Pratinho de Couratos

A espantosa vida quotidiana no Portugal moderno!

domingo, outubro 03, 2010

Ólh’as n’tícias fresquinhas, freguês!

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Parte 4

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Há uma centena de anos… flostriavam as pessoas pelas praias: “dedos dos pés meigamente tratados, mantenha-os bonitos e cor-de-rosa”. O progresso científico vanguejava das cacholas: Harry Tap inventava o “domador de esposas[1] em 1862; Thomas Edison filmava em 1903 a postumeira de Topsy: uma elefanta condenada à morte por enforcamento [2]. Em São Francisco, em 1863, os jornais invectivavam contra as aldrabices na contabilidade das companhias mineiras e exortavam o investimento, dos mealheiros e pés-de-meia, nos serviços públicos da cidade. Nas redacções não alumiavam as luminárias – como hoje, que futuram os descarregamentos de dinheiro dos mercados – a explicação é mais sublunar: as empresas de serviços pagavam subornos pela publicação de histórias de investidores felizes. – No dia 28 de Outubro de 1863, o Territorial Enterprise, de Virginia City, Nevada, publicou uma notícia excruciante, como um vídeo pop de Park Ji-yoon ou “Kunoichi ninpô chô” [3]: Philip Hopkins, numa segunda-feira, cavalgou para Carson City com a garganta esfaqueada, o escalpe ensanguentado da mulher na mão, e morreu em frente do Saloon Magnolia sem dizer pio. Ele vivia com a mulher e nove filhos – 5 raparigas e 4 rapazes – numa cabana na orla da floresta de pinheiros entre Empire City e Dutch Nick’s. O xerife Gasherie deparou-se com duas filhas, Júlia, 14 anos e Emma, 17, feridas, na cozinha, e os outros mortos, à machada e paulada, espalhados pela cabana. Hopkins investira, falira e enlouquecera. – Crónica escrita por Mark Twain [4] é falsa. O seu propósito era varejar o clima de optimismo dos jornais de São Francisco, forçando a publicação de um artigo prejudicial às empresas de serviços públicos. Perante o dilema: dinheiro ou sensacionalismo? a indústria jornalística decide-se pelo sensacionalismo, que… gorgolha mais dinheiro ainda.

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[1] Um artefacto vitoriano que embalava a mulher rezingona até adormecê-la. Com a correcção valorativa feminina a rabugice equivale no século XXI à rexerta do vídeo de Eminem ft. Rihanna: “Love The Way You Lie” (2010), com Megan Fox cuspidora e assanhadiça. – Rihanna nascida nos Barbados (20/2/1988): tirou as impreteríveis fotos de telemóvel nua. Na viagem para os Grammy Awards de 2009, o boyfriend Chris Brown, numa querela no Lamborghini prateado alugado: “vou cozer-te de porrada quando chegarmos a casa! Espera para veres!”, e ali mesmo, numa rua do bairro Hancock Park, Los Angeles, redesenhou-lhe a cara com cirurgia murraça. A foto circulou: “senti-me totalmente explorada. Senti que as pessoas estavam fazendo disso um tópico na Internet, e é a minha vida”. O namoro findou, o corpo regenerou e retemperou. Ela justifica a colaboração com Eminem suspeito de cascar nas gajas: “ambos experimentamos as duas extremidades da mesa. Era credível para nós, fazer uma gravação como esta, mas também foi algo que precisava de ser feito, e a forma como ele o fez, foi tão inteligente”. – Megan Fox não se boateja que lhe tenham amolgado algum órgão, algum órgão visível… Participou no vídeo para doar o cachet.

[2] Num gesto de humanidade, isto é, de vantagem para si próprio, Edison recomendou a electrocussão por AC. O inventor da lâmpada eléctrica controlava o mercado com o DC (corrente contínua), quando Nikola Tesla vendeu a George Westinghouse a patente da sua versão de AC (corrente alternada): rebentou a “guerra das correntes”, e, por dá cá aquele choque, Edison infamava o produto da concorrência. Para a cadeira eléctrica, aperfeiçoada pelos seus funcionários Harold P. Brown e Arthur Kennelly, impôs a corrente AC, dizia ele, por ser mais letal. Descarga publicitária apenas: os consumidores não quereriam nas suas casas algo tão perigoso que matava impuros criminosos; debalde, na catfight AC versus DC, venceu AC: mais segura de transmitir a longas distâncias e fornece mais poder.

[3]Female Ninja Magic Chronicles”, a melhor série de filmes de mulheres ninja, manejadoras de insólitas armas. Em vez da katana, a shuriken, o tekagi-shuko, a neko-te ou o kusarigama, são mestres em regressão fetal ou bolinhas vaginais do inferno, que expelem pela sua “cavidade carnal”: Volume 1 (1989), Volume 2 (1991), Volume 3 (1993), Volume 5 (1995).

[4] A receita do escritor: “Como Contar Uma História”, e, como todos os homens de sucesso, publica postumamente inéditos: “Acerca da ‘Entrevista’”.

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O século XXI, na “crise financeira”, imita a arte de Twain. Em 2009 Ervin Antonio Lupoe, 40 anos, matou a mulher, cincos filhos – 3 raparigas e 2 rapazes – e suicidou-se. Numa carta culpou o Kaiser Permanente's West Los Angeles Medical Center, onde trabalhava com a mulher, pela chuva de balas. No fax de despedida esclarece: “depois de um sofrimento horrível, a minha mulher achou que era melhor acabar com as nossas vidas; e porquê deixar os nossos filhos nas mãos de estranhos?...não temos emprego e cinco crianças com menos de 8 anos, sem nenhum lugar para ir. Então aqui estamos nós”. A vizinha, Jasmine Gomez, contou como estavam: “pela reacção nas suas caras não era um espectáculo bonito. Não havia polícia que não saísse da casa a vomitar”.

Relata Platão no livro “A República” o mito de Er, de Panfília: um guerreiro arménio que morre numa batalha, dez dias depois o corpo ainda não se decompusera, sobre a pira funerária ele acorda e descreve a sua viagem depois da morte pelas esferas celestes do plano astral.

Apapoiladas maravilhas viu: a vida projectava-se em 3D [1]; as questões filosóficas cingiam-se à essência: AnnaLynne McCord, vagina ou cuecas? Katy Perry, mamilo ou não? O iPad, como os jornais, matavam moscas; as pessoas vestiam nada sobre o pêlo ou spray; as mulheres-a-dias asseavam-se na casa do patrão (do grupo hip-hop King Fantastic); comiam-se tonificantes cenourinhas; na música, nada de novo, tudo é remix: “1961, William Burroughs, não somente inventa o termo heavy metal, (…), mas também lança o primeiro remix”, a novela “The Soft Machine”: (um plano em 4 partes de Kirby Ferguson); os Iron Maiden gastavam como se não houvesse ontem; aprendia-se japonês: “exercitar” (“undousuru”), e os japoneses aprendiam a frase fundamental no estrangeiro: “tenho um ataque de diarreia”; textava-se os factos mais importantes da vida; as notícias celestiais escusavam locutores de TV de calças; o dono da Segway, Jimi Heselden, recém-admitido, logo se decidiu pelas deslocações no Unicycle da Honda; o topless de Abbey Johnstone salvou as Ablisa, Abbey e Lisa, no “X Factor”; querubínicas danças gandulavam aos 5 anos; os professores colhiam o merecido murro; e desvendou o mistério do sexo dos anjos: é de plástico: um viúvo de 50 anos apresentou-se na sexshop Tentazioni em Treviso, Itália, com fotos da falecida e encomendou “uma cópia exacta em plástico, com cabelo loiro verdadeiro, e correspondência precisa do rosto e formas do corpo”.

