Pratinho de Couratos

A espantosa vida quotidiana no Portugal moderno!

terça-feira, novembro 10, 2009

Rebentos & grelos & brotos & vergônteas

As vedetas caminham o vale das luzes, as revistas cor-de-rosa, ou a sua versão mais reles, os jornais de referência, badalejam-nas,
nuas nas capas, para que os incógnitos, escolham livremente, quem lhes levará os dedos, os anéis, os votos, o tempo, e refulja a Esperança. Algumas cedem o seu nome a novas espécies. O povo idealiza-as bonitas 2.0. São procuradas na Net ou nas esquinas das avenidas, pelo comum dos mortais, pela bófia, ou pelos paparazzi, (cuja perseverança recompensou numa Jacqueline Kennedy nua). E, no glorioso Portugal, quem não ambiciona cruzar-se com o vivo-vivo Ernâni Lopes, que atire a primeira solução para os problemas da “economia”, ou quem não lhe apeteceu comungar a Erica Fontes na missa que atire a primeira hóstia.
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Na secção procriação – a prole das celebridades – uns rebentos assemelham-se com o
pai outros com a mãe.
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Harper Simon – nasce dia 7 de Setembro de 1972, filho de Peggy Harper e Paul Simon, um membro do casal Simon & Garfunkel, que alcançou o seu maior sucesso a solo, o álbum “Graceland”, rapinando música nas voltas do mundo. (Segundo Steve Berlin de Los Lobos, Paul era um “colossal falhado”, quando eles foram chamados para uma colaboração: “entramos no estúdio, e ele tinha literalmente nada. Quero dizer, não tinha ideias, não tinha conceitos, e disse: ‘bem, vamos improvisar’” e no final surripiou-lhes o resultado dessas sessões, a canção “All Around the World or the Myth of Fingerprints”). Harper, aos 4 anos, cantou “Bingo”, com o pai, para a Rua Sésamo, no entanto a sua carreira penou por falsos arranques e retrocessos, e só em 13 de Outubro deste ano editou o primeiro disco – “Berkeley Girl” h “From the Morning” h Harper Simon & Friends h Sean Lennon e Yuka Honda.
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Chaz Bono – no início da década de 70, a díada Salvatore Phillip “Sonny” Bono e Cherilyn “Cher” Sarkisian larachavam junto dos melhores actores americanos de sempre, Ronald Reagan e Burt Reynolds, no programa The Sonny & Cher Comedy Hour. Nele apresentaram a sua filha Chastity Sun Bono, baptizada com o nome do primeiro filme de Cher, “Chastity” (1969), e nascida dia 4 Março de 1969. A criança não morreria de amores por saias e insistia numa vestimenta masculina, mais tarde, (1998), decifrou o enigma: “quando tinha 13 anos, finalmente encontrei um nome para a minha diferença. Compreendi que era gay”. Ela iniciou carreira, sem sucesso, no grupo Ceremony e descobriu outra vocação: ser gajo. E, em 2008, decidiu transmigrar de género. Sonny & Cher conceberam uma bela rapagona, que hoje é um belo rapagão, cumprindo tarefas de macho.
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Kyle Eastwood – músico de jazz, nascido em 19 de Maio de 1968, filho do cowboy / bófia fdp Clint Eastwood e da modelo Maggie Johnson. Irmão da realizadora, actriz, modelo e estilista Alison Eastwood, despida com classe e capa da Playboy de Fevereiro de 2003. Kyle explicou (2006) a sua musicómana opção: “os meus pais legaram-me o gosto pela música e o meu amor pelo jazz vem desde tenra idade”. Tem quatro CDs editados e colaborou nalgumas bandas sonoras dos filmes do pai. E o querido Portugal viu-o, no Vale do Douro, no mês de Setembro, entre as vedetas Milos Forman e Andie McDowell – “Iwo Jima” h “Big Noise”, do CD “Paris Blue”, o pai Clint assobia na versão de estúdio h “Song for you” h no festival de jazz das Canárias.
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Bobbi Kristina Houston-Brown – filha da parelha em drogas, Whitney Houston e Bobby Brown, nasceu em 1993 e já pinta a manta, não degenerando. A mãe Whitney, apesar de habitar uma casa cheia de soul music – é filha de Cissy Houston, afilhada de Aretha Franklin, e prima de Dee Dee e Dionne Warwick –, ficará na parede da fama pelo seu espectacular “kiss my ass”. Whitney, Bobby e Bobbi Kristina habitavam um normal lar americano: no ano passado internaram Bobbi Kristina para tratamento psiquiátrico, porque atacou a mãe com uma lâmina e cortou os pulsos, e Whitney contou no programa da Oprah, que o marido Bobby, naquele feliz casamento de 14 anos, lhe cuspia e batia. Whitney regressou aos palcos este ano. A editora cobiça empanturrar-se de x+y+zê-liões de dólares, que até bloqueia o vídeo de apresentação, e investiu muito trabalho forçado de manicure, pedicure e “caracure”, para suplantar a cara de drogada pela cara comercial. “Nippy”, alcunha de Whitney, abençoa as adolescentes transformações da filha, diz ela, que em criança possuía a estrutura corporal de Bobby e agora, fisicamente, se lhe assemelha, e já escreve e canta, e arrastou-a para o palco numa das suas actuações.
