Pratinho de Couratos

A espantosa vida quotidiana no Portugal moderno!

sábado, fevereiro 12, 2011

‘Bora lá Portugal!

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O pulso de um povo toma-se pelos seus líderes. Anencefálo militar ou inhenho civil desgraçam mais que filoxera em vinhedo. O vulgado povo, seja por rupícola localização ou por téssera sinalização, está bem servido de enormes testaças. Da inteligência castrense: um pelotão de 52 gajos e uma gaja da Escola de Tropas Pára-quedistas de Tancos batia o seu revigorador cross matinal no meio de uma estada, bateu-lhes a carrinha do homenzinho dos jornais; baixas: 16 militares atropelados, por que a tática era correta: “vinham dois elementos à frente e dois atrás para sinalizar a coluna militar, de forma gestual”, ou seria uma desgraça. Da inteligência pública: Aslan, o grande leão das “Crónicas de Nárnia” (2005), enaltece-a: “que a vossa sabedoria recaia sobre nós até choverem estrelas dos céus”. Os chefes civis portugueses são génios do vira-cu argumentativo [1]. O faceiro povo: “120 mil portugueses ganham menos que o salário mínimo”, amante da fugalaça e de peguinhar seus dirigentes: o “espírito nacional do queixume” (José Sócrates) tem imaculado próximo yes prime minister, Pedro Passos Coelho: “mas há uma coisa que o país inteiro hoje sabe, é a situação em que estamos. Ao contrário daquilo que a prest… que o ili… o ilusionismo do Governo quis fazer crer, a situação em que estamos não tem nada a ver connosco” [2], ou seria uma desgraça. Seguir-se-ão muitos momentos LG.

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[1] Em 1980, sem comer carne ou peixe, vivia-se, e feriava-se no Algarve. Basílio Horta, ministro do Comércio e Turismo, no VI Governo Constitucional, aclarava. Jornalista: – “quando é que os portugueses podem voltar a passar férias no Algarve?”; Basílio: – “quais eram os portugueses que passavam férias no Algarve e agora não podem?”; jornalista: – “aqueles que não podem pagar 100 escudos por uma bica, Sr. ministro”; Basílio: – “ora bem, olhe, eu quero dizer que, aqueles que hoje não podem pagar 100 escudos por uma bica, e não são muitos sítios que é 100 escudos, que a bica custa 100 escudos, eram aqueles que eventualmente, há bem pouco tempo, não é? talvez não pudessem comprar carne, não pudessem comprar peixe, e viviam. E ainda há, muitos deles. Vivem em condições muito difíceis. O problema que se nos coloca é, tentar equilibrar a necessidade de receitas turísticas e divisas estrangeiras, para equilibrar a nossa balança de pagamentos, com um direito fundamental dos cidadãos, que é o seu direito a férias. Posso no entanto dizer que neste momento, fora da época alta, o Algarve é uma região acessível”.

[2] Transformando o nome em cara são completamente diferentes.

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Raoul Vaneigem, no seu livro “A Arte de Viver para a Geração Nova”, enumerou a evolução do Poder: “as três fases históricas da evolução do senhor: 1º - o princípio de domínio, ligado à sociedade feudal; 2º - o princípio de exploração, ligado à sociedade burguesa; 3º - o princípio de organização, ligado à sociedade cibernetizada”. “O capitalismo inaugurou a necessidade de explorar os homens sem disso extrair um gozo passional”. No século XXI, a luta de classes já não se peleja de baixo para cima, do proletário versus capitalista, mas de cima para baixo. O capitalista, mirrado pelo encolhimento da riqueza com a “crise”, reprimiu o prazer e “profissionalizou-se”. E o novo grito ribomba: “lucro ou morte!”. Henrique Granadeiro, presidente da PT, sobre a venda da Vivo à espanhola Telefónica: “… nós não temos estados de alma, nós somos profissionais e por isso, por muito do nosso sangue, que ‘teja naquele turn around da Vivo em tão pouco tempo, por muito do nosso afecto que esteja naquela operação, er… er… para além disso, como diria o Fernando Pessoa ‘manda a vontade que nos prende ao leme’ que é a dos nossos accionistas”. O cliente desapareceu das folhas das empresas. É uma vaca num prado para ser ordenhada/o. A função do Estado, acompanhante de luxo da classe dominante, reduz-se a simples recuperação das fortunas. Abre hiante boca, do “homem de Marte” [1], não por carros ou guitarras, mas por dinheiro vivo ou morto [2]: há sempre escolas, estradas, Bancos, hospitais, empresas, nas mãos dos privados empreendedores, para financiar. Promiscuidade boazinha [3].

