Pratinho de Couratos

A espantosa vida quotidiana no Portugal moderno!

quarta-feira, setembro 03, 2008

Bangville

Os problemas são como os caracóis. Vêm em pratadas, mas só conseguimos alfinetear um de cada vez. A alma lusa atormentou-se, nestes transactos Verões, com os pavorosos incêndios florestais, mal essa calamidade foi resolvida, eis que brota a “onda de criminalidade violenta”. Para liquefazer os fogos, o Governo apostou em Canadairs, helicópteros, comando centralizado, GNRs adestrados. Tão bem adestrados que, em Tinhela, concelho de Valpaços, o comandante dos Bombeiros Voluntários de Cerva foi forçado a se identificar, por um graduado do Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro da GNR, quando efectuava um corta-fogo. O geninho com divisas, no seu cérebro qualificado, nas técnicas de galar o criminoso, viu apenas um cidadão incendiando mato e cumpriu o seu dever de meter o bedelho.

[[[O calor físico, psicológico e intelectual de Portugal permite anual refastelamento na piscina, suado em crueldade infantil e adulta, como no vídeo “Breathe(dos Télépopmusik ///“Love Can Damage Your Health). Ou, ricos heróis do mar somos, partir para alguma “On Some Faraway Beach” com Brian Eno]]].

De todas, talvez, a estratégia mais eficaz de combate aos fogos tenha sido… retirá-los dos noticiários. A área florestal ardida este ano foi superior a 2007 mas, a sensação que a barriguinha leva para casa é de que, em 2008, não ardeu um chaparro. Quando os telejornais abriam, com jornalistas à porta das escolas, o país ficou a saber que o processo de aprendizagem incluía um olho negro. Mudaram-se, de câmaras e microfones, para as portas dos tribunais, e repetiu-se o pugilato e a falta de segurança, em sala de audiência. Na época do estio, os jornalistas, postados à porta dos incêndios, enxundiaram os telespectadores com a única metáfora que conheciam: “o cenário dantesco”. E as pessoas ficaram com lume pelas barbas. A nova coqueluche dos noticiários, “a onda de criminalidade violenta”, desvelou um Portugal, encafuado dentro de casa, aterrorizado, enquanto espera pela profissional acção da “Bangville Police” (com Mabel Normand, actriz do cinema mudo, apelidada de “Chaplin feminino”, foi a ninfa aquática de Mack Sennett. A sua carreira esgotou-se no álcool e nas drogas).

[[[Nos anos 50, outra “onda de criminalidade violenta” varreu, de lés a lés, os Estados Unidos: os abomináveis ataques de mulheres em lingerie. As pessoas, na santa paz do lar, eram atacadas, através do futuro método de homejacking. Criminosas sem escrúpulos entravam sorrateiras, amarravam as vítimas, humilhavam-nas e intimidavam-nas agredindo-lhes o traseiro com valentes palmadas, para arrancarem o esconderijo dos seus parcos ou rechonchudos haveres.

Documentos destes hediondos crimes ficaram registados nos filmes com Bettie Page. Modelo fotográfico desinibida e fantástica actriz de filmes de regabofe, na década de 50, cuja carreira foi destruída pela sua conversão ao Cristianismo. (Bettie raptada e amordaçada por Shelley Leigh e Tina Farrar; em lingerie tigresa violentamente espancada no rabo; por vezes as vítimas escapavam dos apertados nós; outras invertiam os papéis transformando-se em agressores; noutras lutavam pela vida). Bettie também participou em películas de graciosa dança: 1 ///2 ///3 ///4 ///5 ///6. E contracenou com Tempest Storm.

Os filmes foram realizados pelo mestre Irving Klaw. Primeiro, foi um fotógrafo extremoso. Para o seu material não cair nas restrições da pornografia, que não podia ser vendida por via postal, obrigava as modelos a usarem dois pares de cuecas, para evitar qualquer vislumbre dos pêlos púbicos. Depois, foi um cineasta excelente mantendo o cinema simples. Uma câmara de filmar e umas gajas bastam, o resto, desde o carpinteiro ao argumentista, é acessório]]].