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Georgia May Ayeesha Jagger – nascida dia 12 Janeiro de 1992, interessada em roupas e modelo, fotografada por Norman Jean Roy, cumpre um ancestral desejo do planeta Terra: a boca de Mick Jagger num corpo feminino. Para alcançar essa perfeição Jagger esforçou-se. Primeiro, com Marsha Hunt, cantora e escritora, (reconheceu, na sua autobiografia, que “Brown Sugar” refere-se a ela), resultou na Karis Hunt Jagger (4 de Novembro de1970). Depois, a nicaraguense Bianca Jagger contribuiu com a modelo e desenhadora de jóias, mãe de duas filhas, Jade Sheena Jezebel Jagger (21 de Outubro de 1971). As filhas brotavam mas de lábios nicles, até Jerry Hall, modelo na capa do álbum “Siren” e no vídeo “Let’s Stick Together”, de anel no dedo, enfiado pelo apaixonado namorado Brian Ferry, ir na cantiga do bandido de Jagger, e chutar Ferry pra canto. Na primeira tentativa nasceu Elizabeth Scarlett Jagger (2 Março de 1984), na segunda James Leroy Augustin Jagger (28 Augusto de 1985), e na terceira foi de vez, Georgia May Jagger pula cá fora. Jagger, embalado, ainda deixa nos braços de Jerry Hall, Gabriel Luke Beauregard Jagger (13 Dezembro 1997), antes de engravidar a modelo brasileira Luciana Gimenez, com Lucas Maurice Morad Jagger (18 Maio de 1999). Jerry Hall mereceu música, Jagger dedicou-lhe “Miss You”, e quando ela chibou inconfidências carnais, na autobiografia “Tall Tales” (1985), Ferry respondeu-lhe “Kiss and Tell”.
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Eva Maria Livia Amurri – filha de Susan Saradon, e do realizador italiano Franco Amurri, nasceu dia 15 de Março de 1985. E este ano mostrou um par de motivos, para ser uma grande actriz, no papel da estudante e part-time stripper Jackie, na série “Californication”.
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Lourdes Maria Ciccione Leon – nascida dia 4 de Outubro de 1996, filha de Madonna e Carlos Leon, prossegue as pegadas da mãe, acompanhando-a no palco ou ao piano. A pegada “madonológica” estica-se desde os guedelhudos tempos: o leilão de duas fotos suas, sem barbeado púbico, publicadas na Playboy de 1985, alcançou 37 500 dólares. Parodiada no “Medusa: Dare To Be Truthful”. Apostou adoptar o Malawi e perfilhou um brasileiro na cama. Divorcia-se por 75 milhões de dólares e compra uma casa de 38. E o novo single chama-se “Revolver”.
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Leopoldo "Polo" Jasso – é um habilidoso cartoonista, filho de Klaus Kinski, o actor alemão, célebre pelas suas citações e contributo na fabricação de Nastassja Kinski, (descoberta aos 15 anos pelo prisioneiro dos americanos Roman Polanski).
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Dree Louise Hemingway Crisman – Bisneta do “agente Argo”. (Ernest Hemingway, na década de 40 do século passado, contactou em Havana e Londres, agentes do KGB, presenteando os seus serviços de “espião diletante”, para ajudar a causa de Stalin, mas as suas informações nunca foram relevantes e descartaram-no no final da década. O bisavô era também um bom conselheiro. F. Scott Fitzgerald, acusado pela mulher Zelda de ser pouco abonado, responsabilizando esse “pequeno facto” pela sua própria maluquice, consultou Hemingway, e este mediu-lhe o pénis na casa de banho do Michaud’s, na esquina da Rua Jacob e a Rua des Saints-Peres, em Paris, avalizando normalidade. Céptico deste diagnóstico, então Hemingway mandou-o “comparar com as estátuas do Louvre”, para tirar as teimas). Dree, nascida dia 4 de Dezembro de1987, é filha de Mariel Hemingway, actriz que recebeu o nome da cidade portuária cubana, e dotada de bons genes para desnudar-se. Cumpriu-se esse desígnio na Playboy de Abril de 82, e em papéis, pendendo para o outro lado, no filme “Personal Best” (1982) ou “In Her Line of Fire” (2006). E, claro, foi fotografada pela ubíqua Annie Leibovitz. Dree Hemingway é uma quinta coluna da moda, por ela dobram os sinos, quando diz adeus às… roupas.