Sócrates coscuvilhou o mito de Er a Glaucon, irmão mais velho de Platão: seleccionado pelos juízes como observador das almas na sua caminhada pelo Além, uma gigantesca lavandaria limpava-as da sujidade terrena, para reencarnarem noutros corpos, outras nem a seco embrancavam, condenando-se ao Hades, Er, no fim da travessia, pouparam-lhe o golo de água do Letes [2] para que se recordasse e elucidasse a Humanidade: que a vigairada das almas, a sua estroinice e ruindade neste mundo, pagam-no no outro a uma taxa de juro acima dos 6%.

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[1]Resident Evil: Afterlife” (2010) de Paul W. S. Anderson, com Milla Jovovich, e Ali Larter. Milla amanha-se na guitarra, no filme “Dazed and Confused” (1993) ou “There Ain’t No God For Dogs”; na banda sonora do filme “Dummy” (2002); editou o CD “The Divine Comedy” (1994): “The Alien Song (For Those Who Listen)” ╤ “It’s Your Life” ╤ “Charlie” ╤ “Ruby Lane” ╤ “Clock” ╤ “You Did it All Before”. E canta “The Mission” no álbum “Sound into Blood into Wine” (2010) dos Puscifer, projecto de Maynard James Keenan dos Tool. – Twitter. – “Piranha 3D” (2010) de Alexandre Aja, com uma braçada de 3D girls e Steven R. McQueen, neto de Steve McQueen.

[2] Ou Limaia, nas crónicas de Estrabão e Tito Lívio, que abreviaria para rio Lima, era o rio do esquecimento: um golo provocava um efeito pior do que o drink spiking (no Brasil: “boa noite, Cinderela”).

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[Sonificação – é a conversão de informação ou o percebimento de dados codificados sob a forma de sons. Escreveu Luciano Lobato: “devido às características da percepção auditiva, é uma alternativa interessante para as técnicas de visualização, e que pode ser utilizada em diversos contextos; como meio para a cognição aumentada”, ou para monitorizar as funções vitais do corpo durante operações cirúrgicas. A sonificação esteia duas aplicações. a) científica: um dos seus primeiros hits foi o contador Geiger. – Outros êxitos: a comunicação entre neurónios; no Grande Colisor de Hadrões, na Suiça, Lily Asquith coordenou a equipa que simulou o hipotético bosão de Higgs*, hipoteticamente, gerado na experiência do Big Bang, em som. Esta miuçalha subatómica, epitetada “a partícula de Deus”**, até cientistas cola ao tecto, acagaçados. Holger Bech Nielsen e Masao Ninomiya conjecturaram sabotagens “Back to the Future*** para justificar as falhas no Grande Colisor: a produção do bosão de Higgs “pode ser tão repugnante para a natureza que, a sua criação, retrocederia no tempo**** e pararia o Colisor, antes que ele pudesse produzir um, como um viajante no tempo, que volta ao passado para matar o avô”. A experiência do Big Bang também estarreceu, com o apavorante “buraco negro”, milhares na Índia: “precipitaram-se para os templos para rezar, enquanto outros deleitavam-se com seus pratos favoritos, à espera do fim do mundo” e Chayya, 16 anos, suicidou-se ingerindo um pesticida.

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*Não engolir”; catalogaram-se 16 partículas fundamentais, entre quarks, bosões, fermiões, leptões: 12 partículas de matéria e 4 detentoras de força. Individualmente, elas não possuem massa, que explicaria a materialidade do mundo, para tal os físicos depositam a sua fé no (ainda espectral) bosão de Higgs.

** Para chafurdar no divino, o único povo mandatado por Deus, os americanos, finalizaram, em 1983, a construção do Tevatron, debaixo do Fermilab, no Illinois, torrando 120 milhões de dólares. Muitos milhões depois encerrará os canhões em 2011.

*** Filme de Robert Zemeckis (1985), sobre perturbações no presente, causadas por adulterações do passado; – com problemas de produção actuais: a actriz que desempenhou o papel de namorada de Marty McFly no primeiro filme, Claudia Wells, desiste da personagem nas sequelas, por doença cancerígena da mãe. A cantora e actriz Melora Hardin, é descartada por ser mais alta que Michael J. Fox, e contrataram Elisabeth Shue. – As armas do filme.

**** Fenómeno de relojoaria física, cientificamente elucidado pelo Doctor, o maior viajante no tempo de todos os tempos.

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b) artística: o compositor brasileiro Wilson Sukorski → “procura ampliar o efeito estético agregando outra dimensão perceptiva”; o compositor espanhol de Tenerife Gustavo Díaz-Jerez → “V838 Monocerotis” ╤ “Mandelbrot Set” ╤ “Flame Fractal I” ╤ “Flame Fractal II”; o artista do Minnesota Tom Dukich → sonificação de os primeiros 1000 algarismos do número π ao piano: “A Nice Slice of Pi”; a investigadora da Universidade George Mason, no estado da Virgínia, Paras Kaul, sob o nome artístico de Brainwave Chick → as ondas cerebrais durante o sono; o compositor e músico Roberto Morales-Manzanares → o sopro da brisa de electrões do sol.

