Há
team
Parte
B
3.ª
temporada ♠ “Bullets and Bikinis” [1], Tina (Betsy
Russell): “Doem-me os pés imenso. Estou cansada. Estou a ficar constipada e
agora um chinês manda-nos a uma zona má da cidade para esperarmos pelo A-Team
num bar. Parece-me uma vigarice”, Sandy (Kimberly Ross): “Bem, é a nossa única
hipótese. Além disso não viemos a Los Angeles para desistir agora”. Murdoch:
“Custa a crer, estas duas raparigas, doces e inocentes, aterrorizadas por uma
ratazana do esgoto, uma minhoca do lodo”. Sandy: “Esse tal Joey Epic fará
qualquer coisa para ficar com o nosso hotel. Já nos ofereceu o dobro do que
vale, como recusámos vender, manda os seus rufias para agredir os empregados e
assustar os clientes. Não pagamos a hipoteca há dois meses e estamos a ir à
falência”. Murdoch: “Ora, B.A., a fotografia é interpretação, não é só nitrato
de prata sensível à luz em papel. É a expressão de um sentimento, de uma ideia,
de um estado de espírito ou de um desejo, não percebes?” [2]. Hannibal: “Temos de apanhar a namorada do Joey.
Ela sabe o que precisamos de saber”, Sandy: “Ouvi dizer que vai tomar banho de
beleza todas as manhãs na sua praia privada. Geralmente, nua”, Hannibal: “A
sério? Perfeito. Caras, vai lá cumprimentá-la”, Face: “Referes-te à criatura
doce e bonita que te apontou uma Magnum 357?”. ♠ “The Bend in the River: Part 1” , rio Amazonas, Brasil, dr. Brian Lefcourt (Barry Van Dyke): “Todo este disparate
sobre esse El Cajon ,
o pirata do rio… as pessoas acreditam mesmo que é uma espécie de demónio? Uma
criatura mística que anda sem tocar o chão? Só pode estar a brincar”, Little
John (Don Pedro Colley): “O El Cajon, não tem sombra, a morte segue-o como uma
amiga silenciosa. O El Cajon tem cobras à volta do pescoço, elas têm medo de o
morder”, Brian: “Combinámos que me levaria ao afluente do Juruá, para lá de
Fonte Boa, paguei-lhe para fazer essa distância” [3].
El Cajon (Sergio Calderón): “É de cano duplo. O homem que anda sobre uma perna
tem uma caçadeira na outra. É um bom truque, não é? O porco asqueroso voltou a
ganhar”. Hannibal: “E está noiva desse Brian Lefcourt?”, Tawnia: “Comprometida,
trocámos medalhas de S. Cristóvão e quando ele voltasse da busca do tesouro
perdido de Del Rio, íamos casar”. Face: “Não quero julgar-te mas… bom, casar
com o proprietário rico do jornal onde trabalhas? o Rock Hudson e a Doris Day
fizeram esse filme em 1950” .
Face: “Sim, vejamos, El Cajon, traduzido do espanhol: o caixão”. Hannibal: “Que
tipo de homem se auto-intitula de caixa?”, Face: “Talvez o mesmo tipo de homem
que se auto-intitula de Aníbal”, Hannibal: “Ora, Caras, Aníbal, o grande, era
um general, um pensador. Um caixão é só uma caixa para cadáveres. Não tem
estilo, é grosseiro, abrutalhado, o tipo é um javardo terrorista e acho que
gostaria de dizer isso ao sr. Caixão, pessoalmente”. Enfermeira Kim Myers
(Roberta Feldner): “Não percebi bem. É da igreja congregacionista ou da
funerária?”, Face: “De ambas. Hoje em dia tudo funciona em pacotes. Compra-se
tudo na mesma loja, por assim dizer” [4].
Hannibal: “Muito bem, qual destas cabanas é a sua? A da antena de TV, não é?”,
El Cajon: “A receção é muito má. Só apanha o pato Donald aos sábados e sem
som”. ♠ “The Bend in the River: Part 2” , Brian: “Segundo a lenda,
Tchapate está de guarda a Del Rio. Só contará os segredos da cidade perdida a
quem o destronar”. Hannibal: “Um reator nuclear, estão a construir um reator
nuclear!”. B.A.: “Nazis, Hannibal, são nazis”, Doyle (Michael Preston): “São o novo
Reich. Fortes, capazes e invencíveis. O que tenciona fazer agora, Smith,
enfrentá-los? Só vocês os quatro, duas mulheres e um coxo?”. El Cajon: “Brian
Lefcourt, prometes honrar e respeitar esta mulher?”, Brian: “Prometo”, El
Cajon: “Tawnia Baker prometes honrar e respeitar este homem?”, Tawnia: “Sim”,
El Cajon: “Pelos poderes em mim investidos, como comandante do Desayuno
Domingo, eu declaro-vos marido e mulher. Pode beijar a noiva”. ♠ “Fire”, Hannibal: “Segundo o sr. Lee, está prestes a
perder um contrato de combate a incêndios com uma cidade chamada Haleyville,
devido a um tipo chamado Kelsey”, Annie Sanders (Stepfanie
Kramer): “Sim, Roy Kelsey, que dirige a Tristate Fire Prevention, ofereceu
os seus contratos a uma série de vilas e cidades que não podem manter o seu
próprio corpo de bombeiros”. Hannibal: “Não tive a oportunidade de lhe dizer,
mas sabe realmente como trabalhar uma mangueira”, Annie: “Para uma mulher?” [5]. Face: “Importam-se de parar com isso? Estou a
tentar ouvir a interpretação de Bernstein do concerto
para piano n.º 2 de Brahms”, Murdoch: “Eu prefiro a interpretação de Ashkenazy. Vê o que
fizeste? Olha, acordaste a minha arma secreta, o pequeno esguicho”, B.A.: “É só
uma garrafa de gasosa, idiota”. Hannibal: “Tenho um pedido de entrega de um
Master Delux B-697” ,
Alma (Donna Anderson): “Desculpe?”, Hannibal: “É um cofre, minha senhora. O sr.
Farnell queria um novo modelo, dissemos-lhe que poderíamos entregá-lo na
segunda-feira, mas ele queria-o antes do fim de semana”. ♠ “Timber!”, Hannibal: “Então esse Bull McEwan quer
organizar um sindicato para os madeireiros?”, Samantha Lawrence (Tracy Brooks
Swope): “McEwan, convenceu-os que podem ganhar o dobro pela madeira, só
tinham de se filiar e pagar-lhe quotas”. Face: “Por acaso, tenho ações de
empresas madeireiras e desde a crise do negócio da habitação, alguns destes
tipos só conseguiram um lucro de 5 %”. Murdoch: “É a região do Big Foot. O
primeiro que avistar o cabeludo, ganha”, Face: “Qual é o prémio?”, Murdoch: “15
dólares e um ano de assinatura, é o que dizem aqui”. Face: “Estou a falar da
matacanha-do-pinheiro sul-americana. (…). Mortal para as árvores, encontrámos
algumas a rastejar por aí. Deviam vir num carregamento de toros trazido
recentemente. (…). Tenho a certeza de que é a variedade brasileira, o que é um
alívio, porque a sua picada não costuma ser fatal”. ♠
“Double Heat”, Hannibal: “Investigámo-lo, só há registo de há dois anos, antes
disso não havia nenhum George Olsen. Não existia. Não há registo de qualquer
emprego nem documentos de identificação, nada”, Olsen (Dana Elcar): “Eu posso
explicar. O meu verdadeiro nome era George Banner, trabalhei para Tommy Largo
como contabilista”, Murdoch: “Tommy Largo? O mafioso? É um animal, o maior
bandido da cidade, faz uma cascavel parecer uma pulseira”. Ginger (Christine
De Lisle): “Não sei do que está a falar, nem conheço Tommy Largo”,
Hannibal: “Menina, não temos tempo para vinte perguntas, sabemos que colaborou
no sequestro da jovem Olsen, tinha de estar a trabalhar para Tommy Largo”,
Ginger: “Eu trabalho para Eddie Devane. É o dono do restaurante. Era ele que
queria a rapariga”. ♠ “Trouble on Wheels”, Face:
“Eu cobrirei o exterior, ficaria deslocado numa linha de montagem e não tenho
roupa que combine com óleo e fuligem”, Hannibal: “Não faz mal, Caras, o Murdoch
ajuda-te a engomar o fato de macaco” [6].
Hannibal: “Quanto tempo vai demorar, B.A.?”, B.A.: “Bem, assim que tiver estes
componentes, não deve demorar mais de uma hora”, Hannibal lê a lista: “Um
regulador digital de várias entradas, um oscilador, um overlay de 10 db… um gerador ONG, amplificador de corrente AC,
interruptor de bypass para leitor de
som com relé elétrica, um ONG-30 c 18” .
Hannibal: “Temos de organizar um ataque imediatamente”, Face:”Ataque? Que tipo
de ataque?”, Hannibal: “O clássico. O ataque frontal invertido”. ♠ “The Island”, Face: “Não acredito nisto! ‘Procura-se
A-Team. O capitão Fallone em apuros’” (no jornal: “A-Team needed. Captain
Fallone in trouble. 10707 Sherman Way apt. 7 Los Angeles), Hannibal: “Fallone,
era o melhor paramédico militar que tínhamos no Vietname”, Face: “Queria
afastar-se de tudo. Foi viver para uma pequena ilha, algures, creio eu”,
Murdoch: “Como o Gulliver. Foi para o oceano Pacífico. Para longe da
civilização. Conheceu um pequeno grupo de pescadores e agora está deitado ao
sol a comer uvas do tamanho de melancias”. B.A.: “Tu nem a tua cabeça
governas!”, Murdoch: “Isso foi pouco simpático, B.A. Estava a pensar nomear-te
embaixador das coníferas, ou até das podocarpus”.
Murdoch: “É como eu pensava. A vegetação esclerofítica é o ambiente perfeito
para a classe de vertebrados dos répteis como o crocodylus niloticus,
mais conhecido como crocodilo atenção aos pés”. Hannibal: “Passei para dizer
olá e descubro que têm uma grande operação de refinação de heroína nesta
ilhazinha simpática. E vejo que têm os nativos acorrentados para produzir as
suas papoilas e não ter de as importar da Ásia. Muito eficiente. Mas, sabe, não
sei o que odeio mais, as drogas duras ou a escravatura. Por isso, vou voltar cá
amanhã e vou destruir a vossa operação. Kalani (Carole Davis):
“Quero a sua palavra de que não fará mal aos aldeões. Eles vão atacar ao
meio-dia, amanhã, pelo lado oeste”, Vescari (Paul Drake): “Que tipo de armas
têm?”, Kalani: “Algumas pistolas, algumas metralhadoras… nada de especial”. ♠ “Showdown!”, capitão Winnetka (Morgan Woodward):
“Não sei, desde que o Mason soube da nossa digressão europeia e me recusei
vender-lhe o circo tem sido um inferno! Carrie, costumo ser um lutador”, Carrie
Winnetka (D.D.
Howard): “Eu também, pai. Não podemos desistir, não podemos!”. Sargento
Wilson (Xander Berkeley): “Os falsos A-Team apareceram esta manhã. Pressionaram
o Winnetka para vender”, coronel Lynch: “Eu não estou interessado no A-Team
falso. O exército deu-me outra oportunidade para apanhar o verdadeiro A-Team e
não falharei” [7]. Carrie: “Nunca saí dos
Estados Unidos. Planeávamos fazer uma digressão pela Europa mas… perece que não
vai dar”, Face: “Ânimo! Isto não é Monte Carlo mas podemos comprar cerveja e um
pizza em Pomona”. Carrie: “Olá papá. O que te parece o nosso novo palhaço?”,
capitão: “ótimo, ótimo, apresento-lhes dois novos artistas, o sr. Cantrell e o
seu bravo… desculpe, não me recordo do seu nome”, Murdoch: “Eu sou… o grande e
poderoso guerreiro perturbado que Anda à Roda”. ♠
“Sheriffs of Rivertown”, CEO Wilkins (Ed Gilbert): “Como disse ao sr. Lee, a
nossa companhia petrolífera tem uma joint-venture,
com o Governo de San Marcos, para construí uma central hidroelétrica. Quando
estiver terminada fornecerá mais de metade da energia elétrica à América do
Sul. Temos atualmente mais de 600 trabalhadores nesse projeto. Construímos uma
cidade provisória no local para alojar os trabalhadores. É conhecida localmente
por Rivertown, devido à sua proximidade do rio Blanco. O problema é que, no
último ano, perdemos mais de 20 trabalhadores devido a acidentes industriais e
explosivos, e os seus corpos nunca foram encontrados. E parte do nosso contrato
com San Marcos é garantir a segurança em Rivertown. É uma tarefa monumental. E
foi por isso que procurámos o A-Team”. “Hannibal: “Somos os novos xerifes de
Rivertown”, Murdoch: “uau, xerifes! Sempre quis ser agente da lei. Vi todos os westerns e não perco a reposição de ‘O homem da carabina’”.
Hannibal: “É um dos truques mais velhos, chama-se espelho. Ele usa a superfície
polida do isqueiro como espelho, e dá as cartas sobre ele, assim sabe as cartas
que todos os outros têm”. Nicole “Nikki” Monroe (Wendy Kilbourne):
“Se fores a Oklahoma procura-nos. Far-te-ei um dos nossos pratos caseiros, mas
promete-me que não usarás os punhos”. ♠ “The Bells of St. Mary’s”,
irmã Catherine (Kathleen
O’Malley): “Lembro-me quando jogavas aqui, Templeton. Eras tão elegante, tão heróico”, Face: “Sim… era, não
era?”. B.A.: “Parece a Charlotte King”, Hannibal: “A vocalista das Bells”. Hannibal:
“É só uma precaução. A Charlotte contou-nos que têm problemas com a editora discográfica e o
nosso principal trabalho é resolver problemas”. Hannibal: “Ela disse-me que
assinaram um contrato com uma editora chamada Luna Records e que, quando o
contrato chegou ao fim e se recusaram a renová-lo, eles começaram a fazer
ameaças”. Hannibal: “Nas palavras imortais de Ricky Nelson, não podes agradar a
todos, portanto agrada a ti mesmo”. “Um ramo muito competitivo, não há dúvida,
mas, como dizem na agência Diamond, a pressão faz diamantes [8]. Dois a zero a nosso favor, Luna. Na próxima vez
pomo-lo na coluna de obituários”. Charlotte (Deborah Lacey):
“Estava no duche”, Face: “Sabia que havia um bom motivo”. Zeke (Joseph
Wiseman): “Permita-me que me apresente”, Hannibal: “Não é necessário. Eu leio a
revista Fortune. Zeke Westerland, o multimilionário que come amendoins,
recluso, louco, excêntrico, o barão do mundo dos negócios. Porque anda um tipo
importante como você a aterrorizar quatro pobres órfãs?”. ♠ “Hot Styles”, Rina (Markie Post): “Se voltar a ver
requeijão ou uma folha de espinafre, acho que vou vomitar”, Face: “A sério?
Estás com sorte, reservei mesa no La
Rouge. (…). Comprei-te uma coisa que… (…). Sim, ia dar-to com
champanhe, mas pensei, que se lixe, para quê esperar?”, Rina: “Ó Templeton! É
bonito! Não sei o que dizer”. Johnny Turian (Richard Lynch): “Importas-te de me
dizer quem era o cowboy do
Corvette?”, Rina: “Chama-se Templeton Peck, é só um tipo com quem tenho saído.
