Pratinho de Couratos

A espantosa vida quotidiana no Portugal moderno!

quarta-feira, agosto 19, 2009

Bidubidu

E o pepino?... torce-se mais tarde. Os imparáveis avanços da inteligência humana estouraram o popular aforismo que caldeava pequeninos e pepinos. Na Suécia, um casal teve uma brilhante ideia, tão brilhante, como o
biquini solúvel na água, e talvez funcione como ele.
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Produzindo o seu primeiro descendente, decidiram não revelar o sexo da criança para superar os, socialmente condicionados, bidubidus que as pessoas macaqueiam perante um petiz ou uma petiza. Escolheram-lhe o nome, nem carne nem peixe, de Pop e, com dois anos e meio, ninguém sabe se é menino ou menina.
Raciocina a mãe: “queremos que Pop cresça livre e evitar que seja constrangido no molde de um género desde o nascimento. É cruel trazer uma criança ao mundo com o selo azul ou cor-de-rosa na testa”. De imediato uma especialista bendisse: “as moças, dizem-lhes que ficam giras nos seus vestidos, os moços, que são fixes com os seus carrinhos de brinquedo, mas se não lhes derem um género, eles serão vistos mais como um ser humano e não como o estereótipo de rapaz ou rapariga”. Pulando estereótipos, sobejará, qual sal após evaporação do carcerário mar, o Ser Humano requebrando o rabo frente à webcam.
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Dhani Harrison – é a cara chapada do pai… e não só. Nascido no dia 1 de Agosto de 1978, da “beatlíca” união entre George Harrison e Olivia Trinidad Arias, obteve o nome de duas notas da escala musical indiana, “dha” e “ni”. Aos 6 anos de idade curtia, cândido, a sua bateria, até que o “tio” Ringo Starr persistiu numa lição de bem batucar. Ringo afinfou-lhe tão alto nos tambores, assustando o pequeno Dhani, ao ponto dele nunca mais se aproximar do infernal instrumento. Dhani estreou-se na indústria musical, numa colaboração com Jeff Lynne, guitarrista da Electric Light Orchestra, para completar “Brainwashed”, o último e inacabado álbum do pai, entretanto falecido no mês de Novembro de 2001. Em 2006, forma com Oli Hecks os “thenewno2”, (nome de uma personagem na série inglesa de espionagem da década de 60 “The Prisoner) – “Choose What You're Watching” n “Another John Doe” n “Yomp” n “So Vain”.
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Nesse mesmo ano colaborou com
Liam Lynch, extraordinário músico, bonecreiro escritor, produtor e realizador – “We’re All Stars”. Participou em 2002 no Concert for George, homenagem no primeiro aniversário da morte do seu pai, guitarrista dos Beatles, grupo dos anos 60, cujos fãs actuais vivem TODOS no Vaticano, ou pra lá caminham. E ainda teve a sorte de ser fotografado com Sasha Pivovarova.
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Ah… e
Ringo também, “beatlificamente”, concebeu um filho, Zak Sharkey, para ser baterista dos Who].
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Pop selecciona, todas as manhãs, o penteado e a farpela, num guarda-roupa misto de vestidos e calças, compondo a sua imagem consoante o seu livre arbítrio, inocente dos sexíferos papelotes ou ténis Adidas. Estes pioneiros progenitores arraigam a sua opção numa “filosofice” de que o género, masculino ou feminino, é uma “construção social” e não uma determinação genética, corroborada por uma “psicologice” moderna, padroeira da teoria, que brincar com bonecas é o “
jogo mais completo” na formação da personalidade de ambos os sexos. Mas os extremosos cientistas e pais esqueceram-se doutro estudo, patrono da ideia, que o nome também ocasiona o criminoso. Rapazes com nomes amaricados ou invulgares são ridicularizados pelos colegas e em reacção tornam-se agressivos, conjugado com outros factores como uma família disfuncional, um meio económico desfavorável etc. findam na vida do crime, coarctando-lhes a possibilidade de serem banqueiros. Desconhece-se o efeito do nome Pop, mas se fosse Abdul seria terrorista, com certeza. Como o casal espera novo pimpolho, quiçá lhe chamarão… Trinità.
