1995 – “The Longing and the Ancient” // “Ones Shamanic Flames].

12 Comments:

  • At 2:09 da tarde, Blogger Armando Rocheteau said…

    Ainda não tinha acabado de seguir todos os links do anterior e cá está mais um para me alegrar as férias

     
  • At 3:02 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Armando, demorei muito tempo a verificar se os links estavam correctos, que apareceu o teu comentário, antes de eu colocar as observações em baixo.

    Com o folk metal termina este passeio pelo folk britânico em geral. Agora posso iniciar o rock progressivo inglês, para corrigir um erro de palmatória, que cometi uns posts atrás. E que o Carlitos muito bem me fez notar. Falei em King Crimson sem Robert Fripp. Ora, isso não existe, porque a propriedade do nome pertence ao Fripp. Os Crimsom sem Fripp são os Asia. Compostos por elementos do Crimson, Yes, Buggles e o baterista dos Emerson, Lake & Palmer. Eles há pouco estiveram em Portugal e ainda tocam nos concertos músicas dos seus antigos grupos.

    Embora sejam pouco folk não pude deixar de incluir os fantásticos Thin Lizzy. E também os Bluehorses porque são muito bons. Os Status Quo têm a melhor versão da canção dos Doors, e talvez seja a melhor coisa que tocaram.

    Na lista do Top das Lendas Sexuais salta uma janela de pop-up. Não sei o que é, pois o Explorer do Gaitas fecha-me tudo. Tive que pôr a lista para provar (a mim próprio) que não é preciso ser famoso para facturar. O primeiro lugar é ocupado pelo porteiro do Venetian. Bem avisava o nosso Zezé Camarinha que se gaba de ter chegado às duas mil.

     
  • At 7:21 da tarde, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Ainda só comecei ...
    Ler é fácil e rápido, vou tentar, nem sei se dirigir, ou digerir.
    Mais tarde apareço.
    Que trabalheira, "caríssimo táxi pluvioso".
    INTÉ!!!

     
  • At 2:21 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Difícil é escolher os acontecimentos relevantes desta nova alma portuguesa. Eles são tantos. Eu sou daqueles que não acha grande piada aos cómicos actuais. Os Gato Fedorento e família provocam-me um sorriso, e um “ya, ok”, uma vez por outra. Quando quero rir a bandeiras despregadas vejo telejornais. O que me dá mais trabalho, pois muitas vezes não acredito no que oiço, e tenho de estar atento aos outros serviços informativos, para confirmar a “notícia”.

     
  • At 12:37 da tarde, Blogger Carlos Rebola said…

    Este cruzeiro à volta do mundo da música "Folk metal" que nos oferece, com os frequentes regressos ao "país da maravilhas" onde todos os habitantes vivem felizes, movidos a "energia positiva" sempre com muita sorte, se ficam tetraplégicos têm a sorte de não terem morrido, se morrem tiveram a sorte de não ficarem a sofrer toda a vida, se alguém nos rouba temos a sorte de não nos roubarem a vida, temos sorte em termos, administradores e dirigentes políticos que depauperam o país mas sempre fazem algumas coisas boas, pior seria se roubassem e nada fizessem de bom, só temos que agradecer esta sorte, há quem esteja pior vejam-se os índios da Amazónia que nem roupa têm para vestir ou os habitantes do "Darfur" e "etiópia" que mais poderemos querer?
    E o "folk metal" continua a dar-nos música...
    Viagem digna de ser repetida, apesar de grande e morosa, mas merece a pena, ainda temos muito que descobrir através dela e com a nossa sorte institucionalmente decretada ainda seremos considerados os melhores do mundo por aqueles que de fora (não conhecem a nossa feliz realidade)nos acusam "sem razão" de termos pouca sorte e de pouco fazermos para a mudar, "não se espere que aconteça, faça com que aconteça".
    Obrigado Táxi Pluvioso.

    Um abraço
    Carlos Rebola

     
  • At 12:41 da tarde, Blogger manuel said…

    Isto é uma enciclopédia de folk metal!

    Felizmente passei para linux e já posso dedicar-me melhor a ver tubos.

     
  • At 2:11 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Carlos Rebola:
    isso é muito verdade. A nossa sorte lá vai safando o azar real. Quando vejo a Sr.ª Leite aparecer como dona sebastiona, fico sem saber, se há falta de memória a menos, ou vontade de sofrer a mais.

    Manuel:
    eu gosto das letras politizadas dos Skyclad. Estou a pensar fazer um post com músicos revolucionários mortos. Quanto aos exemplos nos outros países, só pude usar o critério científico adequado, ou seja, ao calhas. Todos os outros que pensei, como um exemplo por país, eram impraticáveis.

     
  • At 10:19 da tarde, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Vou tirar um curso ...
    O mundo está louco e um post deste deixa-nos arrasados.
    Não fui a todas, nem metade ... já não me meto em derrotas antecipadas.
    Sobreviveria, mas ...
    Ficam sempre mazelas quando caimos derrotados, por golos ou golpes ...
    Se não fossem estes casos como é que os Telejornais podem mostrar o sangue palpitante que ululula a multidão.

    Cavaco tem razão ... para quê ler. As facadas que nos dão, de frente e bem na nossa presença ...
    As outras são espadeiradas certeiras ...

    Todos temos inveja de determinadas reformas ... eu não, nem sei como iria gastar tanto ...
    Por isso acabo como comecei ...
    Vou tirar um curso!

     
  • At 4:36 da tarde, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Estão mais caras as missas, mas o IVA baixou, não sei se o dinheiro vai para o céu e as viagens de avião subiram ...
    Gostei, (entre o vi com os ouvidos, já disse que sou surdo, mas folk, fado e da pimba, ainda consigo saber o que são tremoços e amendoins), como dizia, gostei, Bluehorses - BlackIsTheColour, foi tirada da origem.
    Já ouvi duas vezes.
    Gos to de ouvir violinos ...
    Não no telhado, que o outro quis a "minina" do boteco para uma queca nas telhas e rolaram para o chão.
    Só o bêbado se apercebeu e foi bater á porta, para avisar que o reclame tinha caído!!!
    Mas quem não cai?
    Olhe o Zapatero ... prometeu devolver 400 euros a cada contribuinte, mas parece-me que, agora quer oferecer antes um "jerrican" com "pitról".
    Um bom domingo.

     
  • At 9:13 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Bom, se o Zapatero começa a oferecer dinheiro, Portugal esvazia de vez. Teoricamente, a malta que vive na raia, e compra em Espanha, é contribuinte espanhola.

    Eu andava admirado com a malta das Águas. Os tipos não se manifestavam. Agora surge relatórios da boa gestão das empresas. Gastavam gasosa que dava para ir e vir a Moscovo não sei quantas vezes. Conclusão lógica: andamos a pagar a água ao preço da chuva. E os aumentos seguem dentro de momentos.

    Tenho uma ficção, que quanto a mim se irá realizar num futuro próximo, para escrever sobre o assunto, mas ainda não tive tempo.

    Pelo menos o próximo campeonato de futebol vai ser animado. Fora dos campos, claro.

    Boa semana.

     
  • At 10:39 da manhã, Blogger Jana said…

    Olá!
    Tenho andada afastada das lides do blog, mas nos ultimos dias tenho-me lembrado muito de ti...
    o meu mail é o jana.pst@gmail.com... queria-te fazer umas perguntas em relação à música... se não te importares manda-me um mail!
    Beijos
    Jana

     
  • At 11:42 da manhã, Blogger SAM said…

    A cadela vai morrer, queres dizer-lhe adeus?
    ps. ainda acho que es um génio!

     

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