Vende computadores”. Hannibal: “Vais entrar naquela festa e descobrir o que se
passa”, Murdoch: “E eu sei exatamente como. Aproximas-te pela popa num daqueles
barcos de borracha que estamos sempre a utilizar. Depois usas duas ventosas de
poliuretano das forças especiais e sobes para o iate. Quando estiveres a chegar
à balaustrada, demonstrarei os meus conhecimentos de pirotecnia. Uma explosão
qualquer, violenta, claro, será o suficiente para desviar a atenção dos guardas
e permitir-te entrar. Demorará uns 20 minutos, meia hora no máximo”, Face:
“Gosto da ideia, Murdoch, mas acho que isto requer algo mais subtil”. Jason
Burnette (John Moschitta Jr.): “Assim que te vi naquele anúncio de jeans, morri! Sabia que eras a única que
podia passar a minha nova coleção, a rapariga Burnette deste ano”. Rina: “Fui
casada com o irmão de Johnny Turian. Era jovem e ingénua a ponto de acreditar
que o Tony era diferente do irmão, mas enganei-me. Menos de um ano depois, foi
preso por homicídio, por isso mudei de nome, mudei-me para cá, e queria
encerrar esse capítulo da minha vida”. ♠
“Breakout”, Murdoch: “Não vais querer roubar esta carrinha. Não vais mesmo!”,
Deke Logan (Steve Sandor): “É melhor arrancares!”, Murdoch: “Vou pô-lo noutros
termos. Roubar esta carrinha é como roubarem Tóquio a Godzilla”. Murdoch:
“Talvez não seja tão mau. Teremos três refeições por dia. Faremos muito
exercício. Vamos ficar em
forma. Talvez seja fixe. Vamos arrancar umas ervas daninhas.
Cavar uns buracos. Talvez até uma vala ou duas”. Pedrosa (Bruce M. Fischer):
“Despertar às 7 da manhã. Pequeno-almoço às 07:15. A equipa de trabalho sai às
08:00 e volta às 18:00. Jantar às 19:00. As luzes apagam-se às 21:00.
Mantenham-se na linha e todos ficaremos felizes. Se pisarem o risco… ficarei
muito infeliz e fá-los-ei muito infelizes, perceberam?”, Murdoch: “Desculpe, ao
pequeno-almoço, gosto dos meus ovos escalfados, bem macios, bacon bem
estaladiço e meio melão ou uma goiaba”. Xerife J. C. Bickford (Robert Donner):
“Não descobrimos mais nada sobre o maluco que prendemos com ele. Mas imagine
uma coisa destas? Apanhar um dos A-Team aqui em Green County ”. Patty
(Tawny Moyer): “Se
eu soubesse qual era o problema da minha carrinha, não estaria a falar consigo,
pois não?”, Pedrosa: “Bem, podemos empurrá-la para a berma, tenho aqui
prisioneiros, tenho de os vigiar”, Patty: “E eu tenho uma 38 Special que diz o
contrário. Diga-lhes para largarem as armas”. Hannibal: “Sei disso, estive com
o Pedrosa, ele disse-me que uma tipa de minissaia com uma pistola ajudou o
Logan a fugir”, Murdoch: “Sim, exatamente. Temos de ir depressa a um sítio
chamado quinta dos Russell, fica junto ao cruzamento 18, vive lá uma mulher com
o filho, ouvi o Logan dizer que se ia divertir com eles”. Logan: “É verdade. Do
banco que o Malcolm e eu assaltámos há mais de quatro anos. Está escondido na
quinta dos Russell. São quase 100 mil dólares em dinheiro”. Murdoch: “Estás
nervoso. Sabes porquê? És como a maioria dos homens modernos: tens medo de
perder o controlo. É por isso que não consegues andar de avião. Não consegues
ser o passageiro. Tens de ter sempre o controlo, controlo, controlo…”. Murdoch:
“Os pioneiros faziam isto com as suas carroças cobertas, chamavam-lhes escunas
das pradarias. Pega-se no fator vento, no nível de humidade e na temperatura,
divide-se pela área da vela e multiplica-se pelo peso do veículo, depois é
rezar para que o vento não pare de soprar”. ♠
“Cup A’ Joe”, Patty Dutton (Lisa Denton): “Café? Os ovos mexidos com fiambre
estão a preço especial. O que desejam?”, Cactus Jack Slater (John Ashton): “Eu
digo-te o que quero, querida. Quero falar com o teu papá e a tua mamã, achas
que podes tratar disso?”. Murdoch: “Digam-me se tenho razão ou não? Um
tabuleiro de franguinhos deve ser regado com o próprio molho de 25 em 25 minutos
até estarem dourados, certo? Podemos falar do recheio mais tarde”. Murdoch:
“Viste a minha paprica? Preciso da minha paprica. Não tenho paprica”, Face:
“Isso é grave?”, Murdoch: “É o fim… sem a minha paprica não posso temperar a
salada de macarrão, sem paprica não posso fazer tortilhas de batata, sem
paprica não posso servir os meus ovos. Sem paprica, não posso…”. Edith Dutton
(Toni Sawyer): “Receitas? não percebo”, Hannibal: “Bom, como aquela que
acabámos de fazer: guisado à presidiário. Pegámos no Slater, um engenheiro
corrupto, e em leis rufias, pomo-los na prisão e deixamo-los ferver em lume
brando durante 20 anos”. ♠ “The Big Squeeze”,
Jack (Jacky) “The Ripper” Lane (Wings Hauser): “Se me causar mais problemas
começarei a tratar da sua família, percebe? Pego na carinha bonita da sua filha
e faço-lhe uma nova. E a gorda da sua irmã que trabalha na padaria de Van Nuys receberá
uma encomenda especial que faz tiquetaque bum!”. Hannibal: “Se é o que sente,
vamos embora”, Gino Gianni (Al Ruscio): “Pensei que a América era a resposta ao
meu sonho. Os meus sonhos são um pesadelo”, Hannibal: “Não é a América , Gino. Está a falar
de tiranos. A tirania é um estado de espírito, não é uma nacionalidade. E, se
não se faz frente à tirania, ela ganha sempre”. Hannibal: “Reparei que há um
armazém para arrendar ao fundo da rua. Podíamos abrir o nosso próprio
restaurante, pedir dinheiro emprestado ao Jack, o estripador. E depois dar uma
festa para ele. Eu sempre quis abrir um pub
irlandês desde que era pequenino. Vou chamar-lhe A Dama Nua e o bar terá um
anteparo de latão e nós serviremos guisado irlandês”. Hannibal: “Como dizia o
meu falecido pai: o estrume de vaca espalha-se quando o pisam”. Hannibal: “Como
dizia o meu pai: ouve sempre o murmurar do rio e apanharás sempre uma truta”. ♠ “Champ!”, Face: “Como podemos ver o sr. Marquette
sofreu uma fratura capilar do metacarpo flexor
pollicus aqui. Vê-se a fratura entre
o brevis delicti e o radialis minimo. Lamento, mas a mão humana não
foi concebida para bater em objetos imóveis”. Murdoch: “É uma combinação
especial de emolientes e óleos de linimento, misturada com raiz de alho da
Tanzânia. Isto fará o teu sangue cantar. Dar-lhe-á vida”. ♠ “Skins”, Quénia, Kim Keboko (Darin Taylor): “Estão
presos. Larguem as armas. Esta reserva animal pertence ao governo, todos os
animais estão protegidos por lei e vocês estão presos”, Madrid (John Calvin):
“Estamos só a caçar um pouco”. Face: “Imagino que sim. Só o marfim das presas
dos elefantes vale a pena. A uma média de 15 kg por presa, a valer 200 dólares o quilo no
mercado de Hong Kong, se conseguirem 40 presas por dia podem ganhar… 120 000
dólares”. Murdoch: “Então, B.A. Baracus, qual é a sensação agora que estás
aqui? Estás a absorver tudo isto? Custa imaginar que há séculos a tua tribo se
estabeleceu aqui, na terra em que estamos deitados. Olha para a terra, olha.
Olha, a ponta dos seus dedos pisou esta terra que agora tenho na mão. As cinzas
das suas fogueiras aqui na minha mão. Os pingos que caíram das suas panelas,
aqui, na minha mão. Os restos do jantar de domingo, aqui, na minha mão! B.A.
Baracus estas são as tuas raízes”, B.A.: “É terra, imbecil! Vou fazer-te
engoli-la se não te calares”. Kamora Keboko (Daphne Reid): “Há um
velho ditado tribal que diz que, quando as almas se tocam, os amigos nunca
estão longe. Eu nunca esquecerei o que fizeram hoje”. ♠
“Road Games”, Patty Sullivan (Daphne Ashbrook):
“Pai que história é esta?”, Meeks (Kaz Garas): “O seu velho teve azar aos
dados”, Gentleman Jim Sullivan (Frank Marth): “Não vou entregar a minha casa a
canalhas como vocês, saiam!”. ♠ “Moving
Targets”, noroeste de África, Salina (Sue Kiel): “Não posso, pelo
menos, sair para apanhar ar?”, Jabar (Jack Heller): “Fará o que lhe convém, ou
seja, obedecer-me”, Salina: “Quanto tempo pensa que me pode manter
prisioneira?”, Jabar: “Até ter notícias do seu pai”. Jabar: “Presumo que
queiram conhecer as medidas de segurança que tomámos para garantir a segurança
da princesa na viagem de amanhã, para o casamento com o príncipe Hassan?”.
Face: “Há 26 horas estava num clubezinho com a loira mais bonita que já se viu.
Agora estou prestes a levar uma herdeira mimada a um país que é só areia, para
que ela possa casar com um tipo com uma toalha enrolada à cabeça”. Face: “Sim…
que tal? É um pequeno truque que aprendi nas discotecas de Nova Iorque, na
Ramon’s”, Salina: “Na rua 53?”, Face: “Pensava que as princesas orientais só
sabiam de areia e de camelos”, Salina: “Para além de Vassar, também estudei em Nova Iorque , também
visitei umas quantas discotecas”. Face: “Não estaríamos melhor ao ar livre?”,
Hannibal. “Não. Quando se está em inferioridade numérica, há uma grande
vantagem militar nos espaços pequenos, aliados ao elemento surpresa, noutras
palavras, atacamos de dentro para fora”. ♠
“Knights of the Road”, Murdoch: “Não, não. Não é apenas uma velha manete de
mudanças. Ouve, ouve. Era de um carro japonês, um Hiroshimoshi azul-bebé de 1972” , Face: “Murdoch…”,
Murdoch: “Pensa nas histórias que esta manete nos poderia contar se pudesse
falar. Pensa nos corações, nas mentes e nas almas dos homens que lhe tocaram.
Estamos a falar das vidas das pessoas. Caras, isto não é apenas um pátio cheio
de carros velhos largados aqui para que a natureza os possa consumir. Não!
Estamos a falar de criaturas vivas, estamos a falar de almas”. Murdoch: “Somos
como padres a salvar almas nas estradas da vida, soldados da auto-estrada, não…
não somos rangers, somos cavaleiros
da estrada! Quando estás parado na estrada quem chamas? O condutor do reboque”.
Murdoch: “Vá lá, Caras, põe a tua mão na minha e di-lo. O credo do condutor de
reboques tem de ser dito no início de cada viagem: juro ir em socorro da
donzela motorizada, ameaçada pelos dragões do asfalto que cospem fogo e abrem
buracos no seu caminho. Quem nunca disse o chavão cínico: ‘ou é falta de
bateria ou falta de gasolina?’. E, ao fim do dia, quando chega o crepúsculo,
quando os outros pensam que o dever foi cumprido, não descansarei enquanto as
minhas ferramentas e as minhas unhas não estiverem limpas, pois esse é o credo
do cavaleiro do asfalto”. ♠ “Waste ‘Em!”, Lisa
Perry (Stacey
Nelkin): “1473, South Vermont, atravessa a Colfax e a Riverside”, A.J.
(Joseph Hacker): “Tens a certeza que a morada é essa?”, Lisa: “Tirei-a do
pedido de encomenda. Ele disse para virarmos para o beco da Riverside e que
estaria à nossa espera na porta das entregas”. A.J.: “Primeiro, foi uma
lavandaria chinesa, depois uma pizaria… isto é de loucos. O chinês disse Earl’s
Paint & Shine, não disse?”, Lisa: “Foi o que eu ouvi. Acho que não se pode
abrir as páginas amarelas e esperar encontrar o contacto do A-Team, não é?
Tenho a sensação de que são eles que nos encontram” [9].
Lisa: “Conseguia sustentar-me a trabalhar como despachante do serviço de
entregas. Fiz isso durante quase cinco anos, até o A.J. ter perdido o emprego”.
Hannibal: “Caras, queres fazer uma estimativa?”, Face: “Sim, acho que
demoraríamos uma semana ou uma semana e meia, com nós os quatro, talvez um veículo
extra, armas, munições… e vai um… 12 050 dólares e 27 cêntimos”. Hannibal: “O
que descobriste, Caras?”, Face: “Até agora, PCB…um pouco de aldrina, vestígios
de dioxinas, isto é uma autêntica poção de bruxa”; B.A.: “Estão a despejá-lo
num esgoto”. ♠ “Bounty”, Royko (Bill McKinney):
“Viva carinha laroca, procuramos um tal Murdoch”, enfermeira (Edy Roberts):
“São amigos do Murdoch?”, Royko: “Amigos? Sim, somos amigos dele”, enfermeira:
“O sr. Murdoch está no quarto 104. É ao fundo do corredor, à direita”, Tanen
(Paul Koslo): “Parece que não quer ser perturbado, Royko”, Murdoch: “Porque
fizeram um buraco na minha porta?”, Royko: “Cala a boca! Só te vou dizer isto
uma vez, aviadorzinho. Fica de bico calado e faz o que te mandam ou terão de te
arrancar da parede com uma espátula, percebeste?”. Murdoch: “Esta música é
inacreditável. O que é feito do Van Halen, do Boy George, Frankie Goes To
Hollywood…”, Kelly Stevens (Wendy Fulton): “Frankie Goes To Hollywood?”, Murdoch: “Ia adorar,
têm um ritmo muito fixe”, Kelly: “Tenho de ser sincera consigo, nunca gostei
desse tipo de música”, Murdoch: “E os Rolling Stones?”, Kelly: “Bom, esses
conheço-os. Na verdade, há uma canção deles de que gosto muito: ‘Norwegian Wood’”,
Murdoch: “Essa era dos Beatles”, Kelly: “Bem, confundo-os sempre”. ♠ “Beverly Hills Assault”, Hannibal, disfarçado de
empregado: “Posso ajudá-los?”, Peggy (Maylo McCaslin): “Sim, quero o
disco ‘Jim Nabors Greatest
Love Songs’”, Mickey (Mitchel Evans): “Estás a brincar, certo?”, Peggy: “Não,
era o que dizia o bilhete que o sr. Lee pregou na minha roupa na lavandaria”,
Hannibal: “Bem, o sr. Lee terá a sua opinião mas, a meu ver, a Madonna talvez
seja melhor para si. Está muito na moda”, Peggy: “Quero o do Nabors, obrigada”.