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No fenómeno inverso, a transmutação do áudio no visual, especializou-se a indústria discográfica, acelerando o palmanço da matéria verde dos consumidores. Um exemplo forte dessa transformação do audível no visível é Heidi Montag, moça cristã de predicados e sujeitos. Protagonizou “The Hills” (2006-2010), uma série da MTV, pretensamente sem argumento; casou com Spencer Pratt, colega da série: ambos no retrato de família com armas, e escreveram “How To Be Famous”; despiu-se para a Playboy; chorou como uma Madalena endrominada no reality showI’m a Celebrity….Get Me Out Of Here!” quando os colegas lhe rapinaram o champô, factura com o incidente lançando o Heidi Montag Dry Shampoo; estreou-se nas cantorias no palco da eleição da Miss Universo 2009, no Atlantis Paradise Island Resort, nas Bahamas, arrebatada escreveu no Twitter: “a noite passada foi uma das melhores noites da minha vida!!!! diverti-me tanto! a minha primeira actuação! obrigado Deus!”; ensaia coreografias; editou o CD “Superficial” (2010) apontando para o céu: “eu gastei tanto tempo, talvez mesmo mais do que o ‘Thriller’. Cada detalhe foi muito importante para mim, porque eu levo isso muito a sério. A maioria dos artistas, não gasta o seu próprio dinheiro, mas eu na verdade fiquei lisa, colocando cada dólar que ganhei e meu coração e alma nesta música. (…). Gastei mais de um milhão, quase dois milhões de dólares neste álbum”: vendeu 658 cópias* “das canções que farão impacto na história pop” nos primeiros dias; com 23 anos aprimorou-se para os consumidores com 10 operações plásticas no mesmo dia: “e eu estava cheia de dores, e assim, literalmente chorando, e dizendo, eu … eu senti que queria morrer, quase, yeah”; na mortal busca da beleza: “quase morri depois da minha operação, tomei demasiado Demerol, como o Michael Jackson”; em Junho saiu do lar familiar em Pacific Palisades, Califórnia: “há tantas mentiras por aí sobre mim, e eu só precisava de espaço, mesmo do meu marido”; coabita com a amiga Jen Bunney: filmariam o seu rico quotidiano para um realty show, se a amizade subsistisse mais do que uma semana, e está em vias de escrever o argumento para um filme; no fim de Setembro desconvoca o divórcio. – Som: “Black Out” ╤ “Higher” ╤ “Superficial” ╤ “One More Drink” → conversão em imagem.

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* Nem foi grande desastre. David Brent, “principalmente a amigos e família”, só vendeu 150 cópias: – personagem de Ricky Gervais na série de TV “The Office” (2001)].

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[Factory – “editora responsável pelo nascimento da cena 'Madchester' nos anos 80”, documentada pela BBC em “Factory - Manchester from Joy Division to Happy Mondays”: – “numa cidade sombria do Norte, no final dos anos 70, cinco sonhadores construíram uma editora discográfica: Factory: bandas clássicas: Joy Division, New Order e Happy Mondays, e o primeiro super-clube britânico: Haçienda. Liderados pelo locutor de TV Tony Wilson criaram uma colisão entre arte conceptual e música da rua”. “As verdadeiras paixões de Wilson eram sexo, drogas e sobretudo rock ‘n’ roll”, na Granada Television, difunde-o, na tijolada cidade de Manchester, entrevistando personalidades do espectáculo como Iggy Pop: “a única razão por que faço isto é para colocar a minha cara em mais ecrãs, ter o meu nome em mais jornais, e expandir a minha fama”.

No dia 4 de Junho de 1977 os Sex Pistols tocaram no Free Trade Hall, em Manchester: os poucos, da futura cena musical da cidade ouviram a lição e o seu universo expandiu-se. Pela segunda vinda dos Pistols, com os Buzzcocks na primeira parte, supernovas explodiram. Peter Hook (baixista dos Joy Division): “ouvíamos os Sex Pistols e pensávamos que podíamos fazê-lo, ouvia-se Led Zeppelin, Deep Purple ou Hawkwind, pensava-se que não o conseguiríamos fazer”. A Factory alista os Joy Division desinteressados das grandes editoras: “o contrato com os Joy Division foi garatujado num guardanapo e assinado com o próprio sangue de Wilson”. E um gato de Schrödinger, o vocalista Ian Curtis, encaixotado. Bernard Sumner (guitarrista e teclados dos Joy Division): Ian “costumava beber Carlsberg Special, ou melhor Carlsberg Special norma”. Curtis “debilitado pela epilepsia, a medicação e as discussões com a mulher Debby (Deborah Curtis) por causa de um encornanço com a fã belga Annick Honoré”, enforca-se dia 18 de Maio de 1980, o álbum “The Idiot” (1977) de Iggy Pop “estava no prato do gira-discos”.

Os sobreviventes intitulam-se New Order, embasbacados pelos nightclubs de Nova Iorque, produzem música de discoteca. Os fins-de-semana abanaram-se com “Blue Monday” (1983). Diz Vini Reilly (Durutti Column): “o maior êxito de vendas 12’ de todos os tempos perdeu dinheiro em cada single, porque a capa era tão cara de fabricar que perdeu dinheiro”. O sucesso atraiu o programa de TV Top of the Pops, “concordaram aparecer, mas só se pudessem tocar ao vivo no estúdio, algo que nunca tinha sido feito antes”. Peter Hook: “o nosso disco descia nas tabelas, cada vez que aparecíamos no TOTP, enquanto os discos dos outros subiam, porque soávamos tão mal”. Os lucros da banda subsidiaram “The Haçienda, uma referência situacionista a Utopia”, uma discoteca com um marco, em 1989 a “primeira morte pelo ecstasy na pista de dança”. Durante o período “Gunchester”, Wilson fechou a Haçienda: “gangs lutavam pelo mercado da droga e o local de venda era a Haçienda”. A Factory, de cofres vazios, despacha em 1992 os Happy Mondays para os Barbabos para escreverem e gravarem o quarto álbum. “Não havia heroína na ilha para sustentar o vício de Shaun Ryder”. Wilson corrige: “não havia cavalo nos Barbados? Barbados, boa ideia! Fazendo pesquisa e descobrindo que era um centro de crack, foi um erro, admito isso, completamente”. E o estúdio de Eddie Grant revira casa de crack e nada de disco.

Joy Division, primeira gravação: “An Ideal for Living” (1978): “Warsaw” ╤ “No Love Lost”; “Unknown Pleasures” (1979): “She’s Lost Control”; “Closer” (1980): “Isolation”; “Still” (1981): “Walked the Line”. – Outros grupos da editora Factory: A Certain Ratio e Durutti Column: que, no álbum “Amigos em Portugal” (1983), inclui a faixa “Sara e Tristana”, as torêuticas filhas do avó Miguel Esteves Cardoso].

53 Comments:

  • At 10:28 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Mais um longo como o concurso para o TGV, e, mais uma vez não consegui incluir a produção oral dos nossos políticos e peritos. Nesta fase, os seus ditos são pérolas, que não se podem perder. Espero inclui-los num post, não deve caber no próximo que é sobre o Hearst: que definiu o jornalismo actual: o sensacionalismo gera dinheiro, o dinheiro, poder, e o poder manipula pessoas e acontecimentos históricos.

    Não se pode perder, quem não conhece, o vídeo da Milla Jovovich "There Ain't God For Dogs". E, Manuel, tens que ver "tudo é remix": dentro da mesma ideia de que foi feita uma canção e o resto é replicação.

    A palavra sonificação, como se vê, veio directamente do inglês, e usa-se no Brasil, por cá, não sei como é. Claro que a Heidi Montag não tem nada a ver com o assunto, mas acho que as editoras fazem o processo contrário para vender disco (até Bob Dylan já usou, ou usa, makeup).

    Traduzi partes do documentário sobre a Factory, uma malta influenciada pela Internacional Situacionista, troquei a ordem para lhe dar alguma coerência.

     
  • At 10:51 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    ... e esqueci-me do mais importante must see: as Female Ninja.