Portugal é tirado a papel químico de Bangville, na paisagem, na arquitectura dos edifícios, nas pessoas e na incisiva actuação policial. No dia 22 Agosto de 2008, entre as 20:00 e as 02:00, a PSP efectuou uma “operação especial de prevenção criminal” na Quinta do Mocho e na Quinta da Fonte. As rusgas são normais nestas quintas mas a novidade da noite foi o helicóptero. Os polícias aprenderam um termo solene, chamam-lhe “meio aéreo”. Voou os céus, de um lado para o outro, com um foco para “dar projecção de visibilidade maior” aos “possíveis alvos infractores” que se acoitavam na escuridão. Foi uma “mais valia para a operação”, pois a iluminação pública, deixa muitos hiatos para perpetrar crimes. A PSP “considera um excelente resultado”, para além da sacramental cocaína / heroína / haxixe, foram apreendidas 8 armas, 9 carros, 2 armas brancas, bastões e gorros. Efectuaram 32 detenções e interpelaram 958 suspeitos de crime.

Nessa noite de Agosto, não saíram às ruas uns badolas fardados (e à paisana, como preferem aqueles com o 12º ano completo), revistando a torto e a direito, distribuindo carolos e taponas deleitados. A “onda de criminalidade violenta” demandou planos, puxar pela mioleira, montar show para a TV. Os graduados congeminaram a “operação especial de prevenção criminal” após a “análise científica que é feita”. E os polícias saíram de olhos postos nos indícios de ilegalidades, num grande aparato para dar maior “visibilidade da acção policial”. Para dizer aos facínoras “estamos presentes, estamos a actuar”, tal como dizem os cantores populares nos salsifrés de Verão.

[[[Na década de 60, os ataques em lingerie diminuiriam, porque as mulheres meteram-se no rock ‘n’ roll. Comparadas com os seus homólogos masculinos, não lhes reconheciam qualidade e originalidade na sua música. Mesmo assim, o primeiro contrato, numa grande editora, pertence às americanas Goldie & the Gingerbreads ///"Moonlight Bay". Elas foram contratadas, para a Atlantic Records, por Ahmet Ertgün, em 1964, numa festa, apelidada por Tom Wolfe de “festa do ano”, organizada pelo realizador de cinema Jerry Schatzberg, em honra da supervedeta de Andy Wahrol, Baby Jane Holzer. Patti's Groove ///“It Won’t Last Long”. Banda de Chester, com Rita Hughes como vocalista, os Jeannie & The Big Guys ///“I Want You”. The What Four ///“I’m Gonna Destroy That Boy”. The Birdies ///“The Hucklebuck(The Birdies talvez seja outro nome para Darlene Love & the Blossoms ///”Goodbye, So Long” ///“Needle in a Haystack” ///“That's When the Tears Start”. Phil Spector pôs Darlene a cantar sob o nome The Crystals ///“He’s A Rebel” ///“Little Boy” ///"Da Doo Ron Ron Ron Ron Ron". E esteve nos Bob B. Soxx And The Blue Jeans ///“Zip-A-Dee Doo-Dah” ///“Not Too Young To Get Married). Banda de Sacramento She ///“Outta Reach”. The Bootles ///“I’ll Let You Hold My Hand”. Nascida na África do Sul Sharon Tandy ///“Hold On”. Margo Guryan, estudante de jazz, colega e Ornette Coleman, teve como professores Milt Jackson e Max Roach, mudou-se para a música pop quando um colega lhe mostrou “God Only Knows” dos Beach Boys /// “Sunday Morning” ///“Love”. The Beattle-ettes ///“Only Seventeen”. O grupo das irmãs Malette, do Canadá, Les Coquettes ///“La Licorne]]].

25 Comments:

  • At 2:59 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Tive que dividir o vasto tema da onda de crimes. Embora já solucionado, não fica completo sem falar de Chuck Norris e Paulo Portas.

    Lembrem-se que Chuck Norris não faz flexões. Chuck Norris empurra a Terra. E que Paulo Portas não se importa de governar no mar ou em terra.

     
  • At 4:09 da tarde, Blogger sp said…

    Apenas para deixar um abraço... e dizer que estive aqui!

     
  • At 7:14 da tarde, Blogger Armando Rocheteau said…

    Ainda não acabei o outro e vem agora este, que não posso perder. Que venha o Norris mais o Portas.

     
  • At 1:30 da manhã, Blogger stériuéré said…

    Eu ainda ontem andei no submarino do Portas, tá arrumadinho!
    Aconselho!

     
  • At 1:31 da manhã, Blogger stériuéré said…

    E já agora , bom trabalho taxi!
    Olha qualquer dia dás-me boleia , tá ?
    é que fiquei sem carro!