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Mao Xinyubelo moçoilo, nascido dia 17 de Janeiro de 1970, é neto de Mao Zedong, e para quem o “avô é Deus”. Já não há proletariado, não há campesinato e a luta de classes, vence-se engatando uma viúva rica (ou viúvo). Não há campesinato, vírgula, mas há campónios. Tal com Pacheco Pereira, Mao Xinyu é também um ferino blogger. O soldado raso Pacheco, no Parlamento, é a Esperança de Portugal: o pulítico! a responsabilidade pulítica”! – bracejava ele. O coronel Mao Xinyu posta sobre a causa de Mao Zedong, e como o sol nasce no Oriente, quem sabe se não será a Esperança do movimento maoísta.
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Yevgeny Dzhugashvili – nascido na década de 30, filho de Yakov Iosifovich Dzhugashvili e Yulia Meltzer, uma dançarina judia de Odessa, é neto de Stalin. No país das formosas fontes, das denunciadoras mini-saias, da arte de salsicharia, das cidades perdidas, das noivas pra casar, da tecnologia dos tanques de guerra, do boxe feminino (graças a Deus, sem cuninlingus, esse letal golpe que todos/as atira ao tapete), das novas estratégias de luta, como a greve de sexo, Yevgeny Dzhugashvili também evoluiu. Não guarda rancor ao avô, que encolerizado pelo namoro de Yakov e uma judia, comentou com desprezo, enquanto o filho se esvaía em sangue, após uma tentativa de suicídio: “ele nem disparar direito sabe”. Yevgeny processou a Novaya Gazeta, por atentado à honra e dignidade do avô, que num artigo, adjectivava Stalin de “canibal sangrento”. O juiz decidiu em favor do jornal. Valeu a intenção de dourar a pílula Stalin. O historiador Orlando Figes falando, talvez, com dor de corno, por lhe terem cancelado a publicação de um livro, sobre a vida na época de Stalin, ou mais provavelmente por causa de uma “luta ideológica pelo controlo das publicações históricas”, afirma que o Kremlin quer reabilitar Stalin.
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Sarah Darwin – bióloga, tetraneta de Charles Darwin participa, desde 1 de Setembro até Maio de 2010, numa espécie de reality show científico, que reconstitui o percurso do navio HMS Beagle, pelo Hemisfério Sul, carregando o seu embarcadiço tetravô, no século XIX. A bordo do veleiro Stad Amsterdam, financiado pela TV holandesa VPRO, filmam “Expedição Darwin – As Espécies e o Clima”, um documentário de 35 episódios, sobre as descobertas do evolucionista. Sarah embala-se na espuma das boas intenções: “espero poder ver, através dos olhos do Darwin do século XIX, os lugares que visitou, ver o que ele viu, os factores que o levaram à conclusão da evolução através da selecção natural”. O século XIX produziu “A Origem das Espécies”, um dos livros mais odiados na América, agarrada às saias da Bíblia. O século XXI, para além de “conteúdos televisivos”, produzirá… ecológicos.
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George Prescott BushJeb Bush e a mexicana Columba Garnica Gallo geraram, quiçá, a Esperança (mais uma) do mundo. No Texas, dia 24 de Abril de 1976, nasceu “P”, sobrinho de “W”. O tio Wbush, um amásio de livros (sim, gosta de Camus), um parque de diversões na parvónia global, na sua colossal alma, não fez, mas doou História. Só os políticos europeus mortos, mas não enterrados, lhe assacaram o final dos tempos, salvos pelo gongo (o presidente Báráque). A providencial eleição esbulhou o racismo, até das prateleiras dos hipermercados, quando a Coles concordou alterar o injurioso nome das suas bolachas “Creole Creams”. Mas ainda subsiste uma raça inferior nos E.U.A.: os mexicanos. “P”, filho de mãe mexicana, ocupando a Casa Branca, aspergiria de Esperança estes desgraçados (e os europeus, sempre ávidos). O pai Jeb acirra o Partido Republicano a limpar a imagem de “partido de velhos branquelas”. Na biografia do filho, já constam factos importantes, para uma eleição “casa branquiana”. No dia 31 Dezembro de 94, arrombou e entrou na casa de uma ex-namorada, na Florida. Cumpriu a tropa com treino de “oficial inteligente”. E, casou com uma “toda americana girl”, a Amanda "Mandi" Williams. Diz o adágio: “depois que o menino nasceu tudo cresceu”. Que a Virgem de Guadalupe proteja “P”, putativa Esperança do Universo!