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Karen Mantler – é o cabelo chapado da mãe… e não só. Segundo as suas palavras: “fui concebida por Carla Bley e Michael Mantler no Festival de Jazz de Newport de 1965. Nascida em 1966, fui imediatamente despejada na vida de músico na estrada”. Com 4 anos, Karen participa na ópera jazzEscalator Over the Hill”, e no ano seguinte canta em “Tropic Appetites”. Depois de aprender a tocar o glockenspiel, faz parte efectiva da banda da mãe de 1977 a 1980, quando é posta na alheta: “após tocar no Carnegie Hall em 1980, tentei roubar o espectáculo, fazendo-me passar por Carla Bley, a minha mãe despediu-me dizendo ‘arranja a tua própria banda’”. E, ela concluiu, que para isso, tinha de aprender a tocar um instrumento decente. Tentou o clarinete, fixou-se no órgão e brilhou na harmónica. Entre 1991 – 93 gere a Watt Works, a editora fundada pelos pais. No ano de 92 regressou, como organista, para a tournée europeia da Carla Bley Big Band.
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Compositora, organista, virtuosa na harmónica, Karen Mantler apresenta-se como defensora do gato gravando “
My Cat Arnold(1989), com Eric Mingus (filho de Charles Mingus) na sua banda – “I Wanna Be Good”. Seguido, no ano seguinte, por “Karen Mantler and Her Cat Arnold Get the Flu” e o trágico desfecho, “Arnold’s Dead”, tocado no Festival de Jazz de Montreal em 1991. No ano de 2000 generaliza os bichos de estimação com “Mantler’s Pet Project”.
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O pai de
Carla Bley, professor de piano e chefe do coro da igreja, em Oakland, Califórnia, incentivou-a a cantar e aprender piano. Na adolescência, ela tresmalhou-se do cibório e do manustérgio, aos 14 anos troca a igreja pela patinagem. Aos 17 muda-se para Nova Iorque, emprega-se no concorrido clube de jazz Birdland, como moça dos cigarros. Lá conhece o pianista Paul Bley, que lhe incitou a compor, casam-se em 1957, divorciam-se em 1959. Será apreciada pelo cabelo e pernas nos eruditos dédalos da música – “Reactionary Tango #2 & 3” n “The International” n “Egyptian” n “Blunt Object” n “Blind and Crippled].
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PS:
Peaches Geldof – nasceu a 6 de Março de 1989 com um longo nome, Peaches Honeyblossom Michelle Charlotte Angel Vanessa Geldof, dado por um curto músico, mas cavaleiro da insula Avalonia, Bob Geldof. Ódio de estimação do inglês médio, perseguida pelos paparazzi, colunista na Nylon, modelo de lingerie da marca “Ultimo”, diz ela: “é preferível que as adolescentes vejam um corpo normal como o meu, do que o de uma modelo anoréctica”. Foi contratada para a campanha publicitária, inspirada numa mistura da “Execução de Lady Jane Grey” de Paul Delaroche, com o “Massacre dos Inocentes” de Peter Paul Rubens e satanismo, da Agent Provocateur (vídeo), com a amiga Daisy Lowe. Também posaram juntas para a revista W. E, como toda a gente, também beijou em LA.
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Conta ela que, aos 8 anos, foi
afagada pelo Michael Jackson. Está no Twitter e no Facebook. Descobriu, como os bloguistas políticos portugueses, as inconveniências de subentender recados através do blogging. Aos 16 anos apelou para os famosos não darem nomes idiotas aos filhos. Casou, durante 7 meses, com Max Drummey dos Chester French. Apanharam-lhe num bar uma lista de compras de drogas, incluindo erva, coca e Viagra, e aos 19 anos teve uma overdose. Restabelecida fotografou em topless para mostrar as suas… tatuagens. É assediada pela Katie Holmes para entrar na Cientologia. Pertence ao DJ Set Trash Pussies com a “futura esposa” Fifi Brown e ocupa-se da viola baixo e coros nos Rodnik.
fuck yeah peaches!