     
  • At 11:05 da tarde, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Vim espreitar e afinal há notícias.
    Se bem que com 'sem' anos, porque nos cem não andava por cá, penso eu.
    Tinha que ser uma 'elefanta' porque as fêmeas não têm idade ao fim de tanto ano.
    Tenho que ver e ler de vagar (dar lugar a outro).
    Agora tenho na agenda ver a famosíssima "Rosinha", ou melhor, ouvir o seu belo disco de platina
    É para isto que se criam os alarves, digo, Allgarves.

    Vou remoer e voltarei.

     
  • At 6:51 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Estive com certas dúvidas acerca de "elefanta". Aprendi que não tinha género feminino, dizia-se elefante fêmea, mas nos dicionários on-line que consulto, estava lá. Também reparei que houve um acordo ortográfico em 1990, que alterou algumas palavras, e eu não dei por nada. Essa década, digamos, que a passei anestesiado.

    Uma das maiores cantoras lusas, esta Rosinha, ainda não tive tempo para a meter num post, (e não meter nela), que seria sobre a boa música lusa, e pelo andar da carruagem nunca lá chegarei. Até o vídeo do Eminem, que estava para colocá-lo há semanas, era novidade, agora ele tem outro.

    Cada vez mais o pacote está moda. Depois do último pacote de Sócrates, e não tem nada a ver com ele, se fosse outro seria a mesma coisa, espero pelo próximo pacote. Confesso que só esperava por este lá para o ano. (Mas eles é que têm os dados do desempenho económico. Para ter uma ideia exacta da situação, teria que trabalhar no ministério das Finanças, ou talvez, no Banco de Portugal, aí é que está a informação). Para o ano vão ter que fazer outra vez descida de salários. Ou já será este ano? Eu já não digo nada. As coisas estão a mover-se demasiado depressa. Deve ser da net que tornou a economia a jacto.

     
  • At 4:34 da tarde, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Agora é que foi mesmo só olhar para a "rama". É que a "floresta" é demasiado densa e extensa.
    Ainda por cima, tenho a engenharia, ou será "inginharia" do BitDefender debaixo de fogo.
    É que aquelas cruzes ou 'xis' que me apareciam quando entrava nalguns blogs, não eram mais que uma coincidência coincidível, com o coincidir de coincidentemente entrar em determinadas ... é, agora fiquei sem mais coincidências.
    E continuam a infernizar-me o juízo.
    Como comprei lugar cativo, num sofá - se for à mesa é-me indiferente - em casa de um amigo, vou fazer o favor de papar-lhe um jantar e ver futebol.
    Não sei bem quem joga, mas o que interessa são as ferramentas para atacar ... e meter uns golos de um tinto qualquer.
    A vitória será nossa!!!
    INTÉ!!!

    Para colocar este post, só à 5ª tentativa.
    Aparecia-me sempre:
    Service Unavailable
    Error 503
    Pouco percebo deste emaranhado de discos, processadores, placas gráficas e quejandos, mas tenho quase a certeza que é o antivírus

     
  • At 12:36 da manhã, Blogger São said…

    Domador de esposas?! Mas onde descobres tu estas coisas?!

    Uma boa semana

     
  • At 1:30 da manhã, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Ficou tudo 1 - 1
    Foi o Sporting, o Porto e até eu empatei com o meu amigo Manuel Pereira, uma a uma (de madurão, daquela zona de transição do Douro/Dão.Vou tirar os pés para os meter na cama, mas antes deixo-lhe isto que recebi hoje (se já conhecer ... já não pode fazer nada, não é?)


    E O BURRO SOU EU???

    Foi solicitado a um prestigioso assessor financeiro que explicasse
    esta crise de uma forma simples, para que toda a gente pudesse entender as suas causas.
    O seu relato foi este:

    Um certo cavalheiro foi a um aldeia onde nunca havia estado antes e ofereceu aos seus habitantes 100 euros por cada burro que lhe vendessem.

    Boa parte da população vendeu-lhe os seus animais.

    No dia seguinte voltou e ofereceu um preço melhor: 150 euros por cada
    burrico.
    E outro tanto da população vendeu-lhe os seus.

    A seguir ofereceu 300 euros e o resto das pessoas vendeu os últimos burros.

    Ao ver que não havia mais animais, ofereceu 500 euros por cada burrico, dando a entender que os compraria na semana seguinte.
    E foi embora.

    No dia seguinte enviou o seu ajudante à mesma aldeia com os burros que
    comprara, para que os oferecesse a 400 euros cada um.

    Diante do possível lucro na semana seguinte, todos os aldeões compraram os seus burros a 400 euros e quem não tinha o dinheiro pediu-o emprestado.
    De facto, compraram todos os burros do município.

    Como era de esperar, este ajudante desapareceu, tal como o cavalheiro inicial.
    E nunca mais foram vistos.

    Resultado: A aldeia ficou cheia de burros e endividada.

    Até aqui, foi o que contou o assessor.

    Vejamos o que se passou depois.

    Os que haviam pedido emprestado, ao não venderem os burros não puderam
    pagar o empréstimo.

    Aqueles que haviam emprestado o dinheiro queixaram-se à municipalidade
    dizendo que se não recebessem ficariam arruinados; então não poderiam continuar a emprestar e todo o povo ficaria arruinado.

    Para que os prestamistas não se arruinassem, o presidente da
    municipalidade, em vez de dar dinheiro às pessoas do povo para pagarem
    as dívidas, deu-o aos próprios prestamistas.
    Mas estes, já cobrada grande parte do dinheiro, entretanto não perdoaram as dívidas do povo, que continuou endividado.

    O presidente da autarquia delapidou o orçamento da municipalidade, a qual também ficou endividada.

    Então pede dinheiro a outras municipalidades.
    Mas estas dizem-lhe que não podem ajudá-lo porque, como está na ruína, não poderão receber depois o que lhe emprestarem.

    O resultado: Os espertos do princípio, enganados.

    Os prestamistas, com os seus ganhos resolvidos e um monte de gente à qual continuarão a cobrarem o que lhes emprestaram mais os juros, apropriando-se inclusive dos já desvalorizados burros que nunca chegaram a cobrir toda a dívida.

    Muita gente arruinada e sem burro para toda a vida.

    A municipalidade igualmente arruinada.

    O resultado final?

    Para solucionar tudo isto e salvar todo o povo, a municipalidade baixou o salário dos seus funcionários.

     
  • At 10:56 da manhã, Blogger Miguel said…

    Adorei a explicação da crise no 7º comentário ...!

    Acho que ainda vamos PECar mais vezes ...!

    Um Abraço da M&M & Cª!

     
  • At 11:53 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    José Torres: O BitDefender deve ser caro, logo tem que apresentar serviço: não creio que seja sempre vírus: tal como os nossos políticos, hoje, 5 de Outubro, vão fazer discursos, é trabalho.

    O service unavailable costuma-me suceder quando estou com um comment muito longo, o blogger tem estas manias, ou já será feitio.