Hannibal: “Peggy, o sr. Lee disse que um amigo vosso foi mandado para o
hospital e você acha que a polícia não está muito interessada em saber quem
foi”, Peggy: “Isso mesmo. O Speed tem uma certa reputação”, Face: “Speed? Como
as drogas, anfetaminas?”, Mickey: “Não, o Speed não se droga, demos-lhe esse
nome por ser rápido com o pincel”. Hannibal: “Como é o quadro? Consegues
descrevê-lo?”, Murdoch: “Há duas senhoras e duas crianças com bochechas rosadas
num campo com flores vermelhas, no fundo, há árvores e uma casa e… se o tivesse
pintado eu, teria pintado as flores mais escuras, carmesim, decididamente,
carmesim”, Peggy: “Parece-me ser o ‘Campo
de papoilas’ do Monet”. Steffan Shawn (Lloyd Bochner): “Este é a ‘Jovem a
compor os brincos’ de Renoir, há muito tempo perdido. Ninguém sabia dele desde
o início da Segunda Guerra Mundial, pensava-se que tinha sido destruído”. ♠ “Trouble Brewing”, Cathy Rogers (Claudia Christian):
“Estou a pensar em quanto mais tempo aguentaremos a fábrica. Estive a analisar
as contas, é o terceiro mês consecutivo em que não vendemos nada. Talvez
devêssemos aceitar a oferta do Jason Webb”, Maryann Rogers (Suzanne Barnes):
“Desistir, a minha irmã mais nova, a jogadora de futebol no liceu, desistir? O
que aconteceu ao teu espírito de luta?”, Cathy: “No futebol, tínhamos 11
jogadoras. Esta equipa é só nós, Maryann”. Cathy: “É a água da nascente que
torna os nossos refrigerantes tão bons. É da nascente da montanha que rodeia
Sunset Valley, onde temos a nossa captação”. Maryann: “Desculpe, importa-se de
não fumar?”, Hannibal: “Lamento, meninas”, Maryann: “A Cathy e eu gostamos de
coisas saudáveis. É um hábito que deveria tentar largar, a nicotina destrói a
vitamina C e não é nada boa para os nervos”, Hannibal: “Eu não inalo o fumo”.
Murdoch: “É uma beleza, não é B.A.? A máquina de descascar algodão e a
locomotiva a vapor podem ter sido precursoras da Revolução Industrial, mas nada
se compara à máquina de engarrafar MAKR-73 com etiquetagem opcional”. Murdoch:
“Poria óleo sujo no motor do seu carro? Claro que não, é por isso que a
Hi-Brite só usa água da nascente. Além disso, são ricos em vitamina C e em
bioflavonóides. 25 caixas de cereja? Ótimo, ótimo, e de uva? A uva tem muita
rutina, faz os olhos bonitos”. ♠ “Incident at
Crystal Lake”, Face, no seu Corvette, matricula, Californa 1HJG851, ao som de “One Way or Another”, dos
Blondie, e moça parada na berma da
estrada com a bateria em
baixo. Kelly (Mindi Iden): “Graças
a Deus passa alguém nesta estrada. Acho que fiquei sem bateria. Estou aqui parada
há quase uma hora”, Face: “A sério? E teve o rádio ligado este tempo todo?”.
Face: “Confia um pouco em mim, Hannibal. Estamos a 80 km da civilização, esta
rapariga só sabe de esquilos, de árvores, de lagos e, espero eu, dos pássaros e
das abelhas. Não te preocupes. Confia em mim, é seguro”. Guarda-florestal Jenny
Sherman (Kristen
Meadows): “Achei que sendo vocês o A-Team”, Face: “Sabes quem nós somos?”,
Hannibal: “Reconheceu-te da foto do cartaz. Ela olha para fotos, além das
árvores, dos lagos e dos esquilos”. Jenny: “Voltarão?”, Face, cita os Blondie:
“Bom, de uma maneira ou de outra… duvido”.
4.ª
temporada ♠ “Judgement Day: Part 1” , juiz Leonard Mordente (Dana
Elcar): “Não, não, só os obrigo a mandarem-me provas de que está viva. Todas as
semanas mandam alguém com alguma prova, uma fotografia com algo atual”,
Hannibal: “Sim? Quando virá a próxima prova?”, Mordente: “Esta noite, como
esperamos um veredito a qualquer momento, eles querem que eu esteja preparado”.
Johnny “Angie” Angel (Michael DeLano): “Seja qual for o vosso plano, não
conseguirão nada, tomámos todas as precauções. Se tentarem encontrar a
rapariga, é melhor decidirem se querem enterrá-la num caixão de cerejeira ou de
pinho, ninguém pode ver a rapariga a não ser eu e quem eu disser”, Hannibal:
“Foi exatamente o que pensámos”, Nicholas “Nicky” Scarlatti (Carl Strano):
“Como está a rapariga?”, Marta (Ana
Obregón): “Continua sem comer, talvez seja por isso que é tão magricela”. ♠ “Judgement Day: Part 2” , Hannibal: “E o que sabes de
medicina?”, Face: “Hannibal, poupa-me. É canja. Além disso, 90 % dos casos a
bordo do navio são jovens lindas que passaram demasiado tempo ao sol”. Johnny:
“Carla, o que tenho de te dar para ganhar um beijinho?”, Carla Singer (June Chadwick):
“Clorofórmio”. ♠ “Where Is the Monster When You Need him?”, Jerry
(Michael Lerner): “Não sei, Johnny. Acho
que as escamas deviam ser viscosas e estava a pensar em algo mais… púrpura, em
vez de verde. Isto tudo deixa-me muito nervoso. Nunca tinha produzido um filme,
especialmente com o dinheiro dos meus amigos. Devia ter contratado um agente”,
Hannibal: “Acalma-te, Jer. Vai ser divertido. E vou interpretar este monstro de
forma um pouco diferente. Lembras-te de o ‘Aquamaníaco’ ser uma máquina de
matar relutante, triste, mas determinada? Vou fazer o Gatorella bem diferente.
Lembras-te de quando o Godzilla… saiu do mar, levantou a cabeça e viu toda a
gente a correr? Ficou assustado, confuso, mas zangado ao mesmo tempo. Quero
tentar essa abordagem. Quero dizer, porque está o Sam Deacon, o
guarda-florestal, a disparar contra mim? Depois, um pouco baralhado, mato-o com
uma garra”. Jennifer “Jenny” O’Hannorhan (Judy Landers): “É o
meu primeiro papel a sério? Fiz um episódio de ‘O barco do amor’,
em maio, mas era apenas figurante, embora dissesse ‘Bom dia, sr. Faskin’, ao
Donald O’Connor, junto à piscina”. Face: “Jenny, repete lá isso”, Jenny. “Mais
tarde, voltava a passar e dizia ‘Olá’ outra vez”. Charles “Charlie” Lake
(Dennis Cole): “Como se chama a aldeola? Pocunc… o quê?”, Face: “Podetera de la Ria. O hotel é magnífico, o
teu quarto tem vista para a praça, há uma fonte e lindas casinhas junto ao rio…
e as mulheres parecem ter sido esculpidas pelos deuses. São lindas de morrer”.
Face: “Tive tanto cuidado! Demos um aperto de mão! Fizemos um brinde, cantámos
o ‘Frijolito salzon’… é uma canção sobre um feijão saltitante. Abraçámo-nos!
Estava tudo combinado!”. ♠ “Lease with an Option
to Die”, B.A.: “Partiram o braço da minha mãe, ninguém toca num cabelo da minha
mãe e sobrevive! Vamos já para Chicago!”. “E desta vez, nada de voos
comerciais, estão sempre atrasados, não podemos atrasar-nos, Caras. Arranja-nos
um avião militar, melhor, um jato”. Sra. Baracus (Della Reese): Tenho tão
poucas fotografias com o Scooter”, Murdoch: “Scooter?”, sra. Baracus: “Sim,
sabem? quando o B.A. era pequenino o pai deu-lhe um camião de brincar. E ele
passava o dia a arrastá-lo pelo chão da sala, a estragar-me o tapete, depois
levava o camião com ele para a cama, à noite”. A advogada Karen (Wendy Schaal):
“Pelo que pesquisei, não podemos fazer grande coisa, parecem decididos a
esvaziar estes apartamentos”, Face: “Você e o seu marido vivem no prédio?”,
Karen: “Sou solteira. Tenho um T2 no 3.º andar”. ♠
“The Road to Hope”, Murdoch: “Só preciso de pensar em papel branco,
concentrar-me em papel branco, papel branco e depois, pronto, desapareço, as
pessoas não me conseguem ver”. Hannibal: “Acho que fazem lavagem de corpos. Não
precisam dos vagabundos, precisam das identidades dos vagabundos que se
afastaram da sociedade durante dez anos. Acho que alguém na missão Moonlight
aponta os que têm a idade e a cor dos olhos certos, para o tipo que quer a
identidade. Levam-nos para o hospital e vão parar à cidade dos pés juntos.
Depois, mais tarde, o homem que queria a identidade, talvez com mais algumas
cicatrizes, aparece na Câmara e diz: andei nas ruas durante dez anos mas agora
estou limpo, preciso de novos documentos, e a troca é feita”. ♠ “The Heart of
Rock N’ Roll”, episódio c/ Isaac
Hayes e Rick James. Face: “O C.J.
Mack… gastei três cópias do ‘Blood Simple’ no Vietname”, B.A.: “Não há uma
única pessoa que nunca tenha ouvido o C.J. Mack”, Murdoch: “Podes dizê-lo.
Entre o sangue, as entranhas e o barulho podíamos ouvir os sons reconfortantes
do C.J. Mack e o ‘Blood Simple’, era quase um hino do soldado comum”. Face:
“Devon Paige? Como vai? estava a pensar se teria um minuto”, Devon (Eileen Barnett):
“Não, para pessoas que me abordam em garagens subterrâneas. Tenho um
escritório, ligue para lá e marque uma reunião”. ♠
“Body Slam”, Hulk Hogan: “Sabes, Mean Gene, desde que ganhei o título de pesos
pesados da WWF nunca mais parei. Estive em Tóquio, no Japão, em África, na
Ásia, em Banguecoque, e em todas as terras pelo meio, e sabes uma coisa?
Defendi este cinto com êxito em todo o lado aonde fui. Mas estou muito
entusiasmado porque daqui a uns dias vou à minha terra natal, Los Angeles,
Califórnia. E mais do que isso. Todo o dinheiro de todos os hulkmaníacos, toda
a hulkmania, todo o dinheiro da minha gente, vai ser doado à minha obra de
caridade preferida”, Mean Gene: “Aí têm, senhoras e senhores, Hulk Hogan no
próximo sábado à noite, no Sports Arena em Los Angeles , não se
atrevam a perder”. Hannibal: “Conheceram-se no Vietname, não foi?”, Hogan: “O
B.A. era o tipo mais duro que conheci no Vietname”, B.A.: “Não te lembras de Da
Nang, durante a ofensiva de Tet?”, Hogan: “Sim, ficámos encurralados numa
cabana e tu levaste com um balázio”, B.A.: “E tu levaste com um balázio”,
Hogan: “Tu é que levaste”, B.A.: “Não, foste tu”. Hogan: “O que havia no carro
blindado?”, Murdoch: “Essa é a parte emocionante. Tratava-se de uma
transferência de ouro, 15 lingotes”, B.A.: “4,5 kg cada?”, Face: “Exato.
A 32 dólares a onça, em 1958 valia cerca de 76 800 dólares, mas nos dias de
hoje uma onça vale 320 em
Hong Kong , 317 em Londres…”, Hogan: “Quanto vale o saque?”,
Face: “768 480 dólares”. ♠ “Blood, Sweat and
Cheers”, (o valor da recompensa pela captura do A-Team está em 20 000 dólares).
Jack Harmon (Stuart Whitman): Acho que podes acelerar um pouco aqui. Assim
podemos ganhar algum tempo”, Dana Harmon (Toni
Hudson): “Parece o seu filho, sabia? Só pensam nisso, conduzir depressa”. Hannibal:
“Olá, Kid”, Kid Harmon (Ken Olandt): “Tio John! O que faz aqui?”, Dana: “É bom
vê-lo tio John. Obrigado por ter vindo”. Face: “Acho que faz o que muitos
jovens fazem, hoje em dia: recebem dinheiro de casa. Infelizmente, para nós,
casa, neste caso, é uma família mafiosa de Chicago, liderada pelo seu querido
tio, o tio Carl ‘Machado’ Ludwig”. Hannibal: “Nunca contes que um estúpido não
faça algo estúpido. É uma regra de sobrevivência”. Jack: “O coronel Decker, por
favor. É o Jack Harmon, digo-lhe onde apanhar o coronel John Smith e o A-Team”.
Hannibal: “Sim, quando tínhamos a tua idade, andámos atrás da mesma rapariga, a
tua mãe. Ela era a coisa mais bonita que já tínhamos visto e éramos ambos
loucos por ela. Ambos a pedimos em casamento e ela teve de escolher entre nós”,
Kid: “Não pode ser! Não acredito que ela pusesse escolhê-lo a si e o tenha
escolhido a ele”, Hannibal: “Ela escolheu o teu pai por todas as coisas que ele
era e eu não era. Virado para a família, com um emprego seguro, e sempre junto
dela para a apoiar. Foi quando ela morreu que ele começou a beber. Talvez nós
dois o possamos ajudar a voltar ao bom caminho”. ♠
“Mind Games”, coronel Donald Davis: “O Governo dos EUA emitiu um perdão ao
tenente Templeton Peck que era procurado por crimes de guerra contra o Governo
do Vietname. Através do testemunho do coronel Harvey Miller, do quartel-general
do batalhão IO6, soube-se que o tenente Peck não esteve envolvido nos crimes
cometidos pelo A-Team”. Hannibal: “Não vos incomoda que este coronel esteja a
mentir descaradamente? Caras, foste destacado para a missão, eras o segundo em
comando e oficial de logística”. General Harlan ‘Bull’ Fulbright (Jack Ging): “O
Decker era brando. O Decker nunca esteve
totalmente empenhado na captura destes homens. É por isso que agora está
encalhado em Bangor, no Maine. Há uma grande diferença entre nós, sargento, e
você e os outros vão descobri-la rapidamente. Endireite o emblema do colarinho
e escute com atenção. Quando o Peck chegar às ruas, vou colar-me a ele como uma
lapa. Aonde ele for eu irei também. O que ele fizer eu farei também. E se o
A-Team tentar contactá-lo… apanhá-los-emos a todos. É a lei de Fulbright,
sargento, nunca esperar, atacar”. Face: “Bull Fulbright? O touro de Toledo?
Ora, ora, ora, o que faz aqui, general?”, Fulbright: “Estou aqui para o
esborrachar mais os nojentos com quem anda. Eu sei quem você realmente é”. E.G.
Fowler (Shelagh McLeod): “O
que quer fazer em relação à marcação do workshop
infantil? Chuck-a-Luck, a galinha, quero-o como convidado no programa
‘Algazarra no celeiro’”, Face: “Vamos marcar. Gosto da galinha, tem panache, além disso aumentará a minha
popularidade entre os 2 e os 11 anos”. Hannibal: “Quem disse: usem o ar apenas
para criar oportunidades em terra?”, Murdoch: “Patton, o general George”, B-A.:
“Foi o treinador de futebol Woody Hayes, palerma”. ♠ “There Goes the Neighbourhood”,
cartaz: “Steve Faith in Concert, Oct. 8-9-10, Hollywood Palladium, Sold Out”. Stevi Faith (Valerie Stevenson): “Pessoal,
o Woody e eu temos um anúncio importante a fazer. As receitas do ‘Let It Go’,
bem como do concerto de sábado no fórum, serão entregues ao fundo de ajuda ao
terceiro mundo”. Hannibal: “Parece que estes tipos do Norte de Trianna estão
contra os concertos ou os álbuns que ajudem os seus inimigos esfomeados do Sul
de Trianna”. Hannibal; “As boas cercas fazem bons vizinhos”. Hannibal: “Muito
bem, quer dizer-nos quem é, o que faz no nosso quintal?”, Joe Skrylow (Walter
Olkewicz): “Rua Highfield, 18026, sou o chefe da patrulha do bairro”. Stevi:
“Estava a cantar no Hot Potato em
St. Paul , tinha 17 anos e tinha assinado um contrato com o
Mike Fontenetta, o empregado do bar. Todos diziam que eu tinha uma ótima voz.