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[1] “And then you're in the man from Mars / You go out at night eating cars / You eat Cadillacs Lincolns too / Mercurys and Subaru” em “Rapture”, dos Blondie.

[2] Musculação das Taxas de Saúde, atestado médico: 2,99€, vai para… 20€; atestado de junta médica: 0,99€, vai para… 50€; atestado de junta médica de recurso: 1,80€, vai para… 110€; vacina da febre-amarela: 0,12€, vai para… 100€; vacina da febre tifóide: 0,12€, vai para… 50€. A cambalhota teórica dada por Graça Freitas subdirectora-geral da Saúde: “não é um atestado que as pessoas estejam sempre a tirar. Portanto são certificados, é-lhes atribuído um determinado grau de incapacidade, com esse grau de incapacidade obtêm benefícios fiscais, se lhe derem incapacidades para isso. E depois a renovação desse atestado ocorrerá uns anos depois e nalgumas situações até pode nem ocorrer. Portanto mais uma vez, não é uma situação em que as pessoas recorrem no dia a dia. São situações excepcionais na vida das pessoas”. Afinal, estes aumentos são coisa para uma vez na vida, perdem um braço, uma perna, o juízo, e “obtêm benefícios fiscais”.

[3] Kirby Ferguson publicou a segunda parte de “tudo é remix”. E no cinema: “Kill Bill”.

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Lumière et Compagnie” (1995), para comemorar os 100 anos do cinema, 41 realizadores filmaram uma curta-metragem com o cinematógrafo original, inventado pelos manos Lumière. “As curtas-metragens foram editadas na própria câmara e cumpriram três regras: cada curta não seria superior a 52 segundos. Não há som sincronizado com a imagem. Não há mais do que três takes”. A previsão do irmão Louis: “o cinema é uma invenção sem futuro” falhou, alentando-nos a superioridade da cultura americana. – Trailers de 2011, um ano sem um filme de Steven Seagal, o mestre do Aikido, é um ano perdido; agora que o Santo Padre abençoou as redes sociais, salvará a boa ação “Priest”: “não fazes ideia do que aí vem, padre”; ou a ação de graças do documentário “Phil Ochs: There But Fortune”: “fui para Nova Iorque para ser o melhor compositor do país, então encontrei Dylan e decidi que seria o segundo melhor”, enganou-se Ochs, qualquer um é melhor que Dylan, até Charles Mason, se este idolatrasse o dinheiro. – “Treevenge” (2008): “este ano as árvores fartaram-se, este ano as árvores vão lutar”, do canadiano Jason Eisener, vencedor do concurso Grindhouse de Robert Rodriguez, com o falso trailerHobo with a Shotgun”, que será filme em 2011. – The Essential Men’s Movie Library: “Shane” (1953), cauboiada com a irritante criança Joey Starrett (Brandon De Wilde), a gritar “Shane! Shane!” durante o filme todo. – “Taxi Driver” (1976), o fogareiro Travis Bickle disseca a night das cidades: “todos os animais saem à noite: putas, conas fedorentas, rabetas, travecas, panascas, drogados, viciados, doentios, vendíveis”; além da introspeção sociológica, o filme guia a extroversão psicológica: sacar miúdas. John Hinckle Jr. obcecado com Jodie Foster, no papel de Iris “Easy” Steensma, disparou sobre Ronald Reagan para, com ela, viver happily ever after. Locais de filmagem em Nova Iorque. – Base de dados das cenas de sexo: útil GPS para o salto do leão na Ana Bolena, (Natalie Dormer), na série de TV “The Tudors” (2007-2010). – “Babakiueria” (1986) sátira australiana invertendo os papéis entre colonizadores e aborígenes. Um grupo de europeus australianos, nas suas rotineiras atividades de praia, assiste ao desembargue de navegantes indígenas num pequeno bote, que lhes perguntam: “como se chama este lugar?”, e eles respondem: “é… barbacue area”. – Robots, o filme indiano “Endhiran” (2010), sobre eterno tema: “gira em torno da luta de um cientista para controlar a sua criação, um robot andróide cujo programa foi atualizado para lhe dar a capacidade de compreender e gerar emoções humanas. O plano falhou quando o robot se apaixona pela noiva do cientista e é posteriormente manipulado para destruir o mundo”.