     
  • At 7:17 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    A carreira da Mabel Normand acabou pelo álcool e drogas, e a de Bettie Page com o cristianismo. São grandes os males do mundo, mas ainda acredito no Chuck.

     
  • At 11:48 da manhã, Blogger Carlos Rebola said…

    Mais uma corrida pelo país real ao som da música de tempos idos.
    Bem haja o taxista que nos mantém de olhos abertos para a paisagem social, politica, musical, cinéfila...
    O país está sob o "fogo que arde sem se ver" cujo fumo se alevanta, qual cortina ou "Sobre a nudez forte da verdade, o manto diáfano da fantasia..", (senhor bombeiro, identifique-se, está aqui junto do fogo é obrigatoriamente suspeito).
    Algo paira no ar, almas penadas de outros tempos...
    Talvez e bem “I’m Gonna Destroy That Boy”...
    Um abraço
    Carlos Rebola

     
  • At 9:54 da tarde, Blogger o que me vier à real gana said…

    Uma das formas de resolução de fenómenos criminais é, de facto, deixar de lhe dar relevância mediática. Aluguem filmes, carago!... Se preciso for, do Chuck!

     
  • At 11:42 da tarde, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Não gosto de caracóis ...
    Voltarei, depois de os comerem todos.

    AGORA É PARA AGRADECER A CHAMADA DE ATENÇÃO ... é que a gente come, e ás tantas não gosta de caracóis e está a papá-los.
    Neste caso, é uma verdade que não podemos acreditar nas mulheres.
    Infernizam-nos a vida e amim, fui comido por lorpa.
    É mesmo a Charlize Theron, mas como estou a ficar velho, perdemos o paladar e confodeumos tudo.
    Foi a confusão que instalei.
    Obrigado.

     
  • At 3:55 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Carlos Rebola: tentei ir para grupos (algumas a solo) femininos menos conhecidos. Tão desconhecidos que Deus Google não me deu informações sobre eles. Deus guardou-a naquela árvore reservada às Evas.

    Real Gana: a violência não acaba sem Chuck Norris, mais filmes de ninjas e freiras lésbicas. Tenho de acabar de escrever o post.

    José Torres: As estrelas de Hollywood estão a ficar todas iguais. (Acho que sempre foram). É necessário um grande golpe de vista para as distinguir.

     
  • At 12:55 da tarde, Blogger Anónima Salina said…

    Fiquei taxicodependente.
    Obrigada
    Anónima Salina

     
  • At 1:01 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Welcome.

     
  • At 2:14 da manhã, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Se fosse com a vista, distinguiam-se ... mas, eu só as olho ...
    Bem, e tu Margarida não chores que esta vida são dois dias...
    É isso mesmo ... só com muito ...
    Até vou confessar, nunca vi a Penépole ... loira.
    Se tivesse mais atenção, podia desconfiar ... mas quem rouba muito, depois não sabe onde esteve.
    Por aqui estamos conversados e depois envio o cheque das correcçõs, como fez o Ministério da educação, que me tornou, (mais á patroa), ricos.
    Recebeu, 11,67 Euros, por ter entrado de férias mais tarde, para apreciar recursos dos alunos.
    para o ano, ofereço-me eu, para ver se juntamos 20 euros, é que as notas pesam menos que as moedas, (este ano).

     
  • At 3:07 da manhã, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Não me queria pronunciar, mas quem tem galões, não bebe, garotos ou pingos, (depende da zona do país) e o respeito +e muito bonito.
    Por isso, um tipo chamado "josé torres", levou ou deram-lhe 367 dias de detenção e não foi despromovido.
    SIM, são 367 dias de detenção!!!
    Até o FDP do Rebocho Vaz, governador de Angola, em 1971 ou 1972, já nem sei, se borrou todo, a caminho da sua fazenda de café, "Maria João".
    Teve a "sorte" de me calhar a mim, comandar a coluna de protecção.
    Chegou vivo!
    (FDP - Filho Da Política - nada de confusões).
    Tenho dificuldade nas datas, porque como andava sempre no mato, à procura de matas virgens, não escrevia o diário.
    Quando chegava ao aquartelamento, não tinha tinta na caneta. As coisas, passam-se como os contos tradicionais de mulheres para mulheres, quer dizer de homem para mulher, e destas ... estou caduco.
    Esqueci-me que estive na tropa.
    Por vezes perguntam-me , mas eu não me lembro de ver pretos, nem pretas.
    A África tem destas coisas.
    Uma pessoa até deixa de ver ... e eu só me enganei uma vez ... quando pensei que estava enganado.