Houve quem quisesse levar-me em digressão, mas o Mickey não me deixava sair de
lá”. Stevi: “Não sou um animal de farras, sou um réptil de farras”, Murdoch: “E
depois, vem o criminoso das farras”, Stevi: “E finalmente às três da manhã,
inconsciente do sofá”. Joe: “Achei que gostaria de saber que a sua cantora está
escondida aqui, na casa ao lado da minha”, Woody Stone (John Aprea): “Na casa
ao lado da sua?”, Joe: “Sim, em
Canoga Park ”. Stevi: “Às vezes gostaria de poder assentar e
voltar a ser a Stephanie Frankel”. “O Woody decidiu que eu era Stevi Faith, ela
não é bem uma pessoa, é uma imagem, uma corporação com um bando de advogados,
contabilistas, agentes, empresários…”. ♠ “The
Doctor Is Out”, dr. A.M. Richter (Richard Anderson): “Sim, mas só se for um
sonho mau”, Murdoch: “Mau? Quer falar de sonhos maus? Falemos da noite passada.
Tive um pesadelo. O Springsteen estava doente, eu estava nos bastidores, a
banda estava preparada. O Clarence estava lá, a tocar, e eu era o único capaz
de substituir o Boss. Vesti a t-shirt
e os meus jeans, subi para ao palco,
abri a boca e a única coisa que consegui fazer foi: muuuu. Como uma vaca:
muuuuu. O público dizia: canta o ‘Born in the USA ’! ‘Born in the USA ’! E eu só dizia: muuu! muuu! Caí de gatas e comecei a
pastar nos cabos dos amplificadores e a salivar e o público dizia: canta o ‘Jungleland’!
O ‘Jungleland’! E então eu explodi, o que acha?”, Richter: “Eu acho, Murdoch,
que são os seus velhos problemas de ansiedade e frustração. Se é que tem
problemas de ansiedade e frustração”, Murdoch: “Acha mesmo que sei sequer o que
é a realidade?”, Richter: “Sabe tudo sobre a realidade, Murdoch, mas optou por
viver no mundo da fantasia”. Wendy (Karyn O’Bryan):
“Morde-me”, Face: “Ele entra a cambalear exatamente quando eu lhe ia dizer a
deixa do filme ‘Vampiro do Rock and Roll’. E quando acorda, começa a dizer que
o psiquiatra foi raptado em plena luz do dia, que soldados americanos…”.
Hannibal: “Curaguay, América do Sul”; Murdoch: “É uma pequena república na
costa do Pacífico com revoluções a cada 18 meses. Foi o que aprendi na aula de
História”. Coronel Mack Stoddard (Geoffrey Lewis): “Estava a lembrar-me da
primeira vez que torturei um tipo. Era um novato, era a minha primeira viagem
fora do país e diverti-me à brava. Tinha um prisioneiro que não queria falar.
Gastei um maço de cigarros com o tipo. Nada. Depois descobri os jacarés”.
Hannibal: “Conhece esta mulher?”, Richter: “É minha cliente”, Face: “Uma
cliente? Uma cliente! Está a dizer que uma cliente se dá ao trabalho de vir até
aqui para encontrar o psiquiatra?”, Betty / Sarah / miss Richter (Jeannetta
Arnette): “O meu nome verdadeiro é Marisa. Menti-lhes para proteger a
missão. Nasci neste país, mas fui viver para a América com a minha mãe
depois de o meu pai ter dado ordens para que fosse morta se não partisse.
Assassinaram o irmão dela, o meu tio Tomás, eles não apoiavam a política dele.
Nunca me esqueci disso. Agora voltei para garantir que é derrubado”, Stoddard:
“É filha do presidente? espera que eu acredite nisso?”. Hannibal: “Doutor, se ela
é sua paciente, responda-me a uma pergunta: quem é ela?”. ♠ “Uncle Buckle-Up”, Face: “Ruff, o urso?”, Hannibal:
“Vai ser desta, Caras, este é o papel que fará descolar a minha carreira?”,
Face: “Mas, Hannibal, um urso? E na TV? A TV não é para ti. És um poço de
energia. Precisas de 8,5
metros de tela para explodir. Vais perder-te no pequeno
ecrã”, Hannibal: “Já pensei nisso, mas a televisão é um meio intimista e eu sou
um tipo intimista”, Face: “Tal como o Rambo”. Face: “Mas Hannibal isto é um
programa infantil, este urso canta e dança. Sabes, podes parecer tolo”,
Hannibal: “Clint Eastwood e Lee Marvin fizeram ‘Os maridos de Elizabeth’,
cantaram e dançaram, pareceram tolos?”, Face: “Indiscutivelmente tolos”.
Murdoch: “Hannibal, Hannibal, se queres este papel, se queres mesmo este papel,
posso ajudar-te pelos habituais 10 % mas tem de o querer mesmo. Terás de cantar
‘Mirtilos na minha gruta’, terás de fazer a dança do nascer do sol”, Hannibal:
“Mirtilos na minha gruta?”, Murdoch: É uma canção que encoraja os miúdos a
tomarem um pequeno-almoço nutritivo. Assim: há um sinal na minha barriga / Quer
algo doce e apetitoso / Mas sei que não me faz bem / Por isso, posso pôr /
Mirtilos na minha gruta / Pão e cereais pode ser. É assim…”. Face: “Estava a
pensar num local… sossegado. Um local sossegado, inundado pela doce melodia de
violinos ciganos. Um local sossegado onde as bolhinhas suaves do champanhe se
misturam misticamente com o crepitar da moussaka. Sim, um local onde o som de
dois corações a bater como um só abafe o murmúrio dos amantes”. Hannibal: “Onde
encontramos o sr. Gretsch?”, Cobb: “Na Fun 4 All Amusements, Marshall Boulevard
2754, em Santa
Monica. Está lá agora. É ele que vocês querem”. Face:
“Quantos bonecos do Tio Prudente venderam o ano passado?”, Kelly (Susan
Scannell): “Cerca de 100 mil”, Face: “É engraçado, segundo esta auditoria,
o Preston importou quase 200 mil este ano. As audiências subiram?”, Kelly:
“Não, na verdade, o programa tem descido nas audiências nesta última
temporada”. ♠ “Wheel of Fortune”, Pat Sajak:
“Espetacular! ‘Vale tudo no amor e na guerra’, que vitória incrível! Nunca
tivemos um concorrente assim, sr. Murdoch. Este piloto de helicópteros de…?”,
Murdoch: “Westwood”, Pat: “Ganhou 28 mil dólares em prémios nos últimos três
programas, como justifica o seu sucesso?”, Murdoch: “Uma vida sã, muito
exercício e familiaridade com a tabela de frequências do alfabeto”. Pat: “Muito
Bem, um cheque-oferta. Jack Clark ele comprou-nos, diz-lhe as coisas
fantásticas que vai levar daqui”, Jack Clark: “Com certeza, Pat. Primeiro, o
humidificador do presidente, da Humidors-R-Us. Tem capacidade para 50 charutos
e mantém a sua frescura por um ano. E para encher a caixa 50 El Capitans da
Carlos y Carlos que produz os melhores e mais suaves tabacos no valor de 150
dólares. Depois, cera Reptile para um ano, mais o novo Sol Buff, o polidor
solar dos anos 80, para manter o brilho do seu carro ano após ano. Valor total
dos produtos para automóvel 250 dólares. E para o maior conforto durante o sono,
a cama de água Four Buoy da Bed Shed. Apanhe as ondas ou flutue
confortavelmente nesta cama queen size com o valor comercial de 1800
dólares. E, finalmente, voará com um convidado para o maravilhoso Hotel Kona
Luna, em Waikiki! Aí ficará 14 dias na suite rei Kamehameha, com vista para o
profundo mar havaiano, um ambiente descontraído e elegante na capital
paradisíaca do mundo, o Havai. Bilhete de avião, refeições e 500 dólares para
gastar, tudo para que a sua diversão ao sol seja memorável. Valor comercial da
viagem 4250 dólares”, Pat: “Claro que voltará dentro de duas semanas para a
superfinal. Estarão em jogo prémios a partir de 12 mil dólares”, Murdoch:
“Quero ganhar aquele Mazda”. Face: “Quem bebe leite? Aonde foi o Hannibal,
exatamente?”, B.A.: “Não sei, foi com duas raparigas, Margie, Maggie… Linda”,
Face: “Maggie e Lori?”, B.A.: “Sim, essas mesmo!”, Face: “As gémeas do 12.º
andar? As hospedeiras?”. Joshua (George McDaniel): “O que sabe sobre o Hind
A-10?”, Murdoch: “Aquele saco de porcas de ferro fundido russo que tem, ou
supostamente tem, o sistema de radar mais sofisticado do mundo?”. Jody Joy (Lydia Cornell): “O meu nome
verdadeiro é Jody Kleinman mas mudei-o quando fui trabalhar para o Morty”,
Murdoch: “O mágico?”, Jody: “Sim, Morty, o mágico”. Murdoch: “Estou num
restaurante à beira da estrada chamado Jeffrey’s Jamboree, na Cross Creek Road,
a uns 20 km
de Las Vegas, do lado da Califórnia”. ♠ “The
A-Team Is Coming, the A-Team Is Coming”, Murdoch: “Bem vinda à liberdade”. “A
pena é mais poderosa que a espada, mas não faz frente a uma arma de fogo”.
Face: “Pensei que um jantar à luz das velas fizesse mais o seu género”, Katrina
Karpov (Raissa
Danilova): “Foi como nos filmes de James Bond”. Hannibal: “Capitão, todos
temos de lidar com as nossas fraquezas”, Murdoch: “Sim, o velho erro trágico… a
pedra basilar do drama grego, desde Eurípides até os últimos episódios de
Mister Ed”. Dimitri Shasta Kovich (William Smith): “Está bem, tenho motivos
para crer que um dos meus compatriotas, nas próximas 36 horas, vai cometer um
ato de terrorismo que levará os nossos países à beira de uma guerra, uma guerra
nuclear. Fui enviado pelo meu Governo para evitar que isso aconteça. Então, em
nome da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas… quero contratar o A-Team”.
Murdoch: “Como vai Ivan começar a terceira guerra mundial?”, Dimitri: “Roubando
Abraxis, um supersatélite, capaz de destruir 80 % dos mísseis russos”. Murdoch:
“Treinador, o Einstein tinha razão, o suporte partiu-se, o Schrödinder e o
Heisenberg não sabiam o que diziam. Foi por isso que saí da rota”. Hannibal: “O
presidente Reagan gosta muito de asa delta, pode estar a provocar um incidente
internacional”. General “Bull” Fulbright: “Quem é a magricela?”, Lean (John
Considine): “Ou muito me engano ou é a Katrina Karpov, a estrela do ballet
russo que desertou ontem”. Hannibal: “Dimitri, preciso e uma tradução. É
fonética. Soa como yucca yar sierra doroga… pyatl mele posl acton”, Dimitri:
“Eu diria Yucca Cannyon, auto-estrada de Sierra, 8 km depois de Acton”.
Hannibal: “Rendemo-nos, general, mas lembre-se do que disse Ulisses Grant: Na
guerra não há promessas, apenas estratagemas”. ♠ “Members Only”,
Face: “Almoço no clube Beverly Bay ”, Hannibal :
“É sexta-feira. Às sextas-feiras
infiltro-me na Paramount para pedir trabalho a um diretor de casting ou dois”, Face: “Os teus dias de
infiltrado acabaram, porque o Templeton Peck está a subir na vida”. Face: “O
que fazes no meu clube?”, Murdoch: “Sou convidado do dr. Richter”, Face: “O teu
psiquiatra traz-te ao clube dele?”, Murdoch: “Todas as sextas-feiras jogamos
ténis de manhã e temos uma sessão ao almoço. O exercício liberta os
bloqueadores associativos”, Murdoch: “Hannibal, devias provar a tarte de noz
pecã é simplesmente deliciosa”. Frank Pallata (Scott Colomby): “Não achas que
devíamos contar à tua mãe sobre nós?”, Adrian Prescott (Betsy
Russel): “Não, nem pensar, ela nunca entenderia. Agora cala-te e beija-me”.
B.A.: “Eu sabia! Eu sabia! Todos estes tipos ricos são bandidos”, Murdoch: “É
uma generalização grosseira de um grupo sociológico inteiro”. Bob McKeever
(Kevin McCarthy): “Céus! gosta mesmo de nozes, não gosta?”, Hannibal: “Adoro,
têm muitas vitaminas, minerais e ácido linoleico”. ♠
“Cowboy George”, Face: “É tudo uma questão de economia. No semestre passado fiz
dois cursos à noite que fizeram uma grande diferença. Sabes, Murdoch… Murdoch!
a contabilidade criativa é como qualquer outra forma de arte aplicada. Tens de
compreender débitos e créditos, compreender onde podemos beneficiar, se
chamamos algo uma despesa em vez de um custo direto. Este negócio que estou a
organizar no Floor ‘Em é um exemplo clássico. Murdoch estou a aborrecer-te?
Posso parar. Só estou a tentar dizer-te como vamos ganhar 200 mil dólares”.
Murdoch: “Quem é o Cowboy George?”, Face: “Será que estou a ouvir bem? não
ouves rádio?”, Murdoch: “Não preciso. Já tenho muitas músicas bonitas na minha
cabeça. Agora estou a ouvir as Lennon Sisters a cantar ‘Three Bind Mice’.
Preciso de mudar, porque começa a irritar-me”. Murdoch: “Olá Chuck… Chuck…
Chuckie. Chame-me Remmey St. Starland”, Chuck Danford (L.Q. Jones): “Que nome
tão engraçado”, Murdoch: “Obrigado, fui eu que o inventei”. Face: “Sim, sou eu,
mas procuro o Cowboy George”, Boy George: “É quase isso. Sou o Boy George. Olá,
o Dash Golden disse que o encontraria aqui e tem o meu contrato”. Danford:
“Você deve estar a brincar. Eles não querem ouvir uma estrela de rock inglesa com os olhos pintados. Este
público é muito duro”. “Muito bem, amigo, vou falar de maneira que me ouça.