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Bob Geldof tentava uma carreira na indústria musical, quando escreveu “I Don't Like Mondays”, baseado num dia da Escola Primária Cleveland, em San Diego, Califórnia. Brenda Ann Spencer, com 16 anos, recebera do pai pelo Natal uma espingarda. No dia 29 de Janeiro de 1979 acordou com uma neura desgraçada e curou-a, disparando, da sua casa, para a escola que ficava do outro lado da rua. Matou dois e feriu nove. Quando lhe perguntaram porquê? encolheu os ombros: “eu não gosto das segundas-feiras. Isto anima o dia”. Geldof casou com Paula Yates em Junho de 1986, em Las Vegas, com Simon Le Bon como padrinho, e unidos viveram o prodígio de esbarrigar filhas com nome estrambólico. Mas a coisa poderia ter sido muito pior. Antes da bênção da união, em “ajuntamento carnal”, nasceu no dia 31 de Março de 1983 Fifi Trixibelle Geldof, a prova teológica de que filhos desovados fora do sacratíssimo matrimónio, amargam com os pecados mortais dos pais.
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Pixie Geldof – nome completo Little Pixie Geldof nasceu no dia 17 de Setembro de 1990 para perseverar na vida de copos e moda. Dispensada da Select Model Management, juntamente com outras party girls, Daisy Lowe, (filha de Pearl Lowe, vocalista dos Powder e, após teste ADN, do referido "padrinho" Gavin Rossdale, vocalista dos Bush) e Alice Dellal (filha da modelo brasileira Andrea Dellal), logo contratadas pela Next Model Management, pouco sentiram as agruras da fila do centro de emprego. Pixie, aos 16, entrouxou-se no actor de 33 anos Noel Fielding, contribuindo para a calvície do pai-galinha. Em 2009 interpreta a virgem para a Agent Provocateur. (Twitter).
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Paula Yates rifou Bob Geldof em 1994, quando entrevistou Michael Hutchence, vocalista dos INSX, no programa The Big Breakfast. Divorciaram-se em 1996 e Paula arrumou os trapinhos com Michael e, no dia 22 de Julho de 1996, germina Heavenly Hiraani Tiger Lily Hutchence. A 22 de Novembro de 1997, Michael Hutchence estica o pernil, ao que consta, de asfixia auto-erótica. Paula Yates bate a bota dia 17 de Setembro de 2000 devido a overdose de heroína. E Tiger Lily é adoptada por Bob Geldof conquistando mais um apelido para juntar ao seu nome.

sábado, agosto 01, 2009

A Vénus de molho

São novos! Exclamava-se no lesto suceder das gerações. E, a geração mais antiga torcia o nariz à mais nova. Mas, desde os sociológicos anos 60, os progenitores prometem não cometer os “erros” dos pais e “compreender” os filhos. Na realidade… não pescam um boi.
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As dietas, a cirurgia plástica e o
Shake Weight transmitem falsa impressão, de juventude, na geração de saída do mundo, surdindo delírios de “identidade” com a “malta nova”. Recauchutado o corpo, infere-se que o espírito juvenesceu, aboliu a “diferença”. Porém, tudo é diferente. As lutas de almofadas do filme de Jean Vigo são distintas. Melhorou substancialmente a música clássica com as óperas rock (do filme da Troma “Poultrygeist: Night of the Chicken Dead”). Os jogos sociais socializam de facto. A fast food enche os olhos, que se lixe a barriga. E, as cachopas ficaram mais inteligentes que as mães. Estas, sonhavam sexo com flor de laranjeira, benzido pelo cura. Aquelas são pragmáticas.
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Uma
reportagem realizada entre o sexo feminino juvenil, da bem estabelecida classe média americana, revelou um estilo de vida, que deixa os pais à beira do 20º colapso nervoso. Primeiro, as jovens restringiram o conceito de sexo que, esticado ao limite, hoje, praticamente tudo é sexo, inclusive a ensaboadela do carro ou uma golada de Sprite. Nesta nova definição mostrar as mamas não é sexo. Ou retirou-se o “sexo” do “oral” e “sexo oral” perdeu a sua conotação sexual, convertendo-se no novo goodnight kiss. Em vez do chocho na bochecha, debaixo do alpendre do lar familiar, a despedida já foi despachada no banco do pink cadillac. Em segundo lugar, perceberam o absurdo do sexo de borla. Vivemos na sociedade das indústrias: o jornalismo é uma indústria, ou é lucrativo, ou adeus “informação”; a religião é uma indústria, ou dá dinheiro, ou adeus meus santinhos, etc. Então, as jovens trocam sexo por roupas, dinheiro e até TPCs (trabalhos para casa). E demonstram um realismo à prova de bala: “5 minutos e ganho 100 dólares, não é? vou dormir com eles de qualquer maneira, porque são bonitos, mais vale ser paga por isso, não é?”.