Film noir: “é sobre pessoas que compreenderam que cumprindo as regras nunca conseguirão o que desejam. Então, elas cruzam a linha, cometem um crime e colhem as consequências. Ou, são histórias sobre pessoas aparentemente inocentes torturadas pela paranóia e sovadas pelo Destino”; termo cunhado pelo crítico Nino Frank em 1946 para rotular o filme “The Maltese Falcon” (1941): do livro de Dashiell Hammett, adaptado várias vezes, uma em 1931 e outra em 1936, antes de Bogart encarar o “Little Boy” (Elisha Cook Jr.) e o “Fat Man” (Sydney Greenstreet): alcunhas das bombas despejadas em Hiroshima e Nagasaki, respetivamente. Género [1] pródigo de uma longa lista que ainda prospera: em “Franklyn” (2008), com Eva Green, a desempoeirada Isabelle do filme “The Dreamers” (2003) de Bernardo Bertolucci; e na animé: como “Cowboy Bebop” (1998-99) ou “Phantom of Inferno” (2004). Género objeto de teses ou Paul Schrader em “Film Noir” de 1971 – Maria Schneider levou a manteiga a Deus no dia 3 de Fevereiro de 2011.

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[1]The Night of the Hunter(1955) inspirou os The Murder City Devils.

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Paulo Portas, rival das maiores testas no cinema, especialista nalguma arte: “educar para a sensibilidade e para a arte faz parte de uma geração moderna e contemporânea, e educar para a tecnologia é fundamental para os jovens portugueses serem competitivos no mundo da inovação”, modernamente, contemporaneamente, arte mais tecnologia significa: varão. Arte. Disseminada entre as pernas das mais cosmopolitas [1]. Enquanto o líder da Oposição, Passos Coelho, aduba o terreno: “quando não permitimos, que aqueles que acedem aos melhores lugares, não são os que prestam melhores provas, mas antes aqueles que têm os melhores amigos, os espertalhões, que sabem colocar na hora certa, no tempo certo, ao lado daqueles que vão ganhar”, enquanto não nasce a flor certa no vaso certo para que chupem e sirvam os seus concidadãos [2], tirar a roupa [3], no varão ou num balcão é uma profissão segura. E a Igreja nacional não levanta sotainas. Em Warsaw, Ohio, a igreja New Beginnings Ministries anda de crucifixos às avessas com o clube de strip Foxhole, o pastor Dunfee resume, para expulsar as pecadoras: “a palavra de Jesus Cristo diz que não se pode compartilhar o território com o diabo” → strip nos filmes: Mia Kirshner emExotica(1994) ● vídeos de strippers: o stripper mais rápido ● na secção dos brinquedos didáticos há o Stripper Hero para oferecer aos filhos.

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[1] Andreia Pinheiro, no programa “5 Para a Meia-Noite” c/ Fernando Alvim: “eu ainda lido muito com o Portugal rural e com o facto das pessoas ainda não perceberem o que é que eu faço”.