Quero o Cowboy George, não quero nenhum pavão inglês, ou o Cowboy George
aparece ou você aparece com um fato de betão no fundo da barragem”. Danford:
“Não é culpa minha. Telefonei para a agência, contratei o Cowboy George e
apareceu um peru com um casaco de lantejoulas”. Hannibal: “Soube que passaram
três meses num lugar remoto a montar uma conduta e queremos proporcionar-vos um
bom espetáculo. Descontraiam-se porque a abrir o espetáculo esta noite temos
uma das melhores bandas, não só do mundo do espetáculo, mas do mundo inteiro Boy George and the Culture
Club, venham daí”. (Três canções foram incluídas neste episódio: “God Thank
You Woman”, “Move Away” e “Karma Chameleon”). ♠
“Waiting for Insane Wayne”, Face: “Muito bem, Murdoch, o que vês?”, Murdoch:
“Eu sei esta, eu sei esta… não digas, não digas”, B.A.: “É uma borboleta,
idiota, é uma borboleta”, Murdoch: “É uma borboleta! É isso, uma borboleta. Eu
sabia… teria descoberto”, Hannibal: “Não há respostas certas ou erradas, num
teste de borrões. Podemos ver uma borboleta ou um camelo”, Murdoch: “É um
camelo! É isso, um camelo! Vejo um camelo, isso mesmo”. Hannibal: “Cannon’s
Crossing fica a 8 km
daqui, depois são mais 32 km até chegarmos ao centro de exames do Arizona”.
Hannibal: “O que quer dizer com serviço especial? Quer que nos aproximemos dele
à socapa na igreja e lhe dêmos um pontapé?”, J. J. Kinkaid (Jesse Vint): “Quero
que o matem e que o enterrem a dois condados daqui. Fui suficientemente
claro?”. Bobby Sherman (Moosie Drier): “O meu pai era um herói. Ganhou aquela
medalha no delta de Da Nang. Tinha levado cinco tiros e salvou três homens com
uma maca de bambu. Percorreu 65
km através de pântanos e tropas inimigas. Não vou
desonrar a morte dele chorando. Compreendi-o ele era o melhor. Voltaremos a
encontrar-nos um dia e quero que ele saiba que o compreendi e que me orgulhei
dele”. Bobby: “Como está o teu pai?”, Julie (Gillian Grant): “Ele não é meu
pai. É o homem que casou com a minha mãe. O meu pai morreu na guerra”. Bobby:
“A Julie e eu namoramos desde o sexto ano. A mãe dela ainda não tinha casado
com o Kinkaid e a Julie ainda podia ir à escola”. ♠
“The Duke of Whispering Pines”, Murdoch: “Foi por isso que preferi a companhia
do meu amigalhaço Baracus e, como agradecimento, ponho ao teu dispor toda a
minha experiência na área do amor e do romance com todos os benefícios
especiais de um instrumento científico clássico: um anel de humor. Agora está
roxo o que significa que estás curioso”, B.A.: “Mas és tu que o tens posto!
Como pode mostrar o que eu sinto?”. Murdoch: “Agora está verde, indica inveja,
aposto que tem alguma coisa a ver com o telegrama que andas a esconder”, B.A.:
“Dá-me cá isso! Dá-me cá isso! Não tenho nada a esconder”. Murdoch: “‘Scooter.
Deborah Potter. Whispering Pines. Preciso de ti. Vem imediatamente’,
imediatamente?”. Deborah Duke (Sheila
DeWindt): “Casámos assim que terminámos o curso”, B.A.: “Não acredito,
Deborah, não acredito que tenhas casado com o Duke. Quero dizer, no liceu ele
era tão…”, Deborah: “Muito conhecido na escola”. Murdoch: “O que faria o Caras
se estivesse aqui agora?”, B.A.: “Esquece! Não percebes patavina de vigarices”,
Murdoch: “Como assim, não percebo nada de vigarices? O Caras ensinou-me tudo. A
primeira vigarice americana foi em 1625. Peter Minuit comprou Manhattan aos
índios por um monte de bugigangas. Em 1954…”. ♠
“Beneath the Surface”, Murdoch: “Tenho de devolver isto dentro de três horas,
Caras. Ou o dr. Richter ficará muito chateado quando descobrir que trouxe a
limusina. Deitaria a perder a confiança que levei três anos a conquistar e
ainda por cima ele iria esganar-me”, Face: “Calma, Murdoch, não precisas de te
preocupar, está bem? além disso, és quem mais beneficia com este encontro”,
Murdoch: “Achas que sim? Troquei duas passagens para o Cabo por uma noite na
limusina do Richter, só para poderes impressionar pessoas que não vês há 20
anos?”, Face: “Não estou a tentar impressionar pessoas que não vejo há 20 anos,
por amor de Deus! A minha vinda tem um único objetivo: Rebecca Piper. Claro que
naquela altura não me ligava nenhuma. Dizia que eu era um gabarola de
pacotilha. Nem imaginas quantas vezes a convidei para um passeio junto ao lago
do jardim. Naquela altura era o sinal de que haveria festa, ir dar um passeio
junto do lago”, Murdoch: “O que te leva a crer que os padrões dela caíram
depois de tantos anos?”. Dia de reunião no orfanato de Face, o Angel Guardian’s
Orphanage. Face: “Debra, ó meu Deus! Debra Garrity! Meu… estás… estás…
fantástica!”. Debra: “Já me esquecia, Barry Green mandou-te uma carta. Não deve
vir ao encontro”. Rebecca (Nancy
Everhard): “Lembro-me, estavas sempre a convidar-me para um passeio junto
do lago”, Face: “O convite mantém-se”. Elaine (Kim
Johnston Ulrich): “Ouça, vim ao encontro na esperança de o encontrar. Não
tenho notícias do Barry há duas semanas”. Rebecca: “Sabes o que significa para
mim teres vindo à reunião?”, Face: “Diz-me”, Rebecca: “Significa que vou ganhar
10 mil dólares”, e apita. Coronel “Bull” Fulbright: “Não há como uma reunião
para juntar velhos amigos, não é Peck?”. Face: “Não acredito que o Fulbright
descesse tão baixo. Localizou uma paixoneta minha de juventude e obrigou-a a
tramar-me! É simplesmente…”, Hannibal: “Ela tramou-te pela recompensa, Caras”,
Face: “És tão cómico! Não acredito nisto…”. Face: “É o mapa do tesouro do Long
John Silver. Bom, não o mapa verdadeiro, fui eu que o desenhei”, Murdoch:
“Copiaste-o, queres tu dizer, da edição da Scribner de ‘A ilha do tesouro’, de
1951. Tinha um papagaio na capa”, Face: “Por acaso era uma edição da Rand
McNally de 1916. Mas acertaste na parte do papagaio”. Hannibal: “O que é a
Santíssima?”, Barry: “É um galeão espanhol do século XVII. Estava a fazer a
viagem de regresso das Filipinas para Espanha quando foi intercetado ao largo
de Dana Point por um corsário francês chamado Bouchard”, Barry: “O capitão
abriu rombos no galeão e afundou-o para evitar que Bouchard deitasse a mão ao
tesouro”. ♠ “Mission of Peace”, Nora (Ann Doran):
“Ao entrarmos no local da batalha de Moultrie, não deixem de ver o último
reduto dos colonos, nesta região, a Missión de la Paz , ou seja, a missão da paz.
A batalha mais
sangrenta na História dos EUA ocorreu aqui, em 1843, pouco depois de John C.
Moultrie e os seus amigos se terem instalado na região de Prairie Creek. O
chefe Matsego comandou três mil guerreiros índios Akantu num ataque à colónia
em março desse ano. Todos os homens, mulheres e crianças foram dizimados.
Senhoras e senhores tenham cuidado ao descerem do elétrico. O elétrico
regressará à cidade assim que estiver cheio, obrigada”. Hannibal: “Caras,
precisamos de umas coisas”, Face: “Sim… 180 litros de tinta vermelha, 7
ventoinhas, 3 colunas de som, 40 almofadas… isto é uma brincadeira?”. B.A:
“Quer dizer, nunca existiu um Jonathan Moultrie?”, Rudy (David White):
“Exatamente”, B.A.: “Quer dizer que também não existiu nenhum Daniel David
Bowie Boone, o batedor?”, Murdoch: “Não pode ser verdade. Não pode ser
verdade”, Rudy: “O meu pai abriu isto como um clube recreativo em 1924,
chamou-lhe a Igreja do Prazer Divino. Além disso, era um estábulo”. Face: “E o
chefe Watashi e a tribo Akantu?”, Rudy: “Não existe. Conheci o chefe quando lhe
dei boleia em
Cleveland. Andava a fugir do pai de uma antiga namorada”,
Face: “Não acredito que me deixei enganar por um índio de Cleveland” (“I fell
for a Cleveland indian”), Rudy: “Bem, para ser sincero, Caras, ele nem é mesmo índio”.
♠ “The Trouble with Harry”, Harry Sullivan (Paul Gleason): “Queres saber
o que penso, Richie? Acho que és doido e
devias tratar-te. É isso que acho”, Noodles: “Está bem, se não lutares por nós,
não lutas de todo. Partam-lhe as mãos!”. B.A.: “Como está o teu pai?”, Jeffrey
Sullivan (Billy Jayne): “Não vejo esse vadio há dias. Pirou-se, quem precisa
dele?”. Face: “Murdoch, estas miúdas vão adorar-nos”, Murdoch: “Qual delas é a
minha?”, Face: “É a Ricki, a da esquerda, tem cara de Ricki”, Murdoch: “É a
mais gira? Quero a mais gira!”, Face: “Murdoch, são gémeas verdadeiras. Ouve, a
Vicki só saía comigo se eu arranjasse par para a irmã dela. É aí que tu entras.
Foi por isso que te comprei estas roupas bonitas”. “Fats” Styles (John
Hancock): “Têm 30 minutos. Levem o dinheiro ao Fatsy’s Brown Derby, na rua 4”.
Hannibal: “Tenho de tirar aquele dinheiro do porta-bagagem. Vai até ali e
entretém os tipos da farda”, Hulk Hogan: “Esquece, meu, eu sou um lutador, não
sei entreter” (e levanta o carro da bófia). B.A.: “Harry ‘O Martelo’ Sullivan,
eu lembro-me de si. Era um pugilista peso médio em Chicago, quando eu era
miúdo”. ♠ “A Little Town with an Accent”,
gasolineira Zack’s, serviço completo, aberta 24 horas. Zack: “Ouve, não vou
vender! Convenceram o Randy Wilton e o Pete Travis, mas não me vão comprar a
mim!”, McMahon (Joseph Burke): “Há pessoas demasiado burras para reconhecerem
um bom negócio quando ele aparece, não é Kelvin?”, Kelvin (Rex Ryon): “Sim”,
McMahon: “Muito bem, eis os termos do acordo que discutimos no outro dia: vende
a estação à Octiline Oil e deixamo-lo vivo. Pense nisso e depois assine.
Voltaremos dentro de uns dias”. Zack: “Sim, há umas semanas uns rufias da
Octiline Gas começaram a pressionar os donos das estações de Green Tree Creek”.
Murdoch: “E nós vamos prestar um serviço completo, porque as pessoas estão
fartas de pagar através de vidros à prova de bala. A meio da noite, querem um
pouco de atenção”, Hannibal: “Acho que tens alguma razão”, Murdoch: “Ninguém
devia ter de pôr gasolina sozinho, especialmente quando se vai jantar, porque
nunca se consegue tirar o cheiro a gasolina das mãos”. Murdoch: “É para
atestar?”, Ann (Kathryn
Leigh Scott): “Só passei para dizer olá. Xerife Ann Plummer”. Face: “Sim,
ouve, Hannibal. Isto está a tornar-se muito interessante. Adivinha para quem o
McMahon correu”, Hannibal: “Vou gostar?”, Face: “Gostar? Vais adorar! Sonny
Marlini”, Hannibal: “Sonny ‘O Bruto’ Marlini, de Detroit?”, Face: “O próprio.
Muito bronzeado, com aspeto saudável e desejoso de matar”. ♠ “The Sound of
Thunder”, no night club Night Club, Michelle (Lena Pousette): “Sinto-me tão
perdida, sr. Smith…juntei todas a minhas
economias para vir à América para encontrar o meu irmão, mas ninguém me ajuda,
nem a imigração nem a polícia… ninguém”, Hannibal :
“Miss Devereux… Michelle, as informações que me deu são vagas, no mínimo. O seu
irmão está desaparecido há mais de um ano. Estaria a burlá-la”, Michelle:
“Perdão?”, Hannibal: “Estaria a enganá-la, não estaria a ser honesto, se
aceitasse o seu dinheiro”. Michelle: Não conheço mais ninguém, gosto de si
Hannibal, quer me ajude quer não, gosto de si. E não quero ficar sozinha, esta
noite”, Hannibal: “Vim de táxi, por isso, podemos ir no seu carro, por que não
pede ao empregado que traga a conta? Tenho de fazer um telefonema”. Face: “É só
um dos muitos serviços que prestamos a clientes que beberam demais”, Michelle:
“Eu não bebi demais”, Hannibal: “Bebeu o suficiente para perder o seu sotaque.
Parece surpreendida por me ver”. Hannibal: “Você e ali a Meryl Streep andam a
representar para o sr. Lee e para alguns conhecidos meus há uma semana, foram
tão óbvios, que decidi descobrir o que queria”, coronel “Bull” Fulbright:
“Queria ir numa missão, preciso da vossa ajuda”, Face: “Esta é boa”, Hannibal:
“Vamos embora”, coronel “Bull” Fulbright: “Não! falo a sério. É verdade”. B.A.:
“Morrison? O que tem?”, coronel “Bull” Fulbright: “É o oficial que afirmam
ter-vos mandado na missão de roubar o banco de Hanói. A missão que vos valeu a
prisão. É o único que pode provar a vossa inocência”, Face: “Podia, está morto
desde 1972”, coronel “Bull” Fulbright: “Pode! Ainda está vivo”, Hannibal: “O
Morrison morreu num bombardeamento em Phnom Phen ”, Bull: “Segundo as informações que
temos ainda está vivo. É prisioneiro de guerra. A informação veio através dos
serviços secretos”. “Morrison e eu conhecemo-nos há muito tempo. Estivemos em
muitas guerras, em muitas campanhas, saímos de todas elas juntos, até ao
Vietname. Não saímos dessa juntos. Então, soube que está vivo e talvez haja a
possibilidade…”. “Bull” Fulbright: “Não acredito Murdoch faz parte do A-Team!
Debaixo do nosso nariz este tempo todo”, Murdoch, com um nariz à Groucho Marx:
“Desculpe, o meu nariz não sabe a que nariz se refere. Eu…”, Bull: “É o capitão
Murdoch”, Murdoch: “Sou o capitão Spalding”.
___________________
[1] As armas & os biquínis do A-Team.
No último episódio da 4.ª temporada, “The Sound of Thunder”,
um biquíni de bom corte e medida vestiu o papel de Tia, uma filha perdida de
uma indiscrição sexual do general Harlan “Bull” Fulbright (Jack Ging) com uma
vietnamita. O general morre na operação de resgate e perspetivava-se a
integração, da filha, no A-Team, interpretada por Tia Carrere, 1,73 m,
57 kg, 89-61-91, sapatos 38 ½, olhos pretos, cabelos pretos, nascida Althea Rae
Duhinio Janairo a 2 de janeiro 1967 em Honolulu, Havai. “Depois de ser atriz
convidada neste episódio, era suposto Tia
Carrere juntar-se ao A-Team como membro efetivo no início da 5.ª temporada mas,
devido ao facto de não ter conseguido sair do contrato com a soap opera
‘General Hospital’
(1963-presente), a ideia foi rejeitada. O seu personagem nunca mais foi mencionado”. Tia
perdera a batalha
legal. “Gloria Monty é a produtora executiva de ‘General Hospital’, e está por
detrás de uma tentativa para manter Carrere
sob contrato com a soap opera. Há sete meses, quando a ex-modelo
se juntou à série como a estudante universitária chino-americana Jade Soong
Chung, os argumentistas começaram a dar a Tia até seis cenas por dia.