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Year Long Disaster – num dia de Abril de 2003 Daniel Davies, filho de Dave Davies, guitarrista dos The Kinks – “Lola” r “Sunny Afternoon” – entra num supermercado em Hollywood para comprar uma garrafa de vodka. Entre o festim plastificado da mercadoria encontra Rich Mullins baixista e fundador dos Karma to Burn – “36” r “Twenty”. Mullins regressara da Holanda agarrado à droga e vivia na rua, Davies, que também gostava da fruta, oferece-lhe asilo num apartamento que ocupava ilegalmente em Laurel Cannon. Durante um mês bebem vodka e fumam crack na desbunda. Quando esse estilo de vida se tornou insustentável foram para desintoxicação. Em Dezembro de 2003 saem limpos para o mundo. No ano seguinte, numa actuação dos Hours and Minutes no Scene Bar, em Glendale, Califórnia, impressionam-se com o baterista Brad Hargreaves. Trocam números de telefone, desconhecendo que ele também pertencia aos renomados Third Eye Blind – “Losing a Whole Year” r “Deep Inside of You” – e depois de umas sessões juntos nasce o trio Year Long Disaster – “Desperate Thirst for a Cigarette” r “Leda Atomica” (quadro de Dalí) r “Per Qualche Dollaro In Piu” r “Galea Aponeurotica” r “Swan on Black Lake” r “It Ain't Luck” r “The Mad Shrew].
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O pragmatismo da nova geração, associado à evolução, promete regabofe. Um
estudo (embora contestado na Wiki o seu valor científico) defende que as mulheres estão a ficar mais bonitas, reproduzindo-se mais, porque atraem os machos, e parindo uma maior percentagem de crianças do sexo feminino, que desabrocharão em gajas boas como elas, e assim sucessivamente… até a selecção natural incluir todas no top. As inglesas são feias como o raio, no entanto concorrem com as polacas, pelo sémen disponível na ilha. No liceu, a beleza das polacas despoleta inveja feminina e atenção masculina, multiplicando as suas hipóteses de procriação, concebendo gajas boas para povoar os prados da velha Inglaterra, enquanto as inglesas engordam no sofá com o seu Tony Blair de peluche. Este putativo aprimoramento dos rabos e alfaias, do reverso, das mamas e daquelas covinhas onde as costas mudam de nome, prognostica todos à molhada, regados certames e lotação esgotada para os jogos de futebol.
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Norah Jones – nascida em 30 de Março de 1979, abreviatura de Geethali Norah Jones Shankar, filha de Ravi Shankar e meia irmã de Anoushka Shankar, arroubou a indústria da clave de ouro em 2002 com um álbum, “Come Away with Me”, aplaudido pelos críticos, com poética lábia, e também pelo público que proporcionou faustosa opulência aos administradores da editora – “Don’t Know Y” r “Cold Cold Heart” r “The Story (My Blueberry Nights)” r “Bessie Smith” r “Carnival Town” r com John Mayer r com Dolly Parton r com Keith Richards r com Bonnie Raitt r com Kris Kristofferson r com Ryan Adams r com Beck r e com um bando de pardalocas que não interessam.
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(E… uma
versão da fantástica Nikki Yanofsky, cantora canadiana nascida em 1994, logo, conectada ao quarto de dormir global com um Vlog, no Twitter, no Facebook, e que cantava assim aos 12 anos, aos 13, aos 14 e no Festival de Jazz de Montreal no dia 11 de Julho).