    Sou pouco da região Douro/Dão, sou mais pelo Paul Newman que dizia "24 horas num dia. 24 cervejas numa grade. Coincidência? não me parece". O vinho dá-me cabo do estômago, e se estiver forrado de comida, vem toda cá pra fora, então se for cara, é um desperdício, que é coisa que agora todos querem cortar.

    O problema é que não temos burros pra vender, estão todos na escola, e quando voltarem, vender todos os burros do município, causará mais desertificação. É um facto que as pessoas são responsáveis por esta situação, e não é por votarem (erradamente, a oposição diz votassem em mim, que isto não sucedia) de 4 em 4 anos, mas por terem dado tanto poder à indústria financeira.

    Lembro-me que há anos, quando começou a moda do cartão de crédito, achava aquilo tão idiota, as pessoas faziam uma despesa de 20 €, e pagavam alegres com cartão. Ou seja, pagavam 3 ou 5 ou mais euros para uma empresa que nada fazia. Não conseguia perceber isto, mas porque diabo davam esse dinheiro a quem nada produzia? Claro, depois a bola foi crescendo e agora a indústria financeira tem o mundo na mão.

     
  • At 11:58 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    São: é uma geringonça muito útil para os nossos dias, mais naturais e biológicos, em que as senhoras rejeitam os químicos, Serenal e outros. Domar a esposa, também já não pode ser feito pelo método paleolítico: a moca, que diabo? nós somos evoluídos. E a TV também já não adormece como antigamente, agora ficamos de olhos arregalados pra não perder pitada dos bons programas.

     
  • At 12:05 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Miguel: eu não tenho dúvidas os PEC serão como os filmes do "Pesadelo em Elm Street" que já vai no V, ou algo parecido. Bom, talvez o PEC vá mais além até o PEC XX ou XXX.

     
  • At 12:56 da tarde, Blogger Marco Rebelo said…

    man...tu escreves que nunca mais acab. parabéns !!! :)
    abraço

     
  • At 5:16 da tarde, Blogger Carmo said…

    Sempre com espírito acutilante a oferecer-nos óptimas notícias/informações/histórias.
    Beijo e boa semana

     
  • At 11:49 da tarde, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Antigamente era a moda das "tranças negras ou pretas", não "transas em negras ou pretas".
    (para não ser mal entendido, PARA MIM, "negros" eram os vendilhões de carne humana enlatada.
    Por algum motivo lhes chamaram negreiros - o explorador vil do trabalho alheio sobre formas inumanas -).
    Ninguém deve acreditar que, esta avezinha, não tenha um cartão de crédito.
    Num dia, foram todos entregues em mão.
    Já lá vão uns anitos.
    Só o BPI, queria, ou "cria" (eu era uma barriga de aluguer), treze contos e quinhentos por um mísero cartãozeco.
    Depois a máquina engoliu-o em Espanha e ainda não o vomitou.
    Mas o dinheirinho ao fim dum ano foi sacado da conta.
    Foi, mas regressou.
    Foram todos para o desemprego no mesmo dia.
    Obriga-me a grandes esforço (também a socorrer-me da m/secretária, leia-se mulher e dos cheques. Essa coisa de papel, um cagagésimo de um jornal diário normal, que custa 85 cêntimos e esse liliputiano... uma data de euros. E por vezes - muitas - desconfiam deles que foram "fabricados" no banco).
    Ainda por cima o Código Civil favorece o comerciante que o pode recusar.
    Só há um local onde nunca recusam um cheque.
    É numa bomba de gasolina.
    Mete-se a dita cuja e ...
    - Não aceitamos cheques!
    - Então faça o favor de me sacar a gasolina do depósito que já não a quero!!!
    Que resultadão tem dado.
    Nas minhas redondezas todos "gostam" dos meus cheques! eh!eh!eh!
    E o último que aderiu a esta forma de pagamento, quem diria?, foi o posto do Continente.
    É mais barato o combustível, mas pago o cheque!!!
    Se eu posso viver assim?
    Sim, posso. Mas não é a mesma coisa!!! (rsss, rsss, rsss)
    Bem, sobre os hábitos de beber.
    Quando não há água canalizada, (o que normalmente nunca sucede numa mesa. O contrário é que era para espantar), sacrifico-me por um tintozito.
    Mas o branco combina bem viaja sereno pelo meu estreito abaixo.
    Prefiro de longe o madurão.
    Mas, como tenho umas herdades no Minho, que por sinal até são de familiares, eu só tenho uma barraca, também cumprimento jovialmente uns copos de verde.
    Cerveja???
    Quem foi que disse que se sentia envergonhado por beber tanto.
    Mas depois reflectia que se não bebesse, poderiam ficar sem trabalho e os sonhos destruídos, o pessoal da cervejeira.
    Portanto é melhor beber cerveja e deixar que os sonhos deles se concretizem, do que ser egoísta e pensar só no nosso fígado.
    Vou tentar publicar isto antes que se esfume nas mãos do Blogger.

     
  • At 11:51 da tarde, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Antigamente era a moda das "tranças negras ou pretas", não "transas em negras ou pretas".
    (para não ser mal entendido, PARA MIM, "negros" eram os vendilhões de carne humana enlatada.
    Por algum motivo lhes chamaram negreiros - o explorador vil do trabalho alheio sobre formas inumanas -).
    Ninguém deve acreditar que, esta avezinha, não tenha um cartão de crédito.
    Num dia, foram todos entregues em mão.
    Já lá vão uns anitos.
    Só o BPI, queria, ou "cria" (eu era uma barriga de aluguer), treze contos e quinhentos por um mísero cartãozeco.
    Depois a máquina engoliu-o em Espanha e ainda não o vomitou.
    Mas o dinheirinho ao fim dum ano foi sacado da conta.
    Foi, mas regressou.
    Foram todos para o desemprego no mesmo dia.
    Obriga-me a grandes esforço (também a socorrer-me da m/secretária, leia-se mulher e dos cheques. Essa coisa de papel, um cagagésimo de um jornal diário normal, que custa 85 cêntimos e esse liliputiano... uma data de euros. E por vezes - muitas - desconfiam deles que foram "fabricados" no banco).
    Ainda por cima o Código Civil favorece o comerciante que o pode recusar.
    Só há um local onde nunca recusam um cheque.
    É numa bomba de gasolina.
    Mete-se a dita cuja e ...
    - Não aceitamos cheques!
    - Então faça o favor de me sacar a gasolina do depósito que já não a quero!!!
    Que resultadão tem dado.
    Nas minhas redondezas todos "gostam" dos meus cheques! eh!eh!eh!
    E o último que aderiu a esta forma de pagamento, quem diria?, foi o posto do Continente.
    É mais barato o combustível, mas pago o cheque!!!
    Se eu posso viver assim?
    Sim, posso. Mas não é a mesma coisa!!! (rsss, rsss, rsss)
    Bem, sobre os hábitos de beber.
    Quando não há água canalizada, (o que normalmente nunca sucede numa mesa. O contrário é que era para espantar), sacrifico-me por um tintozito.
    Mas o branco combina bem viaja sereno pelo meu estreito abaixo.
    Prefiro de longe o madurão.
    Mas, como tenho umas herdades no Minho, que por sinal até são de familiares, eu só tenho uma barraca, também cumprimento jovialmente uns copos de verde.
    Cerveja???
    Quem foi que disse que se sentia envergonhado por beber tanto.
    Mas depois reflectia que se não bebesse, poderiam ficar sem trabalho e os sonhos destruídos, o pessoal da cervejeira.
    Portanto é melhor beber cerveja e deixar que os sonhos deles se concretizem, do que ser egoísta e pensar só no nosso fígado.
    Vou tentar publicar isto antes que se esfume nas mãos do Blogger.