Três meses depois, o seu espaço na história e papel evaporaram-se para apenas
umas linhas por semana, reduzindo o seu salário para tão pouco como 359
dólares. Apesar de o seu contrato com a ABC a proibir de aparecer como habitual
em alguma série, exceto no ‘Hospital’, até agosto de 1988, ela fez uma audição
para o A-Team. Contratada para o último episódio da temporada como a filha
vietnamita de um general americano, Tia começou a
sonhar com um papel regular na série noturna na próxima temporada”, sonho
que nunca se realizou. Tia Carrere foi descoberta numa mercearia em Waikiki
para o principal papel feminino no filme “Aloha Summer” (1988), é cantora e ataviou-se para
a Playboy.
[2] Fotografia interpretativa.
“The old photos...” (1985-2000) p/ fotógrafo polaco Jacek
Jędrzejczak. Outros trabalhos
de Jędrzejczak: “Nude Descending the Staircase Continuously…”: “Este trabalho é um diálogo criativo, um trabalho
visual, que corresponde livremente à obra de Duchamp de certa forma focado nas
possibilidades do uso da técnica cinematográfica”. “Ego”: “é um recipiente no qual o eu está contido. Deve ser conciso, ter uma
base forte e servir-nos bem. Se é demasiado frágil, mal demarcado, o mundo penetra
no nosso interior tornando difícil sermos nós próprios. Se é demasiado rígido,
excessivamente desenvolvido, deixa de nos servir bem. Um ego fraco ou
excessivamente inchado procura a afirmação de si próprio, assume controlo sobre
nós, começamos a identificarmo-nos demasiado com ele. É assim que um falso ego
passa a existir”. – “Creative nude photo workshop” p/ fotógrafo austríaco Manfred Baumann. Outros
trabalhos de Baumann: “Sexy
photoshoot with supermodels Joanna & Marta Krupa” ● “Workshop na Croácia” ● “Vision” ● fotos ● fotos. – “A Nude Photoshoot” c/ a
atriz, bailarina, modelo Brooke
Lisa
Burke,
1,70 m, 51 kg, 91-60-86, sapatos 39, olhos castanhos, nascida
a 8 de setembro 1971 em Hartford, Connecticut. Brooke “cresceu em Tucson,
Arizona, sendo a mais nova de dois irmãos nascidos de Donna e George Burke. A
sua mãe é de ascendência portuguesa mas foi adotada e criada como judia. O seu
pai é de ascendência francesa e irlandesa e abandonou a família quando ela
tinha dois anos. Brooke foi posteriormente criada pelo seu padrasto arménio na
religião judaica da mãe e está a criar os seus filhos como judeus embora
comemore também o Natal”.
– Na Roménia “Vama sub
Lumini De Oscar”. – “Irina
Shayk nude photo shoot session” c/ a modelo nossa Ирина
Валерьевна Шайхлисламова,
(no alfabeto latino, Irina Shaykhlislamova),
1,78 m, 86-58-88, sapatos 37, olhos
verdes, cabelo castanho, nascida a 6 de janeiro 1986 em Yemanzhelinsk, Chelyabinsk,
Rússia. Apesar de russa, Irina foi salva pelo banho
no sagrado sémen de Cristiano Ronaldo e integra hoje uma família típica
portuguesa.
[3] Brazilian Girls “Pussy” ♪ “Good Time”. “Brazilian Girls é uma banda de Nova Iorque conhecida
pela sua mistura eclética de música eletrónica com estilos musicais tão
diversos como tango, chanson, house, reggae e lounge (mas sem
ritmos brasileiros de todo). Nenhum dos seus membros é realmente do Brasil e a
única mulher na banda é Sabina Sciubba”, que em fevereiro
de 2014 editou o álbum a solo “Toujours”.
[4] A novidade refundou
Portugal no século XXI. Pires de Lima, ministro da Economia, em inglês, na
América: “Esta viragem económica foi possível porque as empresas portuguesas
tornaram-se mais competitivas, reduziram os seus custos, conquistando cada vez
mais quotas de mercado em vários mercados de exportação na Europa e outros
mercados tradicionais, tais como os Estados Unidos. (…). Este crescimento
também está relacionado com uma cultura nova e empreendedora entre as gerações
mais jovens de Portugal. Por cada empresa que fechou este ano, foram
criadas duas novas empresas em seu lugar. (…). Os Estados Unidos são, tradicionalmente,
um dos nossos principais parceiros comerciais, fora da União Europeia, e é
atualmente o nosso 6.º cliente e o 13.º fornecedor. É o nosso 2.º mais
importante mercado para exportações, fora da União Europeia, cresceu mais de 50
% desde 2009” (dezembro 2013).
Álvaro
Santos Pereira, ex-ministro da Economia: “Na mentalidade de arriscar, de inovar
e de tentar sonhar ir mais longe. É absolutamente fundamental que ela aconteça.
Nós não vamos, obviamente, convencer este ou aquele jovem de inovar ou
empreender um bocadinho mais, mas o que vamos fazer é acarinhar o empreendedorismo,
criar programas de empreendedorismo que fomentem exatamente o empreendedorismo
nacional. (…). Parte do financiamento da economia pode passar ou passará
certamente pela aposta no turismo residencial. Portugal é um país absolutamente
excelente p’a se viver. Digo isso sem o mínimo de dúvidas, não porque vivi
no Canadá, que era frio, mas também vivi na Inglaterra onde chovia muito”
(outubro 2011).
[5] A nova mulher americana envelhece
divergindo da mãe.
Jennifer
“Jen” Marie
Johnson, 1,68 m, 57 kg, 86-66-86,
sapatos 39, olhos castanhos, cabelos castanhos, nascida a 25 de abril 1984 em Beverly Hills ,
Califórnia, é ama-seca, gerente imobiliária e modelo de biquínis. “Sou uma mistura
de porto-riquenho, jugoslavo, sueco e italiano”. “Quando estou stressada gosto
de jogar videojogos. Normalmente… bem, sempre, World of Warcraft”. “Além de
jogos de computador, vou ao cinema, viajo, entretenho e jogo póquer. Para
divertimento físico jogo futebol, faço surf, nado, salto num trampolim ou
qualquer coisa que há para fazer ou experimentar. Realmente, gosto de
experimentar tudo, torna a vida mais divertida”. “As suas comidas
preferidas são frango, pepinos, morangos, framboesas e maçãs Gala ou Pink Lady”.
Foi participante
no “Big Brother 8 USA:
More Jen Johnson and Her Ass” ● “Jens top falls off” ● e no vídeo “Be With Me”, dos 5 Alarm, a banda
de Christian Love, filho de Mike
Love dos Beach Boys.
[6] Vestir o fato de macaco em Portugal. António
dos Santos Nunes, Managing Director of ZALORA Singapore: “O que eu quero
contar hoje é a minha história pessoal, como cheguei ao empreendedorismo. (…).
Uma parte da minha infância sempre foi o gostar de construir grandes castelos
de areia na praia, e trazer todas as crianças da praia pra me ajudar a
construir o maior castelo de areia de sempre. (…). Eu nunca gostei muito da
escola, apesar de acabar por entrar na Universidade Católica, eventualmente,
com a melhor classificação do meu ano. (…). Quando alguns colegas passaram
três anos fáceis na universidade, eu escolhi procurar oportunidades pra
aprender o máximo que pudesse. (…). Há um tipo de empreendedor que é o
empreendedor Einstein que, de facto, tem uma ideia disruptiva que vai
mudar o mercado. (…). E há um outro tipo de empreendedores e de inovadores que
são os empreendedores que nós chamamos Bob, o modelo Bob, o construtor”
(novembro 2013).
[7] E ainda há outro,
uma canção de Ed Sheeran: “The
A Team” (2010): “Light's gone, day's end / Struggling to pay rent / Long
nights, strange men // And they say she's in the Class A Team”. Estudar sem, simultaneamente, colar cartazes em
juventudes partidárias é risco certo de, as primeiras da classe, só entrarem no
mercado de trabalho horizontal.
[8] Outra indústria também
muito competitiva. Para competir, Olívia
Ortiz
aumentou as tetas: “Fiz por estratégia. Percebi que o meu corpo como modelo
vendia muito para campanhas de biquíni e lingerie, porque tenho o corpo
latino, muito curvilíneo. Cheguei a perder trabalho porque precisavam de um
peito mais redondo e resolvi encher a minha copa e passei do A para o C”.
Entrevista - P: “Qual
o maior defeito e a maior qualidade dos homens portugueses?”, R: “Eu não
acredito que os homens são todos iguais. Tenho amigas fora de Portugal e a
opinião é comum, um defeito é que são muito bonitos e uma qualidade é que são
charmosos”. P: “Qual o look masculino
perfeito?”, R: “Gosto que o homem saiba adequar-se à situação. No dia-a-dia
acho perfeito o estilo aviador porque é um look
casual arrojado”. Olívia,
1,73 m, 88-61-90, sapatos 40, olhos castanhos, cabelo castanho, vestiu-se para revista
Vidas janeiro 2010 ou
para a Maxim outubro 2013. E, na série
juvenil “I Love It”
(2013) era Helena Noronha:
“a sua grande paixão é o djing, onde
assume o seu alter-ego, ‘Miss Len’. O seu talento e originalidade nas músicas e
misturas que cria e publica na Internet trouxeram-lhe um certo culto no meio e,
graças a isso, conquistou um dos lugares de DJ residente na discoteca mais
consagrada da zona, a ‘Estação Central’”.
[9] Portugal precisa do
A-Team como de pão para a boca. Portugal, num processo de refundação do Estado,
tem muitos desafios pela frente e, uma parceria pública, privada com os heróis
de Los Angeles, convocaria uma concertação de murraça sobre os pedregulhos
lastro da economia – ou seja, os velhos, a Constituição, os funcionários
públicos, os inflacionados salários de 310 €, os intocados pela verdade
científica, o público em geral –, afastando uma prece cautelar e
saltando limpinho para comer salsichas ou hambúrgueres gigantes ao
pequeno-almoço, nunca mais dizer “Não tenho iPhone” (Joel
Rodrigues feat. Carolina Torres) por falta de dinheiro, e, ricos, implantar jóias
no olho: “o dr. Emil Chynn, diretor da Park Avenue Laser Vision, afirma que
o procedimento é relativamente seguro. ‘É uma peça muito fina de platina que é
desenhada para inserção na parte superior do olho. Não é no olho, por isso não há
risco de cegueira ou qualquer outra coisa’, Chynn disse ao My Fox New York. ‘Lucy
Luckayanko poderá ter um pouco de hemorragia local. Isso poderá desaparecer num
par de dias ou num par de semanas. Ela poderá ter uma infeção, mas vamos
evitá-la com antibióticos”.
Povo
de burros come alfarroba não pão-de-ló, e a classe política, realista, ciente, prudente,
sempre destrinçou os interesses do povo do interesse do país prometendo apenas a
fórmula do dr. Salazar: “país rico povo pobre”. “Assisti após as eleições (…) a
uma reunião da Comissão Central da União Nacional e da sua Junta Consultiva,
destinada a fazer o balanço do que se passara. Tive pena de Salazar. À medida
que iam falando as pessoas presentes que tinham andado pela província em
propaganda eleitoral, o seu rosto acusava cada vez maior tristeza e deceção, o
brilho dos seus olhos percucientes diminuía e quase se apagava. (…). E Salazar
só murmurava: ‘Valha-nos Deus! Valha-nos Deus! E então os interesses do país? Mas
não mudou nada na mentalidade deste povo, não mudou nada! Foi em vão que
trabalhámos estes anos todos para o educar politicamente, para o tirar do
chafurdo da politiquice partidária e dar-lhe a noção dos grandes interesses
nacionais!’”, Marcello Caetano em “Minhas memórias”. E isso até a camada política
particularmente educada, bem treinada no know-how,
sabe. Luís Montenegro, líder parlamentar do PSD: “Eu sei que a vida quotidiana das
pessoas não está melhor, mas não tenho dúvidas que a vida do país está muito!
melhor que em 2011. (…). A vida das pessoas em 2011 era uma vida ilusória,
porque o país não tinha dinheiro para sustentar tudo aquilo que era, enfim,
disponibilizado por parte do Estado, nem tinha dinheiro que pudesse assegurar
um financiamento da economia e, cada vez que precisava de mais dinheiro, ia aos
mercados buscá-lo, cada vez mais caro, a juros que eram quase o dobro daquilo
que são hoje” (21 de fevereiro 2014).
Luís
Montenegro, membro da cobertura política mais bem preparada de sempre, não
asneia, escoiceia política somente, branco de saber está ele que existem dois
modelos de Estado: o Estado-nação, maioritariamente financiado por impostos e receitas
próprias como os lucros de empresas públicas monopolistas (bem geridas) – por
exemplo, em 2010, os dividendos da EDP para o Estado foram 133 milhões € e os
da REN 27 milhões € – e o Estado-empresa, financiado exclusivamente nos
mercados, e que esta é a visão
do seu senhorio, o 1.º primeiro-ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho, que “deixa
mais de 12
mil milhões para o próximo governo pagar. Emissões de obrigações a ser
pagas na próxima legislatura valem 5,75 mil milhões. Pagamentos adiados já vão
em 6,6 mil milhões de euros”.
“Já
sentiste os efeitos positivos dos sinais macroeconómicos?” é a pergunta mais
ouvida nas quartas partes de Portugal, bordadeiras, latoeiros, picheleiros,
amola tesouras, presidentes da República inquirem: “já sentiste hoje os efeitos
positivos dos sinais macroeconómicos?”. E os heróis surpresa do euro (os
portugueses) serão… mais milagres, menos “Prozac” (2009), da banda
croata de Zagreb de stoner metal Cojones → “Rocker” (2013). Este
ímpeto milagreiro poisa no tomateiro. “Zindagi Na Milegi Dobara”
(“não se consegue viver a vida duas vezes”) “foi um dos maiores êxitos de
Bollywood de 2011. Com uma receita de bilheteira de cerca de 28 milhões de
dólares foi o 6.º filme indiano mais rentável desse ano. É a história de três
amigos que partiram para Espanha numa viagem de solteiro. Nada muito original –
mas para Portugal foi uma lição que é importante reter: não sobre a importância
da amizade, mas sobre o impacto de Bollywood nos destinos de férias da Índia.
As aventuras de Arjun, Imraan e Kabir ao longo da Costa Brava, Sevilha e
Pamplona, entre a tomatina e corridas de touros, aumentaram em 30 % o número
pedidos de visto de indianos que decidiram fazer férias em Espanha”.
Filmaram em Espanha, mas os
tomates foram de Portugal, os espanhóis estavam verdes.
A
andar de tomate para tomate, Portugal ketchupou
(reduziu a saboroso molho) o seu indicador mais crítico, o investimento. “Balupu” (“arrogância”)
(2013), real. Gopichand
Malineni, c/ Ravi Teja, Shruti Haasan e Anjali, uma comédia de ação e, como
é habitual no cinema indiano, com números musicais (“Pathikella Sundhari”,
Ravi Teja e Shruti Haasan ♪ “Lucky Lucky Rai”, Ravi Teja
& Laskhmi Rai) em vez de cenas de sexo, duas delas filmadas em Portugal. Portugal ,
Portugal, o teu nome solta chispas de hossanas e a imprensa de referência, – e
em sede de milagre económico, toda a imprensa é de referência –, desbragou-se
no comprimento da façanha. “Numa parceria entre o Turismo de Portugal e a AA
Globe Services, ‘Balupu’ foi o primeiro filme indiano a ser rodado em
território nacional, pela produtora indiana Prasad Vara Potluri (PVP) a). As filmagens em Portugal aconteceram em abril do
ano passado, e envolveram um investimento privado de 150 mil euros (dos 6,5 milhões
do orçamento global). O vídeo mostra diversas zonas e monumentos históricos da
cidade de Lisboa, como
o Rossio, o padrão dos Descobrimentos, o mosteiro dos Jerónimos e o Parque da
Nações. Algumas das cenas do filme foram também gravadas em Lagos, no Algarve”.