    (Saiu-me esta ... vai para frase do meu cardenho).

    Os incêndios até eram agradáveis ... via-se tudo a arder, (capim), a bicharada de 4 e 2 patas a fugirem.
    Não se podia abrir fogo, sobre o fogo, só o "torres".
    Felizmente ouvia mal ...
    Nunca usei lenços, apesar de ser difícil de assoar ... usava granadas que faziam dançar quem nunca tivesse visto, ouvido ou ouvisto uma música.
    Que bailação.
    O meu parceiro, não o de cama, era o "menino jesus", um fusileiro castigado, com cerca de 1,60 m de altura.
    Barba até meio do peito, olhos azuis e mais cãndido que o outro jesus de nazaré.
    Não daqui, mas lá dos lados do sionismo e do palestianismo.
    Devem-se sempre refer~encias a divisas ou galões ...

    Também é preciso ser mauzinho para dizer que este ano ardeu mais que o ano passado.
    Eu falo por mim.
    O ano passado, arderam-me cerca de 2300 euros e este ano, nas mesmas condições e com mais uma noite, pouco passou dos 2200 euros.

    E a área era maior, pois tanto eu como a m/mulher, crescemos uns quilitos.

    Pensei que o "jacking" fosse uma modernice, mas pelos vistos, a sociedade já é abalado há longo tempo.
    Foi uma pena a MAKO, só abrir lojas em Portugal, porque com as máquinas a 6 euros, para cortar o cabelo, deixavam de ser necessários os corta fogos, ou pelos ...
    Nem eram necessários acessórios, bem trabalhadas, nem um pelo na sopa, quero dizer, debaixo da cueca que não existia.

    Como deveríamos poder rebobinar os filmes ...
    Consta-se ... e sob forte reservas ... que as televisões pagaram o héli que iluminou os desiluminados, para fazerem a cobertura ... aos que deram ao frosques, muito antes do jantar.

    Já não sou dos anos 60.
    Nessa altura, quando se namora, a vida pára e só se deita a "cabeça" de fora.
    Tudo o que são notícias, são colocadas na horizontal, pois ainda não havia a concorr~encia de pensões, hospedaris e vãos de escada.

    Nunca fui de esquesitices e termos que tais, como rock ‘n’ roll, sei que se começava lentamente e se ia acelerando, antes que faltasse a luz ...
    Belos tempos, nem interruptores eram necessários.
    As luzes acendiam-se e apagavam-se, (agora a esta distância e sem pensar muito, sem sabermos porque e porquê).
    Não conheci famílias ...
    Morei muito perto do parque de campismo da Prelada, PRELADA e não "pelada".
    Para isso éra necessário "debastar o milho, vergá-loe fazer a cama para o gado.

    Como a vida na idade média era diferente.

    E saltar dum eléctrico a 9 nós, mal contados, porque íamos a caminho dum exame de Geometria Descritiva e de repente, (éramos 3), vimos 3 sombras geométricas.
    Há que pedir ao homem da sorte que abrande ... foram três chumbos e sem direito a alvo.

    Avida é bela e gosto de escrever.
    Tenho agora uma visita, que me lava os pés, nem sei se no natal se na Páscoa, naquela cerimónia de bajulação ...
    Ele sabe o que o Torres e não só, há mais dois nomes, fizeram.
    Noano em que entrámos no antro da virgindade, os três, acabámos com as praxes ...
    É histórico, que em 1966, em Ci~encias, não houve praxes ...
    tal a raça dos "bixos" para "lidação".

    A escrever, PAPEI, quase uma embalagem de "línguas de gata" ... são estas coisas que nos dão vida á coisa!

    Bom fim de semana!

     
  • At 3:07 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    O Ministério da Educação sempre pagou bem... ao Ministério das Finanças, via salário (e outros acrescentos) do professor.

     
  • At 3:34 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Estava a escrever o comentário anterior, entretanto apareceu o outro. É o delay destas coisas "néticas", que saem do teclado, mas demoram a aparecer no monitor.

    Como seria de esperar, nos noticiários chove forças da ordem, os jornalistas mudaram-se para a porta das esquadras. Eu gosto dos dirigentes sindicais dessa malta, estão mortinhos por pedir mais dinheiro ao fim do mês, mas não têm coragem e ficam-se pelo "mais meios".