17 Comments:

  • At 6:33 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Para finalizar esta série sobre descendentes, decidi postar todos os que aqui tinha de uma enfiada, e ficou muito longo.

    O neto de Mao ou o sobrinho de Bush têm grandes possibilidades de "salvar" o mundo (ou seja os europeus que perderam o tino). Ah... e a filha de Jagger vem provar o erro de Leibniz, afinal o mundo comporta mais perfeição.

     
  • At 12:04 da tarde, Blogger São said…

    ...e as crianças ( pobrezinhas!!) ainda sabem a quem devem chamar mãe e pai?!

    Tudo de bom.

     
  • At 12:42 da manhã, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Vinha espreitar e ...
    Tive sorte.
    Vou voltar, mas levo a imagem do chocolate do 1º link.
    Será da qualidade daqueles que desaparecem no Verão e surgem pujantes, (talvez despidos do papel de estanho, vulgar prata).
    Até já.

     
  • At 5:35 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    São: essa é a grande questão shakespeariana. Já não é "ser ou não ser", mas "quem é o pai?", depois daquele casal americano que tinha 4 belos rapazotes loiros e olho azul, por uma questão de doença, fizeram testes e descobriu-se que ele não podia ter filhos.

    Desde aí o mundo ficou mais desconfiado.

    E as mães vão pelo mesmo caminho. Não é só o Eça de Queirós que era filho de mãe incógnita.

     
  • At 5:44 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    José Torres: é do ténis, com "t", segurar as raquetes tonifica os músculos, ou então é Photoshop.

    A Cláudia Vieira, quando apareceu mais arejada numa revista, apressou-se a sossegar o pai, que não estava nua, explicou-lhe que lhe tiraram as cuecas com o Photoshop.

    Eu ainda sou do tempo em que se tirava as cuecas com um jantar, um paleio bem dado, ou dinheiro vivo, enfim, tudo muda, é preciso acompanhar. Eu nunca pensei ver os padres a defender o casamento civil, e no entanto, aí estão eles a lutar por essa sacrossanta (embora leiga) instituição. As coisas mudam de facto mas para o cómico.

     
  • At 9:09 da manhã, Blogger Rafeiro Perfumado said…

    Não, eles caminham no vale das trevas, com fugazes iluminações causadas pelas capas de revista em que conseguem constar. Tudo o resto é escuro como o breu.

    Abraço!

     
  • At 10:22 da manhã, Blogger sexy1689 said…

    Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

     
  • At 4:09 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Estava a ver que não me calhava spam para apagar.