– a) Em “The Great Gambler”
(1979), realizado por Shakti Samanta, Amitabh Bachchan e Neetu Singh cantaram (um
playback sobre as vozes de Kishore
Kumar e Asha Bhosle) no parque
Eduardo VII e redondezas.
48 Comments:
At 6:58 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
12. º post sobre 1983, ou a segunda parte do post sobre o A-Team, a 3.ª e 4.ª temporadas. Deveria ter sido dividido em dois posts, mas como tenho de despachar isto, para voltar aos eventos políticos de 1983, foi tudo de uma vez. Também não faz muita diferença porque isto é só para fãs da série, e uma ideia de como o Governo, contratando-os, poderia arrasar os inimigos de Portugal, isto é, os velhos, a Constituição, os funcionários públicos, os inflacionados salários de 310 €, os que não veem a verdade científica, o povo no seu todo.
Como o futebol está no ar, não pude evitar a referência a Irina, salva pelo sagrado pénis de CR7 para o mundo livre, e por isso, hoje, não é uma ímpia russa, inimiga da Europa.
Os rasgados elogios de Pires de Lima ao empreendedorismo das gerações mais jovens, feitos na América, são de elevar o nosso coração, e, claro, o ministro Álvaro que deixou saudades nesta nova forma de agarrar a vida. Só há um reparo a fazer, na própria palavra. Portugal tem uma língua tão rica – tal como os seus bolsos – que não precisa de recorrer a estrangeirismos. Temos a palavra fuçar, para a pessoa que faz pela vida, arranhado as paredes do elevador social, e em vez de empreendedorismo, deveria chamar-se fuçanhismo.
O português faz tanta História que as coisas desaparecem em velocidade, substituídas por outras, por exemplo, António dos Santos Nunes que nos deu a definição de dois tipos de empreendedor. O empreendedor Einstein e o empreendedor Bob o construtor.
Ed Sheeran tem uma canção chamada A team, nada tem a ver com o A-Team, mas é-mos muito próxima. Ser-se bom não impede que se acabe na prostituição, por isso Portugal tem uma almofada contra esse destino: colocar cartazes num partido político, dá carreira a inúteis. (E não me refiro ao Seguro. Quem diria que ele tem sangue Bórgia nas veias? Ainda o veremos a verter veneno no copo dos inimigos nos jantares na cervejaria Trindade).
O Joel Rodrigues com o seu “Não tenho iPhone” (e outras), é um desses retratistas da vida moderna, como o foram em tempos os cantores de intervenção. A realidade mudou e os Zecas Afonsos de hoje terão um iPad (as aplicações de música que um iPad tem metem a viola no saco).
Os filmes de Bollywood iam trazer charters de indianos. A imprensa de referência exultou, mas afinal só filmaram dois números musicais de um filme. Cavaco Silva, um galã, um Cary Grant, um Clark Gable, como represente do povo que sabe receber, deveria ter entrado no filme, para lhe dar peso, gravidade. Enfim, resta-nos a consolação: num filme rodado em Espanha, para a cena da tomatina, foram usados tomates portugueses, os espanhóis ainda estavam muito verdes.
At 1:12 da manhã,
xistosa, josé torres said…
Nunca fui muito fã de vitórias e, ou, combates triunfantes previsivelmente antecipads, "falação" de animais... guerras de estrelas (no espaço, já que estrelas a lutarem, na terra, no chão, na cama... seja lá onde for, nunca assisti)não me entusiamam.
Estive 31 meses em Angola (1969/72) e quando me perguntam pela guerra, invariavelmente digo que, em tanto tempo, não consegui ver um "preto"
(este termo emprego-o porque não deixo de associar, "negro", aos negreiros... mas isto é uma situação mais complexa que não cabe aqui)
Gostos... ou desgostos...
Nem tenho teclas para escrever o que desejo... vamos lá ver.
Antes de mais nada, a "tomatina" em Buñol, só pode ser contada no real, por quem a "viveu" é mesmo de tomates à cova... e nem é necessária qualquer lubrificação... os tomates escorregam como o diabo.
Vale a pena "comer" uma salada de marmelos, de morangos... (isto é de boa fruta, já que há muita para escolher) na última quarta-feira de Agosto (este ano é dia 27). Até os velhos tomates ficam novos com a fruta.
Bem...
Dizem-me que aquele ser, nem sei qual o género, Christine Lagarde, afirmou que:
"os idosos vivem demasiado e assim são um risco para a economia global. Há que tomar medidas)".
Não sei qual a medida que ela gasta, mas deve andar desesperada...
Que rico mundo em que tudo isto está transformado.
Não sei se não serão reactivados os crematórios que os alemães, nazis, utilizaram para se livrarem do mundo.
Agora utilizam o euro, um método muito mais sofisticado...
Despeço-me.
Voltarei.
Uma boa semana.
At 1:42 da manhã,
xistosa, josé torres said…
Isto pouco tem que ler, mas para um (eu)acérrimo defensor do NÃO ao Acordo "Horto-Gárfico", fico aimda com mais razão
A mediocridade do texto e a pontuação são de alguém que tirou um curso superior à RELVAS...
EIS AQUI UMA DAS RAZÕES PELAS QUAIS É NECESSÁRIO CONTINUAR A ESBU-LHAR OS SALÁRIOS E AS PENSÕES!
(SENHORES JURISTAS, NÃO HÁ UMA FORMA LEGAL DE DAR ORDEM DE PRISÃO IMEDIATA À SENHORA QUE ASSINOU ESTE DESPACHO?)
MINISTÉRIO DAS FINANÇAS
Gabinete da Ministra
Despacho n.º 4211/2014
A Resolução do Conselho de Ministros n.º 73/2013, de 14 de novembro, determinou o processo de criação da Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD), que tem como objetivos contribuir para
a concretização das políticas públicas de promoção do crescimento e emprego, visando o desenvolvimento inteligente, sustentável e inclusivo, melhorar as condições de financiamento da economia, e aperfeiçoar a arquitetura institucional dos instrumentos financeiros, através do aumento
de eficácia dos instrumentos de financiamento da economia e da realização plena dos princípios da boa governação.
A referida resolução determinou a criação da estrutura de missão designada por Comissão Instaladora da IFD, constituída por um presidente e três vogais, os quais foram designados pelo Despacho n.º 870/2014, de 13 de janeiro, do Primeiro-Ministro.
Nos termos do n.º 10 da Resolução do Conselho de Ministros n.º 73/2013, de 14 de novembro, ficou estabelecido que o presidente e os vogais da comissão instaladora são equiparados para efeitos remuneratórios, respetivamente, a presidente e a vogal de conselho de administração das empresas classificadas no grupo A, nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 16/2012, de 14 de fevereiro, podendo exercer o direito de opção referido na 2.ª parte do n.º 9 do artigo 28.º do Estatuto do Gestor Público, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 71/2007, de 27 de março, alterado pela Lei n.º 64-A/2008, de 31 de dezembro e pelo Decreto-Lei n.º 8/2012, de 18 de janeiro e retificado pela Declaração de Retificação n.º 2/2012, de 25 de janeiro (Estatuto do Gestor Público). Nos termos da 2.ª parte do n.º 9 do artigo 28.º do Estatuto do Gestor Público, os gestores podem optar por valor de remuneração que tem como limite a remuneração média dos últimos três anos auferida do lugar de origem, aplicado o coeficiente de atualização das correspondentes taxas de variação média anual do índice de preços no consumidor. Essa opção carece de autorização expressa do membro do Governo responsável pela área das finanças, devidamente fundamentada e objeto de publicação no Diário da República
Considerando que os membros da Comissão Instaladora do IFD infra identificados efetuaram pedidos de opção e juntaram aos mesmos a documentação necessária à respetiva instrução.
Assim, ao abrigo do disposto no n.º 10 da Resolução do Conselho de
Ministros n.º 73/2013, de 14 de novembro determino o seguinte:
1— É autorizada a opção pelo valor correspondente à remuneração média dos últimos três anos do lugar de origem para:
a) O Presidente da comissão instaladora, Paulo Azevedo Pereira da
Silva, com limite de 13.500,00 € mensais;
b) A Vogal, Carla Maria de Castro Chousal, que fica a auferir uma
remuneração mensal no valor de 12.515,44€;
c) O Vogal, Nuno Miguel de Ferreira Soares, que fica a auferir uma
remuneração mensal no valor de 8.034,98€.
2 – Não são devidas despesas de representação aos membros da
comissão instaladora supra identificados.
3 — O presente despacho produz efeitos desde 8 de janeiro de 2014.
14 de março de 2014. — A Ministra de Estado e das Finanças, Maria
Luís Casanova Morgado Dias de Albuquerque.
At 6:30 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
Jose Torres: é caso para dizer em Buñol, como Fernando Pessoa, ó tomate doce, quanto deste tomate é tomate de Portugal? A Christine Lagarde parece-me ser fufa, vejo-a lá no FMI sempre acompanhada de umas tipas com aspeto irrevogável. É a moda dos tempos: berbigão para mulheres. No entanto, ela tem razão quanto aos velhos. Vivemos no capitalismo-bordel, cada cidadão é uma puta que tem que render, se não rende, põe em causa o lucro da casa, que poderá fechar (ou pedir um empréstimo ao FMI). Ainda tenho de desenvolver, num post, esta ideia do cidadão-puta, de um ponto de vista da teoria económica.
Eu sou a favor do Acordo Ortográfico por uma razão muito simples: ele é necessário, é necessário adequar a grafia com as novas formas de escrita, seja os teclados, seja o HTML, seja qualquer linguagem de programação. Também é verdade que não há linguistas portugueses, especialistas capazes de fazer essas mudanças, por isso, este Acordo é tão bom como qualquer outro. Será necessário esperar por peritos da Guiné para fazerem uma reforma da grafia, de portugueses isso não é possível.
Roubaram a frase “crescimento e emprego” da boca de Tózé Seguro – e o Costa quer roubar-lhe a cama em Belém, embora eu pense que nas legislativas de 2015, a única coisa que Tózé vai ganhar é o cargo de vice-primeiro-ministro de Passos Coelho – mas se é para crescimento e emprego 13 mil é pouco, pelo nome parecem ser grandes especialistas, e o bom é caro.
At 8:44 da manhã,
São said…
Obrigada pelo resumo, pois hoje fico-me por el.
Adorei Seguro de sangue Bórgia envenenando o almoço de fim de campanha da Trindade, rrssss
E habituemo-nos....embora eu não perceba a quê, mas deve ser a minha inteligência que não dá para tão elevadas afirmações.
Abraço
At 10:19 da manhã,
Anónimo said…
Nao me lembrava dessa vertente melomana e intelectual do Murdoch, so me lembro dele passear um cão imaginário...
At 11:23 da manhã,
Anónimo said…
Taxi viste a noticia sobre o slender man?
outra noticia a ver é o combate de nalgas, segundo o presidente bruno de carvalho.
At 10:23 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
São: o Seguro deve ter um daqueles anéis com um rubi ou safira, mas ocos, onde se escondia o veneno nos bons tempos do papado ou das repúblicas italianas. Os camaradas de partido deveriam ter muito cuidado ao beber ou comer junto dele, se quiserem viver mais uns tempos na família política. Estive a ler um artigo sobre como em 1991 sucedia exatamente o contrário. Na luta entre Guterres e Sampaio – o derrotado (com uma grande abada) por Cavaco. Costa, sampaista, era contra as primárias para defender o cargo de sua dama, e Seguro, guterrista, queria a sua dama como secretário-geral. Hoje dançam o contrário.
Eu fico na minha. Deixem jogar o Seguro. Tenho a certeza que em 2015 – devido aos resultados eleitorais – ele dará um bom vice-primeiro-ministro de Passos.
A ideia de primárias, para escolher o candidato a primeiro-ministro, deve ter agradado muito a Relvas, com certeza que ele já convocou todos os militantes laranja para irem lá votar no Seguro. Bom, ao menos será uma fonte de receita. Em Itália fizeram a mesma coisa e cobraram 2 euros, e em França foram mais modestos e cobraram apenas 1 euro. Por cá, povo fazedor de História, 5 euros era um valor justo. Não sei quantos militantes tem o PSD, Relvas consegue que votem todos, será uma bela quantia para o PS pagar dívidas.
At 10:24 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
W. B. Neher: o Murdoch era o intelectual do grupo, assim como BA era o engenheiro, tinha conhecimentos técnicos fora do vulgar (com certeza, dentro daquela obrigatoriedade tácita de os pretos desempenharem papéis positivos e de destaque na comunidade: juízes, xerifes, advogados, etc).
Quem é o slender man? Não vi nada. Hoje, para azar, o computas não arrancava, só depois de muito liga / desliga é que iniciou. Foi um dia perdido. Não escrevi népia. Já tenho um post muito adiantado, mas esbarrei na necessidade de falar sobre a Sasha Grey, e quando se fala da Cultura em pessoa, a dificuldade de reunir informação num corpo teórico é muito difícil e leva muito tempo. De qualquer maneira, já tenho outros dois posts escritos, que me dá uma almofada textual para dois meses. Não sei é se consigo postar através do netbook, que não tem o Word mas o Works, não faço ideia se os links estão ativos, se não, então será uma grande chatice, estar a colocá-los um a um no blogger, é trabalho impossível.
Do Bruno debaixo do Carvalho estar escatológico, não vi na TV, só o que vinha nas primeiras páginas da imprensa de referência, pelos vistos Alvalade vai gastar muito papel higiénico na próxima época.
At 5:21 da tarde,
São said…
Ai, nem sei que te diga...
Eu já não suporto estas criaturas saídas das Jotas partidárias, que - tal como as claques futebolísticas e as praxes - deveriam ser simplesmente abolidas!!
Destas coisas só saem imbecis e disparates!!
Fica bem
At 2:50 da manhã,
Tétisq said…
gosto muito destes filminhos que os Indianos vêm fazer a Portugal. Que qualidade!
At 9:09 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
São: com a luta no PS ao rubro - Seguro de malas feitas para Belém como vice de Passos, nunca esperaria que lhe tirassem o tapete, ao menos a luta é mais engraçada do que aquela que ele fez ao Passos, pois o menu é igual: austeridade e redução de despesa até ao fim do século e depois logo se vê. A luta da seleção pela Taça do mundo: agora basta golear o Gana e estamos lá. Com a luta no BES, os priminhos desavindos, e o BES que está falido há muitos anos, como os outros todos, mas de rápida recuperação, como estão a ser levados em ombros pelo Banco de Portugal, no final, o DDT, - o dono disto tudo-, ficará na mesma, DDT. Portugal vive o seu melhor momento da História.
At 9:15 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
Tétisq: eu fico espantado com as coreografias dos bailados. Eles devem ter cadeiras e licenciaturas nas universidades para isso. São bastante inovadores, comparado com Bollywood, Hollywood é um pobre aprendiz promotor de mulheres feias, homens duvidosos e talento zero.