[2] Mário Soares: “um político ladrão é o pior que pode acontecer. É uma pessoa a viver à custa do Estado e chupar o Estado sem servir os seus concidadãos”.

[3] Daniela Ferreira, stripper, no mesmo programa: “tem que gostar de dançar e não podem ter preconceitos. Não podem ter vergonha, de tirar a roupa”.

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[Meredith Monk – natividade: dia 20 de Novembro de 1942, na capital do Peru, Lima, filha de Theodore Glenn Monk e Audrey Lois Zellman: sob o nome artístico de Audrey Marsh, uma cantora pop de êxito na rádio e no palco, participando em anúncios dos anos 40-50, como o sabão DUZ, a cerveja Shaeffer e os charutos Muriel* → “Choo’n Gum ● “Mississippi”.

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* Também esfumaçaram desses nytes Edie Adams e Stan Getz.

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Meredith* nascida durante uma tournée andina da mãe proclama-se como uma “judia inca”; “pioneira naquilo que hoje é chamado ‘técnica vocal estendida’ e ‘performance interdisciplinar’, Monk cria obras que prosperam na interseção da música e movimento, imagem e objeto, luz e som, num esforço para descobrir e tecer novos modos de percepção”. “O trabalho de Meredith está fundamentalmente ligado ao tempo, e à sua noção dele, como um ciclo recorrente, que pode ser experimentado de novas maneiras, permitindo uma abordagem mais esperançosa e compassiva da vida, numa época quando o mundo dos sentimentos parece tudo, mas inteiramente retirado do nosso discurso global” → com John CageRobert Een ● Jean-Luc Godard incluiu-a na banda sonora de “Nouvelle Vague” (1990) e “Notre Musique” (2004) ● o segundo filme realizado por Monk “Book of Days” (1988): “o tempo representa o papel central, criando uma narrativa judaica que está simultaneamente, dentro, e fora do tempo. Monk dá-nos um vislumbre da Idade Média através de uma lente do século XX, depois inverte a lente, para que as suas personagens medievais, olhem para o século XX, através das suas próprias lentes, mudando a forma como pensamos conscientemente o tempo, como uma distinção entre o anterior e o posterior”: extratos: “Churchyard Entertainment” ● “Mad Woman Interview” ● “Cave Song”.

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* Documentário (1983) realizado por Peter Greenway.

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Shopenhauer chutou que a música é “o mundo uma vez mais”: “a profundidade indizível de toda a música, pela qual ela flutua através da nossa consciência como uma visão do paraíso, firmemente acreditado, ainda que distante de nós, e através da qual também é tão bem compreendida e contudo tão inexprimível, reside no facto de que ela restaura para todos nós as emoções da nossa natureza mais íntima, mas totalmente sem a realidade e distanciada da sua dor. Assim também, a seriedade que lhe é essencial, que exclui o absurdo do seu direto e peculiar espaço, explica-se pelo facto de que o seu objeto não é a Ideia, com referência à qual só a deceção e o absurdo são possíveis, mas o seu objeto é diretamente a vontade. E isto é essencialmente o mais sério de todas as coisas, porque é daí que tudo depende”. A Arte é “o claro olho do mundo”, na sua hierarquia, a Música situa-se no topo, lamber um adágio ou chupar um alegro liberta a alma das ilusões do tempo: nas alcatifas universitárias do princípio do século XIX, expresso em cadeias dedutivas de conceitos, “a mais vazia e insignificante tagarelice que saiu de uma cabeça de madeira”, a “salgalhada mais repugnante e insensata que faz lembrar o delírio de loucos”, desse “charlatão banal, fútil, repulsivo e enfadonho” chamado Hegel: para quem o último degrau da Arte era a Poesia: a derradeira exalação do Espírito, o celofane que ainda embrulha o bolo do filósofo amanuense do Estado: o Absoluto.