    Teria muita piada que o héli tivesse sido pago pelas TVs.

     
  • At 11:34 da manhã, Blogger Maria said…

    quando eu acabar de ver todos os videos nos links, voltarei cá. Acho que em 2010 a tarefa já estará acaba ;)
    Gostei da abordagem !

     
  • At 7:17 da tarde, Blogger manuel said…

    Bettie Page e Milt Jackson...good!

     
  • At 3:54 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Para ver os links demora-se três horas. Só os do Deus Google, na sua encarnação YouTube, para os outros será muito mais.

    Pior foi o post anterior. 7 horas para ver tudo.

    Bettie Page vai bem com tudo. E esse grande cineasta Inving Klaw?

     
  • At 6:40 da tarde, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Só costumo aparecer no fim, mas hoje acabei o que já tinha comido sem ver.

    Nunca gostei de injecções ... desde os tempos em que fugia pelo meio da couves, que eram sequóias para mim, quando aparecia ... naquela altura, era sapateiro, ferreiro, enfermeiro, tipo chinês, não por ser amarelo, mas por vender ou melhor, tratar de tudo.
    Esta é mesmo verdade, vi-o abrir a bocarra da vaca, meter a mão e o braço direito até ... não vi o local, mas "sacou" um limão inteiro.
    Soube depois que, o limão, estava a engasgar a vaca, NÃO É BRINCADEIRA, NEM MENTIRA!!! EU VI
    Portanto um actual chinês, mas com menos cinquentas e muitos anos ...
    Mas mal via entrar o personagem, mesmo doente, que era nessas alturas que tinha visões ... fugia.
    É que aos humanos, espetava umas agulhas de ferro ferrugento e descarregava frascos de veneno através delas.

    Acabei, hoje, com os links.
    Por falar neles, eu que sou curioso, fui ver à minha enciclopédia o significado da palavra.
    Já reclamei para a editora, porque o mais aproximado possível é o, Heinrich Friedrich Link, (veja-se que só se utiliza no singular). Foi aquele que disse ou mandou dizer que as plantas necessitam de terra para viver.
    Não sei se foi bem assim que o disse, mas por volta de 1800, escrevia-se muito mal.
    Ele, e outro que tal, (PALERMAS!), escreveram algo como, "Flora Portuguesa".

    Por causa da vaca com um limão entalado é que me "alembrei" destes dois "alimões".

    Uma boa semana.

     
  • At 4:26 da manhã, Blogger o que me vier à real gana said…

    Táxi..., de facto tenho esquecido o importante papel do chuck na luta contra a violência. E raramente o homem necessita de arma de fogo!
    Continuação de excelente blog!

     
  • At 11:14 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Estou numa espécie de retiro sabático para terminar o post. Nesta 2ª parte sobre a criminalidade violenta, tenho de referir o papel do cinema e TV, na formação dos polícias. Estou a ver que isto vai ficar longo.

    Se os polícias podem ser educados com filmes de ninjas e Chuck Norris. As mulheres, terá que ser com filmes sobre freiras lésbicas, para lhes desenvolver boas qualidades morais.

    Se calhar vou ter que dividir este post outra vez. Uma parte sobre educação masculina e outra sobre normas para meninas bem comportadas com guns without roses.

    José Torres: não creio que exista grande mistério sobre a palavra links. É o plural de link que significa "ligação". Fica mais fino escrever em inglês. Não conhecia o Heinrich Friedrich Link.

    Real Gana: o Chuck e também esse portento da law & order que é Steven Segal.

     
  • At 11:20 da tarde, Blogger o que me vier à real gana said…

    taxi pluviso, porra, já me esquecia desse! LOL

     
  • At 12:24 da manhã, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Caríssimo

    Nunca ligue ao que eu escrevo ... nem sei quando minto ou falo verdade.
    Tenho a impressão que minto a mim mesmo para me rir só.
    A enciclopédia era de português, daí haver poucos ou só um "Link".

    É que gosto da nossa língua, na verdadeira acepção de, fala e escrita, não qualquer língua de vaca coma doença da língua azul, apesar de eu ser do Belenenses.
    E pelo que li, parece-me que tenho que aprender brasileiro, para depois aprender o português do novo acordo , será "orográfico" ?

     
  • At 12:33 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    Lei de Murphy (Charles Bronson).....Fas falta ?

     

Enviar um comentário

<< Home