     
  • At 4:11 da tarde, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Rafeiro Perfumado: lá fazem pela vida. Enquanto os deputados todos combatem a corrupção.

     
  • At 6:44 da tarde, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Ainda se tiram com um jantar e agora até começa o trabalho no restaurante ...
    Mas ainda bem que tudo evoluiu e agora é mais fácil (ou até mais difícil, depende).
    Estou a recordar-me da terra das lâminas de barbear, onde nem todos(as) fazem ou faziam uso delas.
    Este Ernâni Lopes não será um ex das Finanças e que deixou tudo "arrumado" até à ínclita geração.
    (Isto é para ser apreciado daqui a 50 anos, porque senão não há a dita ínclita).
    Ah! A mocinha vai ter futuro.
    Quando fazemos o que gostamos ...

    Chamar-lhe a atenção que tem aqui uma falha:
    "Kyle Eastwood – músico de jazz, nascido em 19 de Maio de 1968, filho do cowboy / bófia fdp Clint Eastwood" é que bom fim de semana é mesmo bfs e não fdp.
    De música pouco percebo, mas de "cóboiadas" ... nem sei as que não vi.
    Pensei que nos vestíamos com classe, agora despir ..., será fazer a "barba"?
    Gostava de saber assim tanto de parentescos.
    É que tenho primos e primas que nem conheço e outro dia, há 15 dias, estava em Espanha (nos arredores de Porriño) e conheci uma prima.
    Agora que ficou jimbra como eu é que apareceu ..., sorte a minha!
    Acompanhei a evolução da Bobbi Kristina e como não podia deixar de ser e ver a Georgia May Jagger.
    Aprecia-se a beleza da mãe e filhas e mesmo para quem não gosta de bifes tem desejos de carne.

    Agora, por falar em carne, vou investigar umas castanhas assadas num qualquer bixeiro perto do portátil, onde deverá haver marmelos, não aos pares, mas já "amassados" e por falar nisso, contorcer-me numa vã esperança de imitar (para mim exclusivamente, que sou narcisista) a Eva Maria Amurri.
    Prometo um copázio dum Xerez que nem sei como se escondeu de mim durante tanto tempo.

    INTÉ!!!

     
  • At 10:10 da tarde, Blogger xistosa - (josé torres) said…

    Depois de uns pedaços de madeira assada, para colocar em ordem o estômago, onde imperava a carne assada em pequenos cilindros, salvou-se o molho.
    Um remédio generoso duma quinta do douro, talvez um pouco mais doce que o meu gosto.

    Como para comer não convido ninguém, puxa!, podem aceitar ...
    Terminei no fim.
    Como gosto de saber desta vidas, não me coibo de ir abrindo e fechando portas.
    Nem sabia que o Mao deixou descendência de envergadura.
    O proletariado parece que não acabou, a UE continua a mandar uns dinheiritos para fechar determinadas coisa, mas parece-me que ainda há quem faça algo.
    Tem mesmo de haver, senão como me chegaram ao fogareiro as castanhas?
    Isto é assim do pé para a mão.
    Também há os que levam o que estou a escrever, que me parece não existirem já, pombos correios.
    É este o proletariado, não o que levam a produção, mas os que oferecem a sua força braçal.
    Muitos até já nem usam carteira, é uma bolsa a tiracolo que sempre dá para mais uns trocados.
    Daqui a mais uns anitos já nem será necessário matarmo-nos a trabalhar.
    Chegarão os chineses ... e será a nossa libertação.