Antes do ponto final da “Enciclopédia das Ciências Filosóficas”, poesia: “Tool a fast shore, swing with a gassy chick. / Turn on to a thousand joys. / Smile on what happened, or check what’s going to happen, / You’ll miss what’s happening. / Turn your eyes inside and dig the vacuum”*, enquanto que Schopenhauer não é trapaceado pelo animal racional: “mas, se todos os desejos fossem prontamente satisfeitos, como é que os homens ocupariam as suas vidas, como é que passariam o tempo? Imaginemos esta raça transportada para uma Utopia, onde tudo cresce à vontade e onde os perus voam em bandos, já assados e prontos a comer, em que os amantes se encontram sem atrasos e se mantêm, sem qualquer dificuldade, fiéis um ao outro: num lugar desses alguns homens morreriam de tédio ou enforcavam-se, ou envolviam-se em lutas e matavam-se uns aos outros e, portanto, acabariam por criar mais sofrimentos por si mesmos do que aqueles que a própria Natureza lhes inflige”, e submerge-se na caixa da música:

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*High School Drag” (Welles / Glasser), recitado por Phillipa Fallon no filme “High School Confidential!(1958); Fallon estreou-se em “The Girl in the Kremlin” (1957), e pouco mais, exceto “Bill (Manhoff - o marido) ‘estava sempre falido’ porque ‘ela gostava de gastar o seu dinheiro… ela tinha um armário cheio de sapatos. Ela adorava sapatos’”.

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– “Step Across the Border” (1990), “o melhor momento do rock”, documentário avant-guard sobre o compositor, guitarrista e improvisador inglês Fred Frith, fundador dos vanguardistas Henry Cow e Art Bears. Em Nova Iorque, nos finais dos anos 70, completa os Massacre (Bill Laswell e Fred Maher), os Skeleton Crew (Tom Cora e Zeena Parkins) e os Keep the Dog (Zeena Parkins, René Lussier, Jean Derome, Bob Ostertag e Kevin Norton). O filme “mostra Firth ensaiando, atuando, dando entrevistas e relaxando”. Nos primeiros minutos, projecta som à volta do mundo, sob efeito borboleta, o padrinho do cinema pop americano, Jonas Mekasparte2parte3parte4parte5parte6parte7parte8.

– O compositor russo Edward Artemyev na animação “Girl and Dolphin” (1979) de R. Zelma.

– No mundo jazz passeia-se Julio Cortázar na escrita, e outros nas imagens movidas: Oscar Peterson Trio em “Begone Dull Care” (1949) de Norman McLaren ● Ella Fitzgerald, com o mesmo Trio, em “Tenderly” no “The Tender Game” (1958) de John e Faith Hubley ● “A Date With Dizzy” (1956) o “filme sério” do casal Hubley: Dizzy Gillespie é contratado para musicar um anúncio para uma “Escada de Corda Instantânea” ● Shorty Rogers em “Mr. Magoo: Hotsy Footsy” (1952) e “Three Little Bops” (1956) ● elefantes cor-de-rosa com Sun Ra ● “Song of Sand” (1997), realizado por Pierre-Yves Borgeaud, para Nils Petter Molvaer ● “Big Heart” (1991) de John Lurie e os Lounge Lizards.

Em 1912 o trompetista Freddie Keppard declara solenemente que o gramofone mataria o jazz, idos cem anos, roda ainda sem estertor: “as notas pretas representam a escala pentatónica usada em África. Donde o Vitorino D’Almeida ter dito que fazia jazz nas pretas” (Jorge Lima Barreto em “Anarqueologia do Jazz”); fora das pretas… das teclas pretas do piano, o all that jazz não é pacífico para o imperito e por vezes: se os Atheist, os Cynic, os Gorguts, barulham o género, bordoada neles da “The Jazz Police” (dos Big Phat Band), já basta que o Johnny Hates Jazz. O ódio esmorece na cidade do amour… Malcolm MacLaren “Jazz is Paris].