     
  • At 12:13 da manhã, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    HAJA VIDA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Para não ficar sem publicar o comentário, gravei-o.
    Quando o quis publicar, por duas vezes, apareceu a janela do Firefox, dizendo que tinha sido detectado um erro e que ia encerrar e foi mesmo.
    Depois abri e voltou a suceder o mesmo.
    Mas afinal os "rapazes" são gente séria e não roubam nada a ninguém.

    Com estas e com outras ..., já me perdi.

    Consta-se à boca cheia que Sócrates e Passos Coelho vão reunir-se, não para beberem uns finos/imperiais, ainda que depois possam sair de fininho e depois, imperiais falem à Comunicação Social.
    Se somarmos os conhecimentos de ambos poderemos fazer um cocktail embriagador. Um daqueles que faça o Zé Povinho esquecer o futuro económico, que o político está assegurado na sua sucessão; que tenha uma cor de formiga (formiga normal, que é castanha. Parecida com a cor da m… - agora não foi o Firefox que falhou -).

    Nem o BitDefender,
    Desde cerca de 11MAI2010, quando dei 94,80 € por 2 anos e para 3 computadores, que não tenho descanso.
    Agora vão fornecer-me a versão de 2011.
    Como não gosto de me meter na vida da "máquina", o m/filho desinstalou-o, é assim que se diz? e instalou o ESET NOD32 V4.
    Mas o meliante não se dá com o meu feitio e já o devolvi.
    Não lhe sabia mexer e nesta idade não aprendo mais.
    Bem, são horas de...
    Não li nada do post e gastei as teclas.
    Vou recarragá-las.

    Cumprimentos.

     
  • At 12:14 da manhã, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Nem o pai morre, nem a gente come.
    Nunca mais desalapo.
    Pode apagar um dos comentários para "poupar" papel.
    Obrigado.

     
  • At 12:38 da manhã, Blogger الرجل ذبح بعضهم البعض ولكن الخيول باهظة الثمن said…

    só faltou o Heliotis no monocerotis

    o dinheiro, gerou o sensacionalismo, o sencionalismo gerou o phoder e o phoder gerou as pessoas e os acontecimentos históricos

    incluir a produção oral do cavaco
    será impossível dada a inúmera quantidade de vezes que abre a matraca


    e Abrão gerou um nome parecido

    e cavaco gerou um casalzito que gerou mais uns futuros pu...tos
    faltou-me a hulha para aquecer palavras

     
  • At 10:51 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Marco Rebelo: bem... é uma contradição, escrever muito, numa era oral, não o comum oral, o sexo prêt-à-porter da nossa época, que pode ser feito num banco de jardim ou discoteca, mas o outro oral, a difusão de notícias via coscuvilhice: que tem feito sábios no Portugal. Já ninguém lê, excepto os fãs de Harry Potter, e esses também já acabaram.

     
  • At 10:57 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Carmo: bem tento meter o maior número de histórias no menor espaço mas é impossível, no Twitter estava lixado.

     
  • At 11:24 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    José Torres: os negreiros ainda existem, com um ligeiro update, usam fatos ou roupa desportiva, e chamam-se empresários, a malta é que anda mais satisfeita pois pagam-lhes o salário (quando pagam).

    Cheques ainda os usei. Agora, creio que até se paga mais por eles, antes só se pagava o livro (chamavam-lhe livro mas sempre usei com as páginas soltas). Lembro-me que a determinada altura, era proibido recusarem-se a aceitar cheques superiores a 5 contos. Até tive uma disputa com os Correios; depois de percorrer os tortuosos caminhos da reclamação, lá me mandaram uma carta de desculpas por não terem aceitado um cheque de 12. Hoje já não faço nada disso, reclamar ou usar cheques. Retiro a massa toda do Banco, também não é muita, não é preciso contratar uma carrinha da Prosegur, e só uso notas, as moedas meto-as em mealheiros. Talvez consiga pagar o funeral com os mealheiros, se os ministros das Finanças não nos tirarem.

    Nos restaurantes também devem aceitar cheques, não só nas bombas de gasolina. Não acredito que tenham o material clínico para lavagens ao estômago, depois de papada a refeição. Talvez tenham vontade de provocar uns hematomas ou fracturas, mas no fim têm de aceitar.

    O Firefox também costuma dar-lhe para isso e depois os comments ficam repetidos. Vamos a ver este, que já vai longo, vou copiá-lo, pelo sim pelo não.

     
  • At 11:40 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    ل ذبح بعضهم البعض ولكن الخيول باهظة الثمن: o Cavaco anda com um ar tão maternal ultimamente. Ar de avó sábia que ensina aos netinhos, como fugir do lobo mau, tenho pena de não ter o génio suficiente para descrever está nossa época como ela merece. Até os banqueiros mandam postas de pescada, e os economistas, idosos senhores que acumulam várias reformas e falam de cátedra.

     
  • At 9:54 da tarde, Blogger manuel said…

    Táxi, vejo aqui um interesse pela cultura japonesa, obrigado por mostrares novos tópicos em vez dos ozus e mizoguchis que andam aí por outros blogs.

     
  • At 10:36 da tarde, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    venho pedir desculpa de não agradecer os comentários (muitos) que me deixou.
    Estou com um ataque de "caspa", quer dizer de irascibilidade, por não me mexer como pretendo no portátil e na Net.
    Até no e-mail.
    Vou tentar agradecer outro dia.
    O mais certo é ser nunca, mas como diz o Sócas, aquele melro que todos temos pendurado sobre a cama, mais nunca do que tarde.
    Não é assim?
    Então, mais vale uma mentira piedosa, dita pelo "abade" de Lisboa, não percebo nada de marcas de padres ... do que ...
    Nem sei.
    Como não consigo mexer nesta porcaria sem perder o juízo, que já não é muito, estou a fazer revisões aos "Rascunhos" que tinha no Blogger para publicar algo.
    Voltarei ... se não continuar vivo!!!

     
  • At 10:38 da tarde, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Só uma achega.
    Não falei nos restaurantes (sobre os cheques) porque nos podiam "cativar" até que o ciclo da digestão se efectuasse e aproveitassem o bolo ...
    Já me esqueci do nome.
    Aprendi história há precisamente 40 anos.
    INTÉ!!!