At 9:22 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
donbyas: não faço ideia de como abrir o link usando o touch pad, calor que há a forma do copiar e colar, mas a bateria deve estar a dar o berro. Já o vejo. Ou então terei de esperar pelo técnico creditado que chamarei assim que estiver na hora de expediente - pelo que percebi, 10 horas, não estou a gostar nada da forma de trabalhar desta empresa, o mais provável é levar um grande banho, mas não lhe estou a ver alternativo aqui perto - a não ser a Worten que leva um mês ou três meses para fazer uma reparação. Tudo isto se o computador tiver arranjo, claro.
At 9:33 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
donbyas: fogo! Passos devia contratar a Shendelle e fechar o Serviço Nacional de Saúde, ela curava tudo e todos e poupava-se um dinheirão para pagar prémios aos jogadores pela goleada de 10 a zero contra o Gana.
At 7:26 da tarde,
São said…
Ainda hoje falei com um amigo meu sobre a perplexidade de Portugal ser país há séculos!! Como é possível estarmos sempre na corda bamba e não nos estatelarmos de vez?!
Seguro é uma contradição ambulante : exige para o país o que recusa no Partido. E como é possível alguém aprovar Estatutos que não permitem demitir o Secretário-Geral?!
Face a Passos tem sido manso, mas agora berra bem ...e , pelos vistos, manda também berrar: aquela matrona atrás de Costa foi um espectáculo triste!
O BES continua, pelos vistos, sob a pata ricardina, pois o novo chefe é homem demão e até arguido não bem de que processo.
A Selecção ? É o costume, só temos que agradecer a Varela dar-nos mais um tempo para sofrer e ainda por cima rezar para que os alemães ganhem , imagine-se!!
Mas , no meio de um Campeonato - depois de um jogo vergonhosos e antes de outro decisivo - o melhor jogador do mundo preocupa-se com o novo penteado e , depois, falha um golo de baliza aberta...
Realmente, tens razão: Portugal está num lindo estado!!
Boa semana
At 11:08 da tarde,
Anónimo said…
Táxi, se quiseres uns dinheirinhos extras:
http://malomil.blogspot.pt/2014/06/sinais-de-fogo.html
At 5:51 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
São: não vi essa dos insultos ao Costa, só agora li numa primeira página da imprensa de referência que lhe tinham chamado algo, mas não mais do que isso, tenho que ver as notícias: pode ser que seja um momento histórico (todos anos aponto num caderno os momentos que nesse ano ficaram na História lusa). Sabendo da garra que os lusitanos põem na defesa dos seus ídolos deve ter sido forte, com muita paixão e veneração por quem lhes é superior (o ídolo). O mesmo vi numas velhotas que dormiram nos Restauradores para ficarem na primeira fila do concerto do Tony Carreira.
O BES está do melhor. Os jornais económicos andam numa roda viva de "informação", devem vender que nem cerejas, - hoje vou ver se compro o Económico, parece desfilar banalidades, é mais História a fazer-se - agora percebi porque, estando falidos, não pediram graveto da troika, como os outros, afinal tinham um commissaire aux comptes que disfarçava o prejuízos até melhores vento aparecerem.
Os DDT ("Donos Disto Tudo") nos jornais é como a família real espanhola - de que são muy amigos - vende bem, no final continuará tudo na mesma, eles ricos e o resto a votar de 4 em 4 anos. Eles têm o dinheirinho bem distribuído, ontem estive a ler que a Espírito Santo Property está a vender apartamentos para o segmento ricaço - estrangeiros - na baixa de Lisboa; coisa para os 200 mil euros a 2 milhões, coisa pouca.
At 6:13 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
donbyas: ah! esse Nel é um empreendedor, o Cavaco não o condecorou porque este presidente não é presidente de todos os portugueses, é presidente de amigos e comadres.
A Shendelle gosta de velhinhos? uh, é melhor que japonesas, se me sair o Euromilhões contratá-la-ei como interna, espero que ela não seja preconceituosa e aceite escalões etários mais baixos, mas também a precisarem de cuidados, que isto está mal para chegar a velho (eu, prevendo estas coisas das falências dos Estados Sociais, quando fiz 25 anos declarei-me velho - até comecei a falar a condizer: "No meu tempo era assim" e etc., e nunca mais fiz nada).
Hoje espero a vinda do técnico, isto do netbook é um pincel, veremos se o withwhores tem concerto, à falta de viagens na net tenho visto a imprensa de referência: hilariante: roubaram uma carrinha com 38 mil € de sardinha; cirurgia ao olho dá carro do fisco - esta dava umas boas piadas; dois GNR morrem quando iam entregar os exames de 9.º ano - ironia, eles se calhar só tinham a 4.ª classe.
At 6:19 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
donbyas: porra! concerto é o outro, com "s", conserto, embora também pudesse ser concerto, a cobrarem 79 € a 1.ª hora, será tanto quanto levam os Stones ou grupos semelhantes como os One Direction ou os R5.
At 1:59 da tarde,
São said…
No meio deste circo todo, nós - que somos os palhaços pobres - é que, afinal, pagamos as contas...enquanto os palhaços ricos se divertem à grande!
"Oh, tristeza!Oh, martírio! Estará , porventura, periclitante a saúde deste" pântano à beira-oceano situado?? Acho bem que sim, se é que ainda existe.
Tudo de bom
At 3:29 da tarde,
RENATA CORDEIRO said…
Sempre rasgante. Por que sumiu? Tenho saudades!
Abraços,
Renata
At 3:22 da manhã,
Pedro said…
Empreendedores são estes:
http://casalporn.blogspot.pt/
Agora, arruina-te financeiramente.
At 10:13 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
São: agora teremos um período de acalmia, enquanto as taxas de juro estiverem baixas, a ripa descansará, mas não fica esquecida, pois a estrutura económica continua na mesma, com os mesmos nos mesmos lugares, prontos para ganhar mais uns patacos. Para isso é preciso arrimar-se aos políticos, pois são eles o veículo para vender no estrangeiro (sempre gostava de ver um relatório sobre as exportações, com certeza que deve haver muito a levarem calotes).
Até Ricardo Salgado fala num novo ciclo de crescimento e rentabilidade. Claro, que ele fala para a sua família, mas ele não é egoísta, também os priminhos e o grande público beneficiará da prosperidade do Grupo Espírito Santo.
Vi a velhota do Costa. “Não prestas pra primeiro-ministro!” “borra-botas!”. Muito bom. Vestida com a camisola da seleção, o modelo antigo, demodée, mas mesmo assim a patriótica camisola. Foi pena os canais de referência não terem legendado o que ela disse – é História a ser feita – nem a terem entrevistado para sabermos o nome – mais um nome para os anais da História. Aquilo é a representação do povo, nós somos assim.
O que vinha a calhar era uma guerra civil, o país dividido entre os seguristas e os costistas, a malta a cavalo de escopeta ao ombro pelo Alentejo fora, a lutar por cada palmo de terra para o seu líder do coração. E elas a apaixonarem-se pelos mais valentes, abandonando pais e maridos para os acompanhar, para cozinhar e pontear-lhes as meias.
At 10:13 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO: tenho andado meio sumido tenho. Estou com o computador em fim de vida e não permite muitas viagens na net. A motherboard está com problemas, não há nada a fazer, exceto comprar um novo, o que só sucederá em julho, até lá estou em serviços mínimos.
At 10:14 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
donbyas: por isso é que o norte é rico, porque elas andam nuas. É amigo da economia e é bom para o PIB. E também por terem mulheres chamadas Puppa.
At 10:14 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
Pedro: holy fuck! Assim sim, cada um a descobrir as suas capacidades e a pô-las ao serviço da economia. É o segmento dos askers – os que procuram alguém para executar uma tarefa e dos taskers - aqueles que sabem fazer recebendo uma remuneração. Coincidência de nome? Não me digas que o Pedro és tu? Vai já para o post que estou a escrever. Estava a relatar o filme do Von Triers, daquela senhora que tinha fogo entre pernas, e há também uma cena de assistir ao ato, embora de forma forçada.
At 12:01 da manhã,
Anónimo said…
Filosofia:
http://xhamster.com/movies/974763/the_meaning_of_philosophy.html
At 12:05 da manhã,
Anónimo said…
Foi uma pena terem desmantelado a URSS:
http://xhamster.com/movies/961948/the_greatest_hours_of_communism_dwh.html
At 11:02 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
donbyas: a Puppa é uma grande atriz e estes filmes de uma Alemanha erótica já não se realizam, lamentavelmente. A Alemanha perde os seus valores culturais, os Modern Talking, os Scorpions, a Angela Baron, uma hairy pussy, ou até a Denise La Bouche, se calhar, descendente de franceses, visto o seu nome de família. Ou os lápis de cera Farber-Castell (se calhar ainda existem). Eram valores culturais sólidos que, na altura, deveriam ter dominado a Europa, e não agora sob o domínio de políticos poop head.
É um militar do Tio Sam pode ter sexo. Os hipsters quando entram na tropa passam a anspeçadas, e aí já podem pratica-lo para propagandear a indústria cultural americana.
Com certeza que passam fatura. Já viste o problema se a Maria Luís Albuquerque os contrata para fazer uma festa surpresa ao marido, ou o diretor das Finanças os contrata para recompensar os trabalhadores – Paulo Macedo costumava pagar-lhes missas, é tradição da casa pagar-se algo.
Ainda tenho que escrever sobre as atrizes do Tinto. Tenho os apontamentos, nunca comecei porque é muita coisa, é preciso determinação e coragem, e como começo pela secção da música, que invariavelmente fica muito grande, corto-me na parte do cinema, mas um dia lá terá que ser.
Ai que a amiga matou o Descartes, I feel you You feel me, é um argumento fisiológico de prova da existência da res extensa. Os adereços são bastante realistas, o livro parecia mesmo de filosofia.
Podem ter desmantelado a USSR, mas nunca calarão a voz do proletariado, cada vez mais necessitamos de umas forças armadas bem oleadas para defender as conquistas.
At 11:22 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
donbyas: as máquinas automáticas que nos fazem falta. Houve um empreendedor luso que meteu uma máquina de barras de ouro em Portugal, não sei como ficou o negócio, mas uma de burritos fazia falta.
E como vem agora o verão, apetece um gelado. E muita gente, até o nosso César, andou nas lambidelas de verão
E pensar que agora ela será bisavó, faz-nos pensar na vacuidade do tempo
Os cantos das mesas.
At 11:32 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
donbyas: jogar bilhar
And for the end doom, I gosto de doom.
At 7:58 da tarde,
São said…
Guerra civil? rrrss Era só já o que nos faltava ...
Quanto ao Banqueiro do Regime ( incluindo o de Pinochet ) veremos o que vai fazer o Banco de Portugal, já que tudo mudou para tudo ficar na mesma...
Fica bem, falante de dialecto rrrss
At 7:20 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
São: de facto uma guerra seria muito confusa, há muitos "istas": para além dos seguristas e costistas, eles são os socratistas, os passistas, os mendistas, os marcelistas, os portistas, os leitistas, os menezistas, os sampaistas, os ferristas, os barrosistas, os galambistas, os zorrinhistas, os soaristas, os guterristas, os pita ameixistas, os lellistas, enfim, cada homem público tem uma legião capaz de morrer por ele.
Banco de Portugal? qual Banco de Portugal? o Banco de Portugal é o BES.
At 7:53 da tarde,
São said…
Tens razão em ambas as coisas : o Banco poderoso em Portugal, talvez pelo nome, é o ESpírito Santo; não sei como existem tantos "istas" num país tão pequeno...
Bom resto de domingo
At 12:40 da manhã,
Anónimo said…
Fónix Táxi, esse vídeo do bilhar obriga a repensar o conceito de "bilhar de bolso"...
Agora a sério: um dos melhores tubos.
At 3:35 da manhã,
Anónimo said…
Filhas de rockeiro:
http://namoradaderockeiro.blogspot.pt/2010/09/filhas-de-rockeiro.html
At 9:33 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
São: só espero que façam o filme do Espírito Santo, é passado em folhetins nos jornais, e perde-se a meada.
Espero que o primo José Eduardo de Angola salve a situação. Que não falte dólar na mesa da família.
(Esta coisa ridícula que agora o regulador está atento e que está a fazer o seu trabalho tem a sua graça - a família é to big to fail, como põe o presidente Barack, e a partir daí não há nada a fazer).
At 9:44 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
donbyas: gostava de saber se ele consegue mesmo fazer aquelas trajetórias com a bola ou usa ímanes.
Ah! as filhas, não caem longe da árvore, a coitada da Peaches que já lá está. Até gostava dela, era uma maluca, mas isto de andar no cavalo tem destas coisas, pode-se morrer enquanto o dealer esfrego o olho.
E por falar em falecimentos.
E em estar mais para lá do que para cá.
E em vida.
E na atriz dos oitentas.
At 9:51 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
donbyas: a the good old cassete.
The good old cinema.
Acho que já tinhas metido este no Coisas.
O Dennis.
At 9:56 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
donbyas: reparaste que naquele channel do Tubo, jamming the van tem muitos estilo, tal como o psicadélico.
E agora algo universal.
At 10:34 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
donbyas: faltou-me estas, fiquei espantado com a produção, parece que vai entrar um grupo psicadélico inglês.
At 5:25 da tarde,
Anónimo said…
Táxi, não foste tu que me falaste da cadeira do Judas?
http://expresso.sapo.pt/durao-barroso-e-malkovich-vao-ter-cadeiras-exclusivas=f878696
At 11:27 da tarde,
Anónimo said…
Tózero versus Tó Costa:
http://38.media.tumblr.com/e8d14eb9c658946336dc28b55cb43bd1/tumblr_n7yfbsPsTw1t04x43o1_500.gif
At 9:34 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
donbyas: caraças! esperava terminar hoje o post que estou a escrever mas acordei muito tarde. Estava a escrever um elogio a Cavaco, como um dos grandes de Portugal, faltou-me a poética, terá que ficar para outro dia. Amanhã quero pub um post novo, nem sei se já está completo, às vezes ficam ramas por aparar para a leitura final. É sobre o Marcelo Rebelo que também era uma figura dos oitentas. Só espero que uns links sobre tetas – que nada têm a ver com o carinhosamente chamado professor Marcelo – não estejam bloqueados ou será uma grande chatice renová-los.
Então quer dizer que cada cu público terá a sua cadeira, e esperam que as pessoas comprem? Se não forem práticas, com um belo design quero ver a empresa vender apenas pelo nome. Para as figuras públicas em questão não há dúvida que o cadeira de Judas se lhes aplica melhor.
E por melhor, já reparaste que os vídeos ficam muito melhores sem música?
O duelo Tózero against TódeCostas é pior que a namorada do Superhomem, (Tózé irá de spandex). A última reunião no largo do Rato foi assim.
Este Projeto Mini-Empreendedores, que coisa bonita, daria para o Marques Mendes, mas também para o Poiares Maduro, quem devia fazer coaching nestes projetos era a Diana Cu de Melancia.
At 9:45 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
donbyas: agora um conselho útil para que saiba como dormir num avião.
Uma zebra.
Outra zebra (or not).
At 1:19 da manhã,
Anónimo said…
eheheh sem música ficam bem melhores
http://33.media.tumblr.com/tumblr_mcqtfaA1z61r50jfso1_500.gif
At 3:58 da manhã,
Táxi Pluvioso said…
Ai estes japoneses e os seus desenhos voadores.
Enviar um comentário
<< Home