    Não sei se se importaram também políticos, daqueles com sorrisos e agora olhos rasgados.
    À medida que avanço, sim, que o caminho desta vez é longo, fico a saber o que não sabia.
    Nem da família do Mao, nem do Zé Estaline.
    Este deixou boa semente ...
    Depois me ter empanturrado de castanhas com carne só mesmo um jejum de algumas horas.
    Como se nota perfeitamente a marca das minis.
    Ao ver os submarinos russos, digo, os tanques do Portas, parece que algo não bate certo.
    Mas estes são o máximo, servem o exército, a armada e a aviação (para sobrevoarem as águas).
    Aquele político que beijou Zés e Marias não soube da sua existência?
    No meu tempo já existiam "punchings" mas com outras formas menos surpreendentes.
    Por causa da greve de sexo, vi o nosso 1º a ser vacinado no momento em que entrei.
    Até me dá vontade de me ir vacinar já amanhã.
    Mas não vou fazer como o Enke, quero despedir-me na "Flor dos Congregados" que já lá não vou há uns anitos largos.
    (os rojões e as papas de sarrabulho eram divinais. Mas nada têm em comum com o Deus do nosso Nobel, ou o dos nossos papagaios).
    Será que o Zé Estaline foi um militante da PETA?
    Ia escrever algo que vi, ou li, mas parece que ele só tirava as peles aos humanos, (ou mandava tirar).
    Até que enfim que encontrei alguém conhecido.
    Foi a Sarah Darwin, em casa de quem estive há uns dias, (ou no Twitter), por causa de um trabalho para a causa ...
    O Bíblia levou agora um empurrão para o palco da fama e os verdes estão um pouco, pouco ecologistas e desceram do palco.
    A Columba Bush já não deve ter gerado nada, está na idade que eu designo da "idade da loba", mas para além de outras coisas já não dá fruto.
    Para alguma coisa serve e Net.
    Entrei aqui, li, vi, comi aqui deste lado, mas vou pensar na minha religiosidade e na Padroeira do México (ou a sua representante na Terra).

    Cumprimentos.
    Obrigado pela lição e ...
    Um bom resto de semana.

     
  • At 10:26 da tarde, Blogger Fernanda said…

    Olá T.P.

    Afinal diga-me lá o que é que não sabe da vidinha de todas essas "Super Stars"???
    WOW, I'm impressed, apesar de não ler "tabloids" e detestar cuscisses.

    Honestamente acho-lhe muita piada, dá-me a sensação de que escreve um extracto do seu próximo post por dia, e depois monta o puzzle...

    A verdade é que gosto de o ler, fico com um sorriso tipo Manuela Moura Guedes (salvo seja) mas não retive quase nada, desculpe a sinceridade...simplesmente porque para além se já saber que todos se baralham todos, se esticam todos, se permutam todos, se comem todos uns aos outros, e mais ....
    Eu sou só fã do que muitos deles produzem, sou doida por música, por Mick Jager, despite his lips, Jim Morrison... de tantos dos que citou até aos mais recentes - Muse, por exemplo.

    Sei que não citou Jim Morrison nem os Muse.

    Abraço,

     
  • At 1:14 da manhã, Blogger Carol Garcia said…

    e sempre vai ficar uma duvida, as crianças sobre os pais !
    :D

     
  • At 6:18 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Fernanda: no fundo, bem no fundo, só existem tabloids.

    O jornalismo moderno foi fundado por: Randolph Hearst, exactamente o autor do conceito de tabloid, os jornais existem para serem vendidos, logo deve dar-se às pessoas o que elas querem; e a função do jornalista foi definida pelo caso Watergate. Dois otários do Washington Post são manipulados para levar à demissão de Nixon.

    Os jornais têm de dar lucro e os jornalistas são paus mandados dos políticos, empresas etc. Temos visto a sua função nestes "casos mediáticos" que abundam.

    Claro, os post levam muito tempo a escrever, porque misturam muita informação. Como diz o outro isto está tudo ligado, e quando se começa a escrever sobre uma coisa, aparecem logo duzentas outras que se lhe estão relacionadas.

    A nossa memória é selectiva, é natural que só retenhamos aquilo que está no círculo do nosso interesse.

    Já escrevi sobre o Morrison mas num post antigo. Sobre os Muse não, apesar de até gostar deles, são mais audíveis que os chatos Radiohead.

     
  • At 6:20 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Carol: você anda desaparecida, bom... aí é Verão, deve ser isso, praia é melhor que monitor de computador :-))

     
  • At 9:44 da tarde, Blogger manuel said…

    ahahah Creole Creams parece o nome de uma banda de new orleans dos anos 10!

     
  • At 7:46 da manhã, Blogger Táxi Pluvioso said…

    Os americanos aparvalharam tal como os portugueses. É a História na sua fase comédia.

     

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