     
  • At 11:39 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Manuel: e eles que têm uma filmografia de pôr o 7º na arte, o grande problema é eu não perceber patavina da língua, nem nunca ter estado no Japão. Não sou desses sábios a controlo remoto, que vemos por esses blogs fora, que botam sabedorias sobre o Irão sem lá terem estado ou falarem a língua (repetem a voz do dono). Tenho uma série de filmes para postar, haja tempo e espaço, já pedia Einstein. Vou colocar o primeiro filme porno 3D, é da década de 70, creio, aliás devia fazer uma história do 3D, mas isso é muito longo.

     
  • At 11:54 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    José Torres: isto da informática, além de dar dores de cabeça, nasceu para dar emprego a muitos. E quem não sabe as linhas que a cozem/cosem acaba cozido (ou com os miolos fritos, como se costuma dizer).

    Sócrates já tem sucessor, e que promete, acho que será ainda no meu tempo de vida que verei o país na falência (esta situação actual não é nada). Mas ao menos no futebol vamos bem: derrotamos a poderosa selecção dinamarquesa; falar na 1ª pessoa do plural acalma a crise. Os países mais subdesenvolvidos deveriam ter o apoio dos árbitros para ganharem mais jogos, assim evitava-se ansiolíticos, soporíferos e outros medicamentos não comparticipados.

     
  • At 12:22 da tarde, Blogger São said…

    rrss concordo: mas pobre do desinfeliz que me viees com isso, levava com ela em cima, rrss

    Bom fim de semana.

     
  • At 2:49 da tarde, Blogger Rafeiro Perfumado said…

    A junção da Rhyana com o Eminem é quase como juntar a Odete Santos com o Marcelo Rebelo de Sousa!

     
  • At 6:26 da tarde, Blogger Mariazita said…

    Espero que tu e o Zé (Xistosa) consigam desenvencilhar o assunto.
    Eu, que não sou de intrigas, retiro-me na paz dos Anjos.
    A! mas primeiro deixo votos de bom fim de semana.
    Beijinhos

     
  • At 6:42 da tarde, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Tenho debicado (pouco) no post.
    Não gosto que a minha vizinha diga mal de mim e vou assumi-lo eu.
    O post é muito extenso. Mas não é por ser assim … é que gosto de ler, tentar perceber e comentar o que li.
    Num post destes, chegava, escrevia algo como, “bela explanação” e marchava … Mas sou um chato; uma carraça. Vou tentar acabar hoje.
    Antes de tudo o mais, será que o “domador das ditas” tem movimento ondulante ou de baloiço? É que fará toda a diferença para a serena eternidade.
    Não sei onde a Rihanna arranjou aquelas parolas estrelas; gosto muito dumas tiras de presunto, entrecosto e … agora do vestido da diva, que até faz fome.
    Estas notícias, do Ervin Antonio Lupoe, que cá para mim não é mais do que o Ernesto António Lopes, um português. Sempre fomos valentes e na hora de disparar não vacilamos; não somos como aqueles “maricas” que se imolam com cintos explosivos, na crendice de que serão mais ‘gente’.
    Espero que os 600.000 desempregados, para não descambarem o país numa falta aflitiva de tumbas e se lembrem de “partir” assim desta maneira, mas sim, tenham a visão suficiente de “enviar” para o além o responsável pelos impostos sobre os esquifes.
    Salto um pouco e vou tentar fixar a letra da canção ”I HAVE A BAD CASE OF DIARRHEA”.
    Não sou muito de fixar nomes, mas recordo-me duma banda que cantava entusiasticamente, “a banda de S. Julião, batata, feijão”, isto repetitivamente. Agora, já não sei bem, se isto era a letra se a música.
    Aprender a dançar aos 5 anos, que ‘pequena’ maravilha e muito instrutivo.
    Então o sexo dos anjos foi plastificado.
    Sócrates ao longo dos tempos sempre sonhou com juros a 7 %, já falta pouco e não sei se vou ter cá em casa um alemão ou uma alemã.
    E ao som dos ‘Sex Pistols’, vou-me despedir. Espero conseguir colocar as patacoadas.
    Uma boa semana.

     
  • At 6:45 da tarde, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Service Unavailable
    Error 503

    UFF!!! Que alívio.

    Sempre ficou.
    Uma boa semana.

     
  • At 11:22 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    São: se calhar nem será preciso. O PEC I, PEC II, PEC III, PEC IV, (ultrapassará o Rocky), e por aí fora, encarregar-se-ão de nos tirar as energias físicas. Acabará a badalada violência doméstica, tão fracos, por apenas comerem uma refeição por dia, ninguém terá forças para levantar o braço.

    As Câmaras vão cobrar o uso do subsolo, algo que era das minhocas, agora tem dono. As contas do gás virão mais caras; aposto que as pessoas que usam botija também vão pagar, e depois reclamar e depois receber ao Totta? (agora, creio que Santander). É a eterna incompetência lusa, reconhecida em todo o lado, excepto em África, onde nos conhecem como esclavagistas.

     
  • At 11:27 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Rafeiro Perfumado: epá, a Odete é tal e qual a Rihanna, até no cabelo, vermelho, se assemelham. E o Marcelo, com um corte de cabelo, fica num Eminem. Ele também desbobina muitas palavras por segundo e pouco sentido fazem. Era um bom par para exportação.

     
  • At 11:29 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Mariazita: nestas coisas da informática é melhor deixar os electrões seguirem o seu percurso, e no final, comprar computador novo. A sociedade de consumo agradece.

     
  • At 11:52 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    José Torres: conheço o movimento trepidatório, que é quando a moça, bem fornecida, pula e os airbags sobem e descem; o oscilatório, quando ela os abana de um lado para o outro; e a combinação dos dois, quando eles fazem movimentos circulares, nem todas o conseguem fazer, carece de grande domínio das glândulas mamárias.

    As estrelas na Rihanna servem apenas para desencorajar os olhos menores de idade, ou os que se chocam com tetas, como os americanos e os árabes. Clicando nas fotos elas aparecem sem censura.

    A propósito de tetas, recebi agora um mail com o desejo do ano: "o meu sonho, é ter uma mulher como o meu filho, que acorde 4 vezes por noite para mamar".

    Cada vez mais o sexo será feito com plástico (queira o petróleo não nos falte), no Chile devem ter mandado umas bonecas insufláveis para os mineiros, e quando saírem terão que ir para terapia para voltarem para as mulheres. Depois do plástico, a carne parece ainda mais fraca, sem piada; as senhoras depois de experimentarem aqueles substitutos das sexshops, nunca mais voltam ao original. Quem é que consegue competir com a corrente eléctrica?

     
  • At 12:40 da manhã, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Só para dizer que já tinha "levantado" as estrelas, mas voltei a colocá-las nos mesmos locais.
    Por isso nem se nota (rsrsrs).

    Então "bons sonhos".
    Pelo que é dado observar (não muito atentamente, que desgraças são o ópio para o povo) todas elas são bem nutridas e se sentiram falta de carne, mesmo que faça mal por ser gorda, vão comer à fartazana.