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Ravi Shankar – considerava Jimi Hendrix “fantástico mas demasiado barulhento”, ambos participantes no Festival Pop de Monterey (1967), outro problema se alçou, para lá do atordoante decibel. Shankar qualificava de “supremo sacrilégio”, o “hendrixiano” hábito de queimar a guitarra, e recusava-se pisar um lugar testemunha de tal blasfémia e queria pôr-se na alheta para paisagens mais azul-bebé. Os organizadores do festival contornaram o imbróglio, provendo-lhe um palco próprio, para uma serena tarde de ragas (parte2), que Hendrix assistiu calmamente na primeira fila. Um ídolo da era hippie, Shankar não sintonizava na mesma onda: “eu estava profundamente infeliz com a superficialidade de tudo, especialmente a informação errada que o Dr. Timothy Leary e outros propagavam – que na Índia todos tomavam drogas. Era um guisado de Kama Sutra, Tantra, Yoga, haxixe e LSD, enquanto a verdadeira espiritualidade da nossa música era quase completamente perdida”.
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Shankar impregnou várias senhoras de venerandos gâmetas. Casou-se aos 21 anos com
Annapurna Devi, a filha de 14 anos do seu mestre, o guru Alauddin Khan, também ela uma distinta tocadora de cítara, desaparecida do convívio público, dizem, por imposição invejosa do marido – “Raga-Kaushiki” r “Raag Manjh Khamaj”. O casamento resistiu 21 anos e fruteou em Shubhendra Shankar (1942 – 1992), treinado pela mãe na cítara, mas que preferiu as artes pictóricas, embora acompanhasse o pai nas tournées mundiais. No final dos anos 40, Shankar embrulhava-se na dançarina Kamala Shastri. Nos anos 70 visitou a cama da produtora de concertos nova-iorquina Sue Jones (útero de Norah Jones) – actuação no programa de Dick Cavett.
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Anoushka Shankar – nascida a 9 de Junho de 1981, filha de Shankar e a empregada bancária Sukanya Rajan. O tocador de cítara separa-se de Shastri em 1981, viveu com Jones até 1986 e em 1989 desposou Rajan. Visto Norah Jones circular por melodias menos agrestes aos ouvidos ocidentais e, nos agradecimentos de aceitação dos Grammys em 2003, não mencionar algum contributo do pai para o seu sucesso, Anoushka seria a natural herdeira da música do pai: “eu sento-mo com Anoushka e dou-lhe coisas novas, informação que não tinha dado antes” – “Mishra Pilu” r com a irmã r com os Jethro Tull r com Joshua Bell r com o pai r “Raga Anandi Kalyan].
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PS:
Duncan Jones, filho de David Bowie, nascido a 30 de Maio de 1971, é realizador de cinema. O gáudio desta pop natividade infundiu paterna inspiração para a canção “Kooks” do álbum “Hunky Dory”. O filho, nomeado pelo pai, Zowie Bowie, aos 12 anos preferia ser chamado “Joey”, que depois abreviou para “Joe”, e só aos 18 assumiu-se como um Duncan. A mãe, Angela Bowie, perdeu o papel de Wonder Woman para Lynda Carter, mas ganhou, através do “casamento de conveniência”, a oportunidade de encontrar Bowie e Mick Jagger, nus, a dormir, na paz dos justos, na sua cama. Não havia um clima sexual no ar, embora Bowie sugerisse que Iggy Pop marchou. Dar para os dois lados era comum no casal. Angela fora expulsa da Universidade de Connecticut por envolvimento amoroso com uma colega. Ela prometera ao pai não engravidar antes de casar ou atingir os 18 anos e uma mulher garantia o cumprimento da promessa. Felizmente ou não também cantou – “Crying in the Dark” r “Obsession” r “I Just Want To Have Something To Do”.
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PPS: a diké, a justiça, que segundo os gregos antigos, governava os actos humanos, punindo acções impróprias da condição de cidadão, vence sempre. Outrora, os músicos de rock aterrorizavam os pais, que trancavam as virgíneas filhas, vãmente, quando eles entravam na cidade e, na hora da abalada, os hímenes partidos eram mais que os corações. Hoje vem a retribuição, agora… todos lhes querem comer as filhas.