     
  • At 10:05 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    O povo só gosta de ópio, e narcotiza-se com pouco, dá-se-lhe um osso e faz um rosbife. De 4 em 4 anos, anda de bandeiras na mão, já é suficiente: no ano que vem haverá festa como o povo gosta.

    Dentro da teoria do Raminhos, do programa “5 Para a Meia-Noite”, de que todas as canções podem ser cantadas com a letra de “Atirei o Pau ao Gato”, e neste bom momento noticioso – os jornalistas encheram a barriga, a sua e a dos consumidores de notícias – notei que todas as notícias dos jornais de hoje estão relacionadas com buracos.

    Pegando no Correio da Manhã: “ministra corta nas análises e cesarianas”: ou seja, as crianças terão de sair pelos buracos previamente existentes, e Deus, na sua infinita sabedoria, deu três ao elemento humano encarregado dessa função. “Enfermeiro da Naval muda de sexo”: o que é que ele fez? exactamente, um buraco. “CP e Refer com buraco de 8,8 mil milhões”: nem é preciso dizer nada, já lá está o buraco. “Bento viaja em económica”: não é bem um buraco, é um buraquinho, que sempre poupa uns cobres. “Violada à porta de casa”: mais outra notícia que dispensa comentário, lá está o buraco à baila. “Costinha divide e põe sócios à pancada”: e porquê? por acusa do buraco: casa em que há buraco nas contas e nas classificações todos ralham e todos têm razão. “Mário Machado líder dos skins agredido na cadeia”: ajuntaram-lhe mais uns buracos aos dois com que entrou. “Moniz foi estrela na festa da Júlia”: dois grandes buracos cinzentos da TV lusa. “Espera de horas por Via Verde”: reclama, reclama, mas o buraco na carteira do utilizador não tem fundo. “Menino morre no recreio”: vai para onde todos vamos: para o buraco. pax in anima

     
  • At 10:07 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    ... e tudo graças aos mineiros chilenos.

     
  • At 12:19 da tarde, Blogger São said…

    Sem argumentos, pois concordo contigo, só me resta perguntar: para quando novo texto?

    Um abraço.

     
  • At 1:08 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Isso ainda vai levar algum tempo, pelo menos até ao próximo fim-de-semana. Por enquanto vamo-nos deliciando com as vitórias brilhantes da nossa selecção: apesar de todos os elementos da selecção islandesa somados, ganharem menos que o Paulo Bento - o treinador islandês é carpinteiro de profissão - foi uma brilhante vitória, tão grande como a malta com mais de 510 €/mês pagar mais nos impostos.

     
  • At 11:27 da tarde, Blogger Aiden McKenna said…

    Táxi Pluvioso είπε...
    Ó diabo! não entrou o commment

    em épocas de crise deve-se deixar entrar todos os fregueses no táxi


    E eu que não copiei.
    Mê dês um português que nã copia e inda o admite
    tenha vergonha táxi

    Vou tentar escrever outra vez.

    Há uma verdade indesmentível: não é possível pagar a dívida;
    nã se preocupe que mesmo que seja impossível em 2100 inda andamos a tentar

    os políticos podem pintar-se de preto, fazer o pino, prometer, jurar, que não anulam essa verdade (podem, claro, pedir ao Bono, que é comendador da República Portuguesa, que interceda
    mas acho que o Bono é comendador de muitas repúblicas

     
  • At 12:35 da tarde, Blogger Mariazita said…

    E que lindas histórias eles nos contam!!!
    Pois... as cabeças não rolarão! Por isso eles fazem o que querem; sabem que não arriscam nada...

    Bom fim de semana.
    Beijinhos

     
  • At 5:14 da tarde, Blogger lampâda mervelha said…

    Continuo a dizer que este blog é uma enciclopédia!


    Aqui fica uma pérola:

    http://www.youtube.com/watch?v=kyNU5ejltAI


    Elefantes a pilhas, Rhiana AC com um Eminem DC, tiros nos pés e japonesa que ainda é da familia de Edison. Jovovich com o seu vestidinho d'O Quinto Elemento, virá a Portugal meter isto nos eixos. Vá, que transforme isto numa pequena jangadinha de pedra. Ao menos ficava com praia ao pé de casa e não me poderia queixar de viver no interior. Agrada-me a ideia de trepar entre coqueiros e sobreiros.

    Não? Pronto, então continuamos assim.

    Um abraço!

     
  • At 2:03 da manhã, Blogger Inside Me said…

    oi meu querido, brigada pela tua visita viu, eu nao vou ler teu post pq é imenso me dá uma priguiçaaa, kkkkkkkkk
    mas deixo aqui meu beijo pra ti e todo meu carinho, valeu viu. xeru

     
  • At 8:13 da tarde, Blogger São said…

    rrsss as nossas vitórias são sempre assim: morais ou contra amadores!

    Cá fico à tua espera, feita Penélope

    Boa semana.

     
  • At 9:13 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Aiden McKenna: o Bono é embaixador de muitas repúblicas... mas todas das bananas. Se ele não pede aos credores que nos perdoem a dívida, estamos lixados, estas medidas nem chegam para cobrir os juros.

    Próxima sábia medida baixar as pensões, e mais uns impostos e subida de multas, aqui e acolá (onde ainda cabem).

     
  • At 9:18 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Mariazita: e muitas mais histórias ouviremos. Sócrates diz no Diário Económico que "este orçamento protege o emprego e o Estado social", há lá história mais bonita do que esta? para vender banha muitas coisas de maravilhar ouviremos.

    E aquele Cavaco com os seus auto-elogios? nem espera que seja a esposa a fazê-lo, dá-se como sábio e ponderado.

     
  • At 9:24 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Lampâda mervelha: epá o Rambo turco? muito mais eficaz que o U.S.A. e aquele plof! do lança granadas é material militar stealth.

    Não há dúvida que dentro de pouco a Europa começa em Espanha, não sei, é se sobrará praia, depois do afundamento da jangada de cascalho.

     
  • At 9:28 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Inside Me: isto só pode ser lido por cá, onde o número de desempregados sem esperanças de emprego já ultrapassou o número de desempregados normais. Há muito tempo para gastar. :-)()()

     
  • At 9:37 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    São: duvido que Ulisses arrisque uma aproximação a Lisboa. Cobravam-lhe tanto pela aguada que teria de pedir emprestado o Tosão de Ouro ao Jasão, e mesmo que ele não tivesse problemas para pagar as taxas, há os cantos das sereias, os economistas, que lhe mandaria o barco contra os rochedos de Peniche, o de poucos amigos Peniche.

    Com um pouco de inspiração tenho o post pronto amanhã. Já está quase acabado mas gosto sempre de dar algum tempo para assentar.

     
  • At 1:59 da tarde, Blogger Matilde Quintela said…

    concordo plenamente ! (:
    boa semana para si também

     
  • At 2:55 da tarde, Blogger Inside Me said…

    meu querido, passei pra te desejar uma semana invcrível, bj no coraçãoe brigada pelo carinho, sempre s2

     

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